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Vereador Carlos Bordão solicita melhorias para o bairro Coophafronteira





O Vereador Carlos Bordão quer que a Prefeitura de Ponta Porã atenda uma necessidade dos moradores do bairro Coophafronteira. O parlamentar está solicitando a reforma da calçada localizada na Rua Urumbela, localizada naquele bairro, ao lado do campo de futebol da Escola Municipal Professor Isaac Borges Capilé.

De acordo com o Vereador Carlos Bordão, “a calçada é amplamente utilizada por vendedores da agricultura familiar dos assentamentos rurais, que ali instalam suas bancas para a comercialização de produtos agrícolas e artesanais. No entanto, o local encontra-se em más condições, com desníveis, buracos e falhas no piso, o que compromete a segurança dos pedestres e dificulta a montagem das bancas de venda”.

Carlos Bordão entende que “a reforma da calçada proporcionará melhores condições de acessibilidade e segurança tanto para os vendedores quanto para os consumidores, além de contribuir para a valorização do espaço público e incentivo à agricultura familiar, atividade de grande importância econômica e social para o município”.

A solicitação foi formalizada por meio de uma indicação apresentada na sessão de 29 de outubro, na Câmara Municipal de Ponta Porã. O documento foi encaminhado ao Prefeito Eduardo Campos e ao Secretário Municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos.




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5 histórias que mostram protagonismo das mulheres no campo



Elas acordam cedo, enfrentam a rotina da granja, equilibram família, trabalho e gestão — e transformam cada desafio em oportunidade. De norte a sul do país, histórias como as de Nayara, Diva, Helena, Rita e Vera mostram que a presença feminina no campo vai muito além do apoio: é liderança, inovação e sensibilidade em cada detalhe da produção.

Seja entre os pintinhos de um aviário, nas bandejas de ovos ou na gestão de uma granja, essas mulheres provam que o agro também tem alma feminina — e um futuro que floresce com suas mãos.

Criada na roça, Nayara Prates sempre teve o agro no sangue. Depois de formada, decidiu voltar para o interior e ajudar o pai na produção de café. Mas foi a busca por novas oportunidades que a levou a investir na avicultura integrada, unindo tradição e tecnologia.

Ela estudou sobre manejo, nutrição e sustentabilidade, até montar o próprio aviário — que hoje completa sete anos de atividade. “Eu amo o que faço. Ver o pintinho crescer e o lote se desenvolver é gratificante. Cada ciclo é um aprendizado novo”, conta.

Além da paixão, Naara também criou uma integração sustentável: usa a palha do café como cama para as aves e, depois, transforma a cama usada em adubo orgânico para os cafezais. “Tudo se conecta. É o campo se reinventando e ensinando a gente a cuidar melhor do que é nosso.”

A história de Divanir Benatti Martins, a Diva, é marcada por união e superação. Quando o irmão decidiu investir na avicultura, ela se juntou à família para construir os galpões e aprender sobre o manejo.

Hoje, são dois aviários climatizados que sustentam três famílias — um exemplo de organização e cooperação. “A gente sempre trabalhou junto, um ajudando o outro. E isso deu certo. A granja trouxe estabilidade e qualidade de vida para todo mundo”, afirma.
Segundo Diva, o segredo está na presença diária.

“É um trabalho que exige atenção, porque o frango é um ser vivo. Cada detalhe faz diferença, e estar junto no dia a dia é essencial.”

Em Bastos (SP), a Granja Tsuboy é sinônimo de tradição e eficiência. Fundada na década de 1950 pelos pais de Helena, descendentes de japoneses, a granja cresceu com muito esforço e união familiar.

Hoje, ela atua na administração da produção de ovos, enquanto os irmãos cuidam do manejo e da fábrica de ração. “Meu pai sempre dizia que era preciso gostar do que se faz. E mesmo nas dificuldades, ele nos ensinou a ter disciplina e buscar alternativas”, lembra.

A palavra que define a trajetória da família é gaman — um termo japonês que significa persistência diante dos desafios. “Essa filosofia está presente em tudo o que fazemos. Trabalhar com ovos é rotina, é dedicação diária, e isso nos dá muito orgulho.”

A produtora Rita Moreira de Souza representa a nova geração de mulheres do agro, que concilia a rotina da granja com a maternidade. Após a perda do pai, ela assumiu a atividade junto com a mãe, enfrentando o desafio de aprender sobre energia, controle de temperatura e equipamentos.

“É uma responsabilidade grande, mas a gente se ajuda. Quando uma precisa sair, a outra fica de olho no lote. Nunca deixamos o aviário sozinho”, explica.
Rita mostra que é possível equilibrar o cuidado com os filhos e o trabalho no campo.

“No começo foi difícil, mas hoje já me adaptei. É corrido, mas é gratificante. A avicultura nos trouxe segurança e estabilidade.”

Depois de anos na cidade, Vera Lúcia Gobbi e o marido decidiram mudar de vida e realizar o sonho de montar uma granja. O início foi cheio de aprendizado, mas o amor pela atividade logo se transformou em resultado.

Atenta e experiente, ela identifica qualquer anormalidade no lote “no olhar e no ouvido”. “Nos primeiros dias é dedicação total. A gente aprende a entender o comportamento das aves e a corrigir rápido o que precisa.”

Hoje, Vera lidera a propriedade com confiança e já planeja expandir. “Cada ciclo é uma conquista. A granja nos deu orgulho, estabilidade e qualidade de vida. Produzir alimento é motivo de felicidade todos os dias.”

De diferentes regiões, idades e histórias, essas mulheres têm algo em comum: transformam desafios em oportunidades. Elas representam a força do campo brasileiro, onde o trabalho feminino gera renda, sustentabilidade e inovação.

Cada uma delas mostra que a presença da mulher na produção de alimentos vai além da rotina — é símbolo de gestão, sensibilidade e liderança.

O futuro do agro passa por mãos femininas que, com coragem e planejamento, seguem abrindo caminhos e inspirando novas gerações.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo


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Mulher encontrada morta em Maracaju pode ter sido vítima de estupro seguido de assassinato


A Polícia Civil de Maracaju investiga a morte de Carla Andriele Ribeiro Martins, de 30 anos, encontrada sem vida na última sexta-feira (31) em uma ribanceira às margens do Córrego dos Bugres, na Travessa Trevisan, região da Vila do Ovídio. As evidências levantadas até o momento apontam para a possibilidade de que a vítima tenha sido violentada sexualmente e morta por estrangulamento.

O corpo foi localizado por volta das 17h59, após um homem acionar a Polícia Militar. No entanto, ele relatou ter encontrado a vítima por volta das 15h, o que levantou questionamentos entre os investigadores sobre o motivo do atraso na comunicação do fato.

Carla vivia em situação de rua, e no local onde foi encontrada havia sinais de luta e violência física, indicando que ela tentou resistir ao agressor. A Perícia Técnica Científica de Dourados, acionada para o caso, identificou fortes indícios de um crime sexual.

Os peritos constataram também que a vítima apresentava marcas de luta intensa e sinais de esganadura, que a calcinha estava rasgada, presa apenas a uma das pernas, que havia marcas no solo sugerem que o autor se ajoelhou durante o ataque.

Nas proximidades do corpo, foram encontrados pertences pessoais, como uma calça, uma blusa de frio, uma mochila e um par de tênis. Os laudos periciais devem confirmar se houve de fato abuso sexual e determinar a causa exata da morte.

Imagens de câmeras de segurança estão sendo usadas na investigação;(Foto: Divulgação)

As investigações já contam com uma linha de apuração definida. Câmeras de segurança registraram Carla conversando com um homem em uma bicicleta por volta das 22h da noite anterior, nas proximidades do local do crime. A polícia acredita que o assassinato tenha ocorrido durante a madrugada de sexta-feira (31).

De acordo com a Polícia Civil, há “indícios da autoria do crime”, e um suspeito pode ser identificado nos próximos dias. Por enquanto, o caso está registrado como “Morte a Esclarecer”, procedimento padrão até a conclusão dos laudos e da investigação.



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Chuvas intensas de até 100 mm atingem três estados até domingo



O primeiro fim de semana de novembro será marcado por chuva forte e risco de temporais em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, segundo alerta da Climatempo. O volume acumulado pode ultrapassar 100 milímetros em algumas regiões, com potencial para alagamentos, enxurradas e queda de energia, inclusive nas capitais São Paulo, Curitiba e Campo Grande.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com a meteorologista Josélia Pegorim, o tempo instável não será causado por uma frente fria, mas pela combinação de calor intenso, alta umidade e ventos em diferentes níveis da atmosfera, que favorecem a formação de nuvens carregadas. “Essas condições vão permitir o desenvolvimento de áreas de instabilidade fortes e duradouras ao longo do fim de semana”, explica.

Neste sábado (1º), a chuva mais intensa deve se concentrar no oeste e centro-norte do Paraná, no centro-sul e leste de Mato Grosso do Sul e no oeste e sul paulista, especialmente nas regiões de fronteira com o Paraná. Nas demais áreas dos três estados, são esperadas pancadas moderadas a fortes à tarde e à noite. A Climatempo também prevê temporais localizados nas capitais.

Domingo deve ter chuva forte em São Paulo

No domingo (2), a circulação de ventos muda, espalhando as áreas de instabilidade sobre o estado de São Paulo. O risco de chuva intensa e temporais aumenta em praticamente todas as regiões paulistas, com possibilidade de grande volume acumulado e transbordamento de córregos em áreas urbanas.

Volumes de chuva e orientações

Entre sábado e domingo, o acumulado deve variar entre 50 e 100 mm na maior parte dos três estados. Em alguns pontos, os volumes podem ultrapassar 100 mm, segundo a Climatempo.

A meteorologista reforça que o cenário exige atenção da população:

“Com a chuva forte e persistente, há risco de alagamentos, quedas de árvores e até enchentes repentinas. É importante acompanhar os alertas da Defesa Civil e evitar áreas de risco durante os temporais”, orienta Pegorim.



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Homem é preso pela PRF com R$ 2,2 milhões em eletrônicos em Dourados





Por volta das 19h desta sexta-feira (31/10), a PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu Rafael Andrade de Amorim, de 36 anos, transportando R$ 2,2 milhões em eletrônicos num veículo Tucson, próximo à Avenida Guaicurus, em Dourados. 

Segundo a ocorrência, os policiais abordaram o carro e perceberam deformações no porta-malas e também no assoalho, indicando que havia compartimentos ocultos. Questionado, Rodrigo disse que estava vindo de Ponta Porã após ser formar em Medicina, e retonava para Dourados, onde mora. 

Os agentes procederam com a fiscalização no automóvel e encontraram 289 iPhones dos modelos 17, 16, 15 e 14 e ainda 13 iPad’s. Diante do flagrante, Rodrigo recebeu voz de prisão e foi autuado em flagrante na PF (Polícia Federal) em Dourados.




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Produção de queijos artesanais cresce 300% em SP com modernização de inspeção



A produção artesanal de queijos em São Paulo vive um momento de forte expansão. Desde 2023, o número de produtores registrados no Serviço de Inspeção de São Paulo (Sisp) aumentou 300%, passando de seis novos registros em 2022 para 24 em 2025. Com quase 60 queijarias artesanais formalizadas e mais de cem indústrias queijeiras ativas, o estado se consolida como um dos grandes polos da queijaria brasileira.

Segundo dados da Associação Paulista do Queijo Artesanal (APQA), o setor movimentou R$ 21,84 milhões em 2024, reflexo direto da modernização do processo de formalização e do fortalecimento das propriedades familiares dedicadas à produção artesanal.

Digitalização facilita formalização de pequenos produtores

O Sisp Artesanal passou por um processo de modernização que vem transformando a realidade dos pequenos produtores. Com o sistema totalmente digitalizado e equipes especializadas em inspeção artesanal dentro da Defesa Agropecuária, o governo paulista tem ampliado o acesso à formalização, garantindo mais segurança e qualidade nos produtos.

A iniciativa busca valorizar o trabalho no campo e estimular o crescimento sustentável de empreendimentos familiares que preservam técnicas tradicionais e fortalecem a economia rural.

Atualmente, o Sisp Artesanal reúne 234 estabelecimentos registrados no estado, abrangendo diferentes cadeias produtivas:

  • 100 voltados à produção de lácteos;
  • 94 de carnes;
  • 21 de mel;
  • 12 de ovos;
  • 7 de pescados.

O programa tem papel essencial na formalização de pequenos negócios rurais, assegurando qualidade, rastreabilidade e valorização de produtos típicos paulistas.

O crescimento do setor vem acompanhado de um novo movimento de valorização dos queijos paulistas: o lançamento das Rotas do Queijo de São Paulo.

A iniciativa, coordenada pela Casa Civil em parceria com as secretarias de Turismo e Viagens, Agricultura e Abastecimento, Cultura e Economias Criativas, Desenvolvimento Econômico e Invest SP, reúne 102 queijarias distribuídas em 77 municípios, organizadas em oito rotas temáticas.

O projeto será apresentado durante o Mesa SP 2025 e tem como objetivo promover os queijos paulistas nos mercados interno e internacional, conectando produtores, turistas e consumidores em experiências que unem gastronomia, cultura e turismo rural.

Produtores premiados ganham espaço no mercado

Um exemplo do novo perfil de produtor é o da Estância Silvânia, em Caçapava, conduzida por Camila Almeida e o marido. Em 2025, o casal conquistou três medalhas de ouro no Mondial du Fromage, principal competição mundial de queijos e laticínios.

Com o registro no SISP Artesanal, obtido após a simplificação do sistema, a Estância ampliou sua presença no mercado e garantiu mais segurança ao consumidor.

“Sempre tivemos o sonho de levar nossos queijos para todo o Estado. Já conquistamos prêmios importantes, inclusive internacionais, mas a comercialização era limitada ao município. Com o registro artesanal, finalmente podemos ampliar nosso mercado e chegar a novos consumidores. E agora estamos muito felizes em integrar a Rota do Queijo”, afirma Camila.

Modernização da legislação impulsiona o setor

As resoluções SAA nº 63 e nº 52, de 2023, modernizaram o Sisp e simplificaram o registro de produtores artesanais de alimentos de origem animal. A criação de uma equipe especializada em inspeção artesanal e o uso do sistema Gedave, que permite o cadastro digital e prazos mais ágeis, tornaram o processo menos burocrático e mais acessível.

Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, as mudanças refletem um esforço conjunto do Governo de São Paulo para valorizar o produtor rural e promover os alimentos paulistas.

“Estamos construindo um ambiente que une qualidade, inovação e identidade. Nossos queijos são reconhecidos no mundo todo e representam o melhor da agricultura paulista: trabalho, tradição e excelência”, destaca Piai.



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Aneel mantém bandeira para vermelha 1 na conta de luz em novembro


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a bandeira foi reduzida para o patamar 1.

De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.

“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a agência.

A agência reguladora de energia elétrica acrescentou “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro”. “Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.

Custos extras

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.



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Renda na agropecuária sobe 6,5% no trimestre, aponta IBGE



A renda dos trabalhadores da agropecuária cresceu 6,5% no trimestre encerrado em setembro, segundo dados divulgados na sexta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. O resultado, somado à expansão do emprego no campo, ajudou a sustentar o bom desempenho do mercado de trabalho brasileiro em 2025.

O rendimento médio dos trabalhadores do setor chegou a R$ 2.198, impulsionado pela melhora na produtividade e pela valorização de alguns produtos agrícolas. Além disso, o número de pessoas ocupadas na agropecuária aumentou 3,4% no trimestre — o equivalente a mais 260 mil trabalhadores.

“A agropecuária foi um dos motores da ocupação neste trimestre, contribuindo para compensar perdas observadas no comércio e nos serviços domésticos”, explicou Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE.

Renda total do trabalho atinge recorde

A massa de rendimento real dos trabalhadores brasileiros alcançou R$ 354,6 bilhões, novo recorde da série histórica, refletindo tanto o aumento do rendimento médio quanto o elevado nível de ocupação. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve alta de 5,5%.

Entre os setores, além da agropecuária, também registraram aumento de renda:

  • Construção: +5,5%
  • Administração pública, saúde e educação: +4,3%
  • Serviços domésticos: +6,2%

Mesmo com estabilidade no número total de trabalhadores, o crescimento do rendimento real mostra, segundo o IBGE, “a continuidade da melhora das condições do mercado de trabalho ao longo de 2025”.



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Prêmio de R$ 34 milhões da Mega-Sena será sorteado neste sábado





As seis dezenas do concurso 2.935 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 19h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 34 milhões.

Por se tratar de um concurso com final cinco, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 18h (MS), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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Mulher encontrada morta em Maracaju pode ter sido estuprada


A Polícia Civil de Maracaju investiga a morte de Carla Andriele Ribeiro Martins, de 30 anos, encontrada sem vida na última sexta-feira (31) em uma ribanceira às margens do Córrego dos Bugres, na Travessa Trevisan, região da Vila do Ovídio. As evidências levantadas até o momento apontam para a possibilidade de que a vítima tenha sido violentada sexualmente e morta por estrangulamento.

O corpo foi localizado por volta das 17h59, após um homem acionar a Polícia Militar. No entanto, ele relatou ter encontrado a vítima por volta das 15h, o que levantou questionamentos entre os investigadores sobre o motivo do atraso na comunicação do fato.

Carla vivia em situação de rua, e no local onde foi encontrada havia sinais de luta e violência física, indicando que ela tentou resistir ao agressor. A Perícia Técnica Científica de Dourados, acionada para o caso, identificou fortes indícios de um crime sexual.

Os peritos constataram também que a vítima apresentava marcas de luta intensa e sinais de esganadura, que a calcinha estava rasgada, presa apenas a uma das pernas, que havia marcas no solo sugerem que o autor se ajoelhou durante o ataque.

Nas proximidades do corpo, foram encontrados pertences pessoais, como uma calça, uma blusa de frio, uma mochila e um par de tênis. Os laudos periciais devem confirmar se houve de fato abuso sexual e determinar a causa exata da morte.

As investigações já contam com uma linha de apuração definida. Câmeras de segurança registraram Carla conversando com um homem em uma bicicleta por volta das 22h da noite anterior, nas proximidades do local do crime. A polícia acredita que o assassinato tenha ocorrido durante a madrugada de sexta-feira (31).

De acordo com a Polícia Civil, há “indícios da autoria do crime”, e um suspeito pode ser identificado nos próximos dias. Por enquanto, o caso está registrado como “Morte a Esclarecer”, procedimento padrão até a conclusão dos laudos e da investigação.

Imagens mostram a vítima conversando com suspeitos.(Foto: Divulgação)



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