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Prêmio Líderes do Agronegócio vai reconhecer 63 organizações em 21 categorias

A terceira edição do Prêmio Líderes do Agronegócio será realizada em 9 de dezembro de 2026, em São Paulo (SP), com o reconhecimento de 63 organizações que atuam em diferentes segmentos do setor. A cerimônia acontece no Renaissance São Paulo Hotel, a partir das 19h, e terá participação gratuita mediante credenciamento prévio.

Promovida pelo Grupo Mídia, por meio do Agro World, a premiação reunirá empresários, executivos, representantes de entidades e profissionais ligados à cadeia produtiva do agronegócio.

Criado em 2024, o prêmio considera a atuação de empresas, associações, propriedades rurais e indústrias ao longo dos 12 meses anteriores à realização do evento.

Premiação contempla 21 categorias do agronegócio

Nesta edição, serão contempladas 21 categorias, além de uma homenagem especial ao Líder do Ano. Entre os segmentos avaliados estão agroenergia, agroquímica, cooperativas, ESG, governança corporativa, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação, distribuição e logística.

A premiação também inclui organizações ligadas à indústria de equipamentos, indústria de insumos, startups, trading e comércio.

A escolha dos vencedores combina duas etapas: uma votação aberta ao público, realizada no site oficial do prêmio, e uma pesquisa de mercado conduzida pelo Conselho Editorial do Grupo Mídia.

De acordo com a organização, são considerados critérios como relevância, impacto e influência das iniciativas desenvolvidas pelas instituições durante o período de avaliação.

Para Edmilson Caparelli, presidente do Grupo Mídia, o reconhecimento busca destacar a participação de diferentes organizações no desenvolvimento do setor.

“O agronegócio brasileiro é formado por organizações que investem, inovam e tomam decisões com impacto em toda a cadeia”, afirma.

Credenciamento gratuito está aberto

Os interessados em acompanhar a cerimônia do Prêmio Líderes do Agronegócio 2026 já podem realizar o credenciamento gratuito.

A programação começa às 19h, com recepção dos participantes. A cerimônia de premiação está prevista para as 20h.

Às 21h, será realizado o Jantar dos Líderes, com participação exclusiva mediante aquisição de convite.

O evento integra o calendário de atividades do Agro World, iniciativa do Grupo Mídia voltada à realização de encontros e eventos relacionados ao agronegócio.

Prêmio Líderes do Agronegócio 2026

Data: 9 de dezembro de 2026

Local: Renaissance São Paulo Hotel — São Paulo (SP)

Horário: a partir das 19h

Entrada: gratuita para a cerimônia, mediante credenciamento

Programação:

  • 19h — Recepção e relacionamento entre participantes
  • 20h — Cerimônia de premiação
  • 21h — Jantar dos Líderes (convite pago)

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Projeto que classifica CV e PCC como terroristas no RJ pode parar no STF | Blogs | CNN Brasil


Um projeto da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) que pretende classificar o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital) como organizações terroristas no estado pode ser alvo de questionamentos judiciais no STF (Supremo Tribunal Federal), segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil.

Nessa quarta-feira (21), a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o texto, que agora segue para votação no plenário da Alerj. Caso seja aprovado, o projeto será encaminhado ao governador, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.

O texto é de autoria dos deputados Anderson Moraes, Alexandre Knoploch, Filippe Poubel e Renan Jordy, todos do PL (Partido Liberal). Os parlamentares defendem que a proposta não invade competências da União. O entendimento também é sustentado por Rodrigo Amorim (PL), presidente da CCJ e relator do projeto.

“Os três entes federativos, município, estado e União, estão aptos a legislar sobre esse tema. Obviamente, desde que seja algo que não confronte a legislação federal, o que não é o caso desse projeto”, explica Amorim.

O texto prevê que órgãos de segurança pública poderão estabelecer protocolos de ação e combate às duas facções, em articulação com entidades nacionais e estrangeiras que também as classifiquem como organizações terroristas.

Para José Paes Neto, advogado especialista em Direito Eleitoral e Político e vice-presidente da Comissão de Direito Constitucional da OAB-RJ, o estado pode e deve combater as facções, mas não pode declará-las terroristas por meio de uma lei estadual.

“A Constituição reserva à União a competência para legislar sobre direito penal (art. 22, I), e o tema já está disciplinado pela Lei federal 13.260/2016, a Lei Antiterrorismo. Essa lei diz o que é terrorismo, exige requisitos específicos e determina que esses crimes sejam investigados pela Polícia Federal e julgados pela Justiça Federal. Um estado não pode criar a sua própria definição, assim como não pode criar um crime ou alterar uma pena”, avalia.

Paes Neto também lembra que o Congresso já discutiu o assunto recentemente e optou por não equiparar facções a organizações terroristas.

“O Congresso já tratou do assunto. Na Lei Antifacção, aprovada neste ano, o legislador federal criou a figura da ‘organização criminosa ultraviolenta’ e optou por não equiparar facções a organizações terroristas. Uma lei estadual não pode contornar essa escolha”, afirma Paes Neto. O advogado também pondera que as relações exteriores são competência da União, embora o projeto mencione a articulação com entidades estrangeiras.

A avaliação é que, caso o projeto seja aprovado e sancionado, a lei poderá ser questionada no STF por meio de uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade).

A ação pode ser proposta por partidos políticos com representação no Congresso Nacional, pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e pelo Conselho Federal da OAB, entre outros legitimados. Segundo Paes Neto, a tendência é que ao menos a declaração das facções como organizações terroristas seja considerada inconstitucional.

O pesquisador da Universidade de Coimbra e associado sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Roberto Uchôa, também afirma que a Alerj não tem competência para legislar sobre matérias reservadas à União. Ele defende que os parlamentares dediquem o mesmo empenho à investigação de colegas suspeitos de ligação com facções.

“Ao invés de tentarem legislar sobre temas que não são de sua competência, os deputados ajudariam muito mais investigando e afastando colegas que têm envolvimento direto com o crime organizado”, critica Uchôa, que também já foi policial federal e policial civil no Rio de Janeiro.



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Vox: Lula tem 50,6% dos votos válidos no 2º turno; Flávio, 49,4%


Segundo a pesquisa Vox Radar divulgada nesta sexta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente de Flávio Bolsonaro (PL) nos votos válidos no segundo turno à Presidência.

O atual mandatário tem 50,6% das intenções de voto, enquanto o senador, 49,4%.

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O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores de uma eleição.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

O levantamento da Vox Radar ouviu 2.100 pessoas entre os dias 20 e 22 de outubro e tem uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos, com um índice de confiança de 95%.

A pesquisa está cadastrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03259/2026.



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AgriBusiness Global on the Road: What’s Trending at ABIM 2026

Rovensa Next

AgriBusiness Global Editor Sarah Webb (on right) catches up with the Rovensa Next’s Norderly Wright and Johan Janse van Rensburg at the Annual Biocontrol Industry Meeting (ABIM) in Basel, Switzerland.

From 20-22 October 2026, more than 2,000 biological innovators from organizations around the world converged in Basel, Switzerland, for the Reunião Anual da Indústria de Biocontrole (ABIM), hosted by ABIM AG, a joint venture between the International Biocontrol Manufacturers Association and FiBL Schweiz (Research Institute of Organic Agriculture).

There, attendees forged connections and explored the trends, technologies, and opportunities shaping the future of biocontrol products.

Here are several trending topics at the show.

1. Future Growth Opportunities

As biological markets mature across much of North America and Europe, and growth in Brazil begins to level off, attention is turning to a new question: Which region will emerge as the next major growth market for biologicals?

Albaugh anuncia transição de liderança no Brasil

Mark Trimmer, Presidente e Sócio Fundador da Aparador Dunham, pointed to China, India, and Southeast Asia as the main growth markets in the future.

“They’re growing at almost double the rate of the rest of the world,” said Trimmer. “Globally, the market continues to grow faster than the chemical market, but we’re nowhere near where we were three or four years ago. We’ve transitioned from an early-stage fast growth market to late-stage growth or more of a maturing market.”

2. Innovation Remains at the Forefront

As the biological industry matures, the quality of innovation has improved, said Norderly Wright, Global Technology Characterization and Validation Manager at Rovensa Próximo.

“We’re seeing this wave of new solutions and new actives that have now become available to us, and a lot of them are delivering very promising results,” Wright said. “We’re getting more robust solutions on the biological side.”

This comes at a time when companies are focused on helping farmers deal with resistance management concerns.

“We are losing conventional chemistries, so in order to stay sustainable, in terms of managing pests and diseases, we need to bring a new technology to maintain efficacy,” said Johan Janse van Rensburg, Director of Global Portfolio Biocontrol and Adjuvants at Rovensa Next.

3. Partnerships Are Key

As the biologicals market becomes increasingly competitive, parcerias continue to play a central role as companies leverage strategic alliances to access new technologies, expand distribution networks, and strengthen their presence in key markets.

“It’s a difficult market right now for any company that’s pre-revenue, and raising money is extremely challenging, so a lot of companies have to seek out partnerships sooner in their development cycle,” said Trimmer.

He added that these partnerships are not only valuable for startups, but they also benefit multinational companies, which often rely on startups for early-stage biological innovation and to expand their biological offerings without having to build discovery and R&D programs from scratch.

For biological companies looking for a strategic partner, Trimmer said the product has to be an innovative — but also proven — technology.

“You need to have demonstrated performance in actual grower conditions,” Trimmer said. “It also needs to fit in with a grower’s current management system.”

4. Eye on Regulations

From left: AgriBusiness Global Editor Sarah Webb with Letícia Rossi, Business Development, Mérieux NutriScieces, Brasil.

From left: AgriBusiness Global Editor Sarah Webb with Letícia Rossi, Business Development, Mérieux NutriSciences, Brasil.

Several conversations at ABIM centered around regulation of biocontrol products.

“Europe (regulation) is the most challenging,” said Leticia Rossi, Business Development, Merieux Nutrisciences. “Some companies had even registered their products as biostimulants to take a detour.”

The passage of the European Union’s Food and Feed Safety Omnibus Package should help by providing an EU-wide definition of biocontrol active substances and setting up faster approval procedures.

“The Omnibus is supposed to be a good push toward smoother regulation,” said Amalia Martín Efimets, Marketing and Communications Manager, SynTech Research Group.

5. Focus on Integrated Management

Many biological experts at ABIM also pointed to integrated management as the way of the future.

In other words, biologicals can help bridge the gap with chemical products in order to have the least negative effect on the environment.

“The goal is that people can eat and live healthfully,” said Silvana Niedermann, Director of International Business, Andermatt Group. “Biologicals do a great job in doing that, and there are some chemicals also supporting this goal.”

Kan Biosys also supports an integrated management approach, with a vision to have 40% of a farmer’s toolbox consisting of biologicals by 2030, whether that’s biofertilizers, biostimulants, or soil management products, said Rohit Dandekar, Assistant Manager, International Business, Kan Biosys.

6. Grower Trust is Paramount

As input costs continue to rise while crop prices have failed to keep pace, growers have less flexibility to experiment with new products, making trust one of the biologicals industry’s biggest challenges.

That challenge has been compounded by products that fail to consistently deliver results in the field.

“We need to pay attention that there is enough entry barrier not to spoil the market,” said Charles Marchand, incoming CEO of Elefante Verde. “We need to pay attention to efficacy, making sure that products without efficacy can’t be registered in a country.”

Niedermann said that proper labeling should also be a top priority.

“We have to make the life of farmer better, and we also have to make his wallet better,” Niedermann said. “Very often, unregulated products harm the reputation of biological products.”

7. Expanding Training and Technical Support

Biological companies also discussed how they are investing resources into training and education resources.

However, it’s not only the grower that requires training.

For instance, Dandekar said that dealer education is just as important in regions like India where small land holders may not be as able to adopt new products.

“In India, we’ve noticed the final decision maker or the person who can actually influence the farmer is the dealer,” Dandekar said. “If you’re able to convince the dealer about your product, and if the dealer starts believing in your product, then subsequently he will push that to the farmers.”

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Duelo de sigilos embaralha reta final do segundo turno | Blogs | CNN Brasil


O duelo de sigilos chega ao ápice com a assinatura do acordo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Depois de uma sequência de desafios e provocações, os dois candidatos aceitaram abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, mas com uma série de condições impostas pelos dois lados.

O compromisso é de que os dados sejam disponibilizados ainda nesta quinta-feira (22), a três dias da votação no segundo turno.

Lula sai na frente nessa disputa, já que o desafio partiu dele. Flávio foi pressionado a aceitar. Agora, a guerra será travada em torno do que vier a público, das garantias jurídicas para essa divulgação e, principalmente, do efeito político dos dados.

Lula tem pressa. Ainda não conseguiu virar o jogo nas pesquisas, enquanto Flávio devolveu parte da vantagem que havia perdido depois do primeiro turno.

O jogo dessas eleições está cada vez mais pesado, e já está claro que a disputa não termina no domingo (25). O risco é que a contestação da legitimidade do vencedor se prolongue, alimentada pela interpretação dos dados divulgados e por um país dividido em trincheiras cada vez mais difíceis de superar.



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Marcos Mion surpreende menina sul-mato-grossense com visita especial


Nas redes sociais, o apresentador garantiu aos fãs que esteve em Dourados (MS) para entregar a menina uma lembrança de uma vida toda.



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Anuário 2026 traz o novo mapa do agro capixaba – Conexão Safra

O agronegócio do Espírito Santo mudou, cresceu, ganhou novas fronteiras e diversificou sua produção. Agora, oito edições depois, o Anuário do Agronegócio Capixaba 2026 se prepara para revisitar o conceito que marcou sua estreia, em 2019. A nova publicação da Conexão Safra vai reunir a série histórica das principais atividades agropecuárias e apresentar um retrato atualizado do campo capixaba.

Na primeira edição, o anuário apresentou um retrato de cinco anos, com informações sobre produção, produtividade e o desempenho das principais cadeias produtivas. Desta vez, a proposta é retomar esse olhar abrangente, incorporando os números mais atuais e as mudanças que redesenharam a agricultura e a pecuária do Espírito Santo.

O levantamento vai percorrer atividades como cafeicultura, fruticultura, horticultura, pecuária, avicultura e silvicultura, entre outras. Além disso, buscará identificar novos polos produtivos, avanços tecnológicos e oportunidades que surgiram nos últimos anos. A proposta é ir além das estatísticas e mostrar como essas transformações chegaram às propriedades e à vida das famílias rurais.

Para a jornalista Kátia Quedevez, editora do Anuário do Agronegócio Capixaba e da Conexão Safra, a oitava edição tem um significado especial. Afinal, a publicação chega em um ano que também marca os 15 anos da rede de comunicação, período em que a equipe acompanhou de perto a evolução do setor. “Vamos trazer um olhar atento sobre o que se formou no Espírito Santo nesse período”, afirma.

Entre os exemplos dessa transformação, Kátia destaca Ecoporanga, município que ampliou sua vocação agrícola para além da pecuária e avançou na produção de café. Outro caso é Presidente Kennedy, importante bacia leiteira que passou a investir também em um programa de produção de café conilon.

Ao mesmo tempo, novos polos de turismo rural ganharam espaço no interior capixaba, ampliando as possibilidades de renda e valorizando a cultura, a gastronomia e as tradições das comunidades. Para a editora, acompanhar essas mudanças ao longo de 15 anos permite compreender não apenas o crescimento do setor, mas também os caminhos que o agronegócio capixaba vem construindo.

Um ano de celebrações e novos caminhos

Além da oitava edição do anuário, 2026 marca outra conquista para a Conexão Safra. Após 15 anos de atuação no jornalismo especializado em agronegócio, a rede realizou seu primeiro evento, o seminário Raízes que Cuidam, dedicado à saúde mental no campo.

O encontro aconteceu em outubro, em Venda Nova do Imigrante, e reuniu profissionais que atuam diretamente com produtores e comunidades rurais. A iniciativa ampliou a atuação da Conexão Safra para além da produção de conteúdo jornalístico, com foco na formação de uma rede de cuidado e acolhimento no meio rural.

“Fazer o primeiro evento após 15 anos de criação e existência da rede Conexão Safra foi algo muito significativo. Realizar um encontro sobre saúde mental no campo demonstrou o nosso compromisso com as famílias rurais”, destaca Kátia.

Assim, a oitava edição do anuário representa também um momento de reflexão sobre a trajetória da publicação e sobre as mudanças registradas ao longo dos anos. Se a primeira edição buscou apresentar a dimensão do agronegócio capixaba, a nova vai mostrar como esse cenário evoluiu, quais atividades ganharam força e onde estão as novas oportunidades.

Para Kátia, a trajetória da Conexão Safra tem muito em comum com a do próprio agronegócio do Espírito Santo: a capacidade de crescer, conquistar espaço e alcançar resultados que vão além de seu tamanho.

”Se o Espírito Santo é reconhecido como o pequeno gigante do agronegócio nacional, a Conexão Safra também construiu seu espaço como o pequeno gigante da comunicação do agro capixaba. Há 15 anos, acompanha de perto as transformações do setor, registra suas conquistas e dá visibilidade a quem faz do campo uma força para o desenvolvimento do estado”, avalia a editora.

Anuário do Agronegócio Capixaba 2026

Todo o conteúdo produzido pela Conexão Safra é oferecido gratuitamente aos leitores, produtores rurais, profissionais do setor e internautas.

Esse compromisso com a informação de qualidade é sustentado pelas parcerias comerciais que acreditam na força do agronegócio capixaba e na importância de comunicar suas histórias, conquistas e oportunidades.

É com esse propósito que a campanha comercial do Anuário do Agronegócio Capixaba 2026 está aberta, convidando governos, prefeituras, cooperativas e empresas ligadas ao agro a participar desta edição especial, que reunirá a trajetória e as transformações de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento do Espírito Santo.

Associar sua marca a essa publicação é investir em informação, valorizar o agro capixaba e contribuir para que esse trabalho continue chegando gratuitamente a milhares de pessoas.

Informações e reservas de espaços pelo 28 99976 1113.


Sobre o autor


Fernanda Zandonadi


Desde 2001, Fernanda Zandonadi atua como jornalista, destacando-se pelo alto profissionalismo e pela excelência na escrita de suas reportagens especiais. Tem um conhecimento aprofundado em agronegócio, cooperativismo e economia, com a habilidade de traduzir temas complexos em textos de grande impacto e relevância. Seu rigor e qualidade na apuração e narração de histórias do setor garantiram que seu trabalho fosse constantemente reconhecido pela crítica especializada, o que a levou a conquistar múltiplas distinções e reconhecimentos em premiações regionais e nacionais de jornalismo.


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Mendonça diz que Flávio e Lula podem abrir sigilos por conta própria | Blogs | CNN Brasil


O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) autorizou, nesta quinta-feira (22), os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a divulgarem seus sigilos.

A decisão é uma resposta a ofícios apresentados pelos dois candidatos ao tribunal entre terça-feira (20) e quinta-feira. Cada um se dispôs a liberar seus dados e os de familiares e empresas, desde que o adversário fizesse o mesmo.

“Não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, afirmou o ministro.

“Ante o exposto, e diante da ausência de óbice legal à divulgação espontânea de seus próprios dados, nos termos aqui expostos, reitera-se que os candidatos e pessoas físicas e jurídicas a que se referiram estão autorizadas a divulgar, por ato próprio, como e quando entenderem pertinentes, seus respectivos dados e informações, conforme os compromissos públicos assumidos”, concluiu o vice-presidente do TSE.

Pedido de Lula

Na petição, Lula autoriza a abertura de seus sigilos e os da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, e dos filhos Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, Sandro Luís e Luís Claudio, referentes aos últimos oito anos.

O petista pede ainda que os dados sejam divulgados à população no sistema DivulgaCandContas, do TSE, ou em outro site de acesso público.

A condição é que Flávio adote a mesma providência em relação a si e a seus familiares: o ex-presidente Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro, os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan e a mulher, Fernanda Bolsonaro.

O desafio foi lançado por Lula no final do primeiro debate do segundo turno, no domingo (18), e reforçado em ato de campanha em Porto Alegre na segunda-feira (19).

”Sigilo protege o próprio titular”

Mendonça argumenta que os sigilos existem para proteger o titular, que pode abrir mão deles quando quiser. O ministro cita a Lei Complementar 105/2001, segundo a qual não há quebra do dever de sigilo quando as informações são reveladas com consentimento expresso dos interessados.

Segundo a decisão, extratos bancários estão disponíveis nos bancos ou em seus aplicativos, as declarações de Imposto de Renda podem ser acessadas no portal da Receita Federal pela conta gov.br e os registros de chamadas podem ser obtidos com as operadoras de telefonia.

“Para que não reste dúvida”, o relator reafirma que os candidatos e as pessoas físicas e jurídicas citadas estão autorizados a divulgar os dados “como e quando entenderem pertinentes”.

Sobre gastos com recursos públicos, como os do cartão corporativo, Mendonça afirma que, se essas informações tiverem sido classificadas como sigilosas com base na Lei de Acesso à Informação, a própria autoridade responsável pela classificação, ou uma superior, pode revê-la e dar publicidade imediata, sem necessidade de intervenção judicial.

“Laranjas”

O ministro, porém, faz uma ressalva sobre o alcance da divulgação. Segundo ele, é de conhecimento público que recursos de corrupção e lavagem de dinheiro costumam não passar pelas contas dos beneficiários, mas por intermediários, os chamados “laranjas”.

Por isso, diz Mendonça, a divulgação voluntária de extratos e declarações, embora legítima, não substitui investigações conduzidas por órgãos competentes sob controle judicial.

 



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