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Inflação, IBC-Br e Fed no foco do mercado no início da semana; ouça análise


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a ata do Copom reforçou postura conservadora, enquanto o IPCA de outubro desacelerou a 0,09% e reavivou apostas de corte de juros em janeiro.

O Ibovespa tocou 158 mil pontos, acumulando a quinta alta semanal seguida, com destaque para Petrobras, bancos e varejo. O real seguiu abaixo de R$ 5,30 pelo quarto pregão; dólar cai 1,54% em novembro.

Hoje, atenção ao IPC-S, IBC-Br e estimativa da inflação na Zona do Euro.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Nova frente fria chega na semana e aumenta risco de temporais; saiba onde



O avanço de uma nova frente fria sobre o Sudeste deve elevar o risco de temporais ao longo desta semana, segundo previsão da meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo. O sistema começa a influenciar o tempo já nesta segunda-feira (17), especialmente em São Paulo, Triângulo Mineiro, centro-sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro.

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Na terça-feira (18), a frente fria permanece quase estacionária entre São Paulo e Rio de Janeiro, mantendo a atmosfera instável.

Na quarta (19), o sistema volta a se deslocar, avançando para o Espírito Santo e para o centro-leste e norte de Minas Gerais.

Segunda-feira tem alerta para temporais em SP e MG

A chegada da frente fria torna o dia ainda mais instável em São Paulo. O estado terá muitas nuvens, sensação de abafamento e pancadas de chuva com raios entre a tarde e a noite. A Climatempo alerta para risco de chuva moderada a forte em todas as regiões paulistas, incluindo Grande São Paulo, além de temporais no norte e nordeste do estado, com destaque para Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Presidente Prudente.

Em Minas Gerais, o alerta também vale para o Triângulo Mineiro e o Sul de Minas, onde a combinação de calor, umidade e aproximação da frente fria favorece chuvas intensas com trovoadas. No Rio de Janeiro e no centro-sul mineiro, o dia será marcado por sol entre nuvens, abafamento e pancadas de chuva principalmente à tarde e à noite.

No Espírito Santo, a segunda-feira será de sol pela manhã e chuva isolada a partir do fim da tarde no centro-sul do estado. Já o norte capixaba e o norte mineiro seguem com predomínio de sol e baixa chance de chuva.

Instabilidade persiste na terça-feira

Com a frente fria quase parada entre SP e RJ, a chuva se mantém concentrada nesses dois estados e também no centro, oeste e sul de Minas Gerais. O padrão segue com muitas nuvens, tempo abafado e pancadas de chuva ao longo do dia.

Quarta-feira: sistema avança para ES e norte de MG

Na quarta, a frente fria avança para o Espírito Santo e o norte e leste de Minas Gerais, aumentando as condições para pancadas de chuva nessas regiões. Capitais como Vitória, Belo Horizonte e Rio de Janeiro também terão instabilidade ao longo do dia.

Em São Paulo, a situação muda: o risco de chuva intensa diminui bastante, e o sol volta a predominar na Grande São Paulo.

Fim da semana com chuva mais concentrada

Entre quinta (20) e sexta-feira (21), a chuva se concentra sobre o norte e leste de Minas Gerais e sobre o Espírito Santo. Nas demais áreas do Sudeste, o sol aparece com mais força e o tempo tende a ficar mais firme.

Frio atípico não deve avançar

Mesmo com a chegada da frente fria, o ar frio associado ao sistema não é forte. Não há previsão de queda intensa e prolongada de temperatura no Sul e Sudeste. As madrugadas podem até ficar mais amenas, mas as tardes voltam a esquentar já no meio da semana.

Temperaturas próximas de 10 °C ainda poderão ser registradas nesta segunda (17) e terça (18) em áreas mais elevadas das serras gaúcha e catarinense e na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.



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RS lança rastreabilidade individual de bovinos para acesso a mercados mais exigentes; entenda



A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul deu início durante a semana à implantação de um projeto piloto inédito de Rastreabilidade Individual de Bovinos e Bubalinos.

A iniciativa visa modernizar o controle sanitário do estado e, principalmente, ampliar o acesso dos produtores gaúchos a mercados nacionais e internacionais mais exigentes em termos de segurança alimentar.

O projeto funciona mediante a adesão voluntária dos produtores rurais. O formulário para participar pode ser preenchido diretamente no portal da Seapi. O objetivo do piloto é testar e aperfeiçoar o sistema de identificação individual, que servirá de base para a futura e definitiva implantação do modelo em todo o território gaúcho.

A rastreabilidade individual oferece mais segurança e confiabilidade às informações sanitárias do rebanho, o que melhora a capacidade de resposta do estado em situações de emergência sanitária.

A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA/Seapi), Rosane Collares, destacou em comunicado à imprensa que o sistema funcionará como uma ferramenta de gestão para os produtores, além de ser uma chancela de origem e confiabilidade para o produto gaúcho.

Dispositivos gratuitos e suporte técnico até 2026

Durante a execução do projeto piloto, a Seapi garantirá total suporte ao produtor rural participante. A Secretaria fornecerá os dispositivos oficiais de identificação individual de forma gratuita, que incluem brincos e botons eletrônicos.

Além dos dispositivos, a Seapi disponibilizará:

  • Orientação técnica: suporte para a correta aplicação dos brincos e botons eletrônicos.
  • Acompanhamento e registro: ajuda no registro e uso adequado dos dispositivos no sistema informatizado de rastreabilidade.
  • Acesso a dados: o produtor terá acesso direto ao sistema informatizado para gerenciar as informações do seu rebanho.

A previsão é que as atividades do projeto piloto sejam concluídas até maio de 2026, com acompanhamento técnico permanente das equipes regionais da Seapi durante todo o processo. Essa iniciativa é um passo crucial para o avanço da pecuária gaúcha, alinhando a produção à excelência sanitária e às demandas globais por carne rastreada.



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Casa Branca vê baixo risco de derrota na Suprema Corte sobre tarifas



O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que não acredita que a Suprema Corte vá derrubar a autoridade presidencial usada para impor tarifas durante o governo de Donald Trump. A decisão, aguardada para as próximas semanas, pode afetar cerca de US$ 200 bilhões em receitas alfandegárias já cobradas. Segundo Bessent, o tribunal não deve criar um precedente que obrigue Washington a reembolsar importadores.

“Quero dizer isso da forma mais forte possível: esta é uma das políticas de assinatura do presidente Trump. Tradicionalmente, a Suprema Corte não interfere em políticas de assinatura”, afirmou Bessent em entrevista ao programa Sunday Morning Futures, da Fox News, neste domingo (16).

Ele usou a expressão “política de assinatura” para se referir às medidas consideradas marca registrada de governo, aquelas que um presidente adota como pilares de atuação.

O caso em análise na Suprema Corte trata do uso, por Trump, de poderes emergenciais previstos no Iepa, a lei norte-americana que permite ao presidente impor tarifas e outras medidas econômicas sempre que declara existir uma ameaça externa à segurança nacional. Essa é a base legal que o governo usa para justificar parte da política tarifária adotada por Trump.

Bessent afirmou que as tarifas foram determinantes para avanços em acordos comerciais recentes, citando negociações com a China sobre terras raras e medidas contra o tráfico de precursores químicos usados na produção de fentanil. “Ninguém havia conseguido levar a China à mesa nesses temas”, disse.

O secretário questionou a viabilidade de um eventual reembolso bilionário a empresas importadoras caso a Suprema Corte decida contra o governo. Ele argumentou que parte dos exportadores estrangeiros já concedeu descontos para compensar as tarifas, e uma devolução poderia gerar ganhos duplos para importadores.

“Se o tribunal fizesse isso, como esse dinheiro chegaria ao consumidor? E se os exportadores já deram grandes descontos? Então você daria um reembolso sobre a tarifa. Eles estariam ganhando dos dois lados”, afirmou.



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temporais avançam pelo Sul e MS com chuva forte e ventania



Uma frente fria com intensidade acima do normal para novembro avança sobre o Rio Grande do Sul neste domingo (16), criando um cenário de forte instabilidade em toda a região Sul do país. Segundo a meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo, a combinação do ar frio com o fluxo de ar quente e úmido vindo da Amazônia mantém alto potencial para temporais, com chuva intensa, rajadas de vento e grande quantidade de raios.

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Durante a manhã, as nuvens mais carregadas se concentraram na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e no oeste do estado. Porém, ao longo da tarde e da noite, a previsão indica que as tempestades ganham força e se espalham por todas as regiões gaúchas, alcançando também Santa Catarina e Paraná.

As áreas da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai estão igualmente sob alerta, devido à aproximação da frente fria.

Sul de Mato Grosso do Sul em alerta

A Climatempo reforça que o sul de Mato Grosso do Sul permanece sob risco de temporais, resultado da interação entre o ar muito quente e úmido e o avanço da frente fria pelo Sul do Brasil e pelo Paraguai.

Entre o fim da tarde e a noite, a região pode registrar vento forte, chuva volumosa e descargas elétricas, exatamente como previsto no boletim divulgado na madrugada.

Cenário já é crítico no Rio Grande do Sul

De acordo com as informações colhidas por Josélia Pegorim, por volta das 12h, o tempo seguia bastante instável no centro, sul, sudoeste e oeste do Rio Grande do Sul. Estações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registraram rajadas de 75 km/h em Quaraí e 71 km/h em Dom Pedrito, mostrando a intensidade da ventania já no período da manhã.

Leituras do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indicam acumulados expressivos em poucas horas: entre 8h e 11h, choveu 55 mm em Uruguaiana, 25,8 mm em Alegrete, 20,2 mm em Santana do Livramento e 35,6 mm em Quaraí, segundo dados complementares do Inmet.



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EUA apostam em cortes de tarifas e impostos para aliviar custo de vida em 2026



O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que o governo trabalha com alívio gradual do custo de vida a partir de 2026, combinando redução de tarifas sobre alimentos importados e cortes de impostos para trabalhadores. Ele também disse que a proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de enviar pagamentos de US$ 2 mil aos norte-americanos depende de aprovação do Congresso. “Vamos ver. Precisamos de legislação para isso”, afirmou ao programa Sunday Morning Futures, da Fox News.

As declarações foram dadas dois dias depois de Trump anunciar cortes tarifários para carne, café, cacau e frutas.

A medida afeta exportadores brasileiros que haviam sido atingidos pelas tarifas recíprocas de 10% em abril e por uma sobretaxa adicional de 40% em agosto. O tarifaço é apontado pela imprensa americana como um dos fatores de desgaste político do governo em eleições estaduais recentes.

Trump afirmou que pretende usar a arrecadação tarifária para financiar os cheques de US$ 2 mil. A viabilidade é contestada. O Comitê para um Orçamento Federal Responsável estima custo de cerca de US$ 600 bilhões, o dobro da receita tarifária projetada para 2025. Até setembro, os Estados Unidos haviam arrecadado US$ 195 bilhões em tarifas; economistas esperam cerca de US$ 300 bilhões no próximo ano.

Bessent rebateu críticas de que os cortes seriam uma resposta emergencial à alta de preços. Segundo ele, as reduções anunciadas na sexta-feira (14) são resultado de meses de negociações com países da América Central e do Sul. “Isso não surgiu do nada. Estamos trabalhando nisso desde o primeiro dia”, disse.

O secretário também comentou a previsão de que o preço da carne moída possa chegar a US$ 10 por libra (cerca de R$ 110 o quilo) até o terceiro trimestre de 2026. Ele afirmou que parte da pressão vem do reaparecimento de uma enfermidade já eliminada nos Estados Unidos. Para evitar risco sanitário, o governo suspendeu importações de carne bovina do México. Bessent vinculou o problema à entrada de animais trazidos por imigrantes vindos da América do Sul.

Ao tratar da inflação, Bessent afirmou que o governo Trump “herdou uma inflação terrível”, mas disse ver sinais de desaceleração. Segundo ele, preços de energia e juros já recuaram. A estratégia agora é combinar queda gradual dos índices com aumento da renda disponível.

O secretário destacou isenção de imposto sobre gorjetas, horas extras e benefícios da Previdência Social norte-americana, além da possibilidade de deduzir juros de financiamentos de carros produzidos nos Estados Unidos. “Eu esperaria que nos dois primeiros trimestres a curva da inflação se incline para baixo e a renda real acelere substancialmente”, afirmou.

Ele disse que, quando essas duas linhas se cruzarem, os americanos devem sentir melhora no orçamento doméstico.



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Boi gordo: preços se estabilizam apesar das escalas de abate mais curtas



O mercado do boi gordo registrou nesta semana um movimento de acomodação nos preços, apesar de as escalas de abate nos frigoríficos permanecerem mais curtas.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, o mercado avaliou o posicionamento do Ministério da Agricultura e Pecuária, que afastou rumores sobre a presença do carrapaticida Fluazuron em carne brasileira destinada à China. “Esse boato impactou fortemente a B3 ao longo da primeira quinzena de novembro”, explica.

Outro ponto de atenção, segundo Iglesias, é a investigação conduzida pela China sobre os efeitos das importações brasileiras na produção local. A expectativa é que o país anuncie os resultados até 26 de novembro. Até lá, o mercado deve seguir em estado de alerta.

Preços do boi gordo

O balanço da semana apontou para preços de estáveis a levemente mais altos nas principais praças de comercialização do Brasil, na modalidade a prazo, conforme levantamento de 14 de novembro:

  • São Paulo (Capital): R$ 330,00 a arroba – estável
  • Goiás (Goiânia): R$ 325,00 a arroba – alta de 1,56%
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 315,00 a arroba – alta de 1,61%
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 330,00 a arroba – estável
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 310,00/@ a arroba – estável
  • Rondônia (Vilhena): R$ 295,00 a arroba – estável

Mercado atacadista

No atacado, Iglesias destaca que os preços apresentaram alta consistente ao longo da semana. O cenário é impulsionado pelo aumento do consumo doméstico, com a chegada do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de trabalho e as confraternizações típicas do período.

  • Quarto traseiro do boi: R$ 26,00/kg – alta de 4%
  • Quarto dianteiro do boi: R$ 19,50/kg – alta de 4%

Exportações

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil atingiram, até o momento em novembro (5 dias úteis), US$ 554,034 milhões, com média diária de US$ 110,806 milhões. O volume total exportado chegou a 100,536 mil toneladas, com média diária de 20,107 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.510,80.

Na comparação com novembro de 2024, houve crescimento de 89,4% no valor médio diário exportado, alta de 67,5% na quantidade média diária e avanço de 13,1% no preço médio, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.



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Dietas com ora-pro-nóbis e folha de amoreira aumentam resistência de pacus e tilápias



De acordo com pesquisas conduzidas pela Embrapa Meio Ambiente, em parecia com as universidades Estadual de Campinas e Federal do Paraná, as farinhas de folhas de amoreira e ora-pro-nóbis têm potencial nutricional e podem substituir parte das fontes proteicas de origem animal em dietas de peixes como pacu e a tilápia-do-nilo. Os estudos indicam boa digestibilidade, fortalecimento do sistema imunológico e baixo impacto ambiental, reforçando o papel desses ingredientes na aquicultura sustentável.

Em sua tese de doutorado para o Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da Unicamp, a pesquisadora Patrícia da Silva Dias apresentou os testes com pacus conduzidos no Laboratório de Tecnologia em Aquicultura (LATAq) da UFPR, utilizando dietas com até 24% de farinha de amoreira e 32% de ora-pro-nóbis. 

“A farinha de ora-pro-nóbis apresentou maior digestibilidade de proteína (64,9%), enquanto a farinha de amoreira teve melhor aproveitamento de lipídios (76,7%), ambos mantendo níveis adequados de energia e aminoácidos essenciais”, destacou Dias. 

Segundo Dias, as duas plantas oferecem uma alternativa local e econômica para a formulação de rações, reduzindo a dependência da farinha de peixe e/ou do farelo de soja.

Além da avaliação nutricional, os pesquisadores testaram o efeito destas farinhas sobre a saúde dos peixes. Pacus e tilápias alimentados com rações contendo 6% de amoreira e 32% de ora-pro-nóbis apresentaram melhor resposta imunológica e maior resistência à bactéria Aeromonas hydrophila, agente infeccioso responsável por grandes perdas na piscicultura mundial. Nos experimentos, a taxa de sobrevivência chegou a 100% nos pacus e 66,7% nas tilápias alimentadas com dietas vegetais.

“Os peixes também mostraram parâmetros sanguíneos mais equilibrados, redução de estresse e boa condição corporal, indicativos de saúde e nutrição adequada. A presença de compostos bioativos, como flavonóides e polifenóis, podem ter contribuído para os efeitos observados”, afirma Márcia Ishikawa, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, orientadora de Dias.

A segurança ambiental das farinhas testadas foi avaliada em ensaios ecotoxicológicos com o microcrustáceo Daphnia magna e o peixe-zebra (Danio rerio). Os resultados mostraram baixa toxicidade (Concentração Efetiva Média – CE₅₀ superior a 500 mg/L), classificando os ingredientes como “praticamente não tóxicos”, segundo critérios da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (Usepa), ressalta o pesquisador Claudio Jonsson membro da equipe técnica do trabalho.

Ricas em proteínas, aminoácidos e minerais, a amoreira e a ora-pro-nóbis podem ser cultivadas em pequenas propriedades e aproveitadas como insumo local, reduzindo custos e fortalecendo a produção familiar, destaca Fabio Meurer, co-orientador de Dias.

De acordo com os pesquisadores, a inclusão moderada das farinhas (6% de amoreira e 32% de ora-pro-nóbis) proporciona equilíbrio entre desempenho zootécnico, saúde animal e segurança ambiental. 

“O uso desses ingredientes vegetais nas rações comerciais representa um avanço na busca por uma piscicultura mais competitiva, sustentável e menos dependente de insumos químicos”, acredita o pesquisador Julio Queiroz, membro da equipe.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Inmet emite alerta de perigo para tempestades em várias áreas do país no início da semana; confira


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém oito alertas de perigo para tempestades, chuva forte, queda de temperatura e ventania em diversas áreas do país no começo desta semana.

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Um dos alertas é para grande perigo de tempestade em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul de Mato Grosso no Sul. Nessas áreas (veja quadro abaixo), a expectativa é de chuva superior a 60 mm/h ou maior que 100 mm/dia, ventos superiores a 100 km/h, e queda de granizo. O alerta é válido deste domingo (16) até as 3h da segunda-feira (17).

Segundo o Inmet, pode haver danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.

Outro alerta de perigo engloba os três estados do Sul, sul e oeste de São Paulo, quase todo Mato Grosso do Sul e até uma área do sul de Mato Grosso. A chuva, neste caso, pode ficar entre 30 e 60 mm/h ou de 50 a 100 mm/dia, com ventos intensos (60-100 km/h). O alerta vale até as 8h de segunda-feira.

Um alerta de perigo potencial por queda de temperatura indica que pode haver declínio de 3 a 5 ºC até as 9h da segunda-feira numa faixa do Rio Grande do Sul que abarca o sudoeste, o sudeste e áreas do centro do estado (veja abaixo).

Já um alerta para perigo potencial por chuvas intensas abrange uma faixa de dez estados (veja quadro abaixo). A área está sujeita a precipitações de até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 km/h).

Outro dos avisos do Inmet, com validade até 18h de segunda-feira, adverte para perigo da ocorrência de ventos costeiros por todo litoral da região Sul.

Um perigo potencial de tempestades atinge uma estreita faixa que engloba áreas de seis estados, de São Paulo a Mato Grosso, onde a chuva pode ficar entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo.

Por fim, o Inmet também alerta para perigo de chuvas intensas até as 9h de segunda em áreas do Amazonas: centro, sudoeste, sul, norte e região do Madeira-Guaporé. O total de chuva pode chegar de 50 a 100 mm no dia.



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Brasil firma parceria global para levar energia limpa a áreas remotas da Amazônia



O Ministério de Minas e Energia (MME) assinou nestes sábado (15), um protocolo de intenções com a Global Energy Alliance for People and Planet (Geapp) para ampliar o fornecimento de energia renovável e “oportunidades econômicas” às comunidades remotas da Amazônia. A parceria terá prazo de cinco anos e foi formalizada no sexto dia da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

Esse protocolo, segundo o MME, vai apoiar os esforços da pasta para eliminar a chamada pobreza energética nos estados da Amazônia, onde quase 1 milhão de brasileiros ainda vivem sem acesso à eletricidade e 2 milhões não estão conectados à rede nacional de energia, segundo estimativas da pasta.

Outra frente, com essa iniciativa, é a redução da dependência de combustíveis fósseis, em convergência com as diretrizes do programa Energias da Amazônia, focado na descarbonização.

Os sistemas isolados – aqueles em que a distribuição de energia elétrica não está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SNI) – estão concentrados na Região Norte, em sua maior parte.

Para garantir o suprimento de energia elétrica, cada sistema isolado conta com uma usina, predominando a geração a diesel.

“O protocolo de intenções assinado hoje vai definir ações conjuntas em financiamento, assistência técnica e intercâmbio de conhecimento para ampliar o acesso à energia renovável e a projetos de uso produtivo na região amazônica”, diz o comunicado do MME.



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