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Flávio diz que não irá a debate da Band no próximo domingo (18)


O candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que não irá ao debate da TV Bandeirantes marcado no domingo (18). Segundo ele, a equipe de campanha ainda vai avaliar a presença no último debate antes do segundo turno, marcado pela TV Globo para o dia 23 de outubro.

“Não vou, não está previsto ir nesse debate domingo. Estamos analisando, quem vai dar a palavra final será minha equipe técnica, de ir no último debate”, declarou.

A CNN Brasil entrou em contato com a campanha para confirmar a declaração, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.

A declaração foi dada após um evento no comitê político do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marcou o anúncio de apoio de 17 diretórios estaduais do MDB à candidatura de Flávio.

A possível ausência ocorre em um momento em que Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adversários no segundo turno, ainda não se enfrentaram diretamente em nenhum debate durante a campanha presidencial de 2026.

No primeiro turno, os dois candidatos não participaram dos debates realizados pelas emissoras de televisão. O último encontro previsto para aquela etapa da eleição, organizado pela TV Globo, acabou cancelado após a ausência dos dois presidenciáveis.

Para o segundo turno, a Band marcou um debate para domingo (18), às 20h. Já a TV Globo prevê realizar o último confronto entre os candidatos na sexta-feira (23), dois dias antes da votação.

Procurada pela CNN Brasil, a emissora afirmou que o debate acontecerá mesmo se um dos candidatos não comparecer. Neste caso, o púlpito de Flávio Bolsonaro ficará vazio.

Apesar de ter sinalizado anteriormente disposição para debater com Lula, Flávio deixou em aberto a participação nos encontros desta reta final da campanha.

O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para 25 de outubro.



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Pesquisas internas de Flávio e Lula divergem sobre 2° turno | Blogs | CNN Brasil


As pesquisas internas (os chamados trackings) das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divergem sobre o desempenho de ambos no 2° turno.

Fontes do comando da campanha do senador do PL disseram à CNN que Flávio alcançou uma vantagem grande sobre o adversário e teria uma votação maior do que no 1° turno se a eleição fosse hoje.

A leitura no PL é que liderança de Flávio no 1° turno criou uma nova onda de direita que chegou ao Nordeste.

Já a campanha de Lula tem números bem diferentes: redução da vantagem de Flávio sobre Lula e um cenário de empate técnico.

“Notícia boa. Todos os trackings internos mostram uma diminuição importante da diferença (entre Flávio e Lula)”, disse o deputado Pastor Henrique (PSOL-RJ) em vídeo publicado nas redes sociais.

A avaliação no QG petista é que as manifestações pró-Lula dos últimos dias são sinais de uma onda reversa que beneficia Lula.



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Atos pró-Lula nas ruas são feito inédito do PT em anos, diz especialista


Manifestações de apoio à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizadas em São Paulo, no domingo (11), no Rio de Janeiro, na segunda-feira (12), chamaram a atenção de especialistas pela expressiva adesão popular. Para o sociólogo e cientista político Alberto Carlos Almeida, ao WW, trata-se de um feito inédito para o PT nos últimos anos.

Alberto afirmou que não se recorda da última vez em que o partido conseguiu mobilizar tamanha quantidade de pessoas nas ruas.

“Fazia muito tempo que o PT não conseguia colocar tanta gente nas ruas, como foi o caso de São Paulo ontem e do Rio de Janeiro hoje”, declarou o especialista.

Comparação com os protestos de 2013

Para que as manifestações tenham impacto real na disputa eleitoral, Alberto avalia que seria necessário um crescimento espontâneo e progressivo, semelhante ao que ocorreu em 2013.

Naquele ano, protestos motivados inicialmente pela Copa das Confederações se espalharam de forma orgânica por todo o Brasil, ganhando grande repercussão na mídia e levando milhões de pessoas às ruas.

“Seria preciso que isso crescesse de uma forma espontânea e fosse aumentando — um efeito cascata, um efeito crescente”, explicou Alberto.

O especialista destacou ainda que a mobilização representa uma novidade positiva para o processo democrático.

“Isso é uma novidade que fortalece o processo democrático e legitima o resultado da eleição, qualquer que seja ele”, afirmou.

Resposta da campanha adversária e mobilização de prefeitos

Segundo análise do diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, a campanha de Flávio Bolsonaro estuda usar nomes de forte projeção nacional do PL para responder à mobilização petista.

Entre as estratégias discutidas, estaria a expansão dos chamados “bloquinhos do Nikolas” — eventos organizados pelo deputado Nikolas Ferreira (PL) em Minas Gerais que reuniram grande público — para outras regiões do país, além da utilização do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) em atos de mobilização popular.

Alberto também destacou um aspecto que, segundo ele, tem passado despercebido no noticiário: a intensa atuação de prefeitos nos dois lados da disputa. “Os prefeitos estão atuando dos dois lados. Existe uma mobilização muito grande de prefeitos — prefeitos que tiraram licença do exercício de seus mandatos. Isso é muito intenso no Brasil hoje”, concluiu o especialista.



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Quaest no DF: Flávio Bolsonaro tem 50% no 2º turno; Lula, 40%


Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (12) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto entre eleitores do Distrito Federal. O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra 40%.

Aqueles que manifestaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 6%. Outros 4% não souberam responder ao levantamento.

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Entre os eleitores entrevistados, 94% estão certos dos candidatos em quem pretendem votar, enquanto 6% dizem que ainda podem mudar de ideia.

O senador e o presidente da República se enfrentarão no segundo turno da corrida pelo Palácio do Planalto no próximo dia 25.

Metodologia

A Quaest ouviu 1.104 eleitores do Distrito Federal entre os dias 8 e 11 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A pesquisa contratada pela Globo está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo DF-08737/2026.

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

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