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Tiroteio em estação de metrô em SP deixa 5 feridos; criança está entre as vítimas


Jovem PanTiroteio na estação São Bento do metrô deixou 5 feridos.
Tiroteio na estação São Bento do metrô deixou 5 feridos.

Um tiroteio na estação de metrô São Bento deixou cinco pessoas feridas, entre elas uma criança, neste sábado (30), na linha 1-Azul de São Paulo. As vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo, sendo retiradas do local pela Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros (CB) e por agentes do Metrô.

Conforme os bombeiros, entre os feridos estão uma criança e seu pai, de 30 anos, que apresentava fratura no braço esquerdo e perfurações no abdômen e coxa esquerda e foi levado para receber atendimento no pronto-socorro do Hospital Santa Casa.

Informações preliminares apontam que a ocorrência está relacionada a uma tentativa de roubo envolvendo um policial civil de folga.

Em entrevista à GloboNews, o delegado Tom Blumer, do Garra Dope, disse que o agente estava fazendo compras na região da Rua 25 de Março quando foi abordado por três homens, um deles armado. Quando foi anunciado o assalto, o policial teria reagido, desencadeando uma troca de tiros.

Segundo relatos de passageiros nas redes sociais, houve tumulto no entorno da estação, e os trens da Linha 1-Azul passaram a circular com velocidade reduzida. Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra um policial ao lado de um homem ensanguentado caído no chão da estação.

Logo após o registro dos disparos de arma de fogo, equipes policiais e de resgate reforçaram o patrulhamento e isolaram os acessos à estação para garantir a segurança e iniciar as investigações sobre o caso.

 

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Um post compartilhado por Jovem Pan NEWS (@jovempannews)

Em nota, o Metrô também informou que, durante o caso, foi recebida uma denúncia de que uma pessoa havia acessado a linha dos trens, o que obrigou a paralisação temporária do metrô, mas a invasão acabou não sendo confirmada. A circulação foi restabelecida após a ocorrência.

Entre as cinco vítimas, uma foi transportada pela PM, duas pelo Corpo de Bombeiros e as outras duas pelo próprio sistema do Metrô.

*com informações do Estadão Conteúdo





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economia

PIB do Brasil sobe 1,1% no primeiro trimestre de 2026 e chega a R$ 3,3 trilhões


O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve alta de 1,1% no primeiro trimestre de 2026 (1T26) ante o trimestre imediatamente anterior. Na comparação com o 1T25, o avanço foi de 1,8%; no acumulado dos últimos quatro trimestres, o PIB registrou elevação de 2,0%.O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou os números do período às 9h (horário de Brasília) desta sexta-feira (29).

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 1,0% sobre o quarto trimestre e de 1,8% sobre o mesmo período do ano anterior.

Em valores correntes, foram gerados R$ 3,3 trilhões, sendo R$ 2,8 trilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 461,2 bilhões aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Entre as atividades industriais, a Extrativa Mineral (3,6%) e a Construção (2,9%) tiveram desempenho positivo, enquanto a Transformação manteve-se estável (0,1%). Houve queda na atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,3%). O setor industrial corresponde a aproximadamente 23% do valor adicionado.

Entre as atividades de Serviços, que têm peso de aproximadamente 70% na economia do país, houve crescimento no trimestre, frente ao 4o trimestre do ano passado, em Informação e comunicação (2,4%), Atividades imobiliárias (1,2%), Outras atividades de serviços (0,8%), Comércio (0,6%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%). Por outro lado, caíram Transporte, armazenagem e correio (-0,7%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,6%).

“O crescimento do PIB, na série com ajuste sazonal, ficou próximo ao da Indústria, com os Serviços puxando o crescimento médio para baixo e a Agropecuária para cima. Não se pode somar resultados com ajuste sazonal mas, em linhas gerais, foi esse o perfil do crescimento por grupo de atividades no trimestre”, destaca o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Ricardo Montes de Moraes. “Levando-se em conta seus pesos no PIB, as atividades que mais contribuíram para o crescimento foram a Agropecuária, a Extrativa mineral e as Outras atividades de serviços”, completa.

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A Despesa de Consumo das Famílias (1,0%) e a Formação Bruta de Capital Fixo (3,5%) expandiram-se, assim como a Despesa de Consumo do Governo (0,4%). No que se refere ao setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram variação negativa de 1,7% ao passo que as Importações de Bens e Serviços cresceram 4,4% em relação ao 4o trimestre de 2025.

O coordenador explica que depois de um fim de 2025 em que ficou quase estável, no 1º trimestre o consumo das famílias cresceu em um ritmo próximo ao do PIB. “Ele é o agregado com mais peso entre os usos e contribuiu para o maior crescimento da economia este trimestre. Já o investimento (FBCF) cresceu 3,5% depois de ter caído 3,4% no trimestre anterior (voltando ao patamar em que estava no fim do 3º trimestre do ano passado). Mesmo com um peso bem menor que o do consumo, ele também teve uma contribuição significativa para o crescimento no primeiro trimestre de 2026. Já o consumo do governo cresceu menos que no trimestre passado e que no anterior – com uma contribuição mais baixa para o crescimento, detalha Moraes.

(com Agência de notícias do IBGE)



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Michelle Bolsonaro dá parabéns a Nikolas: "Nik, que Deus abençoe"


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) completa 30 anos neste sábado (30/5)



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economia

Preço da gasolina nos EUA entra em trajetória de queda na semana


Depois de os consumidores americanos amargarem seguidas altas nos preços da gasolina por conta do avanço na cotação internacional do petróleo — por sua vez motivado pelas consequências da guerra no Oriente Médio –, os valores passaram a cair nesta semana.

Segundo o acompanhamento diário da Associação Automotiva Americana (AAA), o preço médio do galão de gasolina no país atingiu a média de US$ 4,356, o mais baixo desde 30 de abril.

Os preços bateram em US$ 4,560 por galão no dia 21 e depois passaram a cair, desde que notícias oficiais de uma negociação de paz entre Estados Unidos e Irã começaram a ganhar corpo.

Leia também: Preço da gasolina nos EUA atinge maior patamar desde agosto de 2022

O valor é uma média do país, uma vez que os preços se mantêm muito altos em estados com impostos locais muito altos. Na Califórnia, o galão de gasolina se mantém acima dos US$ 6 há semanas, mas em estados como Indiana, Texas e Louisiana, é possível encontra gasolina a menos de US$ 4 por galão.

O preço médio do diesel nos Estados Unidos está em US$ 5,492.

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Os custos de combustível não se limitam ao transporte terrestre. Os valores dos combustíveis para aviação também têm disparado, levando as companhias aéreas a aumentarem as tarifas e pressionando custos de companhias – a Spirit Airlines, por exemplo, encerrou suas operações.



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Governo renova medidas para conter preços dos combustíveis em meio à alta do petróleo


A prorrogação vale inicialmente por mais 60 dias, com possibilidade de nova extensão caso persista a pressão externa sobre os preços

FreepikPosto de gasolina

O Palácio do Planalto divulgou, na tarde deste sábado (3o), que o governo renovou as ações para conter os preços dos combustíveis em meio à alta do petróleo no mundo por mais dois meses.

De acordo com o comunicado, a renovação das medidas mantém em vigor o pacote de subvenções econômicas e instrumentos regulatórios adotados nos últimos meses para mitigar os efeitos da volatilidade dos preços do petróleo no mercado internacional, agravada pelo conflito no Oriente Médio. As ações renovadas incluem a prorrogação de subvenções a produtores e importadores de diesel e gasolina, além de mecanismos de compensação tributária (cashback) e a continuidade de reduções ou zeragens pontuais de tributos federais sobre combustíveis.

O objetivo é preservar a estabilidade dos preços no mercado interno, evitar repasses diretos aos consumidores e garantir o abastecimento sem impactos inflacionários. “Com a renovação, o governo reafirma o compromisso de atuar preventivamente para que oscilações externas não afetem o custo de vida das famílias e a competitividade do setor produtivo”, diz a nota do Planalto.

A prorrogação vale inicialmente por mais 60 dias, com possibilidade de nova extensão caso persista a pressão externa sobre os preços. O custo total das medidas é estimado sem impacto fiscal líquido, compensado por receitas extraordinárias do setor de óleo e gás.

Principais medidas

O governo passará a pagar, a partir de 1º de junho, uma subvenção de R$ 1,12 por litro de óleo diesel às refinarias nacionais e aos importadores do combustível. Esta subvenção, custeada totalmente com recursos federais, substituirá duas subvenções que se encerram no dia 31 de maio.

Ao mesmo tempo, uma portaria do Ministério da Fazenda estabelece que, a partir de 1º de junho, haverá um pagamento de subvenção aos produtores e importadores de óleo diesel, a fim de compensar custos tributários relativos à comercialização do referido combustível. A subvenção também será custeada com recursos federais e substituirá, na prática, a isenção dos tributos federais sobre o diesel (PIS e Cofins), que também tem o valor de R$ 0,35.

Já a subvenção aos produtores e importadores de GLP foi prorrogada até o dia 31 de julho. E os recursos federais a serem utilizados, inicialmente previstos para o valor de R$ 330 milhões, foram ampliados para R$ 660 milhões. Tal medida possibilita uma subvenção equivalente a R$ 11 por botijão de gás de cozinha de 13 kg comercializados no período, segundo o governo.

Também por meio de decreto, o governo prorrogou a desoneração dos PIS/COFINS sobre o querosene de aviação e sobre o biodiesel utilizado na mistura obrigatória ao diesel rodoviário vendido nas bombas até 31 de julho deste ano.

*texto produzido com auxílio de IA





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economia

IBGE revisa para cima PIB dos terceiro e quarto trimestres de 2025


SÃO PAULO, 29 Mai (Reuters) – O IBGE revisou para cima nesta sexta-feira os dados sobre o crescimento da economia brasileira no final de 2025.

De acordo com os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 0,3% no quarto trimestre ante os três meses anteriores, e 0,1% no terceiro trimestre.

Anteriormente o IBGE havia divulgado expansão de 0,1% no período de outubro a dezembro e estagnação no terceiro trimestre.

Apesar disso, a taxa de expansão de 2,3% em 2025 foi mantida.



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Fazenda mantém visão de alta do PIB de 2,3% em 2026 após aceleração no 1º tri


BRASÍLIA, 29 ⁠Mai (Reuters) – A Secretaria ⁠de Política Econômica (SPE) do ‌Ministério da Fazenda estimou nesta sexta-feira que a ‌atividade no Brasil deve crescer 2,3% neste ano, mesmo patamar estimado anteriormente, após uma ⁠aceleração ‌registrada no primeiro ⁠trimestre.

A pasta previu que o crescimento deverá desacelerar na margem no segundo e terceiro trimestres “com ​a dissipação do efeito de políticas públicas ​sendo parcialmente compensada pela redução do custo do crédito”. No quarto trimestre, é esperada ‌uma retomada ​puxada pela indústria em meio à redução da taxa Selic.

O ⁠Instituto ​Brasileiro de ​Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta ⁠sexta-feira que ​o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil iniciou este ​ano em aceleração, com um crescimento de ​1,1% no ⁠primeiro trimestre, ligeiramente acima da ⁠previsão de 1,0% apontada por economistas em pesquisa da Reuters.

A Fazenda havia estimado na semana passada que o PIB brasileiro crescerá 2,3% neste ano, mesmo nível previsto em março e agora mantido. O Banco Central espera uma alta de 1,6% neste ano, em previsão feita em maio, enquanto a estimativa mais recente do boletim Focus indica que o mercado projeta crescimento de 1,89%.

Segundo a SPE, o resultado do primeiro trimestre veio “marginalmente acima” do estimado pela pasta, mas com um deslocamento em relação à composição prevista.

“A indústria surpreendeu positivamente, ao passo que os serviços e a agropecuária ficaram levemente abaixo do esperado”, afirmou.

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A secretaria apontou ainda que as exportações recuaram e as importações cresceram no período, indicando que “a absorção doméstica foi o principal motor do crescimento no período, compensando o setor externo”.



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Kassab diz que está à disposição para ser vice de Caiado


O presidente nacional do PSD afirmou que a decisão final deve ser do pré-candidato

LECO VIANA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDOkassab
Kassab ele se disse honrado com as manifestações de Jorge Bornhausen e Heráclito Fortes indicando seu nome

Gilberto Kassab, presidente do PSD, afirmou neste sábado (30) que está à disposição para ser vice na chapa de Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência. Em publicação nas redes sociais, ele se disse honrado com as manifestações de Jorge Bornhausen, ex-ministro da Educação, e Heráclito Fortes, ex-senador, indicando seu nome.

“Os dois têm experiência e isenção necessárias para que suas opiniões sejam examinadas com profundidade”, escreveu. Também disse que, apesar de ter considerado a hipótese de uma candidatura somente do partido, ainda existem muitas etapas para que essa decisão seja tomada.

Kassab ainda afirmou que a palavra final deve ser de Caiado, depois de ouvir todas as instâncias partidárias e apoiadores.  “Coloco-me à disposição para ouvir e acatar qualquer decisão coletiva, sabendo, de antemão, que ela será a melhor para o futuro do nosso projeto”, terminou.

 

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Conclusão de parte do acordo comercial entre Mercosul e Canadá avança, diz Itamaraty


Cinco capítulos do Acordo de Livre Comércio entre os países do Mercosul e o Canadá avançaram para a etapa de encerramento de negociações com as rodadas realizadas durante esta semana em Toronto, no Canadá, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

Segundo o Itamaraty, as negociações seguirão entre os grupos técnicos sobre comércio de bens, serviços e serviços financeiros, entrada temporária de pessoas a negócios, regras de origem, propriedade intelectual, salvaguardas bilaterais, desenvolvimento sustentável, comércio inclusivo e temas legais e institucionais seguirão nas próximas semanas.

Leia também: Pecuaristas do Canadá criticam avanço de negociação de acordo com Mercosul

“Ao longo da rodada, cinco capítulos do Acordo avançaram para a etapa de encerramento de negociações. Novas reuniões entre os chefes negociadores estão sendo planejadas para as próximas semanas, no intuito de concluir as negociações do Acordo”, afirmou o Ministério por meio de nota.

As negociações foram retomadas em outubro de 2025 e, durante a rodada realizada em Toronto, também houve reunião entre o ministro do Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, e os chefes negociadores do Mercosul. Segundo o governo brasileiro, o encontro permitiu a troca de perspectivas sobre o andamento das negociações e as demandas de cada uma das partes.

Leia também: Investigação sobre dumping de leite em pó do Mercosul entra na fase final

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O Canadá é uma das principais economias desenvolvidas com as quais o Mercosul busca ampliar sua rede de acordos comerciais. O país possui cerca de 41 milhões de habitantes, Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 2,2 trilhões e importações anuais da ordem de US$ 541 bilhões.

Em 2025, o fluxo de comércio entre Brasil e Canadá alcançou US$ 10,4 bilhões. As exportações brasileiras para o mercado canadense somaram US$ 7,3 bilhões, alta de 14,8% em relação ao ano anterior e recorde histórico da série. Com isso, o Canadá consolidou-se como o oitavo principal destino das vendas externas brasileiras.

Leia também: Acordo Mercosul-UE pode elevar exportações do Brasil em US$ 1 bi, diz agência

Entre os principais produtos exportados pelo Brasil para o Canadá estão minérios de alumínio, níquel e cobre, açúcar, café, aeronaves e equipamentos de engenharia civil. Já as importações brasileiras provenientes do país norte-americano totalizaram US$ 3,1 bilhões em 2025, avanço de 12,8% na comparação anual, com destaque para adubos e fertilizantes, motores e máquinas não elétricos, aeronaves e medicamentos.



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INSS: mutirão em todo o país acelera análise de benefícios e perícias


Iniciativa busca acelerar a análise de benefícios e antecipar perícias pré-agendadas, reduzindo a fila de espera pela obtenção de benefícios



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