Categorias
destaque_home politica_ms

Crise no Paraguai adia Paraguay Summit do Lide para 2027


O Paraguay Summit estava marcado para o dia 13 de novembro e foi transferido para o próximo ano

Crise política no Paraguai cancela evento com Riedel e Longen no país vizinho
Bandeiras do Paraguai e Brasil, hasteadas lado a lado, em Ponta Porã, na fronteira dos dois países (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A crise política motivada pelo escândalo financeiro no Paraguai provocou o adiamento de uma agenda de compromissos que reuniria autoridades brasileiras e paraguaias na próxima semana. O evento Paraguay Summit, promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), marcado para o dia 13 de novembro, foi cancelado e transferido para o próximo ano diante do cenário de instabilidade no país vizinho.

A crise política e financeira no Paraguai levou ao cancelamento do Paraguay Summit, evento do Lide previsto para 13 de novembro, que foi transferido para o próximo ano. A instabilidade se agravou após a saída de Carlos Carvallo do Banco Central e a intervenção no Ueno Bank, maior emissor de cartões do país. Em meio a protestos e à discussão de impeachment, o presidente Santiago Peña anunciou que deixará o cargo. O encontro reuniria autoridades brasileiras, como o governador Eduardo Riedel, e paraguaias.

O encontro previa a participação do governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), e do presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen. Também estava prevista a participação do presidente do Paraguai, Santiago Peña, que pediu renúncia do cargo, e do ex-presidente do Banco Central paraguaio Carlos Carvallo Spalding.

A programação incluía, ainda, o ex-presidente do Brasil, Michel Temer, que governou entre 2016 e 2018, além do ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, entre outras autoridades e lideranças empresariais.

O Paraguay Summit surgiu com a proposta de fortalecer as relações econômicas e diplomáticas entre Brasil e Paraguai, ampliando oportunidades de negócios e cooperação entre os dois países.

Entenda – A crise ganhou força na terça-feira (3), com a saída de Carlos Carvallo da presidência do Banco Central do Paraguai, situação que também pressionou o governo de Santiago Peña.

O cenário é marcado pelos problemas enfrentados pelo Ueno Bank, maior emissor de cartões de crédito do Paraguai. A instituição enfrenta dificuldades financeiras e é alvo de investigações.

Conforme o Banco Central paraguaio, o capital do Ueno era inferior à metade do valor mínimo exigido por lei, ou seja, a instituição não possuía recursos suficientes para lidar com possíveis prejuízos.

Diante da deterioração de sua situação financeira, foi determinada uma intervenção, que deixou clientes com dificuldades para acessar as próprias contas. O banco tem cerca de 3 milhões de clientes no país e administra aproximadamente US$ 850 milhões em recursos públicos.

Já na quinta-feira (5), em meio ao escândalo econômico decorrente da suspensão de operações do Ueno, Santiago Peña anunciou que deixaria a Presidência do Paraguai. A decisão foi comunicada em um vídeo publicado nas redes sociais do mandatário, em meio a protestos nas ruas e discussões no Congresso sobre um possível processo de impeachment.

Mato Grosso do Sul tem no Paraguai um importante parceiro comercial. Essa relação deve ganhar ainda mais relevância com o avanço da Rota Bioceânica, corredor rodoviário que ligará o Brasil aos portos do Chile, atravessando os territórios paraguaio e argentino.

A expectativa é que a nova rota amplie a participação de Mato Grosso do Sul no comércio internacional, reduza distâncias logísticas e fortaleça a conexão do Estado com mercados sul-americanos e asiáticos.

A relação entre os governos também teve um capítulo recente em Campo Grande. Em 22 de março de 2026, Santiago Peña esteve na Capital para a abertura da COP15, conferência internacional dedicada à conservação de espécies migratórias.

Na ocasião, participou de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e também se encontrou com empresários sul-mato-grossenses na Fiems, onde foram discutidas oportunidades de negócios e o fortalecimento das relações econômicas entre os dois países.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Em novo estudo, CNA apresenta dimensão econômica e diversidade do Complexo do Agronegócio do Cavalo

Brasília (05/11/2026) – As atividades que envolvem o complexo do agronegócio do cavalo movimentam a economia, geram empregos e estão presentes em atividades que vão do trabalho rural ao esporte, lazer e turismo.

É para mostrar a dimensão e a importância desse setor que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentará o “Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo”, no dia 18 de novembro, às 8h30, na sede da entidade.

Encomendado pela CNA e realizado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), o estudo abrange atividades relacionadas aos equinos, asininos e muares, organizadas em segmentos que se complementam e estabelecem relações econômicas ao longo da cadeia.

E as atividades são as mais diversas e abrangentes como a criação e o melhoramento genético, a produção de rações e suplementos, a fabricação de medicamentos e equipamentos, os serviços veterinários, a reprodução, o treinamento, o transporte, a comercialização e a assistência técnica.

Os animais também desempenham diferentes funções, especialmente no trabalho rural, no manejo de rebanhos e nas atividades agropecuárias.

Além disso, participam de modalidades esportivas, competições, exposições, provas equestres, atividades de lazer, turismo rural e equoterapia. Também estão presentes em ações de segurança pública, defesa e outros serviços especializados, ampliando a conexão da equideocultura com diferentes mercados e atividades econômicas.

Relevância – A relevância econômica do complexo também será o enfoque do estudo. Em 2006, o levantamento estimou uma movimentação financeira anual de R$ 7,3 bilhões, com aproximadamente 640 mil empregos diretos e 3,2 milhões de indiretos.

Dez anos depois, em 2016, uma nova revisão apontou movimentação econômica anual de R$ 16,15 bilhões, com 607.329 postos de trabalho diretos e 2.429.316 indiretos. Os resultados evidenciaram a expressiva participação do setor na economia nacional e sua capacidade de integrar diferentes atividades do agronegócio.

Os levantamentos também identificaram mudanças no perfil de utilização dos animais ao longo do tempo. Em 2006, aproximadamente 86,2% dos equídeos estavam associados às atividades de lida e trabalho, enquanto 13,8% eram destinados ao esporte e lazer. Em 2016, essa distribuição passou para 78% nas atividades de trabalho e 22% no esporte e lazer.

A mudança demonstra a ampliação da participação das atividades esportivas e de lazer na equideocultura, sem diminuir a importância dos animais nas atividades produtivas do meio rural. O cavalo continua sendo um importante instrumento de trabalho em diversas propriedades, especialmente na pecuária, ao mesmo tempo em que ganha espaço em modalidades esportivas, serviços especializados, entretenimento e turismo.

Dez anos após a última revisão, a atualização do diagnóstico é fundamental para compreender as transformações ocorridas no setor, identificar os segmentos que ganharam relevância e reconhecer os desafios e as oportunidades para os próximos anos.

Para participar do lançamento, se inscreva pelo link: Lançamento do Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo | Portal CNA Brasil

Os profissionais de imprensa interessados em acompanhar o evento devem realizar o credenciamento pelo link: https://cnabrasil.org.br/formularios?form=lancamento-do-estudo-do-complexo-do-agronegocio-do-cavalo-credenciamento-imprensa

Serviço

Evento: Lançamento do Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo
Data: 18 de novembro
Horário: 8h30
Local: Sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
Realização: CNA, em parceria com a Esalq/USP

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Lula ouve aliados e adia anúncio de pacote econômico | Blogs | CNN Brasil


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe grupo de economistas, ministros e ex-ministros para debater plano de governo.

Os convidados têm em comum várias ideias sobre o Brasil atual. A primeira delas é de que o Banco Central é o maior culpado de tudo.

A segunda, derivada dessa, é que se o juro é o problema, o governo não precisa dar nenhum choque de credibilidade na gestão das contas públicas. E tudo pode ser feito com muita calma.

Tanto assim que, na saída do encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que não existe fórmula mágica, e que qualquer anúncio só virá depois que Lula voltar das viagens que fará ao exterior nos próximos dias.

O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega estava lá. Ele, que figurava na folha de pagamento do Banco Master com salário milionário, segue com acesso ao Palácio e aos ouvidos de Lula.

A presença de Mantega pode explicar a ausência de Gabriel Galípolo, já que o ex-ministro lidera os ataques contra o presidente do BC.

A falta de Rafael Fonteles, até aqui cotado para a Fazenda, confirma que quem quer que seja o escolhido (e Fonteles parece ter saído da lista) será apenas uma proxi do verdadeiro comandante da economia no governo: o proprio presidente Lula.



Veja a Matéria Completa

Categorias
matogrossodosul

Viabilidade automática agiliza abertura de empresas e fortalece ambiente de negócios em Amambai | ASN Mato Grosso do Sul


A abertura de empresas no município de Amambai passa a contar com mais agilidade e menos burocracia. A Prefeitura Municipal implantou a Viabilidade Automática, ferramenta que permite consultar e verificar de forma automatizada se determinada atividade econômica pode ser exercida no endereço indicado pelo empreendedor. A medida reduz etapas de análise, diminui o tempo de espera e facilita a formalização de novos negócios.

A iniciativa foi viabilizada por meio do eixo Simplificação do programa Cidade Empreendedora, desenvolvido pelo Sebrae/MS em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), e a Prefeitura de Amambai.

Para colocar a ferramenta em funcionamento, foram realizadas adequações técnicas e administrativas, incluindo a revisão da tabela de atividades de baixo risco pela Vigilância Sanitária e pelo setor de Tributação, além de ajustes nas tabelas de endereçamento e na parametrização do sistema, em articulação com a Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems).

Segundo a consultora do Sebrae/MS, Eloir Vasques Vieira, a implantação representa avanços tanto para quem deseja empreender quanto para a administração pública. “A viabilidade automática representa um avanço na desburocratização, proporcionando maior agilidade na análise das solicitações para abertura de empresas. Para os empreendedores, significa menos tempo de espera e mais facilidade para iniciar suas atividades. Para os servidores municipais, reduz procedimentos manuais e otimiza o trabalho, tornando a gestão pública mais eficiente e contribuindo para um ambiente de negócios mais favorável ao desenvolvimento econômico”, destaca.

O Sebrae/MS atuou no acompanhamento técnico, na orientação e na articulação entre a gestão municipal e a Jucems, apoiando as etapas necessárias à implantação. O trabalho integra as ações de modernização dos processos administrativos e melhoria do ambiente de negócios previstas no Cidade Empreendedora.

Para o diretor do Posto de Atendimento ao Contribuinte (PAC) de Amambai, Vanderlei Carlos Derlan, a ferramenta também representa um ganho na eficiência dos serviços municipais. “Com a ferramenta, as consultas de viabilidade para abertura de empresas são analisadas de forma automatizada, conforme os critérios e requisitos previamente estabelecidos, reduzindo a necessidade de análises manuais e o tempo de espera dos empreendedores. Na prática, significa mais agilidade, eficiência e facilidade no atendimento, além da integração dos serviços municipais com o sistema da Jucems”, afirma.

Derlan ressalta ainda que a simplificação dos procedimentos pode contribuir para atrair investimentos, estimular a formalização e ampliar as oportunidades de emprego e renda. “Quando o município oferece processos mais rápidos e simplificados para quem deseja abrir uma empresa, transmite confiança e demonstra que está preparado para receber novos investimentos. Essa facilidade beneficia tanto os empresários que já atuam no município quanto aqueles que pretendem iniciar uma atividade comercial ou de prestação de serviços”, acrescenta.

 O trabalho integra as ações de modernização dos processos administrativos e melhoria do ambiente de negócios previstas no Cidade Empreendedora

O gestor do eixo Simplificação e analista em Políticas Públicas do Sebrae/MS, Julio Cesar da Silva, destaca que a iniciativa transforma a desburocratização em um instrumento de desenvolvimento econômico. “É um avanço histórico no ambiente de negócios de Amambai, transformando a desburocratização em uma ferramenta real de desenvolvimento econômico. Por meio dessa inovação, reduzimos drasticamente o tempo de resposta para a consulta de endereço e atividade, permitindo que os empreendimentos de baixo risco sejam liberados de forma instantânea”, celebra o analista. “Na prática, isso atrai novos investimentos, formaliza novos negócios de maneira ágil, melhora a competitividade da cidade e gera emprego e renda para a população com muito mais eficiência”, acrescenta.

Com a implantação da Viabilidade Automática, Amambai avança na modernização da gestão pública e na construção de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, oferecendo condições para que novos negócios sejam formalizados com mais rapidez e segurança e contribuam para o desenvolvimento da economia local.

Outras informações e ações do Sebrae/MS podem ser obtidas pela Central de Relacionamento, no telefone 0800 570 0800, ou pelo site www.ms.sebrae.com.br.



Veja a matéria Completa

Categorias
agro destaque_home

Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro 2027

O Rabobank acaba de divulgar o relatório Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro 2027, que reúne projeções e análises sobre os principais segmentos do setor considerando fatores econômicos, climáticos, comerciais e de mercado.

Alguns destaques:

  • Proteína animal: menor oferta de carne bovina deve sustentar os preços e favorecer a substituição por frango e carne suína. Exportações das três proteínas devem avançar em 2027;
  • Café: recuperação da produção brasileira deve impulsionar as exportações, estimadas entre 42 milhões e 45 milhões de sacas no ciclo 2026/27. Os preços podem recuar entre o fim de 2026 e o início de 2027;Milho: avanço da produção de etanol a partir do cereal deve ampliar a demanda doméstica, reduzir os estoques disponíveis e deixar o balanço de oferta e demanda mais ajustado;
  • Avicultura: a produção brasileira de frango deve alcançar 16,7 milhões de toneladas em 2027, crescimento de 2,5%, enquanto as exportações podem chegar a 5,9 milhões de toneladas;
  • Clima: o fenômeno El Niño aparece como um dos principais pontos de atenção, com potencial de afetar a produtividade agrícola, a qualidade das pastagens e os custos de produção;
  • Pecuária bovina: o Rabobank estima queda de 6% no volume de carne bovina destinado ao consumo interno em 2027, para 6,5 milhões de toneladas, em um cenário de menor disponibilidade do produto.

O estudo também analisa as perspectivas para soja, algodão, açúcar e etanol, leite, suco de laranja e celulose, além de avaliar os impactos do cenário macroeconômico, dos custos de produção e dos riscos climáticos sobre o agronegócio.

O conteúdo completo pode ser acessado neste link.

Veja matéria completa aqui!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.