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Polícia encontra carro de professor e trata caso como tentativa de latrocínio


A PC (Polícia Civil) de Deodápolis, que investiga o caso do servidor municipal encontrado no último sábado (17/1), em uma casa abandonada às margens da BR-376, informou nesta segunda-feira (19/1), que durante as diligências, o carro dele, um Chevrolet Ônix, branco, foi encontrado sem os pneus e que investiga o fato como latrocínio (roubo seguido de morte).

Em nota, a Polícia Civil diz que até o momento não há elementos que confirmem se o homem foi ou não vítima de abuso sexual, sendo ainda esse ponto objeto de apuração. “As informações que foram divulgadas de que a vítima teria sofrido cirurgia na região anal não partiram da Polícia Civil”, cita trecho do texto.

Uma coletiva de imprensa para detalhar as informações sobre este caso foi marcada para as 16h, em Deodápolis.

Conforme divulgado anteriormente, com base nas informações do Campo Grande News, a vítima foi encontrada em uma casa abandonada a cerca de dois quilômetros de Deodápolis, no sentido a Ivinhema, inconsciente, com múltiplos ferimentos e sinais de extrema violência.

A PM (Polícia Militar) foi acionada por um morador da zona rural após encontrar o servidor dentro do imóvel, com sangramento intenso no rosto, ferimentos na cabeça, respiração acelerada e ausência de resposta.

A equipe médica fez o atendimento inicial e levou a vítima ao hospital do município. Enquanto era atendido, os profissionais constataram lesões graves na região anal, sendo necessário submeter o servidor a uma cirurgia para reconstrução do ânus neste domingo (18/1). O estado de saúde é considerado grave e o paciente segue internado em Dourados.

Na casa onde o homem estava, os policiais militares apreenderam um pedaço de madeira com vestígios de sangue e ainda recolheram um celular, uma corrente e um frasco de gel lubrificante deixado ao lado da vítima. As condições indicaram agressão prolongada antes do abandono no imóvel.

Polícia pede ajuda para localizar os autores

A Polícia Civil conta com o apoio da sociedade para o fornecimento de informações que possam auxiliar na identificação dos autores. As denúncias podem ser realizadas de forma totalmente anônima pelo telefone (67) 9 9286-9703.



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Barbosinha encerra interinidade com entregas em 14 municípios e foco na continuidade da gestão Riedel — Barbosinha



Com uma agenda marcada por presença nos municípios, entregas robustas e diálogo importante, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, encerrou, nesta segunda-feira (19), sua atuação como governador em exercício de Mato Grosso do Sul, cargo que ocupou entre os dias 29 de dezembro de 2025 e 18 de janeiro de 2026, período em que o titular, Eduardo Riedel, esteve de férias.

Ao longo da gestão, Barbosinha conduziu mais de 30 agendas oficiais e visitou 14 municípios, reforçando a continuidade das ações do Governo e consolidando a presença do Estado em todas as regiões. As agendas contemplaram obras de infraestrutura urbana e rural, saneamento, educação, saúde, mobilidade e abastecimento de água.

“Foi uma interinidade de muito trabalho, com foco em dar seguimento ao que o governador Riedel planejou e vem realizando em todo o Mato Grosso do Sul. Estivemos diversas regiões, ouvimos a população, fiscalizamos obras e entregamos resultados concretos. O Estado não para, independentemente de quem esteja à frente da gestão”, afirmou Barbosinha.

Regiões contempladas e entregas estruturantes

As agendas incluíram entregas de grande porte nos municípios de Dourados, Caarapó, Naviraí, Chapadão do Sul, Costa Rica, Água Clara, Inocência e Três Lagoas entre outros municípios do Estado. Em Dourados, foi realizada uma extensa agenda da Sanesul no Distrito de Vila Vargas, com obras de abastecimento de água, redes de esgoto e investimentos nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Também foi realizada visita técnica ao Hospital da Vida, com entrega de novos equipamentos

Em Caarapó, Barbosinha acompanhou a entrega e supervisão de obras em seis unidades escolares, incluindo escolas indígenas, e de redes de esgoto e estação de tratamento. Já em Três Lagoas, foram entregues duas novas pontes de concreto, além da pavimentação de avenidas e a ampliação do sistema de abastecimento de água. O vice-governador também foi homenageado com o Título de Cidadão Três-Lagoense.

Diversas escolas foram reformadas e entregues com acessibilidade, como a E.E. Cleuza Aparecida Vargas Galhardo (Caarapó), a E.E. Chico Mendes (Água Clara) e a E.E. Cleto de Moraes Costa (Tacuru). Em Iguatemi, foi entregue a reforma da UBS Vila Rosa, e em Naviraí, foram ampliados os sistemas de esgoto e água, além da reforma de unidades escolares e do Centro Estadual de Educação Profissional Ramez Tebet.

Na retomada das funções, o governador Eduardo Riedel elogiou a condução da gestão pelo vice-governador, destacando a confiança institucional e o alinhamento das agendas.

“Barbosinha é parceiro desde a elaboração do plano de governo e conhece cada detalhe da administração. Por isso, pude me ausentar com tranquilidade, porque sei do compromisso dele com o Estado e com a população. Foi uma interinidade produtiva, com entregas relevantes e continuidade plena das nossas metas para 2026”, afirmou Riedel nesta segunda-feira (19), ao retomar o comando do Executivo estadual

Gestão municipalista e governo presente

O vice-governador também reforçou que a principal diretriz do período foi manter o ritmo do governo, com foco em resultados e parceria com os municípios. “Governamos com os prefeitos, com os vereadores e com quem está na ponta. Cada entrega feita nesse período mostra que o Estado está presente, e que a gestão do governador Riedel é construída em equipe, com responsabilidade, planejamento e diálogo”, finalizou Barbosinha.

Fotos: Bruno Rezende



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Avanço de frente fria provoca temporais e chuva forte; veja a previsão do tempo


Em paralelo, um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul começa a se organizar, aumentando o potencial para chuva persistente.



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Armazenamento incorreto de defensivos agrícolas pode gerar prejuízos ao produtor; veja como evitá-los


Advogado Pedro Puttini alerta para multas que podem atingir R$ 2 milhões, além de responsabilização criminal; adequação do piso e isolamento de rações são exigências críticas



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Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026


O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação no Brasil em 2026. Divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), em Brasília, o Boletim Focus projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano a 4,02% – percentual inferior aos 4,05% projetados há uma semana; e aos 4,06% estimados há quatro semanas.

O IPCA é o índice que serve de referência para a inflação oficial do país. Para 2027 e 2028, as projeções de inflação permanecem estáveis há 11 semanas consecutivas em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

Meta de inflação

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 e 2026 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante o 0,18% do mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou dentro da meta do governo: 4,26%, portanto.

Juros

Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores.

No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há quatro semanas consecutivas. Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%.

Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 49 semanas seguidas. Para 2028, o mercado reviu para cima as expectativas da taxa básica de juros, passando dos 9,88% projetados na semana passada para 10%.

Essa tendência de alta nas expectativas para a Selic em 2028 tem sido observada em alguns dos boletins anteriores. Na semana passada, foi apresentada uma projeção de Selic a 9,88% para 2028. Há quatro semanas, as projeções apontavam uma Selic de 9,75%, também para 2028.

Variações da Selic

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Dólar

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos bens e serviços produzidos no país – as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há seis semanas.

Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027 e de 2% em 2028.

As expectativas do mercado financeiro relacionadas ao dólar sinalizam cotação de R$ 5,50 para a moeda dos Estados Unidos ao final de 2026 – percentual que é mantido há 14 semanas, projetado também para 2027. Para 2028, estima-se o dólar a R$ 5,52.



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'Produção brasileira de soja para 2026 segue favorável e deve ser recorde', aponta analista


Safras & Mercado revisa números para cima com ganhos de área e produtividade, apesar de problemas climáticos no Nordeste



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Beef on Dairy: "gado choqueado" ganha espaço na receita da pecuária de leite


Zootecnista Alexandre Zadra explica como o cruzamento de raças de corte em vacas de leite pode gerar bezerros valorizados em até R$ 3.000,00, transformando o descarte em lucro



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Políticos de todos os espectros homenageiam Raul Jungmann, morto ontem


Com mais de 50 anos de carreira na política, Raul Jungmann, que morreu no último domingo (18), foi de vereador a deputado e também atuou como ministro nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.

Por toda essa vivência no universo político, sua morte, provocada por um câncer no pâncreas, gerou grande repercussão entre amigos e políticos das mais diversas correntes ideológicas.

O ex-presidente Michel Temer, que teve Jungmann como ministro da Defesa e Segurança Pública, escreveu em nota:

“Um brasileiro que soube servir ao país. Por onde passou deixou sua marca. Fosse como ministro da Reforma Agrária, ministro da Defesa e Segurança Pública, fosse como grande parlamentar. Tristeza no plano cívico, saudades no plano pessoal. Descanse em paz, Raul!”

Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do governo Lula postou uma mensagem em suas redes sociais:

“Raul Jungmann teve longa trajetória na política brasileira, desde a luta das Diretas Já até sua passagem pelo PCB e como fundador do PPS, tendo sido deputado federal e ministro do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário nos governos de FHC e da Defesa e Segurança Pública no governo Temer. Enquanto sua saúde permitiu participou, com generosidade e espírito democrático, do conselho dos ex-ministros do Desenvolvimento Agrário que montei como espaço de consulta e reflexão no ministério. Meus agradecimentos e meus sentimentos aos familiares e amigos de Raul Jungmann”.

Ministro do STF, Gilmar Mendes publicou um longo texto sobre Jungmann nas redes sociais. Um trecho:

“A partida de Raul Jungmann me atinge de forma especialmente dolorosa. Perco um amigo querido, cuja presença sempre inspirou confiança e serenidade. Nossa amizade foi construída no diálogo franco e na partilha de uma mesma convicção: a de que a democracia exige coragem e compromisso permanente com a Constituição. Raul foi um homem público de rara integridade e de extraordinária densidade republicana. No exercício de funções centrais no Estado brasileiro, especialmente como ministro no governo de Fernando Henrique, integrou um verdadeiro dream team comprometido com a estabilização institucional, as reformas estruturais e a consolidação da ordem constitucional inaugurada em 1988. (…) O Brasil perde um grande homem público; eu perco um amigo. Minha solidariedade à família e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Raul Jungmann”.

Outro ministro do STF, Alexandre de Moraes, também se manifestou, em nota, sobre a morte de Jungmann:

“Raul Jungmann, um grande democrata, foi exemplo de homem público, que exerceu diversos cargos, sempre com competência, lealdade e eficiência, como presenciei durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, quando trabalhamos juntos na coordenação da inteligência e segurança do evento”.

Randolfe Rodrigues, senador e líder do governo no Congresso Nacional, postou:

“Perdemos Raul Jungmann, um dos mais capacitados e éticos homens públicos que já conheci na vida. A política brasileira perde um grande quadro, um homem de diálogo, firmeza e profundo compromisso com o interesse público. Ficam seu legado, seu exemplo e a saudade entre todos que acreditam na boa política“.

O governador do Rio Grande do Sul, Marcelo Leite, é outro político que lamentou a morte de Raul Jungmann:

“Lamento profundamente a morte de Raul Jungmann, aos 73 anos, homem público de trajetória marcante e de grande compromisso com o Brasil. Atuou com seriedade e espírito republicano em diferentes momentos da vida nacional, deixando uma contribuição relevante ao serviço público”.

O Cidadania, último partido ao qual Jungmann foi filiado, divulgou nota oficial de seu presidente, Roberto Freire, lamentando e relembrando a trajetória do político:

“O Cidadania recebe com profundo pesar a notícia do falecimento de Raul Jungmann, ex-ministro e homem público de trajetória reconhecida.” Raul Jungmann foi militante desde a juventude do PCB e integrou o PPS, legenda que deu origem ao Cidadania, fazendo parte da história do partido desde esse período. Construiu uma vida pública dedicada ao Brasil, atuando com seriedade, diálogo e compromisso democrático no Legislativo e no Executivo, sempre orientado pelo interesse público.

Mesmo após sua saída formal do partido, manteve uma relação próxima com o Cidadania. Seguiu sendo parceiro, presente no debate político e disponível para contribuir com ideias e formação. Recentemente, participou de atividades com filiados, especialmente em encontros voltados à segurança pública, área em que era referência.

Sua partida deixa um vazio humano e político. Permanece o legado de coerência, espírito público e compromisso com a democracia.

O Cidadania se solidariza com familiares, amigos e companheiros, com respeito e gratidão por tudo o que Raul Jungmann representou.

Roberto Freire

Presidente Nacional do Cidadania”.

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), órgão que tinha Raul Jungmann como presidente, informou que o velório do político acontece nesta segunda (19), das 15h30 às 17h, na capela do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. A cerimônia é restrita a parentes e amigos próximos.



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Acordo UE–Mercosul: o que já vale, o que ainda precisa ser aprovado


Após assinatura, o tratado entra agora na fase de votações e aplicações provisórias que podem se estender até 2028



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Morre Raul Jungmann, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração


O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) informou neste domingo (18) o falecimento de Raul Jungmann, diretor-presidente da entidade, aos 73 anos. A morte ocorreu em Brasília, após um longo tratamento contra o câncer de pâncreas.

Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Pernambucano, Raul Jungmann participou por mais de cinco décadas da vida pública brasileira. Ao longo de sua trajetória, exerceu mandatos como vereador e deputado federal.

Também liderou quatro ministérios nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.

Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, onde buscou uma agenda de transformação do setor mineral, com foco na defesa de uma mineração mais comprometido com a sustentabilidade.

Em nota, a presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Ana Sanches, afirmou que Raul Jungmann foi um “homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”.

Segundo ela, Jungmann conduziu o instituto em um período decisivo, fortalecendo a entidade e beneficiando o setor mineral, em um ciclo marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.



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