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Eleições 2026: saiba qual o valor da multa para quem não votar


O primeiro turno das eleições 2026 ocorre neste domingo (4) e os eleitores vão às urnas eleger seus candidatos. Mas, para quem não poderá comparecer, podem surgir dúvidas sobre como justificar a ausência e o valor da multa a ser paga. A CNN Brasil responde a essas questões a seguir.

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), cerca de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar em todo o país. Neste ano, os brasileiros vão escolher o próximo presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais (ou distritais, no caso do Distrito Federal).

Valor da multa

Caso o eleitor não tenha justificado a sua ausência, deverá pagar a multa no valor de R$ 3,51, que diz respeito a cada turno no qual ele deixou de votar.

A GRU (Guia Recolhimento da União) para quitação das multas pode ser obtida no site do Tribunais Regionais Eleitorais, pelo aplictaivo e-Título ou em qualquer cartório eleitoral. É possível realizar o pagamento por meio de Pix ou cartão de crédito.

Para saber como justificar, sem ter que pagar a multa de ausência, acompanhe a matéria.

Justificativa da ausência

Para o eleitor justificar a ausência no dia das eleições, basta acessar o aplicativo e-Título, que conta com um sistema de geolocalização, permitindo detectar se o eleitor não está, de fato, na cidade onde deveria votar.

A justificativa realizada no dia da votação dispensa a apresentação de qualquer outra documentação ou da prova de que o eleitor não estava em seu domicílio eleitoral.

Não serão aceitas justificativas realizadas no dia da eleição, feitas no mesmo município no qual os eleitores foram habilitados para votar.

Também é possível justificar a ausência por meio de um formulário de requerimento de justificativa eleitoral apresentado perante a qualquer mesa receptora de votos (exceto as instaladas nos estabelecimentos penais e em unidades de internação de adolescentes) ou à mesa receptora de justificativa, situadas em locais de votação.

É necessário levar um documento de identificação com foto, além do formulário preenchido com o número do título eleitoral.

Se a pessoa estiver no exterior, é importante apresentar as passagens, os cartões de embarque ou carimbos no passaporte, entre outros documentos que possam explicar a falta. Nesse caso, o prazo é de 30 dias a contar da data de retorno ao Brasil.

Justificativa após as eleições

A justificativa após o primeiro turno pode ser feita até o dia 3 de dezembro de 2026.

Já em relação ao segundo turno, é possível justificar até 8 de janeiro de 2027.

Terceiros podem justificar a falta do eleitor, caso apresentem o requerimento de justificativa ao cartório eleitoral de inscrição do eleitor, sem autorização ou procurações específicas, mas que contenham uma assinatura. No dia da eleição, somente o próprio eleitor pode justificar sua ausência.

Título de eleitor cancelado

Mesmo com o título cancelado, o eleitor pode apresentar a justificativa pelo autoatendimento eleitoral após a data da eleição.

Assim, quando o cadastro reabrir, será possível regularizar o documento sem pagar a multa referente a essa ausência, caso a justificativa seja aceita pela zona eleitoral cadastrada. Não é possível solicitar a justificativa pelo aplicativo e-Título nesse sentido, já que somente o eleitor com título regular ou suspenso pode acessá-lo.

Não votar e não justificar

O eleitor que não votar e não realizar o processo de justificativa ficará em débito com a Justiça Eleitoral e não poderá obter a certidão de quitação eleitoral.

Se não votar em três turnos consecutivos e não justificar, o título estará sujeito a cancelamento. Como o voto no Brasil é obrigatório, quem não vota e não justifica enfrenta uma série de impedimentos: obter passaporte, realizar matrículas em instituições de ensino, tomar posse em concursos públicos, entre outros percalços.

O cancelamento do título não se aplica para quem tem o voto facultativo (pessoas sem alfabetização, idosos acima de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos); ou aqueles que estão com os direitos políticos suspensos.

A CNN Brasil prepara uma programação especial dedicada ao primeiro turno das Eleições 2026, marcado para o próximo domingo (4).

 



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“O melhor ainda está por vir”: Barbosinha agradece confiança nas urnas e projeta novo ciclo para Mato Grosso do Sul


Reeleitos com 67,07% dos votos válidos, Riedel e Barbosinha renovam compromisso com os 79 municípios e uma gestão que combine desenvolvimento e cuidado com as pessoas

A comemoração foi em Dourados, ao lado da família, de amigos e de quem compartilhou os últimos meses de caminhada. Mas, para o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, a vitória deste domingo (4) rapidamente deu lugar a outro sentimento: o tamanho da responsabilidade renovada pelos sul-mato-grossenses para os próximos quatro anos.

Com 67,07% dos votos válidos, Eduardo Riedel e Barbosinha foram reeleitos governador e vice-governador de Mato Grosso do Sul ainda no primeiro turno. Um resultado que, na avaliação do vice-governador, reconhece o trabalho realizado até aqui, mas, sobretudo, abre caminho para um novo ciclo de desenvolvimento no Estado.

“Recebemos esse resultado com muita alegria, gratidão e humildade. Foi o reconhecimento de um trabalho construído com equilíbrio, de uma campanha limpa e positiva e de um governador que preferiu mostrar aquilo que Mato Grosso do Sul avançou e apresentar o que ainda podemos fazer. A eleição termina, mas a responsabilidade que recebemos das pessoas começa novamente, e ela é ainda maior”, afirmou Barbosinha.

A vitória também renova uma parceria que foi sendo construída para além da relação institucional entre governador e vice. Nos últimos quatro anos, Riedel e Barbosinha dividiram agendas, decisões e a presença do Governo em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul.

Para Barbosinha, essa dinâmica ajudou a dar um novo significado à Vice-Governadoria. “Acho que nós ressignificamos o papel do vice em Mato Grosso do Sul. Construímos uma relação de confiança, amizade, lealdade e, principalmente, muito trabalho. O governador sempre me deu espaço para participar, contribuir e estar presente nos municípios. É uma parceria que deu certo porque existe diálogo e porque temos o mesmo propósito: fazer Mato Grosso do Sul avançar”, avaliou.

Dos 79 municípios para um novo mandato

Essa presença ganhou ainda mais força ao longo deste ano. Barbosinha percorreu os 79 municípios de Mato Grosso do Sul, mantendo contato direto com prefeitos, vereadores, lideranças, servidores e moradores e acompanhando diferentes realidades locais.

O roteiro também reforçou sua presença em regiões com as quais mantém relação histórica, como a Grande Dourados, o Vale do Ivinhema e a região Sul-Fronteira, sem deixar de ampliar a atuação para todas as demais regiões do Estado.

Para o vice-governador, estar nas cidades permitiu compreender que os bons indicadores econômicos só ganham sentido quando o crescimento alcança efetivamente a vida das pessoas.

“Foi uma caminhada intensa, ouvindo muito e conhecendo ainda mais profundamente cada região. Mato Grosso do Sul vive um momento extraordinário, mas nosso desafio é fazer com que toda essa riqueza produzida seja compartilhada, gere oportunidades e chegue às famílias. Desenvolvimento precisa significar qualidade de vida”, acrescentou.

É com essa perspectiva que o municipalismo deverá permanecer como um dos pilares da próxima gestão. Para Barbosinha, a experiência dos últimos quatro anos demonstrou que a relação direta entre Estado e municípios permite identificar prioridades e construir respostas mais próximas da realidade de cada comunidade.

“A essência do nosso governo foi o municipalismo porque é nas cidades que a vida acontece. É onde a pessoa precisa da escola, da saúde, da segurança, do saneamento, da estrada e das oportunidades. Vamos continuar olhando para os 79 municípios com a mesma atenção, independentemente do tamanho ou da região”, garantiu.

Gratidão e responsabilidade

Depois de quatro anos de gestão e de uma campanha que voltou a percorrer Mato Grosso do Sul, Barbosinha considera que a votação recebida carrega também uma mensagem sobre aquilo que a população espera do próximo mandato. Por isso, ao falar sobre os próximos quatro anos, prefere transformar a celebração em compromisso.

“Podem esperar de nós o mesmo trabalho, a mesma determinação e a mesma lealdade. Vamos continuar cuidando dos 79 municípios e trabalhando para que Mato Grosso do Sul cresça sem deixar ninguém para trás. Fizemos muito, temos muito do que nos orgulhar, mas também sabemos que ainda há muito a fazer. O melhor ainda está por vir.”

Barbosinha também agradeceu às pessoas que participaram da campanha, às lideranças políticas e aos apoiadores que levaram a mensagem da chapa aos municípios.

“Minha palavra é de gratidão ao povo de Mato Grosso do Sul. A cada pessoa que acreditou, que conversou com seus amigos, que levou nossa mensagem e que confiou novamente no Eduardo Riedel e em mim. Uma votação dessa dimensão não pode produzir vaidade; precisa produzir ainda mais responsabilidade e compromisso”, afirmou.

O vice-governador também destacou o resultado das eleições para o Senado e avaliou que a representação de Mato Grosso do Sul em Brasília será importante para o novo ciclo. Com a eleição de Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, que se somam à senadora Tereza Cristina, Barbosinha projeta uma bancada capaz de contribuir com as pautas estratégicas do Estado.

“Ao lado da senadora Tereza Cristina, teremos representantes comprometidos com Mato Grosso do Sul e com os grandes debates do Brasil. O Estado ganha força quando existe capacidade de diálogo e união em torno daquilo que interessa à nossa população”, acrescentou.

Passada a eleição, Barbosinha resume o momento em duas palavras: agradecer e trabalhar. A vitória encerra uma caminhada eleitoral, mas abre outra, mais longa, que começará oficialmente em janeiro e terá novamente os 79 municípios como destino.



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Preço do trigo sobe mais de 1% em Chicago com risco no Mar Negro

A cotação futuro do trigo foi o principal destaque entre as commodities agrícolas nesta segunda-feira (5), com o contrato para entrega em dezembro avançando 1,32% na Bolsa de Chicago e encerrando a sessão cotado a US$ 6,92 por bushel.

Segundo a Royal Rural, a alta superior a 1% reflete a combinação entre oferta mais restrita e uma demanda internacional mais firme. O mercado voltou a incorporar um prêmio de risco diante das dificuldades de exportação pelo Mar Negro, região importante para o abastecimento global de trigo.

De acordo com a Granar, a Rússia e Ucrânia seguem com limitações nos embarques, enquanto os ataques contra estruturas de infraestrutura mantêm as incertezas sobre o fluxo de exportações. O cenário aumenta a preocupação dos agentes com a disponibilidade do cereal no mercado internacional.

A demanda também contribuiu para sustentar os preços já que a Arábia Saudita comprou mais de 500 mil toneladas de trigo, reforçando a procura pelo cereal em um momento de maior cautela em relação à oferta.

Milho

O milho encerrou a sessão praticamente estável na Bolsa de Chicago, após registrar fortes perdas na semana passada. O contrato para entrega em dezembro recuou 0,10% e fechou cotado a US$ 4,97 por bushel.

Segundo a Granar, o mercado ainda absorve os efeitos da divulgação de estoques nos Estados Unidos acima das expectativas, que contribuíram para uma queda superior a 5,50% na semana passada.

A pressão sobre as cotações também vem do avanço da colheita norte-americana. A produção deve superar 400 milhões de toneladas pelo segundo ano consecutivo, ampliando a oferta disponível no mercado.

Além dos estoques elevados, as condições climáticas também favorecem a pressão sobre os preços. A previsão de tempo seco ao longo desta semana deve contribuir para o avanço dos trabalhos de campo no Centro-Oeste dos Estados Unidos, acelerando a colheita do milho.

Soja

Depois de três sessões consecutivas de perdas, a soja encontrou espaço para uma recuperação moderada na Bolsa de Chicago. O contrato para entrega em novembro subiu 0,20% e encerrou a sessão cotado a US$ 12,80 por bushel.

Segundo a Granar, a alta foi sustentada pela proteção cambial dos investidores, pela recuperação dos preços do petróleo e pelos efeitos das eleições presidenciais brasileiras sobre a relação entre o real e o dólar.

“A valorização do real frente à moeda norte-americana reduz a competitividade das exportações brasileiras e também diminui o incentivo à comercialização da soja pelos produtores, que passam a receber menos reais pela mesma quantidade do grão vendido no mercado internacional”, informou a Granar.

Apesar da recuperação, A Royal Rural destacou que o avanço da colheita nos Estados Unidos continua limitando uma alta mais expressiva. A previsão de tempo seco ao longo da semana deve favorecer os trabalhos de campo no cinturão de soja e milho, aumentando a entrada de produto novo no mercado.

A Royal Rural também destacou que a perspectiva de clima mais seco nos Estados Unidos deve favorecer a colheita e ampliar a oferta, mantendo um limite para a valorização das duas commodities.

A expectativa agora se concentra nos próximos dados de produção e de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) previstos para sexta-feira (09). Antes da divulgação, as estimativas privadas apontavam para uma colheita de soja em cerca de 29% da área, acima dos 17% registrados no levantamento oficial anterior.

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Quantos votos um deputado estadual precisa para ser eleito?


Nas eleições 2026, além dos cargos em âmbito nacional, também serão renovados os postos de deputados estaduais nas Assembleias Legislativas dos 26 estados e do Distrito Federal. Cada ente da Federação conta com um número específico de postos em seus Legislativos, que são definidos conforme o número de deputados federais do estado no Congresso Nacional.

Para serem efetivamente eleitos, os candidatos seguem o sistema proporcional, ou seja, precisam atingir índices definidos pelo que se conhece como quociente eleitoral e quociente partidário.

O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos dividida pelo número de cadeiras da Assembleia Legislativa. Para ser considerado válido, o voto precisa ter sido direcionado ao candidato ou a uma legenda, excluindo votos em branco e nulos.

Desta forma, os votos que cada candidato recebe são contabilizados para o partido e não para um nome individual. A partir da somatória desses votos, as cadeiras disponibilizadas passam a ser preenchidas pelos candidatos mais votados dentro do partido.

Por exemplo: o estado do Rio de Janeiro conta, atualmente, com 70 cadeiras na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). Se houver o registro de 10 milhões de votos úteis para deputado estadual, esse número é dividido por 70, o que representaria um quociente de 142.857,14.

A partir daí, analisa-se o quociente partidário, que é o resultado do número de votos válidos obtidos pelo partido (ou federação partidária) dividido pelo quociente eleitoral. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas pela legenda.

Se o partido “A”, portanto, recebesse 1 milhão de votos para deputado estadual no Rio de Janeiro, essa quantia seria dividida por 142,8 mil, que é o quociente eleitoral. Neste exemplo, então, a sigla teria sete vagas na Alerj.

Distribuição de sobras

A divisão prevista nem sempre resulta em números inteiros, o que gera uma “sobra” após a primeira rodada de distribuição por partido. Após esse primeiro processo, é realizada a divisão das vagas restantes entre todos os partidos que atingiram pelo menos 80% do quociente eleitoral. Nessa disputa, vence o partido que tiver mais votos excedentes.

Seguindo o exemplo acima, com quociente eleitoral de 142,8 mil, se o partido “A” obtiver 1 milhão e 250 mil votos, conquista oito vagas e fica com cerca de 107 mil votos excedentes. O partido “B”, que soma 100 mil votos, fica sem cadeira na Assembleia.

Se uma nona vaga, de sobra, estiver em disputa, quem fica com ela é o partido A, por ter 10 mil votos excedentes em relação ao partido B.

O que faz um deputado estadual

Os deputados estaduais são responsáveis por criar, modificar e votar leis que são válidas dentro de cada estado. Eles também têm a função de fiscalizar a atuação do governador e representar os interesses da população nas Assembleias Legislativas. O número de parlamentares varia de acordo com a unidade de federação — em São Paulo, por exemplo, são 94 deputados eleitos.

Com um mandato de quatro anos, o deputado estadual leva às instâncias do governo e ao plenário da Assembleia demandas da região que o elegeu. Entre as atribuições estão a apresentação de projetos de lei e análise de propostas enviadas por outros parlamentares, pelo governo ou por outros órgãos, como o Poder Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas. Também analisam os projetos enviados por cidadãos.

Cabe ainda ao deputado estadual sugerir a destinação de recursos do orçamento estadual para municípios.

A função de fiscalização é uma das principais atividades do cargo. Os parlamentares avaliam anualmente as contas do governador, acompanham a execução orçamentária e examinam contratos e ações da administração pública. Durante o exercício do mandato, o deputado tem livre acesso a repartições públicas e pode ainda realizar diligências em órgãos da administração direta e indireta.

No dia a dia, os deputados participam das sessões plenárias e das comissões permanentes e temporárias, onde discutem e analisam projetos de lei, decretos legislativos, resoluções e propostas de emenda à Constituição Estadual. Eles também podem propor a criação de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) para investigar fatos de interesse público.

Como é feita a conta para definir os deputados estaduais e distritais

A definição de quantos deputados estaduais cada Assembleia Legislativa está diretamente relacionada ao número de deputados federais presentes no Congresso Nacional. Para entes com até 12 deputados federais, a Constituição estabelece que o número de deputados estaduais deve ser o triplo da representação na Câmara dos Deputados.

Os estados com mais de 12 deputados federais têm direito a 36 deputados estaduais — relativos às 12 primeiras cadeiras — mais um deputado estadual para cada cadeira a mais. Ou seja, se um estado tem 15 deputados federais, tem direito a 39 cadeiras nas assembleias legislativas (36 + 3).

Minas Gerais, por exemplo, com 53 deputados federais, tem 77 representantes na Assembleia Legislativa: os 36 primeiros correspondem a 12 federais, na regra de 3 por 1. Em seguida, subtraem-se os 12 de 53 deputados federais. Então, somam-se os 41 restantes e se chega ao número total de parlamentares estaduais.

No Distrito Federal, a conta é a mesma, mas os representantes na Câmara Legislativa são chamados de deputados distritais.

Quantidade de deputados estaduais a serem eleitos em cada estado:

  • Acre: 24
  • Alagoas: 27
  • Amazonas: 24
  • Amapá: 24
  • Bahia: 63
  • Ceará: 46
  • Distrito Federal: 24
  • Espírito Santo: 30
  • Goiás: 41
  • Maranhão: 42
  • Minas Gerais: 77
  • Mato Grosso do Sul: 24
  • Mato Grosso: 24
  • Pará: 41
  • Paraíba: 36
  • Pernambuco: 49
  • Piauí: 30
  • Paraná: 54
  • Rio de Janeiro: 70
  • Rio Grande do Norte: 24
  • Rondônia: 24
  • Roraima: 24
  • Rio Grande do Sul: 55
  • Santa Catarina: 40
  • Sergipe: 24
  • São Paulo: 94
  • Tocantins: 24

*Sob supervisão de João Ker

 



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Saiba quem são os candidatos a deputado estadual pelo PL no RJ


O PL (Partido Liberal) tem 65 candidatos a deputado estadual registrados no Rio de Janeiro para disputar a preferência do eleitor nas eleições de 2026, conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A votação do primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília.

Os dados dos postulantes ao cargo podem ser consultados no repositório de candidatos da CNN Brasil ou no site do TSE.

Até o início da votação, pode haver mudanças nas listas dos candidatos, com indeferimento de candidaturas por renúncia, falecimento ou impugnação, entre outros motivos.

No Rio de Janeiro, há 12.857.389 eleitores aptos a votar e 70 vagas para deputado estadual na Assembleia Legislativa. O eleitor vota somente em um candidato para este cargo.

Veja a lista dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro:

PL (PARTIDO LIBERAL)

 



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Entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro caem 22,3% em julho

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 3,96 milhões de toneladas em julho, queda de 22,3% na comparação com o mesmo mês de 2025, quando foram entregues 5,09 milhões de toneladas, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (5) pela ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos).

No acumulado de janeiro a julho, as entregas chegaram a 22,98 milhões de toneladas, recuo de 8,8% em relação às 25,21 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Segundo a ANDA, as compras de fertilizantes começaram o ano em ritmo normal, com impacto positivo da boa safrinha no primeiro trimestre. O cenário mudou após o início da guerra no Irã, quando houve arrefecimento de novos negócios. 

A associação afirma que esse movimento passou a aparecer nas entregas a partir de maio e deve afetar o abastecimento para a safra 2026/27.

Mato Grosso liderou as entregas no acumulado até julho, com 5,83 milhões de toneladas, ou 25,4% do total. Na sequência aparecem Paraná, Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Minas Gerais.

Produção nacional

A produção brasileira de fertilizantes intermediários também recuou. Em julho, foram produzidas 517 mil toneladas, 19,9% menos do que no mesmo mês de 2025.

Entre janeiro e julho, a produção somou 3,34 milhões de toneladas, queda de 19,7% em relação às 4,16 milhões de toneladas produzidas no mesmo período do ano passado.

A associação atribui a redução principalmente ao aumento contínuo dos preços do enxofre, insumo utilizado na produção de fertilizantes fosfatados. 

A ANDA também ressalva que os dados não captaram toda a produção nacional no período, especialmente de ureia e cloreto de potássio, em razão de mudanças na estrutura societária de empresas e retomadas de produção em determinados ativos.

Importações também diminuem

As importações de fertilizantes intermediários totalizaram 3,54 milhões de toneladas em julho, uma redução de 21,4% em relação ao mesmo mês de 2025.

No acumulado do ano, foram importadas 21,23 milhões de toneladas, queda de 7,6% na comparação com as 22,98 milhões de toneladas desembarcadas nos primeiros sete meses de 2025.

Paranaguá (PR), principal porta de entrada dos fertilizantes no país, recebeu 5,4 milhões de toneladas entre janeiro e julho, 10% menos que no mesmo período do ano passado. O porto respondeu por 25,4% das importações brasileiras no período, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Nitrogenados concentram atenção

A ANDA aponta ainda os fertilizantes nitrogenados como um dos principais pontos de atenção para os próximos meses. As importações de nitrogênio contido em ureia, sulfato de amônio e nitrato de amônio ficaram cerca de 20% abaixo do registrado nos primeiros oito meses de 2025.

O período é relevante porque a segunda metade do ano costuma concentrar maior volume de compras de nitrogenados, especialmente para o planejamento das próximas safras e as aplicações no milho.

A combinação de importações mais lentas, queda nas entregas domésticas, custo dos nutrientes, crédito e capacidade de compra dos produtores passa a ser acompanhada de perto no período de aquisição de insumos para os próximos ciclos.

A demanda estrutural por fertilizantes continua relacionada à expansão da produção agrícola brasileira. Com a redução no ritmo das compras, porém, o nível dos estoques e a chegada das cargas programadas ganham importância para o abastecimento dos próximos meses.

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‘Avisa a Jesus’: Homem invade igreja em SP e dá soco em bispo; veja vídeo


Um bispo foi agredido no último domingo (4) em Caraguatatuba, em São Paulo. O homem entrou na Catedral do Divino Espírito Santo, durante a missa das 8 horas, e desferiu um soco em Dom José Carlos.

O relato e o vídeo do momento da agressão foram publicados pelo padre Vladimir Ferreira Coelho nas redes sociais.

Segundo o padre, o homem parou uma moto, tirou o chinelo, entrou na igreja e foi em direção ao bispo, dizendo: “Avisa para o seu Jesus que a condenação dele está próxima”.

Os fiéis que estavam na missa correram para proteger o bispo e removeram o homem da igreja. A GCM foi acionada e deteu o homem, cuja identidade não foi revelada.





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Saiba quem são os candidatos a deputado federal pelo PL no RJ


O PL (Partido Liberal) tem 49 candidatos a deputado federal registrados no Rio de Janeiro para disputar a preferência do eleitor nas eleições de 2026, conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A votação do primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília.

Os dados dos postulantes ao cargo podem ser consultados no repositório de candidatos da CNN Brasil ou no site do TSE.

Até o início da votação, pode haver mudanças nas listas dos candidatos, com indeferimento de candidaturas por renúncia, falecimento ou impugnação, entre outros motivos.

No Rio de Janeiro, há 12.857.389 eleitores aptos a votar e 46 vagas para deputado federal na Câmara dos Deputados. O eleitor vota somente em um candidato para este cargo.

Veja a lista dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro:

PARTIDO LIBERAL (PL)

 



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Exportações globais de café crescem 14,9% em agosto

As exportações mundiais de café cresceram 14,9% em agosto, para 12,58 milhões de sacas de 60 quilos, segundo dados da ICO (Organização Internacional do Café, na tradução). O resultado considera o 11º mês do ano comercial 2025/26 e supera os 10,95 milhões de sacas embarcados no mesmo mês do ciclo anterior.

No acumulado do ano comercial, iniciado em setembro de 2025, os embarques internacionais somaram 130,81 milhões de sacas até agosto. O volume representa alta de 1,1% em relação às 129,38 milhões de sacas registrados no mesmo intervalo da temporada anterior.

O desempenho de agosto ocorreu após um período em que o crescimento acumulado das exportações globais permaneceu mais moderado. A diferença entre os dois ciclos, no entanto, ainda é de 1,43 milhão de sacas no acumulado até o 11º mês.

Os dados da ICO também mostram diferenças entre os tipos de café comercializados no mercado internacional. Considerando os 12 meses encerrados em agosto, as exportações de café arábica totalizaram 81,39 milhões de sacas. O resultado representa queda de 5,33% frente aos 85,97 milhões de sacas exportados nos 12 meses anteriores. Assim, apesar da alta observada no volume total de café embarcado em agosto, o arábica apresenta redução no acumulado de 12 meses.

O embarque de café conilon, por sua vez, cresceu 9,77% nos últimos 12 meses, totalizando 60,01 milhões de sacas.

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Reeleito no MS, Riedel declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno


Eduardo Riedel (PP) foi reeleito governador de Mato Grosso do Sul no primeiro turno das eleições municipais, realizado no domingo (4), com 67% dos votos — o equivalente a 914 mil votos. O segundo colocado, Fábio Trad (PT) obteve 23% dos votos, totalizando 322 mil. Em entrevista ao Live CNN, Riedel declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.

O governador reeleito atribuiu o resultado ao trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos à frente do Estado. “É consequência de quatro anos de trabalho, não é a campanha, não é o momento eleitoral. É o resultado das urnas que reflete o que vem acontecendo no nosso estado em termos de crescimento, desenvolvimento e inclusão das pessoas”, afirmou.

Apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Questionado sobre sua trajetória política e a mudança de partido — do PSDB para o PP —, Riedel explicou que construiu uma aliança centro-direita no estado que envolveu legendas como PP, PL, União Brasil, Republicanos, MDB e PSDB. Segundo ele, essa articulação foi determinante para o resultado expressivo nas urnas.

“O antigo partido PSDB é um partido que diminuiu muito de tamanho, eu tenho o maior respeito, mas aqui a gente se aliou ao PP”, declarou.

Riedel afirmou ainda que o estado apoia integralmente a candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. “Nós estamos apoiando integralmente essa candidatura, já no primeiro turno, e vamos seguir assim para que a gente possa elegê-lo no segundo turno”, disse.

O governador reeleito destacou que a aliança construída em Mato Grosso do Sul também tem dado, segundo ele, “competitividade muito grande” à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Crédito para o setor agropecuário

No campo econômico, Riedel abordou os desafios enfrentados pelos produtores rurais do estado diante do alto custo do crédito. Ele anunciou que o governo estadual está estruturando, junto a agentes financeiros de diversas naturezas, um instrumento de crédito mais competitivo para o setor.

“A gente sofre, na base da produção, com um ambiente de crédito extremamente caro. Temos que buscar soluções de mercado para que o produtor possa ter uma perspectiva positiva”, explicou. A expectativa é de que a iniciativa seja lançada no próximo ano.

Segurança pública e fronteiras

Riedel também falou sobre os desafios de segurança pública em Mato Grosso do Sul, estado que possui 1.390 quilômetros de fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Ele descreveu uma “guerra aberta entre facções criminosas pelo domínio das rotas” de tráfico internacional de drogas, e afirmou que o Estado tem sido “implacável” no combate ao crime.

“Nós somos um dos estados que mais apreende drogas. Temos o nosso sistema prisional bastante pressionado por esses presos do tráfico internacional”, disse.

O governador reeleito ressaltou que Mato Grosso do Sul funciona como um “escudo” para o restante do Brasil, especialmente para a região Sudeste, em razão das rotas do tráfico internacional.

Riedel defendeu ainda que a União reforce o orçamento federal destinado às ações de fronteira, considerando as dificuldades geográficas impostas por territórios como o Pantanal, de baixíssima densidade demográfica.

“É uma guerra permanente que a gente tem que pensar em uma estratégia mais ampla, que envolve o governo federal e os países vizinhos como um todo”, concluiu.



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