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Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país





Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.

Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.

A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.

A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.




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Homens são presos por contrabando de cigarros em Ponta Porã





Dois homens foram presos nesta quarta-feira (21/1), pela PMA (Polícia Militar Ambinetal), na MS-380, em Ponta Porã, pelo crime de contrabando.

A guarnição realizava policiamento na zona rural do município, quando avistou um veículo Volkswagen Gol seguindo no sentido contrário. Ao perceber a presença da viatura, o condutor realizou manobra brusca de retorno e empreendeu fuga em alta velocidade.

Após o início do acompanhamento tático, o motorista parou o automóvel e tentou fugir a pé por meio de um cultivo de soja, no entanto, ele foi alcançado de preso. No interior do veículo, também foi abordado o passageiro.

Durante a vistoria no carro, os policias encontraram 14 caixas de cigarros de diversas marcas do Paraguai, um pneu de motocicleta e uma roda também de motocicleta.

Ao serem questionados, os indivíduos admitiram ter adquirido os produtos em Pedro Juan Caballero, e que a carga seria dividida: metade permaneceria em Dourados e a outra seria levada para o distrito de Pana, em Nova Alvorada do Sul.

Diante do flagrante, ambos receberam voz de prisão. Os envolvidos, o veículo e a mercadoria foram encaminhados à Delegacia de PF (Polícia Federal) de Ponta Porã para o registro da ocorrência e as providências judiciárias cabíveis.




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Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa reforça defesa da liberdade de crença


O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, convida a sociedade à reflexão sobre o respeito à diversidade de crenças e à liberdade religiosa, direitos assegurados pela Constituição Federal. A data também é marcada pela memória de Mãe Gilda de Ogum (Ialorixá Gilda de Ogum), vítima de intolerância religiosa na Bahia, símbolo da luta contra o racismo religioso no Brasil.

Em Mato Grosso do Sul, a Secretaria de Estado da Cidadania atua no enfrentamento às violações de direitos motivadas pela discriminação religiosa, especialmente aquelas que atingem povos e comunidades de matriz africana, historicamente alvo de estigmatização, violência simbólica e institucional.

Segundo o subsecretário de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, Deividson Silva, a data carrega um significado profundo para a sociedade brasileira e para as políticas públicas de enfrentamento ao racismo.

“O dia 21 de janeiro é celebrado como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, uma data instituída para promover o respeito e a diversidade de crenças. É também um dia em homenagem a Ialorixá Gilda de Ogum, que faleceu após sofrer sucessivos atos de vandalismo contra o seu terreiro, na Bahia. Essa data tem uma simbologia muito grande, porque nos leva a refletir sobre a forma como as religiões de matriz africana e os povos de terreiro ainda são tratados, carregados de estereótipos, preconceitos e discriminações.”

De acordo com o subsecretário, o racismo religioso se manifesta de diferentes formas no cotidiano, desde agressões diretas até impedimentos simbólicos e sociais. “Essas populações ainda são impedidas, muitas vezes, de usar seus adornos, de expressar sua fé livremente. Suas práticas religiosas são vistas de forma pejorativa e, mesmo em um país laico, essas religiões continuam sendo perseguidas. Por isso, o 21 de janeiro é um momento de reflexão, de esclarecimento e de produção de conhecimento para toda a população sul-mato-grossense.”

MS sem Racismo

No âmbito das políticas públicas, o programa MS Sem Racismo é uma das principais estratégias do Governo do Estado para o enfrentamento ao racismo religioso e a promoção da igualdade racial. Lançado em 2025, o programa é permanente e intersetorial que, de forma contínua e integrada, vem promover ações de combate ao racismo estrutural e institucional, garantindo a efetivação dos direitos das populações negras, indígenas, povos e comunidades de terreiro e de matrizes africanas e outros grupos étnico-raciais historicamente discriminados.

“O MS Sem Racismo atua como um fator fundamental na defesa dessas populações e dessas religiões. Por meio do programa, o Governo do Estado assume o compromisso de defender a liberdade de culto. Temos dois pilares estratégicos muito importantes: o estabelecimento de protocolos de atendimento antidiscriminatórios — porque ainda é muito comum que servidores e a sociedade não saibam lidar com as religiões de matriz africana, reproduzindo falas e tratamentos discriminatórios — e a promoção do acesso a direitos e oportunidades”, explica o subsecretário.

Ainda segundo Deividson Silva, o objetivo é avançar para além do enfrentamento simbólico da discriminação. “O Estado assume a responsabilidade de padronizar e estabelecer protocolos antidiscriminatórios para reduzir e, futuramente, erradicar o racismo religioso em Mato Grosso do Sul. Além disso, o MS Sem Racismo promove visibilidade, combate estereótipos e fomenta ações de inclusão produtiva e empreendedorismo, para que essas populações possam sair de uma condição de vulnerabilidade social e econômica que ainda persiste em razão do preconceito.”

Programação

Como parte das ações alusivas à data, a Secretaria de Estado da Cidadania promove, nesta terça-feira (21), uma roda de conversa com o tema “A mão que cura é a mesma que resiste: um diálogo de respeito e liberdade religiosa no enfrentamento à intolerância”, momento em que a Cidadania vai dialogar sobre gênero, envelhecimento, diversidade sexual e acolhimento, no terreiro Sanzala no Jardim Nhanhá, em Campo Grande.

Participam do encontro, a subsecretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, que abordará o papel das mulheres na liderança dos terreiros em uma sociedade patriarcal;

Larissa Diniz Paraguaçu, subsecretária de Políticas Públicas para as Pessoas Idosas, que falará sobre o envelhecimento nos povos de terreiro e a centralidade dos mais velhos na transmissão dos saberes;

Mikaella Lima, subsecretária de Políticas Públicas para a População LGBTQIA+, que tratará do acolhimento dessa população nos terreiros, reconhecidos como espaços seguros e de pertencimento;

Deividson Silva, subsecretário de Promoção da Igualdade Racial, que apresentará as perspectivas e avanços do programa MS Sem Racismo no enfrentamento à intolerância religiosa.

A roda será realizada nesta terça-feira (21), às 19h. O terreiro fica na Rua Floriano Paula Correa, 831.



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Vítima em choque relata abuso sexual e perseguição com faca na Capital


Mulher em estado de choque procurou ajuda policial na manhã desta quarta-feira (21/1), após relatar ter sido vítima de abuso sexual e ameaças no Bairro Tiradentes, em Campo Grande. Dois policiais aguardavam a abertura de uma casa lotérica em um supermercado, onde fariam depósito de valores apreendidos, e foram abordados pela vítima.

Segundo a PC (Polícia Civil), a mulher contou que havia passado a noite na casa de um conhecido e que, ao acordar, encontrou o homem em pé ao lado da cama, completamente nu. Ela também estava despida e, próximo à cama, havia uma camisinha usada. Diante da cena, a vítima afirmou ter concluído que uma relação sexual ocorreu sem seu conhecimento ou consentimento, já que não se recordava de absolutamente nada da noite anterior.

Ainda muito abalada, ela disse aos policiais que jamais autorizou qualquer ato sexual e que a situação lhe causou medo, repulsa e indignação, levantando a suspeita de que estivesse em condição de vulnerabilidade no momento do ocorrido.

A vítima relatou ainda que, ao questionar o homem sobre o que havia acontecido, ele reagiu de forma agressiva, chegando a arremessar bebida alcoólica contra ela. Ao pedir que ele deixasse o local, passou a ser perseguida pelas ruas do bairro, enquanto o suspeito portava uma faca e fazia ameaças, colocando sua integridade física em risco.

A perseguição foi presenciada por uma moradora da região, que confirmou os fatos à polícia. Segundo a testemunha, além da perseguição armada, o homem chegou a dizer que, se fosse preso, a vítima “iria se arrepender”, caracterizando ameaça direta e tentativa de intimidação.

Durante a fuga, a mulher avistou a equipe policial e correu em direção aos agentes, pedindo ajuda e relatando imediatamente o ocorrido. Diante da gravidade da denúncia, os policiais interromperam a atividade administrativa e iniciaram diligências imediatas pelo bairro, com buscas a pé e com viatura, além da coleta de informações com moradores e comerciantes da região.

Após buscas intensas, o suspeito foi localizado em via pública e reconhecido pela vítima. Durante a abordagem, os policiais encontraram com ele a faca utilizada na perseguição, o que reforçou o relato apresentado.

A testemunha foi novamente ouvida no local da abordagem e reafirmou tudo o que havia presenciado, incluindo as ameaças e a perseguição com arma branca.

Vítima, suspeito e testemunha foram encaminhados à Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), onde o caso foi registrado e as providências legais adotadas. A mulher também entregou à polícia a camisinha que teria sido utilizada pelo autor, material que foi apreendido e encaminhado para possível perícia.



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Governo autoriza concurso com 194 vagas para Hospital Regional de MS


O Governo de Mato Grosso do Sul autorizou a realização de concurso público com 194 vagas para a Funsau (Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul (FUNSAU), instituição responsável pela gestão do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS). A autorização consta em decreto no Diário Oficial do Estado publicado, nesta quarta-feira (21). As vagas são

As vagas são para cargos da carreira Gestão de Serviços Hospitalares, entre eles técnico de serviços hospitalares, na função de técnico de enfermagem, reforçando o quadro de profissionais que atuam diretamente na assistência prestada à população. O concurso será realizado na modalidade de provas e títulos, conforme previsto no decreto.

De acordo com o texto, a organização do certame ficará a cargo da SAD (Secretaria de Estado de Administração), SES (Secretaria de Estado de Saúde) e da Funsau, que serão responsáveis por definir as normas, os procedimentos, as etapas do concurso e os critérios de seleção, todos a serem detalhados em edital específico.

Para a diretora-presidente da Funsau, Marielle Alves Corrêa Esgalha, a autorização do concurso representa um avanço importante para o fortalecimento da assistência hospitalar no Estado. “A ampliação do quadro de técnicos de enfermagem é fundamental para qualificar ainda mais o atendimento prestado no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Essa autorização demonstra o compromisso do Governo do Estado com a valorização dos profissionais da saúde e com a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população”, destaca.

O secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa, ressalta que o concurso integra um planejamento mais amplo de fortalecimento da rede pública estadual. “A autorização dessas vagas faz parte de uma estratégia de médio e longo prazo para garantir sustentabilidade ao sistema hospitalar, reduzir sobrecargas nas equipes e assegurar respostas mais eficientes às demandas assistenciais. O Hospital Regional é referência em alta complexidade e precisa de quadros dimensionados de forma adequada para manter a qualidade, a segurança e a continuidade do cuidado”, pontua.

O decreto entrou em vigor na data de sua publicação, e o edital do concurso, com informações sobre prazos, carga horária, requisitos legais e etapas do processo seletivo, será divulgado posteriormente.



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Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank


O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, instituição controlada pelo Banco Master. O banco, também liquidado pelo BC, vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) desde sua liquidação, decretada em novembro de 2025.

A liquidação do Will Bank foi anunciada nesta quarta-feira (21). Segundo o BC, entre as medidas previstas está a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição, que integrava o conglomerado Master.

Liderado pelo Banco Master, o conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

“Na ocasião da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master, entendeu-se adequada e aderente ao interesse público a imposição do RAET ao Master Múltiplo S/A, ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”, justificou o BC.

Liquidação inevitável

O BC, no entanto, avaliou que essa solução não se mostrou viável, após ser constatado, no dia 19 de janeiro, “o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo.”

Diante dessa situação, a autoridade monetária considerou inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, “em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.

Entenda o caso

Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado.

Para sustentar o modelo, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.

As investigações da Polícia Federal e os relatórios do BC apontam que o colapso do Master não foi apenas financeiro, mas também institucional.

A conexão com a gestora Reag Investimentos, a tentativa de venda ao Banco de Brasília (BRB) e a pressão sobre órgãos de controle transformaram o caso em um xadrez complexo, com impacto direto sobre investidores e sobre a credibilidade das instituições.

Entre 2023 e 2024, o Master teria desviado cerca de R$ 11,5 bilhões por meio de triangulações. O banco emprestava recursos a empresas supostamente laranja que aplicavam o dinheiro em fundos da gestora Reag Investimentos.

Esses fundos compravam ativos de baixo ou nenhum valor real, como certificados do extinto Banco Estadual de Santa Catarina (Besc), por preços inflados. O Banco Central, então, identificou seis fundos da Reag suspeitos, com patrimônio conjunto de R$ 102,4 bilhões – dinheiro que circulava entre fundos ligados aos mesmos intermediários, até chegar aos beneficiários finais.



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Prazo para pagamento da 1ª parcela do IPVA 2026 termina dia 30 de janeiro


Os proprietários de veículos em Mato Grosso do Sul que escolheram quitar o IPVA 2026 de forma parcelada precisam observar atentamente o cronograma estabelecido pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). A primeira parcela tem vencimento em 30 de janeiro, e as demais se estendem até o fim de maio.

O parcelamento está disponível para os contribuintes que não realizaram o pagamento em cota única dentro do prazo que garantia o desconto de 15%. Nessa modalidade, o imposto pode ser dividido em até cinco parcelas, conforme o calendário abaixo:

  • 1ª parcela: 30 de janeiro
  • 2ª parcela: 27 de fevereiro
  • 3ª parcela: 31 de março
  • 4ª parcela: 30 de abril
  • 5ª parcela: 29 de maio

Para o exercício de 2026, a Sefaz antecipou todo o processo de lançamento e arrecadação do IPVA. Os boletos passaram a ser disponibilizados de forma digital ainda em novembro do ano anterior, ampliando o prazo para organização financeira dos contribuintes e reforçando a comodidade no pagamento.

Neste ano, aproximadamente 870 mil veículos compõem a base tributável do imposto no Estado. O valor mínimo estabelecido é de R$ 30 para motocicletas e de R$ 55 para os demais tipos de veículos, medida que busca assegurar maior acessibilidade ao contribuinte.

Mato Grosso do Sul também se destaca por manter um dos conjuntos mais abrangentes de isenções e benefícios fiscais do país. Estão dispensados do pagamento, entre outros, veículos oficiais, de entidades assistenciais, autarquias, fundações e templos religiosos; tratores e máquinas agrícolas; aeronaves utilizadas na atividade rural; embarcações de pescadores profissionais; além de táxis, mototáxis, ambulâncias, viaturas do Corpo de Bombeiros, veículos diplomáticos e automóveis com mais de 15 anos de fabricação.

Pessoas com Deficiência (PCD) têm direito à redução de 60% no valor do imposto. Já empresas com frotas a partir de 30 veículos contam com alíquotas diferenciadas. Veículos movidos a gás natural veicular (GNV) permanecem totalmente isentos, como estímulo à adoção de alternativas mais sustentáveis. O imposto também não é cobrado em situações de furto, roubo ou perda total.

O setor produtivo segue contemplado com regras específicas. Permanecem válidas as reduções de alíquotas para veículos de carga, transporte coletivo e utilitários, incluindo a diminuição de até 50% na base de cálculo para caminhões, ônibus e motorhomes, medida que contribui para a competitividade econômica e o equilíbrio fiscal do Estado.

Mais informações e acesso aos serviços do IPVA estão disponíveis no site da Secretaria de Estado de Fazenda: www.sefaz.ms.gov.br/ipva.



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Esquema de desvio de carga é descoberto e 4 são presos em frigorífico de MS


Quatro funcionários da unidade da JBS, em Dourados, foram presos em flagrante na madrugada desta terça-feira (20/1), suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de carga. Os autuados Kelvic, de 24 anos, Maria José, de 27, Rafael, de 28, e Jocimario, de 47, já vinham sendo monitorados por gestores da empresa, que constataram irregularidades no estoque.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), a equipe administrativa acionou a PM (Polícia Militar) após identificar tentativa de furto durante o carregamento de um caminhão.

Funcionários do setor administrativo do frigorífico notou comportamento atípico de Jocimario, motorista de um caminhão Scania/P 310, que já estava carregado com 9,8 toneladas de salsicha. Entretanto, ele retornou com o veículo para a plataforma de embarque de mercadoria.

Imagens de monitoramento e a observação de supervisores de expedição mostraram que o caminhão foi carregado novamente com mais quatro paletes de linguiça, o que representaria o desvio de aproximadamente quatro toneladas de produto, avaliadas em cerca de R$ 120 mil.

Tal carregamento, conforme consta no registro policial, teria sido realizado com a participação de Kelvic, conferente da empresa e de nacionalidade venezuelana. Ao perceberem a ação suspeita, funcionários da JBS impediram a saída do caminhão e detiveram o motorista e o conferente até a chegada da polícia.

Durante conversa com o gerente de logística, Kelvic confessou espontaneamente o desvio da carga e afirmou que não agia sozinho. Ele apontou como supostos líderes do esquema os analistas de logística Rafael e Maria José, ambos também funcionários da empresa e de nacionalidade venezuelana.

Diante das informações, os gestores localizaram e detiveram os demais suspeitos ainda dentro das dependências da indústria e acionaram a Polícia Militar. Com base nos documentos apresentados, como notas fiscais, e nos indícios de materialidade e autoria, os policiais deram voz de prisão aos quatro envolvidos por furto qualificado na forma tentada.

Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Dourados.

Ainda conforme o registro policial, a ação do grupo já vinha sendo monitorada pela empresa, uma vez que não era a primeira vez que produtos desapareciam do estoque. Em uma ocasião anterior, um encarregado teria recebido propostas de suborno para consentir de forma omissa com o esquema criminoso.

O caso foi encaminhado à PC (Polícia Civil), que dará sequência às investigações.



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Anvisa suspende suplementos alimentares de duas marcas; confira


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu três suplementos da marca Cycles Nutrition por conterem substâncias que não foram avaliadas em testes de segurança. A decisão foi publicada hoje (20) no Diário Oficial da União e também determina o recolhimento dos produtos.

A medida se refere aos suplementos Recover Cycles Nutrition, Shot Ritual Cycles Nutrition e Relax Ritual Cycles Nutrition, que são da marca Cycles Nutrition e fabricados pela Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios. Segundo a Anvisa, nenhum desses três suplementos poderá ser comercializado, distribuído, fabricado, importado, divulgado ou consumido.

A Anvisa informou que todos esses produtos contém ingredientes que não tiveram sua segurança comprovada para uso em suplementos alimentares, o que poderia representar “graves riscos à saúde de quem os consome”.

Em nota publicada em suas redes sociais, a Cycles Nutrition informou que “sempre que possível” utiliza ingredientes compostos “principalmente por frutas e vegetais, que passam por processos rigorosos de escolha, qualidade e certificação” até chegarem na composição final dos produtos.

Ainda de acordo com a empresa, os citados extratos vegetais e de frutas “se tratam de ingredientes compostos de fruta ou vegetal em pó, classe esta de ingredientes amplamente utilizados nacional e internacionalmente para conferir aroma, sabor e cor a suplementos e alimentos”.

“Estamos prestando todos os esclarecimentos, estudos e dossiês técnicos necessários e seguiremos mantendo todos os nossos clientes e parceiros informados com total transparência”, diz a nota da empresa.

Mushin

Além da Cycles Nutrition, outra empresa que foi alvo da Anvisa nesta terça-feira (20) foi a Mushin Serviços e Comércio no Geral.

Três produtos da empresa foram proibidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados e consumidos. São eles: Fantastic Oat Frutas Vermelhas, Fantastic Oat Banana e Caramelo e Fantastic Oat Maçã e Canela. Além disso, a Anvisa determinou que todos esses produtos devem ser recolhidos.

Segundo a Anvisa, os três produtos estavam sendo fabricados e vendidos com a informação de que continham “extrato de cogumelo rico em vitamina D”, ingrediente que ainda não teve a sua segurança avaliada para uso em suplemento alimentar. A empresa também dizia que esses produtos reduziam níveis de colesterol ruim e controlavam o nível de açúcar no sangue, o que não tem comprovação científica.

Procurada pela Agência Brasil, a empresa informou ter sido surpreendida com a publicação da Anvisa. “Infelizmente, deve ter ocorrido algum mal-entendido na leitura da legislação, pois o extrato de Cogumelo Agaricus Bisporus contendo Vitamina D2 foi aprovado para uso em alimentos convencionais e suplementos alimentares. Nós somos muito corretos e sérios em relação aos produtos que comercializamos para nossos consumidores. Temos todos os documentos de aprovação do ingrediente. Ele foi avaliado quanto à segurança e aprovado aqui no Brasil em 2023”, diz a nota da empresa, que informa já ter acionado seus advogados para solucionar o caso.



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Irmãos são presos em Maracaju com 200 pneus de caminhão que seriam entregues em MT





Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam na tarde desta segunda-feira (19/1), em Maracaju, 207 pneus para caminhão que eram transportados em uma carreta bitrem Scania. Na ação, dois homens, de 47 e 51 anos, foram presos.

Os militares realizavam bloqueio na MS-164, zona rural do município, quando deram ordem de parada ao condutor do veículo. Durante entrevista, o motorista e o passageiro, que são irmãos, apresentaram versões desencontradas sobre o motivo da viagem.

Em vistoria nos dois semirreboques atrelados à carreta, os policiais localizaram os pneus de origem estrangeira. Questionados, os homens afirmaram que pegaram a carga na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e a levariam até o município de Alto Taquari (MT).

Os materiais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 1 milhão, foram encaminhados à Delegacia de PF (Polícia Federal) em Dourados.




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