Categorias
matogrossodosul

Da oficina de costura ao acolhimento hospitalar, trabalho prisional beneficia pacientes e promove ressocialização


Enquanto cumprem pena em uma das maiores unidades prisionais de Mato Grosso do Sul, internos da Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira II têm encontrado no trabalho uma oportunidade de qualificação profissional, ressocialização e contribuição direta para a sociedade. Por meio da oficina de costura instalada na unidade, eles produzem cobertores, mantas, roupas e diversos itens hospitalares destinados ao Hospital São Julião, referência no atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.

“O trabalho faz a gente voltar a sonhar e pensar em uma vida diferente quando sair daqui”, revela um dos participantes.

A iniciativa demonstra como o trabalho prisional pode gerar benefícios que ultrapassam os muros dos presídios, promovendo impacto social concreto ao mesmo tempo em que oferece novas perspectivas aos custodiados.

Somente nos primeiros cinco meses de 2026, a oficina confeccionou 2.632 itens, entre eles 200 cobertores destinados aos pacientes atendidos pelo Hospital São Julião. Também foram produzidos campos cirúrgicos, panos fenestrados, jalecos, calças, aventais, toalhas, sacolas e outras peças utilizadas na rotina hospitalar.

Além de auxiliar no atendimento prestado pela instituição de saúde, a produção contribui para a redução de custos operacionais e fortalece uma importante rede de solidariedade e cooperação entre órgãos públicos.

Reconstruindo futuros

Para os internos envolvidos, o trabalho representa muito mais que uma atividade laboral. É uma oportunidade de aprendizado, desenvolvimento profissional e reconstrução de projetos de vida.

“Aprendi uma profissão que nunca imaginei exercer e que poderá me ajudar quando eu estiver em liberdade”, afirma outro custodiado.

Natural da Venezuela, o interno Willian, de 31 anos, aprendeu a costurar dentro da unidade penal e hoje domina diferentes etapas da produção. Segundo ele, saber que as peças confeccionadas serão utilizadas por pacientes que necessitam de cuidados especiais traz um sentimento de realização pessoal. “Me sinto bem por poder ajudar outras pessoas. Aprendi uma profissão que nunca imaginei exercer e que poderá me ajudar quando eu estiver em liberdade”, relata.

Outro participante do projeto é Rafael, de 32 anos, que atua há cinco meses na oficina de costura. Ele destaca que a capacitação recebida, inclusive por meio de curso oferecido em parceria com o Senai, ampliou suas perspectivas de futuro. “Quem não tem uma profissão passa a enxergar novas possibilidades. O trabalho faz a gente voltar a sonhar e pensar em uma vida diferente quando sair daqui”, afirma.

Além da qualificação profissional, o trabalho garante aos participantes a remição da pena, prevista na legislação, e contribui para a disciplina e a ocupação produtiva dentro da unidade prisional.

De acordo com o diretor da unidade penal, policial penal Evandro Mota, a oficina de costura integra as ações voltadas à reintegração social das pessoas privadas de liberdade, proporcionando capacitação técnica e desenvolvimento de habilidades que poderão ser utilizadas após o cumprimento da pena.

Sistema prisional, saúde pública e responsabilidade social

A iniciativa também prioriza a política de valorização do trabalho prisional desenvolvida pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), que busca ampliar oportunidades de qualificação e inserção produtiva para os custodiados em todo o estado.

O resultado dessa parceria vai além dos números. Cada cobertor produzido carrega uma história de recomeço e chega ao hospital com a missão de proporcionar acolhimento, conforto e dignidade a quem enfrenta momentos delicados de tratamento e recuperação.

Neste ano, já foram confeccionados 200 cobertores pelos internos.

Para a coordenadora do setor de Conservadoria do Hospital São Julião, Fabiana Farias, essa parceria com a Agepen tem gerado resultados muito positivos e tem apresentado crescimento significativo por meio da mão de obra carcerária. “Neste ano, já recebemos 200 cobertores confeccionados pelos internos, que serão utilizados para aquecer nossos pacientes durante o inverno, proporcionando mais conforto e acolhimento. Também está em andamento a produção de enxoval cirúrgico. Além de contribuir para a assistência hospitalar, essa iniciativa demonstra a importância da ressocialização por meio do trabalho e da responsabilidade social”, destaca Fabiana.

Em um ciclo de transformação que conecta sistema prisional, saúde pública e responsabilidade social, mãos que buscam reconstruir trajetórias ajudam a aquecer quem mais precisa, demonstrando que o trabalho pode ser uma importante ferramenta de mudança para todos os envolvidos.

Mais do que os produtos confeccionados, essa parceria representa um exemplo de responsabilidade social, pois beneficia tanto os pacientes quanto os reeducandos envolvidos no projeto, que têm a oportunidade de aprender uma profissão e contribuir de forma positiva para a sociedade. É uma iniciativa que une solidariedade, ressocialização e melhoria contínua da assistência hospitalar.

Comunicação Agepen/MS



Veja a matéria Completa

Categorias
matogrossodosul

aos 13 anos, adolescente conhece por dentro a perícia oficial – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Estudante do 8º ano percorreu os quatro institutos da Polícia Científica e conversou com profissionais das diferentes carreiras que participam da produção da prova pericial

Laura Giovana Chaves dos Santos tem 13 anos e já sabe o que quer ser: perita. E na semana passada ela trocou as telas pela realidade.

Acompanhada pela mãe, Luciana Chaves da Cruz dos Santos, a estudante do 8º ano da rede municipal de Campo Grande percorreu os quatro institutos da PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul). Conversou com peritos criminais, peritos papiloscopistas, peritos médico-legistas e agentes de polícia científica da corporação sobre como cada área contribui para a produção da prova pericial.

As perguntas foram além dos equipamentos e procedimentos. Laura quis saber por que os servidores escolheram suas profissões, como se prepararam para o concurso público, quais atividades realizam e quais desafios enfrentam na rotina.

Em uma demonstração técnica, observou pequenas marcas deixadas em elementos de munição. Acompanhou a explicação sobre como esses sinais podem ser comparados para verificar se foram produzidos por uma mesma arma,  a perícia que conhecia pelas telas, agora apresentada por quem realiza o trabalho diariamente.

O interesse pela área começou depois que Laura assistiu, em uma rede social, a um vídeo sobre perícia criminal. A publicação lembrou filmes e séries que já acompanhava.

“Eu vi um vídeo que falava sobre esse trabalho. Depois, pesquisei um pouco mais e achei muito legal. Esse foi o meu primeiro contato”, contou.

A visita foi pontual, organizada e acompanhada pela Assessoria de Comunicação da Polícia Científica. Tudo começou depois que uma tia da estudante encaminhou um e-mail à instituição relatando o interesse da adolescente pelas profissões da perícia.

Além das telas

No IC (Instituto de Criminalística ), Laura conheceu o trabalho realizado em locais de crime e em núcleos especializados. Na balística, observou como marcas deixadas em projéteis e estojos de munição são analisadas.

Na documentoscopia, recebeu explicações sobre os procedimentos utilizados para verificar a autenticidade de documentos e identificar possíveis alterações. Também passou pela informática forense, pelas perícias ambientais, pela engenharia legal e por exames realizados em diferentes tipos de locais, equipamentos e objetos.

Os peritos criminais explicaram que um mesmo caso pode exigir conhecimentos de física, química, biologia, engenharia e tecnologia. Os agentes de Polícia Científica detalharam sua atuação no apoio aos exames e nos procedimentos para receber, preservar e encaminhar os vestígios.

“Eu gostei de tudo. Vi como eles analisam documentos para saber se são verdadeiros, conheci a parte das armas e achei tudo muito interessante”, relatou Laura.

Sobre o caminho até a profissão, ela ouviu que o ingresso ocorre por concurso público, com requisitos que variam conforme o cargo.

Para Evandro Rodrigo Pedon, perito criminal do IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), a curiosidade demonstrada pela estudante precisa ser acompanhada de persistência.

“Ser curioso e persistente é fundamental. Quando não sabemos alguma coisa, precisamos pesquisar, perguntar, realizar testes e validar os resultados. A perícia está sempre evoluindo, por isso o profissional precisa continuar estudando durante toda a carreira”, afirmou.

Técnica, identidade e acolhimento

No IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), peritos médico-legistas e agentes de Polícia Científica apresentaram a Laura os exames realizados em pessoas vivas e mortas. Mostraram o cuidado com os materiais coletados e a responsabilidade envolvida em cada etapa.

A conversa com a perita médica-legista Juliane Chaia revelou uma dimensão da atividade que a estudante ainda não conhecia. Laura perguntou como ela havia escolhido a carreira, quais eram os desafios da rotina e o que seria necessário estudar para seguir o mesmo caminho.

“A conversa dela foi muito profunda. Eu gostei bastante e comecei a me interessar também pela profissão e pela área da medicina”, contou.

Juliane explicou que a atuação médico-legal exige preparo técnico e emocional, especialmente nos atendimentos a pessoas que chegam à instituição depois de situações difíceis.

“Não é um trabalho fácil. Em muitos atendimentos, eu me vejo também no papel de acolher. Às vezes, o pouco tempo que temos com aquela pessoa permite oferecer uma palavra que possa fazer diferença”, afirmou.

No II (Instituto de Identificação), peritos papiloscopistas mostraram a Laura sua atuação na identificação civil e criminal e nos exames de impressões digitais. Um dos espaços que mais chamou sua atenção reunia documentos e registros que preservam parte da história da identificação em Mato Grosso do Sul.

“Eu achei muito interessante porque havia registros desde o começo. Era como se estivesse ali “, disse.

Os servidores mostraram como dados biográficos e impressões digitais são analisados e confrontados durante os procedimentos de identificação.

Laura também aprendeu que impressões encontradas em objetos ou locais podem ser reveladas, examinadas e comparadas com registros existentes, contribuindo para identificar pessoas e esclarecer crimes.

Quando tudo se conecta

A última etapa ocorreu no IALF, onde Laura acompanhou uma demonstração no Núcleo Especializado de Química e Toxicologia Forense. Entendeu como substâncias e outros materiais recebidos pelo instituto são preparados e submetidos a análises específicas.

Foi nesse momento que conseguiu organizar o que havia aprendido ao longo da manhã: conforme o tipo de vestígio, o material recolhido numa perícia segue caminhos diferentes, impressões digitais para o Instituto de Identificação, armas e munições para a balística, aparelhos eletrônicos para a informática forense, substâncias para análises laboratoriais, pessoas vivas ou mortas para o IMOL.

Cada instituto tem atribuições próprias, mas os resultados se complementam até a elaboração dos laudos que sustentam investigações e processos judiciais.

Luciana acompanhou as perguntas e as reações da filha durante todo o percurso. Segundo ela, o interesse começou antes mesmo de Laura saber o nome exato da profissão.

“Ela dizia que queria ir ao local do crime, tirar as digitais e ver o que havia acontecido. Depois, falou: ‘Mãe, eu quero ser perita criminal.’ Eu disse que, no que ela quiser, vou apoiá-la”, relatou Luciana.

Com o tempo, a adolescente começou a pesquisar quais cursos poderia fazer e o que precisava estudar. Para a mãe, a visita ampliou esse conhecimento ao mostrar as diferentes possibilidades de atuação dentro da Polícia Científica.

Aos 13 anos, Laura ainda tem pela frente o ensino médio, a escolha de uma graduação e a oportunidade de conhecer outras profissões. A visita não definiu seu futuro, mas transformou uma referência construída pelas telas em uma compreensão mais concreta sobre ciência, serviço público e responsabilidade.

Depois de percorrer os quatro institutos e ouvir profissionais das diferentes carreiras, ela resumiu o principal aprendizado do dia: “Deu para entender por que tudo se conectou.”

Maria Ester Jardim Rosoni, Comunicação PCi-MS

 



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Cota chinesa para carne bovina pode atingir 94,5% até o fim de junho

A cota de importação de carne bovina da China para 2026 deverá atingir 94,5% de preenchimento até o dia 30 de junho, segundo levantamento da Terra Investimentos.

Os dados indicam que o volume já internalizado pelo país asiático, somado às cargas em trânsito embarcadas pelo Brasil, deixa um saldo estimado de apenas 60,3 mil toneladas disponíveis dentro da cota anual.

A China estabeleceu para este ano uma cota de importação de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina. Até maio, as informações da GACC (Administração Geral das Alfândegas da China) mostram que 723,8 mil toneladas já haviam sido desembaraçadas nos portos chineses, o equivalente a 65,4% do limite anual.

Além do volume já confirmado pela GACC, a Terra Investimentos incorporou ao cálculo os embarques brasileiros registrados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

Os dados apontam que 153,9 mil toneladas exportadas em maio devem chegar à China entre junho e julho, enquanto outras 168 mil toneladas projetadas para junho têm desembarque estimado entre julho e agosto.

Somando o volume já internalizado pela China e o chamado “pipeline” logístico conhecido entre maio e junho, o total comprometido alcança 1,045 milhão de toneladas, ou aproximadamente 94,5% da cota anual.

Segundo a análise elaborada por Geraldo Isoldi, da Mesa Agro da Terra Investimentos, o ritmo dos embarques sugere que o limite disponível para importações dentro da cota pode se esgotar rapidamente.

“Na nossa projeção, estaremos com 94,5% da cota preenchida até o dia 30 de junho”, afirma Isoldi.

O estudo estima que o esgotamento da cota nos portos brasileiros ocorra entre os dias 12 e 14 de julho. Considerando o intervalo médio de 45 dias entre o embarque no Brasil e a chegada aos portos chineses, esse fluxo corresponderia a desembarques no país asiático entre o fim de agosto e o início de setembro.

A eventual saturação da cota é acompanhada de perto pelo mercado global de proteínas, já que importações realizadas após o preenchimento do limite ficam sujeitas a tarifas adicionais. O cenário pode influenciar decisões de compra de importadores chineses e estratégias comerciais de frigoríficos exportadores nos próximos meses.

A Terra Investimentos ressalta que o acompanhamento dos embarques de julho e agosto será decisivo para confirmar o momento exato de preenchimento da cota e os possíveis impactos sobre o fluxo comercial entre Brasil e China.

 

Veja matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Oferta da IG4 pela Raízen por ora é tratada como boato, diz Ometto

O presidente do conselho de administração ​da Raízen, o empresário Rubens ​Ometto, disse nesta segunda-feira que, por ora, não passa de boato do mercado financeiro o suposto interesse da gestora de private equity IG4 pela produtora de açúcar, etanol e distribuidora de combustíveis.

“Isso é o boato do mercado financeiro. ⁠O pessoal do ​mercado financeiro é muito criativo, mas não ​tem nada nesse sentido”, declarou ele em entrevista à ⁠Reuters, após evento no Rio ⁠de Janeiro.

Na semana passada, a Reuters informou, ​com ‌base em pessoas familiarizadas com as negociações, que o ⁠banco de investimentos independente Moelis & Company e a consultoria financeira Journey Capital, assessores dos credores da Raízen, receberam ofertas não ‌vinculantes ⁠da gestora IG4 ‌para adquirir créditos e o controle da empresa.

IG4, Moelis e Journey Capital não quiseram comentar o assunto anteriormente.

Por ⁠outro lado, Ometto ainda se ⁠mostrou bastante otimista com a aprovação da proposta de reestruturação da ‌Raízen.

Segundo Ometto, esse acordo deve ocorrer “já, já”, e a empresa já está dando a volta por cima.

“A empresa é boa, organizada, gera caixa e não tem falcatrua”, ‌afirmou ele. “A Raízen tem problema de estrutura de capital, que está resolvido.”

A Raízen obteve, neste mês, apoio suficiente ⁠de credores e detentores de títulos para prosseguir com uma reestruturação extrajudicial que totaliza aproximadamente R$64,7 bilhões, a maior ​já registrada no país.

Ometto confirmou que o acordo prevê ​uma cisão entre as áreas de distribuição de combustíveis e geração de energia, produção de etanol, açúcar e biogás.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
economia

Ana Paula Vescovi anuncia saída do Santander Brasil após 7 anos


A ex-secretária do Tesouro Ana Paula Vescovi comunicou nesta segunda-feira, 22, em suas redes sociais que deixou o Santander, onde era economista-chefe. “Depois de sete anos, encerro meu ciclo no Santander Brasil. Foram anos de rara intensidade”, escreveu a economista em post publicado no Linkedin.

O Santander confirmou a saída de Vescovi e anunciou que a área de Estudos Econômicos do banco passará a ser comandada por Sandro Sobral, executivo com mais de 20 anos no Santander. Ele é responsável pela gestão financeira da instituição, cargo que seguirá ocupando.

“Com ampla experiência em finanças, planejamento e gestão estratégica, Sandro passará a acumular a liderança da área de Estudos Econômicos, garantindo a continuidade dos trabalhos desenvolvidos pela equipe”, anunciou o Santander.

Em sua postagem, Vescovi elencou as transformações na economia, tanto doméstica quanto internacional, no período em que comandou o departamento econômico do banco.

Citou a pandemia, o retorno da inflação global e o ciclo de alta dos juros, além dos conflitos na geopolítica e os avanços tecnológicos que “redefiniram a forma como produzimos e consumimos informação”.

Na mensagem, ela agradece ao Santander e não antecipa qual será o seu próximo passo profissional. “Os ciclos mudam. O aprendizado permanece.”



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Granja Faria poderá antecipar pagamento de emissão de R$ 200 milhões

Os investidores da primeira emissão de debêntures da Granja Faria aprovaram o resgate antecipado dos títulos, em uma operação que movimentou R$ 200 milhões quando foi lançada, em 2020. A medida permite que a companhia, que é uma das principais produtoras de ovos do Brasil, antecipe o pagamento da dívida antes do vencimento previsto para dezembro de 2026.

A decisão foi tomada em assembleia realizada com a participação dos debenturistas, da companhia e do agente fiduciário Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. 

A proposta foi aprovada por unanimidade pelos investidores presentes, que representavam a totalidade das debêntures em circulação da emissão.

Os títulos remuneram os investidores a uma taxa equivalente ao CDI mais 2,48% ao ano. Segundo os termos aprovados, os debenturistas receberão o valor nominal das debêntures, ou o saldo desse valor, acrescido da remuneração proporcional calculada até a data do resgate. Não haverá pagamento de prêmio adicional.

Durante a assembleia, o agente fiduciário informou que o resgate antecipado pode resultar em remuneração menor do que a inicialmente prevista para a operação, uma vez que os investidores deixarão de receber os rendimentos que seriam acumulados até o vencimento original dos títulos.

A emissão foi realizada em dezembro de 2020, com distribuição de 200 mil debêntures de R$ 1.000 cada. De acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o Valor Nominal Atual é de R$ 499,982002 por debênture.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
matogrossodosul

estudo apresenta benefícios e conquistas de MS rumo à universalização do saneamento – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Com destaque e referência nacional, Mato Grosso do Sul planeja universalizar o saneamento básico no Estado até o final de 2027, sendo o primeiro estado do Brasil a ganhar esta condição. São benefícios diretos à população na saúde, economia, turismo e até valorização imobiliária. Este impacto econômico e social ao cidadão foi mensurado no estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil, apresentado nesta segunda-feira (22), no auditório da Governadoria.

Durante a apresentação dos dados foi mostrado que Mato Grosso do Sul já teve acumulado entre 2005 e 2024 ganhos sociais que superam R$ 41,7 bilhões com a expansão do saneamento e consequente economia de gastos em setores como a saúde e aumento de produtividade em outros. Somado à previsão do atual ciclo, iniciado em 2025 e com encerramento em 2040, o total de ganhos sociais pode chegar a até impressionantes R$ 82,5 bilhões no Estado.

Se considerados os custos de investimento e operação do serviço de saneamento, no primeiro ciclo aferido o saldo líquido positivo chega a praticamente R$ 20 bilhões. Já no atual ciclo, a previsão do estudo é que Mato Grosso do Sul novamente acumule ganhos sociais na casa dos R$ 40 bilhões, sendo o saldo líquido também positivo – o Trata Brasil aponta R$ 26 bilhões.

Ainda no mesmo estudo, a conclusão é que a cada R$ 1,00 investido em saneamento no Estado pode gerar R$ 5,90 em ganhos sociais, superando a média nacional, que é de retorno R$ 4,10.

Governador Eduardo Riedel durante evento de apresentação do estudo do Instituto Trata Brasil 

“Hoje é o dia de celebrar e agradecer a todos os envolvidos, o esforço de cada um envolvido neste processo. Podemos ter orgulho em dizer que Mato Grosso do Sul vai o primeiro estado do brasil a ter o saneamento básico universalizado. Nosso prazo é 2028, mas eu já cito final de 2027 para conquistarmos esta meta. Mudança real na vida das pessoas, no bem-estar e na dignidade do cidadão”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

Ele mencionou que esta mudança de patamar teve início em 2015, quando iniciou as discussões para realização de uma PPP (Parceria Público-Privada) do Esgoto Sanitário, sendo concretizada em 2021. Decisão tomada antes da elaboração do Marco Legal do Saneamento.

“Antes o Estado tinha 35% de cobertura de esgoto e hoje chegamos perto dos 80%. Transformação sentida na vida das pessoas. Hoje podemos dizer que temos água de qualidade disponível, saneamento básico, com um esforço concentrado, desafios sendo realizados, para chegarmos nestes resultados positivos”, descreveu o governador.

Riedel destaca que este estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil apenas materializa os resultados que a população já está sentindo na prática no Estado. “O que a gente ouve, pensa e agora conhece em números nos ajuda a comparar nossa situação e entender onde nós estamos. Foi uma decisão do Estado de entregar algo que era essencial à sociedade”, completou.

Governador recebe estudo das mãos da CEO do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto

Planejamento e resultado

Para o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, é um orgulho enorme participar deste sucesso, que segundo ele, não aconteceu por acaso. “Teve uma visão estratégica que nos permitiu chegar até aqui. Somente nesta gestão estadual nós saímos de 60% (cobertura) e agora estamos em 77%, são quase 110 mil ligações de esgoto nestes três anos e meio. O caminho já está nos trilhos para atingirmos a universalização cinco anos antes do Marco Legal”.

Mato Grosso do Sul ampliou em quase cinco pontos percentuais o atendimento por rede de esgoto em menos de um ano e se firma como destaque nacional na corrida pela universalização do saneamento básico. Dados mostram que a cobertura de esgoto nos municípios atendidos pela companhia saltou de 72,34% em agosto de 2025 para 77,04% em maio de 2026, um avanço de 4,7 pontos percentuais em apenas nove meses. 

Diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, durante entrevista

Estes grandes investimentos foram frutos da PPP entre Sanesul e a empresa Ambiental MS Pantanal. Os resultados já aparecem em diversas cidades sul-mato-grossenses. Pelo menos 30 municípios atendidos pela Sanesul registram cobertura superior a 90%.  Em alguns casos, os índices já se aproximam da universalização. Bataguassu, Brasilândia, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Três Lagoas, Alcinópolis, Caracol, Japorã, Laguna Carapã, Paranhos, Ponta Porã, Inocência e Paranaíba alcançaram 99% de cobertura.

“Vemos no Estado um modelo que busca a universalização do saneamento com várias mãos. Todos trabalhando em conjunto para que busquemos este grande desafio não só de Mato Grosso do Sul, mas de todo país. Não indo atrás dos números, mas também da qualidade de vida da população, levando mais dignidade para as pessoas. Trabalho feito com planejamento, organização, investimento e uma parceria muito bem estruturada”, afirmou Gabriel Buim, diretor-presidente da MS Pantanal.

Para 2026, o plano de investimentos contempla obras em 39 municípios, com a implantação de mais de 480 quilômetros de novas redes, ampliação de 92 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), intervenções em Estações Elevatórias (EEEs), novas ligações domiciliares e reforço da estrutura operacional, consolidando a concessionária como protagonista na transformação sanitária do interior do Estado.

Luana Pretto apresenta os dados do estudo durante evento

Legado para gerações

Para a CEO do instituto Trata Brasil, Luana Pretto, os benefícios conquistados com o aumento da cobertura do saneamento se tornam verdadeiros legados para próxima geração e continuam fazendo a diferença com o passar dos anos. São conquistas que já aparecerem em Mato Grosso do Sul e vão continuar pelas próximas décadas.

“O objetivo deste estudo é mensurar os benefícios econômicos e sociais que a universalização do saneamento já trouxe para o Estado e o que pode trazer nos próximos anos para população. Estamos falando em mais saúde, educação, valorização imobiliária, renda com turismo e todos os objetivos acabam sendo influenciados por esta infraestrutura que transforma a vida dos cidadãos”.

Além dos números gerais, o levantamento ainda mostra que a redução de custos com a saúde chegará a R$ 258,793 milhões entre 2025 e 2040 e que o incremento na produtividade está estimado em R$ 14,8 bilhões no Estado neste mesmo período.

Já o turismo pode ganhar R$ 2,255 bilhões e a valorização imobiliária pode atingir R$ 1,701 bilhão entre 2025 e 2040, impulsionados pela melhoria ambiental e infraestrutura. 

Ainda existe a perspectiva que após 2040, o legado da universalização deve gerar ganhos de R$ 18,795 bilhões, com custos de manutenção de R$ 12,145 bilhões, consolidando um saldo positivo de R$ 29,921 bilhões.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende/Secom-MS

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com as imagens do evento e da coletiva



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Clima e petróleo pressionam cotações futuras do milho na bolsa de Chicago

O contrato futuro para entrega para dezembro do milho finalizou a sessão desta segunda-feira (22) com desvalorização de 1,01% na Bolsa de Chicago, em que ficou cotado em US$ 4,39 por bushel.

De acordo com a análise da Royal Rural, os contratos trabalham pressionados em função da melhora das condições na área plantada nos Estados Unidos e também pela queda do petróleo. 

“As chuvas recentes ajudaram áreas importantes do Meio-Oeste e aliviaram parte do déficit de umidade. Isso tirou força da alta porque, neste momento, o mercado não enxerga um problema climático grande o suficiente para sustentar prêmio forte na tela”, informou a consultoria por meio de boletim diário.  

A consultoria ainda destaca que o ponto de virada será o verão americano. “Se o calor apertar e a seca sair de áreas isoladas para regiões de maior peso, Chicago pode mudar de direção rápido. Por enquanto, o clima ainda joga contra uma alta mais forte”, informou a Royal Rural.  

Soja 
 
A queda do petróleo o avanço do dólar impactaram as cotações futuras da soja nesta sessão na bolsa de Chicago. O contrato para entrega em novembro fechou o dia negociado em US$ 11,41 por bushel e teve uma queda de 0,11%.  
 
O mercado também estava atento a divulgação do relatório semanal de progresso de safra americana pelo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) USDA e observavam possíveis novas compras de soja pela China.

Trigo 

O contrato do trigo para entrega em setembro registrou baixa de 1,06% e fechou o dia precificado em US$ 6,07 por bushel.

De acordo com o Trandings View, as cotações futuras tiveram baixas devido à queda do preço do petróleo bruto e à continuidade do tráfego de navios-tanque pelo Estreito de Ormuz, em meio ao progresso nas negociações entre EUA e Irã, o que reduziu os prêmios de risco de guerra. 

Além disso, a queda do preço do petróleo também indica frete marítimo mais barato, o que pode pressionar ainda mais os preços do trigo entregue. 

O mercado também acompanha a demanda do grão da União Europeia, os exportadores enfrentam um cenário mais desafiador, já que Marrocos deverá importar menos após a recuperação da seca, enquanto os fornecedores do Mar Negro permanecem altamente competitivos. 

Por outro lado, o Egito comprou 4,7 milhões de toneladas de trigo e está a caminho de atingir sua meta de 5 milhões de toneladas.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
agro destaque_home

Cacau registra alta de 9% em Nova York devido a chuvas na Costa do Marfim

As condições climáticas na Costa do Marfim impulsionaram os preços futuros do cacau na sessão desta segunda-feira (22) na bolsa de Nova York.

O contrato do cacau para entrega em setembro fechou em alta de 9,06% e fechou precificado em US$ 4.621 por tonelada.

De acordo com o Barchart, os preços do cacau estão em alta e atingiram o maior patamar em seis semanas, devido às chuvas excessivas na Costa do Marfim, que têm inundado estradas e impedido o acesso dos agricultores às fazendas e aos portos.

Ainda segundo as informações, o excesso de umidade também aumenta o risco de podridão parda nos cacaueiros, reduzindo a produção e comprometendo a colheita.

Café 

O contrato futuro do café arábica para entrega em setembro registrou queda de 0,30% e encerrou o dia cotado em US$ 2,67 por libra-peso.

Segundo o Barchart, a queda nos preços se deve à expectativa de que o clima mais seco no Brasil permita a retomada da safra cafeeira no país.

Além disso, o mercado acompanha os impactos do El Niño sobre a safra brasileira. Além disso, o atraso das chuvas sazonais no Brasil, em setembro e outubro, período crítico para o florescimento das árvores, pode afetar a próxima safra do país.

A colheita da safra de café brasileira de 2026/27 atingiu 39% da área plantada até 17 de junho, segundo a Safras & Mercado, abaixo dos 43% registrados um ano antes e ligeiramente inferior à média de 40% dos últimos cinco anos.

Açúcar 

A queda no petróleo pressionou as cotações futuras do açúcar nesta sessão na bolsa de Nova York. O contrato para entrega em outubro finalizou o dia precificado em 14,37 centavos de dólar a libra-peso, com uma baixa de 2,05%.

O Barchart reportou que os preços recuaram para a mínima de dois meses. “Esse cenário de queda nos preços do etanol pode levar as usinas de açúcar a direcionarem a moagem da cana para a produção de açúcar em vez de etanol, aumentando assim a oferta de açúcar”, comentou o site.

Além disso, a agência Reuters destacou que o fenômeno El Niño está aumentando as preocupações da indústria açucareira indiana. “Comerciantes e representantes do setor alertam que o país pode permanecer praticamente ausente do mercado global de exportação de açúcar por vários anos, caso a produção seja afetada”, informou a agência.

Algodão  

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira queda de 0,33% e precificado em 79,41 centavos de dólar a libra-peso.

De acordo com o Barchart, a queda do petróleo influenciou as cotações do algodão nesta sessão. O mercado também monitora os estoques certificados que caíram 1.575 fardos em 19 de junho, totalizando 189.447 fardos.

Suco de laranja 

O vencimento futuro do suco de laranja para entrega em setembro finalizou com desvalorização de 2,38% na bolsa de Nova York, em que o contrato fechou negociado a US$ 1,55 por libra-peso.

https://www.cnnbrasil.com.br/agro/cacau-entra-em-2026-em-busca-de-equilibrio/

Veja matéria completa aqui!

Categorias
matogrossodosul

Tecnologia, música e horta transformam aprendizado dos alunos nas escolas da rede estadual de MS


Com tecnologia, música e horta, os alunos da Escola Estadual Sebastião Santana de Oliveira, no bairro José Abrão, em Campo Grande, aprendem de forma significativa e desenvolvem habilidades em diferentes áreas do conhecimento. Os métodos de ensino são integrados e aliados as necessidades dos estudantes, valorizando conhecimentos já adquiridos e direcionados para o futuro.

O governador Eduardo Riedel esteve na escola nesta segunda-feira (22) e acompanhou parte da rotina dos alunos. “Estou impressionado com a escola e com os alunos. A estrutura é ótima e tudo acontece de maneira muito organizada. Atender a todos é o nosso objetivo”, disse.

Amanda Nogueira Bispo, 12 anos, é aluna do 7° ano do ensino fundamental e pode aprender sobre o período renascentista durante uma aula de artes no laboratório de informática. “Eu gosto de aula assim, que envolve a gente. Isso facilita o aprendizado”, explicou.

A professora de artes e coordenadora da área de Linguagem, Leide Monteiro, explica que o a atuação integrada entre as disciplinas possibilita o aprendizado mais amplo e eficiente para os alunos. “A tecnologia auxilia muito na minha disciplina, porque eu trabalho com imagens, eles têm que ver as obras”.

No projeto de robótica, os alunos também são estimulados a partir de situações que envolvem tecnologia para programação e construção de robôs. “Inserimos recentemente os drones, e a gente já tinha programação. Tudo isso chama a atenção dos alunos. E várias disciplinas se encontram nas nossas aulas, como matemática e física. Os alunos passam a ver a ciência na prática, usam raciocínio lógico, é interessante”, explicou o professor de Física – responsável pelas aulas de robótica –, Leonardo da Costa.

Aluno do 3° ano do ensino médio, Guilherme Miyagi, 17 anos, começou no projeto há três meses, e já comemora as primeiras programações e robôs construídos. “Eu gosto da área. Quero fazer engenharia da informação. Eu aprendi a programar, entender a linguagem da programação. Isso estimula muito qualquer área de conhecimento, matemática, física”, disse Guilherme.

Para abrigar diferentes laboratórios e espaço para horta, a escola passou por uma reforma total com investimento de mais de R$ 9,3 milhões, que beneficiou os 300 alunos do 5° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio. A reforma da escola, concluída há pouco mais de um ano, foi oficialmente entregue hoje (22).

“Nós estabelecemos regras e explicamos tudo para os alunos no início do ano letivo. A conservação da escola é resultado do respeito ao bem público, ao patrimônio. É um bem de todos e precisar ser cuidado”, disse o diretor da escola, Domingos Nogueira.

O espaço onde funciona a horta é disputado entre hortaliças e os próprios alunos que aprendem a cultivar sem uso de agrotóxicos. “Eu comecei a partir do projeto este ano porque senti interesse em descobri como se faz o plantio de algo. Gostei muito por ser uma horta totalmente natural”, disse Brain de Oliveira, 15 anos.

Ele tem o desejo de fazer a própria horta em casa e ri quando é questionado se apenas pessoas mais velhas conhecem as diferentes espécies de plantas. “Eu ainda não consegui fazer minha horta em casa, mas eu quero. As únicas plantas que tem no quintal são comigo-ninguém-pode e espada-de-são-jorge. É coisa de pessoas mais velhas, mas aqui na escola aconteceu de os mais novos conhecerem os tipos de plantas”, disse Brain.

Os alunos têm liberdade para escolher os projetos que querem participar, com orientação da escola e direcionamento em caso de alguma habilidade. “O aluno fica livre para escolher e a gente direciona de acordo com o que ele demonstra interesse, além do talento ou afinidade. No caso da horta, alguns dos nossos alunos são da área rural, por isso acabam se envolvendo, ajudando e contribuindo para o aprendizado dos demais. E a gente alia conhecimentos de tecnologia e química, quando precisa, por exemplo fazer um inseticida natural, tudo isso se integra no aprendizado”, explicou o diretor Domingos.

Para a aluna Sofia Franco, 14 anos – do 9° ano –, a escolha feita há cinco anos, quando decidiu tocar trombone na banda da escola, trouxe muitos benefícios para ela no ambiente de ensino e aprendizagem, e em outras áreas. “Eu acredito que desenvolve muita coisa, além do nosso cognitivo. Eu aprendi muito, a música e a banda contribuíram para isso”, disse.

O professor da banda marcial, Brian Coronel, explica que os alunos escolhem os instrumentos na banda, sem ter qualquer conhecimento anterior. “Eles começam do zero aqui. E muitos dos alunos chegam na banda porque viram algum ensaio aberto. Tocamos uma variedade grande de músicas e desperta o interesse dos demais, para participarem”, disse o professor.

Oferecer educação pública de qualidade é uma das prioridades do Governo de MS, que amplia os investimentos em infraestrutura e na expansão de vagas. Atualmente, a REE (Rede Estadual de Ensino) atende aproximadamente 190 mil alunos.

Com mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos, o Governo já realizou reformas em 70% das unidades escolares estaduais, totalizando 240 escolas revitalizadas, medida que reforça o compromisso com a qualidade do ensino e com a inclusão.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS



Veja a matéria Completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.