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PMR apreende mais de 220 quilos de maconha na fronteira durante operação





Em mais uma ação integrada da Operação Fronteiras e Divisas Seguras, a equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) apreendeu 225 quilos de maconha e 160 gramas de haxixe marroquino na rodovia MS-156, na região de fronteira com o Paraguai.

Durante fiscalização de rotina, os policiais abordaram um Volkswagen Gol conduzido por um homem de 26 anos, morador de Campinas (SP). Ainda na entrevista inicial, o motorista confessou espontaneamente que transportava drogas no veículo.

Na vistoria, os militares localizaram diversos tabletes de entorpecentes escondidos no interior do carro. O condutor afirmou ter pego a carga em Coronel Sapucaia e que a levaria até Campinas, onde receberia R$ 20 mil pelo transporte.

Diante da confissão e das evidências, o autor, o veículo e a droga foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Amambai para os procedimentos legais.




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Passagem de ciclone provoca chuva e ventos acima de 100 km/h neste fim de semana; veja onde



O fim de semana será marcado por contrastes no país. Enquanto o avanço de um ciclone extratropical mantém o tempo fechado e com risco de temporais no Sul e também reforça as instabilidades em áreas do Sudeste e Centro-Oeste, o calor e a baixa umidade do ar continuam predominando no interior do Nordeste.

No Norte, as pancadas de chuva seguem irregulares, com maior intensidade no Amazonas, Acre e Rondônia ao longo dos próximos dias. A condição exige atenção para ventos fortes, volumes elevados de chuva e possíveis transtornos, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e em trechos de São Paulo e Minas Gerais.

Sul

Nesta sexta-feira (7), a formação do ciclone extratropical na costa do Rio Grande do Sul espalha instabilidades por todo o estado, com chuva forte, risco de temporais e rajadas de vento que variam de 60 a 90 km/h, podendo superar os 100 km/h no litoral norte gaúcho. Santa Catarina e Paraná também registram pancadas de chuva ao longo do dia, acompanhadas de ventos intensos e possibilidade de alagamentos e queda de energia.

No sábado (8), o sistema se afasta para o oceano, mas ainda mantém chuva no litoral gaúcho, catarinense e paranaense, com rajadas mais fortes especialmente na faixa leste de Santa Catarina. Ao longo da tarde, a chuva perde força e se concentra no litoral.

Já no domingo (9), o tempo volta a ficar mais estável na maior parte da Região Sul, com sol entre nuvens e temperaturas mais agradáveis. Apenas áreas costeiras entre Paraná e Santa Catarina podem ter chuva fraca e isolada.

Sudeste

A sexta-feira (7) segue com pancadas de chuva no litoral e norte de Minas Gerais por causa da frente fria. Entre o fim da tarde e a noite, com o avanço das instabilidades vindas do Sul, a chuva se espalha por São Paulo e parte de Minas, com possibilidade de temporais e rajadas de vento. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a precipitação deve ser mais fraca e isolada.

No sábado (8), a instabilidade se intensifica entre São Paulo, Triângulo Mineiro, centro-sul de Minas e áreas do Rio de Janeiro, com risco de temporais e acumulados elevados.

E no domingo (9), a chuva diminui em São Paulo e se concentra no norte e litoral do estado, enquanto Minas Gerais, Rio e Espírito Santo ainda registram pancadas moderadas a fortes. As temperaturas ficam mais amenas no leste de Minas e na faixa litorânea.

Centro-Oeste

A sexta-feira (7) começa com pancadas de chuva em Mato Grosso e Goiás, que ganham força à tarde. No Mato Grosso do Sul, a chuva aumenta no fim do dia, especialmente no sul do estado, com rajadas de vento intensas.

O sábado (8) segue instável em Mato Grosso, Goiás e grande parte do Mato Grosso do Sul, com risco de temporais.

No domingo (9), o tempo fica mais firme em Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso, enquanto Goiás e parte do interior mato-grossense ainda registram pancadas moderadas a fortes.

Nordeste

A frente fria influencia o oeste e sul da Bahia nesta sexta-feira (7), provocando chuva moderada a forte e risco de temporais. Nas demais áreas, o tempo segue firme, com sol e baixa umidade no interior. No sábado (8), a chuva diminui na Bahia e ocorre de forma mais isolada.

E no domingo (9), as instabilidades voltam a ganhar força no oeste e sul baiano, com possibilidade de temporais, enquanto o restante da região segue quente e seco.

Norte

A sexta-feira (7) tem diminuição das instabilidades no Amazonas e Roraima, com chuvas mais fracas e isoladas. Já o centro-sul do Pará, o leste do Amazonas, Tocantins e Roraima podem registrar pancadas moderadas a fortes.

No sábado (8), as chuvas voltam a aumentar no Acre e em Rondônia, enquanto grande parte do Pará e do Amapá permanece com tempo mais firme.

E no domingo (9), a instabilidade se intensifica novamente no Amazonas, Acre, Rondônia e sudeste do Pará, com risco de temporais isolados. No Amapá e norte do Pará, o tempo continua quente e aberto.

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Quais regiões serão mais impactadas com o La Niña? Inmet e Embrapa respondem



Especialistas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Embrapa projetam que os efeitos do fenômeno La Niña serão moderados, com diferente intensidade nas regiões e municípios do Rio Grande do Sul.

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“É um momento que exige cautela. Não há previsão de frustração, mas também não se visualiza a perspectiva de supersafra”, disse o superintendente do Mapa/RS, José Cleber de Souza.

Segundo o meteorologista Glauber Ferreira, coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Inmet em Brasília, nos próximos três meses, a previsão é que as temperaturas fiquem em torno de meio grau a um grau acima da média.

Por outro lado, as precipitações devem ficar em torno de 50 milímetros abaixo da média mensal. “O cenário indica um La Niña relativamente curto e de fraca a moderada intensidade. No Rio Grande do Sul, os efeitos serão sentidos mais no início do verão”, detalha Ferreira.

O agrometeorologista Gilberto Cunha, da Embrapa Trigo, sinaliza que a precaução deve ser maior no Sul, Campanha, Fronteira Oeste e Missões, regiões onde, tradicionalmente, os impactos nos cultivos de verão têm sido maiores em anos de estiagem.

Boas práticas a longo prazo

Segundo Cunha, a melhor forma de prevenir os impactos é fazer a rotação de culturas e a gestão efetiva do manejo dos cultivos, entre outras medidas que podem contribuir para a construção de uma melhor capacidade de enfrentamento a longo prazo.

Contudo, o agrometeorologista da Embrapa Trigo destaca que algumas decisões podem ser tomadas na pré-safra para diluir os riscos, com duas estratégias centrais:

  • Uso de cultivares de ciclos diferentes; e
  • Ampliação do calendário de semeadura, observando o que é preconizado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), em escala municipal, conforme o tipo de solo, evitando concentrar todo o plantio no mesmo período.

O chefe geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski, chama a atenção para a compactação e o adensamento do solo, que prejudicam a absorção de água.

“O nosso problema econômico é precedido de um problema agronômico. E para nos adaptarmos, existem soluções agronômicas que se chamam boas práticas de manejo e são de conhecimento público”, lembrou Lemainski.

Gradagem leve e integrada

Pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Giovani Theisen sugere que os produtores evitem fazer o preparo convencional do solo, recomendando que se faça uma gradagem leve integrada à subsolagem, uma técnica que consiste em romper camadas compactadas para melhorar a infiltração de água, permitindo que as raízes se aprofundem.

“Produtores que praticam diversificação de cultivos, que usam os 365 dias com plantas cultivadas, que tem solos com teor elevado de matéria orgânica, costumam ter melhores resultados em anos de estiagem”, afirmou Cunha.

Outra orientação é não abrir mão da transferência de riscos na contratação do seguro agrícola, seja público ou privado. “É um ano de cautela com expectativas de rendimentos elevados, principalmente no Rio Grande do Sul”, disse o agrometeorologista.



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CNA defende papel do agro nas soluções climáticas



O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, afirmou que o ingresso da entidade na Organização Mundial dos Agricultores (OMA) representa um “passo estratégico para os produtores rurais brasileiros”. A declaração foi feita na abertura da COP30 Farmers Summit, realizada nesta quinta-feira (6), na sede da CNA, em Brasília.

O evento, promovido pela OMA — que reúne mais de 80 entidades em 55 países —, debateu o papel da agropecuária nas soluções climáticas, respeitando as diferentes realidades regionais.

“É hora de escutar quem produz”

Para João Martins, o encontro ocorre em um momento decisivo para o futuro do planeta. Enquanto líderes mundiais se reúnem em Belém para a COP30, o Farmers Summit reuniu produtores de diversas nações na capital federal.

“É hora de escutar quem está na linha de frente, quem produz, preserva e alimenta o planeta. A agropecuária brasileira é parte essencial da solução. Produzimos com responsabilidade, ciência e inovação”, afirmou.

O dirigente destacou que o Brasil é referência em tecnologias de baixo carbono, como integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), recuperação de pastagens e manejo eficiente dos recursos naturais. Segundo ele, é essencial que o mundo reconheça a singularidade da agricultura tropical e promova políticas e financiamentos adequados, respeitando as condições locais.

“Defendemos o fortalecimento do multilateralismo e um comércio internacional que valorize quem produz com responsabilidade. Será por meio do diálogo entre as nações que construiremos soluções equilibradas”, completou.

Chamado à ação

João Martins encerrou o discurso com um apelo à união global dos produtores. “Este encontro é um chamado à ação. É um convite para que agricultores e pecuaristas de diferentes países unam-se para que suas vozes sejam ouvidas na busca por segurança alimentar e enfrentamento das mudanças climáticas”, disse.

Compromisso global com o agro

O presidente da OMA, Arnold Puech d’Alissac, reforçou os esforços da entidade e dos agricultores do mundo todo em mitigar as mudanças climáticas. Ele citou práticas regenerativas, agroflorestais e o plantio direto como exemplos de ações que transformam o campo em sumidouro de carbono.

“Se queremos atingir nossos objetivos climáticos, o mundo precisa dos agricultores”, afirmou.

Brasil como referência em energia limpa

O diretor-geral adjunto do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Lloyd Day, ressaltou o papel do Brasil como fornecedor global de alimentos e biocombustíveis.

“A agricultura não é o vilão, mas a solução dos problemas climáticos, porque auxilia na redução das emissões de carbono”, afirmou.

Ciência e inovação no centro da transformação

Representando a presidente da Embrapa, Daniel Trento destacou o impacto da ciência e da inovação na agricultura tropical. Segundo ele, o avanço brasileiro foi possível graças ao investimento em pesquisa, crédito e à coragem dos produtores que desbravaram o Cerrado.

“Sem o produtor rural, que aceitou o desafio de produzir em novas fronteiras agrícolas, esse milagre não aconteceria”, observou.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, completou que a sustentabilidade é também uma questão de mercado. “Com tecnologias sustentáveis, o Brasil aumentou sua produtividade e precisa ampliar o acesso a mercados para essa produção crescente”, disse.

Com discursos alinhados, o Farmers Summit reforçou o compromisso do agro mundial com a sustentabilidade, destacando o Brasil como exemplo de produção responsável e inovadora que alia ciência, eficiência e preservação ambiental.



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Tanzânia abriu mercado para 14 produtos brasileiros de origem animal



A Tanzânia abriu seu mercado para 14 produtos agropecuários brasileiros, disse o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua. O Brasil poderá exportar bovinos vivos para reprodução; embriões bovinos in vivo e in vitro; carne e seus produtos de aves; carne, miúdos e seus produtos de bovinos, de ovinos, de caprinos e de suínos; produtos termicamente processados de bovinos, de ovinos, de caprinos, de suínos e de aves; ovos férteis e pintos de um dia.

“Alcançamos 185 aberturas de mercado para produtos do agronegócio neste ano e 485 desde 2023”, disse Rua a jornalistas nos bastidores do COP30 Farmers’Summit, evento realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Organização Mundial dos Agricultores (WFO) em Brasília.

Para Rua, a Tanzânia é um mercado potencial para as exportações do agronegócio brasileiro, sobretudo pelo tamanho da sua população, com cerca de 67 milhões de habitantes.

“Participaremos em janeiro de uma feira multissetorial da agricultura na Tanzânia para apresentar as aberturas, articular com as entidades e conhecer melhor a realidade local, já que é um mercado novo para o Brasil, mas seguramente um dos principais mercados no continente africano”, avaliou Rua.

A ampliação comercial com a Tanzânia, segundo Rua, integra a estratégia do governo brasileiro de estreitar cooperação técnica e comercial com países da União Africana. “É fruto, inclusive, do diálogo Brasil África que fizemos em maio e agora colhemos uma série de aberturas. Vamos acelerar as aberturas”, acrescentou.

No evento, Rua destacou que o Brasil exporta alimentos com sustentabilidade, complementaridade e qualidade aos parceiros internacionais. “O Brasil é referência em bioinsumos, plantio direto e queremos difundir mais essas práticas que vêm empregando ao longo do ano. A COP30 é uma oportunidade”, observou.

A Associção Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou, em nota, o anúncio feito pelo secretário do Mapa. De acordo com o presidente da entidade, Ricardo Santin, a conquista amplia a presença brasileira em um continente estratégico. “A Tanzânia representa uma nova oportunidade para a proteína animal do Brasil. É um mercado de grande potencial, com população em rápido crescimento e alta dependência de importações”, destacou no texto.



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Fundo para florestas tropicais atinge aporte de US$ 5,5 bilhões



Mais três países se juntaram ao Brasil com investimentos no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês).

Noruega, Indonésia e França anunciaram, respectivamente, US$ 3 bilhões, US$ 1 bilhão e US$ 500 milhões em investimentos no novo mecanismo de financiamento climático. Com o aporte de US$ 1 bilhão anunciado pelo governo brasileiro, o fundo já conta com US$ 5,5 bilhões.

Os investimentos foram anunciados logo após o lançamento oficial do TFFF, na tarde desta quinta-feira (6) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Cúpula do Clima, em Belém. Segundo o ministro da Fazenda, Fernado Haddad, a nova ferramenta financeira inova por combinar recursos públicos e privados na forma de investimento, e não de doação.

“Há aporte de capital de investidores, que vão ser remunerados por uma taxa básica. Esses recursos vão ser emprestados e financiar projetos definidos pelo seu comitê. E a diferença da taxa de juros, o spread do que é pago para o investidor e o que é cobrado [de juros] do tomador [do empréstimo], vai servir de lastro para financiar o pagamento desses serviços ambientais”, afirmou Haddad.

De acordo com o ministro, além de trazer uma estrutura que vai assegurar um sistema sustentável financeiro, há regras que também garantem a continuidade das florestas em pé, com penalidades aos países que descumprirem o requisito mínimo de participação no pagamento pelos serviços ambientais.

Além disso, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, lembrou que 20% do pagamento desses serviços que garantem a floresta em pé serão destinados aos povos indígenas e comunidades locais. “Os povos indígenas tiveram uma participação ativa na construção desse mecanismo”, destaca.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, comemorou o avanço do mecanismo financeiro em tão pouco tempo. “Estou muito feliz de ver chefes de Estado do mundo todo dizendo que essa é a COP da implementação, porque isso aqui [o TFFF] é implementação.

O secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Maurício Lyrio, destacou que, com os aportes já divulgados e o anúncio da Alemanha previsto para esta sexta-feira (7), um total de 53 países endossou a declaração de apoio ao TFFF apresentada pelo Brasil na Cúpula do Clima.

Entre os países que endossaram a declaração, figuram como potenciais investidores Alemanha, Armênia, Austrália Áustria, Bélgica, Canadá, China Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Irlanda, Japão, Mônaco, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, além da União Europeia.



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Zé Teixeira cobra atendimento pediátrico especializado em Dourados


O deputado estadual Zé Teixeira encaminhou ofício à Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul solicitando providências quanto à ausência de atendimento pediátrico especializado em Dourados. A demanda, segundo o parlamentar, reflete a crescente preocupação da população local com a carência de profissionais nas áreas de neuropediatria e nefrologia pediátrica na rede pública.

No documento, Zé Teixeira destacou que a falta dessas especialidades tem gerado dificuldades no acompanhamento de crianças com necessidades específicas, resultando em encaminhamentos para outras cidades, como Campo Grande. Essa situação, além de sobrecarregar unidades hospitalares fora da região, impõe custos adicionais às famílias com deslocamentos frequentes.

Com a proximidade da inauguração do Hospital Regional de Dourados, previsto para atuar como referência na macrorregião sul do Estado, o deputado solicitou ao Governo do Estado e à AGIR Saúde, entidade gestora da unidade, que as especialidades sejam incluídas no corpo clínico do hospital. Também sugeriu que o Executivo avalie outras alternativas para suprir a demanda.

Em resposta oficial enviada no dia 30 de outubro, o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, reconheceu a relevância da solicitação e os impactos causados pela ausência desses profissionais. Segundo o secretário, a próxima etapa de implantação do Hospital Regional, prevista para o primeiro semestre de 2026, incluirá um estudo de viabilidade técnica para a incorporação das especialidades solicitadas.

Além disso, a Secretaria informou que está considerando a implantação dos serviços por meio da Telemedicina, como forma de ampliar o acesso a atendimentos especializados, otimizar recursos e reduzir a necessidade de deslocamento dos pacientes.



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Acidente mata idoso na MS 164 em Ponta Porã





Um acidente na rodovia MS-164, na saída para o CTG na Vila São Pedro em Ponta Porã, ocorrido na manhã desta quinta-feira (6), matou um homem identificado como Tito Vilhalba, de 70 anos. Ele tentava atravessar a rodovia quando foi atropelado por um Fiat Pálio com placas de Dourados, que era conduzido por um motorista de 38 anos.

Com o impacto, Tito foi arremessado no canteiro central da via e morreu na hora. Homens da Guarda Municipal, da PM e policiais civis estiveram no local. O delegado Lucas Calixto já investiga as causas do acidente.




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Marca apresentará projeto inédito de cultivo de algodão agroflorestal brasileiro na COP30



As Lojas Renner anunciaram um projeto pioneiro no país que une produção têxtil e preservação ambiental, o cultivo de algodão agroflorestal.

Desenvolvido em parceria com a startup Farfarm e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o projeto integra o cultivo do algodão a espécies nativas de floresta, com o objetivo de regenerar o solo e capturar carbono da atmosfera.

Segundo o diretor de sustentabilidade da Renner, Eduardo Ferlauto, a iniciativa faz parte da estratégia de regeneração da companhia e já resultou em uma coleção lançada recentemente com algodão produzido nesse sistema. “É o primeiro projeto brasileiro que coloca essa disponibilidade do algodão florestal em peças”, destacou.

A técnica permite que o carbono seja retido no solo, contribuindo para o equilíbrio climático e a melhoria da fertilidade natural da terra.

Ferlauto reforçou que o projeto é parte central das metas da Renner de neutralizar suas emissões até 2050, com redução de 90% dos gases de efeito estufa até 2030, metas já validadas por organismos científicos internacionais.

Apresentação do projeto na COP30

Ferlauto destacou que a Renner vê a COP30 como uma oportunidade estratégica para reforçar o protagonismo do setor privado brasileiro nas ações climáticas. “Temos muito orgulho de participar de uma COP sediada no Brasil, especialmente no ano em que celebramos 60 anos de história”, afirmou.

Ele lembrou ainda que a companhia possui metas ambiciosas de sustentabilidade, reconhecidas internacionalmente e validadas pela ciência, incluindo a redução de 90% das emissões até 2050.

Para o diretor, o diálogo promovido pela conferência é essencial para fortalecer parcerias, ampliando a consciência sobre os desafios climáticos e acelerando a transição para modelos produtivos mais regenerativos.



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Prefeitura inicia reparos no Centro Social do Panambi após chuva danificar o forro


Entupimento de calhas por folhas provocou infiltração e queda parcial do forro no espaço comunitário utilizado pelos moradores para receber serviços da Prefeitura de Dourados

Parte do forro do espaço de convivência do Centro Social Rural do distrito de Panambi, em Dourados, cedeu após as fortes chuvas desta semana. Assim que o problema foi identificado, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos acionou a empresa responsável pela reforma do prédio para realizar a substituição do material, que é de PVC.

O Centro Social, administrado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, foi entregue oficialmente em março deste ano, após ampla reforma executada pela Prefeitura. O local é utilizado pelos moradores em atividades comunitárias e também serve como capela mortuária.

De acordo com a equipe técnica, o entupimento das calhas, causado pelo acúmulo de folhas das árvores ao redor, provocou o transbordamento da água da chuva, que acabou infiltrando no forro e levando ao seu rompimento parcial. O corredor do prédio também foi afetado pelo excesso de água.

Na manhã desta quinta-feira (6), o prefeito Marçal Filho vistoriou o espaço e determinou que a Semsur realizasse os serviços de manutenção e a troca imediata do forro pela empresa Planew Engenharia, já que a obra ainda está dentro do prazo contratual de garantia.

Além do reparo, o prefeito também orientou que seja feita a poda preventiva das árvores próximas ao prédio, evitando novos entupimentos das calhas. O conserto do local deve ser concluído nos próximos dias.

Prefeito Marçal Filho vistoriou o espaço e determinou que a Semsur realizasse os serviços de manutenção e a troca imediata do forro pela empresa Planew Engenharia.(Foto: A. Frota)



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