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Governo veta R$ 393 milhões de emendas parlamentares e coloca R$ 7,7 bilhões para programas sociais


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na noite de ontem, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, com um Orçamento da União de R$ 6,54 trilhões para o ano. Como foi sinalizado por integrantes do Executivo, Lula vetou R$ 393 milhões em emendas parlamentares, argumentando que os valores incluídos pelo Congresso Nacional ferem acordo realizado pelos Três Poderes com a Lei Complementar 210/2024, que limita o crescimento das emendas. Contudo, o montante é irrisório se comparado com o volume recorde de emendas previstas na peça orçamentária, de R$ 61 bilhões.

De acordo com a Casa Civil, o Palácio do Planalto ainda vai remanejar R$ 7,7 bilhões dessas emendas para programas sociais, e bloquear outros R$ 3,3 bilhões. Com esses R$ 11 bilhões de alterações, essa rubrica passará para cerca de R$ 50 bilhões, valor próximo aos pagos em emendas pelo governo federal no ano passado.

Os valores foram alocados pelo Executivo no primeiro desenho da LOA, mas foram alterados por parlamentares para inflar as emendas, que não param de crescer e atrapalham a execução orçamentária do Executivo desde a gestão anterior. A decisão do veto ocorre em meio ao embate entre governo e Congresso pelo controle do Orçamento em ano eleitoral, quando os parlamentares estão de olho nas emendas para turbinar campanhas em suas bases eleitorais.

O governo não alterou outros pontos do projeto, que, além de destinar R$ 61 bilhões para as emendas parlamentares, estabelece meta fiscal de superavit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 34,3 bilhões nas contas públicas, o equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). O texto ainda fixa um piso mínimo de R$ 83 bilhões para investimentos públicos.

O Executivo destacou, em comunicado oficial, o montante destinado à Educação, de R$ 233,7 bilhões (aumento de R$ 27,6 bilhões), e à Saúde, com R$ 271,3 bilhões (R$ 17,2 bilhões a mais). Já o salário mínimo subiu de R$ 1.518 para 1.621, aumento de 6,79%, acima da inflação.

Rearranjo

A votação do texto ocorreu de forma simbólica no Legislativo no fim de dezembro passado, e incorporou, ao longo da tramitação, ajustes em diversas áreas. Entre eles, estavam cortes em despesas previdenciárias e em programas sociais, como o Pé-de-Meia e o Auxílio Gás, medida que gerou debates entre parlamentares e integrantes do governo. Esse foi o principal ponto que desagradou Lula. O rearranjo dos recursos visa evitar prejuízos para os programas sociais.

Na semana passada, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse que o governo pretendia reduzir em R$ 11 bilhões o volume de emendas aprovado pelo Congresso. Segundo ele, a equipe econômica ainda avaliava se o ajuste seria feito por meio de veto presidencial, bloqueio de recursos ou remanejamento de verbas. Costa destacou que há limites para o crescimento das emendas, definidos a partir de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Orçamento segue alinhado às regras do novo arcabouço fiscal, aprovado em 2023. Pelo modelo, há uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB em relação à meta central, o que significa que o resultado poderá ser formalmente cumprido pelo piso da meta, que permite resultado primário de deficit zero.

Distribuição

Do total de R$ 61 bilhões reservados para emendas parlamentares no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa), cerca de R$ 49,9 bilhões ficam sob controle direto de deputados e senadores. Esse montante engloba emendas individuais, de bancada estadual e de comissão.

A maior fatia corresponde às emendas impositivas, que têm execução obrigatória pelo governo federal e somam aproximadamente R$ 37,8 bilhões. Desse valor, R$ 26,6 bilhões são destinados às emendas individuais de parlamentares, enquanto R$ 11,2 bilhões cabem às emendas de bancada.
Além disso, o texto reservava R$ 12,1 bilhões para emendas de comissão, que não são de execução obrigatória e dependem de liberação do Palácio do Planalto. O projeto também prevê R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, voltadas a despesas discricionárias e a projetos selecionados no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Ainda assim, a avaliação interna é de que os parlamentares continuarão com espaço significativo para direcionar recursos a suas bases eleitorais. Integrantes do governo argumentam que, mesmo insatisfeitos, deputados e senadores terão condições de executar as emendas entre fevereiro e junho, período considerado crucial em ano eleitoral e que corresponde ao prazo máximo para o pagamento desse tipo de despesa. Na visão do Planalto, esse fator tende a reduzir a resistência prática às restrições impostas.

Alguns auxiliares presidenciais tentam reforçar a importância da responsabilidade fiscal, mas, devido ao forte aumento de gastos do governo, o desequilíbrio das contas públicas segue preocupante e a meta fiscal só vem sendo cumprida devido aos abatimentos de despesas, como precatórios da regra. A estratégia do governo, neste ano, busca reforçar a imagem de Lula como um presidente atento ao equilíbrio fiscal, evitando a pecha de “gastador” em um ano decisivo do ponto de vista político.

Esse tímido movimento de corte de gastos no Orçamento, embora tímido, ocorre em um momento sensível da articulação política. Lula tenta recompor a relação com as cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, em um processo de reaproximação com os presidentes das Casas, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), iniciado em dezembro e com foco no calendário eleitoral de 2026.

Limites

Quando antecipou o corte de emendas, na semana passada, Costa afirmou que o governo estudava diferentes caminhos para barrar os recursos excedentes, seja por meio de veto, bloqueio ou remanejamento. Segundo o ministro, parte do valor aprovado pelo Legislativo ultrapassa os limites legais. “Não será executado além do combinado, o que é legalmente possível. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do previsto legalmente e do pactuado”, disse Costa a jornalistas na ocasião.

O ministro lembrou ainda que Executivo e Legislativo firmaram, em 2024, um acordo para submeter o crescimento das emendas às regras do arcabouço fiscal. Pelo entendimento, os valores só poderiam ser corrigidos pela inflação e ter um aumento real máximo de 2,5%. “Há uma regra definida, inclusive por julgamento pleno do STF, que estabelece o volume de emendas e a forma como elas podem crescer. Tudo aquilo que está fora do pactuado não será executado”, disse.



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Polícia Militar apreende volumes de cigarros eletrônicos contrabandeados


O motorista de um veículo Fiat Siena foi flagrado pela PM (Policia Militar) nesta terça-feira (13/1), no Jardim Independência, em Ponta Porã, enquanto trafegava em alta velocidade e realizava manobras de ultrapassagens perigosas em faixa dupla, na Avenida das Flores.

Foi necessário acompanhamento tático até que o condutor foi abordado pelos agentes nas proximidades do CTG (Centro de Tradições Gaúchas) com o automóvel contendo cinco volumes de cigarros eletrônicos de diversas marcas, contrabandeados do Paraguai, além de uma antena Starlink, instalada no carro.

Diante disso, o condutor e o material apreendido foram encaminhados à sede do 4º Batalhão para o registro da ocorrência. Após orientação da PF (Polícia Federal), o veículo e a mercadoria foram destinados à Receita Federal. Já o envolvido foi liberado após os procedimentos administrativos de praxe.



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Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 35 milhões


Agência Brasil*

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.959 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (13). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 35 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no dia 15.

Os números sorteados foram: 18 – 26 – 35 – 41 – 44 – 45

27 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 58.801,80 cada.

1.883 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.389,80.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.



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Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar


Agência Brasil*

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF), a concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, por motivos de saúde, diante de enfermidades sofridas pelo político de 70 anos, incluindo as consequências de uma queda recente.

Bolsonaro foi condenado em setembro pela Primeira Turma do Supremo a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de estado. Desde então, os advogados tentaram diversas vezes convencer o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, a conceder prisão domiciliar humanitária para ao ex-presidente, todas sem sucesso.

No pedido mais recente, a defesa cita “riscos clínicos concretos e reiteradamente advertidos pela equipe médica”. Tais riscos deixaram de ser projeções e se tornaram “realidade objetiva”, escreveram os advogados.

Preso na Polícia Federal

“Nesse contexto, a prisão domiciliar não se apresenta como medida de conveniência ou favor, mas como única forma juridicamente adequada de compatibilizar a execução da pena com a preservação mínima da saúde e da vida do apenado”, alega a defesa.

Bolsonaro está preso em uma sala nas instalações da Polícia Federal (PF), em Brasília, desde 22 de novembro, quando tentou violar a tornozeleira eletrônica que utilizava.

Desde então, obteve mais de uma vez autorização para ser deslocado sob escolta até um hospital particular, inclusive para a realização de uma cirurgia de correção de hérnia inguinal.

Outra ida ao hospital ocorreu após uma queda dentro da sala especial em que Bolsonaro está preso, em 7 de janeiro, quando o ex-presidente foi autorizado a realizar exames que confirmaram um traumatismo craniano leve.

Isonomia

Em todas as ocasiões, contudo, Moraes entendeu não haver justificativa para a concessão da prisão domiciliar. Na visão do ministro, a legislação não permite a concessão do benefício a Bolsonaro, uma vez que a equipe médica da PF assegura ter condições de prestar atendimento adequado ao preso.

No pedido protocola na noite de terça-feira (13), a defesa de Bolsonaro pediu ainda isonomia em relação ao tratamento dado ao ex-presidente Fernando Collor, que teve concedido o benefício de prisão domiciliar uma semana após ter sido preso, depois de comprovar enfermidades como transtorno de personalidade e humor.

Bolsonaro sofre de diversas enfermidades relacionadas a uma facada que tomou na barriga durante a campanha eleitoral de 2018 e teria condições de saúde “ainda mais graves” que Collor, alegou a defesa do ex-presidente.



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Faccionado morre em confronto com equipe do Batalhão de Choque na Capital


Roger Costa Gonçalves, (31), morreu no começo da tarde desta quarta-feira (14), em confronto com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar, em Campo Grande. Ele segundo o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, era uma liderança do PCC (Primeiro Comando da Capital), com função estratégica na facção.

Identificado “.40” (ponto quarenta), nesta quarta-feira “Roger” foi localizado pelo Choque da PM, no terceiro andar do Residencial Reinaldo Buzanelli, no Jardim Campo Nobre, em Campo Grande. Roger reagiu a abordagem da equipe que revidou e ele foi atingido, sendo socorrido, mas morreu em seguida.



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Pantanal apresenta elenco para Estadual e Copa do Brasil nesta sexta-feira


O FC Pantanal está na reta final de preparação para a estreia no Campeonato Sul-Mato-Grossense e apresenta oficialmente, nesta sexta-feira (16), às 16h, o elenco montado para as competições da temporada 2026. Além do Estadual, o Tricolor Pantaneiro tem confirmada participação na Copa do Brasil e aguarda definição sobre a possibilidade de disputar a Série D do Campeonato Brasileiro.

O evento, aberto à imprensa, acontece na agência do Sicredi localizada nos altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande, e celebra também a primeira participação do clube em uma competição nacional. “O Pantanal atravessa a fronteira e leva Mato Grosso do Sul para todo o país. Este é um novo passo que entra para uma nova linha do tempo que, desde 2023, vem registrando novos avanços para o clube e para o futebol local”, diz o convite oficial.

Entre os jogadores contratados, poucos nomes foram oficialmente divulgados. Basicamente, cinco atletas que estavam no clube em 2025 e retornam neste ano são conhecidos até agora. Nesta lista estão o zagueiro Júnior Henrique, o lateral André Mascena, os atacantes Pedro Neto e Edu Macedo e o volante e capitão Jean, atleta campeão por São Paulo, Palmeiras e outros.

O grupo montado pelo Pantanal vem treinando desde meados de dezembro na Capital sob comando do técnico Glauber Caldas, que abre sua terceira temporada no clube. No último sábado, o time fez um jogo-treino no interior paulista contra o Marília AC e venceu por 2 a 1.

A estreia do Pantanal no Campeonato Estadual acontece no domingo (18), às 16h, no Estádio Jacques da Luz, contra o Operário FC, em partida antecipada da sétima rodada por solicitação dos clubes. A primeira rodada acontece no fim de semana seguinte e o Tricolor recebe o EC Águia Negra, dia 24, em Campo Grande.

Além do Campeonato Sul-Mato-Grossense, Pantanal disputa pela primeira vez a Copa do Brasil. Com a definição do ranking CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o time campo-grandense enfrenta, na primeira fase, de acordo com sorteio, Ji-Paraná-RO ou Independente-AC. O mando da partida será definido em sorteio. Se avançar, o adversário na segunda fase sai do grupo de clubes melhores posicionados no RNC, formado por Fortaleza-CE, Juventude-RS, Atlético Goianiense, América Mineiro, Ceará-CE, Cuiabá-MT, Goiás-GO, Sport-PE, CRB-AL, Vila Nova-GO e Operário-PR.



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Procurado da Justiça do MT é preso pela Polícia Civil na fronteira de MS


Homem de 43 anos foi preso pela PC (Polícia Civil) na manhã desta quarta-feira (14/1), em Ponta Porã, por força de mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca de Barra do Garças (MT).

A polícia, no entanto, não informou qual seria a acusação contra o indivíduo.

Após diligências realizadas pela equipe policial, o homem foi localizado e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a Delegacia de Polícia Civil.



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Mulheres são presas com maconha e cocaína em Campo Grande


Duas mulheres, de 22 e 30 anos, foram presas na tarde desta terça-feira (13/1), por policiais do GOI (Grupo de Operações e Investigações) em uma casa usada para armazenar e distribuir entorpecentes no Bairro Vila Flório, em Campo Grande.

Após monitoramento da equipe policial, foi constatada intensa movimentação no imóvel e conseguiram visualizar o momento em que as autoras manuseavam tabletes de drogas.

Os agentes realizaram a abordagem e encontraram com as mulheres aproximadamente dez quilos de maconha e um quilo de cocaína. Ambas receberam voz de prisão e foram conduzidas para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol, e autuadas em flagrante por tráfico de drogas.

A droga apreendida, segundo a polícia, foi encaminhada para a Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico).



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Dourados inicia ano com quase 10 toneladas de alimentos do PAA Indígena distribuídos


O início de 2026 começa com resultados expressivos para a agricultura familiar indígena em Dourados. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar, retomou as entregas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) voltado exclusivamente à Reserva Indígena, alcançando quase 10 toneladas de alimentos distribuídos logo nos primeiros dias de janeiro. A medida atende determinação do prefeito Marçal Filho para que as famílias da agricultura indígena recebessem atenção especial dentro do PAA, valorizando a produção e atendendo as pessoas com alimentos direto do campo.

A ação integra um investimento de R$ 1,3 milhão do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Social, e é executada em parceria com a Agraer. Atualmente, 224 famílias indígenas estão cadastradas no programa, responsáveis pelo fornecimento de frutas, legumes, hortaliças e produtos artesanais, como pães, todos produzidos dentro da própria comunidade.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura Familiar, Bruno Pontim, em apenas dois dias de atividades realizados na semana passada foram distribuídos 9.867,4 quilos de alimentos. O volume expressivo reforça o papel do PAA Indígena tanto no combate à insegurança alimentar quanto na geração de renda para os produtores locais.

As entregas deste início de ano foram concentradas em locais estratégicos da Reserva Indígena. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras)  Indígena Bororó recebeu 5.991,8 quilos de alimentos, enquanto a Escola Municipal Tenguatui Marangatu, localizada na aldeia Jaguapiru, foi contemplada com 3.875,6 quilos.

Distribuição de alimentos à comunidade na escola municipal Tenguatui Marangatu

Os produtos adquiridos pelo programa são destinados principalmente à merenda escolar e também à distribuição direta para famílias da comunidade indígena, garantindo que os alimentos produzidos na Reserva permaneçam atendendo às necessidades locais.

Desde dezembro, o volume total já distribuído pelo PAA Indígena chega a 29.607,2 quilos. O programa, desenvolvido de forma integrada entre os governos Federal, Estadual e Municipal, conta atualmente com 224 produtores indígenas cadastrados e uma diversidade de 27 tipos diferentes de alimentos ofertados.

O prefeito Marçal Filho ressalta a importância social e produtiva da iniciativa. “É um esforço conjunto entre os três níveis de governo. Aqui, fortalecemos a produção da própria comunidade e garantimos que esses alimentos cheguem às escolas, ao Cras e às famílias da Reserva. É um programa fundamental, e a Prefeitura seguirá apoiando para que ele continue crescendo”, destacou.

Produtores indígenas durante pesagem de alimentos adquiridos pelo programa PAA



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Jovem é preso após ameaçar matar mãe e irmã com faca na Aldeia Jaguapiru


Um jovem de 24 anos foi preso em flagrante na noite desta terça-feira (13) na Aldeia Jaguapiru, localizada na Reserva Indígena Federal de Dourados, após ameaçar de morte a própria mãe, de 53 anos, e a irmã, de 29, utilizando uma faca. A ocorrência é tratada como violência doméstica.

Segundo o boletim de ocorrência, quando o rapaz chegou à residência da família visivelmente embriagado. Em seguida, ele se apossou de uma faca e passou a proferir ameaças contra as duas mulheres, que acionaram a Polícia Militar.

Durante a intervenção policial, os militares localizaram o agressor tentando fugir, escondido debaixo de uma pia na área externa da casa. Ele foi detido no local e encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) de Dourados.

O jovem foi autuado em flagrante pelo crime de ameaça no contexto da violência doméstica e permanece à disposição da Justiça. As vítimas receberam orientação quanto às medidas legais de proteção.



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