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Fies 2025: MEC convoca lista de espera de vagas remanescentes


O Ministério da Educação (MEC) começa a convocar nesta quinta-feira (13) os candidatos da lista de espera das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2025. O período de convocação vai até as 23h59 do dia 28 de novembro (horário de Brasília).

O Fies é o programa federal que concede financiamento a estudantes de baixa renda de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas.

Os candidatos da lista de espera deverão acompanhar o resultado de eventual pré-seleção por meio do site Fies Seleção. Para acessá-lo, o estudante deve fazer o login único pela plataforma Gov.br

Os candidatos inscritos deverão obrigatoriamente ter condições de atingir a frequência mínima exigida para o semestre letivo referente ao segundo semestre de 2025 no curso/turno/local de oferta/IES para o qual se inscreverem.

Documentação comprobatória

O estudante pré-selecionado a uma das vagas remanescentes do processo seletivo do Fies deverá comprovar as informações declaradas no momento da inscrição à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino superior em que foi pré-selecionado.

O prazo para este procedimento é de dois dias úteis, contados a partir do dia da pré-seleção.

De acordo com o edital que contém as regras do Processo Seletivo nº 21/2025, a entrega dos documentos comprobatórios pode ser feita por meio físico ou digital, nos horários definidos pela instituição.

Próximos passos

Se a documentação for aprovada, o próximo passo é a validação das informações em um agente financeiro em até dez dias, contados a partir do terceiro dia após a validação da inscrição pela comissão da faculdade.

Somente após a aprovação do banco poderá ser formalizada a contratação do financiamento.

Se o candidato pré-selecionado não apresentar todos os documentos ou não seguir as etapas exigidas dentro do prazo estabelecido, ele perde a vaga. Essa vaga perdida é imediatamente transferida para o próximo candidato classificado na lista de espera.

Complementação

O candidato que se inscreveu para vagas destinadas às pessoas com deficiência (PCD) deverá comprovar sua situação com laudo médico atestando a espécie e o grau de deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença (CID).

Caso a comissão da faculdade privada identifique erros ou inconsistências referentes às informações prestadas, a instituição de ensino superior poderá exigir a apresentação de documentação complementar.

Fies Social

Metade das vagas é reservada ao Fies Social, ocupada por candidatos com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 759 em 2025), inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Esse candidato pré-selecionado à vaga do Fies Social está dispensado da comprovação de renda familiar. No entanto, ele deve comparecer à comissão da faculdade privada para validar as demais informações.



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Fapcen leva inclusão indígena e agricultura regenerativa à COP30



A superintendente da Fundação de Apoio ao Corredor de Exportação Norte (Fapcen), Gisela Introvini, participou da COP30 com uma mensagem direta: o agro brasileiro precisa ser visto como protagonista na produção de alimentos, na regeneração ambiental e na inclusão social, especialmente de povos tradicionais e comunidades vulneráveis. Em entrevista ao Canal Rural, ela destacou o papel decisivo da agricultura para o desenvolvimento do país e para a segurança alimentar global.

Gisela reforçou que a COP30 representa o momento ideal para “jogar a conchinha no mar”, levando ao mundo a verdadeira narrativa do campo brasileiro — uma agricultura diversa, profissional, inovadora e presente em todas as regiões, do Rio Grande do Sul à Amazônia.

Para ela, a AgriZone e os espaços de tecnologia da Embrapa estão mostrando ao planeta aquilo que o Brasil tem de mais valioso: a capacidade de produzir alimentos em harmonia com a floresta.

Integração com povos indígenas e justiça social

A superintendente relatou ações da Fapcen junto a aldeias indígenas do Maranhão. Em parceria com Embrapa Amazônia e Meio-Norte, a entidade levou cultivares de mandioca, feijão-caupi, girassol, gergelim e capins melhorados para comunidades tradicionais, promovendo dias de campo e troca de saberes.

Segundo Gisela, o objetivo é aumentar a produtividade sem interferir no tradicionalismo indígena, respeitando modos de vida e trabalhando para fortalecer a autonomia alimentar. Ela relatou que encontrou comunidades enfrentando problemas como autismo sem assistência, alcoolismo, evasão de jovens e até casos de suicídio por falta de perspectivas.

Para ela, o agro tem um papel social urgente: “Eles estão sedentos por cursos, treinamento, tecnologia. Precisam aprender a plantar para alimentar seus irmãos. É o agro chegando onde o poder público ainda não chegou”.

25 anos de transformação no Maranhão e no Matopiba

Ao lembrar sua trajetória de 25 anos na região, Gisela destacou o impacto da chegada da soja ao Maranhão, Tocantins e Piauí. A disseminação de tecnologia, testes de vigor, mecanização, rotação de culturas, três safras ao ano e manejo de palhada transformaram a paisagem produtiva e reduziram temperaturas do solo.

A partir de 2012, a Fapcen passou a coordenar iniciativas de certificação, como a RTRS, levando para a região uma nova visão de gestão rural, inclusão de comunidades e boas práticas socioambientais. Hoje, boa parte da soja do Maranhão e um número crescente de áreas no Piauí já operam com certificações internacionais.

Ela lembra também projetos de impacto social, como o atendimento a crianças especiais em Bertolínia (PI), conduzido por produtores certificados, beneficiando mais de 28 mil pessoas.

Amazônia, Cerrado e o alerta climático

A visita aos estandes da Embrapa na COP30 impressionou Gisela pela força de pesquisas em feijão-caupi, sistemas agroflorestais e propostas de agricultura regenerativa. Para ela, o Brasil está mostrando ao mundo que é possível produzir com floresta em pé — e que eventos como a COP no Pará são fundamentais para reposicionar a imagem do país.

Ela alerta, no entanto, para o avanço das mudanças climáticas. Citando o cientista Carlos Nobre, lembra que a elevação global de 2 °C pode inviabilizar lavouras em áreas extensas de commodities se não houver solo coberto, palhada e manejo regenerativo: “Solo descoberto não terá chance. Sem chuvas, não teremos produção”.

Gisela também defendeu que uma futura COP realizada no Brasil deveria ocorrer no Cerrado — “a bola da vez”, nas palavras dela — pelo seu papel estratégico na produção de alimentos e pela importância ambiental do bioma.

Participação contínua e próximos passos

Durante a COP30, a Fapcen integra fóruns sobre certificação, agricultura regenerativa e financiamento sustentável. Gisela também participa de debates com a Universidade Federal do Pará e visitas técnicas, como o maior ensaio demonstrativo de mandioca do estado.

Antes de concluir, ela reforça que o país escolheu o lugar certo para mostrar ao mundo sua potência agrícola. “Aqui é o começo da Amazônia e o começo da produção de alimentos. Estamos respirando agricultura e floresta juntas”.



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Estudantes podem turbinar preparação para o UEMSVest 2026 com aulões online 100% gratuitos


Na reta final de preparação para o Vestibular UEMS 2026 (UEMSVest), a Instituição promete dar um verdadeiro “gás” nos estudos dos candidatos com o Esquenta Vestibular Online 2025. O evento será uma série de aulões 100% gratuitos e ao vivo. Os encontros serão realizados nos dias 18 e 19 de novembro, sempre das 19h às 21h15, pela plataforma Google Meet.

Durante dois dias intensos, os participantes irão revisar os principais conteúdos cobrados nas provas, com aulas dinâmicas e diretas ministradas por professores da UEMS e convidados de diferentes áreas. A programação inclui as matérias: Química, Matemática, Física, Biologia, Redação, Língua Portuguesa, Atualidades e Literatura Brasileira, em uma sequência pensada para reforçar o aprendizado e aumentar a confiança dos participantes.

Conforme a chefe do setor de Formação Educacional da UEMS, Profa. Me. Mônica Mattos, os aulões são mais do que um reforço de conteúdo, representam o compromisso da universidade com o acesso e a permanência dos estudantes no ensino superior. “Nosso objetivo é acolher e motivar cada participante por meio desse gesto de incentivo e esperança. É uma forma de dizermos que é possível alcançar e realizar sonhos por meio da educação”, afirmou.

Confira a lista completa da programação dos Aulões UEMS – Esquenta Vestibular Online 2025:

DIA 18 DE NOVEMBRO (terça-feira)

19h às 19h30
Prof. Dr. Wagner Assen (Redação – Campo Grande)
Tema: Produção de Texto e Critérios de Avaliação e Produção

19h35 às 20h05
Prof. Esp. Fabis do Nascimento (Química – Campo Grande)
Tema: Reações Orgânicas, pH e pOH, Funções Orgânicas e Inorgânicas

20h10 às 20h40
Profa. Me. Lúcia Donizete Modesto (Língua Portuguesa – Vila Velha/ES)
Tema: Análise Sintática – Tipos de Sujeito

20h45 às 21h15
Prof. Esp. André Luiz (Atualidades – Campo Grande)
Tema: Geografia Regional e Geopolítica Mundial

DIA 19 DE NOVEMBRO (quarta-feira)

19h às 19h30
Prof. Me. Maurício Soares dos Reis (Matemática – Nova Andradina)
Tema: Medidas de Tendência Central: Média, Moda e Mediana.

19h35 às 20h05
Prof. Me. Raul Andrade (Biologia – Campo Grande)
Tema: Metabolismo Celular: Fotossíntese, Respiração e Fermentação.

20h10 às 20h40
Prof. Esp. Fabis do Nascimento (Física – Campo Grande)
Tema: Ondulatória, Eletricidade e Energia.

20h45 às 21h15
Prof. Dr. Daniel Abrão (Literatura – Campo Grande)
Tema: Linha do Tempo Literária Essencial: Autores e Obras-Chave, Literatura Contemporânea e Regionalismo.

O evento é uma iniciativa da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), com realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e da Divisão de Acolhimento e Desenvolvimento Social (DADES). 

Os interessados podem ingressar diretamente na sala de aula online por meio dos links disponibilizados na rede social oficial do cursinho @cursinho_uems . Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail cursinhouems@uems.br  



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Safra deve recuar 3,7% em 2026, depois de um 2025 recorde


A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 332,7 milhões de toneladas em 2026. Esse resultado representa recuo de 3,7% em comparação a este ano, que marca um recorde.

As estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, todos os meses, apresenta o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Essa é a primeira edição a trazer dados para 2026.

Para este ano, a estimativa do IBGE é de uma safra de 345,6 milhões de toneladas, a maior já observada no país, sendo 18,1% mais volumosa que a de 2024.

Ao comentar a passagem de um ano com colheita recorde para outro com recuo na safra, o gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, aponta a influência de fatores climáticos.

“Em 2025, a gente teve um clima que favoreceu muito o desenvolvimento das lavouras, a gente tem recorde de produção para várias culturas, como soja, milho, sorgo [cereal], algodão”, disse.

“Para 2026, a gente está no início de safra ainda, então a gente trabalha muitas vezes com médias ainda de rendimentos de anos anteriores, por isso também essa queda um pouco da produção e, provavelmente, o clima não será assim tão favorável”, completa.

Guedes descreve que 2026 será o ano sob a influência do fenômeno La Niña, com resfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, que traz chuvas mais intensas para a Região Centro-Oeste e pouca chuva para o Sul, o que pode afetar as lavouras.

Apesar de menor volume de produção, o IBGE aponta que a área a ser colhida deve ser maior em 2026. São estimados 81,5 milhões de hectares, quase o tamanho do Mato Grosso, expansão de 1,1% na comparação com 2025.

Culturas agrícolas

O levantamento do IBGE investiga 16 produtos: algodão (caroço de algodão), amendoim, arroz, aveia, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo, triticale (originário do cruzamento entre trigo e centeio), canola e gergelim. Os dois últimos aparecem pela primeira vez na pesquisa.

Na comparação dos prognósticos de 2025 e 2026, a agricultura brasileira deve ter redução principalmente nas seguintes culturas:

milho (-9,3% ou -13,2 milhões de toneladas)

sorgo (-11,6% ou -604,4 mil toneladas)

arroz (-6,5% ou -815,0 mil toneladas)

algodão (-4,8% ou -466,9 mil toneladas)

trigo (-3,7% ou -294,8 mil toneladas),

feijão (-1,3% ou -38,6 mil toneladas)

amendoim em casca (-2,1% ou -25,5 mil toneladas)

Ao comentar a queda da produção de milho, o pesquisador do IBGE avalia que não se espera, para 2026, que o clima se comporte tão favoravelmente.

“Além disso, ainda pairam muitas dúvidas quanto à janela de plantio do cereal, uma vez que as lavouras da safra de verão encontram-se ainda em desenvolvimento no campo”, explica Guedes.

Influência dos preços

De acordo com o analista, preços mais baixos do algodão, arroz e feijão levam produtores a diminuir as áreas plantadas.

No caso do algodão, ele explica que 3 anos de safra crescente derrubaram o valor da colheita.

“Manteve a oferta alta e diminuiu os preços, então as margens estão apertadas para os produtores e a tendência é de redução na área de plantio”, disse.

Na agricultura, os produtores podem escolher qual produto plantar, baseados em informações de rentabilidade.

O feijão deve ver a safra (3 milhões de toneladas) reduzir 1,3%. “Mas ainda assim atendendo ao consumo brasileiro”, ressalva o IBGE.

Soja

No sentido oposto, o IBGE estima crescimento na safra da soja, que deve expandir 1,1% e chegar a 167,7 milhões de toneladas. O país é o maior produtor e maior exportador global da oleaginosa.

“A área plantada deve crescer 0,3%; e a produtividade, 0,8%, muito em função da possível recuperação da safra gaúcha, muito prejudicada em 2025. Chuvas escassas e irregulares têm trazido preocupação aos produtores do Centro-Oeste”, explica o IBGE.

O IBGE divulgou também que a capacidade de armazenagem agrícola no país cresceu 1,8% no primeiro semestre deste ano em comparação com o segundo semestre de 2024, chegando a 231,1 milhões de toneladas.

Capacidade dos métodos de armazenamento:

silos: 123,2 milhões de toneladas (53,3% da capacidade útil total do país);

armazéns graneleiros e granelizados: 84,2 milhões de toneladas (36,4%);

armazéns convencionais, estruturais e infláveis: 23,8 milhões de toneladas (10,3%).

Em 30 de junho deste ano o Brasil tinha estoque total de 79,4 milhões de toneladas. Mais da metade era soja (48,8 milhões de toneladas), seguida pelo milho (18,1 milhões), arroz (6,1 milhões), trigo (2,4 milhões) e café (600 mil).

A capacidade de armazenagem e gerenciamento de estoque são utilizados na agricultura com forma de buscar maior rentabilidade para o agricultor, permitindo a escolha do melhor momento para a venda da produção no mercado.

Conab

Também nesta quinta-feira, a Companhia Nacional Abastecimento (Conab), empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, divulgou que a safra 2025/2026 deve ser de 354,8 milhões de toneladas de grãos.



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Brasil tem potencial para elevar o uso de bioinsumos para 50%, aponta pesquisadora da Embrapa



Durante a COP30, em Belém, Pará, a Agrizone (espaço dedicado à agricultura sustentável) abriu um painel sobre bioinsumos e intensificação sustentável, com foco nas estratégias de implementação e ampliação do uso dessas tecnologias no campo.

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Soja, Mariangela Hungria, o Brasil é atualmente o líder mundial no uso de bioinsumos, crescendo de três a quatro vezes mais do que a média global. Mesmo assim, os produtos biológicos representam apenas 15% do mercado, frente aos químicos.

“Existem soluções prontas que poderiam elevar esse índice para 50%, mas é preciso implementar de forma mais ampla e estratégica. Então, o que nós precisamos é implementar e eu espero que a gente discuta aqui essas estratégias de implementação”, afirma.

Desafios e estratégias

A pesquisadora destacou que um dos principais desafios para ampliar o uso dos bioinsumos no país é garantir acesso aos pequenos e médios produtores rurais. Segundo ela, embora a pesquisa já disponha de soluções prontas e validadas a campo para 80 a 100 espécies vegetais, o setor privado ainda concentra esforços nas grandes culturas, como soja e milho.

“O pequeno, médio agricultor, por exemplo, não tem acesso a pacotes que sejam voltados a propriedade dele. Então, temos que discutir como que vamos conseguir implementar isso, principalmente para o pequeno e médio agricultor”, afirma. 

Cenário futuro e expectativas

Dados da entidade CropLife Brasil, que representa 56 indústrias de bioinsumos e sementes, apontam que a área tratada com esses produtos no país já alcança 156 milhões de hectares. Para a pesquisadora, a expansão entre os produtores de menor porte é essencial.

“Estamos crescendo 15% ao ano, quatro vezes mais do que em outros países. Mas o que eu considero agora fundamental é crescer entre os pequenos e médios produtores, porque eles são extremamente importantes em ocupação territorial, melhoria de qualidade de vida e geração de empregos”, destaca.

Agrizone

A Agrizone, conhecida como a Casa da Agricultura Sustentável da Embrapa, é um dos espaços mais visitados da COP30. Pela primeira vez, a Embrapa leva para o evento internacional um ambiente totalmente voltado ao agronegócio sustentável, com vitrines tecnológicas, demonstrações de sistemas produtivos e práticas de recuperação ambiental.

O espaço, instalado na sede da Embrapa Amazônia Oriental, reúne pesquisadores, representantes do setor produtivo e visitantes interessados em conhecer as soluções sustentáveis desenvolvidas no Brasil.



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Liandra destaca avanço de obras de pavimentação no Residencial Pelicano


Publicação de contrato pela Agesul marca nova etapa de reivindicação antiga dos moradores da região

A vereadora Liandra da Saúde (PSDB) comemorou a publicação, no Diário Oficial do Estado, do extrato de contrato firmado pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) para a execução de obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em diversas ruas do Residencial Pelicano, em Dourados.

A notícia representa uma importante conquista para os moradores da região, que há anos enfrentam dificuldades devido à falta de infraestrutura. As vias sem asfalto e drenagem tornam-se praticamente intransitáveis em períodos de chuva, comprometendo o acesso de veículos, trabalhadores, estudantes e serviços essenciais.

Liandra destacou que a conquista é resultado de um trabalho conjunto e de diálogo constante com o Governo do Estado e com o deputado estadual Zé Teixeira, que apresentou a solicitação à Agesul, reforçando pedidos encaminhados anteriormente pela vereadora e por lideranças comunitárias.

“Essa é uma grande vitória para a comunidade do Pelicano. Desde o início do nosso mandato temos lutado para que essa obra saísse do papel. A pavimentação vai transformar a realidade das famílias, trazendo mais dignidade, segurança e qualidade de vida”, afirmou a vereadora.

Em fevereiro deste ano, Liandra havia encaminhado novo pedido ao Governo do Estado, relatando as condições precárias das vias do bairro. A vereadora também lembrou que o pleito foi reiterado em diversas ocasiões, inclusive com solicitações emergenciais de cascalhamento até a execução da pavimentação definitiva.

“Quando uma reivindicação antiga é atendida, é sinal de que o trabalho sério, com diálogo e persistência, traz resultados. Seguiremos acompanhando o andamento da obra até sua conclusão”, completou.

publicação do contrato no Diário Oficial marca o início de uma nova fase para o Residencial Pelicano, que em breve verá suas ruas sendo preparadas para receber a tão aguardada pavimentação asfáltica.



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Fazenda reduz para 2,2% projeção de crescimento do PIB em 2025


A desaceleração da economia provocada por juros altos surtirá efeitos sobre a atividade econômica brasileira. O Ministério da Fazenda reduziu de 2,3% para 2,2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – soma das riquezas produzidas no país) em 2025. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (13), em Brasília, no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE).

Segundo o ministério, a revisão decorre do desempenho mais fraco da economia no terceiro trimestre e dos efeitos defasados da política monetária restritiva. Para 2026, a projeção de crescimento foi mantida em 2,4%.

Inflação acima da meta

A projeção para a inflação oficial (IPCA) em 2025 caiu de 4,8% para 4,6%, mas o índice ainda deve encerrar o ano acima do teto da meta – fixado em 4,5% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para 2026, a expectativa foi revisada de 3,6% para 3,5%. A SPE prevê que a inflação deve convergir para 3,2% até o segundo trimestre de 2027, horizonte considerado relevante para a política monetária.

Segundo a SPE, a redução na projeção reflete fatores como:

valorização do real;

menor inflação no atacado para produtos agropecuários e industriais;

excesso de oferta global de bens;

aplicação da bandeira amarela nas tarifas de energia em dezembro.

Desempenho setorial

A revisão do PIB para 2025 mostra dinâmicas distintas entre os setores da economia. A agropecuária foi o destaque positivo com previsão de crescimento elevada de 8,3% para 9,5%.

A indústria recuou de 1,4% para 1,3%, e o setor de serviços passou de 2,1% para 1,9%.

Para 2026, o crescimento projetado de 2,4% deve ser sustentado por uma recuperação mais intensa na indústria e nos serviços, compensando a esperada desaceleração da agropecuária.

Atividade doméstica

O boletim aponta que a economia brasileira segue em trajetória de desaceleração, reflexo dos juros elevados e da contração no crédito.

“Os efeitos cumulativos da política monetária restritiva continuam impactando a atividade”, destacou a SPE.

Embora o desemprego permaneça em nível historicamente baixo, o relatório observa redução da população ocupada e ritmo mais lento de crescimento dos rendimentos no terceiro trimestre.

Tarifas dos EUA

No cenário internacional, o boletim afirma que a atividade global permanece resiliente, mas alerta para incertezas comerciais e geopolíticas.

O documento cita o impacto negativo das tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. Entre agosto e outubro de 2025, as vendas do Brasil para os EUA caíram US$ 2,5 bilhões, uma redução de 24,9% em relação ao mesmo período de 2024.

O Ministério da Fazenda informou que o governo tem buscado diversificar mercados e adotar políticas de apoio ao setor exportador. O boletim menciona ainda que o diálogo entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos pode contribuir para reduzir as tarifas.

Outros índices de preços

As projeções para outros índices também foram revisadas para baixo. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – usado para corrigir o valor do salário mínimo – caiu de 4,7% para 4,5% neste ano.

A previsão para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) recuou de 2,6% para 1,4%, refletindo a queda do dólar, que influencia bastante esse índice.

Orçamento

Divulgado a cada dois meses pela Secretaria de Política Econômica, o Boletim Macrofiscal apresenta as principais projeções e análises sobre o desempenho da economia brasileira. O documento é utilizado como referência para a elaboração do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, que orienta a execução do Orçamento, com medidas de bloqueio e contingenciamento, tipos de cortes temporários de despesas.

O bloqueio incide sobre os gastos que superam o limite de crescimento anual de despesas do arcabouço fiscal. O contingenciamento ocorre quando a falta de receitas compromete o cumprimento da meta de resultado primário.



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À espera do USDA, altas nas cotações marcam o mercado de soja; saiba os preços por região



O mercado brasileiro de soja registrou alta generalizada nas cotações nesta quinta-feira (13), com negócios mais firmes ao longo do dia. De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, houve bons movimentos em Minas Gerais, com preços firmes e spreads elevados, à medida que produtores continuam pedindo valores maiores.

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As indicações seguem acima da paridade de exportação em várias regiões, refletindo a disputa entre vendedores e compradores. No mercado spot, os volumes disponíveis diminuem, já que a exportação entra na fase final da janela anual. “Paranaguá rodou volumes hoje, mas nada muito grande”, acrescentou.

Com CBOT em alta e prêmios praticamente estáveis, houve reflexos diretos no físico. O mercado segue atento ao relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã e pode impactar o curto prazo.

Preços de soja por região

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,50 para R$ 127,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,50 para R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,00 para R$ 142,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam firmes nesta quinta-feira (13) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Os agentes seguem posicionando suas carteiras frente ao relatório de novembro do USDA e aguardam sinais da retomada das compras chinesas de produto americano.

O relatório de amanhã servirá como termômetro para medir a confiança nos acordos comerciais EUA-China e as expectativas de aumento nas vendas de exportação de soja. Caso o USDA reduza as projeções, pode indicar cautela do mercado em relação aos negócios em andamento.

Após o fim da paralisação do governo americano, o USDA anunciou que publicará vendas diárias de grãos para exportadores privados não divulgadas durante os 43 dias de paralisação. O mercado acompanhará se a China comprou soja entre outubro e início de novembro.

Nos relatórios de vendas semanais, para a semana encerrada em 18 de setembro, foram vendidas 724,5 mil toneladas de soja em grão. Na semana até 25 de setembro, 870,5 mil toneladas. A ausência da China entre os principais compradores segue sendo um ponto de atenção.

O USDA deve reduzir a projeção de safra dos EUA 2025/26 para 4,265 bilhões de bushels, contra 4,301 bilhões previstos em setembro, com estoques de passagem em 292 milhões de bushels, frente a 300 milhões estimados anteriormente.

No cenário global, os estoques finais 2024/25 da soja estão projetados em 123,4 milhões de toneladas, frente a 123,6 milhões em setembro. Para 2025/26, a previsão é de 124,6 milhões de toneladas, acima dos 124 milhões projetados em setembro.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão para janeiro fecharam com alta de 13,25 centavos de dólar, a US$ 11,47 por bushel, e março a US$ 11,56 3/4, alta de 12,75 centavos. No farelo, dezembro subiu US$ 7,40, a US$ 328,40 por tonelada. No óleo, dezembro fechou a 50,25 centavos de dólar, perda de 0,37 centavo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,09%, negociado a R$ 5,2971 para venda e R$ 5,2951 para compra, oscilando ao longo do dia entre mínima de R$ 5,292 e máxima de R$ 5,303.



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Homem é preso com carreta roubada e motorista libertado do cativeiro


Um homem de 44 anos, identificado como Sebastião de Faria Fialho Júnior, foi preso na manhã desta quinta-feira (13) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), suspeito de receptação de uma carreta roubada. O caso foi registrado na BR-163, em Dourados, após denúncia sobre o desaparecimento de um caminhoneiro.

De acordo com o boletim de ocorrência, familiares do motorista Donizete Rodrigues, de 42 anos, procuraram a polícia após perderem contato com ele. O caminhoneiro deveria estar em Rondonópolis (MT), mas o sistema de rastreamento indicava que o veículo trafegava pela BR-163, entre os municípios de Douradina e Dourados.

Com base nas informações de localização, equipes da PRF iniciaram buscas e localizaram a carreta saindo de um posto de combustível na região. Durante a abordagem, Sebastião afirmou que havia sido contratado para levar o veículo até Ponta Porã e que receberia R$ 1,5 mil pelo transporte. Ele, no entanto, não soube explicar a procedência da carreta e acabou detido no local.

Pouco depois, o caminhoneiro desaparecido foi localizado e libertado. Segundo a PRF, ele já prestou depoimento às autoridades e passa bem.

O suspeito foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Dourados, onde foi autuado em flagrante por receptação de veículo roubado. O caso segue sob investigação para apurar o envolvimento de outras pessoas no crime.



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STF elogia recondução de Gonet para comandar a PGR


Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cumprimentaram nesta quinta-feira (13) o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pela recondução ao cargo de chefe do Ministério Público da União (MPU).

Por 45 votos favoráveis e 26 contrários, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que Gonet continue no comando do órgão por mais 2 anos.

O vice-presidente do STF, ministro Alexandre de Moraes, destacou a trajetória de Gonet e citou que o procurador passou em primeiro lugar no concurso para o órgão e sempre honrou a instituição e a Justiça.

“Tenho certeza de que, não somente o Ministério Público, a Justiça se engrandecem com a recondução, mas também toda a sociedade brasileira continuará a contar na chefia dessa importantíssima instituição, um importante jurista e um trabalhador incansável no fortalecimento da democracia e do Estado Democrático de Direito”, destacou Moraes.

O ministro acrescentou que Paulo Gonet terá como desafio o combate às organizações criminosas no país. “Gonet já definiu o combate às organizações criminosas como meta prioritária do Conselho Nacional do Ministério Público”, disse.

O ministro Flávio Dino também destacou a carreira de Gonet como jurista e cumprimentou o Senado pela aprovação.

“É um doutrinador que se insere entre os mais vendidos do Brasil, portanto, um dos mais lidos do Brasil. Além de exercer com brilho a função de chefe do Ministério Público da União, é também um jurista reconhecido por todos nós”, disse.

Perfil

Paulo Gustavo Gonet Branco é um dos 74 subprocuradores da República em atuação na Procuradoria-Geral da República (PGR). Gonet entrou no Ministério Público Federal (MPF) em 1987. É formado em direito pela Universidade de Brasília (UnB), onde também obteve título de doutorado.

Ele é autor do livro Curso de Direito Constitucional, escrito em parceria com Gilmar Mendes.



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