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Ação de Lia Nogueira mantém neuropediatria e viabiliza psiquiatria infantil em Dourados


O atendimento de neuropediatria em Dourados, reativado em 2025 após quase cinco anos de paralisação, está garantido para 2026. Além da continuidade do serviço, o próximo ano marca um avanço importante para as famílias atípicas da cidade e da região, com a inclusão da psiquiatria infantil graças a uma nova articulação liderada pela deputada estadual Lia Nogueira (PSDB).

A manutenção da neuropediatria e a ampliação para a psiquiatria infantil foram viabilizadas por meio de R$400 mil em recursos assegurados para 2026. A deputada destinou R$200 mil em emenda parlamentar e contou com a parceria do deputado estadual Neno Razuk (PL), responsável pelos outros R$200 mil. A mobilização surgiu após o vereador Márcio Pudim (PSDB) buscar a deputada preocupado com a insegurança das famílias em relação ao futuro do serviço.

“Sou muito grato pelo compromisso da deputada. O olhar dela para essa causa fez toda a diferença. Com esse recurso chegando ao município, o atendimento tem condições de continuar por mais um ano. É uma conquista das mães, dos pais e das crianças que precisam desse serviço”, comemora o vereador.

A retomada do atendimento em Dourados começou em 2025, quando Lia destinou R$120 mil para reativar a neuropediatria na PAI (Policlínica de Atendimento Infantil). Nessa etapa, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) somou R$200 mil, permitindo a reabertura do serviço após um longo período de interrupção. Na época, chegaram a circular especulações de que o valor não seria suficiente para manter o atendimento, mas o serviço foi restabelecido e permaneceu ativo durante todo o ano, garantindo diagnóstico e acompanhamento para crianças que aguardavam há anos.

Para a deputada, assegurar a continuidade da neuropediatria e incluir a psiquiatria infantil representa uma conquista coletiva construída a partir das necessidades reais das famílias. Ela reforça que o atendimento especializado não pode depender de decisões pontuais, pois a interrupção afeta diretamente o desenvolvimento das crianças. “A neuropediatria devolve estabilidade e perspectiva às famílias que convivem com uma rotina de desafios. A chegada da psiquiatria infantil amplia esse cuidado. É um atendimento que precisa ser contínuo e digno, sem risco de interrupções”, afirma.

Com o recurso total garantido para 2026, Dourados mantém um dos serviços mais aguardados pela rede de saúde e avança na construção de uma estrutura especializada capaz de atender crianças que dependem exclusivamente do SUS.



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Ação de Lia Nogueira mantém neuropediatria e viabiliza psiquiatria infantil em Dourados

Parceria articulada por Lia Nogueira garante R$400 mil para manter o atendimento e ampliar o cuidado a famílias atípicas na rede pública

O atendimento de neuropediatria em Dourados, reativado em 2025 após quase cinco anos de paralisação, está garantido para 2026. Além da continuidade do serviço, o próximo ano marca um avanço importante para as famílias atípicas da cidade e da região, com a inclusão da psiquiatria infantil graças a uma nova articulação liderada pela deputada estadual Lia Nogueira (PSDB).

A manutenção da neuropediatria e a ampliação para a psiquiatria infantil foram viabilizadas por meio de R$400 mil em recursos assegurados para 2026. A deputada destinou R$200 mil em emenda parlamentar e contou com a parceria do deputado estadual Neno Razuk (PL), responsável pelos outros R$200 mil. A mobilização surgiu após o vereador Márcio Pudim (PSDB) buscar a deputada preocupado com a insegurança das famílias em relação ao futuro do serviço.



“Sou muito grato pelo compromisso da deputada. O olhar dela para essa causa fez toda a diferença. Com esse recurso chegando ao município, o atendimento tem condições de continuar por mais um ano. É uma conquista das mães, dos pais e das crianças que precisam desse serviço”, comemora o vereador.

A retomada do atendimento em Dourados começou em 2025, quando Lia destinou R$120 mil para reativar a neuropediatria na PAI (Policlínica de Atendimento Infantil). Nessa etapa, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) somou R$200 mil, permitindo a reabertura do serviço após um longo período de interrupção. Na época, chegaram a circular especulações de que o valor não seria suficiente para manter o atendimento, mas o serviço foi restabelecido e permaneceu ativo durante todo o ano, garantindo diagnóstico e acompanhamento para crianças que aguardavam há anos.


Para a deputada, assegurar a continuidade da neuropediatria e incluir a psiquiatria infantil representa uma conquista coletiva construída a partir das necessidades reais das famílias. Ela reforça que o atendimento especializado não pode depender de decisões pontuais, pois a interrupção afeta diretamente o desenvolvimento das crianças. “A neuropediatria devolve estabilidade e perspectiva às famílias que convivem com uma rotina de desafios. A chegada da psiquiatria infantil amplia esse cuidado. É um atendimento que precisa ser contínuo e digno, sem risco de interrupções”, afirma.

Com o recurso total garantido para 2026, Dourados mantém um dos serviços mais aguardados pela rede de saúde e avança na construção de uma estrutura especializada capaz de atender crianças que dependem exclusivamente do SUS.

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ABPA confirma Brasil como terceiro maior exportador de carne suína ‘em breve’



O Brasil deve assumir ainda este ano a terceira posição no ranking mundial de exportadores de carne suína. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin. Segundo ele, dados mostram que o Canadá, atual terceiro colocado, deve encerrar 2025 com cerca de 1,3 milhão de toneladas, enquanto o Brasil caminha para 1,4 milhão.

Produção brasileira cresce e exportações também

A produção nacional deve alcançar 5,55 milhões de toneladas em 2025, alta de 4,6% em relação ao ano passado. Para 2025, a projeção de é de crescimento de 2,7%, com até 5,7 milhões de toneladas. Santin explica que o ritmo moderado se deve ao peso médio dos animais.

“A produção cresce menos porque o peso aumentou e se mantém em níveis superiores aos do ano passado”, diz. O cenário garante, porém, uma disponibilidade positiva no mercado interno e consumo de até 9,5 quilos por habitante em 2026.

As exportações também seguem firmes e devem subir 10% neste ano, com 1,45 milhão de toneladas, podendo chegar no ano que vem com aumento de até 4%, com 1,55 milhão de toneladas.

Europa enfrenta queda e novos casos de peste suína africana

A perda de espaço dos concorrentes favorece o Brasil. A União Europeia, que começou o ano com crescimento, registra queda nos embarques. Santin destaca que “a Europa está enfrentando a grande dificuldade da peste suína africana, agora encontrada em javalis selvagens na Espanha”.

O país, maior exportador do bloco e responsável por 23% da produção europeia, enfrenta restrições comerciais. “Alguns países já fecharam totalmente para a Espanha, e a China fechou oito plantas na Catalunha”, afirma.

Além disso, ele reforça que o Brasil não comemora problemas alheios, mas precisa reconhecer que esses episódios têm efeitos comerciais que podem abrir espaço para o produto brasileiro.

EUA e Canadá perdem ritmo de exportação

Nos Estados Unidos, as exportações caíram 3,5% entre janeiro e julho. O país não tem surto de peste suína africana, mas, segundo Santin, o consumo interno cresce devido à menor oferta de carne bovina: “Há menos carne bovina no mercado, o que puxa o consumo de suínos internamente.”

O Canadá também perdeu fôlego. Após crescimento de até 3,9% até agosto, os embarques passaram a cair. Santin afirma que, pela média do ano, a exportação canadense deve fechar em 1,3 milhão de toneladas, abaixo da previsão inicial de 1,45 milhão, cenário que abre a brecha para o Brasil assumir a terceira colocação.

China mantém demanda estável e pode ampliar espaço para o Brasil

A China mantém importações entre 1,3 milhão e 1,5 milhão de toneladas. Santin explica que 52% do que a China importa no mundo são miúdos, categoria em que o Brasil pode crescer caso avance a habilitação de plantas do Rio Grande do Sul, Paraná e Rondônia.

Ele afirma que a combinação entre o perfil das compras chinesas e os novos casos de peste suína africana na Espanha cria “um espaço que pode se abrir para o Brasil, sempre dependendo das avaliações técnicas feitas pelos chineses”.

Filipinas permanecem como maior importador do Brasil

As Filipinas seguem como principal destino da carne suína brasileira. O país enfrenta forte queda na produção, pressionada por 31 focos ativos de peste suína africana. “As Filipinas têm mais de 130 casos no ano, o que impacta muito a produção”, diz Santin.

A previsão inicial era de 630 mil toneladas, mas o país já importou 680 mil toneladas até setembro, alta de 20% em relação ao ano passado. Com isso, o Brasil detém 42% desse mercado. Para Santin, as Filipinas devem seguir como o maior comprador da proteína brasileira por mais um ou dois anos, até conseguirem controlar a doença.



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Presidente da Assembleia Legislativa é preso pela Polícia Federal no Rio de Janeiro


O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), foi preso na manhã desta quarta-feira, (3), pela Polícia Federal, alvo da Operação Unha e Carne. Segundo a PF, Bacellar é suspeito de ter vazado informações da Operação Zargun, em que o então deputado estadual TH Joias foi preso acusado de ligação criminosa com a facção Comando Vermelho (CV). A PF cumpre um mandado de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão, além de um mandado de intimação para cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no Estado e suas conexões com agentes públicos. Thiego Raimundo dos Santos Silva, oTH Joias, foi preso no dia 3 de setembro por tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é suspeito de negociar armas para o Comando Vermelho.

TH Joias passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida pelo TJ do Rio. Ele responde pelos crimes de associação e organização criminosa e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito, intermediados pelo parlamentar.

Suspeita de vazamento

A suspeita de vazamento foi levantada pelo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, no dia da Operação Zarguna, em setembro. Naquele mês, ele anunciou a abertura de investigação sobre possível vazamento de informações da operação, após indícios de tentativa de fuga e destruição de provas.

As investigações da Operação Zargun identificaram um esquema de corrupção envolvendo a liderança da facção no Complexo do Alemão e agentes políticos e públicos, incluindo um delegado da PF, policiais militares, ex-secretário municipal e estadual e TH Joias. A organização, segundo a PF, se infiltrou na administração pública “para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas, além de importar armas do Paraguai e equipamentos antidrone da China, revendidos até para facções rivais”.



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Gilmar decide que só PGR pode pedir impeachment de ministro do STF


O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta-feira (3) que apenas o chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR) está apto a denunciar ministros da Corte ao Senado por crimes de responsabilidade.

Na prática, o ministro entendeu que apenas o ocupante da PGR pode mover pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. Para isso, Mendes suspendeu o trecho da Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950), que dava a “todo cidadão” a prerrogativa de denunciar os magistrados.

“A intimidação do Poder Judiciário por meio do impeachment abusivo cria um ambiente de insegurança jurídica, buscando o enfraquecimento desse poder, o que, ao final, pode abalar a sua capacidade de atuação firme e independente”, afirmou o ministro.

A decisão monocrática do ministro ainda deverá ser confirmada ou não pelo plenário, em julgamento virtual marcado entre os dias 12 e 19 de dezembro.

A Constituição prevê que cabe ao Senado Federal processar e julgar ministros do Supremo no caso de eventuais crimes de responsabilidade, mas não trata da possibilidade de impeachment dos magistrados. O tema é abordado na Lei 1.079/1950, a Lei de Impeachment, que regulamenta o assunto.

Pela legislação, comete crime de responsabilidade o ministro que:

altera, por qualquer forma, exceto por via de recurso, a decisão ou voto já proferido em sessão do Tribunal;

profere julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;

exerça atividade político-partidária;

seja patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo;

proceda de modo incompatível com a honra dignidade e decôro de suas funções.

“É permitido a todo cidadão denunciar perante o Senado Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e o Procurador Geral da República, pêlos crimes de responsabilidade que cometerem”, diz o trecho da lei que foi suspenso.

Ferramenta de intimidação

Para Gilmar Mendes, a lei é excessivamente ampla e vaga, servindo a processos de intimidação do Judiciário, pois “os juízes, temendo represálias, podem se ver pressionados a adotar posturas mais alinhadas aos interesses políticos momentâneos, em vez de garantirem a interpretação imparcial da Constituição e a preservação dos direitos fundamentais”.

O ministro é relator de duas ações que questionam a compatibilidade de diferentes trechos da Lei de Impeachment com a Constituição de 1988, uma aberta pelo Psol e outra pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Para Mendes, aquilo que era para ser um “instrumento legítimo e excepcional” para responsabilizar ministros do Supremo acabou se tornando “ferramenta de intimidação e mitigação das garantias judiciais, submetendo os membros do Poder Judiciário à aprovação de caráter político”, escreveu na decisão.



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Banco do Brasil desembolsa R$ 85 bilhões em financiamentos na safra 2025/26



O Banco do Brasil já desembolsou cerca de R$ 85 bilhões em financiamentos para o agronegócio na safra 2025/26, que começou em 1º de julho e se estende até 30 de junho de 2026. A cifra inclui operações de crédito rural, títulos agrícolas, como Cédulas de Produto Rural (CPRs), crédito agroindustrial e recursos para giro, os chamados de negócios da cadeia de valor do agro, efetivadas de julho ao fim de novembro, além de abranger as atuais operações de renegociação de dívidas rurais.

O valor é inferior aos R$ 105 bilhões verificados em igual período da temporada anterior. Os números foram apresentados pelo vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Bittencourt.

Na análise somente das operações de crédito rural, também há retração entre os R$ 78,3 bilhões desembolsados pela instituição no acumulado da safra contra R$ 96 bilhões reportados em igual período da temporada anterior. A despeito da menor contratação de crédito rural pelos produtores rurais no acumulado da safra 2025/26, o BB espera um melhor equilíbrio no desembolso estimado até o fim da safra, em julho de 2026.

Ao todo, o banco vai ofertar R$ 230 bilhões em financiamentos para o agronegócio na safra atual. “Olhando a esteira de pedidos em análise, a expectativa é que ao fim deste mês tenhamos chegado ao teto de limite de várias linhas de crédito rural e pediremos alguns remanejamentos entre linhas”, disse Bittencourt.

O valor ofertado pelo BB na safra atual é 2% superior ao desembolsado pelo banco na temporada anterior, 2024/25. Desse montante, R$ 106 bilhões serão destinados à agricultura empresarial (grandes produtores, cooperativas e agroindústrias) e R$ 54 bilhões vão para a agricultura familiar e médios produtores. Outros R$ 70 bilhões deverão ser distribuídos em negócios da cadeia de valor do agro.

Na agricultura familiar, o desempenho de desembolsos de crédito rural está dentro do esperado, bem como o Pronamp está em patamar próximo ao do ciclo anterior. “Na média geral, devemos cumprir com o Plano Safra nas taxas controladas”, pontuou o vice-presidente do BB. Já na agricultura empresarial, ele observa sobretudo retração no apetite por novos investimentos na safra atual, com queda em torno de 35% a 40%, o que era esperado dada à combinação de juros elevados e rentabilidade próximo aos níveis históricos.

“Esse é o momento de somente quem está muito bem e não está endividado fazer investimento. É um momento de reorganização do fluxo de caixa porque as taxas estão mais elevadas neste ano, portanto, aquele produtor que puder postergar o investimento na expectativa de queda da Selic, ele aproveita para reequilibrar as contas”, comentou.

O custeio para agricultura empresarial também está abaixo do reportado na safra anterior. “Há uma diminuição da demanda dos produtores. Efetivamente tem menor procura pelo crédito a taxas livres.”

Em relação ao desenvolvimento da safra, o BB acompanha a perspectiva de possíveis efeitos do fenômeno climático La Niña sobre as lavouras, mas vê, de forma geral, situação positiva para o progresso da produção. “A expectativa de produção, tanto do IBGE quanto da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), são positivas mostrando estabilidade da produção. A safra está andando dentro do esperado com grande parte da produção já plantada e não vemos diminuição expressiva de área”, observou Bittencourt.

Quanto aos preços, o BB enxerga as cotações dos principais produtos agrícolas retornando aos níveis históricos, bem como a rentabilidade dos produtores. “Nesse cenário, áreas com alto custo de produção começam a ficar mais proibitivas”, apontou.

“A área plantada até agora está dentro do esperado, o andamento da produção está dentro do esperado e em mais algumas semanas saberemos se houve redução do pacote tecnológico, o que pode afetar a produtividade. A nossa expectativa é que não haja esse impacto”, antecipou o executivo.



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Choque da PM prende autor de roubos, apreende celulares, arma e cocaína


Em uma ação rápida, policiais militares do Batalhão de Choque esclareceram uma série de roubos cometidos por uma dupla armada usando uma motocicleta. Na ação, foram apreendidos oito celulares roubados/furtados, a arma usada nos assaltos, um revólver calibre 38, munição e cocaína, na casa do homem reconhecido como um dos ladrões, na Rua Araraquara, no Jardim Centro Oeste.

O CHOQUE foi acionado após os ladrões terem agredido uma vítima com coronhadas e já na apuração, foram constatados mais roubos realizados pela dupla. Durante as buscas, os policiais foram direcionados para a Rua Araraquara, uma área de invasão onde estaria um dos telefones roubados.

No local foi encontrado um dos ladrões, indivíduo de 28 que a princípio negava envolvimento nos casos, mas em meio a contradições acabou confessando os crimes. Na casa foram apreendidos os materiais a partir de sete celulares em uma mochila guardada no quarto junto com a arma e a droga. Com a constatação, ele confessou os ataques contando que agia junto com u indivíduo conhecido por “Preto”, morador na Homex. Na delegacia, o homem foi reconhecido como um dos autores dos roubos, sendo apontado como o indivíduo que estava na garupa da moto.



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Lula diz que indicação de “Bessias” não deve ser problema político


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quarta-feira (3), que não sabe “o porquê da polêmica” envolvendo a indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou o calendário para a sabatina de Messias.

“Sinceramente, eu não entendo o porquê da polêmica, não é o primeiro ministro que eu indico, eu já indiquei oito ministros. Eu simplesmente escolho uma pessoa, mando para o Senado, e o Senado, então, faz um julgamento para saber se a pessoa está qualificada ou não”, disse Lula em entrevista à TV Verdes Mares, em Fortaleza (CE).

Em nota, Alcolumbre justificou o cancelamento afirmando que o governo federal não encaminhou ao Senado a mensagem escrita formal referente à indicação. O ato já foi publicado no Diário Oficial da União.

“Esta omissão, de responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, é grave e sem precedentes. É uma interferência no cronograma da sabatina, prerrogativa do Poder Legislativo”, afirmou o senador.

O presidente do Senado cancelou o calendário fixado com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), que previa a leitura do parecer no dia 3 de dezembro e a sabatina no dia 10 de dezembro. Ainda não há nova data para a análise.

Indicação

A indicação de Messias tem enfrentado resistência de senadores, mas, para Lula, o ministro tem a qualificação comprovada para assumir o cargo no STF.

“Eu não sei por que foi transformado num problema político dessa monta, eu espero que seja resolvido. Eu estou muito tranquilo com relação a isso, eu cumpri com o meu papel, mandei um nome que entendo que tem qualificação profissional para ser ministro da Suprema Corte”, afirmou.

No último dia 20 de novembro, Lula indicou Jorge Messias para ocupar a vaga deixada com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.

Messias tem 45 anos e poderá ficar no Supremo pelos próximos 30 anos, quando completará 75 anos, que é a idade para aposentadoria compulsória.

Para tomar posse, o atual advogado-geral da União precisa passar por uma sabatina na CCJ do Senado e ter o nome aprovado em votação no colegiado e no plenário da Casa, com aprovação de 41 senadores.

Qualificação

Jorge Messias está no comando da AGU desde 1° de janeiro de 2023, início do terceiro mandato de Lula.

Nascido no Recife, o futuro ministro é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. Ele é formado em direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e tem os títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB).

Durante o governo da presidenta Dilma Rousseff, Messias foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República. O setor é responsável pelo assessoramento direto do presidente.



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Brasil ‘dribla’ gripe aviária e segue dominando exportações de frango



O Brasil conseguiu atravessar os casos de influenza aviária registrados em 2025 com impacto limitado na produção e nas exportações. A avaliação é do presidente da ABPA, Ricardo Santin, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (3), em São Paulo. Ele afirma que o país “está muito melhor preparado” para enfrentar novos episódios da doença e preservar mercados.

Além disso, concorrentes como União Europeia e Estados Unidos sofreram perdas bem maiores, enquanto o Brasil manteve estabilidade e participação de quase 40% do mercado global.

De acordo com os dados divulgados pela entidade, apesar da alta modesta de 0,5% nas exportações este ano, o país conseguiu sair do cenário de crise com integridade. A expectativa é que o embarques cheguem em 5,32 milhões de toneladas, com perspectiva de um avanço ainda maior em 2026, de 3,4%, com 5,5 milhões de toneladas.

Segundo Santin, a reação rápida da cadeia, aliada ao avanço da regionalização sanitária, foi decisiva para reduzir prejuízos e evitar interrupções mais amplas. “O cuidado valeu a pena. Nós trabalhamos bastante para chegar até aqui”, afirmou.

Santin destacou ainda que a União Europeia, um dos principais competidores do Brasil, enfrenta queda nas exportações, agravada pelo aumento dos casos de gripe aviária. Os Estados Unidos, segundo maior exportador global, também registram recuos expressivos e perderam espaço no mercado internacional. Nesse cenário, a Tailândia ganhou participação ao ocupar o vácuo deixado por europeus e norte-americanos.

Regionalização ampliada protege mercados

Para Santin, o trabalho técnico após o primeiro caso de influenza aviária foi determinante. “Eu rezo muito, bato na madeira, mas o que funciona mesmo é trabalhar bastante”, brincou. Ele explicou que o Brasil ampliou significativamente o número de mercados que adotam a regionalização, o que evita o fechamento total das exportações em caso de foco localizado.

Atualmente, o Japão já reconhece a divisão por município; as Filipinas adotam o mesmo modelo; Coreia do Sul e México seguem a regionalização por estado; e o Peru opera por município. Outros países, como Arábia Saudita, Argentina, Reino Unido (com raio de 10 km), Vietnã e Malásia, também avançaram nesse tipo de protocolo.

“Temos mais de 122 mercados que não fecharam no primeiro caso. Hoje, estamos muito melhor preparados para enfrentar 2026. Espero que não aconteça, mas, se acontecer, os impactos serão menores”, avaliou.

Impacto pequeno na receita e estabilidade da produção

O presidente da ABPA afirmou que a perda na receita cambial foi restrita, ficando entre US$ 100 milhões e US$ 150 milhões dentro de um universo de US$ 9,8 bilhões. “Quando vejo os Estados Unidos, que perderam mais de US$ 3 bilhões em um ano — e mais de US$ 10 bilhões em cinco anos —, essa também é uma vitória importante”, disse.

O recuo, segundo Santin, ocorreu principalmente pela troca de destinos. “Às vezes eu tinha um produto valorizado em dez em um lugar e tive que vender por oito em outro. Mas vendi”, afirmou. Apesar disso, o setor manteve estabilidade de produção, das empresas e das exportações, preservando o market share global de 38,6%.

Santin também destacou que nenhum produtor brasileiro perdeu lote em consequência da influenza aviária, diferente dos concorrentes, que enfrentaram redução de alojamentos, problemas na incubação e queda na oferta ao mercado interno.

Biosseguridade reforçada

Com a intensificação da doença no Hemisfério Norte, a ABPA ampliou as ações de prevenção. “Estamos reforçando o trabalho, levando essa mensagem ao produtor e à produtora. Valeu a pena o cuidado”, afirmou o o presidente da entidade.

Ele lembrou que a cadeia possui múltiplas barreiras de controle: acompanhamento nas granjas, assistência técnica, auditoria federal agropecuária, inspeção veterinária nas plantas e congelamento obrigatório a -18°C. “Dificilmente uma ave doente chega ao frigorífico”, ressaltou.

Santin também reforçou que não há transmissão da influenza aviária pelo consumo de carne e que muitos países fecham mercados por excesso de precaução.

Avanço nas negociações internacionais

A ABPA seguirá com missões técnicas para ampliar o reconhecimento da regionalização brasileira. Na próxima semana, representantes do setor participarão de agendas na África do Sul, um dos grandes compradores de carne de frango do Brasil. “A gente está trabalhando para mostrar a seriedade com que tratamos esse tema”, disse Santin.

Segundo ele, manter o Brasil em destaque no mercado global exige continuidade das ações de vigilância. “Além de rezar e bater na madeira, a gente trabalha”, afirmou. “Não podemos baixar a guarda.”



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Condutor de caminhonete morre após capotar com 1,6 tonelada de maconha


Traficante identificado como Celso Patrick Gabilão Marques, de 29 anos, morreu ao capotar caminhonete VW Amarok, carregada com 1,6 tonelada de maconha na MS-295, em Iguatemi, na madrugada desta quarta-feira (3/12). 

O motorista chegou a ser socorrido para atendimento médico, mas acabou não resistindo aos ferimentos, segundo informações do site Tá Na Mídia Naviraí. 

Consta que o acidente aconteceu por volta das 5h, quando policiais militares foram acionados para atender ocorrência de capotamento e com a informação de que havia uma pessoa caída às margens da rodovia.

No local, a equipe encontrou Celso sendo socorrido e diversos tabletes e fardos de maconha espalhados pelo chão. A Amarok, com placas falsas, estava destruída e presa a fios de cerca após despencar de um barranco.

No interior do veículo também havia grande quantidade da droga. A contagem realizada posteriormente totalizou 65 fardos e centenas de tabletes, somando mais de 1,6 tonelada.

Os policiais conseguiram identificar que a caminhonete estava com registro de furto/roubo em Paranavaí (PR).



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