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IR 2026: declaração fora do prazo só será aceita a partir de segunda


Aqueles que não entregaram a declaração do IRPF dentro do prazo estão sujeitos a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido



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disputa entre potências redesenha a economia mundial







A disputa entre Estados Unidos e China deixou de ser apenas uma rivalidade econômica e passou a redesenhar a economia mundial. À medida que empresas chinesas avançam em setores estratégicos, como telecomunicações, inteligência artificial e mobilidade elétrica, os EUA reagem com sanções, tarifas e restrições tecnológicas que afetam cadeias produtivas, decisões de investimento e fluxos de comércio ao redor do mundo.

Para Ricardo Geromel, especialista em China e autor do livro O Poder da China, e Jorge Hargrave, diretor da Maraé Investimentos, o embate já está em curso e tende a se intensificar nos próximos anos. “Existe uma guerra que já é real: Estados Unidos e China”, afirmou Geromel.

As declarações foram feitas no programa O Clima na Faria Lima, do InfoMoney, apresentado por Marina Cançado.

Tecnologia virou campo central da disputa

O conflito entre as duas potências se concentra, cada vez mais, em setores estratégicos — e a tecnologia está no centro dessa disputa. Empresas chinesas têm avançado rapidamente em áreas como telecomunicações, inteligência artificial e mobilidade elétrica, muitas vezes com produtos mais baratos e competitivos.

Esse movimento, segundo os especialistas, não é marginal. É estrutural. Hargrave resume essa dinâmica ao destacar que empresas chinesas vêm ganhando espaço global com uma proposta difícil de competir: “melhor e mais barato”.

Regras do jogo estão sendo reescritas

Um dos pontos centrais do debate é que o confronto não segue apenas as regras tradicionais do mercado. Quando a China avança em determinados setores, os Estados Unidos tendem a reagir com medidas que vão além da competição econômica.

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Geromel chama atenção para esse comportamento. “Os Estados Unidos se mexem quando a China avança e está na frente”, diz. Na prática, isso se traduz em restrições regulatórias, sanções e barreiras comerciais. Um movimento que já é observado em áreas como 5G, semicondutores e carros elétricos.

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Guerra comercial e tecnológica se sobrepõem

A disputa também se manifesta por meio de tarifas e limitações ao acesso a mercados. De acordo com os especialistas entrevistados, o cenário atual combina guerra comercial e guerra tecnológica, elevando o nível de incerteza global.

Além disso, há uma convergência rara dentro dos Estados Unidos. “Republicanos e democratas concordam na agenda de desacelerar o crescimento chinês”, destacou Geromel. Isso indica que o movimento de contenção não deve ser revertido no curto prazo.

China se preparou para o embate

Se por um lado os EUA intensificaram as restrições, por outro a China já vinha se preparando para esse cenário. Ao longo da última década, o país diversificou parceiros comerciais e ampliou sua presença em mercados emergentes. Hargrave destaca que essa preparação foi deliberada. “Eles entenderam que esse embate só ia crescer e se prepararam para isso”, conta.

A estratégia inclui maior aproximação com Sudeste Asiático, África e América Latina, reduzindo a dependência de mercados tradicionais.

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Exportação de capital ganha força

Outro movimento relevante é a mudança no modelo de expansão chinesa. Diante de um superávit elevado e da crescente resistência internacional, empresas chinesas passaram a investir diretamente em outros países.

A lógica é clara: contornar barreiras e ganhar presença local. Segundo Hargrave, essa tendência deve se intensificar. “A estratégia agora é exportar capital, levar empresas para produzir fora”, comenta.

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Mundo mais fragmentado – e mais complexo

O resultado desse embate é um ambiente global mais fragmentado, com cadeias produtivas sendo reorganizadas e decisões econômicas cada vez mais influenciadas por fatores políticos.

Para países como o Brasil, o desafio será navegar esse cenário sem precisar escolher lados. E Geromel faz um alerta sobre esse risco. “Seria horrível para nós ter que escolher um lado”, diz.

Em relação aos investidores, a dinâmica entre China e Estados Unidos deixou de ser uma questão distante e passou a ser central para a leitura de mercados. Mais do que uma disputa entre potências, trata-se de uma transformação estrutural da economia global.



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Durigan diz que medida dos EUA contra PCC e CV pode prejudicar o Pix


Em referência à família Bolsonaro, o ministro da Fazenda disse que pode ter chegado às autoridades americanas informação de que facções estão usando o Pix e motivando um ataque a ele

Marcelo Camargo / Agência BrasilDario Durigan, novo ministro da Fazenda
Ministro da Fazenda, Dario Durigan

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas vai prejudicar as famílias brasileiras e também o empresariado. Em entrevista à GloboNews na noite desta sexta-feira (29) ele comparou a decisão desta sexta-feira dos EUA ao tarifaço no ano passado.

“O Pix é muito mal compreendido por uma série de empresas privadas norte-americanas e de outros países que perderam a posição de intermediário entre operações de empresas e pessoas no Brasil”, sustentou. Em seguida, ele defendeu que o Pix é uma infraestrutura soberana do Brasil e é importante proteger a ferramenta de pagamento instantânea.

“O Pix não é um produto, propriamente, que vai concorrer com empresas norte-americanas, ele é uma infraestrutura de pagamento criada no Brasil, inovadora e que tem que ser bem prestigiada e bem garantida por nós”, acrescentou.

“Tanto Visa quanto Master, duas grandes empresas de cartão de crédito, sempre reclamaram do Pix no Brasil, e eu estou dizendo isso porque eu disse isso ao governo norte-americano. Eles mais recentemente têm reconhecido o papel do Pix e dito, o Pix aumentou o volume de operações que essas empresas têm no Brasil. Então não só o Pix é bom para o brasileiro, mas o Pix é bom para o negócio, é bom para as empresas multinacionais que operam no Brasil, porque há mais dinamismo na economia”, defendeu.

Em referência à família Bolsonaro, ele disse que pode ter chegado às autoridades americanas informação de que facções estão usando o Pix e motivando um ataque a ele. “O que é um absurdo. E a gente vê que, mais uma vez, a gente vê essa família, que vai aos Estados Unidos procurando medidas eleitorais, pode de novo causar muito prejuízo, muito constrangimento, inclusive ao Pix”.

Nesta semana, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve nos EUA para agenda com o presidente Donald Trump. Um dos irmãos dele, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, está residindo no país desde março do ano passado, tendo tido seu mandato na Câmara cassado por faltas.





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Valor de produção da silvicultura e da extração vegetal cresce 11,2% e soma R$ 37,9 bilhões


O valor da produção florestal atingiu em 2023 o recorde de R$ 37,9 bilhões, com alta de 11,2% e produção em 4.924 municípios….



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Minerva Foods intensifica estratégia de carne bovina premium no Chile

A Minerva Foods está acelerando sua estratégia de valorização de marcas premium na América do Sul e tem no Chile um dos principais focos de expansão.

O mercado chileno é considerado estratégico por valorizar historicamente carnes importadas de países como Argentina e Uruguai, reconhecidas pela qualidade superior.

A empresa busca posicionar a produção dos Pampas brasileiros dentro desse mesmo patamar de percepção, ampliando a presença de marcas premium no varejo e no food service no Chile.

Outro fator relevante para a estratégia é a mudança no status sanitário do Rio Grande do Sul, que passou a ser reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação.

Esse avanço abriu espaço para a exportação de carne bovina com osso para o Chile, um produto de maior valor agregado e alta demanda no mercado local.

Com isso, a Minerva passa a contar com unidades habilitadas no Sul do Brasil para atender essa nova demanda, o que reduz distâncias logísticas e permite maior agilidade no fornecimento de cortes frescos.

Além das exportações diretas, a empresa mantém uma estrutura consolidada no Chile, com subsidiária própria, escritórios comerciais e centros de distribuição. Essa presença permite atuação integrada entre produção, importação e distribuição, atendendo diferentes canais de venda no país.


Consumo

A estratégia da companhia também está alinhada a tendências demográficas e de consumo que indicam maior interesse por alimentos ricos em proteína, especialmente em um contexto de aumento da expectativa de vida e busca por qualidade nutricional.

Durante participação na APAS Show, a Head Global de Comunicação e Marketing da Minerva Foods, Daniela Arantes, destacou que a companhia trabalha para aproximar o alimento de momentos de convivência e bem estar das famílias, reforçando a conexão emocional com o consumo.

Ela afirmou que a empresa investe em marcas que traduzem conforto, tradição e qualidade alimentar em um cenário de maior valorização de produtos naturais e de origem controlada. Segundo a executiva, esse posicionamento dialoga com uma tendência global de consumo mais consciente.

Produção

A companhia atua em parceria com produtores dos Pampas gaúchos para aprimorar técnicas de manejo, sustentabilidade e produtividade, com o objetivo de garantir um padrão consistente de qualidade ao longo de toda a cadeia.

Segundo a executiva da área, o ambiente natural dos Pampas, combinado à alimentação baseada em pasto, tem impacto direto no resultado final da carne. A interação entre clima, genética e manejo é vista pela empresa como um diferencial competitivo no segmento premium.

As linhas de produção utilizam predominantemente raças britânicas e sistemas baseados em pastagem, com os animais permanecendo grande parte do ciclo produtivo em campo aberto.

Originalmente associada à produção na Argentina, a operação também é realizada no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, onde as condições climáticas e de pastagem se assemelham às de regiões tradicionais da pecuária de alta qualidade na América do Sul.

Esse modelo produtivo contribui para características sensoriais específicas da carne, como maciez, sabor e coloração diferenciada, frequentemente associadas a um perfil mais amanteigado e de maior valor agregado no segmento premium.

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Padre é condenado por estupro de vulnerável durante enchentes no RS


Para o MPRS, os crimes aconteceram enquanto a vítima recebia auxílio na casa paroquial onde o réu exercia suas funções em Guaíba



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Preço do diesel cai quase 1% na semana e gasolina volta a recuar no País


Os menores preços médios do combustível foram registrados em Goiás, com R$ 6,88; Rio Grande do Sul, com R$ 6,93; e Espírito Santo e Minas Gerais, ambos com R$ 6,96 o litro

O preço do diesel caiu novamente na semana de 24 a 30 de maio, segundo levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira, 29. O preço do diesel S-10 recuou 0,97% em relação à semana anterior, passando de R$ 7,20 para R$ 7,13 o litro. É a quinta semana seguida de queda nos preços.

Os menores preços médios do combustível foram registrados em Goiás, com R$ 6,88; Rio Grande do Sul, com R$ 6,93; e Espírito Santo e Minas Gerais, ambos com R$ 6,96 o litro.

Já a gasolina comum teve leve queda de 0,60% no período, após semanas consecutivas de alta. O preço médio nacional passou de R$ 6,66 para R$ 6,62 o litro. O gás de cozinha também registrou redução de 0,10%, com o botijão de 13 quilos saindo de R$ 114,77 para R$ 114,65.

Os três Estados com a gasolina mais cara do País na semana última semana de maio foram Roraima, com média de R$ 7,70 o litro; Rondônia, com R$ 7,39; e Acre, onde o combustível foi vendido a R$ 7,33.

No caso do GLP, os maiores preços médios foram registrados em Roraima, com R$ 142,19 o botijão; Tocantins, com R$ 133,42; e Amapá, com média de R$ 128,97.



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B3 prorroga prazo para Raízen ajustar cotação das ações até julho de 2026

A Raízen informou ao mercado que a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) concedeu um novo prazo para o reenquadramento da cotação de suas ações preferenciais ao valor mínimo exigido.

De acordo com comunicado divulgado pela companhia, a nova data limite foi fixada em 8 de julho de 2026. Até então, a Raízen deverá apresentar o cronograma e os procedimentos que serão adotados para adequar os papéis às regras da bolsa.

A medida dá continuidade ao comunicado divulgado em 9 de dezembro de 2025 e ocorre porque as ações da empresa seguem sendo negociadas abaixo de R$ 1,00, patamar mínimo exigido pelas normas da B3.

A companhia reforçou que manterá o mercado informado sobre eventuais desdobramentos relevantes relacionados ao tema, em conformidade com a regulamentação aplicável.

 

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Flávio rebate crítica de Lula à decisão dos EUA sobre PCC e CV: ‘Soberania do povo’


O petista se manifestou nesta sexta-feira (29) sobre a classificação das facções brasileiras como organizações terroristas

Carlos Moura/Agência Senado/Ueslei Marcelino/COP30Prismada Flávio Bolsonaro e Lula
Flávio criticou Lula por se referir ao PCC e CV como ‘nossos criminosos’

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), rebateu nesta sexta-feira (29) crítica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à decisão dos Estados Unidos em classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Por meio de vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o parlamentar defendeu a “soberania do povo brasileiro”.

“É a soberania das 50 milhões de pessoas que vivem sob o domínio desses narcoterroristas. Um governo paralelo, impondo violência, covardia, medo. O povo brasileiro não aguenta mais viver com medo por causa desse tipo de gente”, disse Flávio.

O parlamentar ainda criticou o fato de Lula ter se referido ao PCC e ao CV como “nossos criminosos”. Mais cedo, o chefe do Executivo se manifestou sobre a medida dos Estados Unidos contra as facções brasileiras durante evento em Laranjeiras, em Sergipe.

“Estou muito triste com a notícia de que o secretário [de Estado] dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que os nossos criminosos são terroristas e que os norte-americanos podem fazer intervenção. Sabe por que estou triste? Porque o Comando Vermelho e o PCC são terroristas, mas para as comunidades brasileiras. Para a sociedade brasileira e para o povo da periferia, porque incomodam famílias, bairros e cidades”, declarou Lula.

O petista também afirmou que o enfrentamento às facções será feito internamente e citou as leis Antifacção e de Combate ao Crime Organizado. Não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta. Isso aqui (o Brasil) não é um país qualquer. É um país muito grande”, afirmou o chefe do Executivo.

Antes da fala de Lula, o governo federal emitiu uma nota sobre a medida norte-americana. No comunicado, o Executivo também criticou ações da família Bolsonaro no exterior.

“É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país”, disse a nota.

O texto também chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de “falsos patriotas” que “tentam” manipular politicamente conceitos de segurança pública.

PCC e CV na mira

Na quinta-feira (28), o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que o PCC e o CV passam a ser classificados como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs, na sigla em inglês). O órgão também comunicou que pretende enquadrar ambas as facções brasileiras como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês).

Segundo a nota do governo norte-americano, o CV e o PCC são duas das organizações criminosas “mais violentas” do Brasil. “Juntas, comandam milhares de integrantes e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras, por toda a nossa região e por todo o país”, disse o documento.

A decisão dos Estados Unidos sobre as facções brasileiras se deu depois do encontro de Flávio com o presidente norte-americano, Donald Trump, e com Marco Rubio. Durante a reunião com o republicano, o senador pediu que o PCC e o CV fossem classificados como terroristas.





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Produção industrial varia 0,1%, após recuo de 1,4% em julho


A produção industrial apresentou variação positiva de 0,1%, na passagem de julho para agosto. A ligeira recuperação…



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