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Helicóptero cai na Zona Sul do Rio e todos os tripulantes morrem na queda


Um helicóptero caiu na manhã deste sábado (8) nas proximidades da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, Zona Sul do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros confirmou quatro vítimas fatais, todas carbonizadas. As vítimas são um homem, piloto da aeronave, e três mulheres, passageiras.

Os agentes foram chamados às 11h11 para atender à ocorrência. A aeronave foi encontrada por integrantes do Grupamento de Operações Aéreas, em uma região de mata com acesso complicado. A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais.

Após a localização do helicóptero, equipes especializadas foram deslocadas para o ponto da queda para verificar a possibilidade de haver outras vítimas. O trabalho dos bombeiros é dificultado pelas características do terreno.

Também houve registro de incêndio na área onde ocorreu a queda. Por isso, militares especializados no combate a incêndios florestais foram mobilizados para atuar na região e controlar as chamas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as circunstâncias que provocaram a queda da aeronave.

*Matéria em atualização



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Helicóptero cai na Zona Sul do Rio e todos os tripulantes morrem na queda


Um helicóptero caiu na manhã deste sábado (8) nas proximidades da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, Zona Sul do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros confirmou quatro vítimas fatais, todas carbonizadas. As vítimas são um homem, piloto da aeronave, e três mulheres, passageiras.

Os agentes foram chamados às 11h11 para atender à ocorrência. A aeronave foi encontrada por integrantes do Grupamento de Operações Aéreas, em uma região de mata com acesso complicado. A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais.

Após a localização do helicóptero, equipes especializadas foram deslocadas para o ponto da queda para verificar a possibilidade de haver outras vítimas. O trabalho dos bombeiros é dificultado pelas características do terreno.

Também houve registro de incêndio na área onde ocorreu a queda. Por isso, militares especializados no combate a incêndios florestais foram mobilizados para atuar na região e controlar as chamas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as circunstâncias que provocaram a queda da aeronave.

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Ciclone-bomba perde força no fim de semana; veja previsão no Sul e Sudeste


Após a passagem do ciclone-bomba causar transtornos nas regiões Sul e Sudeste do país, a previsão para este sábado (8) e domingo (9) é de que os efeitos do fenômeno diminuam, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Apesar da redução dos efeitos do ciclone, a circulação associada ao sistema favorece a entrada de uma massa de ar frio no Brasil. No centro-sul do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, as condições são favoráveis à formação de geadas.

Durante o fim de semana, a previsão de tempestades permanece concentrada entre o Paraná, o centro e o norte de Santa Catarina, o sul de Mato Grosso do Sul e o centro-sul de São Paulo.

Sul

A previsão do Inmet indica tempo frio na região Sul, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul, especialmente no sul do estado. As tempestades devem continuar no Paraná e em partes de Santa Catarina.

No sábado (8), são esperadas pancadas de chuva no centro-leste e no norte do Paraná durante a manhã. Enquanto isso, no centro-sul de Santa Catarina e no centro-norte do Rio Grande do Sul, o tempo ficará mais firme.

Além disso, há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no Paraná, em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul.

No domingo (9), a previsão indica chuva com trovoadas isoladas no Paraná, no centro-norte e no oeste de Santa Catarina, além da divisa de Santa Catarina com o noroeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

Segundo o Inmet, a previsão indica instabilidade e chuva em São Paulo. No sábado (8), são esperadas nuvens e pancadas de chuva no sul do estado, além da possibilidade de chuva isolada no oeste e na região central. Também há possibilidade de chuva isolada na divisa com Minas Gerais.

Há ainda um aviso amarelo de perigo potencial para vendavais em São Paulo, no Rio de Janeiro, no litoral do Espírito Santo e no sul de Minas Gerais.

No domingo (9), a chuva isolada ficará concentrada no centro-sul e no leste de São Paulo, além do litoral sul do Rio de Janeiro.



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Cade vê disparar notificações e proposta de elevar limites de faturamento ganha força


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) analisou 423 atos de concentração entre janeiro e junho de 2026, o maior volume já registrado para um primeiro semestre, segundo levantamento do escritório Manesco Advogados para o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. O número representa um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2025 e confirma a tendência de aumento das notificações.

Segundo advogados, essa alta reforça a proposta, em estudo pelo Ministério da Fazenda, de elevação dos limites mínimos de faturamento dos grupos econômicos para notificação obrigatória ao Cade.

Limites de faturamento podem subir

Conforme noticiado pela Folha de S.Paulo, está em estudo o aumento dos limites de R$ 750 milhões e R$ 75 milhões para R$ 2 bilhões e R$ 200 milhões, respectivamente. A proposta busca atualizar valores fixados em 2012 e reduzir a submissão de operações sem relevância concorrencial.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, a elevação dos critérios de faturamento pode reduzir a burocracia para operações sem risco concorrencial, sem enfraquecer o controle antitruste.

No entanto, o patamar da elevação não é unânime. Para o ex-presidente do Cade Gustavo Augusto Freitas de Lima, os limites citados parecem excessivos. “De fato, houve um aumento significativo no número de notificações nos últimos anos, o que justifica uma revisão nos critérios de notificação obrigatória”, afirmou ele.

“Mas o ideal seria uma pequena revisão, pois um aumento dessa ordem pode esvaziar o trabalho do Cade e prejudicar o bem-estar dos consumidores”, defendeu.

Inflação ampliou defasagem dos critérios

O sócio da Manesco Advogados Marcelo Proença explicou que o argumento principal para a alteração normativa é a defasagem, considerando-se que os valores atuais foram fixados por uma portaria de 2012.

“Desde então, o IPCA acumulou cerca de 120% (ou 152%, caso consideremos o IGP-M), o que significa que os pisos corrigidos hoje corresponderiam a aproximadamente R$ 1,65 bilhão e R$ 165 milhões”, argumentou Proença.

Como consequência dessa defasagem, mais operações passaram a se enquadrar como de notificação obrigatória ao Cade.

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Rito sumário ganha espaço

No levantamento do escritório Manesco, é possível observar que a proporção de operações no rito ordinário, comparativamente às operações sob o rito sumário, caiu de 13,9% em 2021 para 5,9% em 2026.

As operações sob o rito ordinário são aquelas que têm mais chances de haver algum problema concorrencial e que requerem maior prazo de análise. As de rito sumário muitas vezes são decididas de forma simplificada e célere pela Superintendência-Geral (SG) e nem sobem ao tribunal do Cade.

“O número de decisões de não conhecimento no primeiro semestre de 2026 (20 casos, ou 4,7%) foi o maior da série analisada (2021-2026), superando em mais de duas vezes a média de 2023-2025”, pontuou o advogado sênior da Manesco Advogados Lucas de Góis Barrios.

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“A ampliação do número de operações não conhecidas pode refletir o esforço da área técnica para reduzir o número de operações que devem ser levadas ao Cade, verificando com maior rigor aquelas sem relevância concorrencial”, completou.

Cade mantém ritmo de análise

Os especialistas ressaltaram que, mesmo nesse cenário de alto volume de notificação, os prazos de análise do Cade no semestre foram rápidos (mediana de 20 dias no rito sumário e 114 dias no rito ordinário), compatíveis com os prazos médios observados nos anos anteriores.

O sócio da área concorrencial do Cescon Barrieu Ricardo Gaillard observa que, apesar do crescimento moderado e de um número menor de deals complexos, segue em curso um ciclo consistente de M&A (mergers and aquisitions, as fusões e aquisições) no País, com destaque para os setores de indústria de transformação, energia e gás, comércio de veículos e setor imobiliário.

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“O Cade tem conseguido, até o momento, absorver o volume crescente sem perda de agilidade e eficiência”, sustentou.

O levantamento interno do Cescon Barrieu contém números um pouco diferentes. De acordo com ele, o Cade recebeu ao menos 368 atos de concentração no primeiro semestre de 2026, um crescimento de 3% frente ao mesmo período do ano anterior.

Na mesma linha do Manesco, o Cescon Barrieu destaca que, do total de casos submetidos no período, 94% foram apresentados em rito sumário.

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Revisão pode liberar recursos do Cade

Sobre a proposta de revisão dos limites de faturamento para notificação, Gaillard considera o debate legítimo. “A calibragem dos patamares deve sempre buscar equilíbrio entre eficiência administrativa e efetividade da política concorrencial.

Nesse contexto, os critérios vigentes estão em vigor há mais de uma década e, nesse período, naturalmente acumulam uma defasagem pela inflação e desvalorização do real, de modo que alguma atualização monetária faria sentido do ponto de vista técnico”, argumentou.

Na visão de Gaillard, uma revisão bem calibrada poderia ainda liberar recursos da autoridade de defesa da concorrência para investigações de condutas anticompetitivas, onde há demanda crescente.

Raio-X das análises

Pela análise do Manesco, o setor de energia permaneceu na liderança das operações analisadas pelo Cade no primeiro semestre, com 65 operações (15,4%), seguido por varejo e serviços de consumo (42), indústria de transformação (40), construção e habitação (37) e saúde (28). Somados, os demais setores regulados de infraestrutura (sem Energia) responderam por 13,5% das decisões do semestre.

Houve crescimento da participação de fundos de investimento nas operações do setor de infraestrutura submetidas ao Cade: passaram de 12 casos no primeiro semestre de 2021 para 45 em 2026, representando 10,6% de todas as operações analisadas no período.

Os números acompanham a tendência geral de aumento do número de operações envolvendo fundos de investimento.

Operações estrangeiras entram no debate

O precedente da aquisição de 50% da Mitsubishi Fuso Bus pela Lin Yin International (subsidiária da Foxconn) reacendeu o debate sobre operações estrangeiras com impacto mínimo no Brasil. O tribunal reconheceu a necessidade de revisar a regulamentação para evitar a análise obrigatória de casos sem relevância concorrencial para o mercado brasileiro.

Entre as operações de maior repercussão, estiveram o aumento da participação da United Airlines na Azul, a fusão global entre Subsea7 e Saipem (ainda pendente de julgamento pelo Tribunal), a aquisição integral do campo Tartaruga Verde pela Petrobras e precedentes relevantes envolvendo shopping centers e participações minoritárias no mercado de capitais.



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Grupo Maringá investe R$ 120 milhões em geração de energia com biomassa

A Usina Jacarezinho, do Grupo Maringá, iniciou a operação da Maringá Energia II, segunda etapa do projeto de geração de energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. A expansão recebeu investimento de R$ 120 milhões.

O projeto integra as operações agrícola, industrial e energética da Usina Jacarezinho, utilizando o bagaço da cana-de-açúcar como fonte para a produção de eletricidade. A iniciativa amplia a geração de energia da unidade e incorpora uma nova etapa ao aproveitamento dos subprodutos do processo de produção de açúcar e etanol.

Segundo o grupo, a etapa dobra a capacidade de cogeração da unidade, que passa a contar com 50 MWh de potência instalada. Desse total, 35 MWh serão destinados à exportação de energia.

A primeira etapa da Maringá Energia entrou em operação em 2021, quando o Grupo Maringá iniciou as atividades de geração e comercialização de energia elétrica. 

A expansão ocorre no ano em que a Usina Jacarezinho completa 80 anos de atividade. De acordo com o Grupo Maringá, a unidade acompanha a evolução do setor sucroenergético e mantém investimentos voltados à produção de açúcar, etanol e energia.

Grupo Maringá

O Grupo Maringá atua nos setores de bioenergia e alimentos, mineração e siderurgia. Na área de bioenergia, produz açúcar, etanol, levedura e energia. Na mineração, trabalha com prospecção, pesquisa e extração de minério de manganês. Já na siderurgia, produz ferroligas de manganês utilizadas na fabricação de aço.

A Usina Jacarezinho e a Maringá Energia operam de forma integrada na produção de alimentos e energia a partir da atividade sucroenergética, com comercialização nos mercados nacional e internacional.

Na área de siderurgia, o grupo atua há mais de 40 anos por meio da Maringá Ferro-Liga S/A, localizada em Itapeva (SP). Em 2021, o grupo fundou a Mineração Moema, no Pará, responsável pelo fornecimento de minério de manganês de alto teor para a produção de ferroligas.

Com a Maringá Energia II, o Grupo Maringá amplia a estrutura de geração de eletricidade da Usina Jacarezinho e dá continuidade ao projeto iniciado em 2021.

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Ventos de 109 km/h atingem SP; veja como fica o tempo para o fim de semana


O Gabinete de Crise instalado pelo Governo de São Paulo na última quinta-feira (6) seguirá mobilizado até este sábado (8), após fortes rajadas de vento atingirem diferentes regiões do Estado de São Paulo. Até as 13h40 desta sexta-feira (7), a maior velocidade havia sido registrada em Santos, no litoral paulista, onde os ventos chegaram a 109 km/h.

O gabinete permanecerá em operação acompanhando a evolução das condições meteorológicas e coordenando as ações de monitoramento e resposta em todo o Estado.

Itanhaém teve a segunda maior rajada, de 97 km/h. Em seguida aparecem Ubatuba, com 74,5 km/h, e Presidente Prudente, com 70,4 km/h. Também foram registrados ventos de 68 km/h em Areias e de 66,9 km/h em São Caetano do Sul.

As condições meteorológicas provocaram ocorrências pontuais, principalmente quedas de árvores e muros. No litoral norte, houve interrupções temporárias na travessia de balsas.

Até o momento, não há registro de feridos ou desabrigados. A Defesa Civil informou que segue monitorando as condições meteorológicas e mantém contato com os municípios para prestar apoio quando necessário.

Como fica o tempo

Na cidade de São Paulo, a previsão da Climatempo para sábado (8), indica mínima de 16°C e máxima de 28°C. O dia terá pancadas de chuva pela manhã, muitas nuvens à tarde e tempo firme à noite. A chance de chuva é de 82%, com volume previsto de 20,1 milímetros

A previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) também aponta pancadas de chuva durante a madrugada e tempo nublado com chuva pela manhã. À tarde e à noite, o potencial de tempestade é considerado baixo. A umidade relativa do ar deve variar entre 40% e 95%.

No domingo (9), a Climatempo prevê sol com muitas nuvens durante o dia, períodos de céu nublado e possibilidade de garoa à noite, com 63% de chance de chuva. O CGE também indica melhora das condições em relação ao sábado, com poucas nuvens durante a madrugada e a manhã, tempo encoberto à tarde e chuvisco à noite. O potencial de tempestade permanece baixo ao longo de todo o dia. Pela previsão do órgão, as temperaturas ficam entre 17°C e 27°C e a umidade varia de 45% a 95%.



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