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Quinta-feira de sol entre muitas nuvens e máxima de 35ºC em Dourados


A previsão do tempo para esta quinta-feira (26/2), em Dourados, indica sol entre nuvens, mas sem previsão de chuva. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), mínima hoje é de 21ºC e a máxima chega aos 35ºC.

Além disso, até as 23h59 de sexta-feira (27/2), Dourados e os outros 78 municípios de Mato Grosso do Sul estão sob alerta de chuvas intensas, podendo o volume variar entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h).



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Morador de Douradina é preso com carreta cheia de cigarro paraguaio em SP


Durante a Operação Impacto, a equipe TOR, da Polícia Militar Rodoviária de Presidente Prudente, abordou um caminhão Mercedes LS com placas de Douradina/MS, que tracionava uma carreta Noma também de Douradina, conduzido por V.D.S.R. de 51 anos, morador de Douradina, Mato Grosso do Sul.

Abordado por volta de 10h desta quarta-feira (25), no município de Rosana no acesso a Rodovia Arlindo Béttio, a carreta foi vistoriada quando a equipe localizou grande quantidade de cigarros contrabandeados do Paraguai. Motorista, carreta e a carga foram encaminhados para a Polícia Federal de Presidente Prudente, onde o motorista foi autuado e carga apreendida com o veículo. Foram apreendidas 104 caixas, com 50 pacotes com 10 maços cada, totalizando cinquenta e dois mil maços de cigarros de duas marcas diferentes.



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STF forma maioria para condenar assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria absoluta, nesta quarta-feira (25), para condenar os cinco réus acusados de envolvimento nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da ex-assessora Fernanda Chaves.

O relator, ministro Alexandre de Moraes, foi acompanhado integralmente pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino (também presidente da Turma), consolidando a tese de que o crime teve motivação política e econômica, ligada à exploração imobiliária ilegal (grilagem) por milícias no Rio de Janeiro.

O colegiado votou pela procedência da ação penal, com as seguintes distinções para os réus:
• Domingos e Chiquinho Brazão: condenados por duplo homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e participação em organização criminosa armada;
• Ronald Paulo Pereira: condenado pelos homicídios e pela tentativa, por monitorar Marielle e fornecer informações cruciais para a execução;
• Robson Calixto: condenado por integrar organização criminosa armada, atuando como braço operacional dos Brazão;
• Rivaldo Barbosa: o colegiado aplicou a emendatio libelli (reenquadramento jurídico) para condená-lo por corrupção passiva e obstrução de Justiça. Embora houvesse acusação de homicídio, os ministros entenderam que não havia prova “específica e corroborada” de sua participação direta no planejamento do assassinato, mas sim provas robustas de que ele recebeu propina para sabotar as investigações após o crime.

O que disseram os ministros

Moraes detalhou o caminho do crime, afirmando que a organização criminosa dos irmãos Brazão via Marielle como uma “pedra no caminho” que precisava ser removida para garantir a expansão de loteamentos ilegais.

“Marielle Franco se tornou um obstáculo relevantíssimo aos interesses econômicos e políticos dos mandantes, o que explicaria a decisão de executá-la. Não apenas para remover o entrave imediato — isso é muito importante — mas também para produzir efeito intimidatório e dissuasório sobre outros agentes políticos: não mexam aqui com a minha região”, explicou.

O ministro Cristiano Zanin acompanhou integralmente o relator, enfatizando que o caso representa uma “grave violação aos direitos humanos” e a captura de estruturas públicas por redes criminosas. Ele destacou que a impunidade histórica de grupos de extermínio serviu de combustível para a escalada da violência no Rio de Janeiro e reforçou que a narrativa do delator Ronnie Lessa foi devidamente sustentada por provas técnicas, como registros telemáticos e o depoimento do miliciano Orlando Araújo.

Já a ministra Cármen Lúcia trouxe uma perspectiva sociológica e humanitária, classificando a atuação das milícias como um “feudalismo criminoso” que impõe vassalagem aos moradores. “No Brasil, estes crimes de milícias são praticados contra a soberania nacional, que não é uma questão externa, é também uma questão de estado brasileiro em relação a outro estado”.

A ministra concordou, ainda, com a condenação de Rivaldo por corrupção e obstrução, mas ressalvou que isso não deve impedir novas denúncias por outros crimes de corrupção que venham a ser apurados em instâncias inferiores. Por fim, o presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino, enumerou 10 pontos empíricos que confirmam a delação de Ronnie Lessa e afastam a ideia de que o relato seria uma “construção mental”. Ele citou a tramitação de projetos de lei na Câmara Municipal do Rio de Janeiro que favoreciam grileiros, contra os quais Marielle se opunha.

Dino afirmou também que não existe crime perfeito, mas “crime mal investigado”. “Só é possível na presença de elementos de muito poder para explicar a quantidade de absurdos que marcam esse caso. Não existe crime perfeito, existe crime mal investigado. Eu diria que esse crime foi pessimamente investigado.”



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DRACCO/MS apoia Operação “Matrioska” da Polícia Civil do Paraná contra o tráfico e lavagem de dinheiro


A Polícia Civil do Paraná, por intermédio da Divisão Estadual de Narcóticos (DENARC), Núcleo Regional de Pato Branco, e 5ª Subdivisão Policial de Pato Branco, deflagrou nesta data a Operação “Matrioska”, destinada ao cumprimento de diversas medidas deferidas judicialmente no âmbito de investigação que apura a atuação de grupo criminoso estruturado para a prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

As investigações tiveram início no dia 26 de agosto do ano passado, a partir de prisão em flagrante realizada por policiais da DENARC e NOC, no Município de Realeza, no Paraná, quando uma das investigadas, moradora de Pato Branco, foi flagrada, em ônibus de linha, transportando mais de dois quilos de crack.

Com as investigações iniciadas, identificou-se uma estrutura hierarquizada voltada à aquisição, transporte, armazenamento, distribuição e comercialização de entorpecentes, especialmente crack e cocaína, bem como à movimentação e ocultação de ativos financeiros provenientes da atividade criminosa.

Os elementos probatórios demonstraram que o grupo criminoso possuía divisão clara de funções, com liderança exercida por presidiário de Mato Grosso do Sul, o qual permanecia exercendo o comando da organização, determinando rotas de transporte, coordenando a distribuição de drogas e gerenciando o fluxo financeiro por meio da utilização de contas bancárias de terceiros (“laranjas”), com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos valores e dificultar a atuação das autoridades.

Apurado que a droga era levada de Mato Grosso do Sul para a cidade de Pato Branco, através de mulas, mulheres que viajavam em ônibus de linha, muitas vezes com os filhos, para despistar eventual fiscalização. Diante da robustez das provas reunidas, foram representadas judicialmente por diversas medidas cautelares, incluindo 24 mandados de prisão preventiva, 34 de busca e apreensão domiciliar, além de bloqueio e sequestro de ativos financeiros, com o objetivo de desarticular a organização criminosa, interromper o fluxo financeiro ilícito e apreender novos elementos de prova.

A operação possui abrangência interestadual, com o cumprimento de medidas nos Estados de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, executadas com o apoio das Polícias Civis do DRACCO/MS e DIC/PCSC), evidenciando o alcance e a ramificação territorial da organização criminosa investigada.

No Estado do Paraná, as ordens foram cumpridas nas Cidades de Pato Branco, Cascavel, Quedas do Iguaçu, Clevelândia e Mariópolis, com o apoio de todos os Núcleos da DENARC e das Unidades vinculadas à 5ª SDP de Pato Branco, do Grupo de Operações Aéreas (GOA), do Núcleo de Operações com Cães (NOC) e de equipes policiais das Subdivisões de Francisco Beltrão, Cascavel, Guarapuava e Laranjeiras do Sul, reforçando a capacidade operacional e garantindo o cumprimento simultâneo e eficaz das ordens judiciais.

No Mato Grosso do Sul

Especificamente, em Mato Grosso do Sul, equipe do Departamento de Repressão de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado – DRACCO/PCMS cumpriu medidas cautelares de prisão e busca e apreensão em Campo Grande, sendo que um dos alvos inclusive já era interno da Segurança Máxima que teve mandado de busca cumprido junto a cela onde encontra-se custodiado, com apoio de policiais penais do estabelecimento e da GISP, sendo apreendidos sete aparelhos telefônicos.

O nome da operação faz alusão à tradicional boneca russa “Matrioska”, caracterizada por esconder múltiplas bonecas em seu interior, simbolizando a complexidade e a estrutura em camadas da organização criminosa investigada. A denominação também remete diretamente a forma de atuação do grupo no transporte do entorpecente, oculto junto ao próprio corpo, entre as vestimentas. Ademais, mais da metade dos alvos identificados na investigação são mulheres, muitas delas desempenhando funções estratégicas na logística, transporte, distribuição e gestão financeira da organização.

As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos, visando à completa responsabilização criminal dos envolvidos e à identificação de eventuais outros integrantes da organização criminosa.



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Moradores de Dourados bloqueiam BR-163 na saída Caarapó e exigem segurança após mortes


Na semana passada um motociclista morreu ao atingido por um empresário embriagado

A indignação de moradores de Dourados resultou em um bloqueio total da BR-163 na manhã desta quarta-feira, no trecho conhecido como saída para Caarapó, mais precisamente no KM 251. O protesto, motivado pela constante falta de segurança na rodovia federal, envolve residentes das comunidades que ficam no entorno da rodovia, como Sitioca e Ouro Fino.

Os manifestantes, exaustos por anos de promessas não cumpridas, tomaram a rodovia utilizando pneus, pedras, cartazes e faixas para impedir a passagem de veículos. A manifestação, segundo relato dos moradores, acontece devido ao histórico de acidentes graves e múltiplas mortes registradas especificamente nesse ponto, que serve como principal via de acesso e saída para os moradores da região.

No momento do bloqueio, apenas veículos da área da saúde estavam sendo autorizados a passar pela barreira montada pelos cidadãos. O foco principal da manifestação é exigir uma resposta efetiva da Motiva Pantanal, empresa responsável pela administração deste trecho da rodovia federal.

Os manifestantes afirmam que, apesar de muitas promessas terem sido feitas sobre melhorias de segurança, “nada foi cumprido em relação à segurança efetiva”. Profissionais da estrada e motoristas ficaram parados, aguardando a liberação ou o contato com representantes da concessionária.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) compareceu ao local para monitorar a situação e garantir a segurança dos envolvidos. Há relatos de que os gestores da Motiva Pantanal poderiam estar em Dourados participando de um treinamento para o pessoal de resgate, o que pode ter dificultado um contato imediato com a empresa no momento do bloqueio.

Este ato de desespero é um reflexo da crescente impaciência da população local, que viu acidentes graves e vítimas serem levadas aos hospitais da cidade em decorrência da periculosidade do trecho. Os moradores esperam que a paralisação force uma ação imediata da concessionária e dos órgãos competentes para implementar as medidas de segurança há muito tempo solicitadas.

Caso recente

Luiz Henrique Oliveira Rosa, de 30 anos, que estava internado em estado gravíssimo no Hospital da Vida, não resistiu aos ferimentos e faleceu na madrugada da quarta-feira da semana passada (18). Ele foi atropelado por um empresário de 40 anos, que estava embriagado. O acidente ocorreu na noite de segunda-feira (16) na BR-163, no trecho entre Dourados e Caarapó. Luiz Henrique pilotava uma motocicleta Shineray, quando foi atingido na traseira por um veículo conduzido pelo empresário.



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Ciúme faz mulher derrubar portão e janela da casa do ex que fica de perna quebrada


Uma suposta crise de ciúmes em que uma mulher após derrubar um portão e quebrar a janela da casa do ex invadiu a residência no Residencial Rita Vieira, onde promoveu a pancadaria ferindo a visitante da casa e o morador que entre outros ferimentos teve uma perna quebrada e precisou ser levado para a Santa Casa de Campo Grande.

A confusão ocorreu no começo da madrugada quando a mulher bateu palmas na casa do ex, mas não foi atendida. Foi quando ela optou por uma incursão na casa derrubando o portão e arrebentando a janela conseguindo chegar ao interior do imóvel. A amiga do ex conseguiu se abrigar no banheiro, mas foi atacada sendo o que o ex acabou levando a pior em agressões durante as quais ele acabou caindo e quebrado uma perna. Vizinhos acionaram a Polícia Militar que ainda encontrou a confusão em andamento, conseguindo conter a situação.

O morador e vítima relata que conviveu com a mulher por cerca de dez anos, mas a relação acabou há alguns meses, porém, a mulher não aceita, principalmente a amizade dele com a mulher que estava na casa, apenas sua amiga. A PM conseguiu controlar a situação, quando o homem disse não ter intenção de representar contra a mulher, sendo em seguida encaminhado para a Santa Casa com fratura de uma perna e outras lesões pelo corpo. As mulheres foram levadas para a delegacia, mas ouvidas e liberadas.



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Polícia Civil intensifica investigações sobre furto milionário em joalheria de Ponta Porã


A Polícia Civil de Ponta Porã segue empenhada na apuração do furto milionário registrado na madrugada do dia 9 deste mês, em uma joalheria localizada na região central de Ponta Porã. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1 milhão, conforme informações preliminares apuradas pela reportagem.

Embora procurada, a corporação não tem divulgado detalhes específicos sobre o andamento das investigações. No entanto, uma fonte ligada à Secretaria de Justiça e Segurança Pública afirmou que todos os procedimentos periciais e investigativos foram realizados de forma criteriosa. Segundo a fonte, os fatos levantados estão sendo analisados com responsabilidade e cautela, visando identificar e responsabilizar os autores do crime.

“O trabalho segue dentro do roteiro de investigação e estamos cumprindo o nosso dever de agir em busca da autoria e da responsabilização dos culpados”, declarou.

As investigações revelaram indícios de que a ação criminosa foi cuidadosamente planejada. Imagens captadas por câmeras de segurança mostram que os suspeitos utilizaram luvas, máscaras e outros recursos estratégicos para evitar qualquer tipo de identificação durante a execução do furto, ocorrido na madrugada de segunda-feira (9).

O estabelecimento, localizado na Avenida Brasil, foi invadido após os criminosos abrirem um buraco em uma parede dupla — técnica que exige tempo, ferramentas adequadas e planejamento prévio. A forma de execução reforça a hipótese de que o crime foi estudado previamente e realizado em horário de menor circulação de pessoas, reduzindo riscos de flagrante.

Durante toda a ação, os envolvidos mantiveram os rostos cobertos e as mãos protegidas, numa tentativa clara de impedir a coleta de impressões digitais ou o reconhecimento facial. Além de centenas de peças de alto valor, a quadrilha também levou uma escada utilizada para acessar e interferir no sistema de monitoramento interno da joalheria, o que demonstra conhecimento técnico e intenção deliberada de neutralizar possíveis provas.

O caso é tratado como prioridade pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil, que segue reunindo elementos para avançar na identificação dos responsáveis e elucidar o crime.



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Quarta-feira com possibilidade de chuva em Dourados