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BC aprimora regras relacionadas ao FGC e à gestão de riscos do sistema financeiro


O Banco Central publicou nesta sexta-feira resolução para regulamentar conceitos relacionados a informações de instituições financeiras associadas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

“As alterações aumentam a consistência das métricas utilizadas na regulação, melhoram a qualidade das informações disponíveis e reforçam a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos”, disse o BC em nota.

A autarquia informou que foi disciplinado o Ativo de Referência (AR), além de ter sido feito aprimoramento na forma de cálculo do Valor de Referência (VR) e do Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) das instituições.

O Ativo de Referência, instituído neste ano pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é um indicador voltado a refletir a qualidade, a diversificação e a transparência dos ativos mantidos pela instituição. Já o Valor de Referência representa a exposição potencial do FGC aos instrumentos de captação das instituições.

De acordo com o BC, sempre que o VR superar o AR, a instituição deverá aplicar recursos equivalentes à diferença em títulos públicos, “reforçando sua liquidez e capacidade de enfrentar riscos”.

O Patrimônio Líquido Ajustado, por sua vez, é usado para avaliar a capacidade das instituições de absorver perdas. Segundo o BC, passam a ser incluídos no cálculo desse indicador instrumentos adicionais “que reforçam a base de capital das instituições em situações adversas”.

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Ainda em relação ao VR, a autarquia disse que a partir de novembro deste ano os depositários de ativos financeiros deverão fornecer às instituições associadas ao FGC dados sobre créditos cujos titulares não sejam cobertos pela garantia.

“Esse detalhamento permitirá a exclusão de créditos de titulares inelegíveis à garantia da base de cálculo do VR, permitindo a melhor calibração da exposição de risco”, afirmou.

O Banco Central e o governo federal têm promovido ajustes em normas do FGC, que sofreu forte impacto da liquidação do Banco Master, que fez o fundo desembolsar mais de R$40 bilhões em coberturas a investidores após seu colapso, mesmo sendo uma instituição de porte não significativo para o sistema financeiro.

O FGC é uma entidade privada que atua para proteger depositantes e investidores por meio do pagamento de garantias em casos de intervenção ou liquidação de instituições financeiras.



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PIB da agropecuária cresce 2% no trimestre e corresponde a 7% do PIB

O PIB (Produto Interno Bruto) da agropecuária cresceu 2% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao quarto trimestre de 2025, totalizando R$ 230,4 bilhões, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a alta foi de 0,7%.

A agropecuária respondeu por cerca de 7% do PIB brasileiro no período, que totalizou R$ 3,3 trilhões com alta de 1,1% na comparação com o trimestre anterior. Considerando atividades relacionadas, como insumos, agroindústria, transporte e comércio, a participação do agro na economia é maior.

No primeiro trimestre, também houve crescimento da Indústria, de 1,0%, e dos Serviços, de 0,5%.

De acordo com o IBGE, o desempenho da agropecuária foi influenciado pelo aumento da produção e da produtividade agrícola. Dados do LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola) indicam que condições climáticas favoráveis em grande parte das regiões produtoras e a ampliação da área plantada impulsionaram a produção de soja, que registrou aumento de 4,8% na estimativa anual e alcançou recorde na série histórica.

Por outro lado, culturas com participação relevante no primeiro trimestre apresentaram redução na estimativa anual de produção e produtividade, como o milho, com queda de 2,5%, e o arroz, de 10,6%.

O PIB acumulado nos quatro trimestres encerrados em março de 2026 avançou 2,0% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Nesse período, o Valor Adicionado da Agropecuária registrou crescimento de 7,5%.

 

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Ciro defende Aécio como presidenciável; ex-governador já chamou deputado de ‘cadáver’


Em nota, presidente estadual do PSDB no Ceará afirma que pré-candidatura é necessária para conter polarização

Marcelo Fonseca / Estadão Conteúdo e Kayo Magalhães / Câmara dos DeputadosPresidente do PSDB no Ceará, Ciro Gomes, e o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG)
Presidente do PSDB no Ceará, Ciro Gomes, e o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG)

O presidente do PSDB no Ceará, Ciro Gomes, defendeu o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República para as eleições de outubro. O posicionamento ocorre após um histórico de críticas de Ciro ao parlamentar mineiro, a quem já classificou como “cadáver político” em 2017 e com quem afirmou não desejar contato em 2022.

Em nota, o pré-candidato ao Governo do Ceará justificou o apoio como uma medida para buscar o equilíbrio no cenário político atual. “Vejo como muito importante para este momento brasileiro a possibilidade de o PSDB lançar a candidatura de Aécio Neves à presidência da República”, afirmou.

Segundo o ex-governador, o país necessita de um projeto que preze pela conciliação para superar o “fosso ideológico” entre as forças políticas.

“O aprofundamento do fosso ideológico, manipulado de lado a lado de forma interesseira e imediatista, não permitirá ao Brasil reunir-se, como dramaticamente necessita, após a disputa eleitoral radicalizada”, disse Ciro.

Pré-candidatura

A manifestação de Ciro ocorre após declarações do próprio Aécio Neves na terça-feira (26). Em entrevista à Jovem Pan, o deputado afirmou que “se preparou a vida inteira” para o cargo e que tem disposição para a disputa.

Aécio avaliou que seu papel atual é “posicionar o PSDB no centro da política” e criticou a polarização entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), nomes que, segundo ele, não apresentam avanços para o futuro do Brasil.

Histórico de divergências

O apoio de Ciro Gomes marca uma mudança em relação a declarações anteriores. Em 2017, durante encontro com empresários na Firjan, Ciro afirmou que Aécio era um “cadáver político” e que “o que faz com o cadáver é enterrar”. Na ocasião, o ex-ministro criticava a manutenção do parlamentar na presidência do PSDB.

Em 2022, Ciro reforçou o distanciamento por meio das redes sociais, escrevendo: “Há anos que não tenho qualquer tipo de contato com deputado Aécio Neves. Nem pretendo ter”.

 

Apoio do partido

Além da ala cearense presidida por Ciro, o ex-senador Tasso Jereissati também defendeu o nome de Aécio Neves. Em nota, Jereissati afirmou que a pré-candidatura reafirma o compromisso histórico do PSDB com o Plano Real e a responsabilidade fiscal.

De acordo com o ex-senador, Aécio se apresenta como uma alternativa de “retomada de um projeto social-democrata de sucesso e longe dos extremos”.

“Neste momento em que nos vemos sob o risco de uma danosa divisão entre brasileiros, resultado de posições da extrema direita e da esquerda, Aécio se apresenta com não apenas como conciliador, mas como retomada de um projeto social-democrata de sucesso e longe dos extremos”, afirma o ex-senador.

O PSDB deve discutir internamente a viabilização da candidatura para o pleito presidencial que ocorre daqui a cinco meses.





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PIB avança 1,1% no primeiro trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões


O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu (1,1%) no primeiro trimestre do ano, frente ao 4o trimestre de 2025, totalizando…



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Uísque e charutos: boca-livre em NY custou US$ 1 milhão a Vorcaro


Na boca-livre de Vorcaro, houve gastos milionários com uísque, atração da degustação, e centenas de milhares de dólares em charutos



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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm leve alta em meio a demissões baixas


WASHINGTON, 28 Mai (Reuters) – ⁠O número de ⁠norte-americanos que entraram com ‌pedidos de auxílio-desemprego teve leva alta na semana passada, em ‌meio a demissões relativamente baixas apesar da guerra que se arrasta com o Irã.

Os pedidos iniciais de ⁠auxílio-desemprego ‌aumentaram em 5.000, para ⁠215.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 23 de maio, informou o Departamento do Trabalho ​nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 211.000 ​pedidos para a última semana. Os pedidos têm se mantido em uma faixa de 190.000 a 230.000 ‌este ano.

Fora os ​cortes de pessoal de alto nível realizados por empresas de tecnologia relacionados ⁠à ​inteligência artificial, ​as demissões permaneceram baixas de modo ⁠geral, apesar da ​incerteza, primeiro devido às tarifas de importação do ano passado ​e, agora, à guerra entre os EUA e ​Israel ⁠com o Irã. O conflito fechou o ⁠Estreito de Ormuz, aumentando os preços das commodities, incluindo petróleo e fertilizantes, e elevando a inflação.



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Mulher jogada de penhasco por ex-companheiro recebe alta em MG


Após ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros na última terça-feira (26), Ana Cláudia foi levada consciente e sem sinais de fraturas para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII

Reprodução/@thaine_eloisa via Instagram
Ana Cláudia Rodrigues, que foi jogada de um penhasco em Belo Horizonte, recebeu alta do hospital Foto: Reprodução/@thaine_eloisa via Instagram
Thaine Heloísa Rodrigues de Souza, filha de Ana Cláudia, publicou uma foto da mãe nas redes sociais, sentada em um sofá na casa onde moram segurando uma cesta com chocolates e um balão com uma mensagem: “Boa recuperação”.

Arremessada de um penhasco de 50 metros na Serra do Rola-Moça, em Belo Horizonte (MG), pelo seu ex-companheiro, Ana Cláudia Rodrigues da Silva Souza, 41 anos, recebeu alta do hospital na quarta-feira (27). A informação foi confirmada por uma parente da vítima à reportagem.

Thaine Heloísa Rodrigues de Souza, filha de Ana Cláudia, publicou uma foto da mãe nas redes sociais, sentada em um sofá na casa onde moram. Nesta quinta (28), ela postou outra imagem, que mostra Ana Cláudia segurando uma cesta com chocolates e um balão com uma mensagem: “Boa recuperação”.

Ana Cláudia havia sido sequestrada na última segunda-feira (25). A vítima foi jogada do penhasco e só foi localizada e resgatada na terça (26) mais de 24 horas depois da agressão. Silvanildo Amâncio de Araújo, 52 anos, de quem Ana Cláudia se separou em fevereiro depois de 10 anos, foi preso suspeito de ser o autor do crime.

Em um vídeo, Silvanildo confessou ter jogado a ex-companheira do penhasco por conta de uma briga que ocorreu entre os dois no último sábado (23), e admitiu que fugiu após o episódio. Ele foi detido em Várzea da Palma, a mais de 300 km da capital mineira.

No veículo de Silvanildo, os policiais militares encontraram um canivete, além de diversas facas e quatro celulares – um deles embalado em papel alumínio na tentativa de dificultar o rastreamento via GPS. A defesa dele não foi localizada.

Após ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros, Ana Cláudia foi levada consciente e sem sinais de fraturas para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na capital mineira.

Ela foi levada para o hospital Hospital Metropolitano Odilon Behrens para dar continuidade ao tratamento e, antes de receber alta na quarta, chegou a ser levada para outra unidade de saúde para a realização de exames.

 





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Estimativa de setembro aponta queda de 6,4% na safra 2024


O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (15) pelo IBGE, mostra que a safra nacional de…



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país se divide entre alerta de temporais e tempo seco nesta 6ª


O cenário meteorológico no Brasil apresenta uma acentuada divisão nesta sexta-feira (29/5), impulsionado pela atuação de múltiplos sistemas atmosféricos. Enquanto a aproximação de um cavado meteorológico e a circulação de ventos úmidos trazem de volta as instabilidades e o risco de temporais para o Sul e o extremo sul de Mato Grosso do Sul, as regiões Sudeste e Centro-Oeste experimentam um dia de maior estabilidade.

Em contrapartida, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os ventos marítimos concentram os maiores volumes de chuva e alertas de tempestade nas faixas norte e litorânea das regiões Norte e Nordeste.

Na Região Sul, o tempo firme predomina apenas nas primeiras horas da manhã, dando lugar a uma rápida mudança nas condições climáticas. Novas áreas de instabilidade avançam do oeste e interior do Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas moderadas a fortes acompanhadas de trovoadas, inclusive na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A partir da tarde, o sistema se expande para o oeste e sul de Santa Catarina e a faixa oeste do Paraná. Apesar do retorno da chuva, as temperaturas sobem gradualmente e garantem um dia agradável, com elevações mais expressivas no noroeste paranaense.

No Sudeste, a tônica do dia é a estabilidade na maior parte dos estados, embora a atuação da alta pressão oceânica e de uma frente fria afastada no Atlântico mantenham o céu nublado na faixa leste. Há previsão de chuva fraca e isolada para o litoral paulista, capixaba e fluminense, com intensidade moderada entre o norte de São Paulo e a Região dos Lagos (RJ).

O ar frio marítimo deixa as temperaturas amenas no centro-sul paulista, no Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais. Já no interior, especialmente no Triângulo Mineiro e norte de São Paulo, o clima fica seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30%.

O Centro-Oeste segue uma tendência semelhante de calor e tempo seco na quase totalidade de sua extensão, mas com uma exceção importante em Mato Grosso do Sul. A atuação de um cavado em níveis médios da atmosfera deve provocar pancadas de chuva com trovoadas no extremo sul, sudoeste e oeste do estado entre o fim da manhã e a noite, ganhando força no período noturno.

Umidade baixa

O restante da região central do país enfrenta baixos índices de umidade — inferiores a 30% no leste de Mato Grosso e norte de Goiás — e rajadas de vento de até 50 km/h.

No Nordeste, a atenção se volta para a faixa norte e o litoral leste, onde os ventos úmidos vindos do mar sustentam uma nebulosidade elevada e chuvas frequentes desde cedo.

Os termômetros continuam registrando marcas altas, mas há alertas severos para temporais na região de Salvador e Canavieiras, no litoral do Rio Grande do Norte e na costa do Maranhão, incluindo a capital São Luís.

Em contraste com o litoral úmido, o interior nordestino permanece muito quente e seco, com níveis críticos de umidade no centro-oeste da Bahia, oeste de Pernambuco e sul do Piauí e Maranhão.

A Região Norte do país combina o forte aquecimento diurno com a alta umidade para gerar nuvens carregadas ao longo de toda a sexta-feira. A ZCIT continua fortemente ativa sobre o extremo norte da região, gerando alertas de temporais para Roraima, Amapá, além do norte e oeste do Amazonas e do Pará, com impactos diretos nas capitais Boa Vista e Macapá.

Por outro lado, um sistema de alta pressão garante tempo firme e ensolarado no Acre, em Rondônia, no Tocantins e nas porções sul do Pará e Amazonas, mantendo o ambiente abafado.

Atenção da população

Por fim, os ventos intensos e a baixa umidade do ar configuram o fechamento do quadro climático nacional, exigindo atenção da população para os cuidados com a saúde. Rajadas de vento variando entre 40 e 50 km/h serão registradas no litoral do Espírito Santo, no Nordeste e no estado do Tocantins.

Este último, inclusive, além dos ventos fortes em seu interior, deve registrar índices de umidade inferiores a 30%, assemelhando-se ao clima de deserto observado nas demais áreas centrais e de interior do Brasil nesta jornada.



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Constituição de 1988 foi maior desastre econômico da história, diz Maílson da Nobrega







O ex-ministro da Fazenda Maílson da Nobrega disse nesta quinta-feira, 28, que a Constituição de 1988 é a raiz dos problemas fiscais do Brasil e foi o maior desastre econômico da história.

Ele também destacou que a situação das contas públicas ficou insustentável, empurrando o País a uma crise fiscal sem precedentes na falta de perspectiva de propostas de ajustes no debate eleitoral.

“Nós festejamos a Constituição de 88 pelo lado das instituições da democracia, o seu contrapeso, mas foi o maior desastre econômico da história, que até hoje ecoa no Brasil”, comentou Maílson, durante o Pine Macro Day, fórum promovido pelo banco Pine, onde ele é membro do Conselho de Administração.

Segundo o ex-ministro, a ideia que prevaleceu na Constituição foi de reduzir as desigualdades e a pobreza por meio de aumento do gasto público.

Ao contrário da China, que escolheu um modelo de crescimento baseado em ganhos de produtividade, o Brasil, comparou Maílson, optou pelo gasto público em programas sociais, o que levou a uma deterioração fiscal que estrangulou os investimentos.

Assim, enquanto os Estados Unidos cresceram 37% nos últimos doze anos, o Brasil cresceu 15% no mesmo período, salientou o ex-ministro. Citando as previsões da equipe econômica de que todo o espaço para gastos do orçamento vai ser tomado por despesas obrigatórias no ano que vem, Maílson afirmou que a situação fiscal se tornou insustentável e está se aproximando de um ponto de ruptura. “A hora da verdade está chegando”, assinalou.

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Ele disse, porém, que não há perspectiva de o ajuste fiscal entrar no debate das eleições deste ano, o que pode levar o Brasil a uma crise fiscal, com consequente recessão econômica.



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