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Cinco anos após o Marco Legal, MS está entre as exceções no atraso do saneamento nacional


Enquanto o Brasil ainda luta para universalizar o saneamento básico, Mato Grosso do Sul se destaca como exemplo de gestão e eficiência. O Estado já alcançou 72,34% de cobertura de esgoto, índice bem acima da média nacional, graças aos investimentos contínuos da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) nos 68 dos 79 municípios sob sua operação.

Os investimentos incluem frentes de obras em andamento por meio da PPP (Parceria Público-Privada) do saneamento com a empresa Ambiental MS Pantanal.

Vale lembrar que Mato Grosso do Sul já universalizou o sistema de abastecimento de água tratada.

O governador Eduardo Riedel mantém como meta antecipar em dois anos as metas nacionais estabelecidas pelo novo Marco Legal do Saneamento Básico, que prevê cobertura de 99% da população com água potável e 90% com esgotamento sanitário até 2033.

Em Mato Grosso do Sul, o planejamento é atingir esse objetivo até 2031, consolidando o Estado como referência em políticas de saneamento e sustentabilidade.

De acordo com o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, o avanço é resultado de uma política pública sólida e de um trabalho de longo prazo.

“O planejamento estratégico da Sanesul, aliado ao apoio do governador Eduardo Riedel, tem permitido acelerar obras e expandir redes em todo o Estado. Estamos no caminho para universalizar o esgotamento sanitário antes do prazo nacional, garantindo mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável para a população sul-mato-grossense”, destaca o dirigente.

O contraste com a realidade nacional é expressivo. Segundo o estudo “Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil – 2025”, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil, o país não apresentou evolução significativa nos indicadores desde que o marco entrou em vigor, há cinco anos.

Atualmente, 34 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à água tratada, e mais de 90 milhões não têm coleta e tratamento de esgoto. Em alguns casos, houve até retrocesso: o atendimento de água caiu de 83,6% em 2019 para 83,1% em 2023, uma queda de 0,5 ponto percentual.

O levantamento mostra avanços discretos: o acesso à coleta de esgoto subiu de 53,2% para 55,2%, e o tratamento passou de 46,3% para 51,8%. Ainda assim, os índices estão longe das metas de universalização.

Período curto

O Instituto Trata Brasil ressalta que o período de cinco anos é curto para mensurar resultados estruturais, considerando que obras e licenciamentos demandam tempo.

“É provável que a melhoria nos indicadores ocorra no médio e longo prazo”, diz o relatório, que utiliza dados do SNIS (Sistema Nacional de Informações em Saneamento), do Ministério das Cidades.

Apesar da lentidão nacional, Mato Grosso do Sul segue em direção oposta, com investimentos robustos, planejamento eficiente e metas antecipadas, reafirmando o compromisso do Estado com a universalização do saneamento e a sustentabilidade ambiental. 

Municípios com melhores índices de cobertura de esgoto em MS

Os avanços da Sanesul se concentram nos municípios que apresentam os melhores índices de cobertura de esgoto, consolidando o Estado como referência nacional em saneamento.

Entre os destaques estão Dourados (88,66%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (91,92%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (99%), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,22%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,5%), Antônio João (91,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Ponta Porã (99%), Angélica (94,13%), Batayporã (98,27%), Jateí (91,33%), Novo Horizonte do Sul (94,35%), Chapadão do Sul (92%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,64%) e Dois Irmãos do Buriti (96,78%).



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PMA realiza vistorias em comércios de pescado durante a Operação Piracema





Após o início do período de defeso, o 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (2° BPMA) deu início à “Operação Piracema 2025/2026”. Nesta sexta-feira, 7 de novembro de 2025, as guarnições realizaram vistorias em estabelecimentos comerciais que trabalham com venda de peixes e iscas vivas na cidade.

A ação de fiscalização foi concentrada na conferência dos estoques de pescado e iscas em pontos comerciais.

O principal objetivo foi verificar se os estoques dos comércios estavam em conformidade com as respectivas Declarações de Estoque exigidas pela legislação ambiental. A vistoria é crucial para garantir que, durante o período de restrição da pesca, o comércio esteja atuando apenas com o pescado estocado antes do defeso.

A ação preventiva da PMA visa coibir o comércio ilegal de peixes capturados durante a Piracema, protegendo o ciclo reprodutivo da fauna aquática.




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Mercado de soja inicia semana lento, com negociações pontuais e spread elevado



O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e volumes reduzidos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as negociações foram pontuais, com maior interesse apenas em lotes para pagamento em janeiro.

De acordo com Silveira, os preços seguiram com oscilações mistas, com algumas praças registrando recuo. “O comprador segue sem disposição para manter ofertas firmes, enquanto o produtor mantém um spread elevado”, explica.

Em Rio Verde (GO), por exemplo, o comprador indica R$ 129,00 a R$ 130,00 para janeiro, enquanto o vendedor não aceita menos que R$ 135,00, segundo o analista.

Silveira destaca que o mercado spot permanece travado, tanto no porto quanto na indústria. Na safra nova, as fixações seguem escassas.

“Chicago voltou a subir, mas o movimento é especulativo e sem volume real, o que mostra exaustão na alta. Os prêmios seguem nominais e com viés de baixa, enquanto o dólar recuou, limitando os ganhos no físico”, afirma.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS) manteve R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS) manteve R$ 136,00
  • Cascavel (PR) caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT) manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS)manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO) subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00

Portos

  • Paranaguá (PR): passou de R$ 141,00 para R$ 140,50
  • Rio Grande (RS): manteve R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira. O mercado foi influenciado por expectativas de retomada das compras chinesas de soja norte-americana e pelo avanço das negociações para encerrar a paralisação do governo dos Estados Unidos.

O clima mais positivo no mercado global reduziu a aversão ao risco e apoiou as commodities agrícolas.

As inspeções de exportação dos EUA somaram 1.088.577 toneladas na semana encerrada em 10 de novembro, acima das 984.875 toneladas da semana anterior, segundo o USDA.

  • Jan/25: +13,00 cents → US$ 11,30/bushel
  • Mar/25: +13,50 cents (1,19%) → US$ 11,39¼/bushel



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Quadras poliesportivas do Parque Antenor Martins recebem revitalização


A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) e da Fundação de Esportes de Dourados (Funed), está renovando a pintura das quadras poliesportivas do Parque Antenor Martins, na região do Grande Flórida. O prefeito Marçal Filho acompanhou os trabalhos nesta segunda-feira (10) e destacou o empenho das equipes e o cuidado com os detalhes que garantem mais beleza e funcionalidade ao espaço.

Marçal destacou a ação das equipes. “É um trabalho de qualidade e as quadras estão ficando mais bonitas e funcionais para todos que utilizam o Parque para a prática esportiva”, afirmou o prefeito.
Acompanhado das equipes de serviço e da primeira-dama Patrícia Leite, Marçal Filho ressaltou a atenção especial na execução do serviço, realizado em parceria com o Ministério Público. “Cada cor, as delimitações da pintura, tudo está sendo feito com muito zelo e, hoje, contamos com a colaboração da Patrícia, que entende de pintura e faz questão de contribuir com a equipe”, disse, completando com agradecimentos ao Ministério Público: “Gratidão ao órgão pela parceria e pela cedência das tintas”.

A diretora-presidente da Funed, Sandra Giselly Amaral, explicou que as quadras — com dimensões de 38×20 metros — são utilizadas para diferentes modalidades, como futsal, basquete, handebol, além de aulas funcionais e zumba. Segundo ela, a revitalização reforça o compromisso da gestão em oferecer ambientes esportivos acolhedores e atrativos à população. “Esses espaços têm múltiplos usos e recebem tanto atletas quanto famílias que buscam lazer”, destacou, enfatizando que “orientação do prefeito é tornar esses locais cada vez mais bonitos e agradáveis para a comunidade”.

A autônoma Edinéia Oliveira Dias, 50 anos, participante das aulas funcionais realizadas no Parque do Lago, elogiou as melhorias. “Vemos que o parque está cada vez mais bonito e a Prefeitura tem cuidado da cidade, melhorou a pista de caminhada e agora está caprichando também na pintura das quadras, o que valoriza o espaço e traz mais vontade de frequentar”, disse.

O Parque Antenor Martins, também conhecido como Parque do Lago, é um dos principais cartões postais da cidade e conta com serviços da prefeitura de forma frequente, com foco na conservação e melhorias constantes. Recentemente, a prefeitura revitalizou a pista de caminhada do local, com infraestrutura apropriada. Melhorias em toda a estrutura seguem de forma constante, bem como serviços de jardinagem.



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Está acabando o prazo para contribuintes aderirem ao REFIS em Ponta Porã


Lei beneficia inadimplentes com descontos de até 100% em juros e multas

Faltando pouco mais de 20 dias para o encerramento do prazo, os contribuintes de Ponta Porã ainda podem aderir ao Mutirão de Conciliação Fiscal (REFIS) – “Concilia Ponta Porã”. O programa, em vigor desde o dia 2 de setembro com validade de 90 dias, foi prorrogado pelo Decreto nº 10.358, publicado no Diário Oficial do Município.

Com a prorrogação, os contribuintes inadimplentes ganharam nova oportunidade para regularizar débitos tributários e não tributários junto ao município, com descontos de até 100% nos juros e multas de mora. A medida é vista como uma importante chance para evitar medidas judiciais e manter as contas em dia.

De acordo com a Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento Orçamentário, o REFIS permite a quitação de qualquer tipo de débito com a Prefeitura, em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, contribuindo para evitar execuções fiscais e fortalecer a arrecadação municipal.

As condições do programa incluem pagamento à vista — com desconto total sobre juros e multas — ou parcelamento em até seis vezes, com facilidades especiais. Podem ser incluídas no programa dívidas geradas até 31 de dezembro de 2024.

A Prefeitura alerta ainda que, em cumprimento à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os municípios deverão protestar os devedores. A partir do próximo ano, as cobranças também poderão incluir negativação em cadastros de proteção ao crédito, como o Serasa, ampliando os efeitos das dívidas.

Os contribuintes interessados devem procurar o Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC), localizado na Avenida Brasil, esquina com a Rua Tiradentes, no centro da cidade, para simular valores e conhecer as opções de pagamento.



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Canal Rural apresenta ‘Ruralize-se’ e abre celebração dos 30 anos com novas frentes de negócio para 2026



O Canal Rural anuncia o novo posicionamento que guiará a companhia em 2026, quando completará 30 anos. A marca apresenta ao mercado o conceito “Ruralize-se”, um convite para ampliar o significado do rural e reconhecer o seu protagonismo como o maior público consumidor do Brasil. As novidades foram apresentadas ao mercado na última sexta-feira (7), em evento que reuniu parceiros e grandes anunciantes em São Paulo.

O conceito parte do entendimento de que o mundo rural extrapola a porteira e está presente nas capitais e nas pequenas cidades, reunindo pessoas com alto poder de compra e aspirações sofisticadas. Também reforça a vocação do Canal Rural como a plataforma que conhece profundamente o agro e conecta marcas a esse universo, unindo relevância, engajamento e relacionamento para gerar negócios em diferentes janelas.

“Somos a principal plataforma de comunicação do agronegócio brasileiro, presente em todas as telas e formatos. Nos últimos anos, investimos muito em conteúdo e tecnologia para estreitar cada vez mais nossa relação com o mercado e criar novas oportunidades de negócios”, afirma Julio Cargnino, CEO do Canal Rural.

Idealizado em parceria estratégica, “Ruralize-se” traduz desejo, paixão e pertencimento. Para o publicitário Sérgio Valente, que desenvolveu o novo conceito, “‘Ruralize-se’ é gostar do agro e vontade de pertencer. “Quem é do agro viaja para a Europa, compra marcas, carros e roupas de grife. Precisamos contar para o mundo que esse público compra e tem dinheiro. E ninguém entende mais do maior público consumidor do Brasil e sabe chegar até ele do que o Canal Rural”.

Novidades em 2026

Ao longo de 2026, o Canal Rural dará sequência ao ciclo de inovação nas frentes editoriais, comerciais e de distribuição. Entre os destaques, a expansão do calendário de eventos com a criação da BR IN Eventos; a estreia do Celeiro de Ideias, unidade dedicada de branded content para co-criação com agências e anunciantes, e o Celeiro de Insights, que vai traduzir dados em oportunidades reais de negócios.

Outro anúncio é a evolução da parceria estratégica Canal Rural + CNN, que amplifica a presença cotidiana do agro nas telas e plataformas de ambas as marcas, com alcance potencial de dezenas de milhões de pessoas. A parceria, que já existia no digital, agora será ampliada também para a TV, com a criação de uma vertical agro na CNN, operado em conjunto com o Canal Rural.

A estratégia contempla também o crescimento consistente nas plataformas digitais — com avanços expressivos em visualizações e seguidores nos últimos dois anos — e o fortalecimento de plataformas transversais como Planeta Campo e A Protagonista. O próximo ano também reforçará o jornalismo diário do Canal Rural voltado ao produtor, de serviços como meteorologia e cotações, e da cobertura dos diferentes elos que compõem 100% do agro.



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Na COP30, MS apresenta expertise única em carbono neutro e avanço econômico sustentável


Uma economia sólida e em pleno crescimento, com perspectiva de chegar a marca de 5% de aumento no PIB (Produto Interno Bruto) em 2025, um dos maiores índice do Brasil, regionalmente puxado por uma expressiva evolução do PIB agropecuário: 17,2%. Os números acima deixam claro o quanto a economia sul-mato-grossense está avançando e quão importante é o agronegócio para esse resultado. Contudo, há perguntas-chave a serem respondidas: como Mato Grosso do Sul conquistou tudo isso? O meio ambiente foi conservado?

São justamente essas respostas que serão apresentadas ao mundo nas próximas duas semanas em Belém (PA), capital paraense que recebe a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a popular e midiática COP30. O evento conta com a presença de autoridades globais, e Mato Grosso do Sul marca seu espaço participando de diversos painéis. Os principais representantes do Estado serão o governador Eduardo Riedel, o secretário Jaime Verruck (Meio Ambiente e Desenvolvimento) e o adjunto Artur Falcette.

A experiência única do Estado ao conseguir aliar um incontestável avanço econômico – sendo este um gerador de empregos e garantidor de renda para a população, fazendo assim o mercado girar cada vez mais – com medidas de conservação ambiental chamam a atenção globalmente e de especialistas do setor. Além da conservação da flora e fauna existente, Mato Grosso do Sul lidera um trabalho vanguardista de balanço de carbono, que de forma sucinta significa a neutralização das emissões de gases do efeito estufa feitas regionalmente.

O MS Carbono Neutro 2030 é um audacioso plano do Governo de Mato Grosso do Sul que encabeça todo um amplo conceito aplicado em todas as ações governamentais, em especial às que envolvem meio ambiente e produção econômica. A ideia é que até o final dessa década o Estado siga crescendo do ponto de vista econômico-social sem que haja aumento dos gases poluentes na atmosfera. Isso seria possível a partir do balanço de carbono, fazendo uso de técnicas de retenção de carbono e de maior eficiência produtiva.

Já com um inventário completo de emissões fechado, Mato Grosso do Sul lançou mão do que há de mais avançado na ciência e inovação ambiental para iniciar uma “revolução silenciosa”, como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) classificou o trabalho encabeçado pelo Governo do Estado, produtores e institutos parceiros locais.

Agrizone: trabalho de MS apresentado para o mundo

As iniciativas de referência adotadas por Mato Grosso do Sul na agropecuária de baixo carbono estarão expostas no espaço Agrizone, mantido pela Embrapa, onde na quinta-feira (13) o governador Riedel e o secretário Verruck irão explicar toda a dinâmica de governança ambiental e desenvolvimentista, elaboração de projetos, metas e desafios da execução dos mesmos.

Entre os números a serem apresentados, por exemplo, está a expansão expressiva no setor florestal com crescimento de 500% na área plantada em uma década. A ação direta do Estado foi fundamental para atrair, recentemente, mais de R$ 70 bilhões em investimentos privados, consolidando-se como o maior polo de celulose do país.

Outro ponto que pode ser usado para exemplificar o trabalho no Estado é a capacidade de promover ‘investimentos verdes’, como acontece com o FCO Verde, linha de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) voltada para projetos com foco em sustentabilidade e mitigação de impactos ambientais. De 2019 a2024, essa linha de crédito sustentável foi responsável pela injeção de R$ 360 milhões na agricultura de baixo carbono.

Essa e outras iniciativas que serão apresentadas em Belém resultam em um ecossistema integrado combinando base científica sólida, incentivos fiscais e linhas de crédito, complementados ainda com políticas públicas estruturantes e uma integração entre Governo, universidades, institutos de pesquisas e setor produtivo.

Além da participação na Agrizone, o governador Eduardo Riedel participa também na quinta-feira de um painel na Green Zone da Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente), onde discute a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e o papel dos estados em sua execução, enquanto Verruck estará no painel ‘Inovação e Inteligência Ambiental: Tecnologia a Serviço da Sustentabilidade’, também da Abema.

Já na quarta-feira (12), Riedel é um dos líderes que estarão à frente de painel no Espaço FNP (Frente Nacional dos Prefeitos). Lá, ele abordará a importância de fortalecer o papel dos governos subnacionais – prefeituras e governos estaduais, no caso do Brasil – na governança climática internacional, assumindo assim voz ativa também nas discussões globais.

Enquanto isso, o programa de PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) adotado em Mato Grosso do Sul será apresentado na sexta-feira (14) por Jaime Verruck na Casa da Biodiversidade e Clima, montada pela Abema em Belém na sede do ITV ( Instituto Tecnológico do Vale). Jaime conversará sobre a indução de mudança de comportamento pelo incentivo financeiro.



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Paraná registrou 3 tornados com ventos de até 330 km/h





O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) confirmou nesta segunda-feira (10) que pelo menos três tornados atingiram o interior do estado durante as tempestades registradas na última sexta-feira (7).

“As análises começaram logo após a ocorrência, com estudo dos dados de radar e das primeiras fotos e vídeos feitas pelas equipes de resgate no município e enviadas pela defesa civil”, informou o Simepar.

Além de Rio Bonito do Iguaçu, que registrou um tornado de categoria F3 na escala Fujita, os municípios de Turvo e de Guarapoava também registraram o fenômeno, ambos na categoria F2.

De acordo com o Simepar, em Rio Bonito do Iguaçu, os ventos chegaram a 330 quilômetros por hora (km/h), o topo da categoria F3. Em Turvo, os ventos foram estimados entre 180 km/h e 200 km/h e, em Turvo, superiores a 200 km/h.

“Além dos três tornados já confirmados, a equipe segue realizando estudos e análises de outras ocorrências suspeitas”, completou o órgão.




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Colômbia lança nova variedade de café resistente ao clima quente



A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia (FNC) anunciou o desenvolvimento de uma nova variedade de café resistente a temperaturas mais elevadas e adequada para cultivo em regiões de menor altitude. A cultivar, batizada de Umbral, pode ser plantada a partir de 850 metros acima do nível do mar, o que representa uma expansão significativa em áreas onde o calor vinha limitando a produção.

O lançamento ocorreu durante a 89ª Cúpula do Café da Asoexport e Analdex, na última semana. Segundo o gerente da FNC, Germán Bahamón, a Umbral é resultado de avanços científicos voltados para adaptar a cafeicultura às mudanças climáticas e ampliar a resiliência das lavouras.

Atualmente, a nova variedade está em fase de testes em nove fazendas distribuídas em diferentes regiões produtoras da Colômbia, de Nariño e Santander até o tradicional Eixo Cafeeiro. A expectativa é que a cultivar esteja pronta para ser adotada comercialmente em 2027.

A iniciativa é vista como estratégica para o futuro da produção colombiana, em um cenário de temperaturas mais altas e eventos climáticos extremos que têm desafiado cafeicultores em todo o mundo.



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Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis


Agência Brasil*

As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2025 – a expansão da economia e o índice de inflação – ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (10) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).

A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – ficou em 4,55% este ano. Para 2026, a projeção da inflação também permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para este ano ainda está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Depois de queda em agosto, em setembro a inflação oficial subiu 0,48%, com influência da alta da conta de luz. Em 12 meses, o IPCA acumula 5,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic na última reunião, na semana passada, mas o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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