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Ultrapassagem termina em acidente com morte em Joinville (SC)


Motociclista de 19 anos morreu ao bater em carro que fazia manobra na rodovia



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economia

Confiança de serviços no Brasil sobe em maio após 3 meses de quedas, diz FGV


SÃO PAULO, 28 Mai (Reuters) – ⁠A confiança do setor de ⁠serviços do Brasil interrompeu três meses ‌de quedas e avançou em maio com a melhora das expectativas, mostraram os dados ‌divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No mês, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 0,9 ponto e foi a 88,7 pontos

‘A recuperação sugere uma acomodação do pessimismo ⁠que ‌marcou abril, quando os impactos do conflito ⁠no Oriente Médio e a alta do petróleo pesaram mais intensamente sobre as perspectivas do empresariado’, disse Stefano Pacini, economista do FGV IBRE.

A FGV informou que ​o Índice de Expectativas (IE-S), que reflete as perspectivas para os próximos meses, avançou ​2,1 pontos, para 85,8 pontos, também após três seguidos de quedas.

Por outro lado, o Índice de Situação Atual (ISA-S), indicador da percepção sobre o momento presente do ‌setor de serviços, caiu 0,4 ​ponto, a 91,7 pontos, segundo recuo seguido, o que segundo Pacini indica que os juros restritivos e elevado ⁠endividamento das ​famílias ainda ​se fazem sentir na atividade corrente.

‘Nos segmentos mais ligados ao ⁠consumo das famílias, nota-se ​algum alívio na renda, associado à isenção do IR, ao crescimento da massa real de ​rendimentos e a um mercado de trabalho ainda aquecido, sustentando a demanda ​do setor no ⁠presente. Para os próximos meses, um prolongamento do conflito ⁠pode pressionar os custos e adiar o alívio monetário esperado, e dificultar uma recuperação mais consistente da confiança ao longo do ano’, completou ele.

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(Por Camila Moreira; Edição de eduardo ​Simões)



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Avião cai em área residencial e piloto morre no Rio de Janeiro


Destroços da aeronave ficaram espalhados entre imóveis

Divulgação / XUm avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado (30) em uma área residencial de Nova Iguaçu (RJ), na Baixada Fluminense.
Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado (30) em uma área residencial de Nova Iguaçu (RJ), na Baixada Fluminense.

Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado (30) em uma área residencial de Nova Iguaçu (RJ), na Baixada Fluminense. O piloto, de 69 anos, única vítima da ocorrência, morreu no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), equipes do quartel de Queimados foram acionadas para atender à ocorrência na Rua Irmãos Moreira, nº 112, na Vila Bandeirantes, região próxima ao campo de aviação de Nova Iguaçu. A corporação informou que o chamado foi registrado às 9h45 e que a vítima já foi encontrada sem vida quando os agentes chegaram ao local.

Apesar de a aeronave ter caído em uma área residencial, os bombeiros informaram que o avião não atingiu nenhuma residência. A queda aconteceu no fundo da casa, e também não há registro de outras vítimas fatais. O corpo do piloto foi removido e encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu às 13h15.

Até a publicação desta reportagem, não havia informações oficiais sobre pessoas feridas. Procurada pela reportagem, a Polícia Militar do Rio de Janeiro, por meio do 52.º Distrito Policial, não atendeu às tentativas de contato.

Imagens divulgadas pelos bombeiros mostram os destroços da aeronave espalhados em um terreno entre imóveis da região. Até a publicação desta reportagem, ainda não havia confirmação sobre o local exato de origem da aeronave nem sobre seu destino.

Segundo os bombeiros, a área permaneceu isolada para a realização dos procedimentos periciais. As circunstâncias da queda ainda serão investigadas pelas autoridades. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as causas do acidente.





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economia

núcleo do PCE sobe 0,2% em abril, levemente abaixo do esperado


O núcleo da inflação PCE nos Estados Unidos, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,2% em abril, informou o Escritório de Análise Econômica do Departamento de Comércio nesta quinta-feira (28). Na base anual, a taxa foi de 3,3%.

A expectativa de economistas consultados pela Reuters era de que o núcleo da inflação subisse 0,3%, para uma taxa anual de 3,3%.

Essa é uma das medidas acompanhadas pelo banco central dos EUA para sua meta de inflação de 2%. 

Já o índice de preços cheio subiu 3,8% nos 12 meses até abril, maior aumento desde maio de 2023. O PCE avançou 3,5% em março, em dado sem revisão.

Economistas consultados pela Reuters ⁠previam ‌alta de 3,8% na base anual. O índice subiu 0,4% em ⁠relação ao mês anterior em abril, depois de ter avançado 0,7% em março.

O conflito interrompeu o transporte marítimo no Estreito de Ormuz, aumentando os preços da energia, além de sobrecarregar as cadeias globais de oferta e causar escassez de uma ampla gama de ​mercadorias, incluindo fertilizantes, alumínio e produtos de consumo.

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O preço médio nacional da gasolina no varejo subiu 12,3% em abril, segundo dados da ​Administração de Informações sobre Energia dos EUA. Os preços da gasolina aumentaram mais de 50% desde o início da guerra, no final de fevereiro.

Os consumidores também estão pagando preços mais altos por outros bens e serviços. A inflação já estava elevada antes da guerra, em ‌grande parte por causa das taxas de importação ​do presidente Donald Trump.

Com a inflação em alta, os norte-americanos estão cada vez mais frustrados com a gestão da economia por Trump. Uma pesquisa Reuters/Ipsos mostrou na semana ⁠passada que o índice ​de aprovação de Trump ​caiu para quase o nível mais baixo desde que ele retornou à Casa Branca, afetado ⁠por uma queda no apoio entre ​os republicanos.

Trump venceu a eleição presidencial de 2024 em grande parte por causa de sua promessa de reduzir a inflação. A alta dos preços ameaça a ​maioria do Partido Republicano no Congresso nas eleições de meio de mandato em novembro.

(com Reuters)



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Homem mata irmão a facadas para defender a mãe em GO


Segundo a PM, irmão teria chegado em casa sob efeito de drogas e passou a ameaçar a própria mãe. Ele já tinha outros episódios de violência



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economia

2ª leitura mostra alta anualizada de 1,6% no 1º tri, abaixo do esperado


O número ficou abaixo do esperado, uma vez que economistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 2%, em linha com a primeira projeção

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 1,6% em termos anualizados no primeiro trimestre, de acordo com a segunda estimativa inicial divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Departamento de Análise Econômica.

O número ficou abaixo do esperado, uma vez que economistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 2%, em linha com a primeira projeção.

No quarto trimestre de 2025, a economia dos EUA havia avançado bem menos, 0,5%, também em termos anualizados.



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EUA ameaça retomar guerra com o Irã em meio a negociações estagnadas


Trump exige que estoques de urânio enriquecido sejam destruídos.

KHAMENEI.IR / AFP e DOUG MILLS / POOL / AFPeua x ira
Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Os Estados Unidos asseguraram neste sábado (30) que têm os meios para retomar a guerra contra o Irã, após insistirem que qualquer acordo de paz só será possível se suas “linhas vermelhas” forem respeitadas.

Teerã e Washington estão há semanas envolvidos em negociações indiretas com o objetivo de pôr fim de forma duradoura à guerra no Oriente Médio, mas o desfecho é incerto, especialmente após os confrontos desta semana, os mais graves desde a entrada em vigor de uma trégua em 8 de abril.

Fontes em Washington mencionaram na quinta-feira uma estrutura de acordo com uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo, mas as negociações continuam emperradas.

“O Irã deve aceitar que nunca terá armas nucleares”, escreveu na sexta-feira o presidente Donald Trump em sua rede Truth Social. Ele também exigiu que os estoques de urânio altamente enriquecido da república islâmica sejam “DESTRUÍDOS“.

Estados Unidos e Israel, cujo ataque conjunto de 28 de fevereiro contra o Irã desencadeou a guerra, acusam Teerã de querer obter a arma atômica, algo que o país nega. O Irã insiste em tratar da questão nuclear após a assinatura do protocolo de acordo atualmente em discussão.

Teerã também pede o desbloqueio de bilhões de dólares em ativos iranianos congelados pelos Estados Unidos. A emissora estatal Irib iraniana afirmou neste sábado que um esboço “não oficial” do memorando de entendimento com os Estados Unidos incluía a liberação de 12 bilhões de dólares (R$ 60,7 bilhões) em ativos congelados.

A Casa Branca havia rejeitado anteriormente tais alegações, qualificando-as como uma “invenção”.

Abertura de Ormuz

Outro ponto de atrito é o Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o comércio mundial de hidrocarbonetos, que o Irã mantém praticamente bloqueada desde o início da guerra. “Deve ser aberto imediatamente“, e Teerã deve se comprometer a desminá-lo, afirmou Trump na sexta-feira, enquanto seu governo impõe, por sua vez, um bloqueio aos portos iranianos.

Segundo marinheiros iranianos citados pela agência de notícias Tasnim, os Estados Unidos ainda impedem a circulação de navios comerciais iranianos. Um funcionário da Casa Branca declarou à AFP na sexta-feira que “o presidente Trump só fará um acordo que seja bom para os Estados Unidos e respeite suas linhas vermelhas”.

Em resposta a Trump, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, indicou que “as trocas de mensagens continuam” com os Estados Unidos. Ele também defendeu “a situação especial” do Estreito de Ormuz, por estar localizado em águas territoriais do Irã e de Omã. Por esse motivo, o parlamentar iraniano Alireza Salimi declarou à agência de notícias Isna que apenas Irã e Omã estão “habilitados a decidir” sobre sua gestão.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, advertiu neste sábado que seu país é “mais do que capaz” de retomar as hostilidades contra o Irã “se isso for necessário”. “Nossas reservas são mais do que adequadas para isso, tanto lá quanto em todo o mundo, devido à forma como equilibramos munição de alta precisão e munição mais abundante“, declarou durante um fórum em Singapura.

Frente no Líbano

O chefe da diplomacia turca, Hakan Fidan, considerou, por sua vez, em uma entrevista publicada neste sábado pelo jornal japonês Nikkei, que um acordo estava “mais próximo do que nunca”. Diante do “imenso impacto internacional (…)” do bloqueio do Estreito de Ormuz, a solução dessa questão é “prioritária em relação aos temas nucleares“, afirmou.

A guerra causou milhares de mortes e abala a economia mundial ao elevar os preços do petróleo. O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) alertaram na sexta-feira para o risco de escassez de petróleo.

Entre suas exigências a Washington, o Irã também reivindica o fim dos combates no Líbano, onde, desde 2 de março, se enfrentam seu aliado, o movimento islamista xiita Hezbollah, e Israel.

Israel voltou a bombardear neste sábado o sul do Líbano, e seu exército continua avançando em território libanês, apesar de um cessar-fogo teoricamente em vigor desde 17 de abril e das conversas realizadas na véspera em Washington.

O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, denunciou a “perigosa e sem precedentes escalada” de Israel, que acusou de aplicar “uma política de terra arrasada e de punição coletiva”. No entanto, defendeu a decisão das autoridades de iniciar negociações com Israel — às quais o grupo pró-iraniano Hezbollah se opõe — afirmando que se trata do “caminho menos custoso” para o país.

Autoridades militares dos dois países reuniram-se na sexta-feira em Washington, como prelúdio, segundo o Pentágono, para uma nova rodada de negociações, nos dias 2 e 3 de junho, com vistas a um acordo de segurança.

Segundo o último balanço oficial, os ataques israelenses causaram a morte de 3.371 pessoas no Líbano desde o início da guerra.





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economia

Preços ao produtor no Brasil têm em abril maior alta em 4 anos com Oriente Médio


SÃO PAULO, 28 Mai (Reuters) – ⁠Os preços ao produtor ⁠no Brasil passaram a subir 2,63% em ‌abril influenciados principalmente pela cadeia petrolífera, atingindo o nível mais elevado em cerca de ‌quatro anos, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

O resultado do Índice de Preços ao Produtor (IPP) mostrou aceleração em relação ao avanço de 2,28% ⁠de ‌março, e foi o mais alto desde ⁠março de 2022 (3,12%).

No acumulado em 12 meses, o IPP passou a uma alta de 1,07%, marcando o primeiro resultado positivo desde agosto de 2025 (0,47%).

Entre as 24 ​atividades analisadas, o IBGE apontou que 21 tiveram variações positivas no mês, sendo ​que as quatro mais fortes foram em outros produtos químicos (9,91%); borracha e plástico (7,31%); refino de petróleo e biocombustíveis (6,44%); e indústrias extrativas (4,92%).

‘A explicação para o impacto na ‌cadeia petrolífera está no conflito ​entre Estados Unidos, Israel e Irã’, disse Alexandre Brandão, gerente do IBGE ressaltando que em março de ⁠2022 o ​IPP havia ​sido impactado pelo início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

O ⁠IBGE destacou ainda que, ​entre as quatro principais influências no índice, três fazem parte da cadeia dos derivados de ​óleo bruto de petróleo, sendo que somente a categoria outros produtos químicos ​foi responsável ⁠por 0,80 ponto percentual de influência.

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O IPP mede a variação ⁠dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.



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Equipe de Flávio Bolsonaro reage após governistas pedirem investigação à PGR


A equipe de pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu, neste sábado (30/5), à representação enviada por parlamentares da base do governo Lula à Procuradoria-geral da República (PGR), pedindo a apuração da atuação de Flávio em viagem aos Estados Unidos nesta semana.

O documento, assinado por parlamentares do Psol e da Rede Sustentabilidade, pede que a PGR investigue se Flávio atentou contra a soberania do Brasil ao pedir ao governo estadunidense a classificação das facções terroristas PCC e CV como organizações terroristas.

Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.

Nota enviada ao Metrópoles, assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), afirma que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.

“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, complementa.

Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.

EUA classifica PCC e CV como terroristas

Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e CV como “organizações terroristas estrangeiras”, nessa quinta-feira (28/5).

Os grupos criminosos brasileiros foram incluídos em duas listas: Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras.

A medida foi anunciada dois dias depois de o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca.

Senador Flávio Bolsonaro ao lado do presidente Donald Trump, na Casa Branca
Senador Flávio Bolsonaro se encontrou com o presidente Donald Trump no dia 26 deste mês

O governo federal rechaçou a medida e afirmou que pode atingir a soberania do Brasil, afirmando que é um “retrocesso no combate ao crime, um risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país”.



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economia

Indicador de Incerteza da Economia da FGV recua em maio após duas altas seguidas


Após dois meses de alta o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), da Fundação Getulio Vargas, recuou 6,3 pontos em maio, para 110,9 pontos. Porém, na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador manteve a tendência de alta, ao subir 1,7 ponto, para 114,4 pontos.

Segundo Anna Carolina Gouveia, economista do FGV/Ibre, o índice foi influenciado pela queda do componente de Mídia, que mede a incerteza econômica através da análise de textos que refletem o debate público sobre economia na mídia impressa e digital.

Fonte: FGV/Ibre

“O resultado foi influenciado pelo cessar-fogo temporário na guerra do Irã, Estados Unidos e Israel, que reduziu relativamente as instabilidades geradas até então pelo conflito”, explica a economista.

O componente de Expectativas, por outro lado, construído a partir da média dos coeficientes de variação das previsões dos analistas econômicos, continuou em maio a registrar trajetória de alta, motivada pelos impactos do cenário externo na economia brasileira.

“A dispersão das previsões, principalmente, para a inflação, sobe no mês, impulsionada pelos choques nos preços internacionais do petróleo e seus reflexos nos preços de combustíveis e alimentos. No ambiente interno, as incertezas fiscais são moderadas e influenciadas pelos desdobramentos da investigação contra o Banco Master”, disse Gouveia em nota.

Em sua análise, nos próximos meses, o IIE-Br tende a refletir a volatilidade do cenário externo, ainda sujeito a choques, e seus impactos sobre a economia global e brasileira.

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O componente de Mídia do IIE-Br recuou 8,5 pontos em maio, para 109,8 pontos, contribuindo negativamente com 7,4 pontos para o resultado agregado.

Já o componente de Expectativas que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, subiu 4,9 pontos no mês, passando a 110,8 pontos, maior nível desde dezembro de 2024 (117,7 pontos) e contribuindo positivamente com 1,1 ponto.



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