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AGROTEC 2025 reforça práticas sustentáveis como eixo da produção agrícola


A Jornada Integrada dos Cursos de Agronomia e Produção Agrícola – AGROTEC 2025, reuniu cerca de 700 participantes entre acadêmicos, profissionais e representantes do setor produtivo, consolidando-se como o maior evento acadêmico do agro no Mato Grosso do Sul. Encerrando as atividades da jornada, o 9º Dia de Campo, atestou o compromisso institucional com práticas que articulam teoria, pesquisa aplicada e integração comunitária.

A programação da jornada contemplou minicursos, palestras e visitas técnicas com foco na difusão de tecnologias e no fortalecimento de competências profissionais. Entre os destaques esteve a conferência ‘A Natureza como aliada na produção de grãos e carnes’, ministrada por João Pedro Cuthi Dias, que ressaltou a necessidade de compreender o solo como um organismo vivo. Segundo ele, “usar produtos naturais para atuar na fertilidade do solo, estimular a microbiota e gerar plantas mais resistentes é decisivo diante das variações climáticas que já fazem parte do cotidiano do produtor”.

João Pedro também enfatizou o papel crescente da Agronomia como área estratégica na tomada de decisões do campo. Para reforçar o argumento, citou o reconhecimento internacional da pesquisadora Mariângela Hungria, vencedora do Prêmio Mundial de Alimentação (World Food Prize), reconhecido como o “Nobel” da agricultura, pelo desenvolvimento de tecnologias com bactérias fixadoras de nitrogênio. “Hoje, grande parte das decisões do agricultor passa pelo aval dos técnicos, que transmitem resultados reais obtidos no campo”, observou.

No encerramento de sua fala, o palestrante ressaltou que encontros como a AGROTEC ampliam a capacidade formativa ao promover uma troca direta de ideias e desafios entre acadêmicos e profissionais, fortalecendo a construção coletiva de soluções para o setor. Para ele, essa interação é determinante para que os novos agrônomos assumam o papel de agentes de transformação no campo, difundindo práticas responsáveis. “É a mensagem da sustentabilidade que vai atuar nas duas grandes inseguranças do mundo hoje: a insegurança alimentar e a insegurança climática”, concluiu.

Para o coordenador do curso de Agronomia da UNIGRAN, Mateus Secretti, a edição deste ano consolidou a maturidade acadêmica do evento. “A AGROTEC integra cursos, empresas e comunidade em um ambiente de formação robusto. Após três dias de atividades, o Dia de Campo funciona como síntese do processo formativo, quando os acadêmicos apresentam trabalhos conduzidos ao longo do semestre e vivenciam o papel de protagonistas nas etapas produtivas”, explicou. As ações envolvem disciplinas de Fitopatologia, Culturas e de Fertilidade do Solo, permitindo que o acadêmico aplique, em condições reais, o conhecimento obtido em sala.

Durante o Dia de Campo, realizado no Cantão do Bosque, foram realizadas exposições de culturas e experimentos acadêmicos, consolidando o compromisso da UNIGRAN com o desenvolvimento regional por meio da união entre ciência, prática profissional e inovação.



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Preço do boi gordo encerra mais um dia em queda; veja cotações



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com tentativas de compra em patamares mais baixos no decorrer desta terça-feira (18).

“Os frigoríficos ainda estão temerosos em relação à China e qual será o posicionamento do principal importador de carne bovina brasileira em relação às investigações que vem sendo conduzidas desde o final do ano passado”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias a respeito das medidas de salvaguarda que a nação asiática estuda implementar para se proteger do impacto da importação na produção local.

Segundo ele, a demanda doméstica permanece aquecida, considerando a incidência do 13º salário, criação dos postos temporários de emprego e confraternizações inerentes ao período do final de cada ano.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,83 — ontem: R$ 326,33
  • Goiás: R$ 320,43 — R$ 320,32
  • Minas Gerais: R$ 318,24 — R$ 318,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,75 — R$ 319,20
  • Mato Grosso: R$ 303,43 — R$ 307,00

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes no decorrer da semana, e o ambiente de negócios sugere pela continuidade do movimento de alta no curtíssimo prazo.

  • Quarto traseiro: ainda é precificado a R$ 26,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: segue cotado a R$ 19,50 por quilo
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,25%, sendo negociado a R$ 5,3180 para venda e a R$ 5,3160 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3152 e a máxima de R$ 5,3457.



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Identificadas vítimas de duplo homicídio em Ponta Porã


Duplo homicídio no Jardim Marambaia: vítimas são identificadas em Ponta Porã
Foram identificadas as duas vítimas do duplo homicídio ocorrido na tarde desta terça-feira (18) em Ponta Porã. Carlos Augusto Amorim Escobar e Ilton Ferreira Pereira foram mortos a tiros por pistoleiros em frente a um lava-rápido localizado no Jardim Marambaia.

Equipes da Polícia Civil estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos. O delegado Matheus Tarchetti Peixoto conduz as investigações, mas, até o momento, a dinâmica do crime ainda não foi esclarecida. Segundo informações preliminares, as vítimas foram surpreendidas por disparos de arma de fogo enquanto estavam em frente ao estabelecimento comercial. Os executores fugiram e ainda não foram identificados.

Com essas duas mortes, o número de vítimas de homicídios registrados em Ponta Porã sobe para seis apenas desde a madrugada de domingo (16), acendendo um alerta sobre a escalada da violência na região.



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Duplo homicídio no Jardim Marambaia: vítimas são identificadas em Ponta Porã





Foram identificadas as duas vítimas do duplo homicídio ocorrido na tarde desta terça-feira (18) em Ponta Porã. Carlos Augusto Amorim Escobar e Ilton Ferreira Pereira foram mortos a tiros por pistoleiros em frente a um lava-rápido localizado no Jardim Marambaia.
Equipes da Polícia Civil estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos. O delegado Matheus Tarchetti Peixoto conduz as investigações, mas, até o momento, a dinâmica do crime ainda não foi esclarecida.

Segundo informações preliminares, as vítimas foram surpreendidas por disparos de arma de fogo enquanto estavam em frente ao estabelecimento comercial. Os executores fugiram e ainda não foram identificados.

Com essas duas mortes, o número de vítimas de homicídios registrados em Ponta Porã sobe para seis apenas desde a madrugada de domingo (16), acendendo um alerta sobre a escalada da violência na região.




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Lula rebate críticas e sai em defesa do Pará após declaração do chanceler alemão


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu nesta terça-feira (18) uma declaração dada pelo primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, no último dia 13 de novembro, que fazia uma comparação depreciativa de Belém, no Pará, com Berlim, capital da Alemanha.

“Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará e a cidade de Belém”, afirmou o presidente brasileiro durante a cerimônia de inauguração da Ponte que liga Xambioá, em Tocantins a São Geraldo do Araguaia, no Pará.

A afirmação ocorreu depois que o chanceler alemão Merz, declarou publicamente que ninguém de sua equipe quis permanecer em Belém para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), porque Berlim é uma cidade muito bonita.

O presidente Lula lembrou em discurso que quando decidiu fazer a COP no Pará muitos reclamaram e disseram que deveria ser no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Reclamaram de muitas coisas como o preço do refrigerante, mas nunca reclamaram do preço de uma água em um aeroporto internacional.

Ao citar a declaração de Friedrich Merz, o presidente brasileiro reforçou que faltou conhecimento por parte dos visitantes.

“Ele, na verdade, devia ter ido em um boteco no Pará. Ele, na verdade, deveria ter dançado no Pará. Ele deveria ter provado a culinária do Pará. Porque ele ia perceber que Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará, a cidade de Belém”, concluiu.



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Mato Grosso do Sul prepara serviços para oferta da vacina contra bronquiolite a gestantes pelo SUS


Mato Grosso do Sul está com toda a rede de saúde estruturada para iniciar a vacinação contra a bronquiolite em grávidas a partir de 28 semanas de gestação. O imunizante que passará a ser disponibilizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) deve chegar ainda neste mês aos estados. Serão 1,8 milhão de doses distribuídas para todo o País como forma de combater o VSR (Vírus Sincicial Respiratório), que responde por 60% das pneumonias em crianças menores de 2 anos.

Foto: Ilustrativa/Conselho Federal de Enfermagem

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) concluiu o treinamento das equipes, alinhou fluxos com os municípios e equipes das UBS (Unidades Básicas de Saúde) que iniciarão a aplicação assim que o Ministério da Saúde entregar as vacinas. Ainda não há confirmação do quantitativo por estado, mas a expectativa é que 100% do público-alvo de gestantes a partir da 28ª semana recebam uma dose do imunizante.

“O alinhamento prévio com as equipes municipais permite que toda a rede opere com fluxo definido, garantindo segurança e eficiência na distribuição e aplicação. A rede está organizada para garantir que cada gestante receba a dose no tempo certo”, afirma a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone.

Capacitação

Durante a web-reunião realizada na última semana com coordenadores municipais de imunização, a SES repassou todas as orientações oficiais do informe técnico, garantindo que o início da campanha ocorra de forma padronizada em todo o Estado.

Na ocasião, todos os municípios receberam informações acerca do fluxo de atendimento das gestantes, a importância da verificação da idade gestacional a partir de 28 semanas, a organização das salas de vacinação, o registro adequado das doses e a priorização do atendimento no pré-natal.

Verificação de cadernetas de vacinação. Foto: Arquivo.

As equipes também alinharam detalhes sobre triagem, acolhimento e padronização dos procedimentos, garantindo que a campanha comece de forma segura e uniforme em todo o Estado. Segundo o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, MS está preparado para iniciar quando as doses chegarem.

“Concluímos a capacitação dos municípios, revisamos todo o informe técnico e estruturamos a metodologia de aplicação. O Estado está plenamente preparado. Essa vacinação será determinante para reduzir internações e complicações por bronquiolite no início da vida”, ressaltou.

Por que a vacina é essencial para prevenir bronquiolite?

A proteção contra o VSR é considerada estratégica porque o vírus é a principal causa de bronquiolite e pneumonia em bebês — doenças que podem levar à internação e, em casos mais graves, à necessidade de suporte respiratório.

A vacinação durante a gestação possibilita que os anticorpos passem para o bebê pela placenta, garantindo proteção desde o nascimento, período em que a criança é mais vulnerável a infecções respiratórias. Esse efeito é especialmente importante nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não pode receber diretamente outros imunizantes contra o VSR.

Foto: Saul Schramm

Além disso, ao vacinar gestantes, a estratégia nacional reduz o risco de surtos sazonais, diminui a carga sobre as emergências pediátricas e evita agravamentos que são comuns no pico de circulação do vírus. A recomendação é que a dose seja aplicada a partir da 28ª semana, garantindo a máxima transferência de anticorpos e proteção contínua até o nascimento.

Danúbia Burema, Comunicação SES
Foto de capa: Agência Brasil



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Cerca de 2 mil drones irregulares são identificados na COP30





A Polícia Federal (PF) divulgou, nesta terça-feira (18), dados parciais mostrando que mais de 2 mil drones entraram em operação, sem a devida autorização, em áreas sensíveis durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), em Belém.

As operações de vigilância e defesa do espaço aéreo são conduzidas pelo Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM). O centro informou que o sistema de monitoramento identificou, entre os dias 31 de outubro e 15 de novembro, 2.270 drones ilegais e impediu 184 tentativas de voo proibido.

“A PF reforça que está proibido operar drones nas áreas vinculadas à conferência e à segurança presidencial, especialmente nos arredores do Aeroporto Internacional de Belém, do Parque da Cidade, dos portos Miramar e Outeiro e de qualquer local onde o presidente da República esteja presente”.

A Polícia Federal lembra que está sujeito a infração administrativa o emprego de aeronaves remotamente pilotadas sem a devida permissão. Além da possível configuração de ato criminoso, a ação submete o responsável a penalidades civis, criminais e administrativas, segundo a legislação penal e aeronáutica do país.

“As atividades de monitoramento e neutralização seguirão sendo executadas pela Polícia Federal para assegurar a proteção do evento e a segurança dos participantes”, diz a PF.




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‘Mudança do clima é assunto do presente, não do futuro’, diz ex-ministra do Meio Ambiente



A COP30, em Belém, tem ampliado o espaço para discutir agricultura, clima e segurança alimentar. Diante disso, a COPTV do Agro, transmitida pelo Canal Rural, se tornou um dos principais pontos de encontro dessas agendas. Nesta terça-feira (18), um dos assuntos em destaque foi o papel estratégico da agricultura tropical no enfrentamento das mudanças climáticas.

Sobre este assunto, o secretário-executivo do Consórcio Amazônia Legal, Marcello Brito, conversou com a ex-ministra do Meio Ambiente e co-presidente do painel internacional de recursos naturais da Organização das Nações Unidas (ONU), Izabella Teixeira, que destacou a conferência como uma virada no debate climático.

Para ela, as mudanças do clima deixaram de ser um tema de futuro e passaram a exigir soluções imediatas — e muitas delas já vêm da agropecuária brasileira. “A agricultura tropical chega a esta COP com soluções concretas, capazes de transformar o debate sobre segurança alimentar e clima”, afirmou.

Agricultura na centralidade do debate

A ex-ministra avaliou que esta é uma das edições da COP com maior presença de discussões sobre agricultura, pecuária regenerativa e restauração florestal. Segundo ela, o Brasil “chegou chegando”, apresentando tecnologias e práticas que unem produtividade, conservação e redução de emissões.

Teixeira citou avanços ligados à remoção de carbono — tanto pela restauração florestal quanto por tecnologias como pó de rocha — e destacou que produtores, indústrias e países parceiros têm participado de forma mais ativa. “Nunca vi tantos debates envolvendo agricultura, tecnologia, pequenos produtores, indústria e a comunidade internacional”, disse.

Ela também destacou o papel da agricultura tropical como diferencial competitivo. Para a ex-ministra, o reconhecimento global dessa categoria, distinta da agricultura de clima temperado, representa uma conquista importante para o Brasil.

Negociações, financiamento e regulação

A diplomacia brasileira, segundo a representante da ONU, atua em um ambiente de alta complexidade, marcado por temas estruturantes para o futuro das políticas climáticas. Entre os assuntos em negociação, ela citou financiamento climático, indicadores de adaptação e mitigação, transparência e a discussão sobre a eliminação progressiva de combustíveis fósseis.

Teixeira reforçou que a regulação será determinante para acelerar ou atrasar a transição. Como exemplo, mencionou a discussão global sobre o binômio clima–comércio, vista por ela como oportunidade para enfrentar barreiras protecionistas e alinhar critérios ambientais ao comércio internacional.

Tecnologia, competitividade e renda no campo

Além disso, a ex-ministra destacou a combinação entre tecnologia, conhecimento do produtor e inteligência da natureza como base para um novo padrão de segurança alimentar. Para ela, temas como bioenergia, biofertilizantes, uso de pó de rocha e sistemas integrados devem ganhar espaço na estratégia de descarbonização da produção.

Teixeira ressaltou ainda que a transição climática precisa ser acompanhada por ganhos econômicos para o produtor. “O agricultor tem que conseguir descarbonizar, aumentar produtividade, renda e garantir mercado. As novas tecnologias precisam ser viáveis no campo”, afirmou.

Ela mencionou também o lançamento da carne neutra (Net Zero), desenvolvido pela Embrapa em parceria com o setor privado, como exemplo de como empresas começam a pautar novas soluções baseadas em tecnologia e rastreabilidade.

Desmatamento, futuro da agricultura e pós-Belém

Ao final, Izabella Teixeira defendeu que a agricultura brasileira deve continuar avançando com responsabilidade ambiental, reforçando o compromisso histórico do setor de não pactuar com desmatamento ilegal. Para ela, o pós-Belém será decisivo para consolidar a agricultura tropical como referência global em segurança alimentar, mitigação de emissões e inovação tecnológica.

“O Brasil tem condições de pautar uma nova agenda global. A agricultura tropical existe, é competitiva e pode conduzir soluções para segurança tecnológica, climática e energética”, afirmou.



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Dois são executados no Jardim Marambaia em Ponta Porã


Dois homens ainda não identificados foram mortos a tiros na tarde desta terça-feira (18) ao em frente a um lava rápido no Jardim Marambaia em Ponta Porã. Ainda não há informações sobre o caso. Policiais civis e militares estão no local. Mais informações em breve.



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Valor Bruto da Produção Agropecuária de MS cresce 23,6% e atinge R$ 76,3 bilhões


Mato Grosso do Sul deverá encerrar o ano com o valor da produção agropecuária superando R$ 76,3 bilhões, conforme a Carta de Conjuntura da Agropecuária, divulgada segunda-feira (17) pela Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo o levantamento, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Estado deve crescer 23,68% em relação a setembro de 2024, quando somava R$ 61,7 bilhões. Com esse desempenho, Mato Grosso do Sul mantém a 7ª posição no ranking nacional, respondendo por 5,42% do VBP do Brasil.

Na composição da renda, a agricultura segue líder, representando 63,83% do VBP estadual — equivalente a R$ 48,71 bilhões, um avanço de 19,54% em comparação a 2024. A pecuária responde por 36,16% do valor total, com R$ 27,60 bilhões, crescimento de 31,71% na comparação anual.

Entre os produtos, os destaques do VBP estadual são: soja 34,48%; bovinos 26,76%; milho 14,42%; cana-de-açúcar 11,63%; frango 4,38%; suínos 3,77% e outros com 9,56%.

Produção agrícola em 2025

A pesquisa também aponta avanço na produção agrícola estimada para 2025, que deve atingir 76,93 milhões de toneladas, aumento de 2,27% em relação a outubro de 2024. A área colhida deve totalizar 7,56 milhões de hectares, alta de 5,58% no mesmo comparativo. Desse total, 24,74 milhões de toneladas correspondem a cereais, leguminosas e oleaginosas.

Até outubro de 2025, foram colhidos 7,56 milhões de hectares, também representando alta de 5,58% frente ao ano anterior. Entre os maiores aumentos de produção estão: amendoim (1ª safra) 276%; sorgo 72% e arroz 42%. O sorgo é um dos destaques entre as culturas, com crescimento de quase 64% nesta safra saindo de 84 mil para 137,8 mil hectares.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, frisou a importância da diversificação da matriz da produção. “Investimos na diversificação de culturas com a inserção de espécies como o amendoim e o sorgo, que hoje figuram como destaque na agropecuária estadual”, salientou.

Pecuária

O boletim aponta ajustes na produção pecuária. O maior crescimento ocorreu no rebanho de aves, que chegou a 125 milhões de cabeças, alta de 13,13%. Na sequência vem o bicho-da-seda, com 20 milhões de cabeças (+0,84%), além de outras categorias do setor, que somaram crescimento de 98,53%.

Emprego no setor agropecuário

Em setembro, o setor agropecuário registrou 100.125 trabalhadores empregados. O subsetor de Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados concentrou 83.194 desses trabalhadores (83,09% do total). O salário médio de admissão ficou em R$ 2.282,02. Entre janeiro de 2020 e outubro de 2025, o emprego no agro em MS cresceu 33,23%.

Verruck destacou que os números reforçam a força e a organização da agropecuária sul-mato-grossense.

“O crescimento expressivo do VBP e da produção agrícola e pecuária mostra que Mato Grosso do Sul permanece em trajetória sólida de expansão. Esse resultado é fruto direto do esforço dos produtores, da adoção de tecnologias e, principalmente, das políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado. Trabalhamos para garantir segurança jurídica, infraestrutura, logística e incentivos que permitem ao setor crescer com sustentabilidade. Os dados comprovam que nosso planejamento está no caminho certo e que o agro segue sendo o grande motor do desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul.”, comentou.



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