Categorias
agro destaque_home

preços de soja caem no Brasil em dia de baixa em Chicago



O mercado brasileiro de soja registrou queda nesta sexta-feira (14). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, mesmo com um relatório de viés altista, Chicago recuou e isso puxou o físico para baixo.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

O dia foi de baixa intensidade nas negociações. Segundo Silveira, os preços caíram entre R$ 2 e R$ 3 dependendo da praça, com os prêmios ajustando muito pouco. Assim, a pressão maior acabou vindo da CBOT, especialmente sobre o porto.

Os negócios ficaram travados, com poucas ofertas, apesar dos bons movimentos observados no restante da semana. “O produtor esperava uma alta mais consistente em Chicago, mas, na prática, os preços recuaram”, afirmou.

No campo, o plantio segue avançando, mas o analista destaca que no Nordeste, as chuvas irregulares continuam trazendo bastante preocupação. Por agora, o foco do produtor permanece totalmente no plantio.

Cotações de soja nesta sexta-feira (14)

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 136,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 127,50 para R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 128,00 para R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,50 para R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Os dados do relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e a divulgação das vendas por parte de exportadores privados durante o shutdown decepcionaram, proporcionando recuo e devolvendo parte dos ganhos da semana.

O USDA indicou grande oferta de soja a entrar no mercado, com revisão para baixo apenas moderada na produtividade e produção dos Estados Unidos. Além disso, o relatório cortou a previsão para exportações americanas, demonstrando ceticismo quanto à retomada de compras chinesas.

Durante a paralisação, foram confirmadas apenas 332 mil toneladas para a China, abaixo dos 12 milhões prometidos após o acordo EUA-China, além de 616 mil toneladas para destinos não revelados, provavelmente vendidas à China.

USDA

A safra norte-americana de soja 2025/26 está projetada em 4,253 bilhões de bushels (115,74 milhões de toneladas), com produtividade de 53 bushels por acre, levemente abaixo do relatório anterior. Os estoques finais foram projetados em 290 milhões de bushels (7,89 milhões de toneladas), também abaixo das expectativas de mercado.

Contratos de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam em baixa de 22,50 centavos de dólar, ou 1,96%, a US$ 11,24 1/2 por bushel. Março recuou 20,75 centavos, a US$ 11,36 por bushel. O farelo de soja teve baixa de US$ 5,90 ou 1,79%, e o óleo de soja perdeu 0,10 centavo ou 0,19%

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,01%, negociado a R$ 5,2962 para venda e R$ 5,2942 para compra, oscilando entre R$ 5,2724 e R$ 5,3164. Na semana, acumulou queda de 0,73%.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

MP reverte absolvição e réu é condenado por estupro de vulnerável com gravidez


A 1ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) reverteu uma decisão de primeira instância e condenou a 12 anos de prisão um homem acusado de estuprar uma adolescente em Sidrolândia. A decisão atendeu a um recurso apresentado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que contestou a absolvição anterior.

O recurso foi protocolado pela promotora de Justiça Daniele Borghetti Zampieri de Oliveira depois que o réu havia sido absolvido com base no artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal, que trata da falta de provas suficientes para condenação.

No julgamento, o relator, desembargador Jonas Hass Silva Júnior, ressaltou que o depoimento da vítima — considerado elemento de grande relevância em crimes sexuais — estava confirmado por documentos e perícias. Entre as provas, estavam boletim de ocorrência, certidão de nascimento e exames de DNA que comprovaram a paternidade.

O Tribunal reconheceu que, além da comprovação da conjunção carnal, houve gravidez resultante do crime, o que elevou a pena conforme prevê o Código Penal. Também ficou estabelecido que, embora a vítima já tivesse vida sexual ativa, ela não tinha discernimento para consentir e estava embriagada no momento dos fatos, o que caracteriza estupro de vulnerável.

A pena-base foi definida no mínimo legal, de oito anos, e aumentada em 50% devido à gravidez, totalizando 12 anos de reclusão em regime fechado. O réu terá de pagar as custas processuais e ainda poderá recorrer da decisão, mas permanecerá em liberdade enquanto o processo segue nas instâncias superiores.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Cooperativismo ganha força na agricultura regenerativa e se destaca na COP30



O cooperativismo voltou ao centro do debate internacional durante a COP30, reforçando seu papel estratégico na transição para uma agricultura regenerativa e de baixo carbono.

Embora muitas vezes tratada como novidade, a adoção de práticas sustentáveis já faz parte da rotina de milhares de agricultores familiares, que contam com o apoio das cooperativas para fortalecer e ampliar esses sistemas.

No painel “Agricultura de Baixo Carbono: caminho para sistemas alimentares sustentáveis e resilientes”, apresentados na conferência, diferentes experiências mostraram que a mudança para modelos produtivos mais sustentáveis já está acontecendo no campo.

Entre os destaques está a Lar Cooperativa, que reúne mais de 15 mil associados e atua nos segmentos de grãos e proteína animal no Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraguai. A cooperativa apresentou seu Programa Lar de Sustentabilidade, que consolida boas práticas pecuárias e agrícolas com foco em regeneração e redução de emissões.

O programa incentiva ações como a recuperação de nascentes, o reuso de água nas unidades frigoríficas e a realização do inventário de emissões com metodologias internacionalmente reconhecidas. Segundo representantes, o objetivo é fomentar a cultura da sustentabilidade nas áreas de atuação e elevar o nível de conformidade ambiental das atividades agropecuárias.

Coasa

Outro case apresentado foi o da Coasa (Cooperativa de Água Santa), do Rio Grande do Sul. Em um estado marcado por estiagens e enchentes recorrentes, a cooperativa tem investido em práticas que aumentam a resiliência do solo.

Segundo o engenheiro agronômo da Coasa, Ronaldo Scariot, uma das estratégias é manter plantas vivas no sistema pelo maior tempo possível, idealmente, 365 dias por ano, reduzindo períodos de solo descoberto.

“Sabemos que é impossível, mas a gente consegue trabalhar com o sistema adequado, conseguindo botar principalmente plantas naquele vazio outonal que tem no Rio Grande do Sul”, explica.

Segundo o engenheiro, a técnica de inserir culturas no vazio outonal, como o nabo pré-trigo, tem mostrado resultados positivos. Além de ajudar no sequestro de carbono, a planta pode fixar até 40 kg de nitrogênio, reduzindo custos e agregando renda ao produtor.

Importância da agricultura familiar

Experiências como essas demonstram que a agricultura regenerativa não surge do zero, ela evolui a partir de práticas que já são realizadas por agricultores familiares há décadas. Com apoio das cooperativas, esses sistemas ganham protagonismo.

A coordenadora geral de gestão do Ministério da Agricultura, Camila Rodrigues reforça que a agricultura familiar é parte fundamental da solução climática. “A agricultura familiar é parte da solução climática hoje, já que a gente tá aqui falando de COP. Quando se fala em agricultura regenerativa, sustentabilidade, devemos olhar para a agricultura familiar”, afirma.

Para avançar, eles defendem o fortalecimento das políticas públicas, o acesso facilitado a crédito, já que o Plano Safra da agricultura familiar é menor que o do setor empresarial, e maior disponibilidade de fundos voltados à adaptação, mitigação e transição sustentável



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Foragido de MS por vários crimes é capturado em ação conjunta no Paraná





A PC (Polícia Civil) de Sidrolândia, em ação integrada com a Polícia Civil do Paraná, cumpriu mandado de prisão preventiva nesta quinta-feira (13/11), contra homem de 26 anos, autor de diversos crimes praticados naquela cidade. Ele foi localizado e preso no Paraná.

De acordo com as informações levantadas, o indivíduo estava foragido da Justiça de Mato Grosso do Sul e estava com uma ordem judicial de prisão expedida pela Vara Criminal da Comarca de Sidrolândia.

No mumincípio, ele é investigado pelos crimes de roubo (art. 157), dano (art. 163), violação de domicílio (art. 150) e constrangimento ilegal (art. 146).

Após troca de informações de inteligência entre as unidades policiais dos dois estados, o investigado foi localizado pelos policiais paranaenses em uma residência no bairro Brejatuba, em Guaratuba (PR), onde ocorreu a prisão. O detido foi encaminhado à delegacia local e permanece à disposição da Justiça.




Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Tornado deixa rastro de destruição e prejuízos passam de R$ 150 mi no Paraná



A cidade de Rio Bonito do Iguaçu ainda vive um cenário de devastação. Mesmo com o trabalho intenso das equipes de limpeza, manutenção e reconstrução, a cidade deve levar muito tempo para se reerguer. Pelas ruas, o que se vê são estilhaços, placas retorcidas, pedaços de árvores e estruturas espalhadas por todos os lados.

Árvores de grande porte foram arrancadas pela raiz; outras, partidas ao meio. Em meio ao esforço das equipes, o desastre também é marcado por solidariedade.

Bases de todas as forças de segurança e atendimento emergencial foram mobilizadas para apoiar os trabalhos. No campo, os impactos são igualmente profundos. Em uma plantação de eucalipto, o rastro do tornado ficou desenhado entre as fileiras, revelando a intensidade dos ventos que ultrapassaram 300 km/h.

Em uma lavoura de soja, o produtor estima perda de 80% da produção. Em alguns pontos, a queda das folhas deixou apenas os caules expostos; em outros, a força do vento simplesmente arrancou as plantas do solo.

O produtor rural André Donatto percorreu a propriedade após o tornado e relatou o cenário. “Graças a Deus que estamos bem. Estamos bem, só com um estrago emocional e psicológico. A gente fica mais tristes com as vidas que foram ceifadas”, conta.

A produtora Marlei Donatto também reviveu os momentos de pânico.“Quando eu saí pra fora para olhar, o tempo vinha emendado. Quando saímos, já estava tudo destruído” disse.

A região é produtora de soja, milho, feijão, trigo e leite. Segundo entidades do setor, as maiores perdas estão concentradas em estruturas produtivas. Barracões de maquinários vieram ao chão, e um silo teve parte da estrutura completamente retorcida pela força do vento. De acordo com o Sindicato Rural de Laranjeiras do Sul, os prejuízos devem ultrapassar R$ 150 milhões.

“Nós andamos por várias propriedades fazendo levantamento das áreas mais afetadas. Se considerarmos todas as interrupções de produção, podemos chegar a esse valor. Muitas lavouras foram varridas pelo vento e pela chuva”, explica o presidente do sindicato rural Laranjeiras do Sul, Eliseu Fernando Telli.

Além de produtor, André Donatto dedica parte do tempo a um projeto social que forma futuros cowboys na cidade. A arena usada pelas crianças, porém, também foi totalmente destruída pela passagem do tornado, mais um símbolo da força do fenômeno e do longo caminho que Rio Bonito do Iguaçu terá pela frente até reconstruir o que foi perdido.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Na COP30, Mato Grosso do Sul adere ao “selo verde” europeu; entenda


Uma verdadeira ‘revolução silenciosa’ – como foi tratado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) o trabalho de desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul – foi apresentada ao mundo pelo Governo do Estado nesta semana na COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que começou segunda-feira (10) e vai até o próximo dia 21, em Belém (PA). O Estado se fez presente em painéis e debates diversos, mostrando que preservação ambiental e crescimento econômico podem caminhar juntos.

Sob os pilares da sustentabilidade, inclusão social, segurança alimentar e transição energética, o Governo Sul-mato-grossense promove diversas iniciativas voltadas para esse objetivo, criando um ambiente social atraente para investimentos privados e, ainda assim, respeitando a biodiversidade e conservação dos biomas aqui presentes: Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. A mais nova iniciativa foi formalizada durante a COP30, com a adesão de Mato Grosso do Sul ao selo verde da União Europeia, ação que fomenta o compromisso ambiental.

“O Mato Grosso do Sul aderiu ao selo verde, uma iniciativa da União Europeia junto com a Universidade Federal de Minas Gerais. E nós vamos garantir aos mercados europeus que a gente tem origem e procedência da nossa produção. É um acordo a partir das nossas próprias bases de produção e com garantia de manutenção do nosso mercado à comunidade europeia”, destaca o governador Eduardo Riedel, que completa sua fala fazendo um rápido balanço de sua participação na COP – apesar de seu retorno, o Estado segue participando da Conferência.

“Finalizamos com um sentimento positivo em relação ao que Mato Grosso do Sul tem mostrado ao mundo, e tenho certeza que isso vai permanecer na diretriz de produzir com sustentabilidade, como a gente sempre fez. Agora demonstramos isso de maneira mais enfática para os mercados globais”.

MS Carbono Neutro

A política pública estruturante que envolve o compromisso de MS em se tornar um estado carbono neutro até 2030 está consolidada e orienta diversas ações do Governo. A estratégia posiciona o Estado entre as lideranças ambientais do Brasil e funciona como eixo norteador para iniciativas de desenvolvimento econômico, inclusão social e fortalecimento de serviços essenciais, como a educação.

Com território composto em 27% pelo Pantanal (que tem 84% da vegetação preservarda), 63% pelo Cerrado e 10% pela Mata Atlântica, registrando a maior redução de emissões agropecuárias do país – 51% entre 2006 e 2022 –, Mato Grosso do Sul também se destaca por sua matriz com 94% da energia consumida renovável, garantindo coerência entre as metas ambientais e o modelo de desenvolvimento.

“Falamos sobre o Mato Grosso do Sul, mostramos a nossa diretriz e rumo. Tivemos a oportunidade de mostrar para o mundo que a nossa agricultura é muito mais sustentável do que se fala muitas vezes nos mercados consumidores, nos grandes mercados, seja a Ásia, Europa ou os Estados Unidos. Eles estão tendo a oportunidade de ver um pouco mais in loco, de discutir as diversas tecnologias e como que o nosso processo de produção tem uma neutralidade maior, uma neutralidade maior de carbono, um balanço mais eficiente de carbono, como que a gente tem mantido os nossos biomas, é muito positivo”, disse Riedel.

Durante dois dias o governador Eduardo Riedel participou, juntamente com o secretário Jaime Verruck e o secretário adjunto Artur Falcette, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambient, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) de painéis, discussões e trocas de experiências durante a COP30 em espaços como o da FNP (Frente Nacional de Prefeitos), Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente) e na Agrizone da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

Nos espaços foram apresentadas as iniciativas do Governo do Estado, e os resultados obtidos por meio delas, sempre voltadas a sustentabilidade – envolvendo a preservação do meio ambiente, aliado ao cuidado social e o desenvolvimento econômico como propulsor de ambas. A equipe de MS segue no evento internacional nos próximos dias, onde mantém agenda de apresentações e discussões dos projetos já desenvolvidos no Estado.

“Aqui na COP30 está muito evidente a discussão de economia circular. MS teve três empresas que foram selecionadas mostrando as práticas de referência, as chamadas boas práticas. Parabéns a Federação da Indústria Sul-mato-grossense que está na COP mostrando que pratica a economia circular, a sustentabilidade”, disse Verruck.

Durante as reuniões com representantes de grandes corporações globais, o governo apresentou os avanços obtidos em logística reversa, uso sustentável do solo e expansão das fontes renováveis de energia. Atualmente, 94% da matriz energética de Mato Grosso do Sul é renovável, o que reforça a coerência entre discurso e prática na condução das políticas públicas estaduais.

Liderança em sustentabilidade

Com avanço em políticas climáticas, o Mato Grosso do Sul consolidou sua posição como referência nacional e internacional na área e no desenvolvimento sustentável durante a COP30. Nos dias que esteve no evento, o governador Eduardo Riedel participou de painéis, reuniões e encontros com investidores, apresentando o conjunto de ações que têm colocado o Estado à frente na agenda de descarbonização e valorização ambiental.

Entre os destaques, o governador apresentou o projeto do mercado de carbono estadual, que será oficialmente lançado em janeiro, por meio de um chamamento público voltado ao REDD jurisdicional. O mecanismo permitirá atrair investimentos privados e gerar recursos que serão destinados a comunidades indígenas, ribeirinhas, produtores rurais e projetos municipais comprometidos com a preservação ambiental. A iniciativa integra a estratégia que levará o Estado à neutralidade de carbono até 2030.

Outro ponto central das discussões foi o fortalecimento das políticas voltadas ao Pantanal sul-mato-grossense, com a criação da Lei do Pantanal – pelo Governo do Estado com a participação e apoio de diversos órgãos envolvidos –, que estabelece regras claras para o uso econômico e a conservação do território, e instituiu o Fundo Clima Pantanal, destinado a remunerar quem mantém o bioma em sua forma natural. A proposta é reconhecer economicamente o papel de produtores rurais e comunidades tradicionais na preservação ambiental.

Com iniciativas concretas, parcerias internacionais e uma agenda climática robusta, Mato Grosso do Sul se consolida como exemplo de gestão pública sustentável, capaz de transformar a preservação ambiental em geração de emprego, renda e oportunidades para sua população.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

‘Sinalização positiva’, produtores de carne e café reagem ao anúncio da redução de tarifas pelos EUA



A ordem executiva assinada nesta sexta-feira (14) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinando a redução de tarifas sobre café, carne, frutas e açaí, repercutiu imediatamente entre entidades do agronegócio brasileiro. A medida é vista como um primeiro passo para destravar barreiras comerciais que restringem o acesso de produtos do Brasil ao mercado norte-americano.

Entre os setores diretamente beneficiados está o café, pois os EUA são o principal destino das exportações do produto brasileiro. Em nota divulgada na noite desta sexta-feira (14), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) informou que está avaliando os efeitos da ordem executiva.

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, lembrou que hoje existem duas tarifas aplicadas pelos EUA ao café brasileiro: a tarifa base, de 10%, e a tarifa adicional, de 40%, vinculada ao Artigo 301. Ele destacou que ainda é necessário analisar se o novo ato assinado por Trump se aplica apenas à tarifa de 10%, à de 40% ou a ambas.

“O Cecafé está em contato com seus pares americanos, neste momento, para analisar cuidadosamente a situação e entender o cenário que se apresenta. Voltaremos a nos pronunciar tão logo tenhamos os devidos esclarecimentos”, afirmou Ferreira.

Sinalização positiva

Para o setor de proteína animal, a notícia também foi recebida como um avanço. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Perosa, em entrevista a CNN, nesta sexta-feira, afirmou que a decisão norte-americana é uma sinalização clara de abertura para negociação, sobretudo diante dos impactos que as tarifas atuais têm sobre a competitividade da carne brasileira no mercado dos EUA.

Segundo Perosa, a ordem executiva mostra que Washington reconhece a necessidade de reavaliar medidas adotadas no passado, especialmente aquelas relacionadas ao Artigo 301, que ampliou barreiras sobre produtos que não atendiam exigências internas dos EUA. “Vejo como uma medida positiva do governo americano, que indica disposição de avançar nas conversas. Agora é aguardar os desdobramentos técnicos e diplomáticos”, afirmou.

Ele destacou que ainda não há clareza sobre qual tarifa será reduzida: a base de 10%, a adicional de 40% ou ambas. Mesmo assim, considera que a decisão representa um marco importante para retomar o fluxo comercial direto entre Brasil e Estados Unidos, especialmente para produtos bovinos.

Perosa ressaltou que as negociações tiveram forte componente diplomático e foram influenciadas por recentes encontros de alto nível entre os dois países, incluindo conversas entre os presidentes Lula e Trump e diálogos entre as chancelarias. “É inegável que, depois do encontro presidencial, as conversas destravaram. Houve um momento em que achávamos que poderia demorar mais, mas a diplomacia avançou e a medida veio”, explicou.

Carne brasileira volta ao radar dos EUA

O presidente da Abiec reforçou que uma eventual redução tarifária pode recolocar imediatamente a carne bovina brasileira em condições de competir nas prateleiras norte-americanas. Ele lembrou que os EUA são grandes consumidores de cortes usados pela indústria, como dianteiro, e que uma tarifa menor abre espaço para produtos como carne moída, hambúrguer, processados e outros itens da indústria frigorífica nacional.

“É a primeira sinalização concreta de que o fluxo comercial pode ser retomado em condições justas. O Brasil tem oferta, qualidade e competitividade para disputar esse mercado novamente”, afirmou Perosa.

Setor aguarda detalhes técnicos

Tanto Cecafé quanto Abiec reforçam que o momento é de cautela. As entidades aguardam a publicação completa da ordem executiva e o detalhamento dos percentuais que serão efetivamente reduzidos. Até lá, técnicos mantêm diálogo com autoridades americanas e com o governo brasileiro para entender os próximos passos.

Apesar das incertezas, o clima no agro é de otimismo. A redução tarifária sobre café, carne e outros produtos pode representar um reimpulso importante nas exportações brasileiras, especialmente diante de um mercado americano com forte demanda e grande capacidade de absorção de alimentos.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Renegados abrem a fronteira para a grande festa do motociclismo neste fim de semana


Com expectativa de reunir mais de 6 mil motociclistas em três dias de programação, o Parque de Exposições Alcindo Pereira, em Ponta Porã, será palco do 22º Encontro Internacional de Motociclistas – Motorcycle 2025. O evento começa na noite desta sexta-feira (14) e segue até domingo (16), prometendo uma celebração de grande porte para os apaixonados por motociclismo e som automotivo.

Reunindo dezenas de empresas de Ponta Porã, da região e de outros estados, o encontro cresce a cada edição, consolidando-se como o principal evento do gênero em Mato Grosso do Sul.

Programação
Sexta-feira (14)

A partir das 19h, o Bar do Rock abre a programação com shows das bandas Foice, Petrel e Veneno Urbano. Às 20h, a equipe Domínio Vertical sobe à arena com manobras radicais, empinadas e apresentações de pirofagia, unindo fogo e motocicletas em performances de alta precisão.

Na sequência, o espetáculo da Carreta Cuiabá Motos toma conta do parque, levando som automotivo de alta potência, iluminação especial em painel de LED e atrações inéditas preparadas para esta edição.

Sábado (15)

Os portões abrem às 8h, com uma agenda mais intensa ao longo do dia. Os shows no Bar do Rock começam às 18h, seguidos por novas apresentações da Domínio Vertical e da Carreta Cuiabá Motos. À noite, a banda Hermosa encerra a programação do dia, com entrada promocional para quem possuir acesso à pista.

Também no sábado, às 19h, ocorre a abertura oficial no QG dos Renegados, com presença de autoridades e convidados especiais.

Domingo (16)

O último dia do Motorcycle 2025 terá entrada gratuita, convidando toda a comunidade a participar do encerramento do encontro.

Realização

O Motorcycle 2025 é uma iniciativa do Moto Clube Renegados da Fronteira, com produção da OPA Organização de Eventos. A edição deste ano conta com apoio da senadora Soraya Thronicke, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, da SETESC (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e da Prefeitura Municipal de Ponta Porã.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

EUA diminuem tarifas sobre café, carne, frutas e açaí do Brasil



O governo dos Estados Unidos anunciou a redução das tarifas de reciprocidade sobre diversos produtos brasileiros, incluindo café, carne, bananas, algumas frutas tropicais frescas ou congeladas, castanha-do-Pará e açaí. A medida foi publicada nesta sexta-feira (14) em uma ordem executiva da Casa Branca.

A decisão entra em vigor para mercadorias importadas e retiradas em armazém desde a quinta-feira (13), embora ainda não tenha sido detalhado o percentual exato de redução.

Desde agosto, a importação de produtos brasileiros pelos EUA enfrentava uma sobretaxa de 50%, gerando impacto direto no setor de agronegócio do país. A expectativa é que a redução das tarifas estimule o comércio bilateral e alivie a pressão sobre produtores brasileiros.

A notícia foi inicialmente divulgada pelo G1.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
policia

Empresário douradense é preso novamente com carga milionária de iPhones contrabandeados


Pela segunda vez em menos de um mês, o empresário douradense Valdemir Couto Alencastro, de 47 anos, foi novamente detido transportando uma carga milionária de iPhones contrabandeados do Paraguai. A prisão mais recente ocorreu na tarde desta quinta-feira (13), por volta das 15h, na Avenida Guaicurus, em Dourados, durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Dias atrás, Alencastro já havia sido flagrado com 139 iPhones e 30 AirPods, avaliados em R$ 1,7 milhão, em uma ação que chamou a atenção pelo volume de produtos e pela tentativa de ocultação dentro de um veículo de luxo. Agora, reincidente, o empresário volta a ser detido com uma quantidade ainda maior.

Segundo informações do chefe da Delegacia da PRF em Dourados, Waldir Brasil, os agentes abordaram um Hyundai ix35 conduzido pelo empresário, que declarou estar retornando de Maracaju. Porém, ao consultar o sistema, os policiais confirmaram que ele havia sido preso no dia 23 de outubro, também por descaminho. Na ocasião, ele dirigia um Volvo carregado com aparelhos escondidos no painel e no porta-malas.

Durante a nova vistoria, os agentes encontraram um fundo falso nas laterais do veículo, onde estavam cuidadosamente escondidos 392 iPhones, dos modelos 17, 16 e 15 Pro Max — representando uma carga de alto valor de mercado, totalmente sem documentação fiscal ou qualquer comprovante de regularização aduaneira. O empresário afirmou que levaria os aparelhos até Dourados.



Veja a Matéria completa!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.