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Estimativa da soja aponta novo recorde na série histórica


A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 350,4 milhões de toneladas em maio de 2026, um crescimento…



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Mato Grosso do Sul amplia preparação da rede de saúde para vigilância da malária na Rota da Celulose


Evento promovido pela SES e Ministério da Saúde reforçou a capacidade dos municípios para identificar, investigar e responder a casos da doença

Em um contexto de crescente mobilidade populacional e da necessidade de manter os serviços de saúde preparados para o enfrentamento de doenças de relevância epidemiológica, Mato Grosso do Sul tem ampliado as ações de capacitação voltadas à prevenção e ao controle da malária. Com esse objetivo, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da superintendência de Vigilância em Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde, realizou nos dias 10 e 11 de junho, em Três Lagoas, o evento “Malária em Foco – Vigilância e Resposta na Região Extra-Amazônica da Rota da Celulose”.

Promovido no Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, o encontro reuniu representantes do Ministério da Saúde e profissionais da saúde dos municípios de Três Lagoas, Costa Rica, Chapadão do Sul, Inocência e Brasilândia, incluindo equipes da vigilância epidemiológica, laboratórios, controle vetorial, assistência e gestão municipal. A capacitação teve como foco fortalecer a capacidade de detecção, diagnóstico e resposta à malária na região da Costa Leste e em municípios inseridos na área de influência da Rota da Celulose.

A escolha de Três Lagoas como sede do evento está relacionada ao crescimento econômico da região e ao aumento do fluxo migratório impulsionado pelos empreendimentos da Rota da Celulose. Esse cenário torna ainda mais importante a preparação das equipes de saúde para reconhecer rapidamente casos suspeitos e adotar as medidas de vigilância necessárias.

Para o consultor técnico da Coordenação-Geral de Eliminação da Malária do Ministério da Saúde, Ronan Rocha Coelho, a realização do encontro demonstra o compromisso dos gestores com o fortalecimento da vigilância diante das transformações vivenciadas pela região.

“A realização deste evento no município de Três Lagoas reflete a preocupação do município, que é sede de um núcleo regional de saúde, juntamente com o Estado de Mato Grosso do Sul, em relação à temática da vigilância da malária diante da Rota da Celulose, que tem elevado o fluxo migratório de trabalhadores provenientes de diversas regiões do país, com destaque para a Região Amazônica. Dessa forma, possibilitar discussões sobre os eixos do Programa Nacional de Prevenção, Controle e Eliminação da Malária é essencial para garantir que as equipes de saúde estejam preparadas para a ocorrência de casos da doença”, destacou.

De acordo com a gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener, a atualização permanente dos profissionais é uma das principais estratégias para manter a capacidade de resposta dos serviços de saúde.

“A malária é uma doença que exige atenção constante, mesmo em regiões onde não há transmissão sustentada. Manter os profissionais capacitados para reconhecer sinais e sintomas, realizar o diagnóstico em tempo oportuno e desencadear rapidamente as ações de vigilância é essencial para evitar a ocorrência de casos secundários e garantir a assistência adequada aos pacientes”, afirmou.

Durante os dois dias de programação, os participantes acompanharam palestras, mesas de discussão e atividades de troca de experiências sobre vigilância epidemiológica, diagnóstico laboratorial, assistência aos pacientes, investigação de casos e estratégias de prevenção e controle da malária.

Um dos destaques da capacitação foi a abordagem sobre a incorporação da tafenoquina e da testagem de G6PD, recursos que ampliam a segurança e a efetividade do tratamento da doença. A atividade reuniu conteúdo teórico e treinamento prático voltados à utilização do medicamento, à realização dos testes e à organização dos fluxos necessários para a implementação dessas tecnologias nos serviços de saúde.

A programação também reforçou a integração entre os diferentes níveis de gestão e a importância da atuação articulada para manter a rede preparada para identificar, investigar e conduzir adequadamente casos suspeitos e confirmados da doença.

Participaram da programação a tecnologista da Coordenação-Geral de Eliminação da Malária do Ministério da Saúde, Chayane Marques; a farmacêutica bioquímica do LACEN-MS, Elisângela Freitas Mendonça; a especialista em Serviços de Saúde da Gerência de Doenças Endêmicas da SES e apoiadora da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, Bianca Modafari Godoy; e o supervisor técnico da Coordenadoria de Controle de Vetores, José Pedro.

Comunicação SES, com informações do HRCLMT
Fotos: Divulgação HRCLMT (Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé)



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Soja fecha em baixa em Chicago após semana de volatilidade

A soja encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores após uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato com vencimento em julho recuou 0,18%, fechando cotado a US$ 11,32 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou no campo negativo ao longo da sessão. Após as reações ao relatório mais recente do USDA e às notícias envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, os contratos chegaram a ensaiar uma recuperação na abertura dos negócios, mas perderam força no decorrer do dia.

O óleo de soja apresentou desempenho relativamente mais firme, especialmente diante da forte queda observada nos preços do petróleo. Ainda assim, a pressão sobre o complexo energético acabou influenciando negativamente as commodities ligadas ao setor, limitando o avanço dos derivados da oleaginosa.

Com isso, o mercado seguiu ajustando posições e monitorando os desdobramentos no cenário macroeconômico e energético, fatores que continuam ditando o comportamento dos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sexta-feira em leve alta na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho avançou 0,24%, encerrando o pregão cotado a US$ 4,12 por bushel.

A Granar apontou que a recuperação foi impulsionada por movimentos de cobertura de posições por parte dos investidores, após as perdas registradas nas últimas sessões, além das preocupações com a falta de umidade em áreas das Grandes Planícies norte-americanas. Apesar do avanço no dia, o cereal acumulou sua terceira semana consecutiva de desvalorização.

O mercado também acompanhou de perto os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã. A evolução das tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços do petróleo são considerados fatores importantes para a cadeia do milho, especialmente diante das expectativas em torno da ampliação do uso de etanol nos Estados Unidos.

Nesse contexto, os agentes monitoram a tramitação no Senado norte-americano da proposta que autoriza a comercialização da gasolina E-15 durante todo o ano. A medida, já aprovada pela Câmara dos Representantes, pode ampliar a demanda por etanol e, consequentemente, por milho, principal matéria-prima utilizada na produção do biocombustível no país.

Trigo

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Durigan diz que governo terá nova rodada de conversas com EUA


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta terça-feira (9/6), que o Brasil prepara uma nova rodada de conversas para negociações sobre a intenção de os Estados Unidos imporem novas tarifas a produtos brasileiros.

O ministro disse que “nos próximos dias” haverá um encontro virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Márcio Fernando Elias Rosa, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer. Durigan também estará presente no encontro.

“A próxima reunião é para tratar das tarifas entre o ministro Márcio Elias Rosa e o Greer. Eu devo estar presente, devo acompanhar. E, a depender de como essa reunião acontecer, eu não teria problema nenhum em fazer reuniões subsequentes com Scott Bessent (secretário do Tesouro dos Estados Unidos), com outros interlocutores dos Estados Unidos”, afirmou o ministro em entrevista ao portal UOL.

Durigan também disse que o Brasil pode fazer negociações setoriais, ou seja, barganhando temas de interesses paralelos entre os dois países. Nesse caso, entrariam em debate pontos como o etanol e a tecnologia de nuvem dos norte-americanos e o açúcar e a indústria de aviação brasileiros.

Origem da ameaça de taxação

Os Estados Unidos estudam aplicar duas taxações aos produtos brasileiros. A primeira medida propõe uma sobretaxa de 25%. Ela é decorrente de uma punição por supostas práticas “irrazoáveis” apontadas no relatório final do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) em uma investigação.

A apuração é fundamentada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que trata da política comercial do país.

A segunda medida propõe um acréscimo de 12,5% porque o Brasil teria falhado em impor uma ação legal que proíba a importação de produtos manufaturados com mão de obra de trabalho forçado. O caso foi tratado em uma investigação que envolve ao todo 54 países.



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IPCA de maio rompe teto da meta e traz dilema sobre corte ou manutenção da Selic


O avanço da inflação para 4,72% no acumulado de 12 meses, acima do teto da meta, está dividindo o mercado. Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta sexta-feira (12), mostram uma melhora qualitativa nos serviços, o que sustenta apostas de um último alívio na Selic, atualmente em 14,5%.

Mas pressões em alimentos e energia também fortalecem o argumento de pausa na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. No dado mensal, o IPCA avançou 0,58% em maio, superando as projeções do mercado, que estavam entre 0,52% e 0,55%.  

Alimentos e energia puxam alta do IPCA em maio

A composição do índice mostra que as pressões seguem enraizadas no orçamento diário dos brasileiros. Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, destaca que o grupo de Alimentação e Bebidas saltou 1,33%, respondendo por praticamente metade da inflação do mês. O movimento reflete problemas de oferta impulsionados por fatores climáticos e custos logísticos, que encareceram itens da cesta in natura, como batata-inglesa (+44,69%), tomate (+20,62%) e cebola (+16,80%), além de carnes, leite e arroz.  

“O dado mais relevante não está no resultado mensal. Está nos 4,72% acumulados em doze meses. Em abril, esse número era de 4,39%. A inflação não apenas permanece acima do teto da meta. Ela voltou a ganhar altura. O mercado comemora números. O Banco Central observa tendências. E a tendência continua desconfortável”, afirma Olívia.

Outro vetor determinante de alta foi o grupo Habitação, que avançou 1,22%. O acionamento da bandeira tarifária amarela pela Aneel e os reajustes aplicados em diversas capitais levaram a energia elétrica residencial a uma alta de 3,67%, representando o maior impacto individual do mês no índice.  

Queda nos combustíveis e alívio nos serviços

Se o índice cheio assustou, as métricas subjacentes ofereceram certo conforto, segundo os economistas. Rafael Rondinelli, economista da MAG Investimentos, destaca que os Transportes trouxeram alívio ao registrar queda de 0,46%, beneficiados pelo recuo da gasolina (-1,46%) e do etanol (-6,20%). 

No entanto, o detalhe que mais atrai a atenção do Banco Central veio do setor terciário, avalia Rondinelli. O grupo de serviços, que há meses demonstrava resistência impulsionada por um mercado de trabalho aquecido, apontou desaceleração na margem em itens subjacentes e intensivos em mão de obra. A média dos cinco principais núcleos de inflação recuou de 0,50% em abril para 0,45% em maio.  

“Os grupos mais relevantes para a análise do núcleo — subjacentes, serviços, semi-duráveis e duráveis — vieram em linha com o esperado e apresentaram bom comportamento”, explica Carlos Thadeu, economista de inflação da BGC Liquidez. Para ele, a leitura para o Banco Central deveria ser benigna, ou seja, abre espaço para mais um corte de juro.

Copom: Os dados que justificam corte de juro

As surpresas mistas dividem os economistas sobre a próxima decisão do Copom. Para uma ala, a melhora na qualidade dos serviços garante espaço para o BC cumprir a sinalização dada na última reunião de fazer mais um corte.

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Para Helena Veronese, economista-chefe da B.Side Investimentos, a desaceleração nos núcleos da inflação dão espaço para o Banco Central reduzir os juros em 25 pontos-base, indo a 14,25% e, ainda assim, manter o discurso cauteloso, observando os sinais inflacionários. 

Na mesma linha, Julio Barros, economista do Daycoval, aponta que o número não deve alterar o cenário e que o Banco Central deve continuar o ciclo de corte com 0,25 pontos percentuais na reunião da próxima semana. 

Os dados que reforçam pausa 

Por outro lado, o avanço da inflação para além do teto e a ausência de ancoragem nas expectativas levam casas a projetarem a interrupção da queda da Selic. “A inflação não apenas permanece acima do teto da meta. Ela voltou a ganhar altura. A inflação de hoje não entrega conforto suficiente para decisões precipitadas. Juros podem até cair por expectativa. Credibilidade, não”, alerta Olívia, da Magno Investimentos. Ela chama a atenção também para os impactos da incerteza fiscal em Brasília, já que as políticas de estímulo ao crédito pressionam a alta da inflação.

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Leonardo Costa, economista do ASA, e Carlos Lopes, economista do BV, reforçam essa tese. Costa destaca que o cenário segue preocupante para o BC, que deve encerrar o ciclo de corte de juros na próxima reunião. 

Alexandre Maluf, economista da XP, lembra ainda que parte do mercado já reprecificou o ciclo de juros, inclusive vendo possível alta este ano. A XP, no entanto, projeta mais dois cortes de 0,25 ponto percentual, com Selic encerrando o ano em 14%. “Ainda estamos com uma visão de queda, mas com viés de uma Selic um pouco mais alta”, diz.

Efeitos do Acordo EUA-Irã no preço do petróleo

Em paralelo às pressões domésticas, os economistas observam as movimentações no Oriente Médio. O mercado repercute as negociações entre os Estados Unidos e o Irã — impulsionadas por sinalizações atribuídas a Donald Trump —, o que já levou a quedas robustas no preço do barril de petróleo Brent.  

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Peterson Rizzo, Head de R.I da Multiplike, explica que, caso a reabertura do Estreito de Ormuz se confirme, o alívio no petróleo pode se estender, contribuindo para descomprimir o câmbio e a inflação nos próximos meses, e abrindo espaço para cortes na Selic.

Porém, para Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, a queda do petróleo funcionaria mais como “mitigador de risco inflacionário futuro” do que como solução para as pressões domésticas já incorporadas em serviços, alimentação e núcleos de inflação. 

Antes da divulgação deste IPCA, até o dia 10 de junho, as apostas do mercado nas Opções Copom na B3 estavam caindo levemente para a manutenção dos juros, indo de 70% para 67,3%, e subindo levemente para o corte, passando de 29,5% para 31,36%.

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Resta saber qual peso o Banco Central dará a cada uma dessas forças na sua próxima deliberação. 



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Bahia Farm Show bate recorde de público e recebe mais de 172 mil visitantes

A 20ª edição da Bahia Farm Show encerrou nesta sexta-feira (12) com recorde de público e crescimento em praticamente todos os principais indicadores do evento realizado em Luís Eduardo Magalhães (BA). Ao longo dos seis dias de programação, a feira recebeu 172.328 visitantes, alta de 6% em relação ao ano passado.

O número de expositores saltou de 434 para 554, crescimento de 28%, enquanto as marcas representadas passaram de 1.124 para 1.421, avanço de 26%. O total de patrocinadores também aumentou, passando de 21 para 24 empresas.

A edição deste ano foi marcada pela ampliação do parque de exposições, pela presença de autoridades do governo federal e por anúncios voltados ao agronegócio e à infraestrutura.

Entre os destaques estiveram o lançamento da linha de R$ 14 bilhões para financiamento de máquinas e implementos agrícolas e o anúncio de investimentos no setor elétrico para a Bahia.

A feira também reforçou a aposta na diversificação da programação. Entre as novidades estiveram o espaço dedicado às startups, a criação do projeto Vozes do Agro e a realização do primeiro leilão oficial da Bahia Farm Show, iniciativa que ampliou a presença da pecuária dentro do evento e comercializou mais de 1500 animais.

A agricultura familiar também ganhou mais espaço. O número de expositores do segmento passou de 28 para 34, crescimento de 21% na comparação com 2025.

Consolidada como a principal feira agropecuária do Matopiba, região que reúne áreas da Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí, a Bahia Farm Show chega ao fim de sua edição histórica com os maiores números já registrados em público, expositores e marcas participantes.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/

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“Cachaça demais”, diz motorista que subiu com carro em passarela


Goiânia – Uma cena inusitada chamou a atenção de moradores de Acreúna, a cerca de 150 km da capital goiana, durante a madrugada de sábado (6/6). Um motorista foi flagrado ao passar com o carro por uma passarela de pedestres às margens da BR-060. As imagens viralizaram nas redes sociais e mostram o veículo tentando atravessar a estrutura, que foi construída para o uso exclusivo de pedestres.

Veja o vídeo:

“Eu peguei um carro emprestado aqui, eu tinha bebido demais na madrugada de sexta para sábado e acabei subindo na passarela com o carro de um amigo. Estou muito envergonhado, estou arrependido. Então peço desculpa e estou aqui para arcar com o compromisso. Vou levar na oficina lá para arrumar. Isso aí foi cachaça demais e peço desculpa aí para todo mundo aí”, disse o motorista.

Manobra imprudente

O caso gerou repercussão nas redes sociais. Segundo informações da Polícia Militar, o motorista chegou a subir pela rampa da passarela e tentou seguir com o carro pela estrutura elevada, mas não conseguiu seguir adiante e teve dificuldades para sair de ré.

Após a divulgação das imagens, equipes da PM iniciaram buscas e conseguiram localizar o condutor. Em conversa com os policiais, ele admitiu o uso de bebida alcoólica antes de dirigir.

Segundo o próprio motorista, ele havia bebido após o término de um relacionamento. Contou também que o carro era emprestado e gravou um vídeo pedindo desculpas à população de Acreúna e à Polícia Militar.

Ao ser encontrado pela PMGO, o motorista já não apresentava sinais visíveis de embriaguez, o que impediu a prisão em flagrante. Contudo, a ocorrência foi registrada e encaminhada para Polícia Civil, que investiga o caso.

Além da autuação, o motorista também pode reponder por possíveis infrações de trânsito como direção perigosa e condução de veículo sob efeito de álcool. A situação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista também vai ser analisada.



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Influenciada pelo grupo de Alimentos e Bebidas, inflação fica em 0,58% em maio


A inflação de maio (0,58%) desacelerou em relação ao resultado de abril (0,67%), mas acumula alta de 3,20% nos primeiros…



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JBS encerra operações em duas fábricas nos Estados Unidos

Ao longo do último ano, a empresa realizou investimentos significativos em novas instalações e melhorias em diversas operações no país, incluindo grandes expansões nos estados do Texas, Geórgia e Iowa. Os projetos têm como objetivo ampliar a capacidade de produção de alimentos preparados e produtos de maior valor agregado, modernizar as operações e reforçar a capacidade da companhia de atender seus clientes nos próximos anos.

“A JBS USA está investindo fortemente nos Estados Unidos e no futuro da produção de alimentos”, disse Batista Filho. “Ao mesmo tempo, precisamos garantir que nossas operações sejam eficientes, modernas e competitivas. Ao investir onde estamos crescendo e realizar ajustes difíceis onde são necessários, estamos construindo uma empresa mais forte e resiliente.”

No início deste ano, a JBS USA integrou seus negócios de carne bovina e de produtos embalados prontos para o varejo em uma plataforma mais unificada, com o objetivo de aumentar a eficiência, melhorar a produtividade e ampliar a capacidade de produção de itens de maior valor agregado.
Por meio de comunicado, a JBS informou que a produção das unidades que serão desativadas será absorvida por outras plantas de sua rede nos Estados Unidos, de forma a preservar o fornecimento de produtos e o atendimento aos clientes.

A companhia também reforçou seu compromisso com o setor agropecuário norte-americano, destacando a continuidade das parcerias com pecuaristas, produtores e comunidades rurais em diferentes regiões do país.

Apesar dos ajustes nas operações, a empresa mantém uma visão positiva para os próximos anos. Segundo o CEO da JBS USA, Wesley Batista Filho, a demanda global por proteínas segue em expansão, o que sustenta os investimentos da companhia em modernização, eficiência e crescimento. De acordo com o executivo, as mudanças anunciadas buscam fortalecer a competitividade da empresa e garantir melhores condições para atender o mercado no longo prazo.

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Motorista morre após acidente no PR; filho é internado em estado grave


Um grave acidente registrado na noite desse sábado (6/6) na PR-218, entre os municípios de Astorga e Iguaraçu, na região de Maringá (PR), terminou com a morte de um motorista de 65 anos e deixou outras vítimas feridas, entre elas uma criança de apenas 6 anos.

A colisão frontal envolveu um veículo GM/Vectra e um Peugeot 307, mobilizando equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros. Conforme informações apuradas no local, inicialmente havia seis vítimas, sendo duas em estado gravíssimo.

Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.



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