A previsão do Instituto Climatempo para este sábado na região da Grande Dourados é de sol o dia todo com algumas nuvens à tarde. Noite estrelada.
Em Dourados a temperatura mínima fica em 22 graus centígrados e a máxima em 33 graus centígrados.
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O Operário FC ficou muito perto de avançar na Copa do Brasil, mas ficou no último pênalti. Pela terceira fase, nesta quinta-feira (12), o Galo enfrentou o Vila Nova-GO, em Goiânia, segurou o adversário no empate em 1 a 1, gols de Dellatorre e Roger Modesto, ambos na etapa final. Nos pênaltis, Dalberson defendeu a última cobrança alvinegra e definiu a vitória por 5 a 4 e a classificação goiana.
Na quarta fase, o Vila Nova enfrenta o Confiança-SE, mais uma vez como mandante. Nesta sexta-feira (13) a CBF define a tabela detalhada dos próximos confrontos. Já o Operário volta a atenção para semifinal do Campeonato Sul-Mato-Grossense e encara o Corumbaense FC, pela rodada de ida, domingo (15), 18h, no Estádio Arthur Marinho.
Gols
No Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), o Operário encarou o Vila Nova, clube que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro, e, ao contrário do que esperava a torcida, não foi presa fácil. A partida seguiu com o placar em branco até o intervalo e teve os gols na etapa final.
O Vila saiu na frente aos 13 minutos. Depois da cobrança do tiro de meta do goleiro operariano, o time colorado recuperou a bola no meio, Rafa Silva conduziu e deu o passe para Dellatorre, em posição duvidosa, receber e bater na saída de Lucas Covolan.
O empate do Galo veio aos 19 minutos em bem armado contra-ataque pela esquerda. Eduardo Tanque deu o passe em profundidade para Danilinho que percebeu Roger Modesto livre na área e fez o toque para o camisa 11 se antecipar ao goleiro e deixar 1 a 1 no placar, que seguiu até o fim.
A definição da vaga foi para os pênaltis. Pelo Vila Nova, João Viera, Dodô, Higor Luiz e Marquinhos Gabriel confirmaram suas cobranças. Os operarianos marcaram com Léo Fenga, Eduardo Tanque, Mateus Petri e Robinho. A quinta cobrança dos goianos foi do atacante Rafa Silva, marcando o quinto gol. O zagueiro Guilherme Teixeira foi para a última cobrança do Galo e parou na defesa de Dalberson.
A ação de um delegado de polícia evitou a morte de um motorista de carreta envolvida em acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (13/3), na BR-262, entre Água Clara e Ribas do Rio Pardo. O delegado Thiago José Passos da Silva é assessor do Departamento de Polícia do Interior e chegou ao local instantes após a colisão, a 15 km do perímetro urbano de Água Clara.
Ele explicou que um dos veículos estava pegando fogo e o motorista estava preso na cabine. Um rapaz desconhecido – que foi o primeiro a chegar ao local – ajudou o policial a quebrar o vidro da porta do veículo, emperrada devido à colisão. Para isso, foi necessário que o delegado fizesse um disparo com sua pistola.
“Conseguimos apoiar os braços da vítima, que estava consciente e responsiva e ajudou muito nesse resgate. Conseguimos retirar o motorista e arrastá-lo para um local mais distante, por causa das chamas. Aguardamos socorro por cerca de meia hora. Uma médica que passava no local constatou que ele estava estável e, diante disso, o transportamos na viatura do DPI até Água Clara”, contou o delegado.
No momento do relato, Thiago Passos se encontrava no Hospital Auxiliadora, em Água Clara, acompanhando a vítima do acidente. O outro caminhoneiro foi socorrido para outro hospital do município. Após isso, ele retornou ao local do acidente para auxiliar a PRF (Polícia Rodoviária Federal).
Segundo a PRF, a batida aconteceu por volta de 7h, na altura do km 160. Uma das carretas tombou na pista e pegou fogo. A rodovia foi completamente bloqueada nos dois sentidos. O acidente foi causado por uma das carretas, que invadiu a pista contrária.
Nesta sexta-feira (13), uma operação da Polícia Rodoviária Federal de combate ao narcotráfico, em ação com apoio do Exército Brasileiro a qual teve início na região de Eldorado, MS, se estendeu até Toledo, no Paraná. Uma equipe da PRF local, recebeu uma informação que um caminhão trafegava em alta velocidade em direção ao estado do Paraná.
A equipe de Mato Grosso do Sul saiu no encalço do caminhão que foi alcançado no município de Toledo. O condutor, indivíduo de 33 anos, ao receber ordem de parada, em um primeiro momento tentou fuga, mas posteriormente estacionou o veículo no acostamento.
Ao fiscalizar a carroceria, os policiais constataram uma carga de 3.522 quilos de maconha, 38 quilos de haxixe, um fuzil 762 de fabricação turca, uma escopeta calibre 12 semiautomática, uma pistola calibre 9 milímetros, sete carregadores e 38 munições. Todo o material apreendido e o motorista foram entregues na Polícia Civil em Toledo, no Paraná. A apreensão ocorreu no contexto da Operação Ágata Tempestade no Deserto, do Exército Brasileiro em conjunto com as Forças de Segurança.
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.
“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).
Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.
“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.
Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.
A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.
Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.
A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações.
O delegado da Polícia Civil, Thiago José Passos da Silva, lotado no Departamento de Polícia do Interior (DPI), ajudou a salvar e resgatar um caminhoneiro após acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira (13), na BR-262, nas proximidades de Água Clara. Thiago José chegou no local do acidente minutos após o ocorrido, quando percebeu que uma das carretas havia incendiado e o motorista estava preso na cabine.
Para evitar quer o caminhoneiro morresse queimado, o delegado que era ajudado por um rapaz que chegou no mesmo momento dele, ao perceber que as portas estavam retorcidas por conta da batida e não abriam, o delegado quebrou o vidro da porta com um tiro de pistola e por ali resgatou o caminhoneiro. Segundo o delegado Thiago José, a vítima estava consciente. “Conseguimos apoiar os braços da vítima, que estava consciente e responsiva, e ajudou muito nesse resgate. Conseguimos retirar o motorista e arrastá-lo para um local mais distante, por causa das chamas”, relatou.
Após resgatar o caminhoneiro, o delegado e o outro socorrista aguardaram atendimento por cerca de meia hora. Uma médica que trafegava pela rodovia avaliou a vítima e constatou que o estado era estável. Em seguida, o motorista foi levado na viatura do DPI até o hospital em Água Clara.
O outro caminhoneiro envolvido na colisão também foi socorrido e encaminhado para outro hospital na cidade. Consta que a causa do acidente pode ter sido provocado pela carreta que trafegava em sentido contrário e teria invadido a pista provocando a colisão.
A comercialização da safra 2025/2026 de soja em Mato Grosso do Sul alcançou 32,5% do volume estimado até fevereiro de 2026, de acordo com levantamento apresentado no relatório Preço x Comercialização, elaborado pela Aprosoja/MS com dados da consultoria Granos.
Somente no mês de fevereiro, o volume comercializado da nova safra foi de 4,5%, contribuindo para o avanço do percentual acumulado no estado. O relatório também aponta que o preço médio ponderado da safra 2025/2026, considerando o volume já comercializado até o final de fevereiro, foi de R$ 115,46 por saca.
Segundo a análise apresentada no documento, o andamento da comercialização da safra atual apresenta um comportamento mais cauteloso quando comparado a ciclos anteriores, especialmente nas fases iniciais.
No caso do milho, os dados referentes à safra 2024/2025 indicam que o volume comercializado atingiu 86% da produção estimada até fevereiro de 2026, após negociações de 4% registradas no mês. O percentual acumulado permanece quatro pontos percentuais abaixo do observado no mesmo período da safra anterior.
O relatório aponta ainda que o preço médio disponível do milho no estado foi de R$ 50,06 por saca em fevereiro de 2026, enquanto o preço médio futuro foi de R$ 49,87 por saca, valores cerca de 16% inferiores aos registrados em fevereiro de 2025. Considerando o volume efetivamente negociado, o preço médio ponderado foi de R$ 51,87 por saca.
Para a safra 2025/2026 de milho, o levantamento indica que 1,1% do volume foi comercializado em fevereiro, totalizando 14% da produção estimada negociada até o momento, percentual 0,5 ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período do ciclo anterior. O preço médio ponderado do volume já comercializado está em R$ 50,97 por saca.
De acordo com o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes, “esse comportamento reflete a estratégia adotada pelos produtores diante de um cenário de alta produção e de um mercado ainda marcado por incertezas”.
A Polícia Rodoviária Federal – PRF apreendeu nesta sexta-feira (13), 182 quilos de cocaína em Terenos. Durante fiscalização na BR-262, os policiais abordaram uma carreta M.Benz/Actros. Questionado sobre sua carga, o motorista, de 32 anos, disse que transportava minério de ferro de Corumbá até Pindamonhangaba, mas demonstrou nervosismo ao tentar dar mais informações do carregamento e da viagem.
A equipe decidiu realizar uma busca no veículo e encontrou dois compartimentos ocultos, onde estavam escondidos 114 quilos de cloridrato e 68,8 quilos de pasta base de cocaína. O motorista não deu informações sobre propriedade ou destino da droga, sendo preso e encaminhado, juntamente com a droga e veículo, à Polícia Civil em Terenos.
Após crime brutal, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça de Amambai, obteve a condenação de um homem a 32 anos e 8 meses de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores, em julgamento realizado no Tribunal do Júri do município.
O caso gerou forte comoção na Aldeia Amambai, com a morte de um morador de 28 anos, ocorrida em abril de 2024, marcada por extrema violência.
Entenda o caso
Segundo a denúncia apresentada pelo MPMS, o réu matou a vítima utilizando um machadinho. Em seguida, participou da decapitação e esquartejamento do corpo, que teve suas partes lançadas em um córrego na comunidade indígena. O homicídio também envolveu um adolescente, o que levou à imputação de corrupção de menores ao acusado.
Durante o julgamento, o Promotor de Justiça André Luiz de Godoy Marques sustentou a responsabilização integral do réu pelos três crimes. Os jurados acolheram a tese do MPMS e reconheceram todas as qualificadoras do homicídio: motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
A sessão durou mais de cinco horas e teve a presença de lideranças e moradores da aldeia.
Uma mulher, também denunciada por participação nos fatos, foi absolvida pelo júri quanto ao homicídio e à corrupção de menores, após o MPMS pedir sua absolvição nesses pontos. Contudo, ela foi responsabilizada pela ocultação de cadáver, mas recebeu alvará de soltura imediatamente após a leitura da sentença, já que a pena não justificou a manutenção da prisão.
Pena e multa
Na sentença, o juiz Renan da Silva Pinto fixou a pena do réu em 32 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, destacando a extrema brutalidade do crime, o impacto na comunidade indígena e o histórico de comportamento violento do réu.
Também determinou o início imediato do cumprimento da pena e o pagamento de 20 salários-mínimos a título de indenização mínima aos familiares da vítima.
O caso segue repercutindo na região, onde moradores acompanharam a investigação desde o início e contribuíram para localizar partes do corpo da vítima.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revogou o visto de Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Com a retirada do documento de permissão de vir ao Brasil, Beattie não conseguirá tentar agendar uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, preso no Complexo Penintenciário da Papuda, em Brasília.
Segundo o presidente brasileiro, a proibição da entrada do representante do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, será porque o visto do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para entrar nos Estados Unidos ainda está bloqueado. “Aquele cara americano que disse que vinha para cá visitar o Jair (ex-presidente Bolsonaro) foi proibido de visitar, e eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberar o visto do meu ministro da Saúde (Alexandre Padilha) que está bloqueado”, discursou Lula, no Rio de Janeiro, durante a inauguração do Setor de Traumas do Hospital Andaraí.
Assessor do governo Trump, Beattie chegaria ao Brasil na próxima semana para ter reuniões com representantes da oposição ao presidente Lula. Um dos objetivos também era visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, na cadeia. O pedido para esse encontro, porém, foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).