Categorias
agro destaque_home

Nova frente fria provoca temporais em algumas regiões do país; veja a previsão do tempo



Uma nova frente fria avança sobre o Sul do Brasil nesta quarta-feira (12), provocando chuva desde cedo no Rio Grande do Sul. As precipitações atingem principalmente o sul, sudoeste, Campanha Gaúcha, litoral e também a metade norte do estado, onde há risco de temporais, especialmente no noroeste.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

A formação de uma baixa pressão no Paraguai reforça as áreas de instabilidade, que se espalham ao longo do dia por Santa Catarina e Paraná. Há alerta para temporais no oeste De Santa Catarina e no noroeste do Paraná, com chuva intensa em curtos períodos.

Apesar da chegada do sistema frio, o calor ainda predomina em grande parte da região Sul, mas as temperaturas ficam mais amenas no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná.

Sudeste terá calor ao longo do dia, mas chuva retorna à noite

No Sudeste, o tempo permanece firme e com sol entre nuvens na maior parte do dia. Em Minas Gerais, há previsão de chuva isolada no norte e leste do estado. Durante a noite, áreas de instabilidade vindas do Paraguai avançam para o oeste de São Paulo e o Triângulo Mineiro, provocando chuva moderada a forte, com chance de tempestades.

Na cidade de São Paulo, dia de sol e calor, com sensação de tempo abafado. As pancadas de chuva chegam à noite, acompanhadas de trovoadas e risco de temporais. Temperaturas previstas: mínima de 14°C e máxima de 31°C.

Centro-Oeste terá pancadas e risco de temporais no Mato Grosso do Sul

No Centro-Oeste, a manhã começa com tempo estável em boa parte de Mato Grosso do Sul, mas novas instabilidades se formam ao longo do dia devido à baixa pressão no Paraguai, gerando chuvas moderadas a fortes no sul e sudoeste do estado.

Em Mato Grosso e Goiás, as pancadas ocorrem principalmente durante a tarde, podendo vir com rajadas de vento e trovoadas. O calor permanece intenso em toda a região.

Nordeste tem temporais na Bahia e calor acima dos 35°C no interior

No Nordeste, as instabilidades continuam ativas no Recôncavo Baiano, com risco de temporais e alagamentos. No oeste e interior da Bahia, a chuva ocorre de forma mais isolada.
No Maranhão e no sul do Piauí, as pancadas perdem intensidade, mas ainda podem ser fortes em pontos isolados. Nas demais áreas da região, o sol predomina, com calor acima dos 35°C no sertão.

No Norte mantém o padrão de chuva frequente, principalmente no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia e Pará. As pancadas variam de fracas a moderadas, com chance de chuva forte e trovoadas no norte de Roraima. Em Tocantins e no Amapá, o tempo fica mais firme, mas o calor e a umidade elevam a sensação de abafamento.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Polícia apreende 750 kg de queijo transportado sem refrigeração no MA



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta segunda-feira (10), em Balsas, no Maranhão, cerca de 750 quilos de queijo transportados sem nota fiscal em um veículo. Além dos laticínios, os agentes encontraram 116 celulares, 109 eletrônicos diversos, 45 cigarros eletrônicos, três canetas de medicação e uma caixa de som, todos sem documentação.

O caminhão não possuía sistema de refrigeração, requisito essencial para o transporte de laticínios. Os queijos eram levados sem controle de temperatura e sem as condições sanitárias adequadas exigidas para produtos perecíveis.

Diante da situação, foram identificados, em um primeiro momento, indícios dos crimes de descaminho, contrabando e transporte irregular de alimentos.

A equipe verificou ainda que o medicamento transportado era experimental, desenvolvido para o tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, e não está liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo, portanto, proibido de ser comercializado no Brasil.

Também foi identificado o transporte de cigarros eletrônicos e similares (vapes, e-cigs, pods), produtos cuja comercialização é vedada pela Anvisa.

O queijo apreendido foi encaminhado à Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA), enquanto as demais mercadorias foram entregues à Polícia Civil de Balsas (MA) para as providências cabíveis.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Soja tem dia de preços estáveis e leves recuos; confira os dados de fechamento



O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de baixa movimentação nesta terça-feira (11), com apenas lotes pontuais sendo negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor que ainda tem soja disponível prefere segurar, buscando preços maiores, enquanto o comprador só vai ao mercado por necessidade, o que mantém o spread alto em algumas praças.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Segundo ele, a Bolsa de Chicago teve poucas variações, e o dólar recuou, contribuindo para um cenário de preços entre estáveis e mais fracos. “Nada de muito importante ocorreu hoje, o mercado está no aguardo do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previsto para sexta-feira”, observou Silveira.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo: caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa: caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Cascavel: subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis: manteve em R$ 125,00
  • Dourados: caiu de R$ 126,00 para R$ 125,50
  • Rio Verde: manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá: caiu de R$ 140,50 para R$ 140,00
  • Rio Grande: manteve em R$ 140,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As primeiras posições recuaram e os vencimentos mais distantes subiram moderadamente.

Após duas sessões de bons ganhos, a ausência de compras efetivas de soja americana pelos chineses fez o mercado corrigir. Os agentes aguardam também pelo relatório de novembro do USDA, que será divulgado na sexta-feira, 14.

Mesmo com as sinalizações de que China e Estados Unidos estariam encaminhando negócios com soja na casa de 12 milhões, os sinais continuam sendo de desaquecimento do interesse dos asiáticos. As inspeções de exportação não indicaram a presença de compradores chineses.

Para completar, há reportes de que a China estaria comprando volumes consideráveis no Brasil. A COFCO Oils & Oilseeds, subsidiária da trader estatal chinesa COFCO, assinou contratos com ADM, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus. Os acordos envolvem a compra de cerca de 20 milhões de toneladas de soja, óleo de soja, óleo de palma e outros produtos agrícolas do Brasil, no valor de mais de US$ 10 bilhões, segundo informações da Reuters.

O USDA deverá, no seu relatório de novembro, indicar corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados indicam que o número para a safra americana deverá ficar em 4,265 bilhões de bushels, contra 4,301 bilhões previstos em setembro. Para os estoques de passagem, a previsão é de 292 milhões de bushels para 2025/26, contra 300 milhões projetados em setembro.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 123,4 milhões de toneladas. Em setembro, o número ficou em 123,6 milhões. Para 2025/26, a indicação do USDA deverá ser de 124,6 milhões de toneladas, contra 124 milhões projetados em setembro.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,24%, a US$ 11,27 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,38 por bushel, com retração de 1,25 centavo de dólar ou 0,10%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,10 ou 0,96%, a US$ 316,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,10 centavos de dólar, com ganho de 0,52 centavo ou 1,02%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,62%, sendo negociado a R$ 5,2735 para venda e R$ 5,2715 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2633 e a máxima de R$ 5,2983.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Mercado do boi gordo tem ajustes com escalas mais apertadas; confira preços da arroba e atacado



O mercado físico do boi gordo passou a conviver com um ambiente de maior normalidade, apesar de boatos sobre a China ainda circularem. Segundo a consultoria Safras & Mercado, não há posicionamento oficial das autoridades chinesas sobre amostras de carne contendo Fluazuron nem sobre investigação sobre o impacto das importações na produção local.

Com escalas de abate mais apertadas, frigoríficos passam a pagar mais pela arroba do boi gordo em determinados estados, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,17 (a prazo)
  • Goiás: R$ 319,82
  • Minas Gerais: R$ 312,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,16
  • Mato Grosso: R$ 307,84

Atacado

O mercado atacadista se manteve firme ao longo da terça-feira (11). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios indica possibilidade de alta nos preços no curto prazo, impulsionada pelo aumento do consumo no último bimestre, com impacto do décimo terceiro salário, criação de postos temporários de trabalho e as confraternizações típicas da época

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,62%, negociado a R$ 5,2735 para venda e a R$ 5,2715 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2633 e a máxima de R$ 5,2983.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

29 anos dando voz a quem sustenta o Brasil


O Canal Rural completa 29 anos de história e, com ele, o agronegócio brasileiro celebra um dos seus principais aliados. Desde o começo, o Canal entendeu algo que muitas vezes Brasília demora a enxergar: o campo precisa ser ouvido todos os dias. Não apenas quando há crise, safra recorde ou eleição. Precisa ser ouvido quando falta crédito, quando o clima virá, quando a sanidade animal e vegetal do país é ameaçada, quando o produtor familiar precisa de orientação.

Falo com propriedade porque estou nessa estrada como comentarista há pouco mais de duas décadas. Nesse período, vi o Canal Rural crescer, modernizar sua programação, entrar no digital, apostar em multiplataformas e, ao mesmo tempo, manter o que o tornou referência: dar espaço ao pequeno produtor. O agricultor familiar, o pecuarista do interior, o cooperado — todos sempre tiveram um lugar no Canal. E isso não é detalhe: é linha editorial.

A evolução do agro brasileiro foi impressionante. Máquinas conectadas, genética avançada, integração lavoura-pecuária, rastreabilidade, crédito estruturado. E o Canal caminhou junto. Um ponto decisivo dessa evolução foi a meteorologia agrícola. Hoje, em um cenário de extremos climáticos, com estiagens severas, chuvas fora de época e eventos cada vez mais frequentes, informação de clima virou insumo de produção. O Canal Rural entendeu isso cedo e passou a levar ao produtor previsões, análises e alertas que ajudam a mitigar perdas e a planejar melhor o calendário agrícola. Em muitos casos, é a diferença entre perder a lavoura e salvar parte da produção.

Mas houve outra frente em que o Canal foi, e continua sendo , fundamental: a defesa da preservação e da segurança sanitária do Brasil. Ao longo desses anos, o canal nunca tratou de forma leviana temas como febre aftosa, influenza aviária, PSA, ferrugem, pragas quarentenárias ou exigências de mercados internacionais. Pelo contrário: ajudou a informar o produtor sobre protocolos, vacinação, barreiras sanitárias, rastreabilidade e boas práticas. E fez isso porque sabe que a sanidade é patrimônio estratégico do agro brasileiro. É ela que garante mercados abertos, preços melhores e respeito lá fora. Sem sanidade, o Brasil perde competitividade. Sem comunicação sobre sanidade, o produtor fica exposto.

Em todo esse tempo, mantive meu trabalho com a mesma postura: me posicionar a favor do agro nas questões essenciais. Nem sempre foi confortável. Houve momentos em que fui questionado por representantes do governo, por setores que não compreendiam a realidade do campo ou que encaravam o agro apenas pela ótica fiscal ou ideológica. Mas sigo firme no propósito: defender quem produz, quem gera riqueza e quem alimenta o Brasil, porque esse é o lado certo.

O Canal Rural também escolheu esse lado. É mais que um veículo; é uma trincheira de informação. É o espaço em que o produtor é tratado como agente econômico estratégico, e não como figurante. É o lugar onde se explica ao país urbano que o agro moderno pode, e deve, produzir preservando, cumprindo regras ambientais e sanitárias, mas sem ser criminalizado.

Por isso, ao celebrar os 29 anos do Canal Rural, celebramos também um modelo de jornalismo que acompanha a tecnologia, dá previsões de clima, orienta sobre sanidade, fiscaliza políticas públicas e, ao mesmo tempo, mantém o pé no chão do produtor. Poucos veículos conseguiram fazer esse equilíbrio.

Nesses 29 anos, o Canal não apenas contou a história do agro brasileiro. Ajudou a escrevê-la. E é uma honra dizer: eu estava lá. É contínuo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Canal Rural celebra 29 anos e reforça seu papel como voz do produtor rural



O Canal Rural completa 29 anos nesta terça-feira (11). Desde 1996, a emissora tem como missão conectar o campo à cidade, valorizar a atividade rural e dar voz a quem impulsiona o agronegócio brasileiro. São quase três décadas acompanhando as mudanças do agronegócio brasileiro, das primeiras safras recordes à consolidação da inovação tecnológica e das práticas sustentáveis no campo.

Criado com o propósito de levar informação de qualidade e fortalecer a imagem do produtor rural, o Canal Rural evoluiu junto com o público e com o próprio setor.

“O Canal Rural sempre teve um propósito, defender o produtor rural. As pessoas dizem que o Canal Rural não tem que ter lado, mas tem que ter lado sim. O nosso lado é o do produtor”, destacou o comentarista Miguel Daoud, que integra a equipe desde 2005.

Ao longo dos anos, a emissora acompanhou de perto a expansão do agronegócio nacional e a modernização das fazendas. “Lá no começo, os produtores anotavam o clima em cadernos.” lembrou Daoud.

Além de celebrar quase três décadas no ar, o aniversário reforça o papel do canal como ponte entre o campo e os centros urbanos, levando informação confiável, inovação e credibilidade para milhões de brasileiros.

Neste 11 de novembro, o Canal Rural celebra o passado, vive o presente e segue olhando para o futuro com o mesmo compromisso de sempre, ser a voz do produtor rural e o principal veículo de informação do agronegócio brasileiro.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Boi gordo tem preços firmes e indica tendência de alta em algumas praças



O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na maior parte do país. Em São Paulo, a arroba segue negociada em torno de R$ 321,94, de acordo com a analista da Datagro Pecuária, Beatriz Bianque, em análise ao Rural Notícias desta terça-feira (11).

Segundo ela, o cenário atual é de preços firmes, com algumas praças começando a sinalizar um viés de alta no curto prazo. Esse movimento está associado principalmente à redução da oferta de animais terminados a pasto em regiões que dependem da alimentação natural — um efeito típico do período de entressafra e transição das águas.

“Nas regiões onde a pecuária é mais atrelada ao pasto, as escalas de abate estão mais curtas, o que dá suporte aos preços”, explicou a analista.

Por outro lado, nos estados onde os confinamentos ainda estão ativos, a disponibilidade de animais para abate segue maior. A relação de troca entre boi gordo e milho continua favorável ao produtor, o que mantém ritmo de terminação e garante abastecimento às indústrias nessas áreas.

Mercado interno e exportações

No consumo doméstico, novembro começou com algum fôlego, mas sem repetir o ritmo de alta observado no mesmo período do ano passado. Ainda assim, o cenário é considerado positivo o suficiente para não pressionar quedas de preço.

No mercado externo, os embarques de carne bovina seguem aquecidos. Dados parciais da primeira semana do mês mostram desempenho muito favorável, segundo informações do governo federal.

Ao mesmo tempo, o setor monitora as negociações sanitárias com a China, que avalia eventuais salvaguardas, o que pode representar algum risco ao fluxo comercial. Beatriz destaca, porém, que os Estados Unidos surgem como uma oportunidade adicional para a indústria brasileira de proteína bovina, podendo compensar eventual desaceleração no país asiático.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Conflito em terra indígena no RS deixa 4 feridos e 11 detidos



Um confronto entre grupos indígenas na Terra Indígena Ventarra, no município de Erebango, no norte do Rio Grande do Sul, deixou quatro pessoas feridas entre segunda-feira (10) e a madrugada desta terça-feira (11). Três homens que plantavam na área com autorização de um dos grupos indígenas foram baleados durante o dia. Horas depois, uma mulher de 31 anos também foi atingida por disparos. Todos estão internados, mas não correm risco de morte.

Segundo a Brigada Militar, o conflito envolve dois grupos rivais dentro da própria comunidade indígena, que disputam o controle da área. A Polícia Federal apreendeu seis espingardas e mais de 800 cartuchos no local e instaurou inquérito para investigar os responsáveis pelos ataques. Onze indígenas foram detidos e encaminhados ao presídio de Passo Fundo (RS).

A Terra Indígena Ventarra, localizada a cerca de 350 km de Porto Alegre, já foi palco de episódios de violência. Há quatro anos, uma operação da Polícia Federal mobilizou mais de 140 agentes para conter disputas internas que resultaram em depredações, agressões e um indígena baleado. Na ocasião, o cacique chegou a ser expulso da aldeia.

Em agosto deste ano, integrantes de um dos grupos já haviam ocupado uma área utilizada para cultivo por agricultores da região. À época, moradores registraram vídeos com disparos de arma de fogo e relataram tensão crescente em torno da posse da terra.

Produtores e moradores da área rural afirmam estar apreensivos com o risco de novos confrontos.

“Esperamos que a Justiça seja ágil. O clima é de nervosismo e insegurança”, disse o presidente do Sindicato Rural de Getúlio Vargas, à época da ocupação registrada em agosto.

A Brigada Militar permanece na região para evitar novos episódios de violência. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Ministério da Justiça ainda não se manifestaram sobre os desdobramentos.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Chuva nos próximos dias pode chegar a 200 mm em algumas regiões do país, alerta Inmet



A semana será marcada por contrastes no clima entre as regiões brasileiras. No Norte, áreas de instabilidade se intensificam principalmente no oeste do Amazonas e nas áreas de fronteira com Rondônia, Pará e Mato Grosso. Nessas localidades, os volumes de chuva podem superar 150 mm, e, em pontos específicos, chegar a 200 mm ao longo dos próximos dias.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Por outro lado, no Amapá, no norte e leste do Tocantins e no norte e leste do Pará, a previsão é de acumulados baixos, próximos de 10 mm na semana, com possibilidade apenas de chuvas rápidas e isoladas. A umidade relativa permanece elevada em grande parte da região, acima de 50%, mas pode cair para 25% a 30% nessas áreas mais secas a partir de quarta-feira (12).

Quase todo o Nordeste segue sem previsão de chuva significativa durante a semana. A exceção é o sul e leste da Bahia, especialmente o Recôncavo Baiano e a Região Metropolitana de Salvador, onde são esperados episódios de chuva recorrente entre os dias 10 e 13. Os acumulados podem chegar a 50 mm por dia, totalizando entre 200 mm e 300 mm em algumas áreas.

No interior da região, especialmente na faixa que abrange Piauí, Ceará e Pernambuco, a umidade relativa deve cair para níveis muito baixos, abaixo de 20%, podendo atingir valores inferiores a 15%, o que aumenta o risco de queimadas e desconforto térmico.

Centro-Oeste terá chuvas intensas no Mato Grosso do Sul e pancadas isoladas em Goiás

No Centro-Oeste, as chuvas ganham intensidade ao longo da semana, principalmente no Mato Grosso do Sul, onde os volumes podem variar entre 100 mm e 200 mm entre quinta (13) e sexta-feira (14). Em Mato Grosso, a precipitação será mais bem distribuída, com alguns pontos recebendo acumulados mais expressivos. Já em Goiás, a chuva ocorre de forma isolada, principalmente no norte do estado.

No Distrito Federal, podem ocorrer pancadas rápidas, mas sem acumulações significativas. A umidade relativa deve se manter acima de 50%, caindo para 30% a 40% no DF e em Goiás ao final da semana, com a elevação das temperaturas.

No Sudeste, a semana começa com chance de chuva na metade sul de São Paulo e no noroeste de Minas Gerais até a madrugada de terça-feira (11). Após esse período, o tempo volta a ficar estável na maior parte da região, com retorno da chuva apenas na sexta-feira (14) no estado de São Paulo, quando um novo sistema provoca acumulados de 20 mm a 50 mm.

A umidade relativa deve cair em Minas Gerais a partir de quinta-feira, com índices entre 30% e 40%, enquanto nos demais estados permanece próxima de 50%.

Sul terá retorno das chuvas intensas a partir de quarta-feira

A Região Sul começa a semana sem precipitações significativas, mas o cenário muda a partir de quarta-feira (13), com a chegada de um novo sistema atmosférico que avança da América do Sul.

Os maiores acumulados devem se concentrar no oeste do Paraná e de Santa Catarina, onde a chuva pode ultrapassar 100 mm em um único dia.

A umidade relativa inicia a semana entre 40% e 50%, mas aumenta para cerca de 70% na segunda metade da semana com o retorno das chuvas.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Agro brasileiro mostra na COP30 que é parte da solução climática



O papel da agricultura nas soluções para as mudanças climáticas e na segurança alimentar mundial foi o tema central da abertura do Fórum Planeta Campo, realizado nesta terça-feira (11) em Belém, durante a Conferência das Partes (COP30). O evento, que ocorre em paralelo à conferência do clima, é promovido pelo Canal Rural e reúne lideranças do agronegócio, pesquisadores e autoridades para discutir o papel do setor no desenvolvimento sustentável.

Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, declarou que o agro deve ser encarado como parte da solução para os maiores desafios da humanidade: clima e alimentação. “Precisamos produzir mais, mas de forma sustentável. A agricultura pode e deve fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, afirmou. Tomazoni coordenou uma força-tarefa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para desenvolver propostas que integrem produtividade e sustentabilidade.

Papel do agro na sustentabilidade

O executivo ressaltou a importância do aumento da produtividade agrícola, aliado a programas de apoio técnico e financeiro aos pequenos e médios produtores. “O Brasil tem tecnologia de ponta, mas precisamos levá-la a quem mais precisa”, disse. Tomazoni também mencionou iniciativas como os Escritórios Verdes, que orientam pecuaristas na regularização ambiental e no aumento da eficiência produtiva.

O CEO da JBS destacou o uso de blockchain para rastrear animais e garantir transparência na cadeia da carne. “Criamos uma plataforma que permite monitorar fornecedores indiretos. Já temos produtos 100% rastreados nos supermercados”, completou. Tomazoni enfatizou que resultados práticos são essenciais para mudar a percepção negativa do agro brasileiro no exterior.

Reconhecimento do agro como aliado

Jai Shroff, CEO global da UPL, também defendeu o reconhecimento do agro na agenda climática, afirmando que as práticas adotadas nas fazendas brasileiras estão entre as mais sustentáveis do mundo. “Os produtores brasileiros são frequentemente acusados injustamente. O que vejo aqui são tecnologias e práticas transformadoras”, disse.

Shroff ressaltou a necessidade de instrumentos econômicos que recompensem produtores que adotam sistemas de baixo carbono. Ele mencionou que pequenos agricultores em países emergentes ainda enfrentam vulnerabilidades extremas, dependendo de uma única safra. “Precisamos apoiar esses produtores”, finalizou, referindo-se ao programa SCO, que incentiva práticas de descarbonização.

Com informações de: planetacampo.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



Veja a matéria completa aqui!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.