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Saúde de Ponta Porã desenvolve ações da campanha Novembro Azul





A Prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está desenvolvendo diversas ações alusivas à campanha Novembro Azul, voltada à prevenção e promoção da saúde do homem. As atividades estão sendo realizadas nas Unidades Básicas de Saúde dos bairros e do centro da cidade.

Com o tema “Cuidar da saúde também é coisa de homem”, a Secretaria de Saúde promove palestras e orientações sobre a importância da prevenção, incentivando o público masculino a realizar exames e adotar hábitos saudáveis.

O prefeito Eduardo Campos destacou a importância da mobilização.

“O trabalho da saúde é fundamental para orientar e conscientizar os homens de que devem cuidar de forma preventiva da saúde”, afirmou o prefeito, reforçando que o município tem priorizado ações de prevenção e promoção da qualidade de vida.

O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns entre os homens e, quando detectado precocemente, as chances de cura são elevadas. Por isso, a campanha reforça a necessidade de realização periódica de exames preventivos, especialmente a partir dos 45 anos, além da manutenção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e controle do peso.




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Lula fala em ‘COP da verdade’ e cobra ação global contra crise climática em Belém



A abertura da Cúpula do Clima, em Belém, marcou nesta quinta-feira (data) o início das discussões entre mais de 70 chefes de Estado e representantes internacionais sobre a agenda ambiental global. O encontro antecede a COP30, que começa oficialmente na próxima segunda-feira (10), e tem como objetivo alinhar posições políticas antes das negociações multilaterais.

Em seu discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a conferência é um momento decisivo para que os países assumam compromissos reais. Segundo ele, a COP30 será a “COP da verdade”, na qual o mundo precisará demonstrar se está disposto a enfrentar o aquecimento global de forma concreta.

“É o momento de levar a sério os alertas da ciência. É hora de decidir se teremos ou não a coragem necessária para transformar a realidade.”

Amazônia no centro do debate

Lula enfatizou o simbolismo de Belém sediar os encontros preparatórios e a COP30. “Pela primeira vez na história, uma COP terá lugar no coração da Amazônia. No imaginário global, não há símbolo maior da causa ambiental do que a floresta amazônica.”

O presidente destacou que a região abriga milhões de pessoas e centenas de povos indígenas, que, segundo ele, vivem o “falso dilema” entre preservação e desenvolvimento. Lula questionou o papel da comunidade internacional:

“É justo que seja a vez dos amazônidas de indagar o que está sendo feito pelo resto do mundo para evitar o colapso de sua casa.”

Aquecimento global já bateu 1,5°C

O presidente alertou que 2024 foi o primeiro ano em que a temperatura média global superou 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, limiar apontado pela ciência como crítico.

Ele citou o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que projeta aquecimento de até 2,5°C até o fim do século caso não haja mudança significativa.

“As perdas humanas e materiais serão drásticas. Mais de 250 mil pessoas poderão morrer a cada ano. O PIB global pode encolher até 30%.”

Justiça climática e combate às desigualdades

Lula afirmou que o combate à crise climática está diretamente ligado à luta contra desigualdades sociais e econômicas.

“Será impossível conter a mudança do clima sem superar desigualdades dentro e entre as nações. A justiça climática é aliada do combate à fome, da igualdade de gênero e do enfrentamento ao racismo.”

Para ele, forças políticas extremistas e conflitos internacionais têm desviado recursos e atenção das medidas urgentes para conter o aquecimento global.

“Mutirão global” e voz da sociedade civil

O presidente defendeu a participação ativa de povos indígenas, comunidades tradicionais, sociedade civil e governos locais:

“Seremos inspirados pelos povos indígenas, para quem sustentabilidade sempre foi sinônimo de viver.”

Lula também afirmou que o Brasil quer construir “mapas do caminho” para a transição energética e para a reversão do desmatamento, por meio de cooperação tecnológica e financiamento climático.

Encerrando o discurso, o presidente citou uma crença Yanomami de que cabe aos seres humanos sustentar o céu para que ele não caia.

“Temos que abraçar um novo modelo de desenvolvimento mais justo, resiliente e de baixo carbono. Espero que esta Cúpula contribua para ‘empurrar o céu para cima’.”



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Pedestre morre atropelado na MS-164 em Ponta Porã


Um idoso identificado como Tito Vilhalba, de 70 anos, morreu após ser atropelado na manhã desta quinta-feira (6), na rodovia MS-164, saída para o CTG, na Vila São Pedro, em Ponta Porã.

De acordo com as informações preliminares, Tito tentava atravessar a pista quando foi atingido por um Fiat Pálio, com placas de Dourados, conduzido por um homem de 38 anos. Com o impacto da colisão, a vítima foi arremessada para o canteiro central e morreu no local, antes da chegada do socorro.

Equipes da Guarda Municipal, da Polícia Militar e da Polícia Civil estiveram na cena do acidente para controlar o tráfego e iniciar os primeiros levantamentos. O delegado Lucas Calixto é o responsável pela investigação, que busca esclarecer as circunstâncias do atropelamento.



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Acidente mata pedestre na MS 164 em Ponta Porã





Um acidente na rodovia MS-164, na saída para o CTG na Vila São Pedro em Ponta Porã, ocorrido na manhã desta quinta-feira (6), matou um homem identificado como Tito Vilhalba, de 70 anos. Ele tentava atravessar a rodovia quando foi atropelado por um Fiat Pálio com placas de Dourados, que era conduzido por um motorista de 38 anos.

Com o impacto, Tito foi arremessado no canteiro central da via e morreu na hora. Homens da Guarda Municipal, da PM e policiais civis estiveram no local. O delegado Lucas Calixto já investiga as causas do acidente.




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Príncipe William e Macron estão entre os líderes de mais de 70 países presentes em Belém



Chefes de Estado, líderes de governos e representantes de alto nível de mais de 70 países estão em Belém para participar da Cúpula do Clima nos próximos dois dias. Considerando embaixadores e pessoal diplomático, a lista ultrapassa uma centena de governos estrangeiros representados na capital paraense.

O evento antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada de 10 a 21 de novembro. O objetivo é atualizar e reforçar os compromissos multilaterais para lidar com a urgência da crise climática.

A abertura da cúpula será feita pelo presidente brasileiro, no fim da manhã desta quinta-feira (6). À tarde, haverá uma plenária com o tema ‘Clima e Natureza, Florestas e Oceanos’. Na sexta-feira (7), mais duas plenárias estão previstas. Centenas de discursos dos chefes de delegações estão agendados ao longo desse período, e Lula manterá reuniões bilaterais com diversos líderes, entre eles o presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unidos, Keir Starmer.

Também hoje, depois de abrir a plenária, o presidente vai receber as lideranças mundiais em um almoço oficial para o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, sigla em inglês). Durante o almoço Lula vai falar aos líderes sobre a importância da manutenção desse fundo para auxílio aos países que mantêm florestas tropicais, como é o caso do Brasil e outros oito que têm a floresta amazônica em seus territórios.

Na prática, a Cúpula do Clima busca dar peso político às negociações que se seguirão pelas próximas duas semanas de COP. A cada ano, um país recebe o encontro, que tem como principal missão buscar formas de implementar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês). Esse documento foi adotado por diversos países em 1992, justamente em uma conferência no Brasil, a Rio-92. Desde então, a meta geral passou a ser a de estabilizar a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

As COPs começaram em 1995, na Alemanha. Agora, 30 anos depois, vai ser a vez de o Brasil reunir líderes de todo o mundo, pela primeira vez realizado na Floresta Amazônica, bioma considerado essencial no equilíbrio climático global.

O principal objetivo da COP é definir medidas necessárias para limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5ºC até o final deste século, acelerando a implementação do que foi negociado nas COPs anteriores, principalmente a de 2015, em Paris.

Veja a lista de chefes de delegações presentes à Cúpula do Clima, em Belém

Chefes de Estado

Chile – Gabriel Boric Font (Presidente)

Colômbia – Gustavo Petro (Presidente)

Comores – Azali Assoumani (Presidente)

Congo Brazzaville – Denis Sassou N’Guesso (Presidente)

Finlândia – Alexander Stubb (Presidente)

França – Emmanuel Macron (Presidente)

Guiana – Irfaan Ali (Presidente)

Honduras – Xiomara Castro (Presidente)

Letônia – Edgars Rinkēvičs (Presidente)

Moçambique – Daniel Francisco Chapo (Presidente)

Mônaco – Albert II (Príncipe / Chefe de Estado)

Namíbia – Netumbo Nandi-Ndaitwah (Presidente)

Palau – Surangel Whipps Jr. (Presidente)

Reino Unido – William (Príncipe)

República Democrática do Congo – Félix Tshisekedi Tshilombo (Presidente)

Síria – Ahmad Al Sharaa (Presidente)

Suécia – Carlos XVI Gustavo e Sílvia (Rei e Rainha)

Suriname – Jennifer Simons (Presidente)

Chefes de Governo
Alemanha – Friedrich Merz (Chanceler / Primeiro-ministro)

Antígua e Barbuda – Gaston Alphonso Browne (Primeiro-ministro)

Barbados – Mia Amor Mottley (Primeira-ministra)

Espanha – Pedro Sánchez (Presidente do governo)

Eswatini (Suazilândia) – Russell Mmiso Dlamini (Primeiro-ministro)

Irlanda – Micheál Martin (Primeiro-ministro)

Noruega – Jonas Gahr Støre (Primeiro-ministro)

Países Baixos – Dick Schoof (Primeiro-ministro)

Papua-Nova Guiné – James Marape (Primeiro-ministro)

Portugal – Luís Montenegro (Primeiro-ministro)

Reino Unido – Keir Starmer (Primeiro-ministro)

Santa Sé (Vaticano) – Cardeal Pietro Parolin (Secretário de Estado)

Vice-presidentes
Benin – Chabi Talata (Vice-presidente)

Equador – María José Pinto (Vice-presidente)

Iêmen – Brigadeiro-General Tarik Saleh (Vice-presidente)

Nigéria – Kashim Shettima (Vice-presidente)

Quênia – Kithure Kindiki (Vice-presidente)

Turquia – Cevdet Yılmaz (Vice-presidente)

Ministros e outros representantes de Alto Nível
China – Ding Xuexiang (Vice-primeiro-ministro)

Cuba – Eduardo Martínez Díaz (Vice-primeiro-ministro)

Eslovênia – Tanja Fajon (Vice-primeira-ministra e Ministra dos Negócios Estrangeiros e Europeus)

Guiné Equatorial – Gaudêncio Mohaba Messu (Vice-primeiro-ministro)

Itália – Antonio Tajani (Vice-primeiro-ministro e Ministro das Relações Exteriores)

Lesoto – Nthomeng Majara (Vice-primeira-ministra)

Somália – Salah Ahmed Jama (Vice-primeiro-ministro)

Azerbaijão – Deputada Sahiba Gafarova (Presidente da Assembleia Nacional)

Indonésia – Hashim Djojohadikusumo (Enviado Especial para o Clima)

Costa do Marfim (Côte d’Ivoire) – Leon Kacou Adom (Ministro das Relações Exteriores, da Integração Africana e dos Marfinenses no Exterior)

São Tomé e Príncipe – Ilza Maria dos Santos Amado Vaz (Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidade)

Azerbaijão – Mukhtar Babayev (Presidente da COP29)

Ilhas Marshall – Kalani Kaneko (Ministro das Relações Exteriores)

Irã – Sheena Ansari (Chefe do Departamento de Meio Ambiente e Vice-presidente para Assuntos Ambientais)

México – Alicia Isabel Adriana Bárcena Ibarra (Ministra do Meio Ambiente)

Quirguistão (Kyrgyzstan) – Edil Baisalov (Vice-presidente do Conselho de Ministros)

Venezuela – Yván Gil Pinto (Ministro das Relações Exteriores)

África do Sul – Dion George (Ministro das Florestas, Pesca e Meio Ambiente)

Austrália – Josh Wilson (Ministro-Adjunto para Mudança Climática e Energia)

Bahrein – Mohamed Mubarak Bindaina (Ministro do Petróleo e Meio Ambiente)

Cabo Verde – Gilberto Silva (Ministro da Agricultura e do Ambiente)

Croácia – Marija Vučković (Ministra do Meio Ambiente)

Egito – Manal Awad Mikhail (Ministra do Desenvolvimento Local e Ministra interina do Meio Ambiente)

Gâmbia – Rohey John Manjang (Ministra do Meio Ambiente, Mudança Climática e Recursos Naturais)

Gana – Emmanuel Armah-Kofi Buah (Ministro de Terras e Recursos Naturais)

Iraque – Hallo Mustafa Al-Askari (Ministro do Meio Ambiente)

Jordânia – Ayman Suleiman (Ministro do Meio Ambiente)

Kuwait – Tariq Sulaiman Al-Roumi (Ministro do Petróleo)

Libéria – Dr. Yarkpawolo (Diretor executivo da Agência de Proteção Ambiental)

Líbia – Ibrahim Al-Arabi Munir (Ministro do Meio Ambiente)

Mauritânia – Messouda Baham Mohamed Laghdaf (Ministra do Meio Ambiente)

Mianmar – Khin Maung Yi (Ministro dos Recursos Naturais e da Conservação Ambiental)

Omã – Abdullah Ali Al Amri (Ministro do Meio Ambiente)

República Dominicana – Paíno Henríquez (Ministro do Meio Ambiente)

Ruanda – Bernadette Arakwiye (Ministra do Meio Ambiente)

Rússia – Ruslan Edelgeriev (Enviado Presidencial Especial para Mudança Climática)

São Cristóvão e Névis – Joyelle Clarke (Ministra do Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Ação Climática e Fortalecimento Comunitário)

Serra Leoa – Jiwoh Abdulai (Ministro do Meio Ambiente)

Sudão do Sul – Josephine Napwon Cosmos (Ministra do Meio Ambiente e das Florestas)

Tajiquistão – Bahodur Sheralizoda (Ministro do Meio Ambiente)

Togo – Dodzi Komla Kokoroko (Ministro do Meio Ambiente)

Tuvalu – Maina Vakafua Talia (Ministro dos Assuntos Internos, Mudança Climática e Meio Ambiente)

Zimbábue – Evelyn Ndlovu (Ministra do Meio Ambiente)

Embaixadores e representantes diplomáticos
Albânia – Embaixador Genti Bendo

Arábia Saudita – Khalid Almehaid (Assessor Sênior do Ministro da Energia)

Armênia – Robert Abisoghomonyan (Vice-ministro das Relações Exteriores)

Áustria – Andreas Stadler (Embaixador)

Bélgica – Chris Hoornaert (Embaixador)

Camboja – Nguon Hong Prak (Embaixador)

Canadá – Emmanuel Kamarianakis (Embaixador)

Chipre – Vasilios Philippou (Embaixador)

Coreia do Norte – Kang Chol Min (Conselheiro da Embaixada)

Coreia do Sul – Yeonghan Choi (Embaixador)

Dinamarca – Ole Thonke (Embaixador para o Clima e Secretário-Adjunto de Política de Desenvolvimento)

Dominica – Edgar Hunter (Assessor Técnico Sênior)

Eslováquia – Katarína Tomková (Embaixadora)

Geórgia – Zurab Mchedlishvili (Embaixador)

Grécia – Ioannis Tzovas Mourouzis (Embaixador)

Ilhas Salomão – Thaddeus Atkin Siota (Secretário-Adjunto do Ministério do Meio Ambiente)

Japão – Misako Takahashi (Embaixadora para a Mudança Climática)

Mongólia – Munkhtushig Lkhanaajav (Secretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores)

Niue – Rossylynn Pulehetoa-Mitiepo (Diretora do Serviço Meteorológico)

Nepal – Rajendra Prasad Mishra (Secretário do Ministério das Florestas e Meio Ambiente)

Palestina – Ryad Mansour / Ibrahim Al-Zaben (Observador Permanente na ONU e Embaixador no Brasil)

Panamá – Flavio Mendez (Embaixador)

Polônia – Andrzej Cieszkowski (Embaixador)

Seicheles – Jeannette Ethelberge Larue (Diretora-Geral de Educação Pública e Engajamento Comunitário)

Sérvia – Aleksandar Ristić (Embaixador)

Singapura – Joseph Teo (Negociador-Chefe para Mudança Climática)

Tanzânia – John Stephen Simbachawene (Embaixador)

Uganda – Adonia Ayebare (Embaixador)

Organizações internacionais e outras autoridades
União Africana – Mahmoud Ali Youssouf (Presidente da Comissão da UA)

União Europeia (Comissão Europeia) – Ursula von der Leyen (Presidente da Comissão Europeia)

União Europeia (Conselho Europeu) – António Costa (Presidente do Conselho Europeu)

Nações Unidas – António Guterres (Secretário-Geral)

PNUMA (ONU Meio Ambiente) – Martin Krause (Diretor da Divisão de Mudança Climática)



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Isa Marcondes defende união regional para fortalecer saúde pública


A vereadora Isa Marcondes (Republicanos) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Dourados, durante a 39ª Sessão Ordinária, realizada nesta segunda-feira (3), para reforçar o pedido de união entre os municípios da região para melhorar o atendimento nos hospitais de Dourados. 

Segundo Isa, a estrutura do Hospital da Vida, que recebe pacientes de 34 municípios da região Sul do Estado, encontra-se em condições precárias, o que tem agravado a sobrecarga no atendimento regional e pediu união e corresponsabilidade para reduzir o peso sobre o sistema local.

“Precisamos que os demais prefeitos da região venham conversar com o prefeito Marçal Filho. O Hospital da Vida, com todos os problemas, não tem mais condições de fazer um atendimento digno aos pacientes, sejam da nossa cidade ou de outras da região. Estamos vendo as cidades promoverem shows com Ana Castello, Leonardo, mas depois disso são os nossos hospitais que ficam lotados”, disse.

Isa reforçou a necessidade de que o repasse ao município de Dourados, definido por ela como “uma vergonha” seja maior, com contribuição dos governos Estadual e Federal a fim de se viabilizar a construção de um novo hospital regional, capaz de melhor atender a população de Dourados e dos demais municípios que dependem de sua estrutura.

Emendas

No fim de outubro, Isa Marcondes esteve em Brasília (DF) onde se encontrou com senadores e deputados federais em reuniões voltadas à captação de recursos para Dourados. A parlamentar informou que foram assegurados R$ 3 milhões para o recapeamento da rua João Vicente Ferreira e R$ 600 mil para a construção de uma pista de caminhada, reforçando o compromisso de buscar investimentos para o município.

A vereadora também destacou a importância de aprimorar os serviços de saneamento executados pela empresa Sanesul e sua terceirizada, solicitando maior atenção e qualidade na execução das obras, de modo a preservar o asfalto e assegurar o correto uso dos recursos públicos.



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Hospitais aderem à nova política que impulsiona expansão e qualidade do SUS em MS


Mato Grosso do Sul entra em uma nova fase da política de saúde pública com a implementação da Pehosp (Política Estadual de Incentivo Financeiro Hospitalar), novo modelo de financiamento hospitalar. A medida, desenvolvida pelo Governo do Estado por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), reorganiza a forma de repasse e acompanhamento dos recursos do SUS (Sistema Único de Saúde), fortalecendo a rede hospitalar e promovendo maior qualidade e eficiência no atendimento à população.

A nova política de incentivo contempla unidades hospitalares distribuídas em 64 municípios, e faz parte do eixo estruturante da Nova Arquitetura da Saúde, que moderniza a gestão e estimula resultados baseados em desempenho. A SES já iniciou o processo de formalização contratual, com 17 contratos assinados das unidades sob gestão estadual e previsão de conclusão até o final de novembro, quando o novo formato de financiamento passa a vigorar em todo o Estado.

“Esse modelo representa um novo patamar de governança e transparência. Ele garante previsibilidade financeira, fortalece a produção hospitalar e estimula boas práticas de gestão”, afirma Crhistinne Maymone, secretária-adjunta da SES.

Rede hospitalar fortalecida

Com o novo formato, os hospitais passam a receber dois tipos de incentivo — um fixo, voltado à manutenção da estrutura e das equipes, e outro variável, calculado com base no desempenho assistencial. O investimento anual previsto é de R$ 198,5 milhões, beneficiando diretamente sul-mato-grossenses de todas as regiões do Estado.

A contratualização dos hospitais representa uma das entregas da Nova Arquitetura da Saúde, estratégia que também envolve modernização tecnológica, ampliação de equipamentos e fortalecimento da regionalização do SUS.

A formalização contratual da política é acompanhada de perto pela Superintendência de Governança Hospitalar e pela Coordenadoria de Contratualização de Serviços Hospitalares, responsáveis por garantir que todas as unidades estejam aptas a operar dentro do novo modelo.

“Além de garantir a sustentabilidade das unidades, a contratualização traz segurança jurídica e transparência na aplicação dos recursos. Estamos acompanhando cada etapa para assegurar que o novo modelo comece com eficiência e solidez”, destaca a coordenadora da Contratualização de Serviços Hospitalares da SES, Francielly Sayuri Caneppele.

A adesão à política estadual alcançou 99% das unidades contempladas, com 64 das 65 unidades aptas já tendo confirmado a adesão ao novo modelo de financiamento.

Segundo a SES, a nova forma de financiamento hospitalar também reforça o compromisso do Estado com a descentralização da assistência, permitindo que mais atendimentos especializados sejam realizados nas próprias regiões de origem dos pacientes — reduzindo filas e transferências para Campo Grande.

Investimento e qualidade

O fortalecimento da rede hospitalar está aliado a uma série de investimentos em infraestrutura e tecnologia. Por meio do Incentivo ao Parque Tecnológico, o Estado tem destinado equipamentos modernos às unidades participantes, incluindo arcos cirúrgicos, torres de videolaparoscopia, autoclaves, bisturis elétricos, focos cirúrgicos e aparelhos de raio-X digital fixo, entre outros.

Essas entregas acompanham a expansão física da rede, com obra de grande porte sendo realizada no Hospital Regional de Dourados; em andamento a PPP do Hospital Regional de Campo Grande; e perspectivas de construção do novo bloco do Hospital Regional de Três Lagoas e ampliação do Hospital Regional de Ponta Porã. Todas essas iniciativas ampliam a capacidade assistencial e elevam o padrão de atendimento em todo o Estado.

Somente no segundo quadrimestre de 2025, o Governo de Mato Grosso do Sul liquidou R$ 917,9 milhões em recursos de saúde, segundo o RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior) apresentado na Assembleia Legislativa regularmente. O documento aponta crescimento expressivo nas internações hospitalares e nos procedimentos ambulatoriais, refletindo o fortalecimento da rede e a eficiência dos investimentos públicos.

Nova fase do SUS em MS

Com a entrada em vigor do novo modelo de financiamento hospitalar, Mato Grosso do Sul consolida um SUS mais moderno, sustentável e eficiente, capaz de integrar resultados financeiros e qualidade assistencial.

A política reforça o papel do Estado como protagonista na gestão pública da saúde e inaugura uma nova etapa na consolidação da rede hospitalar.

“Esse é um momento histórico para a saúde de Mato Grosso do Sul. Estamos reorganizando a rede hospitalar com base em critérios técnicos e resultados mensuráveis, garantindo mais qualidade e transparência na aplicação dos recursos públicos”, ressalta a superintendente de Atenção à Saúde, Angélica Segatto Congro.

Construção e critérios da Pehosp

A Pehosp foi construída com as áreas técnicas da SES e de forma participativa. Desde o início, contou com o envolvimento de prefeituras, gestores municipais de saúde, dirigentes hospitalares e do Conselho Estadual de Saúde, garantindo que o modelo refletisse a realidade e as necessidades de cada região. Foram consideradas informações sobre produção hospitalar, leitos ativos, integração às Redes de Atenção à Saúde e fluxos assistenciais, o que permitiu desenhar critérios claros de adesão e repasse.

Quanto aos critérios de adesão e aos incentivos, os hospitais interessados devem cumprir requisitos como funcionamento 24 horas por dia, equipes qualificadas, implantação — ou plano de implantação — de prontuário eletrônico, além de protocolos de segurança do paciente e integração à regulação estadual.

O incentivo financeiro ocorre em duas frentes: um repasse fixo para garantir a manutenção dos serviços essenciais (pronto-atendimento 24 h, cirurgias, partos, UTI) e um repasse variável atrelado à produção e aos resultados assistenciais. O modelo busca dar previsibilidade de recursos, premiar o desempenho e fortalecer hospitais locais e regionais, reduzindo a sobrecarga nas unidades de alta complexidade.

“Essa política hospitalar foi amplamente discutida e construída de forma conjunta, unindo a base técnica da SES à realidade política e de gestão dos municípios. O modelo foi debatido entre os diversos setores, apresentado na Assembleia Legislativa, na CIB (Comissão Intergestores Bipartite), no Conselho Estadual de Saúde, na Assomasul e em encontros com gestores municipais e dirigentes hospitalares. Esse processo de construção participativa assegurou que a política seja sólida, realista e capaz de fortalecer o SUS em todo o Mato Grosso do Sul”, finaliza o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.



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Volume interno de carne suína atinge segundo menor patamar do ano



A disponibilidade interna de carne suína em outubro foi a segunda menor de 2025, acima apenas do volume de junho. Isso é o que apontam os cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, esse cenário está atrelado ao avanço nas exportações brasileiras da proteína e à desaceleração no número de abate. Dados do Cepea mostram que, em outubro, foram destinadas ao mercado doméstico 191,5 mil toneladas de carne suína, contra 194 mil toneladas em setembro. Em junho, a mínima do ano, foram 185 mil toneladas. 

Já o pico de 2025 foi observado em julho, quando quase 240 mil toneladas foram disponibilizadas internamente. Quanto às exportações brasileiras de carne, a média diária de embarques esteve em 15,1 mil toneladas em outubro, a maior para o período, o que tende a resultar em escoamento total de 136,1 mil toneladas de carne suína in natura. 

Já no que se refere aos abates, estimativas realizadas pelo Cepea com base em dados do Mapa apontam possível redução de 9% em outubro.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Criminosos invadem empresa em Dourados e levam cofre com R$ 100 mil e ferramentas


Uma empresa localizada na Avenida Weimar Gonçalves Torres foi alvo de um furto audacioso na noite de quarta-feira (5). Segundo informações da polícia, os criminosos invadiram o estabelecimento e levaram um cofre contendo cerca de R$ 100 mil, além de lâminas de cheque, peças e ferramentas de trabalho.

De acordo com as informações apuradas, a ação aparenta ter sido cuidadosamente planejada, já que os invasores sabiam exatamente onde localizar o cofre e outros itens de valor. A suspeita é de que o crime tenha ocorrido durante a madrugada, quando o local estava fechado e sem vigilância.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) de Dourados, e a Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar os autores e apurar as circunstâncias da invasão. Equipes seguem em diligências na tentativa de recuperar o dinheiro e os materiais furtados.

A polícia acredita que a escolha do alvo e a retirada de objetos específicos indicam conhecimento prévio sobre a rotina e a estrutura da empresa, o que reforça a hipótese de ação premeditada.



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MS reforça atuação integrada entre PMs do Brasil na operação “Fronteiras e Divisas Seguras”


A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) realiza nesta semana à Operação Fronteiras e Divisas Seguras, que abrange todo o Estado. A ação tem como objetivo consolidar o empenho da corporação nas operações integradas das polícias militares do Brasil, reforçando o combate aos crimes transnacionais e o fortalecimento da presença policial em áreas de fronteira e divisa.

A operação busca intensificar a cooperação técnica e operacional entre as forças de segurança, com foco na prevenção e repressão de crimes, além de promover a troca permanente de informações entre os órgãos participantes.

Em Mato Grosso do Sul, o esforço mobiliza os grandes comandos da corporação — Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), Comando de Policiamento Especializado (CPE), Comando de Policiamento Rodoviário (CPRv), Comando de Policiamento Rural (CPRur) e os Comandos de Policiamento de Áreas (CPA’s) —, além de diversas unidades operacionais em todo o território sul-mato-grossense.

A operação conta ainda com o apoio de instituições parceiras, como a Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, fortalecendo a integração das ações no Estado.

Cooperação nacional e internacional

Paralelamente à ação em Mato Grosso do Sul, o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) participa das Operações Simultâneas 2025, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, também realizadas no mesmo período.

A iniciativa reúne forças policiais de diferentes estados e países, com o objetivo de reforçar o combate aos crimes transnacionais e intensificar a integração operacional e de inteligência nas regiões de fronteira.

De acordo com o diretor do DOF, coronel Wilmar Fernandes, a operação “representa um esforço conjunto de todas as forças de segurança, atuando simultaneamente em suas regiões, com foco na cooperação e na troca de informações que fortalecem o enfrentamento ao crime organizado”.

As Operações Simultâneas 2025 mobilizam instituições de segurança pública do Rio Grande do Sul, além das Polícias Militares de Santa Catarina e Paraná.

No âmbito internacional, participam a Gendarmeria Nacional e a Prefectura Naval da Argentina, as polícias das províncias de Misiones e Corrientes, e a Polícia Nacional da República do Uruguai, consolidando uma ampla rede de integração e fortalecimento da segurança pública nas fronteiras.



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