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Polícia Científica de MS orienta idosos a reconhecer golpes digitais no Junho Prata – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


Ação do Núcleo de Computação Forense reuniu 22 participantes e mostrou como confirmar mensagens suspeitas, proteger contas e preservar vestígios

Horas antes de participar de uma palestra sobre golpes digitais, Nilson João Neves, de 73 anos, recebeu no celular uma mensagem que pedia a atualização de um cadastro. Havia um problema: o aposentado nunca havia feito aquele cadastro. Desconfiou do link e bloqueou o número.

A situação antecipou uma das principais orientações apresentadas pela PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul) na terça-feira (23), na Associação Amor pela Vida, em Campo Grande: diante da urgência, interromper o contato e confirmar a informação antes de clicar, fornecer dados ou transferir dinheiro.

Promovida pelo Núcleo de Computação Forense, a ação reuniu 22 pessoas idosas e integrou as atividades do Junho Prata, campanha voltada à valorização e à proteção dessa população.

A associação mantém atividades gratuitas de convivência, saúde e artesanato para pessoas idosas e prepara um projeto de inclusão digital. Mesmo com a tarde fria, os participantes chegaram acompanhados por filhos e outros familiares. Nilson participou ao lado da esposa, Jane da Silva São Romão, de 76 anos, e da bisneta.

Nilson João Neves, de 73 anos, a esposa, Jane da Silva São Romão, de 76, e a bisneta participaram da dinâmica com orientações para prevenção de golpes digitais.

Há pouco mais de um mês, o casal passou a frequentar a associação. Nilson participa das atividades físicas e acompanha Jane nas oficinas de crochê. Em casa, os dois também dividem aprendizados sobre o celular: ela usa o aparelho para conversar com familiares e acompanhar conteúdos no TikTok; ele realiza pagamentos e acessa serviços bancários.

“Hoje eu pago minhas contas de casa. Se não fosse isso, teria que ir ao banco ou à lotérica. A tecnologia facilita muito a vida da gente”, afirmou Nilson.

A familiaridade com os serviços digitais, porém, não elimina os riscos. O aposentado já sofreu um golpe bancário e reconhece que mesmo quem utiliza aplicativos diariamente pode ser enganado. “A gente não está livre de cair. Foi bom para aprender”, disse.

Autonomia com segurança

Jane contou que já recebeu mensagens com promessas de dinheiro e pedidos de pagamento para a liberação de supostos valores. Ao identificar uma abordagem suspeita, evita fornecer códigos ou informações pessoais e conversa com o marido antes de tomar qualquer decisão.

“Eu não passo de jeito nenhum. Tenho que ficar atenta a todas as ligações e mensagens que chegam”, relatou.

Responsável pela palestra, o perito criminal Jefferson Lucena, especialista em Computação Forense e Segurança da Informação, explicou que os criminosos exploram principalmente a pressa, o medo, a confiança e a promessa de vantagem.

Entre os exemplos apresentados estavam pedidos urgentes de Pix, falsos familiares que dizem ter mudado de número, links enviados por SMS, perfis copiados e produtos anunciados por preços muito abaixo dos praticados no mercado.

Também foram abordadas situações em que fotografias, áudios e vídeos são usados para simular pessoas conhecidas. A orientação é interromper o contato e confirmar o pedido por outro canal, utilizando um número já conhecido ou os meios oficiais da empresa ou instituição envolvida.

O perito criminal explicou que perfis públicos e solicitações de desconhecidos podem facilitar o acesso a fotografias e informações pessoais, posteriormente usadas na criação de contas falsas.“O ideal é que você só aceite convite de pessoas que conhece”, orientou.

Mesmo mensagens enviadas por contatos conhecidos devem ser confirmadas por outro canal, porque a conta pode ter sido invadida ou reproduzida por criminosos.

Como medidas adicionais de proteção, o perito recomendou ativar a autenticação em duas etapas, criar senhas fortes, manter os aplicativos atualizados e limitar a exposição de informações pessoais em perfis públicos.

Quando a mensagem se torna vestígio

Além da prevenção, os participantes receberam orientações sobre como agir quando o golpe já ocorreu. Conversas, áudios, números de telefone, perfis, links, horários e comprovantes podem constituir vestígios digitais importantes para a apuração.

A vítima deve evitar apagar mensagens, restaurar o celular ou descartar o aparelho antes de receber orientação. Também é necessário comunicar rapidamente o banco ou a plataforma envolvida, bloquear cartões, alterar senhas, avisar familiares e registrar a ocorrência.

No Núcleo de Computação Forense, celulares, computadores, arquivos e registros digitais podem ser submetidos a exames periciais. O trabalho técnico busca identificar, preservar, analisar e documentar elementos que possam contribuir para a investigação e para a produção da prova técnico-científica.

Durante a atividade, uma maleta com materiais utilizados pela Polícia Científica em exames de locais de crime ficou exposta aos participantes. O recurso permitiu apresentar parte da rotina de identificação, documentação e preservação de vestígios.

O especialista também auxiliou participantes a localizar configurações de privacidade e segurança nos próprios aparelhos. A demonstração aproximou as orientações da rotina de quem ainda encontra dificuldade para acessar essas funções.

Informação para levar para casa

Ao final da palestra, os participantes receberam um folder com dez orientações práticas e escolheram placas com mensagens como “senha e código são secretos”, “antes do Pix, confirme”, “guarde provas”, “não clique em links suspeitos” e “na dúvida, peça ajuda”.

Cada pessoa escolheu a recomendação que considerava mais importante. A dinâmica transformou o conteúdo da palestra em mensagens simples, que poderiam ser fotografadas, lembradas e compartilhadas com os familiares.

Ao final, Jane disse que pretende reforçar os cuidados ao receber mensagens inesperadas e evitar a abertura de links desconhecidos. “Deu para a gente ficar mais alerta com tudo o que vem acontecendo. Foi uma tarde maravilhosa de aprendizagem”, afirmou.

Os participantes também receberam pequenas mudas preparadas para a ação. A entrega encerrou uma atividade voltada não apenas à prevenção de prejuízos, mas à manutenção da autonomia de pessoas que utilizam o celular para conversar, pagar contas, buscar informação e acessar serviços.

Para Nilson, abandonar a tecnologia não é uma alternativa. O caminho é aprender a utilizá-la com mais atenção. “Hoje em dia é necessário aprender. Tem que saber para não cair em golpe”, concluiu.

Maria Ester Jardim Rossoni, Comunicação PCi-MS



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Filhote de cachorro-vinagre recebe cuidados no CRAS e representa um marco na conservação da espécie


Animal ameaçado de extinção não era recebido pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de Mato Grosso do Sul há mais de 20 anos

Um filhote fêmea de cachorro-vinagre (Speothos venaticus), espécie considerada vulnerável à extinção, está sob cuidados especializados do CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), unidade vinculada ao Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). O caso é considerado de grande relevância para a conservação da fauna brasileira, uma vez que há mais de 20 anos o centro não recebia um exemplar da espécie.

O animal foi encontrado por uma moradora em uma estrada vicinal do município de Água Clara, sem a presença da mãe ou do grupo familiar nas proximidades. Diante da situação de vulnerabilidade e do risco de atropelamento, foi realizado o recolhimento preventivo.

Após comunicação aos órgãos responsáveis, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio) acionou o CRAS/MS, que efetuou o resgate e o transporte seguro do filhote.

Espécie rara e ameaçada

O cachorro-vinagre é um dos canídeos mais raros da América do Sul e está classificado como Vulnerável (VU) nas listas de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Entre as principais ameaças enfrentadas pela espécie estão a perda e a fragmentação dos habitats naturais, além da transmissão de doenças provenientes de animais domésticos.

Além da raridade em vida livre, a população mantida em instituições zoológicas e programas de conservação é extremamente reduzida. Estima-se que existam atualmente entre 150 e 200 indivíduos distribuídos em instituições credenciadas em todo o mundo, submetidos a rígidos programas internacionais de manejo e conservação genética.

Para o diretor-presidente do Imasul, André Borges, o atendimento ao filhote representa mais um exemplo da importância do trabalho desenvolvido pelo Estado em prol da fauna silvestre.
“Receber um animal tão raro e ameaçado de extinção reforça a relevância do trabalho realizado pelo CRAS e pelo Imasul. Cada atendimento representa uma oportunidade de contribuir para a conservação da biodiversidade brasileira e demonstra a capacidade técnica instalada em Mato Grosso do Sul para atuar na proteção das espécies silvestres”, destaca André Borges.

Animal foi encontrado em estrada vicinal do município de Água Clara

Quadro clínico crítico

Ao chegar ao Hospital Veterinário do CRAS, o filhote apresentava quadro clínico grave. Com apenas 700 gramas de massa corporal, a paciente encontrava-se em estado de prostração, com desidratação severa, desconforto abdominal intenso e diarreia.

Diante da situação, a equipe técnica instituiu imediatamente um protocolo de suporte intensivo, com monitoramento durante os primeiros dias de internação.
O tratamento teve como objetivo estabilizar o estado geral do animal, corrigir os distúrbios hidroeletrolíticos e promover o controle da dor. Atualmente, a paciente permanece sob vigilância clínica contínua, com acompanhamento veterinário 24 horas por dia.

Recuperação apresenta evolução favorável

Após a fase crítica inicial, o filhote vem apresentando excelente resposta ao tratamento. O peso corporal passou de 700 gramas para 1 quilo, demonstrando um desenvolvimento físico consistente e compatível com a idade estimada entre seis e oito semanas de vida.

A paciente encontra-se ativa, responsiva aos estímulos ambientais e sem sinais dos problemas gastrintestinais observados no momento do resgate. O manejo inclui alimentação balanceada, cuidadosamente adaptada à faixa etária e à fase de transição alimentar, além do suporte medicamentoso necessário para a manutenção do quadro clínico.

Segundo a gestora do CRAS, Aline Duarte, a recuperação do animal é resultado do trabalho integrado e da dedicação permanente das equipes envolvidas. “Casos como este evidenciam a importância do atendimento especializado prestado pelo CRAS. O acompanhamento contínuo e o manejo adequado são fundamentais para garantir a recuperação do filhote e ampliar as possibilidades de sucesso em sua reabilitação, contribuindo para a conservação de uma espécie rara e ameaçada”, afirma Aline Duarte.

Conservação exige alta complexidade técnica

Segundo a médica-veterinária do CRAS, Paloma Gabrieli da Silva, o atendimento a indivíduos de Speothos venaticus demanda elevado grau de especialização e reforça a importância dos centros de reabilitação na conservação da fauna silvestre.

“O manejo de cachorro-vinagre ressalta a importância dos centros de reabilitação na conservação. A reabilitação de filhotes exige alta complexidade técnica, envolvendo monitoramento contínuo, biometria periódica, manejo nutricional adaptado aos ciclos etários e análise do desenvolvimento ponderal, demandando esforço técnico concentrado para garantir a sobrevivência e a higidez do espécime”, destaca a médica-veterinária.

Marco para a conservação da fauna sul-mato-grossense

O caso representa um importante avanço para os esforços de conservação da biodiversidade em Mato Grosso do Sul. A recuperação bem-sucedida do filhote reforça o papel desempenhado pelo Imasul e pelo CRAS no atendimento especializado à fauna silvestre e na preservação de espécies ameaçadas, contribuindo para a manutenção do patrimônio natural brasileiro.

Infraestrutura do Hospital Ayty

O Ayty, considerado o maior hospital de animais silvestre da américa latina, unidade do Imasul, foi fundamental na reabilitação desses indivíduos. O hospital conta com infraestrutura avançada, incluindo farmácia, salas de controle, setor de esterilização, antissepsia, raio-X e centro cirúrgico completo, garantindo suporte integral para a recuperação de espécies resgatadas.

A iniciativa do Imasul reforça o compromisso do Estado com a preservação da fauna pantaneira, proporcionando aos animais resgatados uma segunda chance de retornar ao ambiente natural de forma segura e sustentável.

“O trabalho desenvolvido pelo Imasul por meio do CRAS e do Hospital Ayty é essencial para garantir que esses animais tenham uma nova oportunidade na natureza, sempre com acompanhamento técnico especializado”, destaca André Borges, diretor-presidente do Imasul.

Gustavo Escobar, Comunicação Imasul
Fotos: Divulgação/Imasul



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Planejamento, parceria com produtores e ambiente favorável aos negócios impulsionam a suinocultura de Mato Grosso do Sul


A combinação entre planejamento estratégico, investimentos em infraestrutura, diálogo permanente com o setor produtivo e segurança institucional tem sido decisiva para o avanço da suinocultura em Mato Grosso do Sul.

A avaliação foi apresentada quarta-feira (24) pelo secretário-adjunto da Semadesc, Alex Marcel Melotto, durante o 333 Experience, em Florianópolis (SC), um dos maiores eventos da suinocultura nacional. Também participam do evento os secretários executivos de Desenvolvimento Sustentável, Rogério Beretta e de Qualificação e Trabalho, Esaú Aguiar.

O encontro reúne lideranças do agronegócio, produtores, cooperativas, agroindústrias e representantes do poder público para discutir os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva brasileira. Representando o Governo de Mato Grosso do Sul, Melotto participou do painel “Como capitalizar nossas vantagens competitivas e mitigar riscos no longo prazo”, que debateu estratégias para ampliar a competitividade, a sustentabilidade, a logística e a atração de investimentos para o agro.

Durante sua apresentação, o secretário-adjunto destacou que o crescimento da suinocultura sul-mato-grossense é resultado de uma construção coletiva iniciada há mais de uma década, baseada em planejamento de longo prazo e forte integração entre governo, produtores e indústria.

“Grande parte do que estamos vivendo hoje foi construída há cerca de 12 anos, quando o Estado começou a planejar seu futuro, especialmente na área de infraestrutura. Costumo dizer que o progresso anda sobre o asfalto. Os investimentos realizados naquele momento criaram as condições para que o setor produtivo pudesse crescer com segurança”, afirmou.

Melotto ressaltou ainda que um dos principais diferenciais de Mato Grosso do Sul é o ambiente institucional, que favorece o diálogo e a construção conjunta de soluções. “Temos um ambiente em que governo, produtores, indústria e órgãos de defesa sanitária trabalham alinhados. Nosso papel é criar condições para que quem investe no Estado possa produzir, gerar empregos e crescer. O produtor rural é o primeiro elo dessa cadeia e merece todo o nosso respeito e apoio”, destacou.

Outro aspecto apontado pelo secretário-adjunto foi a forte organização dos produtores. Segundo ele, a atuação da Associação Sul-Mato-Grossense de Suinocultores (Asumas) fortalece a representatividade do setor e facilita a construção de políticas públicas alinhadas às necessidades da cadeia produtiva.

“Quando nos reunimos com a associação, temos a segurança de que estamos dialogando com toda a cadeia. Isso torna o processo mais eficiente e fortalece a tomada de decisões”, observou.
Desafios climáticos e preparação para o futuro

Ao abordar os desafios para os próximos anos, Melotto destacou os impactos das mudanças climáticas sobre a produção agropecuária e a necessidade de adaptação das cadeias produtivas.
“O grande desafio está em manter os padrões de produtividade e qualidade diante das transformações climáticas que estamos observando. Precisamos construir soluções que garantam competitividade ao setor e segurança para os produtores”, afirmou.

Como exemplo, ele citou a forte variação da produtividade do milho no Estado nos últimos anos, demonstrando a influência direta dos fenômenos climáticos sobre a produção agrícola e, consequentemente, sobre as cadeias de proteína animal.

Segundo o secretário-adjunto, governo, entidades representativas e setor produtivo já discutem alternativas para aumentar a resiliência da atividade diante de eventos climáticos extremos.

Suinocultura em expansão

Os números confirmam o momento positivo vivido pela cadeia produtiva em Mato Grosso do Sul. Atualmente, o Estado possui um rebanho de 3,75 milhões de cabeças, ocupando a oitava posição entre os maiores produtores de carne suína do país e a sexta colocação entre os exportadores brasileiros do segmento.

Nos últimos sete anos, a atividade recebeu R$ 1,7 bilhão em financiamentos aprovados por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), fortalecendo investimentos em ampliação, modernização e aumento da capacidade produtiva.

Entre os principais indicadores do setor estão:

* Rebanho de 3,75 milhões de suínos;
* 8º maior produtor de carne suína do Brasil;
* 6º maior exportador nacional;
* R$ 1,7 bilhão em financiamentos aprovados pelo FCO entre 2019 e 2025;
* 272 estabelecimentos cadastrados e auditados no Programa Leitão Vida;
* 239 propriedades já adaptadas ao novo protocolo de avaliação;
* 111.570 matrizes cadastradas.
Somente entre janeiro e 8 de junho de 2026, o Programa Leitão Vida registrou:
* 4.546.100 animais incentivados;
* 1.638.680 suínos abatidos;
* R$ 45,2 milhões em incentivos concedidos aos produtores.

Sustentabilidade e inovação fortalecem a cadeia

A modernização do Programa Leitão Vida, implantada em 2025, consolidou uma nova etapa para a atividade no Estado. A iniciativa passou a adotar o Protocolo Leitão Vida em Conformidade (PLVC), desenvolvido pela Câmara Setorial da Suinocultura com participação de produtores, entidades representativas e órgãos públicos.

O novo modelo estabelece critérios de avaliação baseados em seis pilares: sustentabilidade social, sustentabilidade econômica, sustentabilidade ambiental, biossegurança, bem-estar animal e produção.

A metodologia reforça o compromisso de Mato Grosso do Sul com a produção sustentável e amplia o reconhecimento das boas práticas adotadas pelos produtores. Além dos incentivos diretos, o Governo do Estado, por meio da Semadesc, mantém apoio permanente ao setor por meio da realização de fóruns, workshops, missões técnicas, encontros de lideranças e participação em eventos nacionais e internacionais de negócios.

Com forte presença nos polos de São Gabriel do Oeste e Dourados, onde estão concentradas importantes agroindústrias integradoras, a suinocultura sul-mato-grossense segue avançando com base em inovação, sustentabilidade, segurança sanitária e planejamento estratégico, consolidando-se como uma das atividades que mais contribuem para a geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

“Convido todos a conhecerem Mato Grosso do Sul. Temos uma cadeia organizada, um ambiente favorável aos investimentos e um governo comprometido com o desenvolvimento sustentável. Estamos de portas abertas para quem deseja crescer junto conosco”, concluiu Alex Melotto.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc



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MS abre chamamento internacional para estruturar mercado de créditos de carbono e atrair investimentos


Primeiro edital da MS Ativos Ambientais busca parceiro estratégico para desenvolver projetos de carbono, restauração ecológica e REDD+, consolidando nova etapa da economia verde no Estado

Mato Grosso do Sul deu mais um passo na consolidação da economia de ativos ambientais. Foi publicado na edição de quarta-feira (24) do Diário Oficial do Estado o Edital de Chamamento Público nº 001/2026 da MS Ativos Ambientais, primeiro processo voltado à seleção de um parceiro estratégico, nacional ou internacional, para estruturar, implementar, certificar, comercializar e gerir créditos de carbono gerados em território sul-mato-grossense.

O edital marca o início de uma nova fase da política estadual de clima e desenvolvimento sustentável ao conectar conservação ambiental, mercado internacional e atração de investimentos privados. A parceria abrangerá projetos de restauração ecológica, Soluções Baseadas na Natureza (SbN), REDD+ e o Programa Jurisdicional de REDD+ de Mato Grosso do Sul, autorizado pela Semadesc, ampliando a capacidade técnica e comercial da companhia para atuar no mercado global de carbono.

O lançamento do edital ocorre no momento em que o secretário Artur Falcette, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) representa o Governo de Mato Grosso do Sul na London Climate Action Week (LCAW), em Londres.

“Esse primeiro edital, lançado pela companhia que foi criada para fazer a gestão e exploração desses ativos, é aberto para instituições nacionais e internacionais que atuem nessa área. Ele prevê projetos de carbono voltados para Soluções Baseadas na Natureza, projetos REDD+, que são os créditos oriundos da redução do desmatamento e da degradação, que Mato Grosso do Sul já tem autorização do ConaRED para certificar e comercializar, além de projetos de restauração”, afirmou.

Segundo Falcette, o objetivo é selecionar um parceiro da iniciativa privada que reúna capacidade técnica, financeira e experiência internacional para constituir uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com a MS Ativos Ambientais, responsável pela estruturação e exploração desses ativos ambientais.

“Com critérios bastante rigorosos do ponto de vista técnico e financeiro, o Estado busca formar uma parceria capaz de estruturar esses projetos ao longo do tempo, internalizando recursos e distribuindo os benefícios por meio de uma governança moderna e transparente, alcançando comunidades tradicionais, povos indígenas e todos aqueles que contribuírem para a geração desses ativos ambientais”, explicou.

 

Para o secretário, a iniciativa representa a consolidação da economia de ativos ambientais como política pública de desenvolvimento. “Com isso, solidificamos a visão da economia de ativos ambientais no nosso Estado, atribuindo valor a esses ativos e transformando esse valor em desenvolvimento para Mato Grosso do Sul e para a população. Estamos tirando a agenda climática do campo da retórica para transformá-la também em oportunidade de negócios, fortalecendo as ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas”, completou.

Parceiro vai investir na estruturação dos projetos

Diferente de uma contratação convencional, o edital busca um parceiro-investidor. Caberá à empresa ou consórcio selecionado aportar os recursos financeiros necessários para estruturar os projetos, desenvolver a certificação, organizar a comercialização internacional e operar toda a estratégia de mercado dos créditos de carbono. Outra diretriz considerada estratégica é a proibição da venda antecipada de créditos ainda não certificados. A medida fortalece a segurança jurídica da operação e preserva a credibilidade dos ativos ambientais produzidos em Mato Grosso do Sul.

O edital também estabelece salvaguardas socioambientais que incluem transparência, integridade, repartição de benefícios para povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, quando aplicável. Além disso, toda operação dependerá da certificação dos créditos, da verificação independente dos resultados e da realização da Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O processo de seleção busca empresas com experiência comprovada em estruturação de projetos de carbono, negociação internacional de créditos e atuação nos mercados voluntário e regulado. A pontuação máxima será de 2.000 pontos, distribuídos entre estrutura técnica (1.000 pontos), estrutura econômica (700 pontos) e estrutura jurídica (300 pontos), demonstrando que a experiência prática e a capacidade operacional terão maior peso na escolha do parceiro estratégico.

As propostas poderão ser apresentadas durante 30 dias úteis a partir da publicação do edital. Após a fase de avaliação, será iniciado o processo de negociação para formalização da parceria entre a empresa vencedora e a MS Ativos Ambientais.

Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc



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Inscrições para Encontro de Bandas e Fanfarras Indígenas de MS terminam nesta sexta-feira – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


O NZOPÚNE 2026 celebra a música originária de MS e as inscrições encerram-se nesta sexta-feira (26). Evento acontecerá dia 11 de julho na Aldeia Lagoinha, em Aquidauana

O III Encontro de Bandas e Fanfarras Indígenas do MS — o NZOPÚNE, poderá ter a participação de 8 corporações, ou mais. São bandas que se tornaram patrimônio vivo das aldeias sul-mato-grossenses, formando jovens músicos que carregam em cada nota a história de seu povo.

A celebração também terá apresentações culturais e a participação especial de Guilherme Amority, atualmente professor da Aldeia Lagoinha e ex-participante do programa The Voice Brasil.

O evento acontecerá na Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Pastor Reginaldo Miguel Hoyeno’o, reunindo cultura, tradição, ritmo e talento num dos encontros mais significativos da música indígena que merece ser celebrado em alto volume com a sua participação.

O NZOPÚNE 2026 é uma realização da Secretaria de Estado de Educação, por meio do Núcleo de Arte e Cultura e da Coordenadoria de Modalidades Específicas, com apoio da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura de Mato Grosso do Sul), da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e da Febafams (Federação de Bandas e Fanfarras de MS), além do apoio da Sanesul e da Delegacia da Receita Federal de Campo Grande.

Serviço

🎶 III Encontro de Bandas e Fanfarras Indígenas — NZOPÚNE 2026

📝 Inscrições: 67 99824-8534 —  até 26 de junho de 2026

📅 Evento: 11 de julho de 2026

📍 Local: Aldeia Lagoinha — Aquidauana/MS

🏫 Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Pastor Reginaldo Miguel Hoyeno’o


Gilberto Junior, Comunicação SED
Fotos: Daniel Carvalho



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Guichê 60+ aproxima pessoas idosas do mundo digital e garante acesso aos serviços do Detran-MS


Na Agência Híbrida de Dourados, onde o projeto teve início, a gerente Elizangela Ximenes acompanha diariamente histórias que mostram o impacto da iniciativa na vida das pessoas.

“Estamos felizes por ter aqui esse tipo de atendimento. É gratificante ver as pessoas com mais de 60 anos recuperando acesso ao GOV, sendo capazes de acessar suas CNHs e documentos dos veículos pelo aplicativo, acessando suas vagas especiais. Isso é dar acesso às pessoas a um mundo que está aqui”, afirma.

Outros benefícios

Além do atendimento especializado, Mato Grosso do Sul também oferece benefícios específicos aos condutores idosos. O desconto nas taxas de emissão, renovação e reemissão da Carteira Nacional de Habilitação acompanha o prazo de validade do documento.

“A pessoa com 60 anos, tem um desconto correspondente a 50% da taxa integral do Detran. Já a partir dos 70 anos, em que a CNH tem validade de três anos, o desconto é de 70%, pagando apenas 30% da guia”, explica o diretor de Habilitação do Detran-MS, Luiz Fernando Ferreira dos Santos.

Para ele, o cuidado com a população idosa vai além da prestação de serviços. “É uma forma de reconhecer a importância dessa geração, que ajudou a construir o Estado e continua ativa. Nosso papel é garantir que eles tenham acesso fácil e seguro aos serviços, com acolhimento e respeito.”

Atualmente, não existe limite máximo de idade para dirigir no Brasil. O que há é a necessidade de avaliações médicas mais frequentes, conforme previsto na legislação, reforçando o compromisso com a segurança e a saúde dos condutores sem comprometer sua independência.

Ao promover acesso, orientação e inclusão digital, o Guichê 60+ demonstra que acolher também é garantir autonomia. Em um mundo cada vez mais tecnológico, iniciativas como essa ajudam a assegurar que nenhuma pessoa fique para trás.

O planejamento estratégico do Detran-MS prevê a ampliação do atendimento 60+ para outras agências do Estado em 2027.

Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Fotos: Rachid Waqued/Detran-MS

Detran-MS já realizou mais de 11,7 mil atendimentos e ajuda idosos a acessar serviços cada vez mais digitais com acolhimento e orientação especializada

Em uma sociedade cada vez mais conectada, realizar tarefas simples como acessar um documento digital, recuperar uma senha ou utilizar um aplicativo pode se tornar um desafio para muitas pessoas idosas. Enquanto a tecnologia avança rapidamente, parte da população enfrenta dificuldades para acompanhar essas mudanças, o que pode comprometer o acesso a serviços e até mesmo a direitos básicos.

Foi pensando nessa realidade que o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) criou o Guichê 60+, um atendimento especializado voltado às pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa oferece acolhimento, orientação e suporte personalizado para que o público idoso consiga acessar serviços cada vez mais digitais de forma segura e autônoma.

Em sintonia com os princípios do Junho Prata, campanha estadual de conscientização e enfrentamento à violência contra a pessoa idosa, o serviço reforça a importância da inclusão, do respeito e da garantia de direitos para essa parcela da população.

Mais do que um atendimento prioritário, o Guichê 60+ busca aproximar os idosos das ferramentas digitais utilizadas no dia a dia. O cidadão pode receber orientação para acessar a conta GOV.BR , utilizar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Digital, consultar documentos do veículo, acessar benefícios e esclarecer dúvidas relacionadas aos serviços de trânsito.

Outro diferencial é a facilidade de acesso. O atendimento não exige agendamento prévio. Basta procurar uma das unidades para receber orientação individualizada e resolver suas demandas com mais tranquilidade.

Desde a implantação do serviço, em outubro de 2024, na Agência Híbrida de Dourados, o atendimento especializado vem se consolidando como uma importante ferramenta de inclusão. O Guichê 60+ também está disponível na Agência do Shopping Campo Grande. Juntas, as unidades já realizaram mais de 11,7 mil atendimentos.

Somente em 2025, as duas agências registraram 7.755 atendimentos. Em 2026, já são mais de 3,4 mil atendimentos realizados até maio de 2026, demonstrando a relevância do serviço para a população idosa sul-mato-grossense.

Na Agência Híbrida de Dourados, onde o projeto teve início, a gerente Elizangela Ximenes acompanha diariamente histórias que mostram o impacto da iniciativa na vida das pessoas.

“Estamos felizes por ter aqui esse tipo de atendimento. É gratificante ver as pessoas com mais de 60 anos recuperando acesso ao GOV, sendo capazes de acessar suas CNHs e documentos dos veículos pelo aplicativo, acessando suas vagas especiais. Isso é dar acesso às pessoas a um mundo que está aqui”, afirma.

Outros benefícios

Além do atendimento especializado, Mato Grosso do Sul também oferece benefícios específicos aos condutores idosos. O desconto nas taxas de emissão, renovação e reemissão da Carteira Nacional de Habilitação acompanha o prazo de validade do documento.

“A pessoa com 60 anos, tem um desconto correspondente a 50% da taxa integral do Detran. Já a partir dos 70 anos, em que a CNH tem validade de três anos, o desconto é de 70%, pagando apenas 30% da guia”, explica o diretor de Habilitação do Detran-MS, Luiz Fernando Ferreira dos Santos.

Para ele, o cuidado com a população idosa vai além da prestação de serviços. “É uma forma de reconhecer a importância dessa geração, que ajudou a construir o Estado e continua ativa. Nosso papel é garantir que eles tenham acesso fácil e seguro aos serviços, com acolhimento e respeito.”

Atualmente, não existe limite máximo de idade para dirigir no Brasil. O que há é a necessidade de avaliações médicas mais frequentes, conforme previsto na legislação, reforçando o compromisso com a segurança e a saúde dos condutores sem comprometer sua independência.

Ao promover acesso, orientação e inclusão digital, o Guichê 60+ demonstra que acolher também é garantir autonomia. Em um mundo cada vez mais tecnológico, iniciativas como essa ajudam a assegurar que nenhuma pessoa fique para trás.

O planejamento estratégico do Detran-MS prevê a ampliação do atendimento 60+ para outras agências do Estado em 2027.

Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Fotos: Rachid Waqued/Detran-MS



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MS consolida protagonismo e recebe reconhecimento internacional por vigilância de vírus respiratórios


Visita técnica do Ministério da Saúde, TEPHINET e CDC de Atlanta destacou modelo integrado desenvolvido pela SES e fortaleceu cooperação para enfrentamento de doenças respiratórias

Mato Grosso do Sul encerrou quinta-feira (25) a programação da visita técnica promovida pela Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, com participação da TEPHINET e do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), de Atlanta, nos Estados Unidos. Durante três dias, representantes das instituições conheceram de perto a estrutura e as estratégias adotadas pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) para vigilância, prevenção e resposta aos vírus respiratórios.

A escolha do Estado para receber a missão técnica representou o reconhecimento dos avanços alcançados na área e da capacidade de articulação entre diferentes setores envolvidos na vigilância em saúde.

Reconhecimento ao trabalho desenvolvido no Estado

Para a gerente de Influenza e Doenças Respiratórias da SES, Lívia Mello, a visita reforçou que Mato Grosso do Sul vem construindo, ao longo dos anos, uma resposta sólida e integrada frente aos vírus respiratórios.

“A visita da Coordenação Nacional da CG Covid, do Ministério da Saúde, da TEPHINET e da equipe do CDC de Atlanta nos trouxe a certeza de que estamos no caminho certo. Desde o convite, ficou claro que Mato Grosso do Sul foi escolhido por conseguir implementar medidas satisfatórias no enfrentamento aos vírus respiratórios, resultado de um trabalho contínuo de qualificação das equipes e fortalecimento das capacidades institucionais”, afirmou.

Segundo Lívia, a programação permitiu apresentar a estrutura estadual de vigilância, envolvendo áreas como Gerência de Influenza e Doenças Respiratórias, unidades sentinelas, imunização, Lacen, RENAVEH (Rede Estadual de Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar), Cievs, assistência farmacêutica e rede hospitalar.

“São diferentes áreas e superintendências que atuam de forma integrada para garantir uma resposta conjunta e eficiente. Esse reconhecimento nos estimula a continuar aprimorando nossas ações e buscando novas ferramentas para fortalecer ainda mais a vigilância”, destacou.

Modelo sul-mato-grossense recebe avaliação positiva do Ministério da Saúde

Durante a visita, a equipe do Ministério da Saúde conheceu o funcionamento do Lacen, do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, referência para SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), além de unidades sentinelas em Campo Grande e Sidrolândia.

Para a assessora técnica da Coordenação-Geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e Outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, Walquiria Almeida, o Estado se destaca nacionalmente pela capacidade de resposta e pela adoção de estratégias alinhadas às recomendações internacionais.

“A avaliação do Ministério da Saúde é muito positiva. Mato Grosso do Sul segue as diretrizes preconizadas pelo Ministério, alinhadas às recomendações da OMS/OPAS (Organização Mundial da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde). O Estado frequentemente está à frente na implementação de estratégias e na capacidade de resposta da vigilância dos vírus respiratórios”, ressaltou.

Ainda conforme Valquíria, a integração entre os diferentes setores envolvidos no enfrentamento das doenças respiratórias contribui para uma atuação mais eficiente e qualificada no território.

Cooperação internacional fortalece vigilância em saúde

A consultora da TEPHINET e articuladora do projeto de cooperação técnica entre Ministério da Saúde e CDC, Graziela Alvares, destacou que Mato Grosso do Sul foi selecionado não apenas por características estratégicas, como a extensa faixa de fronteira internacional e a forte presença da suinocultura e avicultura, mas também pelos resultados alcançados pelo Estado.

“Mato Grosso do Sul foi escolhido com muito cuidado e carinho justamente pelo trabalho consistente que vem desenvolvendo na vigilância dos vírus respiratórios. Esta visita representou uma oportunidade importante para conhecermos, na prática, a realidade brasileira e fortalecermos a troca de experiências para qualificar ainda mais as ações em todo o país”, avaliou.

Ao longo da programação, os participantes acompanharam o fluxo laboratorial realizado pelo Lacen, conheceram a atuação dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalares e visitaram unidades sentinelas estratégicas para monitoramento de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave, reforçando a importância da vigilância integrada para proteção da saúde pública.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: André Lima



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Rochedo recebe etapa regional dos Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul  – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul


A cidade de Rochedo sediará, nos dias 26 e 27 de junho, mais uma etapa regional dos Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul (JAMS). A competição reunirá atletas do futsal masculino, promovendo a integração esportiva entre os municípios sul-mato-grossenses e incentivando a prática esportiva em todo o estado.

Participam desta etapa as delegações de Corguinho, Coxim, Figueirão, Rochedo e São Gabriel do Oeste. A cerimônia oficial de abertura será realizada nesta sexta-feira (26), às 19 horas, no Ginásio Municipal de Rochedo, localizado na Rua Antônio Lúcio, nº 558. O espaço também abrigará a Comissão Central Organizadora (CCO), responsável pela coordenação administrativa e técnica da competição.

Os Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul são promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) e da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura). A competição tem como principais objetivos fomentar a prática esportiva, estimular o intercâmbio entre atletas e municípios, além de fortalecer o desenvolvimento do esporte sul-mato-grossense.

Ao longo da temporada, os JAMS contarão com seis etapas regionais classificatórias, que definirão as equipes participantes da fase final da competição, prevista para novembro, em Campo Grande.

Mais informações sobre a competição estão disponíveis no Boletim nº 1 dos Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul.

Bel Manvailer, Comunicação Setesc
Fotos: Arquivo/Fundesporte



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