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O que esperar do debate econômico no segundo turno das eleições presidenciais?







O candidato à presidência que vencer o segundo turno das eleições terá que encarar um país com desafios econômicos que vão demandar articulação com o Congresso e decisões de grande impacto na população.

Para entender o que deve pautar a economia em um próximo governo e quais as sinalizações de cada campanha, o InfoMoney conversou com Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management; Samuel Pessoa, pesquisador associado do FGV IBRE e chefe da pesquisa econômica da Julius Baer Brasil; e Ivo Chermont, sócio e economista-chefe da Quantitas Asset. 

Eles avaliam o cenário considerando o andamento das políticas já em curso, caso o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja reeleito, e o que se viu no governo anterior do pai do candidato Flávio Bolsonaro, além de sinalizações feitas pelas equipes econômicas de cada um dos concorrentes na primeira fase da campanha.

Ainda há pouca informação sobre as propostas que poderiam ser implementadas e, principalmente, como elas seriam colocadas em prática.

Leia também: Por que a dívida pública é importante e deve pautar o governo do próximo presidente

Política fiscal

O ajuste fiscal é considerado o tema mais urgente, segundo os economistas, já que o país precisaria desacelerar a trajetória de crescimento da dívida, que em agosto chegou a 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB). 

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O problema, no entanto, é que 90% dos gastos são obrigatórios e, para resolver essa questão, seria preciso elaborar propostas pouco populares. As medidas exigirão aprovação de Propostas de Emenda à Constituição (PECs) no Congresso e negociação com o Supremo Tribunal Federal (STF) para resistir às judicializações, que devem ocorrer.

“Se nada for feito, a dívida pública pode crescer cerca de 5 pontos percentuais do PIB ao ano, atingindo a marca de 100% do PIB em 4 anos”, alerta Solange Srour.

“O desafio do presidente Lula é achar um equilíbrio entre os interesses dos mais pobres, mas que, simultaneamente, atenda a capacidade da economia de entregar resultados”, avalia Samuel Pessoa.

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Leia também: Eleições importam, mas o grande trade para a Bolsa será o fiscal; veja os cenários

A avaliação é de que o atual governo aposta em brechas no arcabouço fiscal e no aumento contínuo de arrecadação para fechar as contas, sem conter a expansão real de despesas.

Em um eventual futuro governo de Flávio Bolsonaro, a tendência é que ele tenha menor resistência para aprovar as reformas no Congresso — ainda mais após o 1º turno da eleições, marcado por uma onda conservadora que não havia sido captada pelas pesquisas.

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A candidatura do PL aposta em um “choque de credibilidade” pró-mercado, respaldado por nomes de perfil liberal na equipe econômica, como Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e ex-braço direito de Paulo Guedes, e Adolfo Sachsida, ex-secretário de Política Econômica e ex-ministro de Minas e Energia. 

No entanto, há dúvidas se Flávio Bolsonaro  usaria o capital político de início de mandato para aprovar tais reformas ou se essa força seria direcionada para aprovar pautas jurídicas, incluindo a revisão da pena aplicada ao pai do candidato, Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe. “Ele pode ter a habilidade de tocar as duas pautas [econômica e jurídica] ao mesmo tempo, mas essas questões geralmente demandam uma energia e capital político muito grande”, avalia Ivo Chermont. 

Nenhum dos candidatos, seja Lula ou Flávio Bolsonaro, detalharam medidas de corte de gastos durante o primeiro turno da campanha, e a tendência é que se mantenham neutros por se tratar de uma pauta impopular que tira votos. Por conta dessa falta de sinalização, o vencedor precisará fazer anúncios fiscais convincentes logo após a eleição — antes mesmo de assumir o governo —, para evitar uma piora das expectativas, depreciação do câmbio e alta dos juros longos, avalia Srour.

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Gastos públicos

Os economistas avaliam que a medida mais urgente é harmonizar o crescimento dessas despesas com a regra do arcabouço fiscal, o que exige rever a vinculação automática das despesas de saúde e educação à receita corrente líquida, bem como alterar a fórmula de reajuste do salário mínimo.

Solange Srour defende ainda o redesenho dos programas sociais, que foram ampliados após a pandemia. Isso poderia ser feito focando na qualificação profissional e na eficiência alocativa para atender à transição demográfica do país. 

Ivo Chermont cita também como prioridade uma reforma administrativa ampla que reorganize as carreiras públicas, a eliminação de supersalários no Executivo, Legislativo e Judiciário, a revisão do volume de subvenções concedidas a setores privados e o aumento da transparência sobre as emendas parlamentares obrigatórias.

Neste quesito, o governo Lula tem demonstrado forte resistência em alterar as regras do salário mínimo e a vinculação das verbas de saúde e educação. Do lado de Flávio Bolsonaro, as promessas focam na redução do tamanho do Estado mediante a extinção de ministérios, suspensão de concursos e enxugamento administrativo. No entanto, os economistas ressaltam que ações administrativas têm pouco impacto financeiro frente ao peso das despesas obrigatórias. 

Política monetária e inflação

A condução da taxa básica de juros (Selic) está diretamente condicionada ao ritmo da política fiscal. Para que o Banco Central consiga promover um ciclo sustentável de corte de juros e trazer a inflação para a meta de forma duradoura, o Poder Executivo precisa entregar um ajuste fiscal crível capaz de ancorar as expectativas de longo prazo e valorizar o câmbio. 

Além do cenário interno, há pressões externas que vão impactar a inflação em 2027. Srour cita os impactos climáticos do El Niño, os custos de transição da Reforma Tributária sobre o setor de serviços e a eventual aprovação do fim da jornada 6×1, o que vai exigir prudência monetária, independentemente do vencedor.

Sob um novo governo Lula, e se houver a manutenção do atual modelo fiscal, a tendência é que a taxa Selic se mantenha em patamares elevados ao redor dois dígitos por tempo prolongado. 

Chermont aponta que, embora a diretoria do Banco Central liderada por Gabriel Galípolo venha atuando com independência e aderência ao ciclo econômico, a falta de apoio do lado fiscal impede que os juros caiam para níveis confortáveis. Ele explica que os gastos colocam mais dinheiro na economia, pressionando a demanda e elevando a inflação que, por sua vez, exige juros altos para ser contida.

Para Flávio Bolsonaro, a expectativa do mercado é de uma reação positiva nos preços dos ativos e no câmbio. Caso consiga sinalizar reformas fiscais estruturais logo no início, a taxa Selic poderia recuar para a faixa entre 11% e 11,5%, segundo Chermont. Este patamar seria limitado pelo cenário de juros elevados nos Estados Unidos.

Leia mais: Petrobras, Vale, Itaú e BB após eleição: até onde ações podem subir?

Comércio exterior

A condução recente do Itamaraty no governo Lula 3 tem sido proativa e pragmática, o que deve ser preservado, independentemente de quem vencer, avalia Pessoa.

Srour também não vê espaço para grandes rupturas em relação aos EUA, China ou Europa em eventuais governos do PT ou PL. Ela destaca que a China permanece como o maior parceiro comercial do agronegócio e da mineração brasileira, enquanto os Estados Unidos e a Europa são fontes vitais de capital e tecnologia. 

Neste contexto, a prioridade para o próximo presidente deve ser aprofundar acordos de integração e evitar medidas protecionistas ou alinhamentos ideológicos automáticos que resultem em retaliações.

Na avaliação de Chermont, a vitória de Flávio Bolsonaro traria um alinhamento político mais forte com os EUA de Donald Trump e aproximação com a Argentina, além de maior flexibilidade em concessões, como no caso da exploração das terras raras. No entanto, as forças comerciais impedem um rompimento relevante com a China. Já o governo Lula tende a manter uma postura externa mais combativa e resistente a concessões.

Regulamentação da Reforma Tributária

A principal tarefa para o ciclo 2027–2030 é concluir a reforma tributária, definindo as alíquotas do IVA/CBS e do Imposto Seletivo, para dar segurança jurídica ao setor produtivo antes do início da transição.

Srour defende que o país não deve reabrir o texto constitucional já aprovado para criar novas exceções ou regimes favorecidos, uma vez que cada benefício concedido eleva a alíquota padrão paga pelos demais setores. Para ela, a prioridade de ambos os candidatos deve ser a de garantir a estabilidade das regras para que a transição ocorra sem sobressaltos.

Para Pessoa, a reforma tributária é o grande legado estrutural do atual mandato. Em um eventual quarto mandato de Lula, o andamento não deve sofrer alterações.

Já a candidatura de Flávio Bolsonaro sinalizou a intenção de “pausar” a implementação para promover uma “reforma da reforma” e rever pontos aprovados. Pessoa alerta para os riscos de retrocesso e insegurança jurídica ao se reabrir a discussão no Congresso, e Solange Srour destaca que adiar a regulamentação prejudicará o planejamento das empresas e aumentará as incertezas no ambiente de negócios.



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Atlas: Lula tem 50,1% dos votos válidos no 2º turno; Flávio, 49,9%


Pesquisa AtlasIntel divulgada neste sábado (3) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50,1% dos votos válidos em um eventual segundo turno e Flávio Bolsonaro (PL) com 49,9% .

De acordo com a margem de erro de um ponto percentual, os candidatos à Presdiência aparecem em cenário de empate técnico.

O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 4.945 eleitores, entre 27 de setembro e 2 de outubro, por meio de recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela Bloomberg está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00999/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo

 



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Conheça os 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão em 2026


O Maranhão elegeu no domingo (4) os 18 deputados federais que vão representar o estado na Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2027. Com 100% das urnas apuradas, o mais votado foi Pedro Lucas Fernandes (União), com 188.853 votos.

Por partido, o MDB elegeu 5 deputados; o PL, 4; o União, 2; e PP, PDT, PSDB, PRD, PT, Republicanos e PCdoB, 1 cada. Dos 18 eleitos, 9 foram reeleitos e 5 são mulheres.

No Maranhão, 19,74% dos eleitores aptos não compareceram às urnas. Os votos brancos somaram 3,10% do total, e os nulos, 1,38%.

Veja a lista completa, por ordem de votação:

  1. PEDRO LUCAS FERNANDES (União), 188.853 votos (4,75%), reeleito
  2. IRACEMA VALE (MDB), 179.351 votos (4,52%)
  3. VINICIUS FERRO (MDB), 166.880 votos (4,20%)
  4. FABIANA VILAR (PL), 160.361 votos (4,04%)
  5. ALDIR JUNIOR (PL), 141.764 votos (3,57%)
  6. AMANDA GENTIL (PP), 137.642 votos (3,47%), reeleita
  7. LARISSA DP (MDB), 137.136 votos (3,45%)
  8. ERLANIO XAVIER (PDT), 127.715 votos (3,22%)
  9. JUSCELINO FILHO (PSDB), 124.794 votos (3,14%), reeleito
  10. HILDO ROCHA (MDB), 115.172 votos (2,90%)
  11. MARIANA CARVALHO (PL), 113.228 votos (2,85%)
  12. JUNIOR LOURENÇO (MDB), 107.410 votos (2,70%), reeleito
  13. MARRECA FILHO (PRD), 99.698 votos (2,51%), reeleito
  14. RUBENS PEREIRA JR (PT), 92.916 votos (2,34%), reeleito
  15. JOSIVALDO JP (União), 87.663 votos (2,21%), reeleito
  16. ALUISIO MENDES (Republicanos), 83.152 votos (2,09%), reeleito
  17. DR. ORLANDO (PL), 82.827 votos (2,09%)
  18. MÁRCIO JERRY (PCdoB), 54.953 votos (1,38%), reeleito

Veja a apuração completa para deputado federal no Maranhão, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

Este texto foi gerado automaticamente com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



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Oferta pressiona milho, enquanto soja tem suporte da demanda chinesa

Os preços de milho e soja seguem trajetórias diferentes no mercado brasileiro no início de outubro, embora ambos tenham sido pressionados pela queda das cotações internacionais. Enquanto o milho enfrenta maior oferta doméstica e menor demanda, a soja encontra sustentação nos prêmios de exportação e na demanda chinesa, que ainda limita a queda dos preços no Brasil.

No mercado nacional de milho, o recuo das cotações ganhou força nos últimos dias diante do baixo interesse dos compradores brasileiros. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), parte das empresas afirma ter estoques suficientes para o consumo imediato e, por isso, permanece afastada de novas aquisições.

A menor demanda se soma ao aumento esperado da disponibilidade do cereal. As exportações brasileiras estão abaixo das registradas no mesmo período do ano passado, enquanto a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima produção recorde de 144 milhões de toneladas na safra 2025/26, mesmo com uma redução na produtividade.

Com compradores menos atuantes, produtores passaram a demonstrar maior flexibilidade nas negociações, tanto em relação aos preços quanto às condições de entrega e aos prazos de pagamento, segundo o Cepea.

Para Luiz Pacheco, analista da TF Consultoria Agroeconômica, no mercado brasileiro a redução das exportações, em meio à maior presença dos Estados Unidos no mercado internacional, aumenta a disponibilidade interna e pressiona os preços.

Para Pacheco, o cenário internacional para o milho é baixista. Ele aponta que a divulgação de estoques norte-americanos acima das expectativas reforçou a percepção de ampla oferta nos Estados Unidos, em um momento de avanço da colheita.

“A combinação de estoques elevados, produção americana acima de 400 milhões de toneladas, avanço da colheita, exportações menores, dólar valorizado e expectativa de safra recorde na Argentina mantém a pressão sobre Chicago”, afirma.

No exterior, o milho ensaia uma recuperação depois das fortes perdas da semana passada, quando os preços em Chicago recuaram mais de 5,5% após a divulgação dos estoques norte-americanos. Segundo a consultoria argentina Granar, as altas recentes refletem compras de oportunidade de investidores e uma desaceleração das vendas dos produtores, mas continuam limitadas pelo avanço esperado da colheita nos Estados Unidos.

Soja

Na soja, a pressão externa também aumentou nos últimos dias, após a alta registrada em setembro. O avanço da colheita da safra 2026/27 no Hemisfério Norte tem ampliado a oferta e pressionado as cotações em Chicago.

No Brasil, porém, o movimento tem sido menos intenso. O Cepea aponta que a queda das cotações internacionais reduziu a liquidez no mercado spot, especialmente após as tarifas sobre a soja ficarem fora das negociações entre Estados Unidos e China.

Pacheco afirma que os preços domésticos permaneceram praticamente estáveis nas últimas semanas, ainda em níveis elevados. Esse cenário, segundo ele, permite aos produtores adotar uma estratégia de vendas escalonadas e de proteção de preços.

Ao mesmo tempo, a queda externa sustentou os prêmios de exportação no Brasil, limitando a transmissão da baixa de Chicago para os preços domésticos.

A demanda chinesa também permanece como um dos principais fatores de sustentação para a oleaginosa. Para Pacheco, a tendência da soja é baixista no curto prazo, mas ainda está inserida em uma estrutura de alta no médio prazo.

“O principal elemento de sustentação continua sendo a demanda efetiva da China”, afirma. Segundo o analista, embora não tenham sido anunciadas novas compras flash de soja pela China na última semana, os dados semanais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostram que os chineses continuam adquirindo volumes expressivos.

O mercado, portanto, está dividido entre a expectativa de uma oferta maior nos Estados Unidos, com o avanço da colheita e clima favorável, e a possibilidade de retomada das compras chinesas em ritmo mais forte.

Em Chicago, a soja chegou a apresentar recuperação no início da semana, influenciada por coberturas de posições dos investidores e pela alta do óleo de soja. A Granar, porém, avalia que o avanço da colheita norte-americana continua sendo um fator de pressão sobre as cotações. A consultoria também aponta que o mercado acompanha a possibilidade de novas vendas de soja dos Estados Unidos para a China.

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Veja os 46 deputados estaduais eleitos pelo Ceará


O Ceará elegeu neste domingo (4) os 46 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, a maior votação foi de Tancredo dos Santos (PL), com 151.396 votos.

Por partido, o PSB elegeu 13 deputados; o PT, 11; o PL, 6; PSD e PSDB, 3 cada; PSOL, União e Republicanos, 2 cada; e MDB, PP, PV e Solidariedade, 1 cada.

No Ceará, 15,53% dos eleitores aptos não compareceram às urnas. Os votos brancos somaram 4,74% do total, e os nulos, 2,88%.

Veja a lista completa, por ordem de votação:

  1. TANCREDO DOS SANTOS (PL), 151.396 votos (2,77%)
  2. GABRIEL BIOLOGIA (PSOL), 141.749 votos (2,60%)
  3. BELLA CARMELO (PL), 130.802 votos (2,40%)
  4. ABREU JUNIOR (PL), 127.034 votos (2,33%)
  5. ROMEU ALDIGUERI (PSB), 112.303 votos (2,06%)
  6. LIZIANY MEDEIROS (PT), 102.659 votos (1,88%)
  7. DAVI DE RAIMUNDÃO (MDB), 95.814 votos (1,76%)
  8. LAIS NUNES (PT), 92.485 votos (1,70%)
  9. OSMAR BAQUIT (PSB), 90.218 votos (1,65%)
  10. SÉRGIO AGUIAR (PSB), 88.148 votos (1,62%)
  11. JADE ROMERO (PT), 85.490 votos (1,57%)
  12. ZEZINHO ALBUQUERQUE (PP), 82.693 votos (1,52%)
  13. MOSES FILHO (União), 82.423 votos (1,51%)
  14. CATANHO (PT), 80.441 votos (1,47%)
  15. GUILHERME LANDIM (PSB), 80.192 votos (1,47%)
  16. JÔ FARIAS (PT), 79.829 votos (1,46%)
  17. DE ASSIS DINIZ (PT), 76.854 votos (1,41%)
  18. DOMINGOS FILHO (PSD), 74.914 votos (1,37%)
  19. JEOVÁ MOTA (PSB), 73.211 votos (1,34%)
  20. FABIOLA CARNEIRO (PSB), 73.029 votos (1,34%)
  21. FRANZÉ CARNEIRO (PT), 71.685 votos (1,31%)
  22. MISSIAS DIAS (PT), 71.111 votos (1,30%)
  23. MARCOS SOBREIRA (PSB), 70.941 votos (1,30%)
  24. ELIZEU MONTEIRO (PSB), 70.411 votos (1,29%)
  25. PALOMA NUNES (PSB), 69.064 votos (1,27%)
  26. MANU PIMENTA (PSB), 69.000 votos (1,26%)
  27. GADYEL (PT), 67.370 votos (1,23%)
  28. FIRMO CAMURÇA (PSD), 67.171 votos (1,23%)
  29. DRA SILVANA (PL), 66.473 votos (1,22%)
  30. MARTA GONÇALVES (PSB), 65.340 votos (1,20%)
  31. ILO NETO (PT), 65.004 votos (1,19%)
  32. DR. GERONIMO (PSB), 61.571 votos (1,13%)
  33. JOÃO JAIME (PV), 58.478 votos (1,07%)
  34. LIA GOMES (PSB), 54.433 votos (1,00%)
  35. JAMES BEL (União), 52.070 votos (0,95%)
  36. MOISÉS BRAZ (PT), 51.453 votos (0,94%)
  37. DAVID DURAND (Republicanos), 49.051 votos (0,90%)
  38. FELIPE VASQUES (PSDB), 48.104 votos (0,88%)
  39. SIMÃO PEDRO (PSD), 42.840 votos (0,79%)
  40. LEO SURICATE (PSOL), 39.510 votos (0,72%)
  41. DAVI BENEVIDES (PSDB), 38.833 votos (0,71%)
  42. GEORGIA DO MARCELÃO (Solidariedade), 38.288 votos (0,70%)
  43. GARDEL ROLIM (Republicanos), 36.236 votos (0,66%)
  44. EMILIA PESSOA (PSDB), 35.902 votos (0,66%)
  45. DRA MAYRA PINHEIRO (PL), 34.752 votos (0,64%)
  46. PASTOR FROTA (PL), 28.316 votos (0,52%)

Veja a apuração completa para deputado estadual no Ceará, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

Este texto foi gerado automaticamente com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



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mercado reduz projeção para PIB de 2026 e eleva estimativa para inflação


O mercado financeiro reduziu novamente a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, de 1,86% para 1,85%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central. Para este ano, os economistas consultados pela autoridade monetária projetam inflação de 5,01%, câmbio de R$ 5,20 por dólar e Selic em 13,50% ao ano.

Inflação

A projeção para o IPCA em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, na terceira alta consecutiva, após permanecer em 5,00% há quatro semanas. Para 2027, a estimativa recuou de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção permaneceu em 3,80% pela décima semana consecutiva. Para 2029, a estimativa subiu de 3,50% para 3,51%, interrompendo uma sequência de estabilidade.

Para o IGP-M, a projeção para 2026 subiu de 4,76% para 5,27%, acumulando quatro semanas consecutivas de alta. Para 2027, a estimativa permaneceu em 4,11% pela quarta semana seguida. Em 2028, a projeção avançou de 3,92% para 3,94%. Para 2029, a estimativa recuou de 3,81% para 3,80%.

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Já a projeção para os preços administrados em 2026 caiu de 4,63% para 4,61%, após uma semana de alta. Para 2027, a estimativa subiu de 3,82% para 3,84%, também após uma semana de alta. Em 2028, a projeção permaneceu em 3,62% pela primeira semana. Para 2029, a estimativa ficou em 3,50% pela 64ª semana consecutiva.

PIB

A projeção para o crescimento do PIB em 2026 caiu de 1,86% para 1,85%, na quarta semana consecutiva de redução. Para 2027, a estimativa recuou de 1,41% para 1,40%, também pela quarta semana seguida. Para 2028, a projeção caiu de 1,83% para 1,81%, na segunda semana consecutiva de baixa. Já para 2029, a estimativa permaneceu em 2,00% pela 81ª semana consecutiva.

Câmbio

A projeção para o dólar ao fim de 2026 permaneceu em R$ 5,20 pela 16ª semana consecutiva. Para 2027, a estimativa também ficou estável, em R$ 5,28, pela terceira semana seguida. Em 2028, a projeção permaneceu em R$ 5,30 pela 11ª semana consecutiva. Para 2029, a estimativa caiu de R$ 5,35 para R$ 5,33.

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Selic

A projeção para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,50% ao ano pela segunda semana consecutiva. Para 2027, a estimativa também ficou estável em 12,00% pela 16ª semana seguida. Em 2028, a projeção permaneceu em 10,50% pela 14ª semana consecutiva. Para 2029, a mediana continuou em 10,00% pela 22ª semana seguida.



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Kassio suspende decisão que indeferiu candidatura de Deltan Dallagnol | Blogs | CNN Brasil


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, suspendeu neste domingo (4) a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques que havia indeferido a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná e determinado a nulidade dos votos dados à chapa.

Com a decisão, Deltan permanece com o registro deferido com recurso e poderá receber votos normalmente. A validade desses votos, porém, ficará condicionada ao julgamento do caso pelo plenário do TSE.

Nunes Marques não analisou se Deltan é ou não inelegível. O ministro entendeu que uma decisão individual não poderia produzir efeitos definitivos sobre a candidatura e os votos antes da manifestação do colegiado. Também criticou o fato de a medida ter sido tomada na noite anterior à eleição, quando as urnas já estavam preparadas.

Segundo o presidente do TSE, houve “flagrante ilegitimidade na via adotada” e risco de grave lesão à ordem pública eleitoral.

 



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Veja os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro


O Rio de Janeiro elegeu neste domingo (4) os 46 deputados federais que vão representar o estado na Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2027. Com 100% das urnas apuradas, o mais votado foi Dr. Luizinho (PP), com 213.904 votos.

Por partido, o PL elegeu 15 deputados; o PT, 6; o PP, 5; PSOL, PSDB e PSD, 4 cada; o PCdoB, 2; e União, MDB, Solidariedade, Novo, Republicanos e PDT, 1 cada. Dos 46 eleitos, 21 foram reeleitos e 10 são mulheres.

No Rio de Janeiro, 23,33% dos eleitores aptos não compareceram às urnas. Os votos brancos somaram 5,27% do total, e os nulos, 4,77%.

Veja a lista completa, por ordem de votação:

  1. DR. LUIZINHO (PP), 213.904 votos (2,41%), reeleito
  2. RICK AZEVEDO (PSOL), 191.371 votos (2,16%)
  3. LINDBERGH (PT), 181.768 votos (2,05%), reeleito
  4. LUCIANO VIEIRA (PSDB), 177.887 votos (2,01%), reeleito
  5. ALTINEU CORTES (PL), 175.161 votos (1,98%), reeleito
  6. FREIXO (PT), 172.969 votos (1,95%)
  7. SÓSTENES CAVALCANTE (PL), 170.290 votos (1,92%), reeleito
  8. RUEDA (União), 155.836 votos (1,76%)
  9. ANIELLE FRANCO (PT), 149.726 votos (1,69%)
  10. GENERAL PAZUELLO (PL), 146.148 votos (1,65%), reeleito
  11. GUTEMBERG REIS (MDB), 145.876 votos (1,65%), reeleito
  12. SORAYA SANTOS (PL), 141.443 votos (1,60%), reeleita
  13. AUREO RIBEIRO (Solidariedade), 134.557 votos (1,52%), reeleito
  14. DELEGADO FELIPE CURI (PP), 133.626 votos (1,51%)
  15. TALÍRIA PETRONE (PSOL), 122.500 votos (1,38%), reeleita
  16. MANOELA PERES (PL), 117.648 votos (1,33%)
  17. DANI CUNHA (PL), 116.984 votos (1,32%), reeleita
  18. DANIEL SORANZ (PSD), 107.849 votos (1,22%), reeleito
  19. JULIA DE CASTRO (PL), 103.880 votos (1,17%)
  20. ELIAS JABBOUR (PCdoB), 103.219 votos (1,17%)
  21. DIOGO BALIEIRO DINIZ (PL), 102.026 votos (1,15%)
  22. RENAN FERREIRINHA (PSD), 93.504 votos (1,06%)
  23. RAFAEL SATIÊ (PL), 91.074 votos (1,03%)
  24. GLAUBER BRAGA (PSOL), 86.314 votos (0,97%), reeleito
  25. RENATO COZZOLINO (PP), 84.516 votos (0,95%)
  26. FABIANO HORTA (PT), 82.902 votos (0,94%)
  27. CHRIS TONIETTO (PL), 81.966 votos (0,93%), reeleita
  28. POUBEL (PL), 81.960 votos (0,93%)
  29. WLADIMIR GAROTINHO (PL), 81.797 votos (0,92%)
  30. DOUGLAS GOMES (PL), 80.310 votos (0,91%)
  31. LUIZ LIMA (Novo), 79.249 votos (0,89%), reeleito
  32. PASTOR HENRIQUE VIEIRA (PSOL), 77.584 votos (0,88%), reeleito
  33. MÁRCIO REZENDE (PSD), 75.148 votos (0,85%)
  34. JANDIRA FEGHALI (PCdoB), 74.409 votos (0,84%), reeleita
  35. LENIEL BOREL (PP), 72.658 votos (0,82%)
  36. LUIS CARLOS GOMES (Republicanos), 70.331 votos (0,79%)
  37. MARCOS TAVARES (PDT), 69.438 votos (0,78%), reeleito
  38. DIEGO QUAQUA (PT), 68.798 votos (0,78%)
  39. MARCIO RIBEIRO (PSD), 67.989 votos (0,77%)
  40. THIAGO GAGLIASSO (PL), 67.700 votos (0,76%)
  41. NÍSIA TRINDADE (PT), 67.350 votos (0,76%)
  42. JORGE MIRANDA (PL), 67.298 votos (0,76%)
  43. JUNINHO DO PNEU (PSDB), 64.440 votos (0,73%), reeleito
  44. MARCELO QUEIROZ (PSDB), 58.739 votos (0,66%), reeleito
  45. BEBETO (PP), 52.761 votos (0,60%), reeleito
  46. TALITA GALHARDO (PSDB), 46.780 votos (0,53%)

Veja a apuração completa para deputado federal no Rio de Janeiro, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

Este texto foi gerado automaticamente com base nos dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



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PMI de serviços (final) cai a 51,3 pontos em setembro


O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços do Japão recuou de 52,5 pontos em agosto para 51,3 pontos em setembro, segundo pesquisa final da S&P Global em parceria com o Jibun Bank, abaixo da leitura preliminar de 51,6 pontos.

Já o PMI composto (que engloba serviços e indústria) do Japão caiu de 53,5 pontos em agosto para 52,3 pontos em setembro, abaixo do levantamento preliminar de 52,5 pontos.

A leitura acima de 50 indica expansão da atividade no país.



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Conheça os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026


O Rio de Janeiro elegeu neste domingo (4) os 70 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa a partir de 2027. Com 100% das urnas apuradas, a maior votação foi de Índia Armelau (PL), com 248.504 votos.

Por partido, o PL elegeu 21 deputados; PT e PSD, 9 cada; PSOL e PP, 5 cada; o União, 4; o Republicanos, 3; MDB, PDT, Solidariedade e PSB, 2 cada; e PCdoB, Novo, PSDB, Agir, PRD e DC, 1 cada.

No Rio de Janeiro, 23,33% dos eleitores aptos não compareceram às urnas. Os votos brancos somaram 5,80% do total, e os nulos, 4,64%.

Veja a lista completa, por ordem de votação:

  1. ÍNDIA ARMELAU (PL), 248.504 votos (2,82%)
  2. MÁRCIO CANELLA (União), 197.178 votos (2,24%)
  3. RENATA SOUZA (PSOL), 176.871 votos (2,01%)
  4. DANI BALBI (PCdoB), 169.474 votos (1,92%)
  5. GUILHERME DELAROLI (PL), 166.374 votos (1,89%)
  6. ROSENVERG REIS (MDB), 139.866 votos (1,59%)
  7. ELIKA TAKIMOTO (PT), 135.271 votos (1,53%)
  8. ANDERSON MORAES (PL), 129.325 votos (1,47%)
  9. COSTENARO (Novo), 121.780 votos (1,38%)
  10. DRA. GABRIELA (PL), 96.267 votos (1,09%)
  11. FLAVIO SERAFINI (PSOL), 95.666 votos (1,08%)
  12. FELIPINHO RAVIS (PP), 93.606 votos (1,06%)
  13. ALAN LOPES (PL), 93.396 votos (1,06%)
  14. JOÃO PIRES (PSD), 90.195 votos (1,02%)
  15. VERÔNICA LIMA (PT), 85.421 votos (0,97%)
  16. ALEXANDRE ISQUIERDO MALAFAIA (PL), 83.461 votos (0,95%)
  17. FERNANDA NEVES (PDT), 83.326 votos (0,94%)
  18. RAFAEL NOBRE (União), 76.706 votos (0,87%)
  19. JAIR BITTENCOURT (PL), 73.722 votos (0,84%)
  20. LÉO VIEIRA FILHO (PSDB), 72.939 votos (0,83%)
  21. ANDRÉ CECILIANO (PT), 70.628 votos (0,80%)
  22. NELSINHO RUAS (PL), 70.552 votos (0,80%)
  23. BRUNO DAUAIRE (União), 69.119 votos (0,78%)
  24. MARINA DO MST (PT), 66.167 votos (0,75%)
  25. RODRIGO MEDEIROS (PL), 65.530 votos (0,74%)
  26. ANDRÉ CORREA (PSD), 65.188 votos (0,74%)
  27. CARLINHOS BNH (PP), 61.724 votos (0,70%)
  28. FELIPE PAMPOLHA (PP), 61.589 votos (0,70%)
  29. JORGE FELIPPE NETO (PL), 58.508 votos (0,66%)
  30. DELEGADO CARLOS AUGUSTO (PL), 58.142 votos (0,66%)
  31. MARCELO DINO (PL), 57.982 votos (0,66%)
  32. LIBRELON (Republicanos), 57.409 votos (0,65%)
  33. DR. PEDRO RICARDO (PL), 57.354 votos (0,65%)
  34. DELEGADO BERNARDO LEAL (PP), 57.254 votos (0,65%)
  35. CLAUDIO CAIADO (PSD), 56.936 votos (0,65%)
  36. GUSTAVO TUTUCA (PP), 56.334 votos (0,64%)
  37. RENATO MIRANDA (PL), 56.329 votos (0,64%)
  38. DANI MONTEIRO (PSOL), 55.227 votos (0,63%)
  39. GUILHERME SCHLEDER (PSD), 54.760 votos (0,62%)
  40. MUNIR NETO (Solidariedade), 52.808 votos (0,60%)
  41. JULIO ROCHA (Agir), 51.609 votos (0,59%)
  42. ALLYSON ELIAS (PT), 51.145 votos (0,58%)
  43. MÁRCIO GUALBERTO (PL), 50.804 votos (0,58%)
  44. CHICO MACHADO (PL), 50.664 votos (0,57%)
  45. VINÍCIUS COZZOLINO (PSD), 49.353 votos (0,56%)
  46. LEANDRO (Republicanos), 49.013 votos (0,56%)
  47. TIA JU (Republicanos), 47.302 votos (0,54%)
  48. CORONEL MENEZES (PL), 46.700 votos (0,53%)
  49. RAFAEL PICCIANI (União), 46.686 votos (0,53%)
  50. GIOVANI RATINHO (MDB), 46.380 votos (0,53%)
  51. LUCIANA BOITEUX (PSOL), 44.928 votos (0,51%)
  52. LEONEL DE ESQUERDA (PT), 44.597 votos (0,51%)
  53. GISELLE MONTEIRO (PL), 44.532 votos (0,51%)
  54. LUIZ PAULO (PSD), 43.720 votos (0,50%)
  55. SERGINHO (PDT), 43.664 votos (0,50%)
  56. ANA PAULA MENDES (PSD), 43.356 votos (0,49%)
  57. YURI MOURA (PSOL), 43.336 votos (0,49%)
  58. ZEIDAN (PT), 43.115 votos (0,49%)
  59. POUBEL FILHO (PL), 42.871 votos (0,49%)
  60. DANIEL MARQUES (PL), 42.768 votos (0,49%)
  61. ADILSON PIRES (PT), 42.467 votos (0,48%)
  62. FELIPE TROPA (PL), 41.293 votos (0,47%)
  63. CARLA MACHADO (PSD), 39.208 votos (0,44%)
  64. VANTOIL MARTINS (PSB), 39.179 votos (0,44%)
  65. SOLDADO TOBIAS (PRD), 37.969 votos (0,43%)
  66. JOYCE TRINDADE (PSD), 37.088 votos (0,42%)
  67. ARTHUR MONTEIRO (Solidariedade), 35.844 votos (0,41%)
  68. JARI (PSB), 34.199 votos (0,39%)
  69. RAONE FERREIRA (PT), 28.377 votos (0,32%)
  70. CARLOS RUSSO (DC), 27.447 votos (0,31%)

Veja a apuração completa para deputado estadual no Rio de Janeiro, incluindo a votação de todos os candidatos, na página de apuração das Eleições 2026 da CNN Brasil.

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