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Polícia investiga violação de túmulo de vítima de feminicídio em Eldorado





A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul instaurou um procedimento investigativo para apurar a possível violação do túmulo de Vera Lúcia da Silva, de 42 anos, vítima de feminicídio ocorrido no último dia 12 de abril, no município de Eldorado.

A ocorrência foi registrada na manhã desta quarta-feira (15), por volta das 7h, após a Polícia Militar ser acionada por meio de denúncia que apontava irregularidades no sepulcro da vítima. No local, os policiais constataram sinais de violação e imediatamente acionaram a perícia criminal e a funerária responsável para as providências necessárias.

De acordo com informações preliminares, surgiram indícios de que o caso possa envolver um ato ilícito de extrema gravidade relacionado ao cadáver. Essa hipótese será apurada com base em exames técnico-periciais, conduzidos no âmbito da investigação.

O caso pode ter ligação com o feminicídio registrado dias antes, quando Vera Lúcia foi encontrada morta ao lado do ex-companheiro, em um contexto de violência doméstica que já vinha sendo denunciado anteriormente.

As investigações estão em andamento e buscam esclarecer as circunstâncias do fato, identificar possíveis envolvidos e responsabilizá-los criminalmente. Até o momento, a polícia não divulgou detalhes adicionais, a fim de não comprometer o andamento dos trabalhos.




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Colheita da soja se aproxima do fim e plantio do milho alcança 99,5% da área estimada


A colheita da soja safra 2025/2026 entra na fase final em Mato Grosso do Sul, ao mesmo tempo em que o plantio do milho segunda safra já se aproxima da conclusão em todo o Estado.

Levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, aponta que, até 10 de abril, cerca de 94,9% da área de soja havia sido colhida, enquanto o plantio do milho atingiu 99,5% da área estimada.

A colheita avança de forma distinta entre as regiões do Estado. A região sul lidera as operações no campo, com média de 99,3% da área colhida, seguida pela região centro (91,7%) e norte (82,7%) .

Em relação às condições das lavouras, 56,8% das áreas são classificadas como boas, 27,6% como regulares e 15,6% como ruins. O melhor desempenho está concentrado nas regiões norte e nordeste, onde mais de 64% das lavouras apresentam boas condições. Já as regiões sul e sudeste enfrentam maiores desafios, com maior percentual de áreas classificadas como regulares, reflexos de adversidades climáticas registradas ao longo do ciclo.

Na região sul, 41,2% das lavouras são consideradas boas, enquanto 44,2% estão em condição regular. Na região sudeste, 45,5% das áreas estão em boas condições e 41,7% regulares.

De acordo com o Boletim, o desempenho das lavouras foi influenciado por condições climáticas adversas registradas entre janeiro e fevereiro, principalmente na região sul. Mais de 640 mil hectares foram impactados por veranicos, com períodos superiores a 20 dias de estiagem em municípios como Dourados, Ponta Porã, Maracaju e Amambai.

Apesar disso, as chuvas registradas em março favoreceram a recuperação parcial das lavouras em regiões do centro, norte e oeste, onde os volumes variaram entre 150 mm e 380 mm.

Plantio do milho entra na reta final

O plantio do milho segunda safra acompanha o avanço da colheita da soja e já está praticamente concluído no Estado. A região sul atingiu 100% da área plantada, enquanto o centro registra 99,4% e o norte 96,3%.

De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o ritmo mais lento no início da safra foi consequência do atraso na colheita da soja. “Mesmo com os desafios climáticos registrados no início do ano, principalmente na região sul, a safra apresenta recuperação importante em várias regiões. A produtividade revisada mostra o potencial do Estado, mas ainda dependemos da consolidação dos dados de campo”.



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Parecer da indicação de Jorge Messias ao STF é lido na CCJ do Senado


O parecer do senador Weverton Rocha (PDT-MA), sobre a indicação do advogado-geral da União (AGU) Jorge Messias para uma vaga ao Supremo Tribunal Federal (STF), foi lido nesta quarta-feira (15) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Um pedido de vista coletivo foi concedido e a sabatina e eleição do indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi antecipada para o dia 28 de abril. Antes, a previsão era realizar a sessão no dia 29. Porém, como há um feriado na semana, os senadores decidiram antecipar a data para garantir maior quórum.

A votação foi marcada quase cinco meses após o anúncio do nome que deve substituir a vaga no STF deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. A demora ocorreu por resistência de parte dos senadores ao nome de Messias, em especial, o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ocupar a vaga no STF.

Ao ler o parecer, o relator Weverton Rocha destacou que a atuação de Messias na AGU foi marcada pelo seu perfil conciliador e pelo diálogo com diferentes setores da sociedade.

“Sob sua liderança, a AGU posicionou a conciliação como uma política de Estado, priorizando a segurança jurídica por meio da realização de acordos judiciais e extrajudiciais”, escreveu Weverton.

O relator relembrou toda a carreira acadêmica e profissional do indicado, afirmando que a gestão dele na AGU priorizou a estabilidade fiscal, “com o Comitê de Riscos Fiscais Judiciais reduzindo em R$ 1,25 trilhão os riscos nos três primeiros anos, articulando AGU, Fazenda e Planejamento. Houve corte de 37,5% nos precatórios para 2027 (economia de R$ 27 bilhões)”.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) elogiou a indicação do presidente Lula e destacou que Messias é uma pessoa “extraordinária”.

“Para além dos requisitos básicos para integrar a Suprema Corte brasileira, que é o profundo saber jurídico, uma reputação ilibada, eu quero destacar aqui a postura dele como um homem de família, um homem cristão, um homem que tem uma visão, de fato, humana muito intensa, tem uma perspectiva de Brasil, de fato, muito grande”, disse a senadora.

Trajetória acadêmica e profissional

Jorge Rodrigo Araújo Messias se graduou em direito, em 2003, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2018, finalizou mestrado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional, na Universidade de Brasília (UnB), onde também concluiu o doutorado com tese sobre o mesmo tema, no ano de 2024.

Ainda no campo acadêmico, o indicado foi professor de direito na UnB entre 2018 e 2022, como convidado, e da Universidade Santa Cecília (UNISANTA), desde 2024.

Suas publicações acadêmicas incluem livro, em coautoria, intitulado Reclamação Constitucional no Supremo Tribunal Federal e Fazenda Pública, e a organização do livro Análise Social do Direito: Por uma Hermenêutica de Inclusão.

É também autor de diversos capítulos de livros jurídicos, entre eles, Advocacia Pública e Democracia, que integra a obra Defesa da Democracia e das Liberdades, publicada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Jorge Messias foi ainda autor de um capítulo do livro Convenção Americana de Direitos Humanos Comentada, e um capítulo em Direito Público e Democracia – Estudos em homenagem aos 15 anos do ministro Benedito Gonçalves no STJ.

“O currículo do indicado encaminhado a esta Casa elenca também 85 (oitenta e cinco) trabalhos publicados, listados e enumerados como “outras produções técnicas”, além de 26 (vinte e seis) participações em eventos jurídicos, como palestrante ou conferencista”, escreveu o senador Weverton.

Jorge Messias ainda integrou o Instituto Brasileiro de Direito Empresarial (IBRADEMP) e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Atualmente, é associado ao Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e da OAB.

Segundo Messias, esses são “espaços que reforçam minha crença na importância do direito como instrumento do desenvolvimento nacional, da estabilidade institucional e da justiça social”.

O indicado ainda foi presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Banco Central (2006-2007); e ocupou cargo no Sindicato de servidores da Fazenda Nacional – Sinprofaz (2008-2010); foi membro da Comissão Nacional da Advocacia Pública Federal do Conselho Federal da OAB (2010-2012).

A carreira profissional do indicado começa como técnico bancário concursado da Caixa Econômica Federal, entre 2002 e 2006. Em 2006, é aprovado para a Advocacia-Geral da União (AGU), primeiramente como Procurador do Banco Central do Brasil e, posteriormente, também por concurso público, como Procurador da Fazenda Nacional.

Na AGU, Messias atuou nas consultorias jurídicas do Ministério da Educação (2012), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (2011-2012), da Casa Civil (2014 e 2016). Desde 2023, atua como ministro de estado da AGU.



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Ambiental destrói acampamento irregular no Rio Brilhante





Uma ação de fiscalização realizada pela Polícia Militar Ambiental resultou na desativação de um acampamento irregular e na apreensão de petrechos de pesca proibidos nesta terça-feira (14), durante patrulhamento no Rio Brilhante.

A operação foi conduzida por uma equipe do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (2º BPMA), com sede em Dourados, e teve como objetivo principal a fiscalização de áreas protegidas e o combate à pesca predatória.

Durante a navegação, os policiais localizaram um espinhel armado com cerca de 30 anzóis. O equipamento, considerado ilegal devido à sua capacidade de captura indiscriminada de espécies, foi imediatamente retirado do rio. Nenhum responsável foi encontrado no local no momento da apreensão.

Na sequência da ação, a equipe identificou um acampamento fixo instalado de forma irregular às margens do rio, em uma Área de Preservação Permanente (APP). Esse tipo de ocupação é proibido por lei, uma vez que compromete a integridade ambiental, a estabilidade das margens e a biodiversidade da região.

Como o local estava desocupado, os policiais realizaram o desmonte completo da estrutura, interrompendo a degradação ambiental. Também foram recolhidos resíduos sólidos não biodegradáveis, que receberam destinação adequada.

A Polícia Militar Ambiental reforça que a instalação de estruturas em áreas protegidas configura infração ambiental, sujeitando os responsáveis a penalidades administrativas e criminais.




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Pedido de vista adia votação da PEC do fim da 6×1 na CCJ da Câmara


Um pedido de vista coletivo feito pelas lideranças do PSDB e do PL na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou, nesta quarta-feira (15), a votação sobre a constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1).

Temendo atrasos nessa votação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso, na terça-feira (14), um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.

Na sessão de hoje da CCJ, o relator da PEC na CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), votou pela admissibilidade do texto, ou seja, deu parecer no sentido de que a redução da jornada é constitucional. Além do fim da escala 6×1, a PEC prevê reduzir a jornada das atuais 44 para 36 horas semanais em um prazo de dez anos.

O parecer do deputado Azi ainda precisa ser aprovado pela maioria da CCJ. Os deputados Lucas Redecker (PSDB-RS) e a Bia Kicis (PL-DF) pediram vista para ter mais tempo para analisar o tema.

“[O parecer do relator] foi protocolado pela manhã e o relator aqui, habilmente, leu todo o parecer na íntegra, porém, eu e outros deputados temos o interesse de ler minuciosamente em virtude desse parecer e desse texto serem um tema sensível. É prudente nós termos um prazo de debate nesse pedido de vista”, disse Redecker.

O parlamentar gaúcho ainda criticou o fato de o presidente Lula ter enviado um PL com urgência constitucional para a Casa, o que, segundo ele, “enterra a discussão da PEC”.

“Pelo nosso regimento interno, temos até um prazo de 40 sessões [do plenário da Câmara] para debater uma [PEC na] comissão especial. O prazo que o governo protocolou o regime de urgência será até 45 dias. No dia de hoje, 44 dias. Ou seja, não se vencerá o tempo hábil de debater, na comissão especial, o prazo dessas PECs”, completou.

O deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) rebateu que o PL do governo apenas antecipa um projeto que depois poderá ser colocado na Constituição por meio da PEC em tramitação na Câmara.

“Um projeto não prejudica o outro. Pelo contrário, ajuda, fortalece. O projeto foi encaminhado pelo presidente Lula por um motivo especial: líderes da oposição afirmaram publicamente que iriam obstruir a tramitação da PEC. O objetivo, segundo eles, é não deixar isso votar”, disse.

Os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antônio Rueda, prometeram trabalhar para não deixar votar o fim da escala 6×1. A fala ocorreu em um encontro com empresários em São Paulo, em fevereiro. Juntos, os dois partidos somam 139 dos 513 deputados da Casa.

A PEC em tramitação na CCJ é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), mas a proposta foi apensada à PEC de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que defendeu a admissibilidade do texto na comissão.

“Que os patrões possam entender que não há produtividade, não há economia, com o trabalhador adoecido, com o trabalhador esgotado, com o trabalhador exausto. Esta matéria é por mais tempo de descanso, mas ela também é por qualidade de vida”, disse Erika.

Não houve falas contra o mérito do projeto na sessão da CCJ desta quarta-feira até o fechamento desta reportagem.

A admissibilidade

O relator Paulo Azi defendeu a admissibilidade da PEC 221, ou seja, rejeitou os argumentos que defendiam que a proposta seria inconstitucional devido, entre outros motivos, ao impacto econômico que a medida poderia causar, o que violaria a autonomia financeira dos estados e municípios.

“Não há necessidade de previsão de estimativa do impacto orçamentário ou financeiro, pois a determinação constante do Artigo 113 do ADCT [Ato das Disposições Constitucionais Transitórias] não atinge as PECs”, afirmou.

Azi acrescentou que ainda há a possibilidade de “serem discutidas e avaliadas medidas de contenção do impacto sobre estados e municípios quando da discussão do mérito, oportunidade em que poderão ser articuladas formas de compensação econômica”.

Sobre o argumento de que a medida constituiria restrição excessiva da negociação coletiva entre patrões e empregados, defendendo que a escala seja definida por meio dessas negociações, o deputado destacou a assimetria de poder entre as partes.

“Verifica-se uma assimetria de poder na relação entre capital e trabalho, o que se agrava com a fragilidade financeira de muitos sindicatos. Esse estado de coisas evidencia que a simples autonomia negocial coletiva dos agentes do mercado de trabalho é insuficiente para promover avanços na temática da redução da jornada e da escala de trabalho”, escreveu Azi no relatório.



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Geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas, diz OCDE


Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar.

As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento alerta que, na atual geração, mais pessoas vivem mais tempo, mas frequentemente o fazem com múltiplas doenças crônicas.

“As DNTs encurtam vidas, afetam a qualidade de vida das pessoas e reduzem sua capacidade de trabalho. Isso aumenta os gastos com saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores e o retorno econômico”, destacou o documento.

“No entanto, muitos desses impactos são evitáveis, por meio de ações sobre os fatores de risco à saúde, diagnóstico precoce de doenças e tratamento aprimorado”, completou a OCDE.

A análise mostra que a prevenção de doenças traz benefícios sociais e econômicos muito maiores do que o tratamento tardio e que países que conseguem reduzir as taxas de condições que figuram como principais riscos à saúde, como obesidade e tabagismo, podem não apenas salvar vidas, mas aliviar a pressão sobre os orçamentos da saúde.

Números

O relatório ressalta que, apesar de décadas de esforços, as DNTs continuam a aumentar. Entre 1990 e 2023, a prevalência de câncer e de doença pulmonar obstrutiva crônica aumentou 36% e 49%, respectivamente, enquanto a prevalência de doenças cardiovasculares aumentou mais de 27%.

Os dados mostram ainda que, em 2023, uma em cada dez pessoas que viviam em países-membros da OCDE tinha diabetes e uma em cada oito vivia com doença cardiovascular.

Para a OCDE, existem três razões principais para o aumento contínuo da prevalência de DCNTs no mundo:

– Embora tenha havido progresso na redução de certos fatores de risco, como poluição do ar, tabagismo, consumo nocivo de álcool e inatividade física, esse progresso foi prejudicado pelo aumento acentuado da obesidade.

– A melhoria nas taxas de sobrevivência, um inegável sucesso em saúde pública, significa que mais pessoas vivem por períodos mais longos com doenças crônicas, aumentando a demanda por cuidados e a complexidade dos serviços.

– O envelhecimento populacional significa que mais pessoas estão atingindo as faixas etárias em que as DCNTs são mais comuns.

“Mesmo que a prevalência dos fatores de risco, as taxas de sobrevivência e o tamanho da população permaneçam constantes, o número de novos casos de DCNT deverá crescer 31% na OCDE entre 2026 e 2050, apenas devido ao envelhecimento populacional”, alertou relatório.

“Prevê-se que a prevalência de multimorbidade [combinação de doenças crônicas ou agudas] aumente 75% na OCDE (70% na União Europeia) e que a despesa anual per capita com saúde relacionada com doenças não transmissíveis cresça mais de 50% na OCDE”, concluiu a organização.



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Cão farejador localiza 46 quilos de maconha em transportadora de Campo Grande





Uma ação do Canil do Batalhão de Choque resultou na apreensão de aproximadamente 46 quilos de maconha escondidos em encomendas, na manhã desta quarta-feira (15), em uma transportadora localizada na região central de Campo Grande.

O destaque da operação foi o cão farejador Aron, que identificou a presença de entorpecentes durante uma varredura realizada no depósito da empresa. A ação teve início após denúncia anônima indicando possível envio de materiais ilícitos por meio de encomendas.

Durante a inspeção, o animal sinalizou positivamente para quatro caixas específicas. Ao abrirem os volumes, os policiais encontraram 48 tabletes de maconha, já fracionados e prontos para envio.

De acordo com o boletim de ocorrência, a droga estava distribuída em quatro encomendas distintas, o que indica uma tentativa de dificultar a fiscalização. Ainda segundo a polícia, os dados do remetente utilizados no envio eram falsos — prática comum entre organizações criminosas para evitar o rastreamento.

Todo o material foi apreendido e encaminhado à Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico, onde o caso foi registrado. As investigações agora buscam identificar os responsáveis pelo envio das encomendas, com base em imagens de câmeras de segurança e registros da transportadora.

A apreensão reforça a importância do trabalho especializado dos cães farejadores no combate ao tráfico de drogas, especialmente em rotas logísticas utilizadas por criminosos.




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Polícia Militar intensifica fiscalização de trânsito para reduzir acidentes em Ponta Porã


O 4º Batalhão de Polícia Militar tem intensificado as ações de fiscalização de trânsito em Ponta Porã, com o objetivo de aumentar a segurança nas vias e reduzir o número de acidentes no município.

As blitz estão sendo realizadas em pontos estratégicos da cidade, com abordagens a veículos e motocicletas. Durante as operações, os policiais verificam a documentação obrigatória, as condições dos veículos e o cumprimento das normas estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro.

De acordo com a Polícia Militar, a intensificação das fiscalizações busca coibir infrações, promover a conscientização dos condutores e preservar vidas, garantindo maior segurança para motoristas, passageiros e pedestres.

Além do caráter fiscalizador, as ações também possuem enfoque educativo. Durante as abordagens, os condutores recebem orientações sobre práticas seguras no trânsito e a importância do respeito às leis.

A corporação reforça que a segurança no trânsito é uma responsabilidade coletiva e orienta os motoristas a adotarem medidas essenciais, como respeitar os limites de velocidade, utilizar o cinto de segurança, não dirigir sob efeito de álcool, manter a documentação regularizada e redobrar a atenção, especialmente em áreas de maior fluxo.

O 4º BPM destaca ainda que as operações serão contínuas e devem ser ampliadas, reafirmando o compromisso da Polícia Militar com a segurança da população e a construção de um trânsito mais seguro.



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Polícia Militar recupera veículo roubado em Ponta Porã após perseguição





A Polícia Militar recuperou um veículo roubado após uma ação rápida e integrada na noite do último dia 13 de abril, na região de fronteira sul do Estado.

O caso teve início em Ponta Porã, onde uma caminhonete Toyota SW4 branca foi levada durante um assalto à mão armada no bairro Vila Verde. Logo após o crime, a vítima acionou a polícia, que iniciou diligências imediatas com base em informações de rastreamento do veículo.

Com apoio de equipes de cidades vizinhas, os policiais passaram a monitorar o deslocamento do automóvel, que seguia em direção à fronteira. O veículo foi localizado já nas proximidades de Coronel Sapucaia, trafegando em alta velocidade.

Ao receber ordem de parada, o condutor desobedeceu e tentou fugir, dando início a um acompanhamento tático. Durante a perseguição, diante do risco gerado, os policiais adotaram medidas para conter a evasão.

A fuga terminou quando o motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e colidiu às margens da rodovia. Após o acidente, o suspeito abandonou o veículo e fugiu para uma área de mata, não sendo localizado até o momento.

A caminhonete foi recuperada e encaminhada à autoridade policial para os procedimentos legais. O caso segue sob investigação.




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Jovem encontrado morto no Horto Florestal é identificado em Ponta Porã





Foi identificado como Bruno Arteman Benites o jovem encontrado morto na manhã desta quarta-feira (15), no campo de futebol do Horto Florestal, em Ponta Porã.

O corpo foi localizado sobre a arquibancada por uma equipe da Guarda Municipal, que acionou a Polícia Civil para atendimento da ocorrência. A área foi isolada para os trabalhos de perícia e coleta de evidências.

De acordo com informações preliminares, o jovem teria deixado uma motocicleta nas proximidades horas antes do ocorrido. Testemunhas relataram ainda que ele foi visto caminhando pelo local durante a noite. Moradores da região afirmam que Bruno frequentava o espaço com regularidade.

Até o momento, as circunstâncias da morte não foram esclarecidas. Equipes da Polícia Civil seguem no local realizando os primeiros levantamentos, e o caso será investigado para determinar as causas do óbito.

Novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações.




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