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Ciclone causa danos em dez municípios do Rio Grande do Sul



O ciclone extratropical que atingiu a região Sul na sexta-feira (7) provocou estragos em pelo menos dez municípios do Rio Grande do Sul. As rajadas chegaram a 95 quilômetros por hora, acompanhadas de chuvas intensas que somaram até 177 milímetros, segundo a Defesa Civil estadual.

O fenômeno causou queda de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia. A Equatorial Energia informou que cerca de 200 mil residências ficaram sem luz e que as equipes estão priorizando o restabelecimento em hospitais e unidades de abastecimento de água.

Ventos fortes e estragos em várias regiões

As regiões Norte e Metropolitana foram as mais atingidas. Houve registro de ventos acima de 90 km/h em municípios como Planalto, Canguçu e Passo Fundo. Em Porto Alegre, as rajadas chegaram a 77 km/h, e as chuvas somaram 28 milímetros.

Entre as cidades mais afetadas estão Anta Gorda, Bom Retiro do Sul, Cidreira, Erechim e Relvado. Em Frederico Westphalen, um pavilhão industrial e o depósito de uma madeireira ficaram destelhados. A Defesa Civil atua em conjunto com as prefeituras para desobstruir vias e remover árvores caídas.

Governo mobiliza equipes para atender emergências

O governador Eduardo Leite informou que os planos de contingência foram acionados e que as equipes estaduais estão auxiliando os municípios mais atingidos. “Os ventos e as chuvas trouxeram muitos transtornos, com quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia. As equipes seguem mobilizadas para normalizar a situação”, afirmou em rede social.

Segundo o boletim da Defesa Civil, não há registro de vítimas. O monitoramento segue ativo, com previsão de novas instabilidades localizadas ao longo do fim de semana.



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Oeste de Santa Catarina registra três tornados após frente fria e ciclone



A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou, neste sábado (8), a ocorrência de três tornados no Oeste do estado. Os fenômenos foram registrados nos municípios de Dionísio Cerqueira, Xanxerê e Faxinal dos Guedes durante a passagem de uma frente fria e o desenvolvimento de um ciclone extratropical sobre o Atlântico Sul.

A confirmação veio após análises de radar, vistorias em campo e registros de danos nas áreas atingidas. As coordenadorias regionais da Defesa Civil prestaram apoio emergencial às prefeituras, com distribuição de lonas e monitoramento de áreas de risco. O órgão estadual mantém o estado de observação, com equipes mobilizadas para novas ocorrências.

Tornados confirmados e danos registrados

Segundo a Defesa Civil, os tornados tiveram curta duração, mas provocaram destruição concentrada, padrão característico desse tipo de fenômeno. Em Dionísio Cerqueira, houve queda de árvores, destelhamentos e interrupção no fornecimento de energia. Em Xanxerê, parte das estruturas foi danificada, veículos foram atingidos e um ônibus tombou. Já em Faxinal dos Guedes, árvores foram arrancadas em sentidos diferentes, indicando forte circulação de ventos.

As análises do radar meteorológico de Chapecó identificaram áreas com ventos em direções opostas e detritos na atmosfera, como fragmentos de telhas e galhos, confirmando a formação dos três tornados. De acordo com os meteorologistas, a combinação de uma frente fria e o sistema ciclônico criou um ambiente instável, com nuvens de grande desenvolvimento vertical, granizo e rajadas acima de 100 km/h.

Chuvas intensas no Litoral Sul

Enquanto o Oeste registrava ventos extremos, municípios do Litoral Sul enfrentaram chuva volumosa. Em 12 horas, foram acumulados 124 milímetros em Jacinto Machado e Tubarão, 110 mm em Sombrio e 108 mm em Morro Grande. Os volumes se aproximaram da média esperada para todo o mês de novembro.

O excesso de chuva provocou alagamentos pontuais e bloqueios de vias em Morro da Fumaça, Meleiro e Turvo. Segundo a Defesa Civil, o sistema que causou os temporais já se deslocou para o oceano, reduzindo o risco de novos eventos severos nos próximos dias.

O órgão reforça que a população deve seguir os alertas meteorológicos e evitar áreas de risco durante tempestades. Em casos de emergência, o contato deve ser feito pelos números 193 (Corpo de Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil).



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Presidência da COP30 divulga carta com apelo por ação diante de crise climática



A poucos dias do início da COP30, a presidência da conferência divulgou sua nona carta aberta à comunidade internacional. No documento, o embaixador André Corrêa do Lago convoca governos, empresas e sociedade civil a intensificar os esforços para conter o aquecimento global e garantir o cumprimento das metas do Acordo de Paris.

A carta enfatiza que o desafio atual é manter vivo o objetivo de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 °C, o que exige cooperação e ação imediata. Segundo Corrêa do Lago, o momento é de transformar as lacunas de ambição, financiamento e tecnologia em forças de aceleração.

Acelerar como nova forma de ambição

O texto destaca que o Acordo de Paris está em pleno funcionamento após a conclusão de seu livro de regras na COP29. A COP30, que será realizada em Belém (PA), marcará o início de um novo ciclo de implementação, com instrumentos como as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e os Planos Nacionais de Adaptação (NAPs) já operando.

Para o embaixador, a ambição climática deve ser medida pela capacidade de implementar medidas concretas. “Acelerar a implementação deve ser a nova medida de ambição”, afirma o texto. O foco está em ampliar ações em áreas como energia limpa, restauração florestal, mitigação de metano e infraestrutura sustentável.

Amazônia no centro das discussões

A presidência da COP30 também destaca a Amazônia como símbolo e catalisador das transformações climáticas. O documento ressalta a queda do desmatamento no Brasil e a criação de mecanismos financeiros, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, voltados à preservação de biomas e comunidades locais.

A carta ainda reforça três prioridades para a conferência: fortalecer o multilateralismo no âmbito da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima (UNFCCC), aproximar o debate climático da vida cotidiana e acelerar a implementação dos compromissos globais.

Encerrando o texto, Corrêa do Lago afirma que a COP30 deve representar um ponto de virada: “Em Belém, a verdade deve encontrar a transformação, e a ciência deve tornar-se solidariedade.”



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Na COP30, Brasil assume liderança no mercado de carbono


A COP30 colocou o Brasil no epicentro de um movimento climático global: a adesão da União Europeia e da China à coalizão liderada pelo Brasil para integrar mercados regulados de carbono, um passo importante para transformar promessas ambientais em um sistema de regras, preços e oportunidades reais.

Na prática, o grupo pretende harmonizar padrões de medição e verificação de emissões (MRV), criar regras de integridade e abrir caminho para a união entre sistemas nacionais de precificação de carbono. O Brasil passa de simples exportador de matérias-primas a formador de regras, posição estratégica que lhe confere poder de agenda e protagonismo diplomático.

Impactos para o agro brasileiro

Para o agro brasileiro, esse movimento pode parecer distante, mas está muito mais próximo do que se imagina. Um mercado de carbono integrado valoriza práticas sustentáveis e penaliza cadeias com alta pegada ambiental. Quem comprovar eficiência, uso de bioenergia e manejo de solo que sequestra carbono tende a ganhar competitividade; quem não se adaptar, corre o risco de ser excluído de mercados exigentes como o europeu.

A entrada da UE e da China não é coincidência. Bruxelas busca reduzir o custo do ajuste de fronteira de carbono (CBAM), e Pequim quer influenciar as novas regras globais, em vez de apenas segui-las. O Brasil, grande exportador de alimentos e guardião da maior floresta tropical do planeta, assume papel de mediador natural, e pode transformar seu patrimônio ambiental em vantagem econômica.

Sem um mercado regulado nacional robusto, com regras claras e credibilidade, o país pode ficar de fora da “elite climática” e ver suas exportações taxadas por falta de comprovação ambiental. A corrida, portanto, não é apenas por crédito de carbono, mas por governança, transparência e tecnologia.

A “era do carbono” não é mais um tema de conferência: está chegando à rotina de quem planta, cria e exporta. O Brasil tem uma chance rara de unir preservação e competitividade, transformando seu protagonismo ambiental em diferencial econômico. Mas, como em todo mercado, quem não mede, perde.

Brasil e o potencial de liderança

Alguns dos signatários iniciais da Open Coalition on Compliance Carbon Markets, liderada pelo Brasil, incluem União Europeia, China, Reino Unido, Canadá, Chile, França, Alemanha, México, Armênia e Zâmbia. O Brasil, como país anfitrião, ocupa posição central nessa articulação que pretende conectar mercados regulados de carbono e definir padrões globais para a precificação das emissões.

O que o Brasil está fazendo, na prática, é ajudar a desenhar o “manual” da nova economia climática. A partir de agora, o carbono vira parte do custo de produção, como energia, insumo e logística. Quem reduzir emissões ou provar boas práticas será premiado. Quem ignorar o tema será punido, direta ou indiretamente, pelos mercados internacionais.

Para o campo, isso significa que sustentabilidade deixa de ser discurso e vira diferencial econômico real. Plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta, uso de bioenergia e certificações ambientais passarão a valer dinheiro, literalmente.

O Brasil tem todas as condições para ser líder e não refém dessa nova ordem. Mas isso exige ação imediata: estrutura de mercado, regulação confiável e apoio técnico ao produtor.
Se o país souber aproveitar o momento, pode transformar o carbono em seu novo produto de exportação. Caso contrário, corre o risco de ver o futuro passar,medido em toneladas de CO2 e oportunidades perdidas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Lula manifesta solidariedade a vítimas de chuvas e tornado no Paraná


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade às famílias afetadas pelo tornado que atingiu os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, no Paraná. Em publicação no X (antigo Twitter), o presidente lamentou as mortes e destacou o compromisso do governo federal em apoiar a população atingida.

“Quero expressar meu profundo sentimento a todas as famílias que perderam seus entes queridos e minha solidariedade a todas as pessoas que foram afetadas”, afirmou Lula.

Segundo o presidente, uma equipe federal está a caminho da região, liderada pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. O grupo inclui representantes dos Ministérios da Saúde e da Integração e Desenvolvimento Regional, além de técnicos da Defesa Civil Nacional.

Ações de apoio

Os profissionais enviados são especializados em ajuda humanitária e reconstrução. Eles devem atuar na avaliação dos danos, no suporte às equipes locais e na organização do atendimento emergencial.

Lula também informou que integrantes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) participarão das ações de socorro, prestando assistência médica à população e apoio às equipes do governo paranaense envolvidas no resgate.

“Seguiremos apoiando a população paranaense e prestando todo o auxílio que for necessário”, declarou o presidente.



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Ciclone acende alerta no Sul e pode afetar o plantio de soja



O plantio da soja atingiu quase metade da área plantada, com 47,1% da semeadura concluída, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em boa parte das regiões produtoras a chuva contribuiu para os trabalhos em campo, embora a atenção agora fique por conta da passagem de um ciclone extratropical entre esta sexta-feira (7) e o sábado (8).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural, o alerta vale para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul de Minas Gerais. Nesses estados, exceto o Paraná, a semeadura da oleaginosa está atrasada na comparação com o ano passado e na média dos últimos cinco anos.

Distribuição de chuva por região

Apesar do panorama geral de chuvas ser favorável para o andamento do plantio de soja, a distribuição de umidade do solo está desigual no país. Enquanto o Sul e o Sudeste apresentam boas condições, áreas mais ao sul de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul estão sofrendo com a falta de chuva.

No Matopiba, de forma geral, a chuva tem vindo com mais frequência. Nas demais áreas, por outro lado, o meteorologista lembra que ainda precisa chover mais. “Principalmente nas regiões da tríplice divisa do Centro-Oeste, áreas centrais do Tocantins e boa parte do centro-norte de Minas Gerais, Bahia, Maranhão e também do Piauí” diz Müller.

Pontos de atenção na soja

A chuva pode beneficiar o cultivo, mas o excesso dela pode prejudicar as plantas em fase de desenvolvimento inicial. “No momento em que ocorre esse tipo de evento, o cultivo fica mais vulnerável a doenças. A longo prazo, isso resulta em diminuição da produtividade” afirma o especialista.

Para o produtor paranaense, a atenção tem que ser redobrada. No fim de semana passado o estado foi atingido por uma forte tempestade, que trouxe prejuízos em áreas agrícolas e urbanas. Diante disso, Müller alerta que o ciclone deve trazer novos temporais para a região, com chance de queda de granizo e rajadas de vento que podem passar de 100 km/h.

No longo prazo, porém, a tendência para o Paraná é de um clima mais favorável. “A chuva deve ficar bem distribuída — dentro ou até um pouco acima da média para o período. Estamos falando de volumes que podem passar de 100 a 150 milímetros, mais do que o suficiente para garantir uma boa produção”, avalia.

No Sul, como um todo, o ponto de atenção segue sendo a umidade baixa. Müller destaca as áreas do sudeste do Rio Grande do Sul, especialmente em Bagé e Dom Pedrito. “É preciso esperar chover entre 70 e 100 milímetros em uma semana, pelo menos, para garantir uma boa umidade”, explica. O que tem acontecido é o registro de chuvas de 20 a 30 milímetros.

Para a região Norte, a orientação é esperar a chuva cair com mais frequência, o que deve acontecer no final de novembro. “A partir de dezembro já começa a haver maior influência da Zona de Convergência Intertropical, favorecendo a incidência de precipitações”, conclui.



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Com ventos de mais de 250 km/h, tornado deixa cinco mortos e mais de 400 feridos no Paraná



Um tornado com ventos de mais de 250 km/h atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, na sexta-feira (7), provocando destruição em boa parte da área urbana. Até o começo da manhã, a informação é que cinco pessoas morreram; quatro em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava. Além disso, 432 ficaram feridas, nove delas em estado grave. As informações foram confirmadas pelo governo do estado.

A formação do tornado ocorreu devido a passagem de um ciclone extratropical que atinge o Sul do país. O fenômeno também provocou forte chuva e prejuízos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, porém, com menos intensidade. Na região Sudeste, os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro estão em alerta.

Destruição em Rio Bonito do Iguaçu

O levantamento preliminar da Defesa Civil aponta que mais da metade da zona urbana foi afetada, com destelhamentos totais e colapsos em prédios públicos, comércios e residências. Cerca de 10 mil pessoas foram atingidas, com 28 desabrigadas e 1.000 desalojadas até o momento.

A rede elétrica foi danificada e parte da malha viária ficou comprometida. Os desabrigados estão sendo levados a abrigos montados em Laranjeiras do Sul, município vizinho que também recebeu equipes de apoio.

Atuação das equipes de emergência

Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Secretaria de Saúde e outros órgãos estaduais trabalham no resgate e atendimento às vítimas.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior, o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, e o coordenador da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, seguiram para a região neste sábado (8).

Até o momento, 25 bombeiros militares atuam diretamente nos locais mais atingidos, e outros 39 seguem em deslocamento. A Defesa Civil enviou 2.600 telhas, 900 cestas básicas, 225 colchões, 220 kits de higiene e 54 bobinas de lona. Novos carregamentos com colchões, cestas básicas e kits dormitório devem chegar nas próximas horas.

Outros municípios afetados

Além de Rio Bonito do Iguaçu, outras cidades do Centro-Sul paranaense registraram estragos provocados pelos ventos fortes.

  • Quedas do Iguaçu: dois desalojados, destelhamento de posto de saúde e alagamentos;
  • Espigão Alto do Iguaçu: prefeitura parcialmente destelhada;
  • Três Barras do Paraná: falta de energia;
  • Guaraniaçu: três casas danificadas;
  • Foz do Iguaçu: duas residências com danos severos nos telhados e cerca de 15 árvores derrubadas.



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Abrafrutas lança selo inédito de sustentabilidade para fruticultura brasileira



A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) vai lançar, em 27 de novembro, o Selo Frutas do Brasil ESG, certificação que reconhece produtores e exportadores comprometidos com práticas sustentáveis, sociais e de governança. O anúncio será feito em Brasília, durante evento da entidade que reunirá autoridades, representantes do governo e do setor produtivo.

O selo é exclusivo para empresas associadas à Abrafrutas e tem como objetivo fortalecer a imagem da fruticultura nacional no mercado internacional, ao evidenciar que as frutas brasileiras são produzidas com responsabilidade ambiental, respeito às pessoas e boa gestão.

Reconhecimento e competitividade

Segundo o presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho, a iniciativa é um passo importante para consolidar o trabalho dos produtores que já seguem padrões internacionais de ESG ( sigla em inglês para Environmental, Social and Governance). “O selo mostra ao mundo que a fruticultura brasileira está comprometida com práticas responsáveis e com a melhoria contínua do setor”, afirma.

A proposta também busca tornar o Brasil mais competitivo e ético nas exportações de frutas, destacando a origem sustentável dos produtos. Para obter o selo, as empresas passarão por auditorias anuais e acompanhamento técnico, garantindo o alinhamento às normas ambientais e sociais em evolução no mercado global.

Responsabilidade e acompanhamento

Além da certificação, o programa prevê suporte técnico e capacitação contínua aos participantes. De acordo com Priscila Nasrallah, diretora de ESG da Abrafrutas, a entidade quer estimular uma cultura de responsabilidade e transparência. “Nosso papel é apoiar o produtor em cada etapa, reconhecendo quem atua de forma consciente e sustentável”, explica.

A iniciativa faz parte da estratégia da Abrafrutas de valorizar o trabalho dos produtores brasileiros e consolidar o país como referência em práticas sustentáveis no agronegócio. Para a associação, o selo representa mais do que um diferencial competitivo — é um marco na construção de uma fruticultura que alia desenvolvimento econômico e compromisso ambiental.



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Ciclone coloca estados e capitais em alerta e mobiliza Defesas Civis; saiba onde o risco é maior



A formação de um ciclone extratropical entre o Sul e o Sudeste do país mantém o alerta para temporais, ventos fortes e chuva volumosa ao longo do fim de semana. De acordo com o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, o sistema está em processo de ciclogênese, quando uma área de baixa pressão se organiza até dar origem ao ciclone, e já provoca condições de tempo severo. 

Nesta sexta-feira (7), o alerta é maior para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sobretudo no oeste de SC, sudoeste do PR e centro-norte do RS, onde há risco de queda de granizo e rajadas de vento que podem superar os 100 km/h. Nessas áreas, também não se descarta alagamentos e deslizamentos, já que os acumulados podem ultrapassar 100 mm em 24 horas.

Ao longo da noite de sexta e durante a madrugada, as tempestades se deslocam para o interior de São Paulo e o sul de Mato Grosso do Sul, onde a Defesa Civil já mobiliza estruturas de prevenção em função do potencial de estragos, como queda de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos em lavouras. Müller reforça que a condição é de tempo severo, o que exige atenção mesmo que os fenômenos não ocorram de forma homogênea em todas as cidades. “O ciclone produz ventos amplos, capazes de derrubar árvores. Não significa que todo bairro será atingido, mas o risco geral é alto”, explica.

No sábado (8), a instabilidade avança para Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Nesses estados, também há chance de granizo e ventania intensa, inclusive na Grande São Paulo. Eventos de grande porte, shows ao ar livre e atividades expostas ao vento podem ser afetados. Já no Sul, a chuva se torna mais fraca e passageira ao longo do dia, permitindo gradualmente a melhora do tempo.

A partir de domingo (9), o ciclone se afasta e o tempo firma no Sul, em Mato Grosso do Sul e no estado de São Paulo. A frente fria associada ao sistema, no entanto, empurra a chuva para o interior do país, levando volumes entre 30 e 80 mm para áreas que vinham registrando estiagem, como norte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e sul da Bahia, condição considerada positiva para as lavouras de grãos e pastagens em desenvolvimento.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Canal Rural leva o Fórum Planeta Campo à COP30 e reúne líderes do agro em Belém



O Canal Rural promoverá, no dia 11 de novembro, o Fórum Planeta Campo – Especial COP30, diretamente de Belém (PA), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). O evento será realizado a partir das 13h, no espaço CNA/Senar, reunindo autoridades, pesquisadores e executivos de grandes empresas para debater o papel do agronegócio na agenda climática global.

Além dos debates, o fórum também contará com premiações que vão reconhecer destaques da agroindústria, da agricultura familiar e de pequenos, médios e grandes produtores rurais que contribuem para a sustentabilidade no campo.

O Fórum Planeta Campo é uma realização do Canal Rural, com patrocínio master da ApexBrasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria Comércio e Serviços (MDIC); da JBS; e da UPL. O patrocínio é do Sistema OCB, Portos do Paraná, CNA/Senar, SLC Agrícola, Fapecen, Itaipu Binacional, Governo do Brasil, Cooxupé e Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Abertura reúne lideranças do agro e da pesquisa

A abertura do evento contará com Marusa Trevisan, apresentadora do Canal Rural, e a participação de Silvia Massruha, presidente da Embrapa, e Munir Lourenço, conselheiro da CNA. Também participarão Jai Shroff, CEO global da UPL, e Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, reforçando o compromisso do setor com a produção sustentável e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono.

Painéis sobre o futuro sustentável do agro

A programação do Fórum Planeta Campo inclui quatro painéis temáticos que abordam desde o papel do Brasil na segurança alimentar até as métricas de sustentabilidade aplicadas no campo.

  • 13h – Abertura
  • 14h – O agro que alimenta:
    Com Roberto Rodrigues (ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Justos (CNA), deputado Mauro de Nadal (presidente da Frente Parlamentar da COP30 de SC) e Laudemir Muller (ApexBrasil).
  • 14h40 – Agropecuária regenerativa como padrão global:
    Com Gisela Introvini (FAPCEN) e Aurélio Pavinato (SLC Agrícola), o painel discutirá práticas que restauram o solo e reduzem emissões.
  • 15h20 – Agro de baixo carbono – métricas e resultados (Case Roncador):
    Participam Rogério Mello (UPL), Talita Pinto (FGV) e Roberta Carnevalli (Embrapa Soja), que apresentarão indicadores de sustentabilidade e resultados práticos no campo.
  • 16h – Rastreabilidade total da cadeia de alimentos:
    Liège Corrêa (JBS) e Natália Fernandes Carr (Cooxupé) abordarão o avanço da rastreabilidade e sua importância para os mercados internacionais.

Um palco global para o agro brasileiro

O Fórum Planeta Campo – Especial COP30 reforça o protagonismo do Canal Rural na difusão de conhecimento e na valorização das iniciativas sustentáveis do agro brasileiro.
Com temas alinhados aos objetivos climáticos globais, o evento mostrará como o Brasil pode ser um modelo de produção responsável, unindo tecnologia, ciência e gestão eficiente de recursos naturais.



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