Categorias
agro destaque_home

Crédito para empresas do agronegócio recua 0,3% em setembro, aponta Banco Central

Saldo dos financiamentos ao setor agropecuário somou R$ 57,66 bilhões, mas acumula alta de 5,8% em 12 meses.

O saldo de crédito destinado às empresas do setor agropecuário recuou 0,3% em setembro, na comparação com agosto, para R$ 57,663 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (29). Apesar da queda mensal, o volume de financiamentos ao segmento acumula crescimento de 5,8% em 12 meses.

Na comparação mensal, o desempenho do crédito ao agronegócio ficou abaixo do registrado em outros setores da economia. O saldo dos financiamentos às empresas industriais avançou 1,1% em setembro, para R$ 1,030 trilhão, enquanto o crédito destinado ao setor de serviços cresceu 0,2%, alcançando R$ 1,670 trilhão.

Em 12 meses, o saldo de crédito para a indústria aumentou 5,5%, enquanto o setor de serviços registrou expansão de 6,1%.

Os dados também mostram avanço no saldo de crédito destinado a pessoas jurídicas com sede no exterior e em operações classificadas como “outros”. Nesse grupo, o volume aumentou 14,9% em setembro, para R$ 8,939 bilhões, acumulando alta de 46,1% em 12 meses.

Para as cadeias de proteína animal, a evolução do crédito empresarial é um indicador relevante para acompanhar as condições de financiamento de frigoríficos, indústrias de processamento e demais empresas ligadas à produção agropecuária. Os números divulgados, porém, não detalham a distribuição dos recursos entre os diferentes segmentos do agronegócio.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Escolhas para a economia definirão legado final de Lula | Blogs | CNN Brasil


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) monta o novo governo e sofre pressões do seu próprio partido sobre o que fazer na economia.

Na redistribuição de cadeiras para o quarto mandato, o anúncio mais esperado é o do novo ministro da Fazenda.

A cobrança pelo nome é alta, mas não supera a expectativa por saber qual ajuste será feito sobre as contas públicas. Aqui, a maior pressão vem de dentro do PT.

A ala mais jovem tem menos ousadia no trato com o presidente, mas tenta convencê-lo a fazer algum ajuste, sem aderir totalmente às demandas da Faria Lima. É uma defesa pelo modelo mais paraceido com o de Antônio Palocci, do governo Lula um.

A ala mais velha, liderada pelo ex-ministro Guido Mantega, quer uma reedição da chamada nova matriz econômica – modelo baseado nos gastos em investimentos sem limitações.

Mantega alerta que se Lula atender o mercado vai cometer estelionato eleitoral e pode acabar como Dilma Rousseff. Mantega também culpa o Banco Central pelos males do país.

Não é segredo que Lula ouve mais Guido Mantega do que qualquer outra pessoa. O Brasil sabe bem no que deu a nova matriz econômica: a maior recessão do país em décadas. E lá, a dívida pública era 40% menor. A escolha de Lula vai deixar claro que país pretende deixar como legado do seu último mandato.



Veja a Matéria Completa

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.