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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta


A Caixa Econômica Federal realiza nesta quarta-feira (21) o pagamento da parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 3. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com a inclusão de adicionais, a média chega a R$ 697,77.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa alcançará 18,77 milhões de famílias neste mês, com um total de R$ 13,1 bilhões em repasses. Além do benefício base, são pagos três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz, de R$ 50 por seis parcelas a mães de bebês de até seis meses; R$ 50 para gestantes e nutrizes; R$ 50 por filho de 7 a 18 anos; e R$ 150 por criança de até 6 anos.

Os pagamentos seguem o calendário tradicional, nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar datas, valores e composição das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem, que gerencia as contas poupança digitais do banco.

Em medida especial, 176 municípios de nove estados receberam o pagamento unificado no dia 19 de janeiro, independentemente do final do NIS, devido a situações de vulnerabilidade como seca, chuvas intensas ou presença de povos indígenas. A iniciativa beneficiou 120 cidades no Rio Grande do Norte afetadas pela seca, além de localidades na Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). A lista completa está disponível no site do Ministério.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não sofrem mais o desconto do Seguro Defeso, conforme a Lei 14.601/2023, que resgatou o programa. O Seguro Defeso é destinado a pescadores artesanais durante o período de piracema. Aproximadamente 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro, que permite o recebimento de 50% do benefício por até dois anos para quem melhora a renda, desde que cada integrante ganhe até meio salário mínimo. Em 2025, o tempo de permanência nessa regra foi reduzido para um ano para novas entradas a partir de junho, mas famílias anteriores mantêm o prazo de dois anos.

Não haverá pagamento do Auxílio Gás neste mês, pois o benefício é concedido a cada dois meses e retorna em fevereiro. Podem recebê-lo famílias no Cadastro Único (CadÚnico) com pelo menos um membro apto ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), com preferência para mulheres responsáveis pela família ou vítimas de violência doméstica.



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China encerra embargo e libera frango do Rio Grande do Sul


Após um ano e meio de restrições, a China anunciou o fim do embargo à importação de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. A decisão foi comunicada pelas autoridades chinesas na sexta-feira (16) e confirmada nesta terça-feira (20) pelo Ministério da Agricultura brasileiro e por entidades do setor.

A suspensão das compras havia sido imposta após a confirmação de um surto da Doença de Newcastle no estado em julho de 2024. O embargo foi oficializado em comunicado conjunto da Administração-Geral das Alfândegas da China e do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais do país asiático, revogando um ato anterior com base em análise de risco sanitário. A detecção da doença ocorreu em uma granja comercial no município de Anta Gorda (RS), levando o estado a declarar emergência zoosanitária por cerca de três semanas.

Em maio do ano passado, o Rio Grande do Sul registrou um caso de gripe aviária em uma granja no município de Montenegro. Um mês depois, o país foi declarado livre da doença, após 28 dias sem novos registros. Em novembro de 2025, a China liberou as importações de frango dos demais estados brasileiros, mas manteve a proibição para o Rio Grande do Sul.

O bloqueio impactou as exportações gaúchas, contribuindo para uma queda de cerca de 1% em 2024. Antes do embargo, a China representava quase 6% dos embarques de frango do estado, com a perda sendo parcialmente compensada por vendas a outros países.

A retomada das exportações foi possível após a comprovação das medidas de controle e erradicação da doença, em conformidade com protocolos internacionais de saúde animal, segundo o Ministério da Agricultura.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) avaliou a reabertura como um passo relevante para a normalização dos fluxos comerciais. “A decisão reafirma a credibilidade do sistema sanitário brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso modelo de resposta”, destacou a entidade em nota.

As negociações envolveram diálogo permanente com as autoridades chinesas, com envio de informações detalhadas sobre as ações de controle. Entidades do setor esperam uma retomada gradual dos embarques, à medida que os sistemas de habilitação sejam atualizados e os certificados sanitários liberados. A China é um dos principais destinos do frango brasileiro e estratégica para o equilíbrio do comércio internacional da proteína animal.



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Anvisa divulga vídeo da OMS sobre farmacovigilância no Brasil


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta data, um vídeo produzido pelo Uppsala Monitoring Centre (UMC), centro colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para monitorização de medicamentos. O conteúdo integra a série do Programa Internacional de Monitoramento de Medicamentos (PIMM) e apresenta um panorama geral da farmacovigilância no Brasil, com ênfase na notificação de eventos adversos a medicamentos por meio do sistema VigiMed.

O vídeo reforça o papel essencial das notificações na promoção da segurança do paciente, sob a perspectiva de diversos atores do sistema de saúde. Desde 2001, o Brasil, por intermédio da Gerência de Farmacovigilância da Anvisa, é membro pleno do PIMM/OMS, gerenciado pelo UMC. Em 2018, foi implementado o VigiMed (baseado no VigiFlow), que se conecta à base global da OMS. Essas notificações contribuem diretamente para o aprimoramento da segurança dos medicamentos e a proteção da população.

O diretor Thiago Lopes Cardoso Campos agradeceu o apoio contínuo do UMC e da OMS no fortalecimento da farmacovigilância brasileira. Ele destacou o papel de cada cidadão, profissional de saúde e detentor de registro que realiza notificações no país. Em 2026, o Brasil completará 25 anos como membro do Programa Internacional de Monitorização de Medicamentos, reafirmando seu compromisso com o monitoramento seguro do uso de medicamentos em âmbito nacional e global.

A Anvisa reforça que qualquer cidadão pode notificar eventos adversos a medicamentos de forma simples e rápida pelo VigiMed, acessível em https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/notificacoes/vigimed/. Para mais informações sobre farmacovigilância, consulte https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/farmacovigilancia. O vídeo completo está disponível no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=1xzPL9vpB30.



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Ministério da Saúde autoriza R$ 103 milhões para maternidade em Sousa (PB)


O Ministério da Saúde garantiu R$ 103 milhões do Novo PAC Saúde para a construção de uma maternidade em Sousa, na Paraíba, beneficiando pacientes de 40 cidades da região. A autorização para o início das obras será assinada nesta quarta-feira (21), em João Pessoa, com a presença do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, e do governador João Azevêdo.

A nova unidade de saúde terá 8.200 m², capacidade para 100 leitos e estrutura humanizada, oferecendo serviços 24 horas para gestantes de risco habitual e alto risco, além de atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar e terapia intensiva. O projeto inclui diferenciais como salas lilás para acolhimento de vítimas de violência, suítes para pré-parto, parto e pós-parto, centros de parto normal com banheira e acolhimento com classificação de risco.

Essa iniciativa integra um investimento federal de R$ 602 milhões para três policlínicas e quatro maternidades em sete estados, incluindo a Paraíba. No estado, também estão previstas três policlínicas equipadas com salas de ultrassom, tomografia, reabilitação e acolhimento para vítimas de violência, além de serviços de consultas e exames.

Com recursos do Novo PAC, o Ministério da Saúde investe R$ 31,5 bilhões em infraestrutura do SUS nacionalmente, incluindo UBSs, CAPS, ambulâncias e unidades odontológicas. Para a Paraíba, o total previsto ultrapassa R$ 843 milhões, abrangendo a construção de 68 UBSs, 10 CAPS, três policlínicas, três hospitais regionais e maternidades, entre outros equipamentos.



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Agricultores fazem protesto e cobram revisão do acordo UE-Mercosul


São Paulo, 20 – Milhares de agricultores europeus, com centenas de tratores, tomaram as ruas de Estrasburgo, no leste da França, ontem, em mais um dia de protesto contra o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul.

A mobilização ocorreu em frente ao Parlamento Europeu, apenas um dia antes da votação decisiva que pode encaminhar o tratado ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) para análise de sua legalidade.

Segundo estimativas da polícia local, o ato reuniu mais de 4,5 mil manifestantes, enquanto a Federação Nacional dos Sindicatos dos Agricultores (FNSEA), considerado o maior sindicato agrícola da França, falava em cerca de 5 mil participantes vindos de 15 Estados-membros, incluindo França, Itália, Bélgica, Polônia e Espanha. A imprensa local reportou a presença de cerca de mil tratores bloqueando acessos e concentrando-se nas imediações da sede do Legislativo.

O protesto é uma resposta direta à assinatura do acordo, realizada no último sábado em Assunção, no Paraguai, pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e pelos líderes do Mercosul, apesar da forte oposição de setores agrícolas do bloco europeu e de governos, como o da França e da Polônia.

CONCORRÊNCIA

A manifestação reflete a insatisfação crescente do setor agropecuário do bloco, que teme a concorrência desleal e a importação de produtos sul-americanos sob padrões sanitários e ambientais distintos dos exigidos na Europa.

As lideranças rurais exigem que os deputados europeus utilizem os mecanismos legais disponíveis para frear a implementação do tratado. A votação, marcada para hoje, definirá se o Parlamento solicitará um parecer do TJUE sobre a compatibilidade do acordo com a legislação da UE. Caso o tribunal emita uma opinião desfavorável, o texto do acordo teria de ser renegociado ou modificado.

RIGOR E PERMISSIVIDADE

As entidades representativas do setor, como a Copa-Cogeca e a Asaja Nacional, reforçaram, em postagens no X, o discurso de que a Europa não pode ser rigorosa com seus produtores internos e permissiva com as importações.

O presidente da FNSEA, Arnaud Rousseau, afirmou durante o ato de ontem em Estrasburgo que a situação é insustentável e cobrou proteção à agricultura europeia.

Além da questão do Mercosul, os manifestantes reivindicam uma Política Agrícola Comum (PAC) forte e bem financiada para o período pós-2027, simplificação burocrática real e garantia de renda digna.

A tensão política em Estrasburgo deve continuar ao longo da semana. Além da votação sobre o acordo comercial, o Parlamento Europeu analisará amanhã uma moção de censura contra Ursula von der Leyen, apresentada pelo grupo de direita Patriotas por Europa, embora analistas considerem que essa iniciativa tenha poucas chances de prosperar.

Estadão Conteúdo



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Parlamento venezuelano anuncia ampla reforma legislativa após queda de Maduro


O Parlamento venezuelano anunciou nesta terça-feira (20) uma ampla reforma da legislação, em um novo contexto político após a deposição forçada de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

O chavismo controla a Assembleia Nacional. Seu presidente, Jorge Rodríguez, explicou que a proposta inclui a criação e a reforma de 29 leis.

A agenda inclui mudanças da Lei de Hidrocarbonetos para incentivar o investimento estrangeiro no setor petrolífero venezuelano, crucial na agenda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Venezuela pós-Maduro.

Trump determinou a captura de Maduro em uma incursão na Venezuela que incluiu o bombardeio de Caracas e outras regiões. Anunciou após a queda que controlaria a comercialização do petróleo e incentivaria o retorno de grandes petroleiras americanas.

“É preciso que esse investimento estrangeiro seja protegido e rentável”, disse Rodríguez. “Que se mantenha de forma clara o relacionado a impostos e royalties.”

O presidente da Assembleia não adiantou detalhes da reforma, apenas que estará inspirada na chamada lei antibloqueio, um instrumento legal de 2020 que permitiu investimentos sob um véu de hermetismo para evitar as sanções que os Estados Unidos impuseram um ano antes.

Sua irmã, Delcy Rodríguez, que assumiu o poder interinamente com uma aproximação de Washington, propõe de seu gabinete 12 reformas legislativas.

Muitas dessas leis já foram modificadas durante os 27 anos da chamada Revolução Bolivariana, nos quais foi estabelecido um rígido controle da economia e um aumento da pressão tributária sobre o setor privado que levou a anos de recessão.

“É nossa obrigação colaborar para a construção de uma economia forte e à prova de obstáculos, é nossa obrigação construir uma forma de prosperidade humanista”, indicou Jorge Rodríguez aos deputados. “De nada serve construir uma economia forte ou ter um aumento da atividade econômica para que alguns poucos sejam favorecidos.”

© Agence France-Presse



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Trump assina ordem para que grandes investidores institucionais não comprem casas unifamiliares


Para preservar o estoque de casas para as famílias americanas e aumentar os caminhos para a aquisição de imóveis, o presidente dos EUA, Donald Trump, determinou nesta terça-feira, 20, que grandes investidores institucionais não devem comprar casas unifamiliares que poderiam ser adquiridas por famílias.

A ordem executiva de Trump determina que o procurador-geral e o presidente da Comissão Federal de Comércio devem revisar aquisições substanciais, incluindo séries de aquisições, por grandes investidores de casas unifamiliares em mercados locais de habitação, visando coibir práticas anticompetitivas e priorizar a aplicação das leis antitruste.

Segundo a administração Trump, jovens famílias trabalhadoras não conseguem competir efetivamente por casas iniciais com as empresas de Wall Street.

“Comprar e possuir uma casa há muito tempo é considerado o auge do sonho americano e uma maneira para as famílias investirem e construírem riqueza ao longo da vida. Mas, devido à recente alta inflação e taxas de juros causadas pela administração anterior, esse sonho americano tem se tornado cada vez mais inacessível para muitos de nossos cidadãos, especialmente para os compradores de primeira viagem”, disse a Casa Branca em comunicado.

Estadão Conteúdo



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Cresce epidemia de sarampo nos EUA com aumento de casos na Carolina do Sul


A epidemia de sarampo continua se propagando nos Estados Unidos com um surto na Carolina do Sul (sudeste) que já ultrapassa os 600 casos, reportaram as autoridades nesta terça-feira (20).

Em meio a uma desconfiança pública com as vacinas, o sarampo está reaparecendo em vários países desenvolvidos, como os Estados Unidos, que atravessam o seu pior surto da doença em mais de 30 anos.

O país registrou mais de 2.200 casos de sarampo e três mortes em 2025. E as infecções continuam aumentando em 2026.

Na Carolina do Sul, foram registrados 88 casos novos desde a sexta-feira, segundo informações do departamento de saúde local, o que elevou o número de infecções para 646 desde que o surto foi detectado no segundo semestre do ano passado.

A maioria dos infectados não foi vacinada, segundo o departamento de saúde. Os casos foram detectados em escolas do ensino fundamental, médio e técnico, bem como em duas universidades.

O secretário de Saúde do governo Trump, o cético em relação às vacinas Robert F. Kennedy Jr., é acusado de contribuir para a crise de saúde ao alimentar o temor sobre os imunizantes.

O sarampo provoca febre, problemas respiratórios e erupções cutâneas. Em alguns casos, pode causar pneumonia e encefalite, e pode ser letal.

© Agence France-Presse



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Suprema Corte dos EUA questiona lei do Havaí sobre porte de armas


A Suprema Corte dos Estados Unidos parecia, nesta terça-feira (20), inclinada a invalidar uma lei do Havaí que proíbe o porte de armas de fogo em propriedades privadas abertas ao público, como lojas ou restaurantes.

Uma maioria dos magistrados do mais alto tribunal americano, dominado por juízes conservadores, mostrou-se cética em relação à lei do Havaí, considerando-a uma “violação do direito constitucional de portar armas”.

A norma exige o consentimento explícito dos proprietários dos estabelecimentos para que seja possível entrar com uma arma oculta quando se trata de uma propriedade privada aberta ao público.

A Suprema Corte ampliou os direitos relacionados às armas em uma decisão de 2022 e, em geral, tem favorecido os proprietários de armas.

Outros quatro estados governados por democratas — Califórnia, Maryland, Nova Jersey e Nova York — possuem leis semelhantes, que colocam os direitos dos donos desses estabelecimentos acima dos direitos dos proprietários de armas.

“Nossa tradição nacional é permitir o porte em estabelecimentos privados abertos ao público”, disse aos juízes Alan Beck, advogado que representa os proprietários de armas que contestam a lei estadual.

Beck acusou o Havaí de “passar por cima” do direito garantido na Segunda Emenda de “possuir e portar armas”.

O juiz Samuel Alito, um dos seis conservadores no tribunal de nove membros, afirmou que a lei do Havaí relegava “a Segunda Emenda a um status de segunda classe”.

O Departamento de Justiça do governo de Donald Trump apoia a contestação. Sua representante perante a corte, a subprocuradora-geral Sarah Harris, afirmou que a lei do Havaí transforma a “propriedade aberta ao público, como um posto de gasolina, no equivalente à casa de alguém”.

Por sua vez, Neal Katyal, advogado do estado do Havaí, afirmou que a Constituição “protege o direito de possuir e portar armas, (mas) não cria um consentimento implícito para levar armas à propriedade de outra pessoa”.

Espera-se que o tribunal emita sua decisão no fim de junho ou no início de julho.

© Agence France-Presse



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Mega-Sena acumula e prêmio vai para R$ 55 milhões


O concurso 2.962 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (20 de janeiro de 2026), não teve ganhadores para as seis dezenas sorteadas. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 55 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram 06, 29, 33, 38, 53 e 56. No total, 72 apostas acertaram cinco dezenas e receberão R$ 30.333,06 cada. Já 3.954 apostas que acertaram quatro dezenas ganharão R$ 910,46 cada.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (22 de janeiro), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para bolões, o sistema fica disponível até as 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.



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