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Pacote de investimentos da Sanesul leva obras de água e esgoto à região Sul-Fronteira


A expansão do saneamento básico em Mato Grosso do Sul segue avançando com consistência e planejamento. Reconhecida nacionalmente pela eficiência de sua gestão e pela capacidade de ampliar serviços essenciais, a Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) mantém um robusto programa de investimentos que alcança diversas regiões do Estado, incluindo a estratégica região Sul-Fronteira.

Os municípios localizados nessa faixa territorial, marcada por intensa dinâmica econômica e proximidade com países vizinhos, integram um amplo conjunto de obras executado pela companhia em 2026. 

Ao todo, o pacote de investimentos contempla intervenções voltadas à ampliação do sistema de esgotamento sanitário em 36 cidades e frentes de obras no abastecimento de água em 13 municípios, totalizando 49 cidades sul-mato-grossenses com obras de saneamento. 

Na região Sul Fronteira, as obras são destinadas ao fortalecimento do abastecimento de água beneficiam Aral Moreira, Itaquiraí, Mundo Novo, Ponta Porã e Naviraí, onde são realizadas melhorias estruturais voltadas à ampliação da capacidade de produção, reservação e distribuição de água tratada.

Já as obras de esgotamento sanitário, fundamentais para a proteção ambiental e para a saúde pública, alcançam Mundo Novo, Ponta Porã, Amambai, Aral Moreira, Eldorado, Itaquiraí, Sete Quedas, Naviraí e Juti. 

Em alguns desses municípios, como Mundo Novo, Ponta Porã, Aral Moreira, Itaquiraí e Naviraí, os investimentos ocorrem de forma simultânea nas duas frentes, consolidando um ciclo integrado de melhorias que envolve tanto o abastecimento de água quanto a ampliação da infraestrutura de coleta e tratamento de esgoto.

Segundo o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, o conjunto de intervenções reafirma o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável e com a melhoria das condições de vida da população.

“O saneamento básico é um dos pilares do desenvolvimento social. Cada obra que executamos representa mais saúde pública, mais proteção ambiental e mais qualidade de vida para as famílias sul-mato-grossenses”, afirma o dirigente.

A atuação da Sanesul tem colocado Mato Grosso do Sul em posição de destaque no cenário nacional do saneamento. Com planejamento estratégico, investimentos contínuos e gestão técnica reconhecida, a empresa tem ampliado de forma consistente a infraestrutura de água e esgoto nas cidades atendidas.

Embora o abastecimento de água já esteja universalizado nos municípios atendidos pela companhia, os investimentos seguem em ritmo permanente. 

As obras incluem perfuração de novos poços, ampliação de reservatórios, modernização das estações de tratamento e expansão das redes de distribuição, garantindo segurança hídrica e capacidade de atendimento diante do crescimento urbano.

No campo do esgotamento sanitário, o Estado também apresenta avanços expressivos. Mato Grosso do Sul já alcançou 75,15% de cobertura de esgoto, índice considerado elevado no contexto nacional. 

Meta 

A meta estabelecida pelo novo marco legal do saneamento prevê a universalização até 2033, mas a estratégia adotada pela companhia busca antecipar esse prazo, por meio da ampliação contínua das redes coletoras, estações elevatórias e unidades de tratamento.

“Nosso compromisso é seguir avançando na ampliação da cobertura de esgoto e na modernização dos sistemas de água. Trabalhamos com planejamento, responsabilidade e investimentos consistentes para que Mato Grosso do Sul continue sendo referência no setor de saneamento”, destaca Renato Marcílio.

A expansão da infraestrutura de saneamento vai muito além da implantação de redes e equipamentos. 

Os investimentos contribuem diretamente para reduzir doenças de veiculação hídrica, preservar rios e mananciais e promover um ambiente urbano mais saudável.

Além disso, as obras impulsionam o desenvolvimento regional, gerando empregos, valorizando áreas urbanas e criando condições estruturais para a atração de novos investimentos.

Com planejamento de longo prazo e uma política consistente de expansão dos serviços, a Sanesul consolida um dos mais amplos programas de modernização do saneamento em curso no Centro-Oeste brasileiro, reafirmando seu papel como protagonista na transformação da infraestrutura básica em Mato Grosso do Sul.



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Com foco no crescimento sustentável, governador de MS assume presidência do Consórcio Brasil Verde


Com ações voltadas preservação ambiental, Mato Grosso do Sul também tem atuação em diferentes frentes que unem sustentabilidade e transição energética, com atenção para todos os biomas presentes no Estado – Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica.

Como resultado do trabalho que já é desenvolvido, o governador Eduardo Riedel foi eleito nesta quarta-feira (18) – durante reunião online -, por unanimidade -, como presidente do Consórcio Interfederativo sobre o Clima Brasil Verde – cargo ocupado até então pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande.

“Esse consórcio foi criado com o objetivo de ajudar os estados a se organizarem no entorno da pauta das mudanças climáticas e de algumas questões ambientais e do desenvolvimento. Com estabelecimento de relações com a União Europeia e Estados Unidos, além de parceiros da América do Sul, sempre com projetos para mercados que são estratégicos para esses estados que participam”, explicou Artur Falcette, secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Consórcio

O CBV (Consórcio Brasil Verde), criado em 2019, é uma iniciativa pioneira que reúne 15 estados brasileiros em uma ação conjunta para enfrentar as mudanças climáticas.

Além do Mato Grosso do Sul também são membros do CBV os estados do Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.

Entre os principais objetivos do CBV está o auxílio aos estados na conquista de protagonismo nas ações de combate às mudanças climáticas, integrando os diversos biomas e regiões geopolíticas do Brasil.

O Consórcio atua para conciliar desenvolvimento econômico com sustentabilidade climática, além de buscar recursos para a redução de emissões e incentivar ações de adaptação.

“O consórcio é organizado por biomas, nós já éramos coordenadores do bioma Pantanal, então a gente já tinha essa interlocução. Mas é papel do consórcio, e ele fez isso nos últimos anos, trazer capacitações para os estados na elaboração de projetos para a captação de recursos internacionais e nos ajudar na ponte para essa captação. O nosso Estado à frente desse consórcio possibilita, inclusive, que a gente tenha um olhar mais estratégico para fortalecer ações nossas, como o Fundo Clima Pantanal, por exemplo”, explicou Falcette.

Este é o segundo consórcio do qual o governador passa a ser presidente – a posse será no dia 3 de abril para um mandato de dois anos. Em janeiro, Riedel assumiu a presidência do Consórcio Interestadual Brasil Central, que reúne mais seis estados do Brasil e tem como objetivo trazer benefícios importantes em áreas como saúde, educação e segurança, além de força política para defender os interesses da região.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende, Secom/MS



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Operário volta a vencer Corumbaense e está na decisão do Estadual pelo quarto ano seguido


O Operário FC segue na luta pelo tri no Campeonato Sul-Mato-Grossense. Nesta quarta-feira (18), pela rodada de volta da semifinal, em Campo Grande, o Galo confirmou o favoritismo e eliminou o Corumbaense FC com mais uma vitória, agora por 1 a 0. O único gol do jogo foi marcado pelo lateral Gabriel Bituca, que já havia marcado na vitória por 2 a 1 no jogo de ida.

Na decisão, o Operário enfrenta AA Bataguassu que, com uma goleada por 4 a 0, reverteu a vantagem do adversário e eliminou o CE Naviraiense. Alex Choco marcou mais uma vez três gols, com Breno Chaves completando o placar. Nesta quinta-feira (19), a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) divulga a tabela detalhada da fase final. Os dois finalistas garantem lugar como representantes do Estado na Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro.

Essa  é a quarta decisão seguida do Operário. Além dos títulos conquistados ano passado sobre o Ivinhema e em 2024 sobre o Dourados AC, o Galo foi vice-campeão em 2023, ao ser batido pelo Costa Rica EC.

Gol

No Estádio Jacques da Luz, a iniciativa do ataque foi do Operário e, logo aos quatro minutos, quase marcou com Eduardo Tanque, mas o atacante não conseguiu concluir a jogada de Gabriel Biteco pela direita com sucesso. Aos 22 minutos, Roger Modesto deu o passe para Tanque na área, mas Zé Augusto fechou o ângulo e fez a defesa. O placar foi aberto aos 29 minutos com Biteco que recebeu o passe de Roger Modesto, driblou o marcador para o meio e, de esquerda, acertou belo chute para vencer o goleiro adversário.

Na etapa final, o Galo quase ampliou antes do primeiro minuto com Robinho, mas o chute cruzado foi para fora. Aos 34 minutos, depois do cruzamento de Reinaldo, a zaga cortou parcialmente e Robinho acertou um belo voleio, mas a bola explodiu na trave. A melhor chance do Corumbaense só veio nos acréscimos, com Matheus Bidick, mas o goleiro Lucas Covolan foi preciso na saída e fez a defesa, garantindo a vitória pelo placar mínimo.



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Caravana da Castração ganha reforço de R$ 2 milhões e amplia impacto histórico no Estado


A maior ação de saúde e bem-estar animal já realizada em Mato Grosso do Sul acaba de ganhar um novo capítulo, com mais alcance. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) anunciou o investimento de mais R$ 2 milhões para garantir a continuidade da Caravana da Castração, iniciativa que já transformou a realidade de milhares de famílias e seus animais no Estado.

Lançada em junho de 2025 com recursos iniciais de R$ 5 milhões destinados pela parlamentar, a Caravana já percorreu 63 municípios sul-mato-grossenses, realizando quase 20 mil castrações e microchipagens gratuitas de cães e gatos. Executada pela Superintendência de Políticas Integradas de Proteção à Vida Animal (Suprova), do Governo do Estado, a ação superou as expectativas. Inicialmente, o projeto previa atender cerca de 40 cidades.

O anúncio do novo aporte foi feito em Campo Grande, onde a Caravana segue em sua etapa final, que agora deixa de ser um encerramento para se tornar uma nova fase de expansão.

Mais animais atendidos, mais saúde para todos

Com o reforço financeiro, a iniciativa poderá alcançar os 16 municípios que ainda não haviam sido contemplados, além de retornar às localidades com maior demanda. Ao todo, mais 5 mil animais serão atendidos em cidades como Dois Irmãos do Buriti, Terenos, Pedro Gomes, Alcinópolis, Costa Rica, Paraíso das Águas, Água Clara, Aparecida do Taboado, Angélica, Naviraí, Juti, Amambai, Paranhos, Aral Moreira, Antônio João e Caracol.

A importância da ação vai além do cuidado com os pets. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Mato Grosso do Sul possui cerca de 2,9 milhões de habitantes, com uma média de 1 cão para cada 4 pessoas e 1 gato para cada 8. Isso representa aproximadamente 725 mil cães e mais de 360 mil gatos no Estado. Estes números reforçam a necessidade de políticas públicas de controle populacional responsável.

A castração, além de ser um ato de amor, é uma medida essencial de saúde pública. Ao reduzir a população de animais em situação de abandono, a ação contribui diretamente para a prevenção de zoonoses e melhora a qualidade de vida tanto dos animais quanto das famílias.

Compromisso que continua

Durante o anúncio, a senadora destacou a importância da continuidade do projeto:

“Castrar é um ato de amor e de responsabilidade. Quando cuidamos da saúde dos animais, também estamos cuidando da saúde humana. Essa Caravana mostrou que os pets são parte das nossas famílias e merecem atenção, cuidado e dignidade. Por isso, lutamos para investir mais R$ 2 milhões para garantir que os municípios que ainda não foram atendidos também recebam essa ação, além de reforçar o atendimento onde a demanda foi maior. É um compromisso com a vida, em todas as suas formas”, garantiu.

Maior ação da história do Estado

O superintendente da Suprova, Carlos Eduardo Rodrigues, reforçou a dimensão do projeto:

“A Caravana da Castração já é reconhecida como a maior ação de saúde e bem-estar animal da história de Mato Grosso do Sul. Isso só foi possível graças ao empenho do Governo do Estado, ao trabalho integrado com a Setesc e ao apoio fundamental da senadora Soraya Thronicke, que acreditou nesse projeto desde o início. Nosso agradecimento por esse novo investimento, que permitirá ampliar ainda mais esse impacto positivo na vida das pessoas e dos animais”, agradeceu.

A Caravana atende gratuitamente a população, ONGs e protetores independentes. O cadastro deve ser realizado pelo site www.sigpet.gov.br, conforme o calendário de cada município.

Em Campo Grande, os atendimentos seguem até o dia 19 de março no Parque Tarsila do Amaral. Depois, a estrutura segue para o distrito de Rochedinho, de 23 a 25 de março; para Anhanduí, de 26 a 28 de março; e, entre os dias 31 de março e 10 de abril, estará no Parque Jacques da Luz.

Todos os animais castrados recebem medicação, Colar Elizabetano e roupa cirúrgica, garantindo segurança e recuperação adequada.

Informações podem ser obtidas pelos telefones (67) 3316-9192 (Suprova) e (67) 2020-1397 (Subea).



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Banco Central reduz juros básicos para 14,75% ao ano


Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

“O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, destacou o texto.

Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom tinha reduzido os juros tinha sido em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% atuais.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7% , pressionado pelas mensalidades escolares. Mesmo com a alta, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses.

Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em abril de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.

As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%, abaixo do teto da meta. Há um mês, antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.

Crédito menos caro

A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.

O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,83% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.



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Sol aparece entre nuvens, mas chuva deve marcar a quinta-feira em Ponta Porã





O clima em Ponta Porã deve apresentar variações ao longo desta quinta-feira (19/3), com períodos de sol intercalados por chuva passageira. Segundo o Climatempo, a madrugada e a manhã terão sol com algumas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.

Durante a tarde, o tempo segue instável, com novas pancadas e ocorrência de descargas elétricas. Apesar disso, a tendência é de melhora gradual no período da noite, quando o céu permanece com muitas nuvens, mas sem previsão de chuva.

As temperaturas devem variar entre 22°C e 29°C, e o volume de chuva previsto é de 3,8 milímetros.




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Feriado de São José será de tempo instável em Ponta Porã





O feriado municipal de São José, celebrado nesta quinta-feira (19), deve ser marcado por tempo instável em Ponta Porã, com previsão de calor e pancadas de chuva ao longo do dia.
De acordo com os dados meteorológicos mais recentes, a temperatura deve variar entre mínima de 19°C e máxima de 29°C.

A previsão indica um dia de sol entre nuvens, com aumento da nebulosidade e chuvas passageiras, principalmente entre a tarde e a noite.

Há ainda alta probabilidade de precipitação, o que pode provocar momentos de instabilidade ao longo do feriado, apesar de períodos de melhoria temporária.

Sensação térmica e clima
Mesmo com a chuva, o clima segue abafado, típico do fim do verão na região sul de Mato Grosso do Sul, com sensação de calor durante boa parte do dia.

Manhã: sol com variação de nuvens
Tarde: aumento de nuvens e pancadas de chuva
Noite: tempo instável com possibilidade de chuva
A combinação de calor e umidade mantém o padrão típico de março, mês historicamente quente e chuvoso na região.




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CPI do Crime aprova pedido para investigar beneficiários do Master


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado aprovou, nesta quarta-feira (18), requerimentos que buscam aprofundar as investigações sobre o esquema de fraudes do Banco Master, incluindo pedido de informações sobre os beneficiários finais dos fundos vinculados ao Master e à Reag Investimentos.

Por outro lado, a maioria da Comissão rejeitou, por seis votos contra dois, o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Fazenda Paulo Guedes que vem sendo apontado por parlamentares governistas como possível facilitador da fraude do Master por meio de políticas e resoluções normativas de desregulação do mercado financeiro.

Também foi rejeitado, por seis votos contra quatro, o pedido para convocar para CPI o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, como testemunha. Valdemar revelou, em entrevista, que o cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, doou R$ 3 milhões para campanha de Bolsonaro, além de doações ao então candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Por outro lado, a Comissão aprovou a convocação da ex-noiva de Vorcaro, a empresária e influenciadora Martha Graeff, que teria recebido imóvel de R$ 450 milhões do banqueiro. Os parlamentares apontam que a medida pode configurar ocultação de patrimônio.

Também foi aprovado a convocação de dirigentes e sócios e a quebra de sigilos fiscal, bancário e telefônico da Prime Aviation, empresa ligada à Vorcaro usada para transportar aliados e parceiros em voos particulares.

A autora dos requerimentos, a senadora Soraya Thronicke (Podemos/MG), justificou que a empresa seria “peça central” na rede de companhias usadas para lavagem de dinheiro, “que cedeu a aeronave para que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) realizasse campanha para Jair Bolsonaro em 2022, demonstrando a proximidade do grupo com o núcleo político investigado”.

Foi aprovado ainda a convocação do ex-governador do Mato Grosso (MT), Pedro Taques, que tem denunciado fraudes em crédito consignados que teriam causado prejuízos a servidores estaduais.

A CPI iria ouvir, nesta manhã, o ex-diretor de fiscalização do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, afastado do cargo por suspeitas de ligação com Vorcaro. Porém, decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tornou o comparecimento dele opcional, levando-o a não comparecer a sessão.

Beneficiários finais do Master

O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), apresentou requerimento para tentar chegar aos beneficiários finais dos fundos de investimento exclusivos ou restritos vinculados, geridos ou administrados pelo Master ou pela Reag Investimentos, ambos envolvidos na investigação sobre a fraude financeira bilionária.

CPI do Crime Organizado (CPICRIME) realiza reunião para ouvir dois convidados. Os depoimentos colaboram com as investigações em andamento sobre o avanço do crime organizado no país.

A finalidade da comissão é apurar a atuação, expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor.

O requerimento aprovado pede a identificação completa dos beneficiários finais desses fundos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao Banco Central (BC), à Receita Federal e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

“Um desafio imenso nesse trabalho de identificação desse fluxo de lavagem de dinheiro é chegar ao beneficiário final. Hoje você usa várias camadas de fundos para ocultar o verdadeiro destino e o verdadeiro dono do dinheiro”, explicou o relator.

Alessandro Vieira argumenta que esses fundos são, não raro, desvirtuados para fins criminosos. “O capital ilícito é inserido no mercado financeiro formal e distanciado de sua origem criminosa por meio de sucessivas transações aparentemente regulares”, escreveu o parlamentar no requerimento.

Requerimentos rejeitados

A oposição reclamou dos requerimentos apresentados para quebra de sigilos fiscal e bancário de integrantes do governo de Jair Bolsonaro, como o ex-ministro Paulo Guedes, e o pedido de convocação de Valdemar da Costa Neta, que acabaram rejeitados.

Também havia pedidos de quebra de sigilos do ex-presidente do BC Roberto Campos Neto, além João Roma, ex-ministro da Cidadania de Bolsonaro. Os requerimentos de Campos Neto e Roma acabaram retirados.

O senador Marco Rogério (PL-RO) argumentou que os pedidos fogem do escopo original da CPI e seriam motivados por disputas político-eleitorais.

“Responsabilizar ou quebrar o sigilo em razão de uma pseudo-acusação de possível envolvimento é algo absurdo, é algo que fragiliza o papel da CPI”, justificou o senador da oposição.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), por sua vez, lembrou que o esquema do Banco Master cresceu durante a gestão econômica do governo anterior, que deveria ter protegido o mercado de capitais do país.

“Aconteceu sob a guarda e a proteção do Banco Central, do Ministério da Fazenda e de um campo político. Então, não dá para a gente querer tirar a política deste escândalo. Foi debaixo do comando deles que esse escândalo nasceu, cresceu, brotou e deu os frutos”, ponderou.



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Ministério da Saúde envia especialistas e reforça ações contra surto de chikungunya na Reserva Indígena


A resposta do governo federal ao avanço da chikungunya na Reserva Indígena de Dourados ganhou reforço nesta quarta-feira (18/3), com o envio de especialistas para coordenar ações emergenciais no território, que concentra cerca de 20 mil moradores e enfrenta um surto crescente da doença.

O diretor da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, anunciou a chegada de uma equipe composta por sete profissionais de saúde ao município. Entre eles está a cientista Lúcia Silveira, que atua no Grupo Técnico de Arboviroses do Ministério da Saúde. Já nesta quinta-feira (19/3), a equipe deve ser reforçada pelo infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha, com experiência em vigilância epidemiológica e atuação anterior em Dourados.

De acordo com o último levantamento, a reserva soma 692 casos suspeitos de chikungunya, sendo 217 confirmados. Há ainda 90 pessoas em atendimento e três pacientes internados. Em pouco mais de três semanas, quatro moradores morreram em decorrência de complicações da doença.

Durante coletiva no Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados, Stabeli explicou que o foco da atuação será dividido entre assistência direta à população, capacitação de profissionais e reorganização da rede de atendimento. Segundo ele, muitos trabalhadores da saúde ainda não têm familiaridade com o manejo clínico da chikungunya, o que exige treinamento imediato.

A estratégia também prevê a ampliação das equipes em campo. A previsão é de envio de mais quatro grupos da Força Nacional para intensificar a busca ativa de pacientes, garantir diagnóstico precoce e encaminhamento adequado dos casos mais graves.

As ações estão sendo conduzidas de forma integrada entre o Ministério da Saúde, por meio da Força Nacional do SUS, da Secretaria Especial de Saúde Indígena e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, em parceria com o governo estadual e a Prefeitura de Dourados. O objetivo é atuar simultaneamente no controle do mosquito transmissor e na reorganização do atendimento nas unidades de saúde.

Apesar do avanço dos casos, Stabeli evitou classificar o cenário como epidemia neste momento, tratando a situação ainda como um surto — embora não descarte a possibilidade de reclassificação caso os números continuem subindo.

Hospital de campanha amplia atendimento

Para dar suporte à rede de saúde, a Escola Municipal Tengatuí Marangatu foi adaptada e passou a funcionar como hospital de campanha. Logo no primeiro dia de operação, cerca de 80 pessoas foram atendidas na estrutura montada na quadra da escola.

O espaço foi organizado por equipes da Sesai em parceria com o HU-UFGD e conta com médico, enfermeiros, técnicos, farmacêutico, fisioterapeuta e psicólogo. Os atendimentos ocorrem das 7h às 19h, podendo se estender conforme a demanda.

Casos considerados mais graves estão sendo encaminhados ao Hospital da Missão Evangélica Caiuá, enquanto gestantes e crianças seguem para o HU-UFGD.

Além do atendimento, as equipes intensificaram visitas domiciliares. Há relatos de famílias inteiras com sintomas como dores intensas nas articulações e náuseas, característicos da chikungunya.

Avanço do mosquito preocupa autoridades

O cenário é agravado pela alta presença do mosquito transmissor. Em mais de 4,3 mil visitas realizadas nas aldeias, equipes identificaram 1.004 focos do Aedes aegypti. A maioria estava concentrada em caixas d’água, recipientes descartados e pneus velhos.

O avanço da doença também impactou o funcionamento das escolas na região. Na Aldeia Jaguapiru, aulas foram suspensas nesta quarta-feira após decisão de lideranças locais, diante do alto número de alunos e servidores com sintomas. Só na escola que abriga o hospital de campanha, cerca de 30 funcionários apresentaram sinais da doença.

O secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, afirmou que o poder público tem intensificado as ações, mas alertou que o controle da situação depende diretamente da colaboração da população.

Ele reforçou que a eliminação de água parada é essencial para conter a proliferação do mosquito e reduzir novos casos, destacando que o esforço conjunto será determinante para frear o avanço da doença na maior reserva indígena do país.



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Haddad fará proposta aos estados para conter preços dos combustíveis


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta quarta-feira (18), que o governo federal apresentará proposta aos estados para alterar a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. A medida é uma tentativa de conter a pressão nos preços, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, e de evitar uma possível greve dos caminhoneiros após a alta do diesel.

A estratégia será mediada durante a reunião de hoje do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão formado pelos secretários de Fazenda de todos os estados e do Distrito Federal e presidido pelo próprio ministro da Fazenda. Haddad não antecipou a proposta, mas afirmou que a política de baixar os preços não compromete a saúde fiscal das unidades federativas.

Para o ministro, deve ser levado em consideração o aumento da arrecadação dos estados com o ICMS após as ações federais contra a sonegação fiscal no setor de combustíveis, como a Operação Carbono Oculto. Além disso, segundo ele, a nova Lei do Devedor Contumaz, que combate a inadimplência fiscal reiterada, se adaptada às legislações estaduais, também deve elevar a arrecadação estadual.

“Isso é um dado positivo, que a arrecadação aumenta sem que o imposto aumente”, argumentou Haddad em entrevista na sede do Ministério da Fazenda.

Apesar de o governo federal já ter zerado o PIS e a Cofins sobre o diesel na semana passada, de forma temporária, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o alívio no bolso do consumidor será limitado sem a colaboração estadual e pediu “boa vontade” dos governadores.

Ainda assim, os estados rejeitam baixar o imposto e dizem que a experiência mostra que reduções tributárias sobre combustíveis não costumam ser repassadas ao consumidor final. Em nota publicada nessa terça-feira (17), o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), que reúne secretários de Fazenda estaduais, afirmou que esse tipo de medida gera uma perda dupla à população, porque o preço do combustível não baixa, mas há perda de dinheiro para políticas públicas.

Fiscalização

Além da subvenção ao diesel, na semana passada, o governo federal também determinou, em caráter permanente, medidas de fiscalização e transparência para combater o aumento abusivo dos preços dos combustíveis para fins de especulação. A abusividade será definida por critérios objetivos a serem desenhados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).

O ministro Fernando Haddad também lembrou que a Polícia Federal abriu inquérito para apurar irregularidades no mercado e garantir o repasse da redução dos impostos federais ao preço do combustível

“Vejam vocês que [o preço da] gasolina não foi alterado, no caso da Petrobras [que elevou o preço do diesel. No entanto, os especuladores estão aproveitando esse clima tenso em função da guerra para tirar proveito da situação, prejudicando a economia popular. Então, isso é grave”, afirmou.

“No caso do diesel, nós fizemos a compensação, tirando PIS e Cofins e subvencionando a diferença para que não houvesse aumento na bomba. E aqueles que estavam especulando antes das medidas do governo, eles não baixaram de preço ainda, pelo menos não todos”, acrescentou Haddad.



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