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Cable, plug ou socket? Você sabe falar sobre eletricidade em inglês? | Blogs | CNN Brasil


Você já precisou carregar o celular em um aeroporto internacional e não sabia como pedir um adaptador de tomada? Ou chegou a um hotel nos Estados Unidos e percebeu que o plugue do seu carregador não encaixava na tomada?

São situações comuns que mostram como o inglês vai muito além das palavras que aprendemos nos livros. Muitas vezes, conhecemos expressões mais complexas, mas ficamos sem saber como falar sobre objetos simples que usamos todos os dias.

Hoje, quero apresentar sete palavras relacionadas à eletricidade que podem fazer toda a diferença durante uma viagem, no trabalho ou até mesmo dentro de casa.

Cable, plug e socket: qual é a diferença?

Vamos começar com três palavras que muita gente confunde: cable significa cabo. É aquele fio que usamos para conectar ou carregar aparelhos eletrônicos. Por exemplo:
“Where is my charging cable?” (Onde está meu cabo de carregamento?)

Já plug é o plugue, aquela parte que colocamos na tomada para conectar um aparelho à energia elétrica. Por exemplo: “The plug doesn’t fit.” (O plugue não encaixa.)

E socket significa tomada, especialmente no inglês britânico. Nos Estados Unidos, é muito comum ouvir outlet ou electrical outlet. Por exemplo: “Is there a socket near the bed?” (Tem uma tomada perto da cama?)

Uma dica importante: se você estiver nos Estados Unidos, provavelmente vai ouvir com mais frequência a pergunta “Where is the outlet?” (Onde fica a tomada?).

Power strip e extension cord: não são a mesma coisa!

Aqui temos duas expressões muito úteis, principalmente quando precisamos conectar vários aparelhos.

Power strip é o que chamamos de régua de tomadas ou filtro de linha, dependendo do equipamento. É aquele dispositivo que permite conectar vários aparelhos a uma única tomada. Por exemplo, “I need a power strip for my computer.” (Preciso de uma régua de tomadas para o meu computador.)

Já extension cord significa extensão elétrica, aquele cabo que usamos quando a tomada está longe do aparelho. Por exemplo: “Do you have an extension cord?” (Você tem uma extensão elétrica?)

Perceba que, embora os dois acessórios sejam usados para facilitar a conexão de aparelhos elétricos, eles têm funções diferentes.

Switch: uma palavra simples e muito útil

A palavra switch significa interruptor, mas também pode ser usada como verbo, com o sentido de mudar ou trocar.

Quando falamos de eletricidade, uma expressão muito comum é light switch, que significa interruptor de luz. Por exemplo: “Where is the light switch?” (Onde fica o interruptor de luz?)

Também usamos os verbos switch on e switch off para ligar e desligar aparelhos. Por exemplo: “Please switch off the lights.” (Por favor, apague as luzes.)

Nos Estados Unidos, também é muito comum usar turn on e turn off com o mesmo sentido.

Adapter: uma palavra que pode salvar sua viagem

Se você costuma viajar para outros países, essa palavra precisa fazer parte do seu vocabulário.

Adapter significa adaptador. É aquele acessório que permite conectar um plugue a uma tomada de formato diferente. Por exemplo: “Do I need a plug adapter in Dubai?” (Preciso de um adaptador de tomada em Dubai?)

Aliás, vale lembrar que os padrões de tomadas variam de um país para outro. Nos Estados Unidos, por exemplo, os plugues são diferentes dos utilizados em Dubai, onde predominam tomadas do padrão britânico.

Mas atenção: um adaptador de tomada não necessariamente converte a voltagem. Por isso, antes de conectar um aparelho, é importante verificar se ele é compatível com a tensão elétrica local.

Afinal, como memorizar essas palavras?

Sempre digo aos meus alunos que aprender inglês não significa apenas decorar traduções. É preciso associar as palavras às situações reais. Experimente olhar ao seu redor. Observe o carregador do seu celular, a tomada na parede, o interruptor da luz e a extensão que você utiliza em casa. Agora tente identificar cada objeto em inglês.

Veja como essas sete palavras podem ser úteis:

  • Cable: cabo
  • Plug: plugue
  • Socket: tomada
  • Power strip: régua de tomadas
  • Extension cord: extensão elétrica
  • Switch: interruptor
  • Adapter: adaptador

São palavras simples, mas que nem sempre aparecem nas conversas de quem está começando a aprender o idioma. E aqui fica uma reflexão: de que adianta conhecer regras gramaticais complexas se você não consegue pedir uma extensão elétrica ou encontrar uma tomada quando precisa?



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pesquisa do Procon-MS revela variação de preços superior a 200%


Itens tradicionais para o Dia de Finados, como flores e velas, podem apresentar variação de preços superior a 200%, em Campo Grande. É o que aponta pesquisa do Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead).

Os dados foram coletados em 10 estabelecimentos que abrangem redes de supermercados, atacadistas e floriculturas. Recomenda-se que antes da compra seja realizada uma pesquisa prévia de preços pelos consumidores, uma vez que os produtos estão sujeitos a variações pontuais de valor e estoque devido ao aumento da demanda neste período especial.

No levantamento, a maior diferença foi encontrada no segmento de floricultura. O vaso de Crisântemo (Tamanho 11) apresentou oscilação de 202,01%, sendo encontrado por valores entre R$ 14,90 e R$ 45,00.

O vaso de Kalanchoe (Tamanho 11) variou 180,90% nos locais pesquisados, com o produto sendo vendido de R$ 8,00 a R$ 25,00, enquanto o Crisântemo (Tamanho 13) teve registrada uma diferença de 46,44%, custando entre R$ 23,90 e R$ 35,00.

As velas, por sua vez, demandam atenção quanto ao tamanho, quantidade e marca. Para a vela palito nº 4 da marca Paraná, com oito unidades, a oscilação de preços alcançou 84,36%, variando de R$ 5,69 a R$ 10,49. Já a vela de sete dias da marca Vela Sul (260g) registrou diferença de 10,45%, com o valor ao consumidor oscilando de R$ 13,49 a R$ 14,90.

O levantamento completo com a lista dos estabelecimentos e o detalhamento dos produtos pesquisados está disponível para consulta nos canais oficiais do Procon Mato Grosso do Sul.



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Semana politica: Nova operação do Gaeco, futuro de Tereza e Simone e confusões no pós-eleição


A semana política em Mato Grosso do Sul foi  marcada pelas confusões e desdobramentos do pós-eleição. O resultado mudou os caminhos de lideranças políticas de Mato  Grosso do Sul e provocou muita confusão.

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Com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, Simone Tebet (PSB) deve continuar em destaque. Ela é cotada para comandar o Itamaraty na nova gestão. O cargo poderia ficar com Tereza Cristina (PP), mas com a derrota de Flávio Bolsonaro, ela deve retomar ao plano que tinha traçado, de presidir o Senado.

A tarefa não será fácil, porque a reportagem relatou que o PP já anunciou apoio à reeleição de Alcolumbre.

A semana ainda teve nova operação do Gaeco, Zeca do PT reclamando para Lula de lideranças do Estado, confirmação da condenação de vereador e ex-deputada na mira do Ministério Público.





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Servidores admitiram autoria de áudios com ameaça a indígenas, diz PF


Diretor da Polícia Federal afirma que os investigados admitiram ter gravado os áudios, mas disseram que as ameaças foram feitas após consumo de álcool e em meio à tensão política d



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Governo Federal reforça proteção de comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul


POVOS INDÍGENAS

Ministros dos Povos Indígenas, Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos e da Cidadania estiveram no estado devido às denúncias de ameaças e violência após o segundo turno das eleições

Publicado em 31/10/2026 19:06

Durante coletiva de imprensa, ministros falaram sobre a importância da presença do Governo Federal nos territórios indígenas. Foto: Rony Eloy
Durante coletiva de imprensa, ministros falaram sobre a importância da presença do Governo Federal nos territórios indígenas. Foto: Rony Eloy

O Governo Federal vem atuando em uma série de iniciativas com foco na proteção de comunidades indígenas. As ações ocorrem em meio a denúncias de ameaças, racismo e violência contra os indígenas no contexto pós-eleitoral, especialmente em comunidades do Mato Grosso do Sul. A gravidade das ocorrências motivou resposta interministerial para proteção das comunidades, verificação dos fatos e encaminhamento aos órgãos de investigação.

Neste sábado (31/10), o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, e a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, visitaram as Aldeias Taquapery, em Coronel Sapucaia (MS), e Sassoró, em Tacuru (MS), para reforçar as ações do governo na região e avaliar, em diálogo direto com as lideranças, a necessidade de medidas adicionais.

Em Dourados (MS), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, realizou uma reunião de trabalho com as forças de segurança pública, abrangendo Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e órgãos estaduais, incluindo a Secretaria de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar.

Durante coletiva de imprensa no início da tarde, o ministro dos Povos Indígenas falou sobre a importância da presença do Governo Federal nos territórios. “A nossa presença foi fundamental para ouvir diretamente das lideranças indígenas todas as denúncias e trazer uma devolutiva sobre o que vem acontecendo. Nós estamos, desde segunda-feira, recepcionando e tratando essas informações, qualificando esses dados e encaminhando para os órgãos competentes”, ressaltou Eloy Terena.

“O Governo Federal está com vocês e não irá tolerar essas violências. E a nossa presença física aqui reforça esse compromisso com a proteção e o respeito dos direitos dos povos indígenas”, completou.

Equipes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Mato Grosso do Sul também foram deslocadas às aldeias de onde partiram denúncias, para qualificar informações e prestar apoio. O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) mantém interlocução contínua com lideranças indígenas e unidades regionais da Fundação, com acompanhamento pelo Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Fundiários Indígenas (DEMED).

PRONTA RESPOSTA — O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, ressaltou que “o Estado brasileiro tem que estar com pronta resposta para onde esse tipo de ocorrência se verificar. Identificando o que é real, o que procede, apurando responsabilidades, estabelecendo procedimentos adequados para fazer frente a essas questões. O que nós queremos é ser absolutamente rigorosos para que nenhuma dessas práticas possam ocorrer sem a responsabilização. E, por outro lado, queremos tranquilizar a todos de que outros episódios não aconteçam mais”.

Até 30 de outubro, o monitoramento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) reunia 189 denúncias de todo o país, com episódios de violência política, intimidação e discriminação relacionados às Eleições Gerais de 2026. Entre eles, estavam casos de agressões físicas, xenofobia e, principalmente, assédio eleitoral no trabalho. No caso dos povos indígenas, o MPI recebeu 10 denúncias que já foram encaminhadas aos órgãos responsáveis pelas investigações.

No Mato Grosso do Sul, foram disponibilizadas todas as forças policiais operacionais e de inteligência, para tratar as denúncias de violência política contra povos indígenas. Além do efetivo da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional, o MJSP trabalha em uma força-tarefa com as polícias estaduais para que as comunidades sejam devidamente protegidas.

A Superintendência da PF em Campo Grande e as cinco delegacias no interior do estado receberam a orientação de se dedicarem 24 horas por dia à identificação de relatos e à adoção de providências. Da mesma forma, a inteligência da PRF no local está voltada ao suporte e ao auxílio nas investigações. Além disso, um grupo de trabalho foi criado para facilitar a comunicação e encaminhamento, minuto a minuto, das denúncias recebidas.

“Todas as providências necessárias foram adotadas nos casos específicos, que já estão sendo investigados em estágio avançado, e a responsabilização ocorrerá nos termos devidos. É importante ressaltar também que a Força Nacional está adotando um procedimento em que estará sempre no terreno para se deslocar até o local que aconteça qualquer ocorrência com aparência criminosa ou severa”, destacou César Lima.

DIÁLOGO PERMANENTE — A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, também destacou a importância de garantir o devido encaminhamento e o acompanhamento dos casos. “A ideia é que a força-tarefa se mantenha pelo tempo que for necessário, em diálogo permanente com o Ministério da Justiça, com a Polícia Federal, com a Defensoria Pública da União e com o Ministério Público”.

Janine completou que, além da atuação da Força Nacional e da Funai nos territórios, o Ministério conta com outra iniciativa que se enquadra no apoio à atual situação. “Nós colocamos à disposição o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, que se enquadra de maneira muito adequada para esse tipo de situação. Nossa equipe também está aqui para tentar agilizar e conseguir garantir o melhor atendimento da população indígena de Mato Grosso do Sul”, disse a ministra.

DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS — No estado, o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) acompanha 90 pessoas, das quais 86 são indígenas: sendo 84 Guarani e Kaiowá e duas do povo Terena.

O objetivo do programa do MDHC é proteger pessoas que estejam em situação de risco ou ameaça em razão de sua atuação na defesa dos direitos humanos.

DENÚNCIAS — No contexto das denúncias, os ministros reforçaram, durante a coletiva de imprensa, a importância de utilizar os canais oficiais do governo.

“Estamos fazendo esse esforço de organizar as informações que chegam pelos canais para conseguir cruzar esses dados e garantir a celeridade na apuração, investigação e eventual responsabilização de todas as pessoas envolvidas nesses atos”, destacou a ministra.

Quem for vítima ou testemunha deve procurar os canais oficiais: a Polícia Militar, pelo 190, em situação de risco imediato; a Polícia Civil, para registro de boletim de ocorrência; o Ministério Público; e o Disque 100 – Disque Direitos Humanos, além da Ouvidoria dos órgãos e da Plataforma Fala BR. A orientação é que as provas, como capturas de tela, áudios, vídeos e contatos de testemunhas, sejam preservadas.

A coletiva de imprensa contou com a presença de autoridades de diferentes órgãos federais. Compuseram a mesa: Eloy Terena, ministro dos Povos Indígenas; Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública; Janine Mello, ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania; Sônia Guajajara, deputada federal; Célia Xakriaba, deputada federal; Sheila de Carvalho, secretária Nacional de Acesso à Justiça; Tassiana Cunha Carvalho, secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos; Fernando Oliveira, diretor-geral da PRF; Humberto Freire, delegado de Amazônia e Meio Ambiente da PF; e Coronel Ronimar Jobim, Coordenador-Geral de Fronteiras e Amazônia.

Com informações da Secretaria de Comunicação Social.



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Alerta de tempestades e ventos de até 100 km/h em MS


Há risco de queda de galhos de árvores, alagamentos, danos às plantações e interrupção de energia

Chuva, vento e granizo colocam MS em alerta até terça-feira
Chuva registrada na última quinta-feira no Bairro Vivendas do Bosque, em Campo Grande (Foto: Osmar Veiga)

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alertas de tempestade para Mato Grosso do Sul entre domingo (1º) e terça-feira (3). A previsão inclui chuva intensa, rajadas de vento e possibilidade de granizo. O aviso mais severo vale para 13 municípios do extremo sul do Estado, onde os ventos podem chegar a 100 km/h.

O Inmet emitiu alertas de tempestade para Mato Grosso do Sul entre domingo (1º) e terça-feira (3), com previsão de chuva intensa, rajadas de vento e possibilidade de granizo. Todo o Estado está sob alerta amarelo no domingo e na segunda. Treze municípios do extremo sul, como Amambai e Naviraí, têm alerta laranja na segunda, com ventos de até 100 km/h. Na terça, 64 cidades, incluindo Campo Grande, seguem em alerta amarelo. Em emergências, acione a Defesa Civil (199) ou os Bombeiros (193).

Para domingo (1º), todo o Estado está sob alerta amarelo, de perigo potencial, válido da meia-noite às 23h59. A previsão indica chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, além de ventos de 40 a 60 km/h e possibilidade de granizo.

Segundo o instituto, há risco de queda de galhos de árvores, alagamentos, danos às plantações e interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Na segunda-feira (2), feriado de Finados, o alerta amarelo continua válido para todos os municípios. No entanto, 13 cidades do extremo sul também estarão sob alerta laranja, classificado como perigo, com previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia.

Nessas localidades, as rajadas de vento podem variar de 60 a 100 km/h, acompanhadas de granizo. O Inmet alerta para riscos de queda de árvores, alagamentos, estragos em plantações e cortes de energia elétrica.

O aviso mais severo abrange Amambai, Coronel Sapucaia, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Jateí, Mundo Novo, Naviraí, Paranhos, Sete Quedas, Tacuru e Taquarussu.

Na terça-feira (3), o alerta amarelo permanece para 64 municípios, incluindo Campo Grande. A previsão é de chuva de até 50 milímetros por dia, ventos entre 40 e 60 km/h e possibilidade de granizo. O aviso será válido da meia-noite às 23h59.

Orientações – Durante as tempestades, o instituto recomenda evitar abrigo debaixo de árvores e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. Também orienta evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Nas áreas sob alerta laranja, a recomendação é desligar, se possível, os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.



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