Categorias
economia

Três em cada 4 municípios não tinham plano para primeira infância em 2023


Em 2023, 26,6% dos municípios tinham um Plano Municipal pela Primeira Infância; no Ceará, proporção foi de 97,8% – Foto:…



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Brasil não precisa se ajoelhar


O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, criticou a atuação dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, após o país classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

Pimenta chamou de “traição” ao Brasil, caso seja verdade que Flávio e Eduardo Bolsonaro atuaram para a decisão dos norte-americanos. O deputado também afirmou que “o Brasil não precisa se ajoelhar para combater o crime”. A manifestação foi feita pelas redes sociais na noite desta quinta-feira (28/5).

“O que a extrema direita tenta vender como ‘grande dia’ pode abrir caminho para interferência externa, sanções contra o país e uma lógica militarizada sobre um problema que precisa ser enfrentado com inteligência, coordenação e responsabilidade. Ninguém está defendendo facção. Estamos defendendo o Brasil”, disse Pimenta.

Para o deputado, a segurança pública não deve ser usada para palanque político. “Sem facção. Sem entreguismo. Com lei e trabalho concreto”, completou.

Decisão dos EUA

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (28/5), que classificará o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras. A decisão ocorreu um dia após o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Flávio também esteve nesta semana com o presidente Donald Trump e afirmou ter conversado com o norte-americano sobre as organizações terroristas brasileiras.

Após a decisão dos EUA, Flávio comemorou pelas redes sociais. “Grande dia”, escreveu no X.





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Quem vai se beneficiar com o fim da escala 6×1? 


O avanço da PEC 8/2025, aprovada na Câmara dos Deputados e encaminhada para apreciação do Senado Federal, levanta discussões sobre quais trabalhadores podem ser mais afetados pelas mudanças. Embora seja assegurado um dia a mais de descanso na semana para os celetistas (regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho), a proposta exige que setores da economia se adaptem ao novo modelo.

A seguir, entenda quem pode se beneficiar com o fim da escala 6×1, o que prevê o texto aprovado e quais são os principais pontos do debate.

O fim da escala 6×1 deve beneficiar profissionais da iniciativa privada que trabalham em regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A medida assegura direitos já conquistados e não prevê cortes salariais.

Celebrada pelo governo e nas redes sociais, no entanto, o texto aprovado não prevê efeitos imediatos para os trabalhadores. Os parlamentares aprovaram a transição gradual de até 12 meses para adaptação das empresas, e redução inicial de duas horas semanais após 60 dias de promulgação da nova jornada.

Há também prazos adicionais para contratos ligados ao poder público e previsão de regras específicas para atividades com operação contínua, turnos e serviços essenciais. Além disso, MEIs deverão cumprir normas próprias, a serem definidas em lei separada.

Embora esperada por 71% dos brasileiros, a proposta esbarra em críticas do setor produtivo. Por exemplo, a estimativa do empresário Flávio Rocha, da Riachuelo, é que o custo de operação no varejo suba de 18% a 20%.

Continua depois da publicidade

Por outro lado, análise de Cláudio Pires, sócio-diretor da MAG Investimentos, ao InfoMoney, aponta que as pressões sobre custos e preços nas empresas serão um “choque momentâneo” e irão se dissipar com o tempo.

Uma das pressões é citada em estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a entidade, o custo da hora trabalhada pode aumentar 7,8% com a redução da jornada de trabalho.

Apesar da variação, o Ipea avalia que o novo cenário cria oportunidades de reorganização interna, redução de desperdícios e inovações tecnológicas — fatores que podem aumentar a produtividade.

Como funciona a escala 6×1

Na escala 6×1, o trabalhador atua durante seis dias consecutivos e tem um dia de descanso. É o formato comum de áreas que funcionam ao longo de toda a semana, como comércio, hotéis, hospitais e parte da indústria.

Esse tipo de escala é permitido dentro dos limites previstos na Constituição e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre eles, estão carga horária semanal, descanso remunerado e intervalos durante a jornada.

Hoje, o limite constitucional é de até 44 horas semanais. No caso da jornada 6×1, as empresas distribuem essas horas ao longo dos seis dias de trabalho.

Continua depois da publicidade

Dependendo da atividade e das regras negociadas por cada categoria, a escala também pode incluir domingos, feriados, turnos alternados e revezamento entre equipes.

Qual a diferença entre escala 6×1 e escala 5×2?

A principal diferença está na divisão entre dias de trabalho e folga.

Na escala 6×1, o profissional trabalha seis dias e descansa um, ao passo que na 5×2, a jornada ocorre em cinco dias da semana, com dois dias de descanso.

Continua depois da publicidade

Os dois formatos cumprem o mesmo limite de carga horária semanal previsto na legislação. O que muda é a distribuição das horas ao longo da semana.

Qual é o debate no Congresso sobre a escala 6×1

Entre os principais pontos da PEC aprovada na Câmara, estão:

  • redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas;
  • garantia de dois dias de descanso por semana;
  • transição gradual ao longo de até 12 meses;
  • redução inicial de duas horas semanais cerca de 60 dias após a promulgação;
  • regras específicas para setores com operação contínua, turnos e serviços essenciais.

O parecer também prevê prazo maior de adaptação para contratos ligados ao poder público e discussão separada sobre regras envolvendo MEIs.

Continua depois da publicidade

Pelo texto aprovado na Câmara, a redução da jornada semanal não poderá provocar corte de salários.

Na prática, isso elevaria o valor da hora trabalhada, já que o salário seria mantido com menos horas de expediente ao longo da semana.

O relatório também prevê que empresas e categorias negociem adaptações por meio de acordos coletivos, principalmente em setores que dependem de turnos e funcionamento contínuo.

Continua depois da publicidade

O que dizem os empresários sobre fim da escala 6×1?

Entidades empresariais ligadas à indústria, ao comércio e aos serviços afirmam que a redução da jornada semanal exige transição gradual e adaptação operacional das empresas.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), setores que funcionam com mão de obra intensiva podem enfrentar aumento de despesas caso a redução da jornada aconteça sem ganho equivalente de eficiência. Essa também é a preocupação de representantes do comércio e serviços, especialmente com áreas que funcionam em horários estendidos ou aos fins de semana.

O empresariado também alerta para possíveis impactos sobre pequenas e médias empresas. Nesse caso, a margem para reorganizar turnos, ampliar equipes ou absorver custos adicionais rapidamente é menor.

Por outro lado, parte do setor produtivo reconhece a importância do debate sobre jornadas mais flexíveis e qualidade de vida no trabalho. O tema tem ganhado força em vários países nos últimos anos, e deve continuar avançando no Brasil.

O que diz o governo sobre fim da escala 6×1?

O governo federal apoia publicamente a redução da jornada semanal, e também defende que a mudança aconteça de forma gradual, para que as empresas se adaptem e reorganizem escalas de trabalho.

Nos bastidores, a equipe política trabalhou para acelerar a tramitação da PEC e apoiar um texto de consenso capaz de avançar no Congresso. O relatório aprovado na Câmara incorporou regras de transição e exceções para determinados setores e contratos públicos.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Setor de energia renovável apresenta propostas a presidenciáveis para consolidar o Brasil como liderança global


Sugestões constam em uma carta assinada por 24 entidades do setor, lançada nesta quarta-feira (27) em evento que reuniu representantes empresariais e autoridades públicas

JOAQUIN SARMIENTO / AFPenergia renovável
Moinhos de vento são vistos no projeto de energia eólica Guajira 1, perto do Cabo de la Vela, em Uribia, departamento de La Guajira, Colômbia

Organizações e empresas nacionais e internacionais do setor de energia renovável apresentaram aos pré – candidatos à presidência da República propostas para fortalecer a transição energética no Brasil, que podem levar o país a se consolidar como liderança global no mercado.

As sugestões constam em uma carta assinada por 24 entidades do setor, lançada nesta quarta-feira (27) em evento que reuniu representantes empresariais e autoridades públicas, em Brasília confira aqui a íntegra.

Entre as propostas está:

  • Instituir um Mapa do Caminho da transição para longe dos combustíveis fósseis em direção às energias renováveis e eletrificação
  • Destravar transmissão e armazenamento para aproveitar a energia renovável já disponível e alinhar política energética e industrial para criar demanda para renováveis e empregos verdes.

“O Brasil está diante de uma janela histórica para consolidar sua liderança na transição energética global, e corre o risco concreto de perdê-la caso o próximo governo não assuma compromissos de implementação robustos e coordenados”, diz um trecho da carta.

A transição energética permite menor emissão de gás carbônico, porque reduz ou extingue o uso de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, na geração de energia elétrica. No lugar, são utilizadas as fontes limpas e renováveis, como biomassa, eólicas e solar.

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que 58% da matriz energética global são compostos só por petróleo e carvão. Na contramão, o Brasil sai na frente como um dos países que possui uma das matrizes de energia limpa do mundo. Metade da energia usada no Brasil, segundo o Balanço Energético Nacional, vem de fontes renováveis, 36% acima da média mundial.

Embora isso, o setor alerta para o baixo investimento em renováveis no Brasil, e reivindica a adoção de uma política de incentivos. De acordo com o Instituto de Estudos Socioeconômicos, em 2024 para cada R$ 1 destinado às renováveis, aproximadamente R$ 2,52 foram direcionados às fontes fósseis.

Na carta aos presidenciáveis, as entidades do setor também fazem destaque a guerras motivadas pela disputa de petróleo, ressaltando mais um motivo sobre a importância na transição energética. “Tensões geopolíticas crescentes, guerras regionais, disputas comerciais e volatilidade extrema dos mercados de petróleo e gás tornaram evidente o que o setor já sinalizava: os combustíveis fósseis são, por natureza, intermitentes quanto ao fornecimento e ao preço. As energias renováveis, ao contrário, são o escudo estratégico que protege economias nacionais de choques externos e reduz a exposição a mercados que o Brasil não controla”, diz o documento.

Luis Viga, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV) diz que o Brasil é um celeiro de soluções energéticas híbridas, situado fora de áreas de conflito. “O Brasil conversa tanto com a China quanto com os Estados Unidos. E temos a grande possibilidade de ofertar energia barata, em escala, das mais diversas maneiras”, afirma.

Natália Oliveira, Head de Policy and Advocacy para América Latina na Global Renewables Alliance considera o lançamento das propostas um marco importante. “A carta reúne prioridades concretas e leva aos futuros candidatos à Presidência uma mensagem clara sobre a importância de incorporar a transição energética ao projeto de desenvolvimento do país, com diálogo, previsibilidade e compromisso de longo prazo”, afirma.

A carta será entregue aos candidatos à Presidência da República após a confirmação oficial das candidaturas pelos partidos políticos.





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Vendas do varejo variam 0,4% em janeiro


Em janeiro de 2026, o volume de vendas do comércio varejista do país variou 0,4% frente a dezembro de 2025 (-0,4%). Com…



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Mega-Sena 3012 sorteia R$ 6 milhões hoje (28/5). Veja resultado


A Caixa Econômica Federal sorteou, na noite desta terça-feira (28/05), os concursos de número 3.012 da Mega-Sena; 3.697 da Lotofácil; 7.035 da Quina; 2.397 da Timemania; e o 1.219 da Dia de Sorte.

Os números foram sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Confira os resultados:

Mega-Sena

49 – 17 – 05 – 41 – 07 – 42;

Lotofácil

05 – 09 – 25 – 24 – 15 – 18 – 19 – 07 – 10 – 21 – 01 – 06 – 17 – 20 – 13;

Quina

26 – 55 – 42 – 09 – 66;

Timemania

53 – 12 – 26 – 70 – 01 – 15 – 64;

Time da sorte: 03 – Amazonas/AM

Dia de Sorte

24 – 02 – 18 – 07 – 20 – 29 – 01;

Mês da Sorte: 02/Fevereiro



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

dilema entre produtividade e novos postos opõe visões de mercado


O debate econômico em torno do impacto do fim da escala 6×1, que foi aprovada na Câmara dos Deputados e segue agora para o Senado, traz diferentes cenários de avaliação. De um lado, entidades patronais falam em demissões em massa e queda do PIB. Do outro, pesquisadores de institutos e universidades apontam a capacidade de adaptação da economia, com base na expectativa de ganhos de produtividade.

Perda estática versus adaptação econômica

Na avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as diferenças nas análises se devem ao modelo comportamental adotado nas projeções. Enquanto as entidades empresariais frequentemente calculam o impacto como uma perda estática (menos horas = menos produção), os centros de pesquisa consideram os mecanismos de compensação que as empresas naturalmente adotam para manter seus negócios funcionando. 

O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/25 aprovada na Câmara propõe a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas. Estima-se que a mudança atingiria diretamente pelo menos 37% do mercado formal de trabalho, contemplando cerca de 38,4 milhões de pessoas que hoje exercem atividades com carga horária superior a esse limite. 

Saiba mais: Fim da escala 6×1: tudo sobre a nova lei, votação e regra de transição

Custos operacionais e o poder de mercado

Para Joana Simões de Melo, técnica de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, o impacto mais direto da redução de jornada é o aumento do custo da hora trabalhada, que poderia chegar a um acréscimo de 7,8%.

No entanto, ela avalia que isso não significa que o nível de produção deverá cair, pois o empregador tem a opção de contratar mais trabalhadores. Segundo Melo, esta variação é comparável a outros aumentos de custos, como o do salário mínimo, que não comprometeu os resultados da economia.

Continua depois da publicidade

Melo cita, ainda, o conceito do “poder de monopsônio” exercido pelas empresas. Segundo ela, as grandes empresas aproveitam o maior poder de barganha para fixar salários abaixo da contribuição produtiva do trabalhador. Na prática, isso significa que parte do custo da nova jornada pode ser mediado pelas margens de lucro, sem ser integralmente repassado aos preços do consumidor.

Leia também: Fim da escala 6×1: Choque no varejo será momentâneo, avalia MAG

Produtividade é alternativa à redução de custos

Em vez de colapso, o estudo do Ipea aponta que a redução das horas deve criar uma “oportunidade para a reorganização interna, redução de desperdícios e inovações tecnológicas”, que podem levar ao aumento de produtividade. A mudança incentiva o setor produtivo a parar de competir apenas via rebaixamento de custos trabalhistas, e passar a competir por eficiência de gestão.

O argumento encontra ressonância em simulações feitas por pesquisadoras da Unicamp Marilane Teixeira, Clara Saliba, Caroline Lima de Oliveira e Lilia Bombo.

Em uma simulação setorial detalhada em artigo, as pesquisadoras demonstraram que, em cenários de manutenção da produção constante, seria possível um aumento de 4,02% na produtividade/hora e a criação de 3,62 milhões de novas ocupações. 

“Os efeitos econômicos da redução da jornada são, principalmente, determinados pela escolha dos mecanismos de transição e, portanto, pela correlação de forças e pela vontade política”, afirmam no estudo. 

Continua depois da publicidade

O custo social da escala 6×1

Em outro documento, assinado pelas pesquisadoras, a avaliação é de que a escala 6×1 está associada a altos índices de insatisfação e pedidos de demissão, especialmente em ocupações como telemarketing, onde os desligamentos voluntários superaram a média nacional. 

Neste contexto, a redução da jornada é vista como uma medida estratégica para aliviar a carga de trabalho nestes setores, sobretudo sobre as mulheres, que despendem mais horas semanais em trabalho não remunerado (cuidado e tarefas domésticas) do que os homens, enfrentando um quadro de “pobreza de tempo”. Elas citam dados da Pnad que estimam que 20% da população ocupada, ou 20,88 milhões de pessoas, estão em sobrejornada, trabalhando mais horas semanais do que o permitido por lei.

“O maior contingente populacional a se beneficiar da mudança na lesgilação são os homens, em especial homens negros, que trabalham em média jornadas maiores e se encontram frequentemente em sobretrabalho.

Continua depois da publicidade

No entanto, é importante destacar que, para as mulheres, há também um benefício indireto, pois a redução nas jornadas de trabalho abre espaço para divisões mais igualitárias de atividades de cuidado e tarefas domésticas, o que pode reduzir o impacto deste trabalho, frequentemente não remunerado, em suas vidas”, avaliam.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Planalto é pego de surpresa com classificação do PCC e CV como organizações terroristas


A decisão ficou acordada durante o encontro do senador Flávio Bolsonaro e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na quarta-feira (27)

Ministério das Relações Exteriores Palácio Itamaraty
Palácio Itamaraty

O Palácio do Planalto foi “pego de surpresa” com a decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos em classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A informação foi apurada pela Jovem Pan.

O assessor-chefe especial para assuntos internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Celso Amorim, comentou sobre o caso e disse que segurança pública é um tema fundamental para o desenvolvimento socio-econômico.

“Crime organizado é um mal que tem que ser combatido. Cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas. Pretexto para intervenção, é inaceitável”, disse Amorim.

Também segundo apurado pela Jovem Pan, a classificação das facções como organizações criminosas ficou acordada durante o encontro na quarta-feira (27) que aconteceu na Casa Branca entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do ex-deputado Eduardo Bolsonaro com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o vice-presidente do país, JD Vance.

O pré-candidato à Presidência confirmou a informação a jornalistas e que a proposta teria sido bem recebida por Rubio, segundo o senador.

Flávio também disse que os grupos ainda não foram classificados dessa maneira por pedido do governo Lula (PT), e que Rubio foi mais enfático que Trump sobre o assunto.





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Com reajustes das mensalidades escolares, inflação acelera para 0,70% em fevereiro


Influenciado pelos reajustes nas mensalidades escolares, o IPCA acelerou de 0,33% em janeiro para 0,70% em fevereiro, maior…



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Boi gordo mantém preços firmes diante da oferta restrita de animais

A disponibilidade de gado para abate e o ritmo de compras pelas indústrias frigoríficas estão contribuindo para a estabilidade nas cotações do boi gordo nas principais regiões.

De acordo com o levantamento da Scot Consultoria, as programações de abates atendem uma média de oito dias e os preços para exportação, estão ao redor de R$350,00 por arroba, em alguns casos tem até um ágio de R$ 3,00 por arroba.

Já no levantamento do Cepea, os preços da arroba do boi gordo voltaram a registrar leves altas neste fim de maio, sustentados pelo bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina e pela oferta mais restrita de animais prontos para abate.

Reposição

No mercado de reposição, considerando os animais abaixo de 20 meses, os preços do bezerro vêm apresentando perda de força nas últimas semanas. Durante entrevista ao programa CNN Agro News, a colunista Lygia Pimentel destacou que as referências do animal recuaram cerca de 3% nos últimos 30 dias, de acordo com monitoramento da Agrifatto.

Segundo ela, o movimento acompanha a sazonalidade climática, já que algumas regiões do país enfrentam tempo mais seco, enquanto outras ainda registram chuvas em volumes considerados satisfatórios.

“Estamos em uma fase de transição climática, com impactos diferentes dependendo da região”, afirmou.

Apesar da recente acomodação, os preços seguem acima dos níveis observados no ano passado. Na comparação anual, o valor do bezerro registra avanço de aproximadamente 20%.

O mercado ainda reflete os efeitos da forte liquidação de fêmeas registrada entre 2022 e 2024, período em que houve maior oferta de animais.

As cotações do bezerro chegaram a atingir mínimas próximas de R$ 9,00 por quilo nos momentos mais pressionados do ciclo pecuário e atualmente giram em torno de R$ 18,00/kg.

A expectativa é de que os preços percam parte da sustentação nas próximas semanas, diante da redução na disponibilidade de pastagens e da menor oferta de alimento para manutenção dos animais nas propriedades.

“Esse cenário tende a levar produtores a comercializarem mais animais, aumentando a pressão negativa sobre as cotações”, concluiu a analista.

 

Veja matéria completa aqui!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.