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Temporais atingem o Brasil nesta semana; baixa umidade do ar também castiga regiões



Nesta semana, o clima no Brasil será marcado por contrastes. No Sul, o tempo permanece firme, mas com sensação de frio nas manhãs, especialmente nas regiões serranas. Já a faixa central do país continua sob risco de temporais, com chuvas moderadas a fortes previstas em áreas de Amazonas, Rondônia e oeste do Acre.

No Nordeste, a Bahia, o sul do Maranhão e do Piauí registram pancadas de chuva, enquanto o interior da região mantém o tempo seco e a umidade do ar baixa.

Em São Paulo, o dia será de tempo estável, com temperaturas elevadas no interior. Novas instabilidades avançam pelo Sul do país na quarta-feira, trazendo pancadas de chuva em pontos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Confira a previsão da Climatempo por região:

Previsão Brasil

Nesta segunda-feira (10), o sistema de alta pressão associado à massa de ar polar segue atuando na região Sul, mantendo o tempo estável. No litoral do Paraná e de Santa Catarina, há chance de chuviscos devido ao transporte de umidade do oceano para o continente. Nessas áreas, especialmente no leste da região, as temperaturas ficam mais baixas pela manhã, com sensação de frio, inclusive nas regiões serranas.

À tarde, as temperaturas sobem um pouco, mas ainda permanecem amenas nessas áreas, enquanto no oeste das regiões e no noroeste do Paraná, o calor é mais intenso. No Sudeste, há chance de chuva fraca no litoral de São Paulo e em pontos isolados do Rio de Janeiro. No Espírito Santo e em boa parte do leste de Minas Gerais, as instabilidades continuam devido à entrada de umidade do oceano.

No norte de Minas Gerais, há possibilidade de pancadas moderadas a fortes e risco de temporais no oeste e noroeste do estado, influenciados pela umidade da atmosfera e pelo deslocamento de uma frente fria no sul da Bahia. Enquanto isso, no sul de Minas e no Triângulo Mineiro, o dia segue mais firme, com temperaturas amenas no leste, litoral, sul do estado e Zona da Mata.

No Centro-Oeste, o fluxo de umidade mantém as instabilidades em grande parte de Mato Grosso e Goiás desde as primeiras horas do dia, ganhando força à tarde, com risco de pancadas moderadas a fortes e temporais isolados. Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece mais aberto e firme, com chance de chuva apenas no extremo norte, na divisa com Goiás e Mato Grosso, no período da tarde. As temperaturas seguem elevadas e o clima permanece abafado.

No Nordeste, as instabilidades persistem na metade sul da Bahia, com risco de chuvas moderadas a fortes. Também há previsão de pancadas no oeste do estado baiano, além da metade sul do Maranhão e do Piauí. No norte e interior da região, o sol predomina, com umidade do ar baixa em áreas do leste do Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e norte da Bahia.

Na região Norte, as pancadas continuam no oeste da região, além do leste e sudeste do Amazonas, metade sul do Pará e Tocantins, ganhando intensidade à tarde e com risco de temporais. Nas demais áreas (Pará, Roraima, Amapá e nordeste do Amazonas) o tempo permanece mais aberto e firme, com temperaturas elevadas.

O tempo em São Paulo

As condições do tempo melhoram no estado nesta segunda-feira. O dia deve ser de sol entre nuvens, com chance de chuva fraca apenas no litoral. Na capital, o sol predomina ao longo do dia, com mínima de 13 °C e máxima de 23 °C. No interior, as temperaturas ficam mais elevadas e podem chegar a 33 °C no norte e noroeste paulista.

Na quarta-feira, o tempo ainda será firme em boa parte do estado, mas novas instabilidades avançam pelo oeste paulista no fim da tarde, provocando pancadas de chuva com trovoadas. A capital terá mínima de 14 °C e máxima de 30 °C. Já na quinta-feira, as instabilidades se espalham, atingindo o norte, sul e interior de forma moderada, enquanto o restante do estado deve ter tempo firme.

Região Sul

Na terça-feira (11), o tempo continua firme, com sol entre nuvens. No litoral e interior do Rio Grande do Sul, pode haver chuva fraca e isolada. Na quarta, uma nova frente fria avança, provocando pancadas de chuva no sul, sudoeste e litoral gaúcho, além de Santa Catarina e oeste do Paraná, com risco de temporais.

Já na quinta-feira (13), o tempo volta a ficar firme no Rio Grande do Sul, enquanto em Santa Catarina e Paraná ainda pode chover de forma isolada.

Região Sudeste

Na terça-feira (11), o tempo segue firme em São Paulo, com chuva isolada apenas no litoral. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas Gerais, há possibilidade de pancadas rápidas. No norte e noroeste mineiro, as chuvas podem ser mais intensas.

Novas instabilidades atingirão o oeste paulista e o Triângulo Mineiro na quarta-feira (12), provocando pancadas moderadas a fortes. Na quinta, as chuvas ganham força na faixa oeste e sul de São Paulo, e o tempo segue mais aberto no restante da região.

Região Centro-Oeste

Na terça (11), as instabilidades persistem em Mato Grosso e Goiás, com risco de temporais à tarde. Em Mato Grosso do Sul, o tempo fica firme. Na quarta, novas áreas de chuva se formam, com pancadas fortes e risco de tempestades localizadas, especialmente em Mato Grosso do Sul. Na quinta, as chuvas diminuem em Mato Grosso, mas ainda ocorrem de forma intensa no sul de Goiás e oeste sul-mato-grossense.

Região Nordeste

A região Nordeste pode esperar, nesta terça-feira (11), chuvas concentradas entre Ilhéus e Salvador, com pancadas moderadas e isoladas no interior. A umidade do ar segue baixa em áreas do sertão. Na quarta, as instabilidades avançam pelo litoral da Bahia, entre Salvador e o litoral norte, provocando pancadas mais fortes. Na quinta, as chuvas continuam isoladas no interior do Maranhão e oeste baiano, enquanto o tempo seco predomina nas demais áreas.

Região Norte

Há chance de chuva em grande parte do Amazonas, Acre, Rondônia e centro-sul do Pará, com pancadas fortes em alguns pontos, nesta terça-feira (11). Na quarta (12), as chuvas diminuem, mas permanecem em Rondônia, Roraima e Acre. No Pará, há risco de temporais no oeste do estado. Na quinta, as instabilidades perdem força, e o tempo firme predomina em boa parte do Pará, Tocantins e Amapá, com calor e abafamento.

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Nova tecnologia automatiza classificação de grãos agrícolas



O Sistema Faep, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), está realizando testes de campo para avaliar o desempenho de uma tecnologia capaz de classificar grãos automaticamente.

A ideia é reduzir o caráter subjetivo das avaliações realizadas por classificadores profissionais, deixando o processo com mais precisão. A solução tecnológica visa resolver uma antiga demanda dos produtores de grãos de praticamente todo Brasil.

“Na entrega da soja no cerealista ou na cooperativa, pode haver diferentes interpretações quanto à qualidade do produto. Com essa nova tecnologia, a ideia é eliminar boa parte dessa divergência, pois utiliza critérios técnicos e precisos de avaliação”, observa o presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Tiago Pereira, a avaliação é feita de maneira visual, ou seja, está atribuída ao erro humano. Porém, com o novo recurso será possível eliminar a falha.

Primeiros testes e relatos

Sendo assim, com a proposta de validar o desempenho do classificador automático de grãos em um ambiente real, ao longo do mês de outubro, o equipamento passou por testes de campo no Paraná.

A escolha pelo estado envolve à relevância na produção de grãos e a existência de cooperativas integradas com a classe produtora.

Conforme coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema FAEP, Ana Paula Kowalski, a entidade vem atuando no apoio e orientação aos produtores rurais que enfrentam divergências nos procedimentos de classificação adotados nas unidades de recebimento no Paraná, especialmente de grãos.

“Esses relatos municiam também a atuação da Comissão Nacional de Cereais da CNA, onde nasceu esse projeto de apoiar o desenvolvimento de classificadores automatizados de defeitos em grãos de soja”, destaca Ana Paula.

Em 2024, durante uma reunião que juntou a Comissão Nacional da CNA e a Comissão Estadual de Cereais do Sistema FAEP apresentaram as novas tecnologias em Maringá.

A Cooperativa Cooperante, em Campo do Tenente, realizou a primeira experiência, avaliando cargas de soja para Paranaguá. Na sequência, os testes ocorreram nas cooperativas Frísia, em Ponta Grossa, e Agrária, em Guarapuava.

“Nessas ocasiões simulamos um fluxo de cargas e procedimentos analíticos reais. No dia dos testes, os classificadores das unidades de expedição analisaram as mesmas amostras do nosso equipamento”, descreve Tiago Pereira. O próximo passo será comparar os resultados.

Expectativas e futuro da tecnologia

A expectativa é de que o equipamento proporcione mais celeridade e confiança ao processo de classificação, além de eliminar boa parte das divergências.

O classificador automático de grãos utiliza tecnologia de infravermelho (NIR) e Inteligência Artificial (IA) para realizar as avaliações.

“Mesmo dois classificadores profissionais podem discordar, visto que a avaliação pode ser subjetiva. Além disso, o processo automatizado de avaliação de defeitos permite conexão direta com os sistemas de análise, eliminando riscos ao transcrever informações”, observa Ana Paula, do Sistema Faep.

Ela também esclarece que a tecnologia surge como aliada e não eliminará o profissional de classificação, visto que ainda será necessário um operador para coletar, padronizar e conduzir o fluxo de amostras dentro do laboratório.



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Semana terá tempo firme no Sul e chuva no Norte e Centro-Oeste



A semana começa com tempo firme no Sul e parte do Sudeste, mas as instabilidades ganham força no Norte e em áreas do Centro-Oeste, segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller.

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Apesar da chegada de uma nova frente fria, as chuvas no Sul devem ser passageiras e pouco volumosas, enquanto em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre há risco de temporais.

Confira a previsão completa por região:

Região Sul

O tempo segue estável, com predomínio de sol e variação de nuvens. As temperaturas ficam mais amenas no litoral e leste, e mais elevadas no oeste, especialmente no norte e noroeste do Paraná.

Uma frente fria deve provocar chuvas rápidas e pouco volumosas entre terça (11) e quinta-feira (13). A semana será marcada pela amplitude térmica — mínimas abaixo de 10°C e máximas próximas dos 28°C.

Os volumes de chuva devem se concentrar em Santa Catarina e no Paraná, com acumulados de 20 a 30 milímetros, sem prejuízos ao trabalho no campo. No Rio Grande do Sul, as precipitações ficam restritas ao norte e sudeste, com cerca de 20 milímetros, predominando o tempo seco nas demais áreas.

Região Sudeste

O tempo firme predomina em São Paulo, favorecendo o avanço dos trabalhos em campo.
No Triângulo Mineiro, Zona da Mata, leste de Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, há chance de chuvas fracas e localizadas. Já nas áreas do norte, oeste e noroeste, a previsão é de chuvas moderadas a fortes, com risco de temporais.

As temperaturas voltam a subir e ultrapassam os 30°C nas áreas produtoras. Entre quarta (12) e quinta-feira, o oeste paulista e o Triângulo Mineiro podem registrar 30 a 40 milímetros de chuva, o que ajuda a manter a umidade do solo. Produtores devem ficar atentos à possibilidade de rajadas de vento e granizo.

Região Centro-Oeste

As instabilidades se mantêm em boa parte de Goiás e Mato Grosso, com pancadas de chuva de intensidade variada. O oeste de Mato Grosso deve concentrar as chuvas mais fortes, com risco de temporais, enquanto Mato Grosso do Sul e o sudoeste mato-grossense terão tempo mais firme.

Os acumulados da semana chegam a 100 milímetros no centro-oeste dos dois estados. No centro-leste, os volumes variam de 20 a 30 milímetros, enquanto o sudeste de Goiás deve enfrentar tempo quente e seco, exigindo cautela dos produtores durante as atividades a campo.

Região Nordeste

O oeste e o sul da Bahia voltam a registrar chuvas moderadas a fortes, com risco de temporais.

No sul do Maranhão e Piauí, as pancadas serão mais fracas e isoladas. No restante da região, o tempo firme e a baixa umidade predominam, especialmente no Ceará, leste do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e norte da Bahia.

As chuvas de 20 a 30 milímetros no centro-sul da Bahia e do Maranhão ajudam a recompor a umidade do solo sem atrapalhar os trabalhos no campo. Já nas demais áreas, as temperaturas chegam aos 40°C, elevando o risco de incêndios.

Região Norte

As instabilidades avançam sobre Acre, Amazonas, Rondônia e sudeste do Pará. No oeste do Pará e em Rondônia, há risco de temporais.

Em Roraima, a chuva será isolada; no Amapá, o tempo deve seguir quente e seco.
A semana será mais chuvosa em quase toda a região, com acumulados de até 100 milímetros no Acre, Rondônia, sul de Roraima e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, os volumes variam entre 20 e 30 milímetros, apenas elevando a umidade do ar.



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Rumores de retração nas compras da China marcam o fim da semana do boi gordo



O mercado do boi gordo registrou uma semana um pouco mais conturbada em termos de negócios. O cenário foi influenciado por especulações de que estão ocorrendo reuniões na China com representantes da agroindústria brasileira devido à presença de Fluazuron acima do permitido em lotes enviados pelo país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Iglesias, há a possibilidade de retração das compras chinesas no curtíssimo prazo, o que levou o mercado futuro do boi a precificar movimentos de queda nos preços no dia 6 de novembro.

O mercado também acompanha o resultado de uma investigação conduzida pela China sobre salvaguardas, iniciada em dezembro de 2024, para avaliar se as compras junto ao Brasil prejudicam a indústria local. Iglesias alerta que esse processo poderia ter efeito negativo sobre as exportações brasileiras de carne bovina. Diante deste cenário, muitos frigoríficos reduziram ou suspenderam a compra de gado no dia 6.

Ainda assim, o balanço semanal aponta para preços mais altos do boi gordo. Na modalidade a prazo, os preços do boi gordo nas principais praças brasileiras em 6 de novembro estavam assim:

  • São Paulo (Capital): R$ 330,00 a arroba (+1,24% frente aos R$ 325,00 da semana anterior)
  • Goiás (Goiânia): R$ 315,00 a arroba (estável)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 310,00 a arroba
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 330,00 a arroba
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 310,00 a arroba (+1,64%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 295,00 a arroba (+1,72%)

Mercado atacadista

O mercado atacadista acompanhou a tendência de alta, refletindo a firmeza nos preços. A perspectiva de continuidade do movimento leva em consideração o ápice do consumo doméstico, impulsionado pela entrada do décimo terceiro salário, confraternizações de final de ano e a criação de postos temporários de emprego.

O quarto traseiro do boi foi cotado a R$ 25,00 o quilo, sem mudanças, enquanto o quarto dianteiro registrou R$ 18,75 o quilo, avanço de 3,02% em relação ao mês anterior (R$ 18,20).

Exportações

As exportações brasileiras de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada renderam US$ 1,775 bilhão em outubro (22 dias úteis), com média diária de US$ 80,706 milhões. O volume total exportado foi de 320,558 mil toneladas, média diária de 14,570 mil toneladas, e o preço médio da tonelada ficou em US$ 5.538,90.

Na comparação com outubro de 2024, houve alta de 40,9% no valor médio diário, ganho de 18,6% na quantidade média diária e avanço de 18,8% no preço médio, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.



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Suíça anuncia doação de R$ 33 milhões para Fundo Amazônia



O Brasil receberá 5 milhões de francos suíços, aproximadamente R$ 33 milhões, da Suíça para o Fundo Amazônia. O anúncio foi feito neste domingo (9) pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, durante o evento “Presença Suíça na COP30”, em Belém.

Criado em 2008, o Fundo Amazônia é uma iniciativa que apoia projetos e ações contra o desmatamento, em defesa do desenvolvimento sustentável e da melhoria das condições de vida da população na Amazônia Legal brasileira. Gerido pelo BNDES, o fundo conta com aportes de doações não reembolsáveis de governos estrangeiros e empresas nacionais.

A iniciativa, retomada em 2023, após ter ficado paralisada durante o governo de Jair Bolsonaro, também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento no restante do Brasil e em outros países tropicais. Os recursos do fundo já apoiaram 144 projetos, beneficiando mais de 600 organizações comunitárias e cerca de 260 mil pessoas.

As ações buscam ainda fortalecer o manejo florestal, a bioeconomia, a inclusão produtiva, a valorização dos saberes tradicionais e o fortalecimento de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

O anúncio ocorre na véspera da abertura da COP30, em Belém, com a presença de 194 países, além da União Europeia. Nesta segunda-feira (10), têm início as negociações da conferência, que girarão em torno das definições das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC, na sigla em inglês). As NDCs são metas de mitigação, ou seja, compromissos adotados pelos países para redução de emissões de gases de efeito estufa.

O Brasil se comprometeu a reduzir entre 59% e 67% suas emissões até 2035, abrangendo todos os gases de efeito estufa e todos os setores da economia. Até o momento 79 países já divulgaram suas NDCs. Eles são responsáveis por 64% das emissões. Os 118 restantes são responsáveis por 36%. A expectativa é que a agenda de mitigação da crise climática avance com ações mais concretas de financiamento dos países em desenvolvimento.



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Novo biscoito é feito com farinha da casca de cafés finos


A Universidade de Brasília (UnB) fez um pedido de patente para uma receita de biscoito elaborada com farinha de cafés Robustas Amazônicos (Coffea canephora). O produto substitui cerca de 30% da farinha tradicional e se torna uma opção mais saudável e viável para consumidores adeptos de dietas equilibradas por conter mais fibras, antioxidantes e cafeína.

A inovação também inaugura um novo e promissor mercado para a casca do café, até então utilizada principalmente como adubo no Brasil. O estudo, desenvolvido ao longo de dois anos, é resultado de uma parceria da instituição de ensino com a Embrapa Rondônia (RO).

Segundo o pesquisador da Embrapa, Enrique Alves, as cascas de cafés denominados finos, com mais de 80 pontos na avaliação da Specialty Coffee Association (SCA), são insumos nobres, com diversidade sensorial e nutricional muito rica, às vezes até superior à dos grãos. “Entretanto, no Brasil são usados principalmente como adubo”, explica.

Potencial de alto valor agregado

Além de se enquadrarem na pontuação estipulada pela SCA como produtos finos, as variedades de cafés Robustas Amazônicos, selecionadas pela Embrapa em conjunto com os cafeicultores nas Matas de Rondônia, resultaram na primeira Indicação Geográfica (IG) de Coffea canephora do mundo, a “IG Matas de Rondônia”, concedida pelo INPI em 2021.

O projeto envolve o desenvolvimento de cultivares adaptadas à região e à Floresta Amazônica, plantadas, em sua maioria, por agricultores familiares, indígenas e comunidades tradicionais. “Hoje em todo o estado de Rondônia, mais de 17 mil famílias cultivam essas variedades”, complementa o pesquisador.

Portanto, agregar valor a esse subproduto era uma prioridade para a Embrapa, como explica Alves. “Além da qualidade, as cascas dos cafés Robustas Amazônicos ainda carregam características diferenciadas de sustentabilidade, por serem cultivadas na Amazônia por povos indígenas e comunidades tradicionais”, destaca.

União entre Embrapa e UnB

Diante disso, a Embrapa Rondônia e a UnB se uniram para desenvolver pesquisas voltadas à valorização das cascas de cafés Robustas Amazônicos sob diferentes óticas de processamentos pós-colheita.

A linha de pesquisa, coordenada pela engenheira de alimentos e professora da UnB, Lívia de Oliveira, tem como focos a caracterização química, funcional e sensorial dessas cascas e a sua aplicação em alimentos, bebidas e cosméticos, contribuindo para uma cafeicultura sustentável e integrada à economia circular.

O estudo teve início em 2023, com a avaliação do potencial químico e sensorial das cascas de Robustas Amazônicos da cultivar Apoatã, produzidas pela Embrapa Rondônia, sob três processamentos distintos: natural (secagem do fruto inteiro em terreiro suspenso por cerca de 20 dias), lavado (despolpamento mecânico e secagem da fração pergaminho) e fermentação anaeróbica autoinduzida (espontânea em ambiente anaeróbio, conduzida de dois a 20 dias, seguida de secagem e descascamento).

Essas amostras foram analisadas quanto à composição proximal, de compostos bioativos, açúcares, ácidos orgânicos e voláteis, além de terem sido submetidas à avaliação sensorial por meio de infusões e produtos derivados.

Biscoito feito a partir da farinha da casca do café
Foto: UnB

De acordo com Lívia, os resultados demonstraram que:

  • As cascas naturais apresentaram maior teor de compostos fenólicos, flavonoides, antocianinas e fibras, além de perfil aromático doce e caramelado.
  • As cascas lavadas (originadas do processamento de via úmida) exibiram baixa complexidade química e volátil, com predominância de compostos estruturais e menor teor de açúcares.
  • As cascas de fermentação anaeróbica autoinduzida mostraram grande variabilidade conforme o tempo de fermentação. As amostras de 4 a 20 dias apresentaram aromas frutados e florais e bom equilíbrio sensorial, enquanto as de tempos intermediários (10 a 16 dias) geraram notas mais secas e amargas.

Essas diferenças foram atribuídas à atuação microbiana no metabolismo de açúcares e fenólicos, que modulou a formação de ácidos orgânicos, ésteres e furanonas (compostos formados durante o processamento de alimentos, que desempenham um papel crucial no seu sabor e aroma), resultando em perfis sensoriais distintos e potenciais de aplicação diferenciados para cada tipo de casca.

Novo biscoito: mais fibras e menos açúcares

A professora explica que, com base nesses resultados, foi desenvolvido um segundo eixo de pesquisa voltado à aplicação alimentar das cascas, por meio da elaboração de um biscoito com 30% de farinha de casca de Robusta Amazônico. Trata-se de um resultado inédito, uma vez que, segundo a literatura científica, o máximo de substituição de farinha obtido até o momento era de 15%.

As formulações reformuladas com lecitina e polidextrose apresentaram um aumento de até 15 gramas de fibras por 100 g de produto. Além disso, reduziram em até 45% as gorduras saturadas e em 25% os açúcares adicionados, mantendo conformidade com a RDC nº 429/2020 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A melhor aceitação sensorial foi obtida com as amostras produzidas a partir de cascas naturais e fermentadas por quatro ou 20 dias, associadas a notas doces, frutadas e amanteigadas. “Esses resultados evidenciam que o tipo de processamento da casca é determinante para as notas sensoriais do produto final. Mesmo assim, todos os cookies elaborados apresentaram aceitação sensorial satisfatória, confirmando que as cascas de qualquer um dos processos podem ser usadas como ingrediente nesse tipo de produto”, enfatiza Lívia.

A receita final, submetida ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 4 de setembro, é resultado de um processo de fermentação de oito dias. De acordo com a professora, com esse período o produto mantém o açúcar da polpa, evita o excesso de fermentação e possui notas frutadas, que conferem um sabor especial ao biscoito.

A seleção do produto final contou com a avaliação sensorial de mais de 250 consumidores convidados pela UnB para degustar os biscoitos oriundos das diferentes etapas da pesquisa.

*Sob supervisão de Beatriz Gunther



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AgriZone abre as portas para o público nesta segunda-feira (10)



A AgriZone, projeto do governo brasileiro liderado pela Embrapa e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), abre suas portas para o público nesta segunda-feira (10), em Belém, a 1,8 quilômetro das áreas oficiais da COP30. A expectativa é que cerca de 2 mil pessoas circulem pelo espaço diariamente.

O espaço, também conhecido como a Casa da Agricultura Sustentável, contará com 378 eventos técnicos, exposições imersivas, painéis interativos e diversas atividades voltadas para a promoção da agricultura sustentável. A cerimônia oficial de abertura está marcada para o dia 11, às 16h, na Arena Agritalks, com a presença de autoridades e especialistas.

Programação diversificada

A programação da AgriZone, que ficará aberta de 10h às 18h, inclui a apresentação do livro “Ciência para o Clima – soluções para a agricultura brasileira”, elaborado com a participação de mais de 40 especialistas. Entre os temas abordados estão agricultura de baixo carbono, bioeconomia e agricultura familiar.

As atividades foram organizadas a partir de uma chamada pública da Embrapa, que recebeu 450 propostas de eventos relacionados à agricultura e segurança alimentar. A diversidade da programação inclui eventos de organizações não governamentais, instituições financeiras e entidades do agronegócio.

Eventos técnicos e parcerias

Do total de sessões, 27% são organizadas por representações do governo federal, destacando a participação de ministros e especialistas. Exemplos incluem o evento “Compras Públicas na Sociobieconomia” no dia 11, coordenado por ministérios, e a sessão sobre bioeconomia no dia 14.

Além disso, a Embrapa e a Nestlé anunciarão a ampliação de parceria, visando reduzir emissões de gases na produção de leite e cacau. O estande do IICA também será palco da assinatura de uma carta de intenções para a instalação de um escritório da Embrapa na Costa Rica.

Com informações de: embrapa.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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startup desenvolve tecnologia sustentável para controle de parasitas



Os ectoparasitas estão entre os principais desafios econômicos e sanitários da pecuária brasileira, afetando tanto os rebanhos de corte quanto os de leite.

Estimativas da Embrapa indicam que infestações por carrapatos podem reduzir o ganho de peso diário do gado em até 25%, enquanto ataques de moscas-dos-chifres podem resultar em perda de até 40 quilos por animal durante o ciclo produtivo.

Esses prejuízos têm motivado o desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis para o controle dos parasitas. Uma dessas iniciativas é conduzida pela LumenEra, startup de base científica vinculada ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro).

Nanotecnologia aplicada ao manejo sanitário

A empresa está desenvolvendo uma formulação baseada em nanotecnologia para o controle de ectoparasitas bovinos. Segundo a pesquisadora Estefânia Campos, uma das responsáveis pelo projeto, o objetivo é aumentar a eficácia e a durabilidade do produto.

“Estamos desenvolvendo uma solução inovadora para o controle de ectoparasitas que representa uma alternativa promissora às formulações comerciais atualmente disponíveis. A proposta combina dois ingredientes ativos com mecanismos de ação complementares, potencializados pelo uso de nanotecnologia”, explicou Estefânia.

“Por meio do encapsulamento em nanopartículas biopoliméricas, buscamos otimizar a estabilidade e a liberação controlada dos compostos, aumentando sua eficácia e durabilidade no animal”, acrescentou.

A pesquisadora destacou que o diálogo com veterinários especializados permitiu ajustes técnicos para adequar o produto às condições reais de campo, garantindo eficiência e viabilidade operacional em diferentes sistemas de produção.

A LumenEra participa atualmente da Fase 2 do programa Catalisa ICT, que incentiva a transformação de pesquisas acadêmicas em negócios tecnológicos. A iniciativa tem o objetivo de consolidar o desenvolvimento da solução e validar os protótipos em ambiente real.

“O Catalisa ICT representa uma oportunidade importante para evoluirmos da fase experimental para uma aplicação prática e escalável. Nosso objetivo é oferecer ao mercado pecuário uma solução sustentável e de alto desempenho no combate aos ectoparasitas”, afirmou a pesquisadora.

Com o avanço do projeto, a expectativa é ampliar as ferramentas de manejo no controle de parasitas e reduzir o impacto das infestações na produtividade da pecuária nacional.



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Paraná envia insumos hospitalares para reforçar atendimento em áreas atingidas por tornado



O Governo do Estado do Paraná enviou, no sábado (8), um lote de insumos hospitalares para reforçar o atendimento às vítimas do tornado que atingiu a região central, com maior impacto em Rio Bonito do Iguaçu.

A ação foi coordenada pela Casa Militar, com apoio de seis aeronaves do Governo. O transporte incluiu frascos de soro e cerca de 14 mil itens de 17 tipos, entre eles ataduras, seringas, compressas e agulhas. O material foi preparado pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e pelo Centro de Operações de Medicamentos e Produtos (Comp), em Curitiba.

Logística envolveu aeronaves e apoio local

Duas aeronaves transportaram os insumos até o aeroporto de Guarapuava. De lá, quatro helicópteros levaram o material até Laranjeiras do Sul, município que concentra a maior parte dos atendimentos às vítimas.

A operação foi organizada de forma emergencial para garantir a reposição imediata dos insumos nas unidades de Pronto Atendimento e hospitais da região.

Em Laranjeiras do Sul, o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, acompanhou a chegada dos materiais. “O Paraná se mobilizou rapidamente para garantir que nenhuma unidade ficasse sem condições de atender. É um esforço conjunto que envolve logística, solidariedade e o compromisso de toda a rede de saúde com as famílias atingidas”, afirmou.

Atendimento às vítimas e estrutura hospitalar

Os materiais estão sendo distribuídos para unidades que seguem atendendo vítimas em Rio Bonito do Iguaçu e municípios vizinhos. Além da ação da Sesa, prefeituras da região estão enviando doações de medicamentos e insumos para reforçar a estrutura hospitalar.

Até a manhã de domingo (9), 32 pessoas permaneciam internadas, sendo quatro em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Nenhum caso grave foi registrado. Desde sexta-feira (7), foram realizados 835 atendimentos.

O Corpo de Bombeiros informou que não há mais desaparecidos e que as buscas na área urbana foram encerradas. As equipes concentram agora os esforços na reorganização dos serviços essenciais, como o restabelecimento da água e da energia elétrica, além da distribuição de alimentos e água potável.



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Bairro vira polo de agricultura urbana na maior metrópole da América Latina


Entre avenidas movimentadas e bairros cheios de vida, há um lado pouco conhecido da capital paulista: o campo que resiste e prospera dentro da cidade. Pequenos e médios produtores mantêm uma agricultura ativa, sustentável e próxima do consumidor, mostrando que o agro também faz parte da vida urbana.

Localizado no extremo sul da capital paulista, o bairro de Parelheiros é um exemplo de produção rural. A região possui aproximadamente 400 produtores, com destaque para culturas de frutas e hortaliças, segundo a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo. Além disso, o local possui cerca de 20 quilômetros de estradas rurais.

Nascida e criada no bairro, Yumi Murakami é produtora de frutas e dá continuidade ao legado da família, seguindo os passos do pai na agricultura. “A produção familiar dentro da cidade de São Paulo é uma vitória. Nós temos o privilégio de estarmos em plena capital, a apenas 32 km do centro, plantando em nossa terra, temos nossa água limpa, mantendo a mata ao redor intacta”, destaca Yumi. O cultivo, que começou com o plantio de bananas, evoluiu ao longo dos anos e hoje conta com mais de 15 certificações orgânicas, resultado do trabalho sustentável e da dedicação da família à agricultura familiar.

Atuante nas feiras livres orgânicas da capital paulista, Yumi percebe o aumento constante na procura por produtos orgânicos. Segundo ela, os consumidores buscam cada vez mais alimentos voltados à saúde e reconhecem a diferença no sabor e na qualidade das frutas cultivadas de forma natural. Dessa forma, a produtora mantém o compromisso de oferecer alimentos saudáveis, cultivados com respeito ao meio ambiente e à tradição da agricultura familiar.

Produtores agrícolas de Parelheiros
Foto: Divulgação/Governo de SP

A produtora Roseilda Lima Duarte, do Sítio Bebedouro Agricultura Orgânica, cultiva hortaliças e frutas e mantém uma atuação que vai além da comercialização. Ela abastece restaurantes, consumidores locais e ainda destina parte de sua produção a projetos sociais e iniciativas de educação ambiental.

Com o apoio da Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo (Cooperapas), ela consegue escoar os alimentos para restaurantes e institutos voltados à produção orgânica, como o Baru, Feira Livre e Chão. Roseilda também abre as portas do sítio para o turismo pedagógico, recebendo escolas e visitantes interessados em conhecer o cultivo orgânico. Ao final de cada visita, todos levam para casa uma sacola com produtos frescos.

Hortaliças e frutas orgânicas. Parelheiros
Divulgação/Governo de SP

Dessa forma, além de ser uma área rural dentro da zona urbana, a produção em Parelheiros também se destaca pela forma como os produtos chegam ao consumidor. Diferente do caminho que os produtos do interior percorrem, a localização facilita a chegada ao consumidor final, que muitas vezes mora no próprio bairro.

Engenheiro agrônomo e produtor, Luciano Santos realiza o cultivo de plantas ornamentais e cita justamente a diferença do perfil do consumidor da produção urbana. “Nossos principais compradores são varejistas, paisagistas e viveiros da região. Por estarmos na cidade, um dos nossos diferenciais é essa proximidade com o cliente final”, destacou o produtor.

Campo e cidade: mesmo atendimento rural e fiscalização

Assim como na zona rural, a Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) também está presente na extensão rural ao agricultor da área urbana. Segundo Lucas Volpato, especialista agropecuário da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) em São Paulo, o perfil do produtor nas áreas urbanas se assemelha muito ao produtor rural. Apesar disso, ele aponta a vocação para a questão agroecológica, afirmando que os agricultores na cidade possuem uma ação maior neste assunto.

“O produtor urbano tem essa questão mais já enraizada. Não é algo que precisamos explicar para ele. É algo que ele já produz dessa maneira, que ele já pensa assim. É um agricultor já mais focado em mudanças climáticas e questões mais agroecológicas”, explicou.

A fiscalização e os aspectos legais das produções em áreas urbanas são iguais às do campo. O ponto crucial a ser observado é se o plantio está em conformidade com as regulamentações municipais da cidade. “Não há restrições para o plantio em zonas urbanas, exceto para culturas mais restritivas, como a laranja. Em geral, a produção deve apenas respeitar a legislação vigente na cidade de São Paulo”, explica Lucas.

A Defesa Agropecuária também atua na capital e realiza a fiscalização das áreas cultivadas com os mesmos critérios aplicados às regiões rurais. Assim, quando se trata de culturas com legislação específica, como banana ou citros, são aplicados os protocolos correspondentes. Durante as vistorias, são verificadas a presença e o uso correto de agrotóxicos, as condições de armazenamento, o uso de equipamentos de proteção individual, as receitas agronômicas e os comprovantes de devolução das embalagens vazias. Também é avaliado o estado de conservação do solo, conforme procedimentos técnicos definidos para cada situação.

Com o apoio técnico e a presença constante da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a produção agrícola da capital mostra que o agro também é parte essencial da cidade de São Paulo

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.



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