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Morre homem baleado na frente dos filhos durante assalto na zona sul de SP


Um homem de 39 anos morreu após ser baleado durante um assalto na noite de sábado (26), na Rua Texas, no Brooklin, na zona sul de São Paulo. Segundo a Polícia Civil e a Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP), a vítima foi abordada por criminosos em motocicletas depois de sair de seu carro.

Durante o crime, um dos suspeitos exigiu que o homem entregasse a aliança. Em seguida, ele efetuou dois disparos, que atingiram a vítima na cabeça e no braço.

O homem foi encontrado inconsciente no local. Policiais prestaram os primeiros socorros e o encaminharam ao Hospital das Clínicas, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Os criminosos fugiram após o ataque. A Polícia Civil investiga o caso e deve analisar imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os envolvidos. A perícia também foi acionada.

A ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial (Campo Belo) como latrocínio – roubo seguido de morte.

Agora, a polícia busca esclarecer a dinâmica do crime e identificar os suspeitos que participaram da abordagem. As imagens de segurança da região devem ser usadas para auxiliar na investigação.

Crimes na região

Dados citados pelo Estadão apontam aumento de roubos e furtos na região do Itaim Bibi nos últimos meses.

Em julho, foram registradas 580 ocorrências, contra 453 no mesmo mês de 2025, uma alta de 28%. O levantamento considera a área atendida pelo 15º Distrito Policial, que inclui o bairro.

A Consolação também registrou aumento no período: o número de ocorrências passou de 612 para 771, crescimento de 26%.

*Com informações do Estadão Conteúdo



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Brasil tem déficit em conta corrente de US$ 5,055 bi, maior que o esperado em agosto


SÃO PAULO, 28 Set (Reuters) – O Brasil registrou déficit em transações correntes um pouco maior do que o esperado em agosto, com os investimentos diretos no país acima da expectativa, mostraram dados do Banco Central nesta segunda-feira.

 O déficit em transações correntes chegou a US$5,055 bilhões no mês, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB).

A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas apontava para um saldo negativo de US$4,9 bilhões em agosto. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$3,776 bilhões

No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$7,396 bilhões, acima dos US$6,9 bilhões projetados na pesquisa e contra US$7,659 bilhões em agosto de 2025.

No mês, a conta de renda primária apresentou déficit de US$6,954 bilhões, ante rombo de US$5,407 bilhões no mesmo período do ano anterior.

Em agosto, a balança comercial teve superávit de US$6,622 bilhões, contra US$5,311 bilhões no mesmo mês de 2025.

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 Já o rombo na conta de serviços ficou em US$5,251 bilhões, contra déficit de US$4,095 bilhões em agosto do ano anterior.



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Boletim Focus eleva projeção de inflação para 4,99% em 2026 e reduz PIB


O mercado elevou pela segunda semana consecutiva a projeção para a inflação de 2026, de 4,92% para 4,99%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central. Para o ano, a mediana das estimativas aponta ainda para dólar a R$ 5,20, crescimento de 1,86% do Produto Interno Bruto (PIB) e Selic em 13,50%.

Inflação

A projeção para o IPCA de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%, na segunda alta consecutiva, após permanecer em 5,01% quatro semanas atrás. Para 2027, a estimativa avançou de 4,30% para 4,31%. Para 2028, a projeção permaneceu em 3,80% pela nona semana consecutiva. Em 2029, a estimativa segue em 3,50%, estável há 56 semanas.

Para o IGP-M, a projeção para 2026 passou de 4,73% para 4,76%, após três semanas consecutivas de alta. Para 2027, a estimativa ficou em 4,11%, estável há três semanas. Em 2028, permaneceu em 3,92%, há duas semanas sem alteração. Para 2029, a projeção segue em 3,81%, estável há três semanas.

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No caso dos preços administrados, a projeção para 2026 subiu de 4,61% para 4,63%, na primeira alta em uma semana. Para 2027, recuou de 3,85% para 3,82%, também após uma semana. Em 2028, avançou de 3,61% para 3,62%, na primeira alta em uma semana. Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%, estável há 63 semanas.

PIB

A projeção para o crescimento do PIB em 2026 caiu de 1,88% para 1,86%, na terceira semana consecutiva de revisão para baixo. Para 2027, a estimativa recuou de 1,43% para 1,41%, também na terceira queda consecutiva. Em 2028, a previsão passou de 1,87% para 1,83%, na primeira redução em uma semana. Para 2029, o mercado manteve a projeção de crescimento de 2% pela 80ª semana consecutiva.

Câmbio

A mediana para o dólar no fim de 2026 permaneceu em R$ 5,20, estável há 15 semanas. Para 2027, a projeção também ficou em R$ 5,28, após duas semanas sem alteração. Em 2028, a estimativa segue em R$ 5,30, estável há dez semanas. Para 2029, houve redução da projeção, de R$ 5,36 para R$ 5,35, na primeira queda em uma semana.

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Selic

Para a taxa básica de juros, a projeção para o fim de 2026 permaneceu em 13,50% ao ano. Para 2027, a mediana segue em 12%, estável há 15 semanas. Em 2028, a estimativa permanece em 10,50%, sem alteração há 13 semanas. Para 2029, o mercado mantém a projeção de Selic em 10% ao ano há 21 semanas.



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