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PMA autua empresa que descumpria condicionantes ambientais e armazenamento irregular de produtos químicos em Mundo Novo


O 2° Batalhão de Polícia Militar Ambiental, realizou vistoria técnica em uma empresa na região com o objetivo de verificar o cumprimento das condicionantes da licença de operação. Durante a fiscalização, foram identificadas três irregularidades, sendo: descumprimento de condicionantes ambientais, alteração indevida no sistema de lançamento de efluentes e armazenamento inadequado de produtos químicos, condição que representa risco de contaminação ao solo, à água e à saúde pública.

Diante das infrações constatadas, o 2° Grupamento de Polícia Militar Ambiental aplicou multas que totalizam R$ 92.700,00, conforme previsto na legislação ambiental vigente. O cumprimento rigoroso das normas ambientais por parte de empresas potencialmente poluidoras garante que as atividades produtivas ocorram sem causar danos ao meio ambiente ou à coletividade. O 2° BPMA segue atuando de forma firme e técnica na fiscalização de empreendimentos, assegurando o respeito às licenças ambientais e à proteção dos recursos naturais.



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Bioparque Pantanal recebe selo internacional e MS reafirma compromisso com o turismo sustentável — Barbosinha



Mato Grosso do Sul deu um passo histórico na consolidação de seu modelo de desenvolvimento sustentável ao celebrar, na manhã desta quarta-feira (19), a conquista do selo internacional Ouro da Green Destinations pelo Bioparque Pantanal — maior aquário de água doce do mundo e um dos mais emblemáticos equipamentos públicos ambientais do país. A certificação, uma das mais prestigiadas do setor, reforça o posicionamento estratégico do Governo do Estado como referência nacional em políticas de sustentabilidade, conservação, inovação e turismo responsável. Representando o governador Eduardo Riedel, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, participou da solenidade e destacou o impacto do reconhecimento internacional para o futuro do turismo de Mato Grosso do Sul.

A conquista do selo Ouro pelo Bioparque Pantanal foi o ponto alto do evento “Turismo Sustentável – Certificações & Futuro”, promovido pela Fecomércio MS, por meio do Senac/MS, no auditório do próprio Bioparque. A cerimônia reforçou o esforço contínuo do Governo de MS em transformar a pauta ambiental em eixo central de desenvolvimento econômico, com políticas públicas que integram ciência, gestão pública qualificada e práticas sustentáveis. O Estado celebra não apenas uma certificação, mas a consolidação de um modelo que alia preservação, turismo de alta qualidade, pesquisa, inovação e responsabilidade social.

Durante o evento, Barbosinha ressaltou que o Bioparque Pantanal se tornou um ícone da capacidade de Mato Grosso do Sul de unir conservação, turismo e tecnologia. “Este selo coloca o Bioparque do Pantanal em um novo patamar, aliando o conceito de equipamento turístico à pesquisa e inovação, como também à sustentabilidade. Isso tudo, no olhar nacional e internacional, tem um peso significativo quando o assunto é atração turística. E vale ressaltar também que se lançar a um projeto de certificação é um imenso desafio, porque é como se você estivesse abrindo a sua vida, a sua história aos atores externos, para ser avaliado”, afirmou o vice-governador, destacando o trabalho contínuo da atual gestão em garantir excelência e transparência.

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri de Souza, enfatizou que o reconhecimento da Green Destinations representa um divisor de águas para o atrativo e para o turismo sul-mato-grossense. “Hoje é um dia que ficará marcado na história do Bioparque Pantanal e, sem dúvida, na história do turismo e da sustentabilidade do Mato Grosso do Sul. Receber a certificação, no nosso caso, o ouro da Green Destination que é uma das mais respeitadas certificadoras internacionais de sustentabilidade, é mais do que um reconhecimento. É a prova que é possível unir ciência, gestão pública eficiente, inclusão social, inovação, educação e amor pela natureza em um mesmo propósito e construir um futuro verdadeiramente sustentável”, destacou.

Além da certificação Ouro do Bioparque, o evento entregou selos internacionais de sustentabilidade a importantes empreendimentos turísticos do Estado, como Estância Mimosa, Recanto Ecológico Rio da Prata, Lagoa Misteriosa, Restaurante-Escola Terradaságuas do Senac, Estrela do Formoso e Parque Ecológico Rio Formoso. Também foi anunciado o início do processo de certificação do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, reforçando o compromisso do Estado em ampliar a agenda ambiental em áreas protegidas e destinos turísticos de relevância internacional.

Esses avanços fazem parte de um longo processo estruturado pelo Governo do Estado e por instituições parceiras, como a Fecomércio e o Senac/MS. Desde 2021, o Estado implementa o Programa DEL Turismo, conduzido pelo Senac/MS com apoio das instituições alemãs bbw, Sequa e BMZ, fortalecendo a competitividade e a qualificação do setor. Já em 2022, o Senac/MS ampliou as ações ao implementar o Programa de Certificação Internacional de Sustentabilidade da Green Destinations, que vem promovendo práticas ambientais responsáveis e valorizando empreendimentos alinhados às exigências do turismo global.

O protagonismo sustentável de Mato Grosso do Sul também se reflete nos seus destinos emblemáticos. Bonito é reconhecido como o melhor destino de ecoturismo do país e o primeiro do mundo a obter certificação de ecoturismo carbono neutro, com redução contínua de emissões. O Pantanal, por sua vez, segue como referência mundial em turismo de natureza e conservação ambiental. A Fundação de Turismo de MS, primeira instituição pública brasileira signatária do Acordo de Glasgow, lidera ações de descarbonização, planejamento climático e capacitação do trade turístico.

O evento contou ainda com a palestra do especialista em marketing turístico Thiago Akira, que abordou o papel do marketing verde como diferencial competitivo para destinos e empreendimentos sustentáveis, reforçando a necessidade de alinhamento entre políticas públicas, inovação e estratégias de mercado.

A certificação Ouro do Bioparque Pantanal e os avanços apresentados durante o evento reafirmam a posição de Mato Grosso do Sul como um Estado ecológico, inovador e comprometido com o futuro, capaz de promover desenvolvimento econômico sólido sem abrir mão da preservação ambiental, da responsabilidade social e do bem-estar das futuras gerações.



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Após Arbitral, DCO da Federação divulga tabela básica prévia do Estadual 2026


O Campeonato Sul-Mato-Grossense 2026 ganhou corpo. Nesta terça-feira (18), representantes dos dez clubes participantes e da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) se reuniram para o Conselho Arbitral da competição que acontece entre janeiro e o último fim de semana de março. Após o encontro, a Diretoria de Competições divulgou a tabela básica prévia, definindo a ordem de confrontos da primeira fase.

O encontro aconteceu na sede da entidade, em Campo Grande, com a participação de todos os clubes. Nesta lista estão Operário FC, Ivinhema FC, EC Águia Negra, FC Pantanal, Dourados AC, Costa Rica EC, CE Naviraiense e Corumbaense FC, clubes remanescentes da edição 2025, e de AA Bataguassu e CR Aquidauana, os dois times que garantiram acesso na Série B Estadual.

Os clubes agora precisam cumprir alguns prazos para entrega de documentação e laudos dos estádios até o dia 19 de dezembro, quando a Federação divulga a tabela e o regulamento final da competição. As equipes que não cumprirem obrigações listadas na Lei Geral do Esporte até o dia 4 de dezembro, podem ser substituídos por times que disputaram a Série B Estadual 2025, de acordo com a ordem de colocação. O Maracaju AC, terceiro colocado, tem a preferência em caso de alguma vaga aberta.

Tabela

O formato de disputa será o mesmo utilizado no Estadual 2025. Na primeira fase, todos os times se enfrentam em turno único e os seis melhores seguem na disputa, enquanto os dois piores são rebaixados. Na segunda fase, o terceiro colocado enfrenta o sexto e o quarto joga contra o quinto em confrontos eliminatórios em ida e volta para apontar dois semifinalistas que se juntam aos dois primeiros que avançam direto para semifinal e os dois melhores desta fase disputam o título.

A primeira rodada do Campeonato Estadual está marcada para os dias 24 e 25 de janeiro, mas uma solicitação de Operário FC e FC Pantanal, clubes que disputam a Copa do Brasil, foi atendido pela Federação e o confronto entre eles, na sétima rodada, foi antecipado para o dia 18 de janeiro e, assim, marca o início da competição.

Segundo a tabela básica prévia divulgada pela DCO, a primeira rodada começa no sábado (24) com os jogos entre Bataguassu e Naviraiense, Aquidauana e Costa Rica, Corumbaense e Operário. No domingo (25), o Ivinhema recebe o DAC e o Pantanal joga contra o Águia Negra.

A primeira fase termina no dia 1º de março com os cinco jogos acontecendo simultaneamente. A segunda fase tem rodada de ida no dia 4 e a volta no dia 8 de março, as semifinais dias 11 e 15 e a fase final com jogo de ida dia 22 e a volta dia 29 de março.

Confira aqui a tabela prévia completa.



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Carga com 10 toneladas de defensivos agrícolas é apreendida pelo DOF



Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, nesta terça-feira (18), dois caminhões carregados com 27.500 pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai e 10 toneladas de defensivos agrícolas na MS-386, em Mundo Novo. Um terceiro veículo, também foi interceptado com 15 fardos de cigarros eletrônicos.

Os militares realizavam bloqueio na rodovia, conhecida como Estrada do Lixão, quando os condutores dos veículos, ao perceberem a presença da equipe, abandonaram os automóveis e fugiram por uma plantação de mandioca em direção a uma área de mata.

Buscas foram realizadas na região com apoio do helicóptero da unidade e com policiais da Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo (CGPA), porém nenhum suspeito foi localizado. Nos caminhões, os policiais encontraram caixas com os cigarros e defensivos agrícolas em sacolas.

O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 12 milhões, foi encaminhado à Delegacia da Receita Federal em Mundo Novo.

A ação foi realizada no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).



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DOF apreende caminhões e carro com mais de 27 mil pacotes de cigarros e 10 toneladas de agrotóxicos


Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta terça-feira (18), na MS-386, em Mundo Novo, dois caminhões Mercedes-Benz carregados com 27.500 pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai e 10 toneladas de agrotóxicos. Um terceiro automóvel, um Fiat Strada, foi apreendido com 15 fardos de cigarros eletrônicos.

Os militares realizavam bloqueio na rodovia, conhecida como Estrada do Lixão, quando os condutores dos veículos, ao perceberem a presença da equipe, abandonaram os veículos e fugiram por uma plantação de mandioca em direção a uma área de mata.

Buscas foram realizadas na região com apoio do helicóptero da unidade e com policiais da CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), porém nenhum suspeito foi localizado. Nos caminhões, os policiais encontraram diversas caixas com os cigarros e os agrotóxicos acondicionados em sacolas. O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 12 milhões, foi encaminhado à Delegacia da Receita Federal em Mundo Novo.



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Empresa é multada em R$ 92,7 mil por armazenamento irregular de produtos químicos





A PMA (Polícia Militar Ambiental) realizou vistoria técnica e autuou uma empresa de Mundo Novo por descumprimento de condicionantes ambientais, alteração indevida no sistema de lançamento de efluentes e armazenamento inadequado de produtos químicos.

Diante das infrações constatadas, os policiais aplicaram multas que totalizam R$ 92,7 mil, conforme previsto na legislação ambiental vigente.

O cumprimento rigoroso das normas ambientais por parte de empresas potencialmente poluidoras garante que as atividades produtivas ocorram sem causar danos ao meio ambiente ou à coletividade.




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Rascunho de carta final traz metas para limitar aquecimento global



O rascunho da carta final da COP30 reúne propostas para manter o aquecimento global dentro do limite de 1,5 ºC. O documento reforça que a meta do Acordo de Paris continua válida e exige ações mais rápidas para reduzir emissões.

O texto indica que o avanço depende de estratégias claras para diminuir o uso de combustíveis fósseis e ampliar o financiamento climático. Países vulneráveis e comunidades tradicionais são apresentados como atores centrais para orientar políticas de adaptação e justiça ambiental.

Metas de redução e financiamento climático

O rascunho propõe que a COP30 entregue um acordo capaz de conduzir o mundo à neutralidade de emissões até meados do século, alinhado às projeções do IPCC. Para isso, sugere reduzir a produção e o consumo de combustíveis fósseis, com eliminação gradual do carvão e queda relevante no uso de petróleo e gás.

O documento também prevê mecanismos de cooperação para apoiar regiões dependentes desses setores. A avaliação é de que a transição precisa ser planejada para evitar impactos sociais e econômicos. Países com maior responsabilidade histórica nas emissões são cobrados a ampliar metas e garantir aporte financeiro adequado.

O financiamento climático aparece como ponto central, com prioridade para ações de adaptação, mitigação e iniciativas locais conduzidas por povos indígenas e comunidades tradicionais. O texto afirma que, sem recursos estáveis e suficientes, a transição não será viável.

Outro elemento é o fortalecimento do Fundo de Perdas e Danos, criado para atender regiões atingidas por eventos extremos. A proposta defende acesso facilitado aos recursos e critica modelos atuais, considerados lentos e burocráticos.

Adaptação, povos tradicionais e comércio internacional

A adaptação climática recebe tratamento equivalente ao da mitigação. O rascunho sugere métricas para medir avanços e orientar investimentos em infraestrutura resiliente, segurança hídrica, saúde, produção de alimentos e redução de riscos. O foco está em áreas vulneráveis e na integração de conhecimentos tradicionais.

Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais são citados como essenciais para proteção de florestas e biodiversidade. O documento reforça a importância da consulta livre, prévia e informada em decisões que envolvam territórios.

A transição energética justa aparece como prioridade, com incentivo a energias renováveis e sistemas descentralizados. O texto defende apoio a trabalhadores e regiões dependentes da cadeia fóssil.

A agenda comercial é apresentada como peça importante da transição. O rascunho recomenda alinhar regras de comércio à proteção ambiental, evitando incentivos ao desmatamento ou práticas predatórias.

A versão preliminar conclui que a COP30 deve marcar um novo momento no regime climático global, destacando Belém como palco para reafirmar a necessidade de justiça, equidade e participação social no enfrentamento da crise climática.



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Lula critica PL Antifacção aprovado na Câmara e diz que ‘enfraquece combate ao crime organizado’


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta quarta-feira (19) o Projeto de Lei (PL) Antifacção aprovado ontem (18) pela Câmara dos Deputados. Segundo Lula, o texto aprovado altera pontos centrais da proposta enviada pelo Executivo, enfraquece o combate ao crime e gera insegurança jurídica. O chefe do Executivo defendeu ainda que haja “diálogo” e “responsabilidade” durante a análise do texto no Senado, e reforçou que a prioridade da gestão federal é fortalecer a Polícia Federal, ampliar a integração no combate ao crime e investir em ações de inteligência.

“Precisamos de leis firmes e seguras para combater o crime organizado. O projeto aprovado ontem pela Câmara alterou pontos centrais do PL Antifacção que nosso governo apresentou. Do jeito que está, enfraquece o combate ao crime e gera insegurança jurídica. Trocar o certo pelo duvidoso só favorece quem quer escapar da lei”, escreveu Lula nas redes.

“É importante que prevaleça, no Senado, o diálogo e a responsabilidade na análise do projeto para que o Brasil tenha de fato instrumentos eficazes no enfrentamento às facções criminosas”, acrescentou. Precisamos de leis firmes e seguras para combater o crime organizado. O projeto aprovado ontem pela Câmara alterou pontos centrais do PL Antifacção que nosso governo apresentou. Do jeito que está, enfraquece o combate ao crime e gera insegurança jurídica. Trocar o certo pelo…

Fortalecimento da PF
O PL Antifacção foi aprovado ontem na Câmara por 370 votos a 110. Apesar de o texto ter sido enviado pelo Planalto, o relator da matéria, Guilherme Derrite (PP-SP), faz uma série de alterações que foram criticadas pelo Executivo, como a retirada de recursos da Polícia Federal.

“O compromisso do Governo do Brasil é com uma agenda legislativa que fortaleça as ações da Polícia Federal, garanta maior integração entre as forças de segurança e amplie o trabalho de inteligência para enfrentar as facções nos territórios onde elas tentam se impor”, disse ainda o presidente Lula. “Mas especialmente para atingir as estruturas de comando que sustentam e financiam seus crimes. Estamos do lado do povo brasileiro e não abriremos mão de combater de verdade toda a cadeia do crime organizado”, emendou.



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Apenas um em cada quatro trabalhadores por conta própria tem CNPJ


De cada quatro trabalhadores por conta própria no país, apenas um tinha registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em 2024, ou seja, formalização da atividade. Eram 6,6 milhões de pessoas em um universo de 25,5 milhões de trabalhadores por conta própria.

Apesar da baixa cobertura, o dado mostra avanço em 12 anos. Em 2012, os conta própria com CNPJ eram 15% do total. Em 2019, um quinto (20,2%) e no último levantamento, divulgado nesta quarta-feira (19), um quarto (25,7%).

A constatação está em edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa traz dados anuais desde 2012, exceto de 2020 e 2021, por causa da pandemia de covid-19, que inviabilizou a coleta de dados.

Os 25,5 milhões de conta própria no país em 2024 representavam 25,2% dos 101,3 milhões de trabalhadores no Brasil em 2024. Em 2012 eles eram 22,4%.

O registro no CNPJ pode representar vantagens ao trabalhador como emitir notas fiscais, acessar crédito e serviços bancários empresariais, contratar funcionários formais, além de benefícios previdenciários.

Ramos de negócio

O IBGE classifica os trabalhadores por conta própria em cinco grupamentos de atividade. Entre os segmentos, é possível perceber desigualdades. O comércio é o grupo com maior parcela de registrados.

Proporção de conta própria com registro no CNPJ por ramo de atividade:

Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 33,2%

Serviços: 31,5%

Indústria geral: 23,4%

Construção: 15,2%

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 7,2%

O analista da pesquisa William Kratochwill acredita que o baixo percentual de conta própria com CNPJ tem a ver com o tamanho do negócio.

“Como o empreendimento que eles têm ainda é pequeno, não veem essa necessidade, ainda não foram demandados a ter uma formalização da sua atividade”, avalia.

Em alguns casos, acrescenta, a pessoa considera que não vale a pena: “A formalização pode acabar incorrendo em tributos e coisas com as quais ela não está preparada”.

Escolaridade

Os dados mostram que quanto maior a escolaridade, maior adesão dos conta própria ao registro no CNPJ:

Sem instrução e fundamental incompleto: 11,2%

Fundamental completo e médio incompleto: 17,6%

Médio completo e superior incompleto: 27,9%

Superior completo: 48,4%

“A baixa escolaridade, às vezes, limita a pessoa em relação ao conhecimento de como fazer [para se formalizar]”, diz o pesquisador do IBGE.

A pesquisa mostra ainda que, enquanto na população ocupada como um todo o nível de sindicalização é de 8,9%, entre os conta própria fica em 5,1%.



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No curto prazo, tarifaço não comprometeu exportações do Brasil, segundo FGV



O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos exportados pelo Brasil tem reduzido as vendas brasileiras para norte-americanos, mas aumentado as remessas para outros parceiros comerciais. No geral, os dados da balança comercial confirmam que o tarifaço, no curto prazo, não comprometeu as exportações totais do Brasil. A avaliação é do relatório do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Considerando os principais produtos de exportação do Brasil, muitos registraram queda nas exportações para os Estados Unidos, mas crescimento nas vendas para terceiros mercados.

“Os dados continuam confirmando que o efeito do tarifaço no curto prazo não comprometeu as exportações totais do Brasil. Nesse período (agosto-outubro), as exportações totais do Brasil aumentaram em 6,4% e para os Estados Unidos recuaram em 24,9%. Como ressaltamos antes, porém, isso não se traduz na hipótese que o mercado dos Estados Unidos não continue sendo relevante para o Brasil e o mundo. Em adição, à medida que os Estados Unidos estão avançando com novos acordos, as margens de preferências do Brasil tendem a cair em terceiros mercados”, ponderou o relatório do Icomex.

Em outubro de 2025, as exportações brasileiras aumentaram 9,1% em valor em relação a outubro de 2024. Em volume, o avanço foi de 11,3% no período. Já as importações recuaram 0,8% em valor em outubro de 2025 ante outubro de 2024, enquanto o recuo em volume foi de 2,5%. No acumulado de janeiro a outubro, o Brasil exportou um volume 4,3% maior que no mesmo período do ano anterior, enquanto o crescimento na importação foi de 8,0%.

A balança comercial brasileira teve um superávit de US$ 7,0 bilhões em outubro. No acumulado do ano até outubro, houve superávit de US$ 52,4 bilhões, US$ 10,4 bilhões a menos que em igual período de 2024.

“A queda no saldo da balança comercial no acumulado do ano até outubro está relacionada à redução do superávit com a China de US$ 30,4 bilhões, em 2024, para US$ 24,9 bilhões, em 2025, diferença de US$ 5,5 bilhões. Aumento de US$ 5,4 bilhões do déficit com os Estados Unidos, passando de um déficit de US$ 1,4 bilhão para US$ 6,8 bilhões. Na Argentina, o déficit de US$ 4,7 bilhões passou para um superávit de US$ 5,1 bilhões, um ganho de US$ 9,8 bilhões que não compensa as perdas em dólares do saldo com os Estados Unidos e a China, no valor de US$ 10,9 bilhões”, justificou o Icomex.



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