A Câmara Municipal de Ponta Porã realizará nesta terça-feira, 04 de novembro, sua 36ª sessão ordinária do ano, reunindo os 17 vereadores para um importante encontro deliberativo.
Os parlamentares municipais votarão dedicados ao debate, análise e votação de questões legislativas de relevância direta para a comunidade.
Durante a sessão, que ocorre no plenário da Câmara Municipal, os vereadores deverão discutir projetos, propostas e requisitos que impactam setores variados da sociedade pontaporanense, abrangendo temas sociais, econômicos e de infraestrutura, sempre com o objetivo de atender às prioridades e demandas da população local.
Na pauta, estarão tramitando em plenário Ofício nº 42/2025 – encaminha Projeto de Lei nº 31/2025/PM. Expediente oriundo de órgãos e entidades diversas: Convite para Ponta Agrotec 2025. 02.3).
Projetos de Lei Ordinária a serem lidos: PL Nº 42/2025/CM – “Dispõe sobre a desafetação e permuta de áreas que especifica e dá outras providências.” Autoria: Poder Executivo.
Matéria em primeira discussão e votação Projeto de Lei nº 38/2025/CM “Dispõe sobre a implementação, no âmbito do Município de Ponta Porã, da Lei Federal nº 13.722, de 4 de outubro de 2018 (Lei Lucas), e dá outras providências”. Autoria: Prof.ª Lourdes Monteiro.
Na ordem do dia, Projeto de Lei nº 39/2025/CM “Declara de interesse Cultural no âmbito do Município de Porã Porã-MS, o gênero musical “La Guarania”, em conformidade com a deliberação do Parlamento Internacional Municipal – PARLIM, e dá outras providências.” Autoria: Todos Vereadores.
A participação ativa dos 17 parlamentares evidencia o compromisso com a transparência e a representatividade democrática, garantindo que as diretrizes em discussão sejam examinadas profundamente e decididas de acordo com os interesses do município. As sessões ordinárias são abertas ao público e costumam ser realizadas para manter os cidadãos informados sobre as atividades legislativas e as decisões que afetam diretamente seu cotidiano.
Foram identificadas como sendo a estudante do quinto semestre de medicina em Pedro Juan Caballero Gabrielly Fernandes Barbosa, de 25 anos, e a professora aposentada Cirlei Barbosa, de 69 anos, as duas mulheres que morreram em um acidente na manhã desta segunda-feira (3), na rodovia MS 164 no distrito de Nova Itamarati em Ponta Porã.
Daniel Gracioso Ramos, de 25 anos, que estava no outro carro, também morreu na hora e o acompanhante dele foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Ponta Porã. O estado de saúde dele não foi informado.
De acordo com informações, as duas mulheres vinham da região de Jardim para Ponta Porã em um Honda Fit e o outro carro tinha saído do Paraguai carregado com produtos contrabandeados. Depois da batida, a carga transportada foi saqueada por pessoas que passavam pela rodovia.
Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Porã, onde foi feito o trabalho de necropsia e depois foram liberados para as famílias. O Corpo de Bombeiros e o SAMU de Ponta Porã também atenderam a ocorrência juntamente com a Polícia Militar Rodoviária. A Polícia Civil de Ponta Porã investiga a causa do acidente.
Gabrielly era do interior paulista e cursava medicina na Uninorte em Pedro Juan Caballero.(Foto: Arquivo)
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) fechou, nesta segunda-feira (3), um espaço onde eram promovidas rinhas de galos no bairro Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, Espírito Santo.
A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (Depma) em parceria com a Gerência de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Vila Velha.
Durante a operação, foram apreendidas 37 aves, entre elas 20 galos de briga com esporas, além de papagaios, periquitos, trinca-ferros, azulão e coleiros. O local foi interditado e três homens, dois de 59 anos e um de 69, foram conduzidos à delegacia.
Segundo o delegado da Depma, Marcelo Nolasco, os envolvidos foram autuados por maus-tratos a animais, conforme os artigos 29 e 32 da Lei Federal nº 9.605/98, que trata dos crimes contra a fauna. Por se tratar de infração de menor potencial ofensivo, será assinado um Termo Circunstanciado (TC) e os suspeitos responderão ao processo em liberdade.
Lô Borges, Salomão Borges Filho, um dos maiores nomes da MPB e integrante do famoso Clube da Esquina, morreu na noite deste domingo (2), às 20h50, aos 73 anos.
A causa foi falência múltipla de órgãos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Unimed, em Belo Horizonte, onde ele estava internado desde o dia 17 de outubro devido a uma intoxicação medicamentosa.
Lô Borges foi um dos fundadores, ao lado do cantor e compositor Milton Nascimento, do movimento Clube da Esquina, que revolucionou a música nacional a partir dos anos 1970 e 1980.
O movimento, batizado em referência a um disco homônimo de 1972, fundia influências do rock, do jazz e da música psicodélica com a tradição da MPB e das mineiras, criando uma sonoridade atemporal e complexa.
Algumas canções de autoria de Lô Borges são O Trem Azul, Um girassol da cor do seu cabelo, Tudo Que Você Podia Ser e Nada Será Como Antes, em parceria com Milton Nascimento.
Ele teve músicas gravadas por Tom Jobim, Elis Regina, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Beto Guedes, 14 Bis, Skank, Nando Reis, entre outros.
O mercado de soja registrou forte alta internacional nos últimos dias, motivada pelo novo acordo comercial entre Estados Unidos e China, que prevê a retomada de grandes compras da safra americana e a redução das tarifas de importação de 57% para 47%. O contrato de novembro/25 na Bolsa de Chicago (CBOT) subiu mais de 5,5%, encerrando a semana em US$ 11,00 por bushel.
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Segundo a plataforma Grão Direto, no Brasil os efeitos da valorização externa foram limitados. Os produtos brasileiros continuam sujeitos a alíquotas de até 50%, o que reduziu a competitividade frente à soja americana. Como consequência, os prêmios de exportação caíram, anulando boa parte dos ganhos observados nas cotações internacionais.
Plantio de soja segue atrasado no Brasil
Além disso, o plantio da safra 2025/26 segue atrasado. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até 25 de outubro, apontam que apenas 34,4% da área foi semeada, contra uma média histórica de 42,5%. O ritmo mais lento é resultado da irregularidade das chuvas e calor intenso em importantes regiões do Centro-Oeste.
Mercado global de soja
O mercado global ainda opera em clima de incerteza, já que a paralisação parcial do governo dos EUA (shutdown) impediu a divulgação de relatórios semanais do USDA sobre o progresso da safra e as vendas oficiais para a China. Caso os volumes prometidos não se confirmem, a alta observada em Chicago pode ser revertida rapidamente.
Clima como fator fundamental
Nos próximos dias, o clima continuará a ser determinante. Previsões indicam calor acima da média e chuvas irregulares sobre o Centro-Oeste e Matopiba, dificultando a semeadura, enquanto uma frente fria deve trazer chuvas intensas ao Sul, ameaçando lavouras recém-plantadas no Paraná e Santa Catarina.
O que esperar do mercado?
O cenário financeiro também deve influenciar o mercado. Com o Federal Reserve (Fed) dos EUA reduzindo a taxa de juros para a faixa de 3,75% a 4% e o Copom brasileiro mantendo a Selic em 15% ao ano, aumenta-se o diferencial de juros entre os países, o que tende a atrair capital estrangeiro e fortalecer o real. Um câmbio mais valorizado pode reduzir os custos de produção, mas também pressiona as margens de exportação.
Nos dias 4 e 5 de novembro, o Copom se reúne para deliberar sobre a Selic, evento que integra a chamada “super quarta” do mercado, quando decisões de política monetária nos EUA e no Brasil podem causar volatilidade significativa nas cotações das commodities.
Outro fator de atenção é a confirmação das vendas americanas de soja para a China. A alta recente em Chicago se baseou na promessa de compra de 12 milhões de toneladas ainda em 2025, mas a paralisação parcial do governo dos EUA (shutdown) impede a divulgação dos relatórios oficiais de vendas (Export Sales). Caso as negociações não se concretizem, a valorização observada na Bolsa de Chicago pode ser revertida.
Após ser preso, homem foi encaminhado à unidade prisional, permanecendo à disposição da Justiça; Foto: Divulgação/PC
Policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) de Bataguassu recapturou na manhã desta segunda-feira (3/11), um foragido do sistema prisional, de 32 anos, condenado pelo crime de tráfico de drogas.
O indivíduo, que possuía mais de quatro anos de pena a cumprir, foi localizado em uma residência situada no Bairro São João, após diligências realizadas pelos investigadores. O autor encontrava-se evadido há algumas semanas e, desde então, era monitorado pela equipe policial.
Durante a abordagem, o foragido não apresentou resistência e foi conduzido à Delegacia de PC (Polícia Civil) de Bataguassu, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Em seguida, ele foi encaminhado à unidade prisional, permanecendo à disposição da Justiça.
A JBS Couros encontrou um novo destino para um dos resíduos gerados no processamento do couro. O farelo de rebaixe, material removido para ajustar a espessura das peles, passou a ser exportado para a Itália, onde serve como base para a produção de fertilizantes.
O projeto envolve três unidades da companhia no Brasil — Itumbiara (GO), Uberlândia (MG) e Lins (SP) — que enviam cerca de 550 toneladas mensais do material. Além de gerar receita, a iniciativa reduz o volume de resíduos industriais e contribui para a diminuição da pegada de carbono dos produtos.
Segundo a empresa, as emissões associadas aos artigos de couro caíram, em média, 15%, podendo chegar a 25% em alguns casos. “Cada elo da cadeia pode gerar valor. Ao transformar subprodutos em novas fontes de receita, mostramos que sustentabilidade e eficiência podem caminhar juntas”, afirma Guilherme Motta, presidente da JBS Couros.
Economia circular e aproveitamento integral
A utilização do farelo de rebaixe faz parte de uma estratégia mais ampla de aproveitamento total da matéria-prima. Desde 2019, o programa Kind Leather aplica tecnologia para otimizar o uso das peles desde o início do processo. O método separa partes de menor aproveitamento antes do curtimento, redirecionando-as para outras indústrias.
Com isso, a empresa afirma reduzir o consumo de água, energia e resíduos sólidos, além de aumentar o rendimento do couro final. A abordagem reforça a proposta de transformar o que antes era considerado descarte em insumo para novas cadeias produtivas.
Conexão com o design europeu
Na Itália, a JBS Couros mantém a Conceria Priante, unidade especializada em design e acabamento de artigos de couro. O local também atua como centro de inovação, desenvolvendo cores, texturas e tratamentos voltados ao mercado de moda e decoração.
De acordo com Motta, a proximidade com os polos de design europeus permite antecipar tendências e criar soluções com base em sustentabilidade e qualidade. “Nosso objetivo é completar o ciclo da cadeia de valor da pecuária, transformando um subproduto em material de alto desempenho e origem rastreável”, destaca o executivo.
Duas mulheres que seriam residentes em Jardim e Campo Grande, morreram na manhã desta segunda-feira (3), em um acidente ocorrido na rodovia MS-164, no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã.
O acidente envolvendo dois veículos sedan teria sido frontal e as mulheres que estariam em um Honda morreram na hora.
Não há informações dos ocupantes do outro carro que ficou bastante destruído. Peritos da Polícia Civil e um delegado estão no local iniciando as investigações.
O Corpo de Bombeiros e o SAMU de Ponta Porã também atenderam a ocorrência juntamente com a Polícia Militar Rodoviária.
Ao final do 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), uma mesa de conclusões e síntese foi constituída com Juliana Lopes, diretora de ESG e Compliance da Amaggi; Karla Spotorno, jornalista da Agência Estado; Paula Packer, chefe da Embrapa Meio Ambiente e Marcello Brito, secretário enviado especial para a COP30, a quem coube ser o porta-voz das conclusões do painel, que contou com a minha moderação como curador do CNMA.
Karla Spotorno destacou a existência de um sentimento positivo em relação à COP30 como uma vitrine para o país, ressaltando a importância de o evento ser realizado num ambiente de floresta, enquanto as três últimas COPs ocorreram em biomas semiáridos. A profissional relatou que problemas estruturais, como logística e acomodações, ocorreram em todas as edições e deixou uma expectativa e visão positivas, enfatizando que o Brasil tem um ano de presidência da COP30 a partir do início do evento em novembro de 2025, em Belém (PA). “Portanto, é um ponto de partida e não de chegada”, salientou.
Com uma vasta experiência concreta no grupo Amaggi, Juliana Lopes ressaltou os ganhos positivos que o Brasil já tem como um ativo ambiental ao cumprir compromissos ambientais e climáticos extraordinários, como o Plano ABC – Agricultura de Baixo Carbono, plantio direto e avanços no sistema Integração Lavoura Pecuária e Floresta (ILPF), que contribuem para o aumento da produtividade reduzindo a utilização de áreas para a agropecuária.
Paula Packer reforçou os saltos extraordinários do Plano ABC e como o plantio direto e o sistema ILPF possibilitam mostrar ainda mais a contribuição brasileira para mitigar efeitos das mudanças climáticas. Pesquisas realizadas como pecuária carbono neutro farão parte cada vez mais da moderna gestão do agro nacional, que terá todas as condições de ser o maior protagonista e líder do diálogo da mudança climática.
Marcello Brito destacou que precisamos de uma inteligência de mercado na condução dos aspectos ambientais e climáticos com o mundo e que isso pressupõe estratégias de negociações e de comunicação para todo o planeta, considerando os diferenciais existentes em nossa realidade tropical, não apenas de grandes grupos empresariais, como também de pequenas comunidades ribeirinhas no próprio bioma amazônico. Para ele, “ao Brasil cabe liderar e reunir o mundo num sentido evolutivo, da busca de harmonia na condução sustentável da economia” e considera estar no desafio racional, mental e de consciência digna da vida na Terra, o fator exponencial vital para a presidência brasileira nesta próxima COP30.
Como grande síntese da mesa que encerrou o congresso, ficamos com o dever de afirmar: “mulheres agro brasileiras que mudam a qualidade de vida do planeta para melhor”. Isso significa a união da produção de nutrientes para a vida ao lado de saúde para todo o planeta Terra.
Finalizamos com a síntese que Marcello Brito definiu, se transformando em porta-voz do 10º CNMA para a COP30:
Adaptação climática e agro, conectando ciência, produção e finanças;
Energia, indústria e transporte – a transição;
Florestas, oceano e águas;
Cidades, pois a COP do clima não se resume ao sistema do agronegócio, envolve toda a economia e a sociedade;
Sistemas alimentares cada vez mais bio-orientados;
Dimensão social da transição;
Financiamento e tecnologia como tema transversal.
Como grande mensagem, ressaltamos a proposta visionária de Marcello Brito ao afirmar: “cabe ao Brasil conquistar a justa percepção que merecemos, obtendo reconhecimento dos demais stakeholders mundiais, muito mais do que numa auto-exacerbação egocêntrica que, ao invés de conquistar corações e mentes, termina por afastá-las das boas realidades nacionais ainda não percebidas. Precisamos de competência e inteligência emocional no diálogo mundial”.
*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.
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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, abriu nesta segunda-feira (03) mais uma etapa da Caravana da Castração, desta vez em Dourados. O programa que já passou por 32 municípios de MS chega agora à segunda maior cidade do Estado, onde 1,6 mil cães e gatos, incluindo machos e fêmeas, serão castrados e microchipados. O atendimento, feito em uma unidade móvel estacionada no estádio Douradão, conta com o trabalho de dez profissionais e inclui ainda a oferta da medicação e da roupa pós-cirúrgica, fundamental para a recuperação do animal.
A enfermeira Camila Franco esperava ansiosa pelo atendimento da pequena Meg, uma cachorrinha de 3 anos, da raça shitzu. Ela aprovou a iniciativa. “Eu achei muito válido, porque às vezes a gente não tem condição financeira de castrar todos os animais em clínicas particulares. Eu tenho mais cachorros em casa, então o gasto para fazer em todos seria muito alto. Por isso, foi importante conseguir esse serviço de forma gratuita”, afirmou.
O Coronel, cãozinho da raça pinscher, também foi castrado já no primeiro dia de atendimentos. A tutora Tatiana Dorneles estava feliz e aliviada. “Ele é muito agitado e acredito que a castração o deixará mais calmo. Tenho cinco animais em casa, e se fosse fazer particular ficaria muito caro!”, avaliou, ao informar que conseguiu duas vagas para o serviço de castração.
O superintendente estadual de Políticas Integradas de Proteção Animal, Carlos Eduardo Rodrigues, explica que já são mais de 11,8 mil animais castrados e microchipados no Estado. Em Dourados, foram 1.600 vagas abertas, mas o número de animais inscritos ultrapassou os 5,6 mil. “Isso prova que a gente está no caminho certo! É um projeto que vai tratar o animal, mas ele fala de saúde pública. Em cada município que nós vamos, encontramos pessoas com histórias diferentes, mas sempre com o mesmo propósito: eu quero castrar”, afirmou, ao citar os benefícios do serviço.
“Além de reduzir o abandono com maus tratos, a castração também provoca a redução das zoonoses. Nosso Estado é endêmico para a leishmaniose, e por isso estamos construindo políticas públicas para a solução deste problema. Quando a gente castra o animal, provoca impacto direto no controle populacional”, acrescentou.