Durante patrulhamento na rodovia MS-162, no km 95, a equipe da Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) abordou um veículo Golf, que levantou suspeita ao sair de uma estrada vicinal e acessar a rodovia. Durante a fiscalização, o condutor informou que transportava cigarros de origem estrangeira.
Ao abrir o porta-malas, os policiais confirmaram a presença de aproximadamente 740 pacotes de cigarros, sem documentação fiscal. O homem relatou que a carga tinha como destino final a cidade de Campo Grande.
Diante da constatação, a equipe entrou em contato com a Polícia Federal de Dourados, sendo orientada a encaminhar o veículo e a carga à Receita Federal em data agendada, e liberar os envolvidos após assinatura do termo de guarda. O prejuízo total ao crime foi estimado em R$ 49.000.
A eficiência da pecuária durante o período de seca depende diretamente da qualidade da mistura do suplemento oferecido aos animais em diferimento.
Em mais um episódio da série “Na seca o pasto pode secar, mas o boi não”, no Giro do Boi, o zootecnista Iorrano Cidrini, especialista em nutrição, alerta que a correta formulação e a homogeneidade da mistura são cruciais para que o animal consiga processar a fibra do pasto, que perde proteína e qualidade na estiagem.
Confira:
Segundo Cidrini, o principal objetivo da suplementação na seca é corrigir o baixo teor de proteína bruta do pasto diferido. Essa proteína é o “combustível” essencial para as bactérias do rúmen, que degradam a fibra de baixa qualidade e garantem o maior consumo de forragem pelo animal, resultando em desempenho superior.
Composição da proteína do suplemento
A composição da proteína do suplemento é crucial. O animal em seca exige tanto a Proteína Verdadeira (PDR – de fontes como farelo de soja ou DDG) quanto o Nitrogênio Não Proteico (NNP), que deve ser prontamente disponível para as bactérias do rúmen.
O produtor que faz a mistura do suplemento na fazenda pode obter uma economia de 20% a 30% no custo final do produto. No entanto, o sucesso depende da estrutura e do treinamento da equipe para garantir que o suplemento entregue a composição nutricional adequada em cada bocado.
Ainda de acordo com Cidrini, outros fatores cruciais para a eficiência são o manejo adequado e a monitorização constante das condições nutricionais do rebanho.
Há 40 anos, o Instituto Lar dos Velhinhos Maria Madalena oferece acolhimento digno e cuidados integrais a idosos em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. O trabalho inclui assistência à saúde, higiene, alimentação, medicação e suporte social, garantindo mais qualidade de vida a quem precisa de apoio na terceira idade.
Para reforçar esse trabalho, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), por meio do programa Agrosolidário, realiza doações de bebida de soja. O alimento garante uma nutrição rica e equilibrada aos idosos atendidos, contribuindo para a manutenção de uma dieta saudável e adequada às necessidades especiais da terceira idade.
O diretor de relações institucionais do Instituto, Civaldo Florêncio, ressaltou a importância da parceria. “A Aprosoja MT é um dos principais parceiros que nos permitem realizar nosso trabalho. A bebida de soja é fundamental para os idosos pelo seu valor proteico. Sem essa contribuição, nossos recursos não seriam suficientes para atender a todos. É uma parceria que esperamos manter por muitos anos. Somos muito gratos à Aprosoja MT e aos produtores rurais de Mato Grosso”, afirmou.
Entre os beneficiados está Maria José Ferreira, que vive no Lar há três anos. Ela ressalta os cuidados nutricionais recebidos, incluindo o acompanhamento das intolerâncias alimentares. “Eu me sinto bem aqui e sou uma pessoa feliz. A alimentação é excelente, com nutrientes como a soja. Agradeço muito aos agricultores que cultivam soja em Mato Grosso e fazem essa doação para o Lar dos Velhinhos Maria Madalena”, disse.
A nutricionista da instituição, Julia Gomes Ribeiro, explica a versatilidade da bebida de soja no preparo das refeições diárias. “Ela é inserida nas vitaminas dos lanches da tarde e pode ser utilizada em bolos, brigadeiros e sorvetes. Por não ter lactose, atende perfeitamente às necessidades dos idosos com restrições alimentares. As vitaminas ficam mais nutritivas e aumentam o valor biológico das refeições. É fácil perceber: eles estão mais alegres e saudáveis”, destacou.
Alessandra Pereira da Silva, captadora de recursos do Instituto, reforçou a relevância da parceria. “Nosso agradecimento especial é ao pessoal do Agrosolidário pelas doações. Esses suplementos reduzem nossos custos mensais e contribuem diretamente para o bem-estar dos idosos”, afirmou.
Em 2015, o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Gervásio Silva Carvalho, recebeu amostras de cigarrinha-da-cana (Mahanarva sp.) vindas de plantações do Sul e Sudeste do país. O inseticida usado para conter a praga não estava surtindo efeito, e a suspeita era de que se tratasse de uma espécie diferente das já conhecidas.
A partir da análise morfológica (estudo das características físicas do inseto), Carvalho buscava identificar se os exemplares apresentavam variações significativas em relação às cigarrinhas mais comuns nos canaviais.
Sem saber disso, pouco tempo depois, o professor Diogo Cavalcanti Cabral-de-Mello, do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (IB-Unesp), em Rio Claro, também recebeu, da mesma pessoa, vários exemplares do inseto. Alguns que Carvalho já havia analisado.
Especialista em citogenética e genômica, Cabral-de-Mello observou diferenças nos cromossomos que indicavam a possível descoberta de uma nova espécie, mas não tinha elementos suficientes para confirmar a hipótese.
Quando finalmente souberam um do trabalho do outro, os pesquisadores se uniram para ampliar o número de exemplares analisados. O trabalho conjunto confirmou a existência de uma nova espécie, batizada de Mahanarva diakantha, descrita em um estudo apoiado pela Fapesp e publicado no Bulletin of Entomological Research.
A descoberta abre caminho para novas pesquisas sobre o comportamento e o impacto da praga nas lavouras de cana-de-açúcar.
Diferente das outras espécies, a Mahanarva diakantha pode apresentar variações no ciclo de vida, na interação com o ambiente e até maior resistência a inseticidas, fatores que podem influenciar diretamente o controle da praga e a produtividade dos canaviais.
“Esse gênero de cigarrinha-da-cana tem espécies muito parecidas entre si, que chamamos de crípticas. Naquela ocasião, após dissecar os insetos, vimos que alguns tinham a genitália do macho diferente, o que podia indicar uma nova espécie”, conta a primeira autora do estudo, Andressa Paladini.
Diferença entre as espécies
A olho nu, a nova espécie é impossível de ser diferenciada das duas mais próximas, Mahanarva fimbriolata e Mahanarva spectabilis. Para complicar, as três possuem uma área comum de ocorrência no Sul e Sudeste do Brasil.
Sem o sequenciamento do gene COI, a única forma de diferenciá-las é dissecando os machos. Neles, a extremidade de uma parte da genitália da nova espécie se diferencia por ser bifurcada, o que deu origem ao seu nome científico, M. diakantha, “dois espinhos” em grego.
“Não sabemos exatamente há quanto tempo, mas tudo indica que as espécies se diferenciaram recentemente. Isso fica bem evidente nas análises genéticas e morfológicas”, diz Cabral-de-Mello.
Com a identificação da nova espécie, pesquisadores alertam para a necessidade de reavaliar resultados de estudos anteriores com cigarrinhas-da-cana. Ao revisar coleções biológicas, foram encontrados exemplares da nova espécie coletados há décadas, mas registrados como outras. Um deles, datado de 1961, havia sido classificado como M. fimbriolata.
Próximos passos
Um dos próximos passos vislumbrados pelos pesquisadores é aumentar a amostragem, a fim de verificar com mais acurácia a distribuição da nova espécie no país e seu impacto nas lavouras. Outra perspectiva é compreender melhor a diversidade genética da espécie, conhecimento fundamental para o desenvolvimento de estratégias de manejo.
Um avião de pequeno porte caiu, neste sábado (1º), em uma fazenda na zona rural do município de Fátima, região central de Tocantins. O acidente resultou na morte do piloto, Diomedio Aires da Silva Filho, de 56 anos, e deixou outro homem, José Rosário Carneiro, de 52 anos, gravemente ferido. Ele foi socorrido e levado ao Hospital de Referência de Porto Nacional. Segundo a Polícia Militar do estado, o chamado de emergência foi registrado pouco antes das 19h.
Imagens de moradores mostram que a aeronave estava voando em baixa altitude antes de perder altura rapidamente e cair. Testemunhas relataram um forte barulho do motor momentos antes do impacto. O avião ficou totalmente destruído, com danos severos na parte frontal e nas asas, além de derramamento de combustível.
Reprodução redes sociais
O local do acidente foi isolado para os trabalhos de perícia, com apoio do Instituto Médico Legal (IML) de Tocantins.
Também foi acionado o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Aeronáutica responsável por investigar acidentes aéreos, que atua por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).
Jovem de 21 anos, que não teve identidade revelada, morreu pouco depois de 5h deste domingo (2), em um acidente envolvendo uma motocicleta e um pedestre que atravessava a rua Brilhante, no Bairro Amambaí, em Campo Grande. O acidente que deixou marca de violência na pista, provocou a interdição da via por cerca de 3 horas.
Conforme o apurado no local, o condutor e um passageiro seguiam na motocicleta, quando o pedestre que atravessava a via foi atingido. Com o impacto moto e vítima foram lançados ao chão e o condutor morreu no local, o passageiro sofreu ferimentos leves e o pedestre socorrido em estado grave sendo levado para a Santa Casa.
As Polícias Militar e Civil além de Perícia atenderam o caso, sendo a motocicleta recolhida ao Detran. Nenhum familiar dos envolvidos compareceu ao local do acidente.
A primeira semana de novembro deve trazer condições climáticas desafiadoras em diferentes regiões do Brasil. Enquanto algumas áreas recebem chuvas volumosas de até 100 mm, outras enfrentam calor intenso e tempo seco, com risco elevado de focos de incêndio.
Confira a previsão do tempo por região:
Região Sul
No norte e leste do Rio Grande do Sul, em grande parte de Santa Catarina e no leste e metade sul do Paraná, as pancadas de chuva variam de fraca a moderada, com possibilidade de volumes de até 100 mm a partir de quinta-feira. Até quarta-feira, o tempo ficará firme no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, favorecendo os trabalhos em campo.
A partir de quinta-feira, a formação de um sistema de baixa pressão deve trazer chuva volumosa, temporais com risco de granizo e rajadas de vento acima de 70 km/h, podendo causar alagamentos e dificultar as atividades nas lavouras. As temperaturas permanecem dentro da normalidade, com mínimas próximas de 15ºC e máximas entre 28ºC e 30ºC.
Chuvas seguem no Sudeste
Em grande parte de São Paulo, no centro-sul, Triângulo e oeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, as chuvas devem atingir volumes entre 30 e 40 mm em muitas áreas, com risco de temporais isolados.
As temperaturas permanecem elevadas, com máximas em torno de 30ºC em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-sul de Minas Gerais, chegando a 35ºC no centro-norte de Minas Gerais. A chuva ajuda a repor a umidade do solo sem prejudicar os trabalhos em campo, mas os produtores devem ficar atentos ao centro-sul de Minas Gerais entre segunda-feira (3) e terça-feira (4), quando há risco de granizo.
O tempo na região Centro-Oeste
Os estados de Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal terão pancadas de chuva fortes, com acumulados entre 30 e 40 mm, enquanto em Mato Grosso do Sul os volumes variam de moderados a fortes, com risco de temporais isolados. No nordeste e centro-norte de Goiás, os acumulados podem chegar a 100 mm, revertendo o déficit hídrico, mas, prejudicando o avanço do plantio da safra 2025/26 de forma temporária.
Calorão no Nordeste
O sul e sudoeste do Maranhão, sudoeste do Piauí e oeste da Bahia terão chuva moderada a forte, com acumulados de até 50 mm. Na faixa litorânea, as precipitações diminuem e o calor predomina.
Nas demais áreas do Nordeste, o calor intenso se mantém, com máximas de até 40ºC no norte do Maranhão, no norte do Piauí e no Ceará, e 35ºC no Rio Grande do Norte, Pará, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e centro-leste da Bahia. Produtores devem ter cautela com o risco de incêndios e planejar os trabalhos em campo, evitando manejos de risco sob calor intenso.
Previsão para o Norte
As pancadas de chuva retornam ao Amazonas, no centro-sul do Pará e em Rondônia, com volumes de 30 a 40 mm, variando de fraca a moderada. Em Roraima e Tocantins, podem ocorrer precipitações mais fortes em pontos isolados.
No Acre, a chuva será fraca, e no Amapá, o tempo permanecerá firme. As temperaturas se mantêm elevadas, com máximas próximas de 40ºC, aumentando o risco de incêndios no Amapá e no centro-norte do Pará. Os acumulados ajudam os produtores a avançar com o plantio da safra 2025/26, garantindo umidade suficiente em Amazonas, Acre, Rondônia, centro-sul do Pará e Tocantins.
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Produtores rurais de Rondônia estão sendo orientados sobre como retomar a comercialização e acessar mercados mais exigentes por meio da regularização ambiental. A iniciativa é dos Escritórios Verdes da JBS, que promovem eventos em todo o estado, como o realizado recentemente em Pimenta Bueno.
De acordo com a analista de sustentabilidade da JBS, Luana Fim, o processo começa com a atualização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). O monitoramento das propriedades é feito por imagens de satélite e dados socioambientais, em parceria com a empresa Agrotour, que cruza informações de órgãos como Ibama, ICMBio, Funai e IBGE.
“Quando o produtor se regulariza, ele volta ao mercado com um produto comprovadamente sustentável, pronto para atender às exigências de países como a União Europeia e o Reino Unido”, explicou Luana Fim.
O tempo de retorno à atividade varia de acordo com a situação da propriedade, podendo levar de seis meses a um ano e meio, mas o resultado vale a pena.
Os Escritórios Verdes oferecem atendimento gratuito para produtores que desejam se adequar às normas socioambientais e voltar a vender para frigoríficos e mercados internacionais.
Nascidos e criados na comunidade do Piana de Baixo, em Palmeira, no Paraná, os irmãos Nilson e Givanildo Gross cresceram em meio à lavoura de fumo. Desde jovens, tiveram que assumir as responsabilidades do campo depois que o pai adoeceu. Hoje, eles colhem os frutos de uma decisão que mudou o rumo da propriedade: apostar na avicultura integrada.
A mudança aconteceu há três anos, quando a família decidiu deixar a cultura do tabaco para investir em uma atividade mais saudável e estável. “A avicultura nos dá mais qualidade de vida e segurança, porque é um ambiente controlado e previsível”, conta Nilson, que comanda a granja ao lado do irmão, da cunhada Edinéia e da esposa, Giane.
A oportunidade surgiu depois de ouvirem, pelo rádio, que a Seara estava expandindo a integração na região. “Fomos atrás, conversamos com a prefeitura, participamos das reuniões e conseguimos a vaga. Foi o início de uma nova história pra nós”, lembra Nilson.
Do medo ao aprendizado: o início de um novo ciclo
Com o primeiro alojamento, veio a ansiedade e o medo do desconhecido. “No começo, a gente quase não dormia. Tínhamos medo de errar, de perder as aves. Mas o suporte da empresa e os cursos ajudaram muito”, conta.
A família começou com dois aviários climatizados, totalmente automatizados, e aprendeu cada detalhe do manejo. Hoje, Nilson e Givanildo dividem as tarefas da granja, enquanto Giane cuida da parte de gestão e contabilidade. “Cada ajuste faz diferença: a regulagem dos pratos, o controle da água, a temperatura. Tudo influencia no resultado final”, explica.
A rotina é intensa, mas o resultado compensa. “Agora a gente sente que tem um porto seguro. Produzimos alimento com qualidade e temos uma renda que permite planejar o futuro”, afirma Givanildo.
Reconhecimento e evolução constante
Mesmo com pouco tempo de atividade, a Família Gross já se tornou destaque entre os integrados da unidade. O bom desempenho rendeu premiação da integradora, por melhoria na conversão alimentar. O segredo, segundo a extensionista responsável pelo acompanhamento, Eloise Sampaio, é a dedicação e a busca por conhecimento.
“O Nilson é curioso, participa de cursos, estuda sobre elétrica, ambiência e manejo. Eles têm vontade de aprender e aplicar tudo no dia a dia”, elogia.
A família também mantém uma relação próxima com os técnicos da integradora. “Temos suporte em todas as etapas, desde a chegada dos pintinhos até a retirada das aves. É uma parceria que dá segurança e confiança”, completa Nilson.
Uma nova geração inspirada pelo exemplo
Além dos resultados na granja, a avicultura trouxe algo ainda mais valioso: a sucessão familiar. O filho mais velho, Arthur, de apenas 10 anos, já demonstra interesse pela atividade e acompanha o trabalho dos pais. “Ele entende todo o processo, desde o alojamento até o carregamento. É bonito ver o orgulho dele”, diz Giane, emocionada.
Ela, que também é professora, compara a lida com os alunos à rotina na granja.
“Cada lote é como uma turma nova: tem o seu ritmo, suas necessidades e desafios. A gente aprende junto e cresce a cada ciclo”, reflete.
Para Nilson, o maior sonho é seguir nesse caminho e, no futuro, viver apenas da avicultura.
“Quero continuar aqui, criar meus filhos nesse ambiente e deixar um legado. Produzir alimento é motivo de orgulho.”
União e propósito no campo
A história da Família Gross é um retrato do novo agro: tecnológico, familiar e sustentável. O trabalho em equipe, a parceria com a integradora e o amor pelo que fazem tornaram a propriedade um exemplo de superação e visão de futuro.
“Ser avicultor é mais do que criar frangos. É cuidar de vidas, é produzir com responsabilidade”, resume Nilson. “E o mais importante é saber que o que a gente faz aqui, lá no interior do Paraná, ajuda a alimentar famílias no Brasil e no mundo.”
*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo
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