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Veritá: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%


Pesquisa Veritá divulgada neste sábado (17) mostra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial de 2026. O atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra 48,9%.

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No primeiro turno, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Flávio recebeu 56,1 milhões de votos válidos, o equivalente a 47,03%. Lula chegou a 53,8 milhões, ou 45,16%. Eles disputam o segundo turno no próximo dia 25 de outubro.

O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

A pesquisa Veritá entrevistou 15.554 eleitores de todo o país entre os dias 12 e 16 de outubro. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01107/2026.

 



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Ipespe/Abrapel: Flávio tem 51,2% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,8%


O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatam tecnicamente no segundo turno das Eleições 2026, de acordo com levantamento Ipespe/Abrapel divulgado neste sábado (17).

Apesar do empate técnico, o senador aparece numericamente à frente com 51,2% dos votos válidos. Ao mesmo tempo, o atual presidente alcança 48,8% da preferência do eleitorado. O cenário descarta possíveis votos em branco e nulos.

Resultado do 1º turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A pesquisa Ipespe/Abrapel entrevistou 1.500 eleitores de todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.

O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00223/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo



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Com recurso do PSD no STF, Paes volta a reconhecer derrota: “Não deu”


O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) voltou a reconhecer a derrota na disputa pelo governo do Rio de Janeiro, enquanto seu partido tenta restabelecer o segundo turno no STF (Supremo Tribunal Federal).

Ao comentar o resultado nas redes sociais ao lado do deputado federal eleito Marcelo Freixo (PT), Paes afirmou que pretende continuar defendendo as realizações do atual governo federal no estado.

“Infelizmente, não deu. Perdemos para essa turma, mas o tempo vai mostrar. A gente torce para dar certo, mas, infelizmente, eu acho que não vai dar não. Mas vamos ganhar no Brasil”, declarou. “Fui para o sítio três dias lamber as feridas, mas acho que a gente tem o papel de mostrar, isso eu vou fazer muito na cidade e em todo o estado, quem entrega para o Rio”, disse ao defender o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ex-prefeito citou investimentos em mobilidade e na saúde como exemplos de políticas públicas que, em sua avaliação, devem orientar o debate político.

“Tem uma discussão política e ideológica, mas tem uma discussão sobre entrega. Isso que muda a vida da gente e que vai continuar mudando o Rio e o Brasil”, finalizou.

PSD tenta recuperar segundo turno

O diretório nacional do PSD apresentou uma ação ao Supremo na quarta-feira (14) para tentar garantir uma nova votação entre Paes e Douglas Ruas (PL). O partido contesta a retirada dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos) do cálculo que determina a necessidade de segundo turno.

Após a exclusão dos 274.411 votos de Garotinho, o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) calculou o resultado no sábado (10).

Ruas alcançou 50,88% dos votos válidos e foi declarado eleito no primeiro turno. Paes ficou com 44,16%. Na ação, o PSD pede que a suspensão da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e a realização do segundo turno em 25 de outubro.

Paes já havia reconhecido a derrota em 8 de outubro. Na ocasião, afirmou que respeitaria a decisão judicial, embora avaliasse que ela contrariava vontade dos eleitores. Também prometeu acompanhar e cobrar resultados do governo eleito.

 



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Após norma do TSE, PT pede para desvincular “Exército do Lula” da campanha


A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta sexta-feira (16), que o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede), deixe de ser considerado como vinculado à campanha. O pedido se apoia nas regras aprovadas pela Corte no mesmo dia para definir quantos canais mantidos por apoiadores integram a estrutura eleitoral de uma candidatura.

Na petição, a coligação Brasil Pronto pra Mais afirma que o canal não recebe financiamento, equipamentos, serviços ou suporte de profissionais da campanha. Também nega que a candidatura oriente as publicações ou utilize seus perfis oficiais para direcionar usuários ao espaço.

“O canal não recebe recursos, bens ou serviços da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram”, sustentam os advogados. A defesa acrescenta que não há orientação sobre o conteúdo, a frequência das mensagens ou as metas do canal.

A nova regulamentação do TSE acrescenta os artigos 33-E a 33-G à resolução sobre a propaganda eleitoral. Entre os elementos que podem caracterizar vínculo estão o financiamento, o compartilhamento de estrutura, a divulgação do endereço em perfis oficiais e a coordenação do conteúdo. Os critérios não são cumulativos e a comprovação de um deles já pode ser suficiente.

A coligação do PT argumenta, porém, que nenhuma dessas situações está presente no “Exército do Lula”. Para a defesa, trata-se de uma iniciativa de pessoa física que manifesta apoio espontâneo — hipótese que, isoladamente, não configura ligação formal com a campanha.

Campanha registrou canal após ordem

Na última terça-feira (13), o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, determinou que o canal permanecesse suspenso até ser registrado na Justiça Eleitoral e cumprir as condições estabelecidas. A campanha informou o endereço do canal no registro de candidatura de Lula naquele dia.

Na nova petição, a coligação ressalta que cumpriu a determinação, mas comunicou que considerava o registro provisório e apresentou um pedido de reconsideração.

A controvérsia começou após Flávio Bolsonaro (PL) levar ao TSE acusações de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação envolvendo o canal.

A regulamentação aprovada nesta sexta-feira busca estabelecer parâmetros comuns para espaços digitais ligados às campanhas. Já o canal “Exército do Lula” voltou ao ar nesta quarta-feira (14).



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