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Estudantes mortos em acidente na GO-518 tinham entre 11 e 14 anos


Cinco estudantes morreram na noite dessa segunda-feira (1º/6), após a van que eles estavam colidir contra um caminhão em Goiás



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Administração Trump propõe tarifa de 25% para punir Brasil por práticas comerciais


WASHINGTON, 1 Jun (Reuters) – A administração Trump ⁠propôs uma nova tarifa punitiva de 25% sobre diversas importações do ⁠Brasil, após concluir que as práticas do país eram desleais em uma série de ‌questões, desde o comércio digital até o desmatamento ilegal, disse a autoridade comercial de alto escalão Jamieson Greer na segunda-feira.

As medidas, previstas na Seção 301 da legislação comercial, abrangem áreas como ‌serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, proteção à propriedade intelectual e acesso ao mercado de etanol, informou o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês).

O órgão propôs as novas tarifas ao divulgar os resultados de sua investigação sobre práticas comerciais desleais contra o Brasil, iniciada no ano passado, de acordo com a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

Mas excluiu alguns ⁠itens, ‌como carne bovina, café, terras raras, outros metais e peças de aeronaves das novas tarifas.

As práticas ⁠do Brasil nas áreas investigadas ‘irrazoáveis e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos, sendo, portanto, passíveis de ação nos termos da Seção 301(b) da Lei de Comércio’, afirmou o USTR em um comunicado.

As tarifas substituiriam parcialmente uma tarifa de 50% sobre muitos produtos brasileiros imposta no ano passado pelo presidente Donald Trump, sendo 40% uma punição pelo processo ​movido pelo Brasil contra o ex-presidente e aliado de Trump, Jair Bolsonaro.

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No entanto, a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou essas tarifas em fevereiro.

Em comunicado, Greer disse que lançou a ​investigação da Seção 301 para lidar com ‘preocupações antigas e generalizadas dos Estados Unidos com certas políticas e práticas comerciais do Brasil’.

Apesar do recente diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu gabinete, Greer disse que os Estados Unidos e o Brasil ‘continuam a ter diferenças substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação’.

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE AS TARIFAS PROPOSTAS MARCADA PARA ‌6 DE JULHO

A agência de comércio solicitou comentários sobre as tarifas ​propostas até 1º de julho, com uma audiência pública marcada para 6 de julho. Ela tem até 15 de julho para tomar ‘medidas de resposta’ no âmbito da investigação da Seção 301.

Trump utilizou a mesma lei para impor tarifas abrangentes ⁠sobre produtos chineses durante seu primeiro ​mandato.

O USTR tem várias ​outras investigações em andamento no âmbito da Seção 301 que devem resultar em novas tarifas.

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Entre elas, há uma que abrange ⁠o excesso de capacidade industrial na China e em ​15 outros parceiros comerciais, bem como uma sobre a aplicação de proibições de trabalho forçado em 60 países.

A agência abriu uma nova investigação na sexta-feira sobre as práticas de propriedade intelectual do Vietnã.

Com relação às suas ​conclusões sobre o Brasil, o USTR afirmou que a nova tarifa proposta de 25% não se aplicaria às importações brasileiras sujeitas a tarifas relacionadas à segurança nacional ​nos termos da Seção 232 ⁠da Lei de Expansão Comercial de 1962.

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Isso inclui tarifas de 50% sobre aço, alumínio e cobre e tarifas de 25% sobre ⁠produtos acabados fabricados com esses metais, bem como uma tarifa de 25% sobre veículos motorizados e peças automotivas.

O USTR informou que os produtos isentos das tarifas propostas de 25% incluem muitas frutas e nozes, petróleo bruto e derivados, compostos farmacêuticos, produtos químicos orgânicos e fertilizantes.

Estes se somam à carne bovina, café, terras raras, certos outros metais e minérios, além de aeronaves e peças de aeronaves brasileiras.

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Quem é Daniel Perez, indicado de Trump para a Embaixada dos EUA no Brasil


Aliado à agenda do republicano, ele é o atual presidente da Câmara dos Deputados da Flórida

Reprodução/X @Daniel_PerezFLDaniel Perez
Daniel Perez se descreve como ‘cubano-americano de primeira geração’

A Casa Branca comunicou nesta segunda-feira (1º) que o presidente norte-americano, Donald Trump, enviou ao Senado a indicação do deputado estadual Daniel Perez para assumir a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Do Partido Republicano, o parlamentar está no comando da Câmara dos Deputados da Flórida desde 2024.

Filho de imigrantes cubanos, Perez se descreve como “cubano-americano de primeira geração”. Ele nasceu em 22 de junho de 1987, em Nova York. Seis anos depois, em 1993, a família mudou-se para o subúrbio de Westchester, na Flórida. Formado pela Faculdade de Direito da Universidade Loyola Nova Orleans, o deputado também trabalha como consultor jurídico interno da empresa de plano de saúde Doctors Health Care Plans, Inc.

Perez foi eleito para a Câmara dos Representantes da Flórida em 2017. Segundo o seu site oficial, o deputado defendeu “leis importantes” ligadas ao bem-estar infantil, saúde, estabilidade familiar, educação e integridade eleitoral.

Nas últimas semanas, Perez tem protagonizado embates com o governador da Flórida, Ron DeSantis. O parlamentar impediu o avanço de projetos do seu colega de partido.

Por meio das redes sociais, o deputado demonstra estar aliado à agenda de Trump e utiliza expressões associadas ao movimento “Make America Great Again” (Faça a América Grande Novamente, em tradução livre), ou MAGA. Em janeiro, Perez manifestou-se a favor da operação dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do ex-líder Nicolás Maduro.

Para assumir o comando da Embaixada em Brasília, além da aprovação no Senado norte-americano, Perez precisa receber o agrément do governo brasileiro.

Embaixada

O posto de embaixador norte-americano no Brasil está vago desde o encerramento do mandato do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, em janeiro de 2025. A missão diplomática em Brasília é liderada pelo encarregado de negócios Gabriel Escobar. Ele será substituído, a partir de julho, por Natasha Franceschi.

Anteriormente, a advogada Elizabeth Bagley comandava a Embaixada dos Estados Unidos. Indicada por Biden, ela deixou o Brasil antes da posse de Trump.





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Pernambuco teve 84 incidentes com tubarões em 34 anos


Nesta semana, o estado registrou dois ataques com 24 horas de diferença e cerca de 10 km de distância um do outro



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Quem é Daniel Perez, indicado de Trump para a Embaixada dos EUA no Brasil


Aliado à agenda do republicano, ele é o atual presidente da Câmara dos Deputados da Flórida

Reprodução/X @Daniel_PerezFLDaniel Perez
Daniel Perez se descreve como ‘cubano-americano de primeira geração’

A Casa Branca comunicou nesta segunda-feira (1º) que o presidente norte-americano, Donald Trump, enviou ao Senado a indicação do deputado estadual Daniel Perez para assumir a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Do Partido Republicano, o parlamentar está no comando da Câmara dos Deputados da Flórida desde 2024.

Filho de imigrantes cubanos, Perez se descreve como “cubano-americano de primeira geração”. Ele nasceu em 22 de junho de 1987, em Nova York. Seis anos depois, em 1993, a família mudou-se para o subúrbio de Westchester, na Flórida. Formado pela Faculdade de Direito da Universidade Loyola Nova Orleans, o deputado também trabalha como consultor jurídico interno da empresa de plano de saúde Doctors Health Care Plans, Inc.

Perez foi eleito para a Câmara dos Representantes da Flórida em 2017. Segundo o seu site oficial, o deputado defendeu “leis importantes” ligadas ao bem-estar infantil, saúde, estabilidade familiar, educação e integridade eleitoral.

Nas últimas semanas, Perez tem protagonizado embates com o governador da Flórida, Ron DeSantis. O parlamentar impediu o avanço de projetos do seu colega de partido.

Por meio das redes sociais, o deputado demonstra estar aliado à agenda de Trump e utiliza expressões associadas ao movimento “Make America Great Again” (Faça a América Grande Novamente, em tradução livre), ou MAGA. Em janeiro, Perez manifestou-se a favor da operação dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do ex-líder Nicolás Maduro.

Para assumir o comando da Embaixada em Brasília, além da aprovação no Senado norte-americano, Perez precisa receber o agrément do governo brasileiro.

Embaixada

O posto de embaixador norte-americano no Brasil está vago desde o encerramento do mandato do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, em janeiro de 2025. A missão diplomática em Brasília é liderada pelo encarregado de negócios Gabriel Escobar. Ele será substituído, a partir de julho, por Natasha Franceschi.

Anteriormente, a advogada Elizabeth Bagley comandava a Embaixada dos Estados Unidos. Indicada por Biden, ela deixou o Brasil antes da posse de Trump.





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Tarcísio ironiza Haddad: "Melhor ministro da história do Paraguai"


Segundo Tarcísio, Haddad foi um ótimo ministro, só que para o Paraguai, para onde as empresas brasileiras estariam migrando



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Procuradoria rejeita alegação de Petro sobre fraude em eleição da Colômbia


O presidente colombiano levantou dúvida sobre a precisão da apuração dos votos após o seu candidato terminar o 1º turno na segunda colocação

Sergio Yate / AFPO presidente da Colômbia, Gustavo Petro, discursa durante uma cerimônia militar para apresentar os novos comandantes das Forças Armadas em Bogotá, em 29 de dezembro de 2025. (Foto de Sergio Yate / AFP)
Petro sugeriu que o software utilizado na contagem preliminar de votos foi alterado

A entidade estatal responsável por fiscalizar os agentes públicos na Colômbia rejeitou nesta segunda-feira (1º) as supostas irregularidades denunciadas pelo presidente colombiano, Gustavo Petro, na contagem de votos do primeiro turno da eleição presidencial, em que seu candidato ficou em segundo lugar.

O presidente e seu aliado, o candidato Iván Cepeda, levantaram dúvidas sobre a precisão da apuração preliminar na qual o candidato de extrema direita, Abelardo de la Espriella, venceu por pequena margem e com quem disputará o segundo turno em 21 de junho.

“Não se conhece nenhuma prova ou indício” que sustente as supostas irregularidades apontadas por Petro e Cepeda, declarou Gregorio Eljach, chefe da Procuradoria-Geral, um órgão de controle independente.

Petro sugeriu no X, no domingo (31), que o software utilizado para a contagem preliminar dos votos, desenvolvido por uma empresa privada, foi alterado e que “centenas de milhares de votos foram acrescentados”.

Nesta segunda-feira (1º), Cepeda moderou sua posição e afirmou que aguardará a apuração definitiva para se pronunciar, embora não tenha “evidências” de “eventuais irregularidades”.

A Justiça Eleitoral organiza as eleições na Colômbia e realiza uma contagem rápida no mesmo dia da votação, embora os dados não sejam definitivos.

Paralelamente, é realizada a apuração oficial sob supervisão do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que posteriormente declara e consolida os resultados.

Segundo o órgão, 99,88% das seções eleitorais já haviam sido apuradas na tarde de segunda-feira. O chefe da entidade, Hernán Penagos, disse à rádio Blu que a apuração será concluída “de hoje para amanhã” e que, em seguida, as informações serão entregues ao CNE.

Consultado pela AFP, um responsável do CNE afirmou que os resultados definitivos podem levar “semanas” para serem divulgados.

Por lei, o presidente não tem “competência” na Colômbia para “decidir sobre a aceitação ou não” dos resultados eleitorais, afirmou Eljach.

De la Espriella venceu o primeiro turno no domingo com 43,7% dos votos, enquanto Cepeda obteve 40,9%.





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Lula manda Durigan avaliar impacto de ação dos EUA sobre PCC e CV


Durigan disse que intenção é evitar prejuízos para economia do país após decisão dos Estados Unidos



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