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Quase seis toneladas de maconha são apreendidas em Paranaíba


Ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal – PRF e Polícia Militar, na BR-158 km 102, em Paranaíba, resultou na apreensão de 5.648 quilos de maconha na tarde desta segunda-feira (1º), em Paranaíba. A apreensão ocorreu em uma rota considerada estratégica para o escoamento de drogas ou outros produtos ilegais.

A operação que resultou na apreensão recorde para a região, ocorreu graças ao trabalho aprimorado de inteligência, que monitorava a movimentação suspeita. Com base nessas informações, as equipes das forças de segurança montaram um cerco na rodovia.

Ao avistarem o veículo alvo, um caminhão, os policiais realizaram a abordagem e perceberam que o nervosismo do condutor era um sinal de alerta. Questionado sobre a viagem e a carga transportada, o motorista alegou, inicialmente, desconhecer o que havia no compartimento de carga.

Quando os policiais abriram o compartimento de carga constataram que estava abarrotado com centenas de fardos de maconha, totalizando quase 6 toneladas. Com a constatação, o motorista que não teve nome revelado,
Contou que pegou o caminhão já carregado em Campo Grande e deveria entregar a droga na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.

O motorista foi preso em flagrante por tráfico interestadual de drogas, sendo a carreta, droga e motorista encaminhados para a Polícia Civil em Paranaíba. Foi uma das maiores apreensão de droga na região.



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Ministério retoma investigações para proteger produtor de leite contra importações ‘desleais’



As investigações antidumping nas importações de leite em pó provenientes de Argentina e Uruguai serão retomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anunciou o vice-presidente e titular da pasta, Geraldo Alckmin, nesta terça-feira (2).

Desde agosto deste ano o processo estava parado por conta de medida preliminar que apontava problemas técnicos na origem da petição, como a necessidade de diferenciação do produto in natura da versão em pó,mas, agora, a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os trabalhos devem seguir até junho de 2026.

Contudo, representantes da entidade dizem esperar que medidas, como a antecipação de uma tarifa adicional ao produto importado, sejam colocadas em prática antes desse período. De acordo com o assessor técnico da entidade, Guilherme Sousa Dias, foi constatado que entre 2021 e 2023, que abrange o período investigado, a Argentina exportou leite em pó ao Brasil a um preço 53% menor do que custava em seu mercado interno.

O vice-presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Jônadan Ma, destacou a importância da decisão como “uma ação concreta de defesa ao produtor e à indústria nacional”, diante dos prejuízos causados pelas importações aos pecuaristas de leite no país, principalmente os pequenos, que já enfrentam uma crise de baixos preços e alta dos custos de produção.

“O importante é garantir a sobrevivência do produtor e amenizar o cenário crítico pela cadeia leiteira”, acrescentou. “O ministro reconheceu o peso social, político e estratégico da cadeia do leite. O Brasil reúne mais de 1,1 milhão de produtores, responsáveis pelo sustento direto de 5 a 6 milhões de pessoas”, completou.

Segundo ele, com a decisão, a produção nacional poderá ser preservada de práticas desleais de comércio e evita-se a dependência do mercado externo no médio e no longo prazo.

Ma disse, ainda, que o setor leiteiro enfrentou um ano particularmente desafiador em 2025 e que a expectativa é encerrar o ano com algum alívio e iniciar 2026 em condições mais favoráveis, abrindo novas perspectivas para os produtores e para toda a cadeia produtiva.

O deputado Domingos Sávio, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), lembrou que esse entendimento é reconhecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) de que o leite em pó é similar ao leite in natura, fator que, na sua avaliação, pesou para que a equipe técnica do MDIC revisse sua posição, que foi respaldada pelo ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin.

Já a deputada Ana Paula Leão, presidente da FPPL, disse que os próximos passos, além das tarifas antidumping provisórias, é tratar de ações estruturantes para a cadeia produtiva para melhorar a rentabilidade do produtor.

O assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, pontuou que as próximas etapas envolvem a publicação, no processo, do deferimento do pedido de reconsideração da CNA e a retomada da investigação de dumping.

A Confederação também aguarda a determinação preliminar positiva de dumping, dano e nexo causal para aplicação de direitos antidumping provisórios tão logo seja possível. A entidade segue articulando junto ao MDIC e lutando pela defesa dos produtores rurais.



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PRF e PM apreendem quase seis toneladas de maconha em Paranaíba


Ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal – PRF e Polícia Militar, na BR-158 km 102, em Paranaíba, resultou na apreensão de 5.648 quilos de maconha na tarde desta segunda-feira (1º), em Paranaíba. A apreensão ocorreu em uma rota considerada estratégica para o escoamento de drogas ou outros produtos ilegais. A operação que resultou na apreensão recorde para a região, ocorreu graças ao trabalho aprimorado de inteligência, que monitorava a movimentação suspeita. Com base nessas informações, as equipes das forças de segurança montaram um cerco na rodovia.

Ao avistarem o veículo alvo, um caminhão, os policiais realizaram a abordagem e perceberam que o nervosismo do condutor era um sinal de alerta. Questionado sobre a viagem e a carga transportada, o motorista alegou, inicialmente, desconhecer o que havia no compartimento de carga. Quando os policiais abriram o compartimento de carga constataram que estava abarrotado com centenas de fardos de maconha, totalizando quase 6 toneladas.

Com a constatação, o motorista que não teve nome revelado, contou que pegou o caminhão já carregado em Campo Grande e deveria entregar a droga na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais. O motorista foi preso em flagrante por tráfico interestadual de drogas, sendo a carreta, droga e motorista encaminhados para a Polícia Civil em Paranaíba. Foi uma das maiores apreensão de droga na região.



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Com forte presença em Brasília, Governo de MS acompanha deliberações do Condel e celebra avanços com a Sudeco — Barbosinha



O vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, representou o governador Eduardo Riedel nesta terça-feira (2), em Brasília, durante a 25ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel), realizada no edifício-sede do Banco do Brasil. O encontro, promovido pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), reuniu autoridades federais e estaduais para análise e deliberação de temas fundamentais ao desenvolvimento regional — entre eles, a aprovação da Programação do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para 2026 e a avaliação dos resultados de 2024.

A participação do Governo de Mato Grosso do Sul reforçou a importância da parceria com a Sudeco, que tem desempenhado papel de protagonismo no fortalecimento da economia sul-mato-grossense. Somente entre julho e outubro de 2025, o Estado contratou 15 operações de crédito com valores a partir de R$ 10 milhões, totalizando R$ 323,4 milhões, o maior volume entre os quatro entes da região. Os recursos têm fomentado cadeias produtivas, ampliado investimentos privados e impulsionado a geração de emprego e renda em diversos municípios.

Durante a reunião, também foram debatidas propostas estratégicas como a redução do valor mínimo dos projetos apoiados pelo Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO) — de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões — medida que permitirá ampliar o acesso aos investimentos especialmente em cidades do interior. O Condel ainda aprovou o calendário de reuniões ordinárias para 2026 e analisou o Relatório Circunstanciado das atividades do FCO em 2024.

Barbosinha destacou, em sua fala, o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento regional e ressaltou o esforço da Sudeco em manter presença ativa e cooperativa junto aos estados. Segundo ele, “a Sudeco, mesmo com uma equipe pequena, a gente sabe que realmente é uma equipe diminuta, realiza um grande trabalho. A Sudeco é extremamente organizada e vocês conseguem fazer o trabalho da multiplicação, porque além dessa organização, de tocar um projeto de tamanha envergadura, tão importante para o Centro-Oeste brasileiro, vocês conseguem, através da superintendente Luciana, ter uma presença muito marcante em nossos estados e em nossos municípios”.

A reunião também ocorreu em meio ao anúncio de novos investimentos aprovados pela Sudeco na 142ª Reunião da Diretoria Colegiada, realizada no mês de novembro. Foram mais de R$ 3 milhões destinados à infraestrutura, pesquisa e aquisição de máquinas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, incluindo caminhão, tratores, varredeiras e a construção de um pavilhão de eventos, com impacto estimado para mais de 30 mil pessoas. Também avançou o estudo de diagnóstico para 13 municípios de Mato Grosso, além da aprovação do Protocolo de Intenções entre Sudeco e Finep, fortalecendo o ecossistema de inovação do Centro-Oeste.

Com presença ativa em Brasília e acompanhamento direto das pautas regionais, o Governo de Mato Grosso do Sul reafirma seu compromisso com políticas públicas eficientes e com a ampliação da capacidade de investimento no Estado. A parceria com a Sudeco reforça a estratégia da atual gestão de buscar soluções integradas, fortalecer as estruturas produtivas e promover desenvolvimento equilibrado em todos os municípios sul-mato-grossenses.



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Entidade reconhece atuação da Câmara na luta contra o racismo e em defesa da liberdade religiosa


A Câmara Municipal de Ponta Porã recebeu o reconhecimento de uma das mais importantes entidades que atuam na defesa dos direitos humanos na fronteira. O Incai (Instituto Internacional de Culturas Afro-Brasileira e Indígena), por meio de sua diretoria, utilizou o espaço da Tribuna Livre, na sessão de 2 de dezembro, para agradecer aos vereadores pela aprovação de legislação que aperfeiçoa o combate ao racismo e fortalece a luta pela liberdade de manifestações religiosas no município.

O presidente da entidade, Edson Freitas, fez um pronunciamento em que demonstrou sua gratidão. “Compareço hoje não para reivindicar direitos, mas para expressar gratidão. Gratidão a esta Casa de Leis que, ao longo de todo o ano, demonstrou sensibilidade, diálogo e responsabilidade com pautas fundamentais à nossa sociedade, especialmente no que se refere à valorização da cultura afro-brasileira e indígena; à defesa dos direitos humanos e ao combate ao racismo em todas as suas formas; e à garantia da liberdade religiosa, princípio sagrado previsto em nossa Constituição”.

Segundo ele, “cada gesto desta Câmara, cada escuta e cada apoio às iniciativas culturais e de proteção às tradições afro-brasileiras e indígenas reforçam que Ponta Porã é um município comprometido com o respeito, a pluralidade e a dignidade humana. Por isso, nesta sessão realizarei a entrega de uma placa de honra ao mérito. Trata-se de um reconhecimento público do Incai pela contribuição de cada um dos senhores e senhoras na promoção do diálogo, da inclusão e do fortalecimento das ações que valorizam nossa história, nossa ancestralidade e nossa identidade cultural”.

Edson Freitas acrescentou ainda: “Agradeço ao presidente Agnaldo Pereira Lima pela abertura deste espaço e a todos os vereadores pela postura ética e pelo compromisso com uma cidade mais justa, acolhedora e plural. Que possamos seguir avançando, lado a lado, na construção de políticas que honrem a diversidade que nos constitui como povo”.

Após o pronunciamento, ele entregou a todos os parlamentares uma placa de Honra ao Mérito.

Universidade Nacional de Amambay

Também fizeram uso da Tribuna Livre os representantes da Asociación de Profesionales para el Desarrollo del Departamento de Amambay, que apresentaram o andamento dos trabalhos voltados para a concretização de um antigo sonho da população de Pedro Juan Caballero: a instalação da Universidade Nacional de Amambay. A futura instituição deverá oferecer cursos superiores que atendam à demanda da região de fronteira, beneficiando inclusive moradores do lado brasileiro.

Sessão aprova projetos importantes

A sessão do dia 2 de dezembro teve pauta extensa. Os vereadores aprovaram, em regime de urgência especial, diversos projetos de lei:

PLC nº 14/2025/CM– Concede anistia condicional a edificações irregulares em relação ao Plano Diretor, Lei de Uso e Ocupação do Solo e Código de Posturas.

Autoria: Poder Executivo.

PL nº 50/2025/CM – Dispõe sobre a desafetação e permuta de áreas.

Autoria: Poder Executivo.

PL nº 51/2025/CM – Autoriza o Executivo a conceder auxílio financeiro à Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã.

Autoria: Poder Executivo.

PL nº 52/2025/CM– Autoriza subvenção social à APAE de Ponta Porã-MS.

Autoria: Poder Executivo.

PL nº 53/2025/CM– Altera a gestão do Fundo Municipal de Defesa dos Direitos Difusos (FMDD) e modifica a Lei Municipal nº 3.128/1999.

Autoria: Poder Executivo.

Entre os projetos aprovados por unanimidade, destacam-se a ajuda financeira de aproximadamente R$ 2,1 milhões que será destinada à APAE em 2026 e o auxílio à Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã, que organizará a campanha natalina neste fim de ano.

Os parlamentares também aprovaram requerimento convocando a empresa Energisa para prestar esclarecimentos sobre os constantes problemas no fornecimento de energia elétrica e no atendimento à população. A concessionária tem sido alvo de diversas reclamações dos moradores. O vereador Carlos Bordão chegou a defender a instalação de uma CPI para investigar as causas do atendimento insatisfatório.

O presidente da Casa de Leis, Agnaldo Pereira Lima, afirmou que até mesmo o Poder Público Municipal tem sido prejudicado, pois a empresa tem dificultado a execução de obras, especialmente as de pavimentação nos bairros.



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‘Esperamos que revisão de tarifas dos EUA seja tratada com prioridade’, diz Abipesca



A Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca) afirmou que espera uma solução rápida para as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao setor de pescados. A manifestação ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ligar para o presidente norte-americano Donald Trump para tratar do tema.

Segundo a entidade, as medidas adotadas pelos EUA provocaram forte impacto sobre as exportações brasileiras. Desde o início do impasse comercial, o setor deixou de embarcar cerca de US$ 250 milhões em pescados para o mercado norte-americano, considerado um dos mais importantes para a indústria brasileira.

A Abipesca aponta que a perda afetou empregos, investimentos e competitividade. Além disso, a associação afirma que o diálogo entre os governos é bem-vindo, mas defende ações concretas. Para o setor, é necessário que o tema seja tratado como prioridade para corrigir distorções e recuperar o espaço perdido nas vendas externas.

“A indústria precisa de previsibilidade, rapidez e condições justas para competir e retomar o ritmo de crescimento”, declarou a entidade em nota assinada pelo presidente, Eduardo Lobo.



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Diferença de Lula cai e Tarcísio está tecnicamente empatado no 2º turno


A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (2) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue à frente em todos os cenários de primeiro turno para 2026, mas com margens menores em relação aos levantamentos anteriores. No cenário principal, Lula aparece com 48,4% das intenções de voto, contra 32,5% do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Os demais governadores de direita não chegam a 10%.

Em uma simulação sem Tarcísio, o petista tem 48,7% contra 28,6% da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), em 9,4%. Outro cenário aponta Lula com 48,5%, seguido por Caiado (16,9%) e Ratinho Jr. (PSD-PR), com 12,6%. Em disputa envolvendo Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Lula lidera com 47,3%, contra 23,1% do senador e 10,2% de Caiado.

A pesquisa também simulou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), no lugar de Lula. Nesse cenário, Haddad aparece com 44,4%, contra 32,3% de Tarcísio e 5,6% de Caiado. Nos confrontos de segundo turno, Lula venceria todos os adversários, embora com vantagem reduzida. O presidente tem 49% das intenções de voto contra 47% em disputas com Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2060, Tarcísio e Michelle Bolsonaro. A diferença é maior contra Romeu Zema (Novo) e Caiado, que perdem por 49% a 41%, e contra Ratinho Jr., com 49% a 40%. A maior vantagem é sobre o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), com 47% contra 28%.

A série histórica da pesquisa mostra um recuo de Lula frente a Tarcísio. Desde agosto, o presidente liderava com ampla vantagem, mas neste mês caiu de 52% para 49%, enquanto Tarcísio avançou de 44% para 47%, configurando empate técnico. O levantamento ouviu 5.510 pessoas entre 22 e 27 de novembro, em todo o país, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%.

Correio Braziliense



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Mapa publica preços mínimos para os produtos extrativos da safra 2026


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta terça-feira (2), as Portarias nº 867 e 868, que atualizam os preços mínimos para os produtos extrativos e para a uva industrial da safra 2026. Os valores, fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), servirão de referência nas operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União.

Entre os produtos extrativistas com novo valor estabelecido estão os frutos do açaí, buriti, juçara, macaúba, mangaba, murumuru, pequi, piaçava, pinhão e umbu; as amêndoas de andiroba, babaçu, baru e cacau; castanha-do-Brasil em casca e pirarucu de manejo.

Os preços têm o objetivo de garantir remuneração mínima aos produtores rurais. A portaria referente aos produtos extrativistas é válida em todo o território nacional entre janeiro e dezembro de 2026 e entra em vigor em 1º de janeiro.

O preço mínimo para a uva industrial com 15° glucométricos foi fixado em R$ 1,80/kg para os estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, com vigência de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026.

O QUE É PGPM?

O preço mínimo é atualizado anualmente e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é responsável por elaborar as propostas referentes aos produtos da pauta da PGPM e da Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

Conforme artigo 5° do Decreto-Lei n.° 79/1966, as propostas de preços mínimos devem considerar os diversos fatores que influem nas cotações dos mercados interno e externo, e os custos de produção.

Os preços mínimos são definidos antes do início da safra seguinte e servem para nortear o produtor quanto à decisão do plantio, além de sinalizar o comprometimento do Governo Federal em adquirir ou subvencionar produtos agrícolas, caso seus preços de mercado encontrem-se abaixo dos preços mínimos estabelecidos.



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Com 99% da soja plantada no Paraná, maioria das lavouras apresenta boas condições



O plantio da safra 2025/26 de soja no Paraná alcançou 99% da área prevista até o dia 1º de dezembro, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

A área total destinada à soja nesta temporada foi estimada em 5,776 milhões de hectares, praticamente estável em relação aos 5,770 milhões de hectares cultivados em 2024/25.

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As lavouras apresentam condições favoráveis, com 92% das áreas classificadas como boas, 7% médias e 1% ruins. Quanto às fases de desenvolvimento, 3% estão em germinação, 56% em crescimento vegetativo, 31% em floração e 10% em frutificação.

Na semana anterior (24 de novembro), o plantio estava em 97%, com o mesmo quadro de condições (92% boas, 7% médias e 1% ruins) e distribuição das fases em 6% de germinação, 61% de crescimento vegetativo, 28% de floração e 5% de frutificação.

Produção de soja no PR

A produção da 1ª safra de soja em 2025/26 é projetada em 21,959 milhões de toneladas, volume 4% superior às 21,188 milhões de toneladas colhidas na safra anterior.

A produtividade esperada também apresenta avanço, estimada em 3.802 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos por hectare registrados em 2024/25.

Com informações da Safras & Mercado.



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Deputados aprovam proposta que obriga seguradora informar motivo de negativa


Os deputados votaram na manhã desta terça-feira (2), durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, projeto que obriga a seguradora a comunicar formalmente a decisão de não aceitação da proposta para contratação de seguro em Mato Grosso do Sul.

Segunda discussão

De autoria do deputado Paulo Duarte (PSB), o Projeto de Lei 160/2025 determina que a seguradora fica obrigada, em qualquer hipótese, a comunicar formalmente o consumidor proponente, o seu representante legal ou o corretor de seguros, sobre a decisão de não aceitação da proposta para contratação do seguro. A proposição estabelece prazo de até 25 dias para a seguradora cientificar a recusa. Com a aprovação, a matéria segue para votação em redação final por ter sofrido emenda.



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