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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4


A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (19) a parcela de novembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,28. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,65 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,69 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 735 cidades receberam o pagamento na última sexta-feira (14), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores dos 497 municípios do Rio Grande do Sul e de todos os 22 municípios do Acre. Também foram beneficiadas cidades em sete estados: Rio Grande do Norte (147), Paraná (38), Sergipe (9), São Paulo (7), Piauí (6), Roraima (6) e Amazonas (3). Entre as cidades paranaenses com pagamento unificado, está Rio Bonito do Iguaçu, que teve 90% das construções destruídas por um tornado.

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,42 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Em junho, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição desde junho. Quem se enquadrou na regra até maio deste ano continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.



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Como ficaram os preços de soja na véspera do feriado? Saiba as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja registrou um dia totalmente travado nesta quarta-feira, 19 de novembro de 2025. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, com o feriado amanhã, poucas empresas estão negociando, algumas tradings estão fora, cooperativas também, e o produtor focado no plantio.

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Com a soja recuando na Bolsa e prêmios negativos, houve queda nos preços do físico. De maneira geral, o mercado ficou lento, com algumas chuvas no Centro-Oeste e foco total no plantio. Na safra nova, não houve reporte de grandes ofertas.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,50 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 128,00 para R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em baixa, com realização de lucros liderada pelo óleo de soja. Os traders monitoram compras da China dentro de uma trégua comercial com os EUA.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) confirmou a venda de 330.000 toneladas métricas de soja para a China, um dia após confirmar vendas de 792.000 toneladas. O governo americano avalia adiar cortes nos incentivos para biocombustíveis importados, medida que poderia impactar produtores e refinarias

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 17,25 centavos de dólar, ou 1,49%, a US$ 11,36 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,44 1/2 por bushel, com retração de 15,75 centavos de dólar ou 1,35%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 8,10 ou 2,47%, a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 51,10 centavos de dólar, com perda de 1,07 centavo ou 2,05%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,3374 para venda e a R$ 5,3354 para compra, oscilando durante o dia entre R$ 5,3214 e R$ 5,3469.



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Zerar déficit de 202 mil vagas em presídios custaria R$ 14 bilhões


Para zerar o déficit de vagas em presídios no Brasil seriam necessários R$ 14 bilhões para a construção de novas unidades com 202 mil vagas. O cálculo é da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

“[São] recursos para investimento e construção de unidades para suprir esse déficit de 200 mil vagas. E aí, por óbvio, precisaria de mais um tanto de recursos para custeio dessas unidades, porque vamos precisar de policiais penais, de contratos, pagar energia, alimentação”, destacou o diretor de inteligência da Senappen Antônio Glautter.

O diretor da Senappen foi ouvido nesta quarta-feira (19) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga o crime organizado, criada após a repercussão da operação policial no Rio de Janeiro que matou 121 pessoas.

Ao todo, o Brasil tem 702 mil pessoas privadas de liberdade, em 1.375 unidades prisionais, que somam um déficit de 40% de vagas. É a terceira maior população carcerária do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (EUA) e da China.

A nível de comparação, o valor de R$ 14 bilhões para a construção de presídios se aproxima dos R$ 12 bilhões que a Polícia Federal (PF) estima que foram desviados na suposta fraude do Banco Master revelada nesta terça-feira.

O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ponderou que o Congresso Nacional tem aumentado penas contra os mais diversos crimes, o que levará a um aumento do encarceramento no Brasil.

“É preciso fazer o passo seguinte. [Essa política de aumento do encarceramento] Tem um custo, e esse custo não é pequeno. Nós temos uma decisão política tomada que vai levar a um aumento de encarceramento”, disse o relator.

Vieira tem defendido que a CPI defina de onde sairão os recursos para custear a segurança pública no Brasil.

Ontem, a Câmara aprovou o Projeto de Lei (PL) Antifacção, que aumenta penas para membros de facção criminosas para 20 a 40 anos de prisão, com ao menos 85% da pena cumprida em regime fechado.

As facções no Brasil

O diretor Antônio Glautter informou ainda à CPI que a inteligência da secretaria de políticas penais calcula que existem hoje no Brasil 90 facções criminosas, sendo duas com atuação internacional, 14 com atuação regional e 74 com abrangência apenas local.

A forma de distribuição desses presos faccionados nas penitenciárias é desigual, muda de estado para estado. Algumas unidades da federação, como Espírito Santo (ES) e Goiás (GO), não fazem qualquer separação entre os membros de facções e outros presos.

“A regra nos estados é separar os presos por facção. Temos algumas exceções. O estado do Espírito Santo, por exemplo, é um estado que não faz divisão. O preso comum fica alocado com o preso faccionado”, disse Glautter.

Falta de dados

Senadores reclamaram da fragilidade nos dados da inteligência sobre os presídios brasileiros e, em especial, de estudos que indiquem qual a melhor forma de alocar os presos de facções, como destacou o presidente da Comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES).

“Nós não temos dados de qual é o impacto se você separa os presos por facção ou não separa por facção. Nós não temos dados de que o percentual de reincidência ou dessa interlocução entre os presídios”.

“Um Estado que não tem informação e não tem dados é um Estado com os olhos vedados. É um Estado que está tateando, cego. Então, como que você fala em política penitenciária?”, questionou Contarato.

Para o relator, Alessandro Vieira, o trabalho de inteligência em presídios “ainda está no início”.

“Existe uma dedicação, um esforço, mas nós não temos os dados que a gente entende serem fundamentais para uma boa gestão do sistema. A gente vai, ao longo da CPI, buscar esses dados e buscar também como fortalecer a instituição para que ela tenha, naturalmente, esse tipo de informação”, explicou à Agência Brasil.

Problema histórico

O diretor de inteligência da Secretaria Nacional de Políticas Penais afirmou que o trabalho dele é interligar as inteligências de todos os estados, mas reclamou da alta rotatividade entre os responsáveis pela inteligência nas unidades da federação.

“Temos um problema, na Inteligência Penal, de uma rotatividade considerável. E, daí, a importância de sempre ter os pontos focais nos estados e dos eventos de integração, para que essas pessoas se conheçam, porque, embora seja [um trabalho] institucional, mas o conhecer é muito importante, o networking é muito importante”, disse Antônio Glautter.

Glautter avaliou ainda, na CPI, que o problema do sistema penitenciário brasileiro é estrutural e histórico, atravessando todos os governos há décadas.

“A questão prisional brasileira é uma questão com problemas históricos, problemas orgânicos, problemas que não são desde o governo anterior, mas de longa data”, avaliou.

Glautter lembrou que as duas principais facções criminosas do Brasil, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), nasceram dentro dos presídios no Rio de Janeiro e em São Paulo, contra o Estado, tendo em vista os massacres e torturas dentro das penitenciárias.

“Uma, na década de 70, no Rio de Janeiro [Comando Vermelho], e a outra, na década de 90, em São Paulo [PCC]. Foi um ambiente propício, ali, para que esses presos se associassem e se unissem. E essas uniões, que ocorreram, inicialmente, ali, no momento de prisional, tomaram as ruas, e, hoje, a gente tem esse problema, que, como digo, surgiu no ambiente prisional, dentro desse contexto histórico”, afirmou.



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‘Mostramos ao mundo como produzir sem desmatar’, afirma ministro Fávaro



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil passa a ocupar um novo patamar no debate climático global após apresentar, em Belém, a primeira AgriZone da história das conferências do clima. O espaço, instalado dentro da Embrapa Amazônia Oriental, reuniu tecnologias aplicadas no campo e atraiu delegações de diversos países — inclusive representantes da Austrália, possível sede da COP31, que manifestaram interesse em replicar o formato.

O ministro concedeu a entrevista no Glass Studio, do Canal Rural, instalado na AgriZone. Também participaram da conversa a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e o governador do Pará, Helder Barbalho (veja no vídeo abaixo).

Segundo Fávaro, o país mostrou ao mundo um exemplo concreto de produção sustentável, apoiado em ciência, inovação e cumprimento rigoroso do Código Florestal. “O Brasil não fica refém do discurso. Mostramos na prática como produzir alimentos com responsabilidade ambiental”, destacou.

O ministro ressaltou que a AgriZone é uma demonstração inédita de como políticas públicas, pesquisa científica e práticas agrícolas consolidadas podem se unir em um espaço real de demonstração. “Fomos o primeiro país a levar tecnologias da pecuária para dentro de um centro de pesquisa numa COP. Aqui, o visitante vê como o Brasil produz com sustentabilidade”, afirmou.

Sustentabilidade, previsibilidade climática e futuro da produção

O governador do Pará, Hélder Barbalho, reforçou que a COP30 dá visibilidade ao modelo brasileiro de conciliar produção agrícola e preservação da floresta. Para ele, o produtor rural precisa ser remunerado também pela conservação ambiental.

“A floresta é solução para o desenvolvimento”, destacou Barbalho. “O mundo precisa pagar por quem preserva, seja por serviços ambientais, crédito de carbono ou pela bioeconomia.”

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou o interesse internacional pela AgriZone, que recebeu comitivas de 23 países. Para ela, o espaço marca uma nova fase para a pecuária e para a agricultura tropical. “Temos soluções de A a Z. O mundo quer entender como conseguimos duas, até três safras por ano, com base em ciência e sistemas agroflorestais”, afirmou.

Caminho Verde Brasil e o novo capítulo do agro sustentável

Fávaro também destacou o avanço do programa Caminho Verde Brasil, que já destinou bilhões de reais para a recuperação de áreas degradadas e restaurou mais de 3 milhões de hectares. Segundo ele, o futuro da expansão agrícola está em áreas antropizadas, sem necessidade de novos desmatamentos.

A iniciativa inspirou o lançamento internacional do Projeto Raiz, da FAO, que pretende captar recursos globais para recuperar áreas degradadas em diferentes países.

Liderança climática e legado da COP30

Para o ministro, o Brasil reúne todos os atributos para liderar soluções climáticas no mundo: excelência produtiva, grande área preservada, uso intensivo de biotecnologia, agricultura de baixo carbono e um dos códigos florestais mais rigorosos do planeta.

“Ninguém no mundo tem o volume de plantio direto que temos. Ninguém faz duas safras no mesmo hectare, com essa eficiência. O Brasil é referência”, afirmou Fávaro.

Silvia Masauer reforçou que a COP30 é apenas o começo. “É o início de uma nova jornada da agricultura de baixo carbono e regenerativa, guiada pela ciência.”

Para Barbalho, o legado será histórico: “O Brasil é exemplo. Não podemos aceitar que nos imputem responsabilidades que não são nossas. Fazemos nossa parte e mostramos como produzir preservando.”



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Conselho Arbitral define Série A Estadual 2026 em clima de consenso


A Série A do Campeonato Sul-Mato-Grossense 2026 ganhou forma nesta terça-feira (18), após a realização do arbitral na sede da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS). Em um encontro marcado pelo entendimento entre os dirigentes, os dez clubes participantes definiram conjunto de ajustes e reafirmaram compromissos para a próxima temporada, sem divergências ou impasses.

Participam da elite estadual Operário, Ivinhema, Pantanal SAF, Águia Negra, Dourados, Costa Rica, Naviraiense e Corumbaense, além dos promovidos Bataguassu e Aquidauana, campeão e vice da Série B.

Assim como em 2025, a competição será disputada em turno único, com nove jogos por equipe. Os seis primeiros avançam, enquanto os dois últimos caem para a Série B. Os líderes da primeira fase seguem direto para as semifinais, e os demais classificados disputam as quartas de final.

Para o presidente da FFMS, Estevão Petrallás, o encontro mostrou alinhamento entre os clubes logo no início da preparação para 2026.

“O arbitral demonstrou maturidade e responsabilidade de todos os clubes. Tivemos uma reunião tranquila, com decisões construídas em conjunto e total respeito entre as instituições. A rivalidade permanece onde deve estar: dentro de campo”, afirmou.

O vice-presidente e diretor de competições, Marco Antônio Tavares, avaliou que o nível técnico tende a subir na próxima temporada.

“O arbitral nos permitiu avançar em pontos essenciais para garantir um campeonato tecnicamente forte. A Série A tende a ser mais equilibrada, com clubes que vêm se estruturando e chegando mais competitivos para 2026. Estamos trabalhando para entregar uma competição organizada, segura e de alto rendimento”, destacou.

Entre os dirigentes, a expectativa também é positiva. O presidente do Águia Negra, Iliê Martins Vidal, vê um Estadual cada vez mais qualificado.

“Temos a expectativa de um grande campeonato. A cada ano nossa competição vem melhorando muito, com equipes mais estruturadas, tornando-se um campeonato bem mais competitivo”, disse.

O Estadual valerá duas vagas para o Campeonato Brasileiro Série D de 2027, duas para a Copa do Brasil e uma vaga para a Copa Centro-Oeste, etapa regional da Copa Verde.

O jogo de abertura está marcado para 18 de janeiro, com Operário x Pantanal SAF. A primeira rodada será completada em 24 ou 25 de janeiro, e a final está prevista para 29 de março.



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Arroba do boi fica abaixo de R$ 320 pela segunda vez no mês



O preço da arroba do boi gordo vem apresentando sucessivas baixas nesta segunda quinzena de novembro. Na praça-base São Paulo, o Indicador do Boi Datagro mostra que a média de negociações caiu de R$ 320,57 para R$ 319,71, abaixo de R$ 320 apenas pela segunda vez no mês. A última vez havia sido no dia 3 (R$ 319,26).

Segundo a analista de mercado da consultoria Datagro Beatriz Bianchi, o movimento se explica pela desaceleração na entrega de animais em função do retorno de chuva mais consistente, além da maior retenção de gado no pasto e, também, pela estação de monta.

“Além disso, vale ressaltar que a oferta segue abundante, com bons incentivos para a atividade de engorda. Em relação às escalas de abate, após uma redução gradual nas últimas semanas, as programações têm apresentado um ritmo mais confortável, operando na faixa dos dez dias corridos”, detalha.

Veja as cotações do Indicador Boi Datagro desta quarta-feira nas principais praças de comercialização do país:

  • São Paulo: R$ 319,71
  • Bahia: R$ 310,27
  • Goiás: R$ 315,52
  • Minas Gerais: R$ 314,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 315,36
  • Mato Grosso: R$ 302,78
  • Pará: R$ 300,83
  • Rondônia: R$ 278,23
  • Tocantins: R$ 302,60



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Caminhão do Correios era usado para transportar cocaína





Em operação na BR-262 em Campo Grande, policiais militares do Batalhão de Choque apreenderam quase 45 quilos de cocaína e 95 caixas de medicamentos para emagrecimento. A droga e o medicamento ilegal, eram transportados na cabine de uma carreta Mercedes Benz a serviço dos Correios – ECT que passaria por Campo Grande rumo a São Paulo.

A equipe do Choque atuando na Operação Renoe – Operação da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializada em sua 3ª edição, quando no bloqueio sinalizou com ordem de parada ao condutor da carreta. O motorista não obedeceu, sendo alcançado e interceptado quando alegou não ter visto a sinalização para parar.

Com a abordagem e diante de suspeita, foi empregado o cão de faro Aron, para buscas nas partes internas e externas do veículo, quando indicou a possibilidade de entorpecente, em seguida constatado embaixo do banco traseiro da cabine. Com a abertura do compartimento, foram localizadas duas mochilas contendo 43 tabletes de cocaína que pesaram 44,800 quilos. Nas duas mochilas, a polícia ainda apreendeu 95 medicamentos de emagrecimento de origem estrangeira.

Questionado sobre a droga encontrada, o condutor alegou desconhecer a existência da droga e do medicamento no interior do caminhão. Disse ainda ter chegado ao posto de combustíveis por volta de 5h para realizar a troca de motorista e seguir viagem ao Estado de São Paulo. Relatou ainda, que a carreta havia retornado no dia anterior da cidade de Cuiabá, afirmando desconhecer a quem pertenceria a droga. A droga foi apreendida e encaminhado à Polícia Federal juntamente com o motorista preso na operação que resultou um prejuízo ao crime estimado R$ 3.432,000,00.




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Rascunho de acordo da COP30 deve chegar à plenária para avaliação



A presidência brasileira da COP30 divulgou o primeiro rascunho do compromisso que está sendo negociado entre os países participantes da conferência.

O texto preliminar, que ainda enfrenta divergências em temas sensíveis como ambição climática, financiamento e comércio, deve ser levado à plenária ainda nesta quarta-feira (19), quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve comparecer à capital paraense.

O documento, com nove páginas, reafirma o compromisso global com o Acordo de Paris e a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, mantendo a adesão ao multilateralismo. O rascunho faz parte do chamado Pacote de Belém e aborda quatro pontos que têm travado as negociações: financiamento climático, transparência, comércio e revisão das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs).

A iniciativa do Brasil de acelerar o processo decisório é considerada inédita na história recente das conferências do clima. O objetivo é garantir um acordo ambicioso e evitar novos impasses na reta final das negociações, preservando o esforço global de limitar o aquecimento do planeta a 1,5 °C. Delegações trabalham em mutirão, muitas vezes madrugada adentro, para concluir a primeira parte do pacote ainda hoje.

Uma segunda etapa, com temas menos controversos, deve ser publicada nesta sexta-feira (21), último dia da cúpula.

Agenda de ação

No oitavo dia da conferência, também ganhou destaque o papel da agenda de ação na implementação prática dos compromissos assumidos, especialmente em relação ao financiamento climático, considerado o principal desafio para viabilizar medidas de adaptação e mitigação. O impacto no campo já é observado em iniciativas como a recuperação de pastagens degradadas, que favorecem a absorção de carbono.



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Choque da PM apreende mais de 40 quilos de cocaína em carreta dos Correios


Em operação na BR-262 em Campo Grande, policiais militares do Batalhão de Choque apreenderam quase 45 quilos de cocaína e 95 caixas de medicamentos para emagrecimento. A droga e o medicamento ilegal, eram transportados na cabine de uma carreta Mercedes Benz a serviço dos Correios – ECT que passaria por Campo Grande rumo a São Paulo.

A equipe do Choque atuando na Operação Renoe – Operação da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializada em sua 3ª edição, quando no bloqueio sinalizou com ordem de parada ao condutor da carreta. O motorista não obedeceu, sendo alcançado e interceptado quando alegou não ter visto a sinalização para parar.

Com a abordagem e diante de suspeita, foi empregado o cão de faro Aron, para buscas nas partes internas e externas do veículo, quando indicou a possibilidade de entorpecente, em seguida constatado embaixo do banco traseiro da cabine. Com a abertura do compartimento, foram localizadas duas mochilas contendo 43 tabletes de cocaína que pesaram 44,800 quilos. Nas duas mochilas, a polícia ainda apreendeu 95 medicamentos de emagrecimento de origem estrangeira.

Questionado sobre a droga encontrada, o condutor alegou desconhecer a existência da droga e do medicamento no interior do caminhão. Disse ainda ter chegado ao posto de combustíveis por volta de 5h para realizar a troca de motorista e seguir viagem ao Estado de São Paulo. Relatou ainda, que a carreta havia retornado no dia anterior da cidade de Cuiabá, afirmando desconhecer a quem pertenceria a droga. A droga foi apreendida e encaminhado à Polícia Federal juntamente com o motorista preso na operação que resultou um prejuízo ao crime estimado R$ 3.432,000,00.



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Adolescentes envolvidos em roubos de bicicletas elétricas são apreendidos


Policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) e do NRI (Núcleo Regional de Inteligência) de Três Lagoas, no Leste do estado, deflagraram nesta terça-feira (18/11), a operação “Desmanche Final” com objetivo de combater roubos, furtos e receptação de bicicléticas elétricas. Um grupo de adolescentes envolvido nos crimes foi apreendido.

A ação se desenvolveu até o período da noite, e resultou na identificação e na condução de oito menores envolvidos com a prática reiterada dos atos infracionais investigados, praticados nos últimos dias.

Durante a operação, foram efetuadas diversas diligências desempenhadas por todo o efetivo de policiais da SIG e do NRI, que contou ainda com o apoio de informações repassadas pela 3ª Delegacia de PC (Polícia Civil) de Três Lagoas.

Os trabalhos dos agentes resultaram na apreensão em flagrante de três desses adolescentes identificados, suspeitos da prática de um roubo qualificado ocorrido na noite de segunda-feira (17/11), quando o trio subtraiu bicicleta elétrica, mediante grave ameaça contra uma mulher e sua filha de 11 anos, utilizando simulacro de arma de fogo.

O simulacro também foi localizado e apreendido.

Durante as diligências, os policiais esclareceram cerca de sete atos infracionais equiparados a crimes contra o patrimônio atribuídos ao grupo, que sempre agia da mesma maneira, em associação de três ou quatro adolescentes, mediante o emprego de simulacro de arma de fogo, e aterrorizando vítimas mais frágeis ou vulneráveis.

No total, foram recuperadas oito bicicletas elétricas, além de dezenas de peças oriundas da desmontagem de outros veículos também subtraídos.

Em suas oitivas formais perante o delegado de polícia, os adolescentes confessaram os atos infracionais e detalharam como agiam, esclarecendo que após os roubos, levavam as bicicletas elétricas para as residências dos envolvidos, onde promoviam a desmontagem dos veículos e remontavam novas combinações com peças diferentes, e ainda pintavam com cores diversas da original, na tentativa de dificultar a identificação e recuperação pela polícia.

Os três adolescentes apreendidos em flagrante foram encaminhados às celas da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde permanecerão à disposição da Justiça.

Em razão da gravidade dos atos infracionais, eles poderão ser submetidos à internação provisória junto à Unei (Unidade Educacional de Internação).

Já os demais identificados, mas não surpreendidos em situação de flagrante, serão submetidos a procedimentos investigativos e judiciais próprios, podendo também serem penalizados com internação provisória na Unidade Educacional de Internação.

A Polícia Civil estima que o prejuízo causado pelo grupo ultrapasse R$ 25 mil. As investigações continuam com o objetivo de identificar possíveis receptadores e elucidar outros atos infracionais praticados pelo grupo.



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