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Sem aceitar fim do relacionamento, homem assassina ex a facadas na frente da filha em cidade de MS


Mais uma mulher foi morta pelo ex-compaheiro que não aceitava o fim do relacionamento. O crime aconteceu na noite desta terça-feira (4/11), na Rua Santa Terezinha, no Bairro Santa Luzia, em Jardim, quando Aline Silva, de 26 anos, foi arrastada para fora da sua residência e assassinada a facadas pelo autor, de 55, na frente da filha de seis anos. 

Conforme informações do site Jardim MS News, o assassino identificado como “Paraguaio”, foi até o imóvel da vítima e a chamou, porém, ela se negou a atendê-lo e foi puxada para fora, sendo golpeada várias vezes. Após o fato, ele fugiu em direção a uma região de mata próxima.

O homem possui passagens por tráfico de drogas e estaria utilizando tornozeleira eletrônica.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas ao chegarem ao local constataram que a mulher já não apresentava sinais vitais. Policiais militares e civis, e agentes da Perícia Técnica estiveram no local para os levantamentos de praxe, e o corpo de Aline foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal).

Diligências estão sendo realizadas pelas forças de segurança para localizar o suspeito, que segue foragido.

Com a morte de Aline, Mato Grosso do Sul registra 33 feminicídios em 2025.



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Abiove pede a STF suspensão de processos que questionam a Moratória da Soja



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) protocolou na segunda-feira (3) pedido de medida cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender processos judiciais e administrativos que questionem a moratória da soja. A entidade argumenta que a continuidade dessas ações pode gerar decisões contraditórias ao entendimento que vem sendo formado pela Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, que trata da Lei 12.709/2024 de Mato Grosso. Em nota divulgada nesta terça-feira (4) a associação considerou “positiva” a decisão do STF que validou a lei estadual.

O pedido foi apresentado no mesmo dia em que o STF formou maioria para validar a lei mato-grossense, que veda a concessão de benefícios fiscais e terrenos públicos a empresas signatárias de acordos como a moratória. O placar está em 7 votos favoráveis à constitucionalidade da norma e 3 contrários. A decisão determina que os efeitos da lei passam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026.

Na nota, a Abiove afirmou que a decisão “reconheceu a legalidade da Moratória da Soja na discussão sobre a inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 12.709/2024, do Mato Grosso”. Segundo a entidade, “a decisão confirma que o pacto multissetorial é uma iniciativa legítima, eficaz e alinhada aos princípios constitucionais, além de reconhecer seus impactos positivos para o meio ambiente e para o agronegócio brasileiro”.

Na petição ao STF, a Abiove pede o sobrestamento de três processos específicos. O primeiro é a ação coletiva movida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, na qual a entidade de produtores requer a declaração de ilegalidade e a extinção da moratória da soja. O segundo é o processo administrativo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investiga o pacto. O terceiro é o inquérito administrativo instaurado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade também na segunda-feira contra 15 executivos de tradings e entidades setoriais.

A Abiove sustenta que o relator da ADI 7774, ministro Flávio Dino, reconheceu em sua decisão que “a Moratória da Soja não foi marcada por ilegalidades e trouxe inequívocos benefícios ao paaís”. Esse entendimento foi referendado pela maioria dos ministros que já votaram no plenário virtual. Para a entidade, permitir que o Cade ou a Justiça estadual prossigam com investigações sobre a suposta ilegalidade do pacto representaria contradição ao posicionamento do STF.

A associação cita o artigo 28 da Lei 9.868/99, que estabelece que decisões do STF em ações diretas de inconstitucionalidade têm eficácia contra todos e efeito vinculante sobre órgãos do Judiciário e da Administração Pública. A Abiove argumenta que o conselheiro José Levi do Amaral Júnior, do Cade, reconheceu em sessão de 30 de setembro que o efeito vinculante das decisões do STF se aplica também aos órgãos da Administração Pública federal indireta, como o próprio Cade.

A entidade destaca o timing da abertura do inquérito pela SG do Cade, ocorrida no mesmo dia em que o STF formou maioria. “A instauração de novo inquérito administrativo pela SG/CADE, realizada hoje mesmo, é demonstração vívida da urgência deste pleito”, afirma a petição. A Abiove alega perigo na demora, argumentando que decisões contrárias à posição do STF podem gerar insegurança jurídica para empresas signatárias, para o setor agroindustrial e para a política ambiental de combate ao desmatamento.

A associação pede que o STF determine a suspensão imediata, com efeitos retroativos e para todos, de processos que tenham por objeto a legalidade ou ilegalidade da moratória, até o trânsito em julgado da ADI 7774. Caso não seja deferida a suspensão geral, a Abiove requer ao menos o sobrestamento dos três processos mencionados. A entidade cita precedentes do STF em que a Corte determinou a suspensão nacional de processos em ações diretas de inconstitucionalidade.

Em nota, a Abiove destacou que “sempre trabalhou para o reconhecimento do alto padrão de sustentabilidade da soja brasileira, promovendo simultaneamente a expansão da produção, o desenvolvimento regional e a preservação ambiental”. A entidade afirmou que “esse equilíbrio foi possível graças a um conjunto de ações setoriais, entre elas, a Moratória da Soja, que contribuíram para que o grão deixasse de ser vetor de desmatamento no bioma Amazônia”.



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Hospital Regional da fronteira realiza 1ª cirurgia por videolaparoscopia


O Hospital Regional de Ponta Porã realizou, pela 1ª vez, cirurgia utilizando a técnica de videolaparoscopia, método minimamente invasivo que representa um salto de qualidade na assistência cirúrgica oferecida à população da fronteira sul de Mato Grosso do Sul. A distribuição dos equipamentos, feita pelo Governo do Estado por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), seguiu o processo de regionalização da saúde, com aquisições planejadas de forma estratégica para atender às necessidades específicas de cada macrorregião.

A paciente Carine de Fátima Martins, 42 anos, foi a primeira beneficiada. Diagnosticada com pedra na vesícula (colelitíase), ela vinha enfrentando fortes crises de dor, náuseas e restrições alimentares. “Eu tinha crises horríveis, para quem já teve pedra na vesícula sabe como é. A alimentação era bem limitada. Após a cirurgia, quase não sinto dor. O pós-operatório é outra coisa, nem se compara. Quero voltar à vida normal, poder me alimentar melhor”, relatou.

O procedimento, realizado na quarta-feira (29), consistiu em uma colecistectomia videolaparoscópica, técnica que substitui o corte tradicional por pequenas incisões no abdome. Por meio delas, são introduzidos instrumentos delicados e uma microcâmera que transmite imagens em tempo real, permitindo ao cirurgião atuar com precisão e segurança.

Menor trauma, menos risco e redução da dor

Segundo o cirurgião Paulo Henrique Brites de Barros, responsável pela operação, os benefícios da técnica são expressivos. “A videolaparoscopia causa menor trauma cirúrgico, reduz a dor no pós-operatório e o risco de infecção, além de proporcionar recuperação mais rápida e cicatrizes discretas. Em geral, o paciente pode receber alta em até 24 horas e retomar suas atividades em poucos dias”, explicou.

O médico destacou ainda o impacto do avanço para o hospital. “O prognóstico costuma ser excelente, especialmente em casos de colelitíase não complicada. Essa cirurgia marca um avanço importante para o hospital e para a população, demonstrando a capacidade técnica da equipe local e a evolução da assistência cirúrgica oferecida à comunidade.”

A implantação da videolaparoscopia no Hospital Regional foi possível graças ao investimento do Governo do Estado na aquisição de equipamentos e no treinamento da equipe cirúrgica. Após um período de capacitação, o hospital passou a ter condições técnicas para executar o procedimento de forma segura e autônoma. Atualmente, a unidade tem capacidade para realizar duas cirurgias videolaparoscópicas por dia, devido ao tempo necessário para a esterilização dos instrumentos — processo que leva de três a quatro horas.

Ampliação

Mas a expectativa é ampliar gradativamente o número de atendimentos. Estimativas internas indicam que cerca de 70% das cirurgias realizadas no hospital poderiam ser feitas por esse método, reduzindo o tempo de internação e liberando mais leitos para novos pacientes.

Com uma média de 20 procedimentos cirúrgicos diários, o Hospital Regional de Ponta Porã é referência regional em cirurgias gerais e de urgência. A realização da primeira videolaparoscopia é vista pela direção como um marco técnico e simbólico, resultado direto do empenho coletivo da equipe multidisciplinar.

“Foi um grande desafio, mas também uma conquista de todos. Tínhamos essa missão de colocar em operação uma estrutura de alta qualidade, que produz imagens em 4k, adquirida pelo governo do estado. A união da equipe e o comprometimento de cada profissional foram decisivos para o sucesso do procedimento”, destacou o diretor-geral do hospital, Alex Marques Cruz. “É uma tecnologia que já está disponível para população usuária do SUS”, acrescentou.

A equipe que realizou a cirurgia é composta pelo cirurgião Paulo Henrique Brites de Barros; cirurgião auxiliar, Luis Fernando Ramoa Gonzalez; anestesista Luis Gustavo Solis Mendonça; enfermeiro Eduardo de Freitas; instrumentador técnico Fabrício Henrik Pantoja Castelo; circulante técnica Aline Patrícia Vidal Godoi; pivô técnica Gabriela Cueva Recalde; e responsável técnica, enfermeira Tabta Caroline Luna Santana.

O Hospital Regional de Ponta Porã Dr. José de Simone Netto é referência em saúde pública para mais de 200 mil habitantes da região sul de Mato Grosso do Sul. A unidade é gerenciada pelo Instituto Social Mais Saúde desde agosto deste ano. O hospital possui 117 leitos e realiza serviços de urgência e emergência, internações, cirurgias e atendimento ambulatorial nas especialidades de clínica médica, ginecologia-obstétrica, pediatria e ortopedia, além de dispor de amplo suporte diagnóstico com exames de imagem e de laboratório.



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Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 48 milhões





Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.936 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (4). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 48 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 04 – 07 – 09 – 15 – 29 – 32

61 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.125,04 cada

5.298 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 647,65 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 18h (MS) de quinta-feira (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.




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Banco Central decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15%



Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o da energia, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (4) a penúltima reunião do ano. Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.

Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa.

A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. Na ata da última reunião, em setembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado.

Segundo a ata do Copom, a conjuntura econômica dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país têm tido “maior impacto” do que temas estruturalmente desafiadores para a formação dos preços de mercado. No cenário interno, alguns preços, como o da energia, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim de 2025 ou início de 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.

Inflação

O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia do indicador oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,18% em outubro e acumula 4,94% em 12 meses. O preço médio dos alimentos recuou pelo quinto mês consecutivo. O IPCA referente aos 31 dias de outubro só será divulgado no próximo dia 11.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,55%, contra 4,8% há quatro semanas. Isso representa inflação levemente acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior é 4,5%.

Nesse modelo de aferição, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em novembro de 2025, a inflação desde dezembro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em dezembro, o procedimento se repete, com apuração a partir de janeiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,8%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.



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Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 48 milhões


Agência Brasil*

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.936 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (4). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 48 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 04 – 07 – 09 – 15 – 29 – 32

61 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.125,04 cada

5.298 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 647,65 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 18h (MS) de quinta-feira (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.



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Decisão do Copom e ambiente global de risco são os destaques do dia; ouça análise de especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o ambiente global de risco favoreceu o dólar, que subiu 0,77% a R$ 5,39, enquanto o Ibovespa atingiu novo recorde, com a 10ª alta seguida e giro de R$ 25,3 bilhões.

O Nasdaq caiu cerca de 2% diante da aversão ao risco.

O mercado aguarda o Copom, que deve manter a Selic em 15%, e destaca a retração de 0,4% na produção industrial.

Hoje, atenção ao comunicado do Copom, PMI no Brasil e dados de emprego nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Marçal empossa presidente da Agetran e aponta desafios para o trânsito de Dourados


O prefeito Marçal Filho empossou na manhã desta terça-feira (04) a nova diretora-presidente da Agência Municipal de Trânsito e Transporte, Rosana Fátima Ramos Gonçalves, e falou sobre os desafios que ela vai enfrentar na missão de tornar o trânsito de Dourados mais seguro e humanizado. A nomeação da diretora-presidente foi publicada em edição suplementar do Diário Oficial do Município, na tarde de segunda-feira (03), logo abaixo do decreto que a exonerou da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) onde estava lotada e desenvolvia função estratégica.

Ao empossar Rosana Fátima Ramos Gonçalves, o prefeito Marçal Filho agradeceu a dedicação e o empenho do antecessor Juscelino Cabral, que ontem também foi nomeado e diretor de Administração Geral da Câmara Municipal de Dourados, em ato assinado pela presidente da Câmara, Liandra Brambilla. “O Juscelino agora é diretor da Câmara e nós precisamos dele lá, pela experiência que ele tem, que já foi vereador, e a Liandra necessitava de uma pessoa com perfil dele, que já foi vereador, tem experiência e assumiu esse novo desafio na carreira”, ressaltou Marçal Filho.

Na sequência, falando para os servidores, o prefeito enfatizou a missão da Agetran. “Quero dizer para vocês que essa Agência é muito importante porque cuida de uma coisa muito sensível na vida de todos, que é o trânsito” destacou Marçal Filho. “É algo bastante complexo, sempre digo que todo mundo entende trânsito, é igual o futebol, onde todo mundo quer ser técnico da Seleção Brasileira”, exemplificou. “Sobre o trânsito, muitas pessoas costumam pensar assim também, mas, na realidade, é uma área muito técnica e nós temos que melhorar muito essa questão do trânsito em Dourados, porque a gente não pode pensar o trânsito só agora, só em 2025, temos que pensar para daqui 20, 30 anos”, completou o prefeito.

Marçal Filho ressaltou que Dourados está crescendo muito, tem um grande volume de veículos e já sofre com engarrafamento. “Isso era inimaginável algum tempo atrás, mas hoje o horário de pico é uma loucura, tem engarrafamento em diversos pontos”, ressaltou. “Então, a missão de vocês aqui é uma missão muito importante e muito difícil, muito complexa, porque tem que pensar Dourados numa visão macro”, enfatizou o prefeito. “E pensar macro, não é instalar um semáforo aqui, um quebra-molas ali, porque você pode resolver um problema naquele local, mas pode estar criando outro se você não faz um estudo maior”, argumentou.

Servidores da Agetran participaram da solenidade de posse da nova diretora-presidente

Acompanhado pelo secretário municipal de Serviços Urbanos, Luis Roberto Martins de Araujo, o Beto, o prefeito deixou claro aos servidores e à nova diretora-presidente, o modelo de gestão que ele espera da Agetran. “Então, eu vim aqui pra dizer que a partir de agora vai ter essa responsabilidade, de tocar essa Agência de Trânsito em sintonia com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, mesmo porque a Semsur tem muito a ver com o trânsito”, anunciou. “As funções da Secretaria do Beto se confundem muito com o trânsito, porque tem a questão do trânsito, que é a segurança viária”, completou.

O secretário Luis Roberto Martins de Araújo deixou claro que Agetran e Semsur tem sintonia e precisam trabalhar juntas. “Precisamos pensar nossa cidade e pensar a longo prazo, como o prefeito disse”, enfatizou. “Então, nós temos que trabalhar em duas linhas, uma é cuidar o hoje, que é cuidar da pintura, da sinalização, da questão semafórica, e temos que pensar a longo prazo num projeto bem estruturado e será assim que faremos”, completou. “Conheço bem a Agetran, conheço o trabalho que vocês fazem e quero participar, quero trabalhar unido com vocês”, prosseguiu. “A Agetran foi criada vinculada à Secretaria de Serviços Urbanos, com o passar do tempo foi desvinculada, mas precisamos trabalhar juntos por Dourados”, finalizou Beto.

NOVA DIRETORA

A nova diretora-presidente da Agência Municipal de Trânsito e Transporte, Rosana Fátima Ramos Gonçalves, falou do desafio da nova função. “Temos excelentes talentos aqui na Agetran, muita gente comprometida com o trabalho e sei que a gente pode fazer uma administração de excelência, que é aquilo que o prefeito deseja”, afirmou. “Eu quero agradecer o prefeito por ter me dado essa oportunidade e quando o Beto me convidou eu vi a possibilidade de a gente voltar a reconstruir um sonho que a gente tinha lá atrás, quando ajudamos na criação do Departamento de Trânsito, que hoje é um Agência estruturada”, completou.

Rosana Fátima Ramos Gonçalves ressaltou o potencial da Agetran e de Dourados. “Eu tenho orgulho do trabalho que já realizei como servidora e quero ter muito mais orgulho daqui pra frente, de poder trabalhar com vocês”, afirmou. “Tenho certeza que juntos vamos cuidar com amor e construir com trabalho a Dourados que todos merecem, com um trânsito organizado, seguro, humanizado”, finalizou a nova diretora-presidente da Agetran.



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Audiência pública cobra responsabilidade do Estado por falta de vagas nas escolas


Audiência pública realizada pela Comissão de Educação da Câmara de Dourados, em parceria com a Prefeitura Municipal e com a participação do Simted e da Fetems, na quinta-feira (30), cobrou do Governo do Estado responsabilidade diante da falta de vagas e da superlotação nas escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme).

O debate foi mediado pelo vereador Elias Ishy (PT), presidente da Comissão de Educação, e contou com a presença de autoridades municipais e estaduais, entre elas o secretário municipal de Educação Nilson Francisco, a deputada Gleice Jane (PT), o deputado Renato Câmara (MDB) e o coordenador-geral de Planejamento e Avaliação Educacional da SED/MS, Alciley Lopes, representante do secretário estadual de Educação, Hélio Queiroz Daher.

Durante o encontro, o presidente do Simted, Tiago Coelho, apresentou dados que mostram que, em 2024, a rede municipal atendeu 32.583 alunos, com projeção de mais de 37 mil matrículas para 2025. Atualmente, 120 unidades da rede municipal atendem 84% dos estudantes, enquanto a rede estadual, com apenas 24 escolas, responde por 16% do total. Segundo levantamento, mais de 300 crianças permanecem fora das salas de aula.

Representando a SED/MS, Alciley Lopes reconheceu a redução de turmas do 1º ao 5º ano na rede estadual, mas anunciou a abertura de cinco salas modulares em escolas municipais, totalizando 20 novas turmas para atender cerca de 700 alunos.

O vereador Elias Ishy destacou a importância do diálogo entre os diferentes setores da sociedade e os governos municipal e estadual, defendendo ações imediatas e estruturantes. “Não podemos encerrar o ano com o mesmo problema. Precisamos garantir o direito das crianças a um ensino público de qualidade. A responsabilidade é de todos, cada um na sua cadeira”, afirmou.

Encaminhamentos
Entre as deliberações, foi aprovada a criação de um Grupo de Trabalho (GT), com representantes de todas as instituições presentes, para aprofundar a análise dos dados e encaminhar propostas ao Governo do Estado.

Com base em assembleias escolares realizadas anteriormente, foi apresentada uma Carta Aberta destinada ao Governo do Estado, solicitando que a Secretaria de Estado de Educação estabeleça um Regime de Colaboração, conforme previsto no artigo 211 da Constituição Federal, compartilhando a responsabilidade pelo ensino fundamental e priorizando o atendimento do 1º ao 5º ano no município. O documento está disponível para assinaturas da população e de entidades e deve ser protocolado nos próximos dias.

Também foi proposta a criação de uma Frente Parlamentar específica para tratar da falta de vagas nas escolas de Dourados, composta por vereadores da Câmara.

A Comissão de Educação é formada pelos vereadores Elias Ishy (PT), Sergio Nogueira (PP) e Rogério Yuri (PSDB). Compuseram ainda a mesa o vereador Franklin Schmalz (PT), o professor Ataulfo Stein Neto (Fetems), o defensor público Lucas Colares Pimentel, a conselheira Alice Rocha (Conselho Tutelar) e o professor Bruno Alves Moreira (Fórum Municipal de Educação).



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Negociações lentas e preços em queda: confira as cotações da soja no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa liquidez e preços pressionados. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, as ofertas foram escassas e o vendedor manteve spreads elevados, enquanto compradores atuaram de forma contida.

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Nesta segunda-feira (4), a indústria seguiu com ritmo reduzido com o fim da temporada, e os portos registraram indicações mistas ao longo do dia. Ontem (3), a comercialização apresentou maior firmeza, mas os volumes voltaram a diminuir nesta terça-feira.

Na safra nova, apenas fixações pontuais foram registradas, sem avanço consistente. Os prêmios continuam em baixa, enquanto a queda em Chicago e a alta do dólar mantiveram as cotações irregulares no mercado interno.

Acordo EUA-China

Sobre o acordo entre Estados Unidos e China, a consultoria diz que, apesar do entendimento político entre os dois países ter contribuído para realização de lucros em Chicago, o mercado segue aguardando confirmações oficiais de novas compras chinesas de produtos americanos. Sem anúncios concretos, o movimento acabou sendo limitante para os preços.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de 136,00 para 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 137,00 para 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de 134,00 para 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 127,00 para 125,00
  • Dourados (MS): caiu de 127,00 para 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 125,00 para 124,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 142,00 para 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 142,00 para 141,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa, com realização de lucros após as altas recentes. O acordo entre Estados Unidos e China trouxe expectativa de novas vendas aos chineses, mas sem confirmações oficiais o mercado perdeu força. A valorização do dólar frente a outras moedas também pesou sobre as cotações.

Contratos futuros

O contrato janeiro/2026 caiu 12,75 centavos (1,12%), para US$ 11,21 1/2 por bushel. Março/2026 recuou 12,50 centavos (1,09%), para US$ 11,27 3/4 por bushel.
No farelo, dezembro recuou US$ 3,40 (1,05%), a US$ 317,40 por tonelada. O óleo dezembro fechou a 49,53 centavos de dólar, queda de 0,31 centavo (0,62%).

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,77%, negociado a R$ 5,3987 para venda e R$ 5,3967 para compra, com variação entre R$ 5,3791 e R$ 5,4021 ao longo do dia.



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