Na manhã desta terça-feira (18), uma operação deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul mobilizou agentes do GAECO (Grupo de Atuação Especial em Repressão ao Crime Organizado) e do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) para cumprir mandados de busca e apreensão em Sidrolândia. A ação mira vereadores, ex-vereadores e ex-gestores suspeitos de envolvimento em possíveis irregularidades no Hospital Dona Elmíria Silvério Barbosa.
Entre os alvos está Jacob Breure, ex-presidente da instituição. As equipes cumpriram mandados em endereços ligados aos investigados, mas, até o momento, não foram fornecidos detalhes sobre eventuais prisões ou materiais apreendidos.
A operação segue em andamento, e o Ministério Público ainda não divulgou informações complementares sobre o teor das suspeitas ou o estágio da investigação. A expectativa é de que novas atualizações sejam apresentadas ao longo do dia.
Uma adolescente de 16 anos foi gravemente ferida após ser esfaqueada no peito durante uma discussão, na noite de domingo (16), em Pedro Juan Caballero. A jovem permanece internada no Hospital Regional, onde recebe cuidados médicos.
O caso ocorreu na Estância Luna Porã, na Colônia San Luis, localizada a cerca de 20 quilômetros do centro da cidade. Segundo informações repassadas pela família, a vítima estava em seu local de trabalho quando foi surpreendida por uma jovem de 18 anos, identificada como Villalba, com quem teria uma desavença pessoal.
Ainda conforme relato do pai da vítima, de 48 anos, as duas iniciaram uma discussão que rapidamente evoluiu para agressão. Em determinado momento, a suspeita sacou uma faca de mesa que carregava na cintura e desferiu um golpe no lado direito do peito da adolescente. Logo após o ataque, ela fugiu e segue sendo procurada pela polícia paraguaia.
O pai prestou socorro imediato à filha e a levou ao Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, onde ela permanece internada. A Polícia Nacional do Paraguai investiga o caso e trabalha para localizar a agressora.
Sugestões de melhoria para clareza e impacto na notícia
Incluir atualização do estado de saúde da vítima, caso o hospital forneça novas informações.
Há mais de trinta anos o mundo repete o mesmo ritual, líderes chegam às COPs fazendo discursos grandiosos, prometem defender florestas, financiar a transição energética e ajudar quem mais sofre com o clima extremo. Mas basta olhar o saldo de três décadas para perceber a verdade desconfortável, o que se multiplica são as metas, não o dinheiro.
A COP 30, em Belém, expôs esse fosso com clareza. E nesta quarta-feira(19/11), Lula aterrissa na cidade para tentar o que parece impossível: costurar um acordo final sem dissidências num ambiente em que ninguém quer abrir o bolso.
A linha do tempo da frustração
2009 — Copenhague: a promessa dos US$ 100 bilhões por ano nasce. Nunca entregue no prazo.
2015 — Paris: metas elegantes, mas financeiramente vagas.
2022 — COP 27: cria-se o Fundo de Perdas e Danos com valores simbólicos.
2024 — COP 29: o mundo eleva a ambição para US$ 300 bilhões/ano até 2035, quando o necessário são trilhões.
2025 — Belém: o Brasil tenta liderar a convergência — mas encontra mais ruído do que consenso.
E justamente na COP que o país sediou, veio a frase que incendiou os bastidores.
A declaração que abalou a diplomacia
Durante sua passagem por Belém, o chanceler alemão Friedrich Merz resumiu em uma linha aquilo que muitos negociadores diziam em privado: “Fiquei aliviado ao deixar Belém. Faltou clareza, faltou ambição e faltou compromisso real com financiamento climático.”
A fala repercutiu porque capturou o clima da conferência: muita expectativa, muita conversa… e pouquíssimo avanço concreto. Para diplomatas, a mensagem foi direta: as potências estão cansando de negociações travadas, o consenso está longe, e o Brasil enfrenta o desafio de unir quase 200 países que discordam sobre tudo — especialmente sobre dinheiro.
Merz acabou dizendo em voz alta o que muitos só comentavam nos corredores: ninguém quer pagar, mas todos querem sair bem na foto.
Os números:
A matemática é implacável:
O planeta precisa de US$ 6,3 trilhões por ano para manter o Acordo de Paris vivo.
Em 2023, só US$ 1,9 trilhão foram mobilizados.
Em 2024, o mercado despejou US$ 800 bilhões em combustíveis fósseis — mais para a crise do que para a solução.
Países pobres já acumulam US$ 400 bilhões em perdas climáticas por ano.
Ou seja: não existe financiamento climático em escala real. Não ainda.
As quatro forças que bloqueiam tudo
Países ricos: admitem a responsabilidade histórica, mas entregam menos do que prometem.
Emergentes: dizem que ainda têm milhões de pessoas pobres — e não podem arcar com a conta sozinhos.
Produtores de petróleo e gás: resistem a qualquer compromisso que limite seus combustíveis.
Países vulneráveis: pedem ajuda imediata, mas recebem migalhas e muita burocracia.
É exatamente essa paralisia que o comentário de Merz expôs ao mundo: “Não falta ciência. Falta coragem para decidir.”
A COP 30 é decisiva porque o tempo simplesmente acabou. E Lula chega a Belém com o desafio mais complexo da diplomacia moderna: construir consenso num mundo que já não consegue concordar nem sobre a urgência da vida na Terra. Mas a realidade é incontornável: Salvar o planeta custa caro. Não salvá-lo custará muito mais.
Enquanto quase 200 países discutem quem paga a conta, o planeta segue esquentando — e a COP 30 corre o risco de entrar para a história como mais um capítulo da equação que ameaça o futuro: Muita conversa, pouco dinheiro e nenhum consenso.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
O Rodoanel Viário de Ponta Porã está interditado na manhã desta terça-feira (18), na altura do bairro São João. Um capotamento que deixou pelo menos uma pessoa ferida, aconteceu na madrugada e socorristas do Serviço Móvel de Urgência (SAMU) foram acionados para o resgate.
Ainda não há mais informações e o caso está em andamento.
No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o pessimismo sobre corte de juros nos EUA pressionou bolsas e moedas globais, com destaque para queda de mais de 1% em NY.
A valorização do dólar afetou o real, que fechou acima de R$ 5,30, e o Ibovespa perdeu o nível dos 157 mil pontos.
Hoje, atenção ao IPC, IGP-M prévio e bateria de indicadores americanos que devem calibrar expectativas para os juros.
Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.
A terça-feira (18) será de tempo instável, com chuvas fortes, risco de temporais e trovoadas no Sul, Sudeste e Norte. Já no Centro-Oeste, precipitações intensas também não estão descartadas, enquanto o Nordeste convive com altas temperaturas e clima mais seco. Confira:
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Sul
A presença de área de baixa pressão entre a costa da Região Sul e Sudeste deve favorecer o tempo instável no norte gaúcho, em todo o estado catarinense e na metade sul e leste do Paraná, com pancadas de chuva moderadas a fortes e risco de temporais em alguns pontos isolados. Em território paranaense, o deslocamento da frente também mantém o tempo instável na região.
Sudeste
A frente fria segue se deslocando pelo estado de São Paulo, provocando pancadas de chuva moderadas a fortes, com trovoadas e risco de temporais em alguns pontos isolados, principalmente em áreas do sul, litoral, nordeste e interior do estado. No sul de Minas Gerais, há chance de chuvas mais isoladas pela manhã e de fraca intensidade. Com o deslocamento da frente fria, as instabilidades também avançam por boa parte da metade sul de Minas, áreas do Triângulo e leste mineiro, além do Rio de Janeiro, provocando pancadas moderadas a fortes, com raios e trovoadas. No sul do Espírito Santo, há chance de chuva à noite. As temperaturas diminuem em grande parte do estado paulista e no sul de Minas.
Centro-Oeste
As instabilidades seguem ocorrendo em Mato Grosso do Sul, desde a madrugada e ao longo da manhã, diminuindo até o início da tarde, quando o tempo deve ficar mais firme. Em Mato Grosso, pancadas de chuva pela madrugada e manhã até a tarde no norte do estado, se estendendo para áreas mais ao oeste ao longo do dia; no sudeste, algumas instabilidades também avançam. Já em Goiás, as pancadas de chuva ficam mais concentradas na metade sul do estado, com pancadas moderadas a fortes e trovoadas. Nas demais áreas, o tempo segue mais firme ao longo do dia.
Nordeste
O tempo segue firme pela região e há chance de chuva apenas em áreas do interior do Maranhão e do Piauí, de maneira mais fraca e isolada. As temperaturas seguem elevadas pela região, com máxima de 36°C em Piauí. A umidade do ar segue baixa pelo interior nordestino.
Norte
As pancadas de chuva ganham força novamente em grande parte do Amazonas, com pancadas moderadas a fortes e risco de temporais em alguns pontos. No Acre, Rondônia e Roraima, as pancadas de chuva aumentam e pode chover de maneira moderada. Já no Amapá e no sudoeste do Pará, as instabilidades seguem ocorrendo, enquanto boa parte do Pará e do Tocantins se mantém com tempo mais seco e firme.
A União Europeia confirmou oficialmente ao governo brasileiro a retomada do sistema de habilitação por indicação sanitária, o chamado pre-listing, para estabelecimentos exportadores de carne de aves e ovos do Brasil. O anúncio marca o retorno de um dos mercados mais valorizados pelo setor, fechado desde 2018.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, celebrou o avanço. “Uma grande notícia é a retomada do pré-listing para a União Europeia. Esse mercado espetacular, remunerador para o frango e para os ovos brasileiros, estava fechado desde 2018. Portanto, sete anos com o Brasil fora”, destacou.
Com a decisão, plantas industriais que atenderem às normas sanitárias exigidas pela UE poderão ser indicadas diretamente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No modelo de pre-listing, o Mapa certifica as unidades que cumprem as regras europeias e envia a lista ao bloco, sem necessidade de inspeções individuais, o que torna a habilitação mais rápida e previsível.
“Trabalhamos três anos na reabertura e, finalmente, oficialmente, o mercado está reaberto. Todas as agroindústrias que produzem ovos e frangos e que cumprirem os pré-requisitos sanitários podem vender para a Comunidade Europeia”, afirmou Fávaro.
A confirmação do mecanismo é resultado de uma série de negociações ao longo de 2025. Em outubro, uma missão brasileira a Bruxelas levou à UE pedidos prioritários, incluindo o restabelecimento do pre-listing para proteína animal, avanços nas tratativas para o retorno dos pescados e o reconhecimento da regionalização de doenças.
Dias depois, uma reunião de alto nível em São Paulo, entre o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, e o comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, consolidou os entendimentos bilaterais. O encontro também encaminhou o pre-listing para ovos e o agendamento da auditoria europeia do sistema brasileiro de pescados.
Além disso, Brasil e União Europeia acertaram a criação de um mecanismo permanente de diálogo sanitário e regulatório, com próxima reunião prevista para o primeiro trimestre de 2026. A iniciativa pretende dar mais previsibilidade às regras, reduzir entraves técnicos e fortalecer o comércio agropecuário entre as duas partes.
Com o pre-listing restabelecido, o Brasil reforça a credibilidade de seu sistema de inspeção oficial e avança em uma agenda baseada em cooperação regulatória, segurança alimentar e facilitação de comércio — pilares essenciais para ampliar competitividade e acesso ao mercado europeu.
Com o tema ‘Odontologia 360°: desafios e inovações nas especialidades’, a X JOGRAN – Jornada Acadêmica de Odontologia, demonstrou a importância de ampliar a compreensão acadêmica sobre as transformações científicas e tecnológicas da área e sobre a responsabilidade social da profissão.
A abertura do evento foi conduzida pela Dra. Paula Mendes, pesquisadora com trajetória consolidada em Odontopediatria, Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental, que discutiu os desafios do atendimento a populações em situação de vulnerabilidade.
Em sua fala, ela destacou que a desigualdade em saúde bucal ainda é um dos principais entraves no país. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, cerca de 14 milhões de brasileiros com mais de 18 anos vivem sem nenhum dente, condição chamada de ‘edentulismo total’. Para a doutora, os dados reforçam que o atendimento a grupos vulneráveis exige preparo técnico, sensibilidade e capacidade de adaptação por parte dos profissionais de odontologia.
Ao longo do evento, os acadêmicos participaram de conferências sobre sorriso gengival, fissura labiopalatina, harmonização facial, inteligência artificial aplicada à Odontologia, além de atividades hands on em Dentística e Endodontia. Para a acadêmica Kettilly Kelly Cândido Nascimento, do 8º semestre, as vivências práticas ampliaram sua percepção sobre as especialidades: “Os hands on foram essenciais para aprofundarmos áreas de interesse, com orientações diretas de professores experientes”.
Kettilly também ressaltou o impacto da abordagem social apresentada no evento: “A odontologia social que foi algo que me marcou muito, e é uma realidade que difere um pouco do consultório odontológico e que abrange o acolhimento e trabalho social que vai muito além das paredes da clínica”.
Sobre a aplicação imediata dos conceitos aprendidos durante a JOGRAN, a acadêmica destacou as técnicas de manejo infantil: “Na odontopediatria, vimos estratégias que já podemos implementar nos estágios, especialmente no comportamento das crianças”.
Em sua décima edição, a JOGRAN se materializa como espaço essencial para integrar ensino, pesquisa e extensão na formação de profissionais atualizados, sensíveis e preparados para atuar em contextos diversos, alinhando inovação clínica e compromisso social.
A investigação sobre o latrocínio que vitimou o padre Alexsandro da Silva Lima, de 44 anos, em Dourados, segue avançando e ganhando novos desdobramentos. Nesta segunda-feira (17), o jovem de 18 anos apontado como autor principal do crime foi transferido para a Penitenciária Estadual de Dourados (PED), após ter a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva pela Justiça.
Segundo a Polícia Civil, o rapaz é acusado de assassinar o religioso com golpes de marreta e faca dentro da residência da vítima, na noite de sexta-feira (14). O corpo do padre foi encontrado no sábado (15), enrolado em um tapete, abandonado no Distrito Industrial.
Outro adolescente, que teria ajudado a ocultar o cadáver, permanece em regime cautelar diverso da prisão, beneficiado por liberdade provisória. Já os outros três investigados — um adulto e duas adolescentes — seguem respondendo por fraude processual e furto de bens após a morte do sacerdote.
Durante o interrogatório, o autor principal afirmou que o crime teria sido motivado por um suposto ato sexual forçado. A Polícia Civil, no entanto, refutou categoricamente essa versão. O delegado Lucas Albe Veppo esclareceu que não há qualquer indício de relação sexual ou afetiva entre o acusado e o padre. Segundo ele, a narrativa apresentada pelo jovem não encontra respaldo nas provas colhidas até o momento.
A linha de investigação permanece centrada no latrocínio, com foco na tentativa de subtrair o veículo pertencente à Mitra Diocesana.
Áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul registraram fortes pancadas de chuva nesta segunda-feira (17) com a passagem de uma nova frente fria. Em vários pontos, os temporais vieram acompanhados de rajadas intensas de vento.
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Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Laguna Carapã (MS) teve rajada de 104 km/h, enquanto no domingo à noite Planalto (PR) registrou 85 km/h.
Os volumes de chuva também chamaram atenção. Em Mato Grosso do Sul, entre 16h de domingo (16) e 16h de segunda-feira (17), choveu:
79,8 mm em Caarapó
78,0 mm em Ivinhema
65,4 mm em Sete Lagoas
62,4 mm em Laguna Carapã
No Paraná, no mesmo período, o Simepar registrou:
74,8 mm em Altônia
65,4 mm em Apucarana
61,6 mm em Cianorte
58,8 mm em Londrina
Leste do Paraná segue em alerta nesta terça
Mesmo com o afastamento da frente fria, o leste do Paraná permanece em alerta para chuva forte e volumosa nesta terça-feira (18), de acordo com a Climatempo.
A Grande Curitiba e o litoral concentram o maior risco de temporais. No sudoeste — incluindo Foz do Iguaçu — e em áreas do sul, centro e norte do estado, ainda podem ocorrer pancadas moderadas a fortes, intercaladas com aberturas de sol.
O centro-oeste paranaense terá tempo firme e sem expectativa de chuva. Entre quarta e sexta-feira, o ar seco volta a predominar, garantindo dias ensolarados, madrugadas amenas e tardes progressivamente mais quentes.
MS terá trégua da chuva e volta do calor
Em Mato Grosso do Sul, a terça-feira será marcada por tempo mais firme. Com o afastamento da frente fria e mudanças na circulação de ventos em vários níveis da atmosfera, as nuvens carregadas se dissipam.
O sol aparece desde cedo em Campo Grande e na maior parte do estado. Ainda pode chover de forma rápida na madrugada ou no início da manhã em áreas próximas a Goiás, São Paulo e Minas Gerais.
Entre quarta (19) e sexta-feira (21), o tempo firme predomina. As tardes ficam muito quentes, e os índices de umidade relativa do ar devem cair, podendo atingir cerca de 30% nas horas mais quentes — nível considerado de atenção.