Categorias
agro destaque_home

Os maiores poluidores do mundo estarão ausentes da COP30


O Brasil se prepara para sediar a COP30 em Belém do Pará, o maior evento climático da história do país e símbolo da tentativa de unir produção e preservação. Segundo o governo, 50 chefes de Estado e 168 delegações oficiais já confirmaram presença no evento.

Mas entre os países do G20, grupo que reúne as maiores economias do planeta e que responde por cerca de 80% das emissões globais de gases de efeito estufa, até agora apenas três líderes, Emmanuel Macron (França), Friedrich Merz (Alemanha) e Keir Starmer (Reino Unido), confirmaram presença.

Ou seja: as potências que mais emitem gás carbônico, que mais queimam combustíveis fósseis e mais cobram metas ambientais dos outros, não vêm ao encontro que discute justamente o clima.

Nos fóruns internacionais, os líderes do G20 repetem palavras como “sustentabilidade”, “neutralidade de carbono” e “economia verde”.

Mas basta olhar os números para ver o tamanho da incoerência: O G20 é responsável por aproximadamente 80% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Apesar disso, muitos desses países continuam a depender fortemente de combustíveis fósseis e subsídios afins.

Esses mesmos países exigem que nações em desenvolvimento,como o Brasil, preservem suas florestas e limitem sua produção. Mas, na hora de dar o exemplo, desaparecem do mapa.

A COP 30 reunirá milhares de participantes, diplomatas, cientistas, empresários e movimentos sociais. Será uma das maiores conferências já realizadas no Brasil, uma chance de o Brasil mostrar ao mundo que é possível produzir com sustentabilidade.

Mas sem a presença dos grandes emissores, o encontro corre o risco de se tornar um palco sem poder de decisão. As medidas que mudam o rumo do planeta, cortes reais de emissões, suspensões de subsídios fósseis, financiamentos transformadores, dependem da presença dos chefes de Estado do G20. Sem eles, o que sobra é retórica.

Para o produtor rural brasileiro, isso não é um debate “verde” distante. É direto no bolso, no crédito, na exportação, no futuro da cadeia produtiva. Na COP 30 se discute:

  • Financiamento para agricultura sustentável,
  • Créditos de carbono para quem preservar ou restaurar florestas,
  • Barreiras ambientais impostas às exportações agrícolas.
  • Se o G20 se ausenta, o risco é claro:
  • O Brasil continua sendo cobrado,
  • Mas os grandes poluidores seguem impunes.

O produtor brasileiro fica no meio do fogo: obrigado a provar que é sustentável, enquanto os países ricos seguem poluindo e ditando regras.

A cobertura e o protagonismo do agro

O agronegócio brasileiro ganha visibilidade, e com razão. E nesse palco, o Canal Rural se coloca em destaque, a emissora terá mais de 60 horas de conteúdo exclusivo na COP 30, com estúdio próprio em Belém, transmissões ao vivo, entrevistas e boletins diários com grandes nomes do setor. Isso significa que o produtor, mesmo sem estar no local, pode acompanhar o que interessa, como inovação, sustentabilidade, políticas públicas, de forma direta.

Realizar a COP 30 na Amazônia é um símbolo poderoso. É ali que o Brasil pode mostrar ao mundo que o agro brasileiro alimenta o mundo e preserva o planeta. Mas o vazio político das potências enfraquece a credibilidade do evento.

O Norte global cobra compromissos, mas não assume suas responsabilidades. O Sul global tenta participar, mas acaba pagando o preço. É assim que o sistema se desenha.

A ausência dos líderes do G20 na COP 30 é o retrato mais nítido da hipocrisia climática global. Os países que mais emitem gases de efeito estufa fogem do debate justamente quando ele acontece na floresta que simboliza o futuro do planeta.

Enquanto isso, o Brasil, com todos os seus desafios, tenta provar que é possível alimentar o mundo sem destruir o mundo. Mas sem a presença dos grandes poluidores, Belém corre o risco de se transformar em um palco de promessas vazias: bonito por fora, mas politicamente oco.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Vereador Biro Biro pede melhorias na área central e no Jardim Universitário


O Vereador Biro Biro fez um pedido à Prefeitura de Ponta Porã para que seja feito o serviço de poda das árvores localizadas na Avenida Marechal Floriano, n.º 667, em frente à Rodacar Auto Peças, centro.

O parlamentar efetuou a solicitação por meio de uma indicação apresentada na sessão de 29 de outubro, na Câmara Municipal de Ponta Porã.

De acordo com ele “a poda das árvores na Avenida Marechal Floriano, frente à Rodacar Auto Peças, é necessária para garantir a segurança e visibilidade no local, especialmente para os motoristas que trafegam pela avenida e para os pedestres que frequentam a região. Com a poda regular, podemos prevenir acidentes, melhorar a iluminação pública e manter a beleza da região”.

O Vereador Biro Biro também apresentou indicação solicitando a realização dos serviços de patrolamento e cascalhamento na Rua Benedito Correa, localizada no bairro Jardim Universitário.

Biro Biro explicou que “a indicação tem por objetivo solicitar o melhoramento, acessibilidade e a mobilidade para os moradores daquela região, especialmente em dias de chuva. A Rua Benedito Correa, enfrenta problemas diárias devido às más condições precárias da via. A falta de patrolamento e cascalho adequados resulta em buracos, lama e poeira, tornando difícil o trânsito de pedestres e veículos.

As duas indicações contendo os pedidos do parlamentar foram encaminhadas ao Prefeito Municipal de Ponta Porã, Eduardo Campos, e ao Secretário de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

La Niña favorece surgimento de pragas que ameaçam lavouras de soja, alerta Embrapa



O avanço de pragas e doenças continua sendo um dos principais desafios da sojicultura brasileira. Entre as maiores preocupações estão o percevejo da soja e a ferrugem asiática, que podem comprometer significativamente a produtividade das lavouras.

De acordo com a Embrapa Soja, a ferrugem asiática segue como a doença de maior impacto no Sul do país, podendo reduzir a produtividade em até 80%. Já o mofo branco preocupa especialmente as regiões mais altas, enquanto a sercóspora exige atenção redobrada no final do ciclo.

O cenário se agrava com a influência do La Niña, fenômeno climático que provoca irregularidade nas chuvas e variações de temperatura. Segundo pesquisadores, anos com temperaturas mais baixas tendem a alongar o ciclo das plantas e favorecer o aparecimento de doenças, exigindo monitoramento constante durante todo o cultivo.

“Mesmo em ano de La Niña, o produtor não pode descuidar. Se as chuvas ocorrerem durante o enchimento dos grãos, a ferrugem pode avançar com força”, diz Claudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja.

Para conter o avanço das pragas, a Embrapa Soja, em parceria com uma startup de tecnologias biológicas, desenvolve armadilhas automatizadas para o controle do percevejo. Os equipamentos são equipados com sensores e câmeras que identificam e quantificam os insetos em tempo real.

As informações coletadas são enviadas para a nuvem e podem ser acessadas por técnicos, agrônomos e produtores, permitindo decisões mais rápidas e assertivas sobre o momento ideal para o controle.

“Elas atraem os insetos, fotografam e enviam os dados automaticamente. Assim, o produtor pode agir com base no nível real de infestação”, explica Luiz Lira Arruda, engenheiro agrônomo.

As regiões mais afetadas pelo percevejo são o sul do Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná, áreas de clima mais quente e com condições ideais para o desenvolvimento da praga, principalmente na fase de enchimento dos grãos.

Estudos indicam que os percevejos podem causar perdas de até 20% na produtividade e reduzir a qualidade dos grãos, afetando o teor de óleo e proteína. Em lavouras destinadas à produção de sementes, a infestação pode comprometer completamente o campo, forçando o produtor a vender o produto como grão comum, com grande prejuízo financeiro.

A Embrapa reforça que o manejo integrado de pragas (MIP) é essencial para reduzir riscos. Entre as recomendações estão a rotação de culturas, a eliminação de plantas voluntárias e o uso do pano de batida para amostragem e monitoramento.

“O importante é acompanhar de perto o campo. O monitoramento ainda é a ferramenta mais eficiente e acessível para evitar prejuízos”, Samuel Roggia, pesquisador da Embrapa Soja.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Homem é preso por usar o filho para vender drogas em Pedro Juan Caballero





Agentes da Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), base de Pedro Juan Caballero, sob a supervisão da Procuradora Antidrogas Rossana Isabel Coronel Servián, realizaram uma operação em uma residência localizada no bairro de San Juan Neuman. Na ação, os agentes antidrogas surpreenderam um homem, com antecedentes criminais por furto de gado, que junto com o filho de 16 anos preparavam doses de cocaína para venda.

Os agentes encontraram aproximadamente cem pequenos pacotes de cocaína prontos para venda. Além disso, na residência foram apreendidos 1.756.000 guaranis, R$ 559, duas balanças pequenas e uma colher de medida.

Por ordem do Ministério Público, o pai e o filho foram levados à base da SENAD (Secretaria Nacional Antidrogas) com os materiais apreendidos. As identidades do pai e do filho estão sendo mantidas em sigilo conforme o Código da Infância e da Adolescência, que proíbe a divulgação de dados que possam identificar crianças em situação de vulnerabilidade.




Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Demanda firme e escalas curtas sustentam valorização das cotações do boi gordo



O mercado físico do boi gordo registrou novos avanços nos preços nesta sexta-feira (31), impulsionado por um ambiente de negócios ainda favorável à continuidade das altas no curto prazo.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate curtas, especialmente entre frigoríficos de menor porte ,e o aquecimento da demanda doméstica seguem dando suporte às cotações.

Preços do boi gordo por região

  • São Paulo: R$ 321,83 (a prazo)
  • Goiás: R$ 314,29
  • Minas Gerais: R$ 308,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 330,57
  • Mato Grosso: R$ 304,05

Iglesias destaca que o auge do consumo interno, somado ao bom ritmo das exportações, reforça o cenário de firmeza neste final de mês.

Atacado

O mercado atacadista também apresentou valorização nesta sexta-feira, com tendência de novas altas no curto prazo. A demanda deve seguir aquecida no último bimestre, favorecida pelo pagamento do 13º salário, abertura de vagas temporárias e aumento das confraternizações de fim de ano.

  • Quarto dianteiro: R$ 18,50/kg (+R$ 0,30)
  • Ponta de agulha: R$ 17,50/kg (+R$ 0,30)
  • Quarto traseiro: R$ 25,00/kg (estável)

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia praticamente estável, cotado a R$ 5,3800 para venda (+0,01%) e R$ 5,3780 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,3705 e R$ 5,3980 durante o pregão. Na semana, acumulou queda de 0,23%, mas no mês registrou avanço de 1,08%.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Vereador Avelino pede abertura de uma nova via para facilitar acesso à MS 380


O Vereador Vanderlei Avelino, apresentou na sessão de 29 de outubro, na Câmara Municipal de Ponta Porã, uma indicação em que solicita à Prefeitura, a construção de uma rua, na região do bairro Jardim Estoril, para facilitar o acesso à MS 380 que está sendo pavimentada.

O parlamentar entende que a nova via deveria ser construída a partir do final da Avenida Belmiro de Albuquerque que cruza toda a região norte da cidade dando acesso à MS 164, que liga Ponta Porã ao Distrito de Nova Itamarati e a municípios vizinhos como Antônio João e Maracaju.

Vanderlei Avelino justificou o pedido afirmando que “a indicação tem por objetivo solicitar que seja feito esse ligamento para melhorar a mobilidade urbana e facilitar o deslocamento dos moradores e condutores de veículos. Atualmente, a falta desse ligamento dificulta o acesso à MS-380, gerando transtornos no tráfego local e aumento no tempo de deslocamento”, explicou.

Pela proposta do parlamentar, a nova via poderia ser construída no final da Avenida Belmiro de Albuquerque que corta praticamente toda a região norte da cidade, terminando na MS 164. A indicação contendo o pedido do Vereador Avelino foi encaminhada ao Prefeito Eduardo Campos e ao Secretário de Obras e Urbanismo Joanilson Zeferino dos Santos.

A indicação contendo o pedido foi encaminhada ao Prefeito Eduardo Campos e ao Secretário Municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.

FAIXA ELEVADA NO CEINF EUGENIA

Na sessão o Vereador Vanderlei Avelino também apresentou indicação encaminhada ao Prefeito Eduardo Campos, ao Secretário Municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos, e ao Secretário de Segurança Pública e Agetran, Candido Felix Souza Gabínio, solicitando a implantação de uma faixa elevada na Rua Fortaleza, em frente ao Centro de Educação Infantil – CEINF Prof.ª Eugênia Gonzales da Silva.

O parlamentar justificou o pedido afirmando que “a indicação tem por objetivo solicitar que seja implantado uma faixa elevada pois tem a finalidade de proporcionar maior segurança no trânsito, especialmente durante os horários de entrada e

saída das crianças do CEINF. O fluxo de veículos na via é intenso, e a ausência de uma fixa elevada coloca em risco a integridade física dos pedestres, em especial das crianças pequenas. Diante do exposto, este Vereador solicita, que a prestação deste serviço seja o mais breve possível”.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Novembro chegou! Vem mais chuva por aí no Brasil?



A previsão do tempo para os próximos dias indica um cenário mais favorável para as áreas produtoras de soja em todo o Brasil. Um corredor de umidade deve levar chuva para o Centro-Oeste, Sudeste e Paraná, com acumulados expressivos entre 50 e 70 milímetros nas regiões destacadas em verde no mapa meteorológico.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.
  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Sorriso (MT)

Em Sorriso, importante ponto agrícola no centro do Mato Grosso, a tendência é de que as precipitações ganhem força a partir da metade da próxima semana. Para o mês de novembro, a expectativa é de volumes acima de 200 milímetros, favorecendo o desenvolvimento inicial das lavouras de soja.

Previsão para os primeiros dias do mês

Entre os dias 6 e 10 de novembro, o regime de chuvas deve se manter constante sobre o Centro-Oeste e o Sudeste, com retorno das precipitações mais intensas ao Rio Grande do Sul e avanço das frentes úmidas em direção à Bahia, norte de Minas Gerais e Tocantins, regiões onde os acumulados também devem superar os 50 milímetros.

Tempo na Bahia

Na Bahia, os modelos meteorológicos indicam acumulados próximos de 200 milímetros ao longo de novembro, o que representa uma condição muito mais positiva em relação aos meses anteriores. Com isso, o mês promete ser mais generoso em umidade, oferecendo condições adequadas para o avanço do plantio e o bom desenvolvimento das lavouras de soja em boa parte do país.



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Governo de Mato Grosso do Sul e União alinham ações para promoção da paz no campo


O Governo de Mato Grosso do Sul recebeu, quinta-feira (30), em Campo Grande, representantes da Comissão Nacional de Enfrentamento à Violência no Campo (CNEVC), ligada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O encontro teve como pauta central o agravamento de conflitos fundiários, especialmente entre comunidades indígenas e produtores rurais, e marcou o fortalecimento do diálogo entre os poderes públicos para construção de soluções duradouras e sustentáveis.

Mais do que uma reunião técnica, a agenda reforçou o compromisso conjunto entre o Governo do Estado, a União, o Judiciário e instituições de segurança com a paz social, a mediação qualificada e o respeito às populações envolvidas.

Durante a reunião, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, destacou que o Estado tem atuado em parceria com o Governo Federal na busca de medidas estruturantes e equilibradas.

“Estamos tratando de um problema complexo, que exige respostas muito maiores do que o alcance local. A pacificação no campo é um dever conjunto. Aqui em Mato Grosso do Sul, estamos construindo um caminho de entendimento, como a criação de uma zona de amortecimento com 250 metros de pasto entre as lavouras e as aldeias. Mas a solução definitiva precisa vir do diálogo e da corresponsabilidade entre todos os entes”, afirmou.

Barbosinha também ressaltou que, independentemente de divergências políticas, o Estado tem mantido uma relação institucional sólida com a União.

“O diálogo com o Governo Federal tem sido constante e respeitoso. É por meio dessa construção conjunta que conseguimos avançar em soluções que tragam justiça, segurança e desenvolvimento. Se há uma dívida histórica com os povos originários, ela precisa ser resolvida com equilíbrio, sem estímulo a novos conflitos”, completou.

O diretor do Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários, Leador Machado, explicou que a vinda da comissão teve caráter colaborativo.

“Nosso objetivo é evitar o agravamento dos confrontos e buscar um caminho de consenso entre todos os envolvidos. Avançamos no diálogo com os produtores, com apoio do governo do Estado e da bancada federal, e pactuamos a criação da zona de amortecimento. Agora, o desafio é destravar soluções fundiárias definitivas junto ao Governo Federal e ao STF”, disse.

Como medida imediata, foi definida a atuação da Força Nacional de Segurança Pública no policiamento ostensivo da região, substituindo temporariamente a Polícia Militar. Já os casos de flagrante ficarão sob responsabilidade da Polícia Federal. A medida foi autorizada por decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), garantindo segurança jurídica e institucional à ação.

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, detalhou o novo arranjo. “A decisão judicial estabelece que a Força Nacional assuma a segurança ostensiva, enquanto as forças estaduais se concentram em suas áreas de origem. A Polícia Federal atuará nos flagrantes. Nosso papel é garantir a legalidade e proteger vidas, com base na responsabilidade institucional de cada órgão”, explicou.

A secretária de Estado da Cidadania, Viviane Luiza, reforçou a importância de manter o canal de diálogo aberto com as comunidades indígenas. “Reconstruir a confiança exige escuta, respeito e presença do Estado. Estamos comprometidos em construir soluções conjuntas, sempre com base nos direitos humanos e na valorização da diversidade que forma a identidade de Mato Grosso do Sul”.

A reunião terminou com o compromisso de realizar uma nova visita a Caarapó nos próximos dias, com o objetivo de ampliar o diálogo direto entre as autoridades e as comunidades locais.

Assim, o Governo do Estado reafirma sua disposição de manter o diálogo permanente com as lideranças indígenas, os produtores rurais e o Governo Federal, reforçando que não há desenvolvimento possível sem pacificação e segurança jurídica.

“Nosso papel é construir pontes e manter Mato Grosso do Sul como exemplo de diálogo, equilíbrio e responsabilidade. Seguiremos parceiros da União na busca por soluções que unam justiça, segurança e dignidade para todos”, concluiu Barbosinha.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

São Paulo inicia campanha de atualização de rebanhos neste sábado (1)



A Campanha de Atualização de Rebanhos do segundo semestre em São Paulo começa neste sábado (1). Desde a retirada da vacinação contra a febre aftosa, em 2023, os produtores rurais são obrigados a manter os dados de seus rebanhos atualizados no sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave).

A Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que os proprietários devem declarar todas as espécies presentes em suas propriedades até o dia 15 de dezembro.

Devem ser atualizados, além dos bovinos, os rebanhos de búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda.

A não declaração pode acarretar o bloqueio da movimentação dos animais e a inviabilidade da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) com possibilidade de sanções administrativas.

A declaração pode ser feita diretamente no sistema Gedave. Outra forma de efetuar a declaração é pessoalmente em uma das Unidades da Defesa Agropecuária distribuídas entre os 645 municípios paulistas e também através do envio por e-mail do formulário.  

“A declaração é uma das ferramentas que o Estado tem para acompanhar e se manter atualizado sobre os animais, além de fornecer ao órgão responsável pela sanidade animal a evolução geral dos rebanhos e os grupos de animais que nasceram ou morreram no intervalo entre uma campanha e outra”, explica Luiz Henrique Barrochelo, diretor da Defesa Agropecuária. 



Veja a matéria completa aqui!

Categorias
destaque_home dourados matogrossodosul politica politica_ms

Ponta Porã adere ao programa Brasil Mais Produtivo; saiba o que é


A prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Integrado, aderiu ao programa Brasil Mais Produtivo, iniciativa do Governo Federal que tem como objetivo apoiar micro, pequenas e médias empresas na transformação digital, na melhoria da gestão e na otimização de processos.

O programa permite que os empreendedores aumentem sua produtividade, reduzam custos operacionais e ampliem o faturamento.

A secretária municipal de Desenvolvimento Integrado, Raquel Lageano Quintino, confirmou a adesão na manhã desta sexta-feira (31), e destacou o compromisso do prefeito Eduardo Campos em fortalecer o setor produtivo em todos os segmentos econômicos.

“O prefeito tem atuado para oferecer apoio real aos empreendedores, e o Brasil Mais Produtivo surge como uma ferramenta estratégica para aprimorar a gestão dos negócios, gerar economia, empregos e resultados sustentáveis”, afirmou Raquel.

De acordo com a secretária, o programa disponibiliza consultorias especializadas custeadas pelos parceiros do Governo Federal, permitindo que as empresas inscritas recebam orientações técnicas, suporte e soluções inovadoras voltadas à melhoria dos resultados e redução de custos.

No setor de comércio e serviços, que é o maior gerador de empregos em Ponta Porã, os atendimentos serão presenciais e personalizados, conduzidos por Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae. Esses profissionais irão identificar desafios e propor soluções práticas voltadas à inovação, transformação digital e aprimoramento da gestão empresarial.

Já para o setor industrial, o Brasil Mais Produtivo disponibiliza acesso à Plataforma de Produtividade, ambiente digital que oferece ferramentas e serviços voltados à redução de desperdícios e ao aumento da rentabilidade das empresas.

Os empreendedores que tiverem interesse em se inscreverem no programa devem acessar o site oficial https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/.



Veja a matéria Completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.