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Frente fria avança e provoca pancadas de chuva em alguns estados; veja a previsão do tempo



A terça-feira (11) será marcada por condições distintas entre as regiões brasileiras, com tempo firme e temperaturas mais altas em áreas do Sul e Sudeste, enquanto instabilidades seguem atuando no Norte e em trechos do Nordeste, segundo a Climatempo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O tempo permanece firme em toda a região Sul, com predomínio de sol e variação de nuvens. As temperaturas voltam a subir em grande parte do território, especialmente no interior, devido ao afastamento de uma massa de ar frio. No entanto, o litoral e o leste da região ainda registram marcas mais amenas.

No final da noite, uma nova frente fria avança e pode provocar pancadas de chuva no sul do Rio Grande do Sul, especialmente na região de fronteira com o Uruguai.

Sudeste

O tempo segue estável em São Paulo, grande parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A chuva aparece de forma isolada e fraca em áreas do sul do Espírito Santo, além de pontos do leste, norte e oeste mineiro. Na região metropolitana de Belo Horizonte, pode chover fraco a moderado ao longo do dia.

As temperaturas continuam elevadas, principalmente no interior do Sudeste. No norte de São Paulo, Triângulo Mineiro e interior mineiro, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30%, exigindo atenção com hidratação e exposição ao sol. Na capital paulista, a mínima será de 12 °C , enquanto a máxima não passa de 25 °C

Centro-Oeste

Em Mato Grosso do Sul, o dia será de sol e tempo firme na maior parte do estado.
Já em Mato Grosso, pancadas de chuva ocorrem desde cedo em diversas áreas, podendo ser mais intensas à tarde.

Em Goiás, há condições para pancadas de chuva que se espalham ao longo do dia, com possibilidade de temporais isolados no nordeste e leste de Mato Grosso e no noroeste goiano. As temperaturas seguem altas em toda a região.

Nordeste

Instabilidades continuam atuando entre Ilhéus e Salvador, com possibilidade de temporais.
Também pode chover no interior e sul da Bahia, em trechos do Ceará e no sul do Maranhão e Piauí, com risco de chuva forte em pontos isolados do sudoeste maranhense. No restante do Nordeste, o tempo permanece firme, seco e quente.

Norte

A instabilidade é predominante no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia e na metade sul e oeste do Pará, com probabilidade de chuvas intensas e temporais ao longo do dia.
No Amapá e no nordeste do Pará, o tempo segue firme.



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Produção de leite pode reduzir em até 70% o uso de água com boas práticas e manejo eficiente


Um estudo conjunto entre pesquisadores brasileiros e alemães mostrou que o uso eficiente da água na produção leiteira depende diretamente da produtividade agrícola, do manejo dos dejetos e da gestão das rotinas nas fazendas. A pesquisa também avaliou como as mudanças climáticas afetam a pegada hídrica do leite, conceito que mede toda a água — direta e indireta — utilizada no processo produtivo.

O trabalho científico, intitulado How do production practices and climate change impact the water footprint of dairy farms?, foi publicado na revista internacional Science of The Total Environment.

67 fazendas e 192 combinações de práticas

Os pesquisadores analisaram 67 propriedades em Lajeado Tacongava, no Rio Grande do Sul, abrangendo 81,7% das fazendas da bacia hidrográfica local. Dessas, 57 trabalham com gado a pasto, sete são semi-confinadas e três totalmente confinadas.

Foram testadas 192 combinações entre boas práticas e cenários climáticos, avaliando a eficiência hídrica em cada tipo de sistema. A média obtida foi de 704 litros de água por quilo de leite corrigido para proteína e gordura, com variações entre 299 e 1.058 litros, dependendo da eficiência produtiva e do tipo de manejo.

Água verde, azul e cinza: os diferentes usos

A água verde representa a umidade natural usada na produção dos alimentos que compõem a dieta dos bovinos — como milho e forragens. A água azul vem de fontes superficiais e subterrâneas, usada na dessedentação dos animais, limpeza e resfriamento. Já a água cinza está relacionada ao volume necessário para diluir poluentes, como o nitrato, provenientes dos efluentes utilizados como fertilizantes.

De acordo com Julio Palhares, pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, ações como melhorar a produtividade do milho e da soja, reduzir o uso de água na ordenha, tratar os efluentes e aumentar a produção de leite por vaca são as mais eficazes para diminuir a pegada hídrica.

“O aumento da eficiência produtiva e o uso racional da água são fundamentais. Práticas simples, como o tratamento do efluente da ordenha e o manejo correto da limpeza, trazem resultados ambientais expressivos”, destaca Palhares.

Impactos do clima e desafios futuros

O estudo mostra que o aquecimento global eleva a pegada hídrica verde e azul, devido ao maior consumo de água pelos animais e à redução na produtividade do milho. Em cenários simulados com aumento de até 2,5 °C na temperatura média, a pegada hídrica azul subiu entre 1% e 2%.

Mesmo assim, o desempenho produtivo ainda é o fator mais determinante. Nos sistemas confinados, a média foi de 562 a 950 litros de água por quilo de leite, resultado da maior eficiência alimentar e produtiva das vacas.

Foto: Gisele Rosso/Embrapa

Rumo à produção sustentável

As práticas que mais contribuíram para reduzir o impacto incluem:

  • aumento de 25% nos rendimentos do milho e da soja;
  • redução do uso de água na ordenha;
  • incremento de 1 litro de leite por vaca ao dia;
  • tratamento adequado dos dejetos.

A água verde respondeu por quase 99% da pegada total do leite, o que mostra a importância da eficiência agrícola. Já a água cinza teve peso menor, representando menos de 0,1% da pegada total.

Segundo Palhares, aumentar a produtividade agrícola é uma ação mitigadora de curto prazo, mas o avanço do aquecimento global pode limitar os ganhos em regiões mais quentes. “É urgente investir em sistemas resilientes e integrados, capazes de garantir segurança hídrica e alimentar”, reforça.

Contribuição aos Objetivos da ONU

As conclusões do estudo estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os que tratam de produção responsável (ODS 12), combate às mudanças climáticas (ODS 13) e agricultura resiliente (ODS 2).

Ao combinar ciência e prática, a pesquisa reforça que o uso eficiente da água na produção de leite é não apenas possível, mas essencial para a sustentabilidade do agro brasileiro em um cenário de mudanças climáticas crescentes.



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‘Desafio não é provar que é possível, mas acelerar a pecuária de baixo carbono’, diz CEO da JBS



O CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou durante entrevista na COP30, em Belém (PA), que a pecuária de baixo carbono já é uma realidade no Brasil e que o país reúne condições para acelerar a transição rumo a sistemas produtivos de carbono negativo.

“A questão não é se é possível, mas como acelerar os exemplos que já existem. Nós temos casos em que a pecuária, considerando o sistema integrado com agricultura, remove mais carbono da atmosfera do que emite”, afirmou Tomazoni, durante a cobertura do evento na Blue Zone, área dedicada às negociações oficiais da conferência.

Segundo o executivo, o programa Fazenda Nota 10, desenvolvido pela JBS, já identificou resultados concretos nessa direção. “Entre 500 produtores participantes, analisamos uma amostra de 100 propriedades com a Fundação Getulio Vargas. O estudo mostrou que 31% desses produtores já removem mais carbono do que emitem”, destacou.

Para Tomazoni, o desafio é ampliar a escala das práticas sustentáveis. “O Brasil tem todas as condições de acelerar esse movimento. Quando aumentamos produtividade e eficiência, também promovemos inclusão, geração de renda e melhores condições de vida”, disse.

O CEO também ressaltou o papel do setor privado nas soluções climáticas. “A COP é um evento governamental, mas o setor privado é quem executa as políticas. Problemas como segurança alimentar e mudanças climáticas só serão resolvidos com coalizões entre governos, empresas e sociedade civil”, afirmou.

Transparência e rastreabilidade

Tomazoni também destacou a nova etapa do programa de rastreabilidade individual da JBS, desenvolvido em parceria com o governo do Pará, a The Nature Conservancy e o Carrefour. O projeto prevê a identificação individual dos animais, ampliando a transparência sobre a origem da carne.

“Já rastreamos 100% dos nossos fornecedores diretos há mais de 15 anos. Agora, estamos aplicando uma ferramenta de blockchain que permite aos nossos parceiros acessar informações sobre os fornecedores deles antes de qualquer compra. Essa transparência dá segurança e confiança ao consumidor e ao mercado”, disse.

A ferramenta faz parte da estratégia de ampliação da rastreabilidade em toda a cadeia produtiva, incluindo fornecedores indiretos. “Estamos dando mais um passo importante, garantindo que o produto chegue ao mercado dentro das condições exigidas em sustentabilidade e conformidade”, afirmou Tomazoni.



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Brasil habilita exportação de DDG e sorgo para a China e abre novo mercado para etanol de milho



O Brasil conquistou a habilitação dos primeiros cinco estabelecimentos para exportar DDG/DDGs (grãos secos de destilaria, coproduto da produção de etanol de milho) e de dez unidades para exportar sorgo para a China. O anúncio reforça a parceria comercial com o principal destino do agronegócio brasileiro e amplia oportunidades tanto para o setor de sorgo quanto para a indústria de etanol de milho.

A autorização ocorre após a assinatura de dois acordos bilaterais: o Protocolo Fitossanitário do Sorgo, firmado em novembro de 2024, e o Protocolo de Proteínas e Grãos Derivados da Indústria do Etanol de Milho, concluído em maio de 2025. Também foram finalizados os modelos de certificados fitossanitários que regulamentam o comércio entre os dois países.

No caso do sorgo, o Centro-Oeste concentra mais de 60% da produção brasileira. Em 2024, o país colheu mais de 4 milhões de toneladas, das quais apenas 4% foram exportadas. Agora, foram habilitadas quatro unidades no Mato Grosso, quatro em Minas Gerais, uma na Bahia e uma em Rondônia. A China é o maior importador global do grão, respondendo por mais de 80% das compras mundiais.

Já o DDG é utilizado principalmente na fabricação de ração animal. O Brasil, terceiro maior produtor de milho do mundo, exportou cerca de 791 mil toneladas desse insumo em 2024. A habilitação inicial contempla quatro plantas no Mato Grosso e uma no Mato Grosso do Sul. No último ano, a China importou mais de US$ 66 milhões em DDG.

Com as novas autorizações, o Brasil passa a ter um canal regular de embarque desses produtos para o mercado chinês, o que deve aumentar a previsibilidade dos contratos e abrir espaço para ampliar volumes nas próximas safras.

O resultado é fruto de uma ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores e o setor privado, seguindo as exigências técnicas estabelecidas pela autoridade sanitária chinesa.

A China segue como principal destino das exportações agropecuárias do Brasil: em 2024, o país comprou mais de US$ 49,6 bilhões em produtos do agro nacional.

Além do impacto econômico, a medida reforça a agenda de sustentabilidade do setor. A exportação de coprodutos, como o DDG, estimula a economia circular, ao transformar resíduos industriais em insumos valorizados pela indústria global de alimentação animal.



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Brasil, Argentina e Paraguai criticam regras ambientais da União Europeia contra desmatamento



Entidades do agronegócio do Brasil, Argentina e Paraguai divulgaram uma nota conjunta para criticar o Regulamento da União Europeia contra o Desmatamento (EUDR). O posicionamento foi feito no âmbito do Espaço Parlamentar Agroindustrial Sul-Americano (EPAS).

De acordo com o documento, o EUDR foi aprovado sem consulta prévia aos países exportadores e teria efeito de barreira comercial sob justificativa ambiental. As entidades afirmam que a regra fere princípios do direito internacional ao impor exigências unilaterais que impactam diretamente cadeias produtivas agrícolas da América do Sul.

O grupo também questiona a classificação de risco padrão atribuída pela União Europeia aos países da região, que define níveis de controle e rastreabilidade mais rígidos. As entidades argumentam que o critério carece de base científica e desconsidera avanços alcançados em áreas como legislação florestal, rastreabilidade e sustentabilidade.

O EUDR deve entrar em vigor em 2025 e exigirá que produtos como carne, café, soja e madeira tenham comprovação de que não estão associados ao desmatamento, por meio de geolocalização das áreas de origem e cadeia produtiva rastreada.



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Embrapa inaugura Agrizone na COP30 para destacar agricultura sustentável



A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) começou oficialmente em Belém do Pará com a inauguração da Agrizone, espaço promovido pela Embrapa e considerado o primeiro dentro de uma COP dedicado exclusivamente à agricultura sustentável.

A Agrizone é uma vitrine do potencial do agronegócio brasileiro e global para enfrentar os desafios climáticos, conciliando produção, conservação e inclusão social. O espaço propõe um ambiente de cooperação entre governos, empresas, pesquisadores e produtores rurais, com o objetivo de fortalecer políticas e tecnologias voltadas a uma economia de baixo carbono.

Durante a abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou o papel estratégico da agricultura na agenda climática global. Segundo ela, o projeto foi desenvolvido ao longo de um ano e meio, com foco em mostrar que o setor agropecuário, além de ser vulnerável às mudanças climáticas, também pode ser parte da solução.

“A agropecuária é essencial para a produção de alimentos, fibras e energia. Se queremos um planeta mais sustentável, precisamos trabalhar com uma agricultura sustentável não só do ponto de vista econômico, mas também ambiental e social”, afirmou Massruhá.

A presidente ressaltou ainda que o Brasil vem consolidando uma agricultura multifuncional e resiliente, capaz de integrar produção, nutrição, saúde, turismo e gastronomia, sempre com base científica e tecnológica. Entre as inovações apresentadas na Agrizone estão biotecnologia, edição gênica, bioinsumos e tecnologias digitais aplicadas ao campo.

A Embrapa também lançou durante o evento um roadmap para a agricultura de baixo carbono, com diretrizes sobre como tornar os sistemas produtivos mais sustentáveis em diferentes biomas brasileiros.

Representando o setor produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também inaugurou seu espaço dentro da Agrizone nesta manhã. A entidade destacou a importância de integrar produtores rurais às discussões climáticas e de valorizar as práticas já adotadas no campo para reduzir emissões e conservar recursos naturais.



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Mercado do boi gordo segue com volatilidade em meio a incertezas sobre a China



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana em compasso de espera, influenciado pelas dúvidas em relação às exportações para a China. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos ainda seguem fora das compras, o que mantém o ambiente instável e com grande volatilidade nos preços.

“Enquanto não houver uma posição oficial por parte das autoridades chinesas, o cenário segue de indefinição. Em estados como Goiás e Mato Grosso ainda vemos algumas negociações pontuais acima das referências médias”, afirma.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,25
  • Goiás: R$ 319,46
  • Minas Gerais: R$ 311,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,59
  • Mato Grosso: R$ 307,36

Mercado atacadista

No atacado, os preços seguem sustentados, favorecidos pelo período de maior consumo interno no fim de ano, marcado pelo pagamento do 13º salário, criação de vagas temporárias e confraternizações.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75
  • Ponta de agulha: R$ 17,75

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,53%, negociado a R$ 5,3068 para venda e a R$ 5,3048 para compra.



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o que fazer para impedir prejuízos na fazenda?



Com o retorno das chuvas, o rebrote do capim é inevitavelmente acompanhado pelo ressurgimento de um elemento indesejável e prejudicial: as plantas daninhas. A ação imediata de controle é crucial para evitar que essas invasoras se alastrem e causem prejuízos no pasto, competindo agressivamente por água, luz e nutrientes.

Segundo o agrônomo Wagner Pires, um erro comum na pecuária é a ansiedade em aplicar o herbicida de imediato, perdendo o momento certo para a máxima eficácia. Uma espera estratégica garante que a dosagem seja menor e o custo, otimizado.

Confira:

Estratégia de manejo: o momento certo por tipo de pasto

O momento ideal e a dosagem do herbicida dependem diretamente do histórico de manejo e da condição da área. A aplicação precisa ser estratégica para “matar” a planta no seu auge de absorção, garantindo o máximo retorno do investimento.

Pasto recém-formado (reforma)

Quando o pasto é reformado (gradeado e plantado), as sementes de plantas daninhas que estavam latentes no solo germinam junto com o capim novo.

  • Ação ideal: esperar a planta daninha crescer um pouco, por cerca de 30 a 40 dias após o início das chuvas.
  • Vantagem: o custo será baixo, com dosagem pequena de herbicida. O pasto agradece e “vai explodir rapidamente na formação”, garantindo um crescimento limpo. Nesses casos, a aplicação é obrigatória se houver histórico de infestação na área.

Pasto antigo (sem reforma)

Se a área já tinha um histórico de infestação no ano passado, o controle exige mais paciência para o herbicida funcionar em massa.

  • Ação ideal: o pecuarista deve dar um tempo para as plantas daninhas se desenvolverem, ganhando corpo e massa foliar.
  • Vantagem: o objetivo é que, ao aplicar o produto, ele consiga eliminar todas as invasoras de uma só vez, matando o maior número possível e esgotando o banco de sementes.

Suporte técnico e otimização de custos

Em ambos os cenários, Pires recomenda que o pecuarista leve um técnico à fazenda para dar o suporte necessário. O profissional será capaz de identificar a espécie de planta daninha presente, determinar a dosagem certa e indicar o produto mais eficiente.

O controle deve ser feito prioritariamente lá pelos 30 a 40 dias após o início das chuvas. Ficar atento ao momento certo de aplicar o produto é a chave para o sucesso, pois isso garante que o pecuarista gaste pouco e resolva o problema da infestação de forma eficaz, protegendo a produtividade do pasto.



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Lula afirma que crise climática expõe desigualdades e ameaça futuras gerações



Belém se tornou, nesta segunda-feira (10), o centro mundial das negociações sobre mitigação e adaptação às mudanças climáticas. A capital paraense abriga oficialmente a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), que reúne delegações de 194 países e da União Europeia até 21 de novembro.

A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente da COP30, André Aranha Corrêa do Lago e do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, foi destacado o compromisso firmado entre Bacu e Belém, que define um “mapa do caminho” para destravar o financiamento climático internacional.

Em seu discurso, Corrêa do Lago ressaltou a importância da cooperação multilateral no enfrentamento da crise climática.

“O combate à mudança do clima, o multilateralismo é definitivamente o caminho. E por mais que eu seja suspeito em falar bem da diplomacia multilateral, eu vou fazê-lo. Lembrar que o Protocolo de Montreal em duas décadas e meia conseguiu eliminar 95% dos gases que provocavam o buraco da camada de ozônio que agora está se reconstituindo”, afirmou.

O embaixador também lembrou que o Acordo de Paris, firmado há 10 anos, reduziu as projeções de aumento da temperatura global, mas destacou que “ainda há muito a ser feito”.

Na sequência, o presidente Lula discursou chamando atenção para o caráter social da crise climática. “A emergência climática é uma crise de desigualdade, há uma dívida aberta com as futuras gerações que não podem perder a chance de sonhar e ter esperança”, declarou.

Próximas semanas

As atividades da COP30 seguem ao longo das próximas semanas, com negociações sobre metas de descarbonização, financiamento verde e políticas globais de mitigação dos impactos climáticos. O Canal Rural acompanha todos os desdobramentos diretamente de Belém do Pará.



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Indicador do Boi Gordo Datagro começa a semana em queda



O Indicador do Boi Gordo Datagro começa a semana em queda. Sete das nove principais praças do país apresentaram nesta segunda-feira (10) variação negativa no preço médio da arroba.

Minas Gerais registrou a maior queda do dia, atingindo R$ 310,91 por arroba, o que representa uma variação de -0,59%. Já Goiás teve a maior variação positiva do dia, chegando a R$ 317,54, o que representa um alta de 0,56%.

São Paulo é a praça com a maior cotação do dia, chegando a R$ 322,73 por arroba. Logo em seguida vem Mato Grosso do Sul, onde o valor atinge R$ 321,69.

Veja abaixo a cotação do boi gordo nas principais praças:

São Paulo: R$ 322,73

Goiás: R$ 317,54

Minas Gerais: R$ 310,91

Mato Grosso: R$ 309,02

Mato Grosso do Sul: R$ 321,69

Pará: R$ 303,34

Rondônia: R$ 287,18

Tocantins: R$ 304,51

Bahia: de 305,97

O Indicador do Boi Gordo Datagro é a referência utilizada pela B3 para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro.



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