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Ladrões invadem farmácia e levam cofre com dinheiro em Pedro Juan Caballero


Ladrões invadiram uma farmácia localizada na esquina das ruas Teniente Herrero e Campeones del 65, no Bairro Santo Antônio, em Pedro Juan Caballero, na madrugada desta sexta-feira (21/11), e ameaçando os funcionários, roubaram o cofre com dinheiro.

O comissário Carlos Toledo, responsável pelo caso, informou que a ação criminosa ocorreu 20 minutos após o estabelecimento abrir. “Segundo as vítimas, a loja abriu por volta das 6h30 e os assaltantes chegaram por volta das 6h50”, afirmou.

Em relação ao método de operação, ele afirmou que os bandidos entraram no escritório do administrador e pegaram o cofre que estava preso à parede, de cor cinza, com aproximadamente 50×50 cm.

Questionado se os assaltantes tinham informações prévias, o comissário não pôde confirmar, mas indicou que o alvo era visível. “Não posso confirmar, mas digamos que a localização do cofre é visível. O escritório está ali e já é possível ver o cofre ao lado da porta”.

O chefe de polícia confirmou que os autores do crime eram dois homens, aparentemente jovens, e estavam num veículo Hyundai HB20, cinza, com placas paraguaias que não pertenciam ao carro.

Em relação ao valor roubado, o comissário Carlos Toledo mencionou que ainda não é possível determinar com exatidão. Por fim, ele informou que estão trabalhando com as imagens das câmeras de segurança da área para identificar os ladrões.



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Máquinas agrícolas ficam fora de nova isenção do tarifaço dos EUA



A retirada parcial das tarifas impostas pelos Estados Unidos contra parte dos produtos brasileiros foi comemorada por diversos setores. O alívio, porém, não se estende ao segmento de máquinas e equipamentos. A ordem executiva assinada por Donald Trump nesta quinta-feira (20) isentou mais de 60 itens, mas deixou as máquinas agrícolas de fora.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) lamenta que o setor não foi contemplado, mas avalia o movimento do governo norte-americano com otimismo. “Infelizmente, o setor de máquinas e equipamentos não foi citado na ordem executiva. Mas a decisão representa um passo para melhorar as relações entre Estados Unidos e Brasil”, afirma José Velloso, presidente-executivo da entidade.

Preocupação do setor persiste

A decisão de Trump, apesar de positiva, ainda preocupa o setor. Velloso lembra que a expectativa era de que pelo menos a ordem executiva mencionasse uma trégua das tarifas durante as negociações.

“O pedido do Brasil era ue, a partir do início das tratativas, a tarifa adicional de 40% ficasse suspensa, permitindo que os produtos brasileiros entrassem no mercado americano sem esse custo extra enquanto o diálogo estivesse em andamento”, explica.

As negociações entre os dois países, no entanto, continuam. Com isso, o presidente-executivo da Abimaq espera que uma eventual suspensão temporária seja contemplada durante as discussões.



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Ação da prefeitura com parceiros reforça combate à insegurança alimentar


A prefeitura de Dourados, por meio do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsea), realiza neste sábado (22) a ação “Todos no Combate à Insegurança Alimentar”, na Praça Antônio João, centro da cidade. A mobilização da prefeitura e entidades parceiras acontece das 8h às 11h e tem como principal objetivo reforçar o debate sobre segurança alimentar como um direito humano, além de aproximar a população de políticas públicas voltadas ao acesso a alimentos saudáveis.

Durante a programação, haverá distribuição de alimentos agroecológicos, realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura Familiar, além de serviços de saúde, orientações nutricionais, atividades educativas e ações de conscientização sobre hábitos alimentares e qualidade de vida. Também serão ofertadas mudas frutíferas, degustação de produtos e divulgação de cursos e programas ligados ao tema.

O coordenador do Comsea, Flávio de Souza, destaca a importância do engajamento da comunidade neste tipo de iniciativa. Segundo ele, o debate sobre insegurança alimentar é global e segue diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU), que tratam a alimentação saudável e segura como um direito fundamental.

Flávio reforça que o evento é um espaço para aproximar as políticas públicas da população e estimular a construção de soluções conjuntas. “Combater a insegurança alimentar exige união de esforços”, enfatizou. “Queremos envolver toda a comunidade nesse diálogo”, afirmou o coordenador do Conselho.

A Segurança Alimentar e Nutricional é o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam social, econômica e ambientalmente sustentáveis. O acesso de todas as pessoas a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, incluindo a água, é um pressuposto básico para a segurança alimentar e nutricional.

A insegurança alimentar e nutricional pode ser encontrada em diferentes situações: fome, obesidade, doenças associadas à má alimentação, consumo de alimentos de qualidade duvidosa ou prejudicial à saúde, estrutura de produção de alimentos predatória em relação ao ambiente natural ou às relações econômicas e sociais; alimentos com preços abusivos e a imposição de padrões alimentares que não respeitam a diversidade cultural.

A ação conta com uma ampla rede de parceiros, incluindo Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran), Faculdades Anhanguera, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Rede de Agroecologia, Associação de Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul (APOMS) e Coperativa de Produção e Comercialização (COOPERAPOMS), que participarão com atividades educativas, atendimentos, demonstrações e orientações técnicas.



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Fórum marca nova etapa da pecuária após reconhecimento da aftosa sem vacinação


O VIII Fórum do Plano Estratégico do PNEFA (Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa) será realizado no dia 27 de novembro, a partir das 9h, no auditório da Casa Rural, em Campo Grande. O evento marca um momento histórico para a pecuária sul-mato-grossense, sendo o primeiro encontro após o reconhecimento internacional do Brasil como área livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pela OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal) em maio deste ano.

Nesta edição, os debates vão abordar o novo status sanitário e a responsabilidade do produtor rural na manutenção das medidas de vigilância e biosseguridade, além de destacar as ações do Governo do Estado voltadas à abertura e consolidação de novos mercados para a carne bovina de Mato Grosso do Sul.

A programação inclui palestras com Daniel Ingold, diretor-presidente da Iagro, que falará sobre “Novo status sanitário e responsabilidades do produtor”; Jaime Verruck, secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, com o tema “Do MS para o mundo: ações do Governo para acesso de novos mercados”; e Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da CNA, que abordará “Desafios e oportunidades geopolíticas para a carne do Brasil”.

De acordo com Fernanda Lopes de Oliveira, consultora técnica do Sistema Famasul e membro do Comitê Gestor Estadual do PNEFA, o evento será um momento para dar continuidade no fortalecimento das ações de vigilância e educação sanitária.

“O Fórum do PNEFA sempre foi um espaço de atualização técnica e de integração entre os participantes que atuam na defesa agropecuária. Agora, com o reconhecimento internacional da aftosa sem vacinação, ele ganha ainda mais importância, pois reforça o compromisso de todos os elos da cadeia produtiva em manter o status sanitário conquistado e ampliar a credibilidade do nosso rebanho nos mercados mundiais”.

O reconhecimento da OMSA, recebido em Paris, colocou o Brasil e, consequentemente, Mato Grosso do Sul, em um novo patamar de competitividade e valorização da carne bovina, abrindo portas para mercados mais exigentes e agregando valor aos produtos de origem animal.

“O PNEFA permanece como a principal referência técnica e estratégica para garantir a manutenção do status sanitário. O programa orienta ações permanentes de vigilância, capacitação e resposta rápida, assegurando a credibilidade conquistada pelo setor junto a parceiros comerciais e a sociedade”, afirma Fernanda Oliveira.

A atuação conjunta entre Famasul, Senar/MS e Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) é fundamental para consolidar esse resultado. Enquanto a Iagro conduz a defesa sanitária e o controle zoossanitário no estado, a Famasul mobiliza e representa os produtores rurais, participando das decisões estratégicas sobre sanidade animal. Já o Senar/MS atua com educação sanitária e capacitação técnica, levando conhecimento ao campo e disseminando boas práticas de manejo e biosseguridade.

O Fórum tem caráter técnico e educativo, sendo aberto a todos os profissionais e instituições que atuam direta ou indiretamente com sanidade animal e pecuária. Devem participar produtores rurais, técnicos, instrutores do Senar/MS, dirigentes de Sindicatos, gestores da Iagro e do Mapa, médicos-veterinários, zootecnistas, estudantes e representantes de associações e cooperativas.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link:

https://eventos.senarms.org.br/inscricao/viii-forum-estadual-do-plano-estrategico-do-pnefa-

Retrospectiva da febre aftosa no Brasil

O combate à febre aftosa tem mais de um século de história no país. Desde o primeiro registro da doença em 1895, o Brasil evoluiu em organização e tecnologia, com a criação de programas, centros de pesquisa e legislações voltadas ao controle sanitário. Em 2006, ocorreu o último foco registrado da doença, em Mato Grosso do Sul, e, desde então, o estado tem se destacado nas ações de vigilância e transparência.

Em 2022, foi realizada a última etapa de vacinação contra a febre aftosa no estado, e, em 2023, a Iagro publicou a portaria que proibiu o uso de vacinas, consolidando o novo cenário sanitário. O reconhecimento nacional de 2024 pelo Mapa, seguido da certificação internacional pela OMSA em 2025, coroou décadas de trabalho conjunto entre instituições públicas, privadas e o produtor rural.

Hoje, o Brasil é país livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de um esforço que une conhecimento técnico, gestão eficiente e compromisso coletivo com a sanidade animal.



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Abiec celebra decisão dos EUA de retirar tarifas sobre a carne brasileira



A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) celebrou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de zerar as tarifas adicionais de 40% sobre a carne produzida no Brasil.

“A reversão reforça a estabilidade do comércio internacional e mantém condições equilibradas para todos os países envolvidos, inclusive para a carne bovina brasileira”, afirma a Abiec.

A entidade diz ainda que a medida demonstra a efetividade do diálogo técnico e das negociações conduzidas pelo governo brasileiro, que contribuíram para um desfecho construtivo e positivo.

“A Abiec seguirá atuando de forma cooperativa para ampliar oportunidades e fortalecer a presença do Brasil nos principais mercados globais”, afirma a nota.



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Empresas são multadas em R$ 300 mi por contaminação do Rio Dourados por agrotóxico


O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS), por meio do procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida, ajuizou uma Ação Civil Pública com pedido liminar (tutela de urgência) contra mais de 20 fabricantes, importadoras e comercializadoras de agrotóxicos que contêm o princípio ativo Atrazina, além do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O objetivo central da ação é obter provimento judicial que responsabilize as empresas e o órgão federal pelos graves e persistentes danos ambientais causados pela poluição do solo e dos recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Dourados no MS. O MPF/MS busca a condenação na obrigação de reparar integralmente o dano e uma compensação pecuniária por danos irreversíveis, com o valor da causa estimado em R$ 300 milhões.

Contaminação Comprovada e Riscos Ambientais

Na ação o órgão federal destaca que a Atrazina, herbicida amplamente comercializado no estado, possui alta persistência e mobilidade, sendo transportada pela água da chuva para rios, córregos e lençóis freáticos. Estudos técnicos e científicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), citados na ação, trazem evidências irrefutáveis de contaminação crônica e disseminada:

Detecção Generalizada: Em um monitoramento realizado ao longo de 2021, a Atrazina foi detectada em 100% das 117 amostras coletadas no Rio Dourados. Seus produtos de degradação (DEA e 2-hidroxiatrazina) também apresentaram altíssima frequência (90% e 97%, respectivamente).

Comunidades Indígenas: Análises periciais solicitadas pela Procuradoria confirmaram a presença da Atrazina e seus metabólitos em múltiplas fontes de água — incluindo água de torneira, poços rasos e córregos — em aldeias como Panambizinho, Jaguapiru e Bororó.

Periculosidade: A Atrazina é citada como banida na União Europeia por ser uma desreguladora endócrina e comprovadamente cancerígena em testes laboratoriais, e a ação argumenta que “não há dose segura para exposição” a tais produtos.

Pedidos de Tutela de Urgência e Condenação Final

O MPF/MS requer, liminarmente, que a Justiça Federal determine que as empresas apresentem, em até 60 dias, um plano de trabalho detalhado para o diagnóstico completo da contaminação no solo e nas águas da Bacia do Rio Dourados e se abstenham de comercializar produtos com o princípio ativo da Atrazina.

Especificamente em relação ao Ibama, a ação requer a implementação imediata de um programa de monitoramento de resíduos de agrotóxicos na bacia e o início do procedimento de reavaliação do registro da Atrazina.

No mérito, a ação busca a condenação das rés nas seguintes obrigações:

Obrigação de Fazer: aprovar, custear e implementar integralmente um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) para a remediação da contaminação.

Obrigação de Pagar: indenização de R$ 300 milhões a ser revertida ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) ou a um fundo ambiental específico.



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Empresas são multadas em R$ 300 mi por contaminação do Rio Dourados por agrotóxico


O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS), por meio do procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida, ajuizou uma Ação Civil Pública com pedido liminar (tutela de urgência) contra mais de 20 fabricantes, importadoras e comercializadoras de agrotóxicos que contêm o princípio ativo Atrazina, além do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O objetivo central da ação é obter provimento judicial que responsabilize as empresas e o órgão federal pelos graves e persistentes danos ambientais causados pela poluição do solo e dos recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Dourados no MS. O MPF/MS busca a condenação na obrigação de reparar integralmente o dano e uma compensação pecuniária por danos irreversíveis, com o valor da causa estimado em R$ 300 milhões.

Contaminação Comprovada e Riscos Ambientais

Na ação o órgão federal destaca que a Atrazina, herbicida amplamente comercializado no estado, possui alta persistência e mobilidade, sendo transportada pela água da chuva para rios, córregos e lençóis freáticos. Estudos técnicos e científicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), citados na ação, trazem evidências irrefutáveis de contaminação crônica e disseminada:

Detecção Generalizada: Em um monitoramento realizado ao longo de 2021, a Atrazina foi detectada em 100% das 117 amostras coletadas no Rio Dourados. Seus produtos de degradação (DEA e 2-hidroxiatrazina) também apresentaram altíssima frequência (90% e 97%, respectivamente).

Comunidades Indígenas: Análises periciais solicitadas pela Procuradoria confirmaram a presença da Atrazina e seus metabólitos em múltiplas fontes de água — incluindo água de torneira, poços rasos e córregos — em aldeias como Panambizinho, Jaguapiru e Bororó.

Periculosidade: A Atrazina é citada como banida na União Europeia por ser uma desreguladora endócrina e comprovadamente cancerígena em testes laboratoriais, e a ação argumenta que “não há dose segura para exposição” a tais produtos.

Pedidos de Tutela de Urgência e Condenação Final

O MPF/MS requer, liminarmente, que a Justiça Federal determine que as empresas apresentem, em até 60 dias, um plano de trabalho detalhado para o diagnóstico completo da contaminação no solo e nas águas da Bacia do Rio Dourados e se abstenham de comercializar produtos com o princípio ativo da Atrazina.

Especificamente em relação ao Ibama, a ação requer a implementação imediata de um programa de monitoramento de resíduos de agrotóxicos na bacia e o início do procedimento de reavaliação do registro da Atrazina.

No mérito, a ação busca a condenação das rés nas seguintes obrigações:

Obrigação de Fazer: aprovar, custear e implementar integralmente um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) para a remediação da contaminação.

Obrigação de Pagar: indenização de R$ 300 milhões a ser revertida ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) ou a um fundo ambiental específico.



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‘Hoje eu estou feliz’, diz Lula após Trump revogar tarifaço contra exportações brasileiras



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse, na noite desta quinta-feira (20), que ficou feliz com a retirada, pelo governo dos Estados Unidos, das taxas impostas sobre alguns produtos brasileiros. Segundo o presidente, o Brasil está sabendo lidar com a pressão das tarifas e obteve respeito dos EUA.

“Quando o presidente dos EUA tomou a decisão de fazer a supertaxação, todo mundo entrou em crise e ficou nervoso. E eu não costumo tomar decisão com 39 graus de febre. Eu espero a febre baixar. Se você tomar decisão com febre, você vai cometer um erro”, disse ao discursar na abertura do Salão Internacional do Automóvel, na capital paulista.

“E hoje estou feliz porque o presidente Trump começou a reduzir as taxações. E essas coisas vão acontecer na medida em que a gente consiga galgar respeito das pessoas, ninguém respeita quem não se respeita”, acrescentou.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (20), a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros. Constam na lista divulgada pela Casa Branca produtos como café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.

Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”. De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.

Em pronunciamento nas redes sociais, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Fernando Haddad, Lula afirmou que a derrubada da taxa de 40% imposta pelo governo norte-americano a vários produtos agrícolas brasileiros é uma vitória do diálogo, da diplomacia e do bom senso.

“O diálogo franco que mantive com o presidente Trump e a atuação de nossas equipes de negociação, formada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Fernando Haddad e Mauro Vieira pelo lado brasileiro, possibilitaram avanços importantes”, destacou o presidente.

“Esse foi um passo na direção certa, mas precisamos avançar ainda mais. Seguiremos nesse diálogo com o presidente Trump tendo como norte nossa soberania e o interesse dos trabalhadores, da agricultura e da indústria brasileira.”



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