Categorias
brasil destaque_home

Febraban defende Pix, rebate críticas dos EUA e nega barreira à concorrência


Segundo a Federação, as avaliações do USTR – Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos – resultam mais de informações incompletas acerca dos objetivos e funcionamento do sistema 

© Bruno Peres/Agência Brasil
Pix
Pix

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu nesta terça-feira (02) o Pix e rebateu as críticas dos Estados Unidos sobre o sistema. “O PIX é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e, consequentemente, da atividade econômica.”, disse o órgão em nota. “Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras.”, acrescentou, reinterando que não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional, já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira.

Para a Federação, as avaliações do USTR – Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos – resultem  mais de informações incompletas acerca dos objetivos e funcionamento do PIX. “Temos boa expectativa de que, no âmbito do sistema de audiência pública, que continua aberto pelo USTR, as contribuições do Banco Central do Brasil (BCB) e dos integrantes do sistema bancário brasileiro, incluindo os bancos americanos”, diz a nota, que explica que o PIX foi desenvolvido com ampla cooperação dos bancos e demais instituições que integram o Sistema Financeiro do Brasil.

A manifestação ocorre após a divulgação dos resultados de uma investigação comercial conduzida pelo órgão americano, que aponta o Pix como um dos fatores que poderiam dificultar a concorrência de empresas dos EUA no mercado brasileiro.

O posicionamento da Federação ocorre no momento em que o órgão americano propôs uma tarifa adicional de 25% sobre exportações brasileiras a partir de 15 de julho. A medida integra uma investigação sobre supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.

Na minuta divulgada pelo governo americano, o Pix é citado diversas vezes como um instrumento que poderia limitar a atuação de empresas estrangeiras no setor de pagamentos digitais. A avaliação, porém, é contestada pelo sistema financeiro brasileiro.

*Com informações da Agência Brasil 





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

China reconhece Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação


A China reconheceu o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. O anúncio consta de comunicado conjunto da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) e do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (Mara), divulgado no site oficial da GACC. “Com base nos resultados da análise de risco, a partir da data deste comunicado, fica suspensa a proibição da febre aftosa no norte do Brasil, e todo o território brasileiro é reconhecido como livre da doença”, afirma o texto. Na prática, a medida tende a ampliar o comércio de proteínas brasileiras com o país asiático.

O governo brasileiro foi informado sobre o reconhecimento pelas autoridades chinesas na madrugada desta terça-feira, 2, apurou o Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. O comunicado tem data de 29 de maio.

O Brasil pleiteava o reconhecimento desde que recebeu, em junho do ano passado, o status de território livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A demanda foi reforçada em missão recente do ministro da Agricultura, André de Paula, ao país asiático, em maio deste ano, e também integrava o escopo de medidas compensatórias à salvaguarda de carne bovina pleiteadas pelo governo brasileiro.

Com o reconhecimento, o Brasil poderá avançar na negociação de novos mercados tanto na suinocultura quanto na pecuária bovina. Há tratativas bilaterais em andamento para a abertura do mercado chinês a miúdos suínos internos (fígado, estômago), carne bovina com osso, miudezas bovinas e cálculo da vesícula biliar bovina (pedra de fel, utilizada na indústria farmacêutica), itens que exigem o status de livre de febre aftosa sem vacinação.

Já a exportação de carne suína e de miúdos suínos externos (pé, orelha), hoje restrita a Santa Catarina, poderá ser ampliada imediatamente a outros Estados, a partir do pedido dos frigoríficos já habilitados para o comércio exterior. A exportação de couro wet blue para a China também deverá ser facilitada, sem exigência de certificados específicos, segundo fontes.

De acordo com fontes do setor, o protocolo de exportação de carne bovina firmado entre Brasil e China deve passar por revisão e ser atualizado após o anúncio.

Continua depois da publicidade

A medida se soma ao reconhecimento, pela China, do Brasil como de “risco negligenciável” (insignificante) para a encefalopatia espongiforme bovina (EEB), conhecida como “mal da vaca louca”, comunicado pelas autoridades sanitárias chinesas ao governo brasileiro e antecipado pelo Broadcast Agro em fevereiro deste ano. Esse status também é considerado, por autoridades chinesas, condição precedente para o avanço das tratativas de ampliação das exportações de proteínas.

Com os dois reconhecimentos sanitários, o Brasil deve ganhar fôlego para avançar na abertura do mercado chinês para carne com osso, miúdos suínos e bovinos e cálculo da vesícula biliar bovina (pedra de fel). A China é o principal destino das carnes brasileiras, com embarques que somaram 2,057 milhões de toneladas em 2025, gerando receitas de US$ 9,815 bilhões com vendas de carne suína, bovina e frango, segundo dados do Agrostat, sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

Confira os números da Lotofácil 3701 sorteados hoje (2/6)


Além da Lotofácil, a Caixa Econômica Federal sorteou as dezenas da Mega-Senal, Timemania e Dia de Sorte



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

O que é a Seção 301, mecanismo usado pelos EUA para ameaçar produtos brasileiros


A administração Trump ⁠propôs uma nova tarifa punitiva de 25% sobre diversas importações do ⁠Brasil, após concluir que as práticas do país eram desleais em uma série de ‌questões, desde o comércio digital até o desmatamento ilegal.

A nova ameaça aos produtos brasileiros colocou em evidência um instrumento pouco conhecido fora dos círculos de comércio exterior, mas que já foi utilizado em algumas das maiores disputas comerciais do mundo, conhecida como a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

O mecanismo foi acionado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que concluiu nesta segunda-feira (1º) uma investigação sobre práticas adotadas pelo Brasil e concluiu que determinadas políticas brasileiras prejudicariam interesses comerciais americanos.

A partir dessa avaliação, o órgão abriu consulta pública sobre a proposta de sobretaxação antes da decisão final da Casa Branca. A medida representa um dos estágios mais avançados do processo e pode resultar em sanções comerciais diretas contra exportações brasileiras.

Instrumento de retaliação

A Seção 301 funciona como uma ferramenta que permite ao governo americano reagir unilateralmente quando considera que outro país adota práticas comerciais injustas ou cria barreiras que afetam empresas dos Estados Unidos.

Entre os alvos possíveis estão medidas que dificultem exportações americanas, restrinjam acesso a mercados ou estabeleçam condições consideradas discriminatórias para produtos e serviços dos EUA.

Continua depois da publicidade

Caso as conclusões da investigação apontem prejuízos aos interesses americanos, o USTR pode recomendar uma série de medidas, incluindo tarifas adicionais sobre importações, restrições comerciais e outras formas de pressão econômica.

Na prática, o mecanismo dá ao governo dos EUA a possibilidade de responder a disputas comerciais sem depender inicialmente de organismos multilaterais.

Caminho até uma eventual tarifa

A aplicação da Seção 301 segue um rito específico. O primeiro passo é a abertura formal de uma investigação, normalmente motivada por reclamações de empresas, setores econômicos ou por decisão política do governo americano. Em seguida, ocorre uma fase de análise técnica e de diálogo com o país investigado.

Concluído esse processo, o USTR divulga suas conclusões e abre uma consulta pública para receber manifestações de empresas, associações e governos interessados.

Somente após essa etapa a administração americana decide se aplicará medidas de retaliação e quais serão elas.

No caso brasileiro, a investigação foi iniciada em julho de 2025 e ganhou força após determinação do presidente Donald Trump, dentro de sua estratégia de endurecimento da política comercial dos Estados Unidos.

Continua depois da publicidade

O que os EUA apontam contra o Brasil

Segundo o relatório divulgado pelo USTR, as preocupações americanas envolvem áreas como comércio digital, proteção à propriedade intelectual, regras tributárias e aspectos regulatórios considerados problemáticos para empresas dos EUA.

Com base nessas conclusões, o órgão propôs uma tarifa de 25% sobre importações brasileiras. O documento, porém, indica que determinados produtos poderão ficar fora da lista final de sobretaxação.

A consulta pública aberta pelo governo americano servirá justamente para discutir o alcance e os impactos das medidas antes da decisão definitiva.

Continua depois da publicidade

Ferramenta usada contra a China

A Seção 301 ganhou notoriedade internacional durante a disputa comercial entre Estados Unidos e China.

Em 2019, durante seu primeiro mandato, Trump utilizou o mecanismo para impor tarifas de 15% sobre mais de US$ 120 bilhões em produtos chineses.

A estratégia não foi abandonada por seu sucessor. Em 2024, o então presidente Joe Biden também recorreu à mesma legislação para ampliar tarifas sobre diversos itens importados da China.

Continua depois da publicidade

Os dois episódios transformaram a Seção 301 em uma das principais ferramentas de pressão econômica da política comercial americana.

Tarifas por segurança nacional

A legislação utilizada contra o Brasil é diferente de outro instrumento frequentemente empregado pelos Estados Unidos, a Seção 232.

Enquanto a Seção 301 trata de práticas consideradas desleais ou prejudiciais ao comércio americano, a Seção 232 se baseia em argumentos ligados à segurança nacional.

Continua depois da publicidade

Foi esse o mecanismo utilizado para justificar tarifas sobre aço, alumínio e determinados veículos importados, sob o argumento de que a dependência excessiva de fornecedores estrangeiros poderia enfraquecer setores estratégicos da economia americana.

No caso brasileiro, porém, a disputa segue outro caminho. O foco da investigação está em supostas distorções comerciais e regulatórias, colocando o país no mesmo tipo de procedimento que, nos últimos anos, serviu de base para a escalada tarifária entre Washington e Pequim.



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

RAR Agro fatura R$ 580 milhões em 2025 com destaque para a produção de maçã

A RAR Agro & Indústria encerrou 2025 com faturamento de R$ 580 milhões, resultado que reforça a força do grupo no agronegócio brasileiro e o papel estratégico da fruticultura dentro do negócio.

Desse total, a Rasip Agro, unidade responsável pela produção de maçãs, respondeu por aproximadamente 50% da receita, consolidando-se como um dos principais pilares da companhia.

Além do desempenho financeiro, a empresa marcou 2025 com um avanço importante no comércio exterior e a realização da primeira exportação de maçãs para as Maldivas, ampliando o alcance internacional da marca e reforçando a estratégia de diversificação de mercados.

Durante a APAS Show 2026, a empresa destacou que esse movimento de internacionalização está diretamente ligado à participação da empresa em feiras globais do setor. “A questão das Maldivas está muito ligada à participação em feiras internacionais. No Brasil, nós temos a Fruit Attraction, onde surgem oportunidades de conversar com possíveis novos clientes. Quando estamos presentes com a marca e com a empresa nesses eventos, acabamos criando uma presença global que abre portas naturalmente”, afirmou o gerente comercial, Ronaldo Grosselli.

O executivo destaca ainda que essas conexões comerciais não seguem um processo rígido, mas acontecem de forma orgânica conforme a demanda dos mercados.

“Essas negociações acabam acontecendo de forma natural, conforme a necessidade de ambos os lados. É um movimento de aproximação que nasce dessas feiras e da presença constante no mercado internacional”, completou.

A expansão, no entanto, deve ganhar ainda mais força em 2026. A Rasip Agro projeta colher cerca de 55 mil toneladas de maçãs na próxima safra, um crescimento de aproximadamente 30% em relação a 2025, quando a produção totalizou 42 mil toneladas, impactada por desafios climáticos ao longo do ciclo produtivo.

Do volume estimado para 2026, entre 15% e 20% deverá ser destinado ao mercado externo, ampliando a presença da empresa no comércio internacional e fortalecendo sua atuação em mercados estratégicos.

Com aproximadamente 1,5 mil hectares de pomares localizados em Vacaria (RS), na região dos Campos de Cima da Serra, a Rasip Agro mantém uma estratégia consolidada de diversificação de mercados. Além das Maldivas, as exportações da companhia também devem alcançar países como Índia, Irlanda, Inglaterra, Holanda, Portugal, Rússia e Bangladesh, além da ampliação de presença em regiões do Oriente Médio e novos mercados como Malásia, Indonésia e Taiwan.

Para a companhia, o desempenho esperado para 2026 reflete um ciclo consistente de investimentos e evolução da operação.

Além do avanço produtivo e comercial, a safra de 2026 também tem impacto direto na economia regional. Durante o período de colheita, a empresa deve gerar cerca de 2.500 postos de trabalho com carteira assinada, movimentando a economia dos Campos de Cima da Serra e reforçando a importância social da cadeia da maçã na região.

Veja matéria completa aqui!

Categorias
brasil destaque_home

Flávio irá ao STF contra Lula por crimes de ameaça


Segundo o pré-candidato à Presidência, Lula ‘afirmou que o senador deveria ter o mesmo destino que Tiradentes e ser morto por enforcamento’, diz a nota

Reprodução/ Youtube/ Pânico Jovem PanFlávio Bolsonaro no programa Pânico
Senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai acionar ainda nesta terça-feira (02), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de ameaça e incitação ao crime. Segundo o pré-candidato à Presidência, Lula “afirmou que o senador deveria ter o mesmo destino que Tiradentes e ser morto por enforcamento”, diz a nota.

A fala à qual o senador se refere foi dita nesta terça pelo mandatário durante a inauguração de um novo campus do Instituto Federal de Goiás, em Catalão. “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores que ele. São, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado”, disse Lula.

Lula não parou por aí. Em outros momentos do discurso, voltou a atacar o senador diretamente. “Todo covarde é assim. Fala a m… que fala e não tem coragem de assumir. Fica tentando mentir”, disse o presidente. Ele também classificou Flávio de “imbecil” e minimizou o impacto político. “Ele não vai prejudicar o Lula. Vai prejudicar o povo brasileiro”, afirmou Lula.

O discurso do presidente, aliás, contém uma gafe. Joaquim Silvério dos Reis não foi enforcado por delatar os inconfidentes mineiros – e sim recompensado. Quem morreu enforcado na quadra da história a qual Lula se referia foi Joaquim José da Silva Xavier, o próprio Tiradentes.

*Com informações do Estadão Conteúdo





Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Febraban reage a críticas dos EUA e defende PIX como sistema aberto e competitivo


A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o PIX em nota sobre as críticas dos Estados Unidos ao sistema de pagamentos instantâneos, no âmbito do resultado da investigação comercial do Escritório do Representante Comercial americano (USTR).

No comunicado, a Febraban afirma que as avaliações do órgão dos EUA resultam de informações “incompletas” sobre os objetivos e funcionamento do PIX. A entidade também nega as alegações de que o PIX seja discriminatório e chama atenção para o modelo aberto.

“O PIX é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica” diz.

Segundo a Febraban, não há restrições à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento, desde que operem no mercado nacional, “já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira”.

A Febraban destaca ainda a “ampla cooperação” das instituições financeiras no desenvolvimento do PIX, que funciona como uma plataforma aberta disponível para todos os residentes no Brasil, brasileiros e estrangeiros, pessoas físicas e empresas. O sistema instantâneo é gratuito para PFs, mas pode ser cobrado das pessoas jurídicas, sem discriminação entre brasileiras e estrangeiras.

“O PIX tem contribuído enormemente para a inclusão financeira, reduzindo o custo e ampliando o alcance do sistema de pagamentos que já era bastante eficiente em nosso país”, argumenta, citando ainda os benefícios para eficiência das empresas, que facilita o processo de recebimento e cobrança, em particular nas operações de baixo custo.

Continua depois da publicidade

A Febraban diz ter “boa expectativa” de que as contribuições do BC e das instituições financeiras, incluindo bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das conclusões do USTR, em sistema de audiência pública, que continua aberto.

Durante a madrugada, o USTR propôs uma nova tarifa de 25% sobre exportações brasileiras a partir de 15 de julho, após uma investigação sobre supostas práticas desleais do Brasil. Na minuta, o órgão cita o PIX múltiplas vezes como um instrumento que bloqueia a concorrência de empresas americanas.

Como mostrou reportagem da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), representantes do setor financeiro consideram improvável que o Brasil responda com restrições mais duras ao PIX, embora não descartem reforço nas políticas contra crimes financeiros, como lavagem de dinheiro.



Veja matéria completa!

Categorias
brasil destaque_home

FAB se manifesta após relato de suposto Ovni viralizar no Paraná


A Força Aérea Brasileira (FAB) se manifestou nesta terça-feira (2/6) após a repercussão de vídeos que mostram um suposto objeto voador não identificado (Ovni) em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná.

Em nota enviada ao Metrópoles, a corporação informou que não registrou ocorrências anormais no espaço aéreo da região.

“O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, afirmou a FAB.

Segundo a instituição, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea na data do suposto avistamento.

“A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), informa que, no dia 31 de maio, nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos. O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, informou a corporação.

Mayk Leão.
1 de 3

Mayk Leão.

Reprodução/redes sociais.

O influenciador Mayk Leão diz ter visto um suposto Ovni no Paraná
2 de 3

O influenciador Mayk Leão diz ter visto um suposto Ovni no Paraná

Reprodução

Mayk Leão afirmou ter recebido um suposto contato da Abin após viralizar com vídeos de um possível Ovni no Paraná
3 de 3

Mayk Leão afirmou ter recebido um suposto contato da Abin após viralizar com vídeos de um possível Ovni no Paraná

O caso ganhou repercussão nacional após o influenciador Mayk Leão publicar vídeos nas redes sociais relatando a presença de objetos luminosos sobre uma área rural de Campo Largo.

Morador da região, Mayk afirmou ter percebido movimentos incomuns de aeronaves sobrevoando a área próxima à sua residência. Segundo ele, além da movimentação no céu, sons incomuns chamaram sua atenção durante o episódio.

De acordo com o influenciador, os ruídos lembravam alguém se “engasgando” ou o som de uma “corda arrebentando”.

Mais tarde, na noite de domingo (31/5), ele registrou imagens ampliadas de um conjunto de luzes concentradas sobre o cume de uma região montanhosa. Nas publicações, Mayk sugeriu que o objeto poderia se tratar de um OVNI.

Em seguida, o influenciador afirmou ter observado um segundo objeto no céu. Segundo seu relato, ele seria maior que o primeiro e apresentaria luzes vermelhas.

Os vídeos rapidamente viralizaram nas redes sociais e deram origem a especulações entre internautas sobre a natureza dos objetos observados.



Veja a Matéria Completa

Categorias
economia

Copa do Mundo pode tirar até US$ 17 bi em produtividade das empresas, diz estudo


No momento em que a Copa do Mundo de Futebol está prestes a dominar as conversas, os empregadores podem ter problemas para manter os funcionários concentrados durante o torneio — e até mesmo para levá-los ao escritório, sugere uma nova pesquisa publicada na terça-feira (2).

A pesquisa da UKG estima que a Copa do Mundo, que vai de 11 de junho a 19 de julho, pode custar aos empregadores globais cerca de US$ 17 bilhões em perda de produtividade, com 37% dos trabalhadores planejando ajustar seus horários por causa do torneio.

A pesquisa mostrou que 27% dos funcionários provavelmente faltarão ao trabalho chegando atrasados, saindo mais cedo ou se ausentando completamente, enquanto 11% admitiram que trabalhariam de ressaca e 14% disseram que sintonizariam secretamente os jogos e os melhores momentos enquanto estivessem trabalhando.

A UKG, uma plataforma de IA para RH, remuneração e gerenciamento de pessoal, pesquisou 8.000 funcionários na Austrália, Canadá, França, Alemanha, México, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos para avaliar o impacto da Copa do Mundo nos locais de trabalho.

O torneio ampliado deste ano, co-organizado por EUA, Canadá e México, contará com 48 países e terá 104 jogos.

O torneio pode gerar cerca de US$ 11,7 bilhões em custos de produtividade perdida somente nos EUA, seguido pela Alemanha, com US$ 1,34 bilhão, de acordo com a UKG.

Continua depois da publicidade

“Quando o absenteísmo e o presenteísmo ocorrem em escala, o efeito é imediato e caro”, disse Suresh Vittal, diretor de produtos da UKG. “A produtividade cai, a experiência do cliente é prejudicada e o moral é afetado, pois o restante da equipe tem que cobrir as lacunas.”

E os gerentes não estão imunes à atração de uma partida de tirar o fôlego. A pesquisa revelou que 42% dos gerentes provavelmente planejariam um dia de folga e 45% pediriam flexibilidade de última hora.



Veja matéria completa!

Categorias
agro destaque_home

Tarifa: setor de carnes comemora exclusão, mas mantém cautela

Fontes da indústria exportadora de carnes ouvidas pela CNN consideraram “ bastante positiva” para o setor a exclusão da proteína da lista de produtos brasileiros que terão uma sobretaxa de 25% após a investigação conduzida pelos Estados Unidos com base na Seção 301.

A Abiec (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes) não se manifestou oficialmente, mas integrantes da entidade dizem que a decisão neste momento elimina o risco de perda imediata de competitividade da carne bovina brasileira no mercado americano.

A leitura é que a exclusão sinaliza o reconhecimento, por parte dos EUA, da importância das importações de carne bovina para o abastecimento do mercado doméstico, especialmente diante da redução histórica do rebanho americano e dos elevados preços da proteína no país.

A Abiec informou que seguirá monitorando o processo e mantendo interlocução com as autoridades brasileiras e demais parceiros estratégicos.

Além da carne bovina, também ficaram fora da lista café, frutas, nozes, especiarias, petróleo, minérios metálicos e peças de aeronaves.

Veja matéria completa aqui!

Cookie policy
We use our own and third party cookies to allow us to understand how the site is used and to support our marketing campaigns.

Hot daily news right into your inbox.